
O presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro inglês, Keir Starmer, reúnem nesta sexta-feira (17/4) líderes de dezenas de países, em Paris, para debater a reabertura do Estreito de Ormuz.
A iniciativa chamada Liberdade de Navegação Marítima no Estreito de Ormuz. Segundo o governo britânico , cerca de 40 países estão participando.
Não há representantes dos Estados Unidos, que protagonizam a guerra com Israel contra o Irã.
“A reabertura incondicional e imediata do Estreito é uma responsabilidade global, e precisamos agir para que o fluxo global de energia e comércio volte a ser livre”, alegou o primeiro-ministro britânico em comunicado antes da reunião.

O Reino Unido informou que o planejamento para um “esforço militar conjunto” está em andamento, e a missão será “estritamente defensiva”
Fechado desde 28 de fevereiro, início da guerra, pela Guarda Revolucionária do Irã, o canal marítimo é a principal rota do comércio de petróleo do Oriente Médio. Por lá, transportam-se 20% de todo o petróleo mundial.
Os Estados Unidos, em retaliação, anunciaram um bloqueio próprio, desde segunda-feira (13/4), na região do Mar Arábico, contra embarcações que tenham origem ou destino em portos iranianos.
