Seis corpos foram encontrados, nesse domingo (10/5), dentro de um vagão de trem em Laredo, no sul do Texas (EUA). Os corpos estavam em um local próximo da fronteira com o México.
De acordo com o investigador da polícia de Laredo Joe Baeza, os cadáveres foram achados por um funcionário da Union Pacific, empresa de transporte ferroviário de cargas, em um pátio ferroviário perto da fronteira entre Estados Unidos e México.
Em entrevista para o portal norte-americano NBC News, Baeza explicou como funciona o local.
“Imagine um cais de carga em um porto, só que para trens. É aqui que eles carregam e descarregam muitos vagões ferroviários”, explicou
Já foram registrados casos relacionados casos de migrantes e operações de contrabando de pessoas em vagões de trem próximo à fronteira. Em 2022, 53 migrante morreram na traseira de um caminhão superaquecido.
Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia, as temperaturas na região ultrapassavam os 30°C no momento em que os corpos foram encontrados.
A causa dos óbitos seguem em investigação e as autoridades ainda não informaram a origem dos indivíduos.
A morte precoce da atriz Gabi Costa, aos 33 anos, causou forte comoção no meio artístico e segue sendo lembrada por colegas e fãs da televisão brasileira. A artista, que integrou o elenco da novela Órfãos da Terra em 2018, faleceu em junho de 2019 após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Conhecida também por sua atuação como ativista, ela construiu uma trajetória marcante na dramaturgia da Globo em produções de diferentes gêneros.
Na novela das seis, Gabi Costa interpretou a personagem Nazira, refugiada síria casada com Faruq, vivido por Eduardo Mossri. Antes disso, a atriz já havia participado de diversas produções da emissora, como Tapas e Beijos (2013), A Grande Família (2014), O Rebu (2014), Babilônia (2015), Haja Coração (2016), Sol Nascente (2016), Malhação (2017) e da série Nada Será Como Antes (2016). Sua atuação e carisma fizeram com que conquistasse espaço rapidamente entre os colegas de profissão.
Amigos famosos lamentaram a perda
No dia 2 de junho de 2019, Gabi Costa foi encontrada desacordada em casa e levada ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ela chegou a ser internada em estado grave, mas não resistiu. Na época, a assessoria da atriz divulgou uma nota oficial sobre o falecimento: “É com imenso pesar que comunicamos o falecimento da nossa querida atriz e amiga Gabi Costa neste domingo, dia 2, decorrente de causa cardiorrespiratória”. O comunicado também destacou o gesto solidário da artista: “Gabi Costa era doadora de órgãos e estará sempre viva em nossas lembranças”.
A notícia abalou colegas que haviam trabalhado recentemente com ela em Órfãos da Terra. Kaysar Dadour escreveu nas redes sociais: “Meu Deus, estou chocado e sem palavras… Ainda não estou acreditando. Gabizinha, minha amiga…”. Já Bia Arantes lamentou a perda ao publicar: “Difícil entender e lidar com essas perdas. Que Deus as acolha e permita que elas façam uma passagem cheia de amor e paz”. Até hoje, a lembrança de Gabi Costa segue viva entre admiradores e profissionais que acompanharam sua carreira.
A Justiça do Rio de Janeiro agendou para esta segunda-feira (11/5) uma audiência do rapper Oruam no processo em que ele é acusado de tentar matar policiais civis durante uma operação realizada na Zona Oeste da capital fluminense.
O artista, que atualmente é considerado foragido, virou réu após um episódio ocorrido em 2025, durante uma ação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) em uma casa ligada ao cantor, no Joá.
De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, os agentes foram ao imóvel para cumprir um mandado relacionado a um adolescente investigado por tráfico de drogas.
Segundo a acusação, durante a operação houve reação contra os policiais e objetos teriam sido lançados em direção às equipes.
Para os promotores, a ação colocou os agentes em risco e configurou tentativa de homicídio qualificado.
Além dessa acusação, o rapper também responde por crimes como resistência, desacato, ameaça e dano ao patrimônio.
A audiência prevista para esta segunda-feira marca o começo da fase de instrução do processo, quando testemunhas começam a ser ouvidas e as provas passam a ser analisadas pelo Tribunal do Júri.
Mandado de prisão
Oruam passou a ser considerado foragido após a Justiça restabelecer a prisão preventiva no processo.
A decisão ocorreu depois do entendimento de que medidas cautelares impostas ao artista teriam sido descumpridas, entre elas regras relacionadas ao uso de tornozeleira eletrônica.
Outras investigações
O nome do rapper também aparece em outra investigação conduzida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro envolvendo suspeitas de lavagem de dinheiro atribuídas ao Comando Vermelho.
Durante uma operação deflagrada pela DRE no fim de abril, investigadores incluíram Oruam na lista de procurados.
Na mesma ação, também foram alvo familiares do cantor, entre eles a mãe, Márcia Gama, e o irmão Lucas Santos Nepomuceno, conhecido como Luc
Um homem foi preso na noite dessa quinta-feira (07), suspeito de perseguir a ex-companheira e colidir propositalmente contra o carro em que ela estava, no bairro Cidade Universitária, em Maceió. Com o impacto da batida, o suposto autor chegou a fraturar a mão.
De acordo com a Polícia Militar, uma testemunha denunciou que o homem seguia a ex-mulher em outro veículo e, em determinado momento, bateu intencionalmente no carro ocupado pela vítima.
A mulher relatou aos policiais que possuía uma medida protetiva contra o suspeito. No entanto, após consulta ao sistema, os militares constataram que a medida havia sido revogada anteriormente, a pedido da própria vítima.
Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o homem bastante agitado e precisaram algemá-lo. Ele foi encaminhado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico devido à fratura na mão.
Após ser liberado, o suspeito foi levado para a Central de Flagrantes, onde foi autuado e preso pelos crimes de ameaça no contexto de violência doméstica, perseguição e dano ao patrimônio.
Anteriormente se acreditava que o interior do útero era um ambiente estéril. A composição de bactérias no endométrio, camada que reveste internamente o órgão, embora em menor quantidade do que em outras regiões do corpo, pode interferir na implantação do embrião e ajudar a explicar por que algumas tentativas de fertilização in vitro falham mesmo com embriões de boa qualidade.
Uma nova peça no quebra-cabeça da infertilidade
Estudos recentes mostram que um endométrio com predomínio de bactérias do tipo lactobacilo tende a estar associado a melhores taxas de implantação. Por outro lado, quando há desequilíbrio dessa microbiota – condição chamada de disbiose – o ambiente uterino pode se tornar menos receptivo.
Esse fator ganha relevância especialmente em casos em que tudo parece adequado: embriões de boa qualidade, preparo endometrial correto e, ainda assim, repetidas falhas de implantação. Nestes cenários, o microbioma pode ser uma das variáveis envolvidas.
Quando a fertilização falha sem explicação clara
Na prática da reprodução assistida, uma das situações mais desafiadoras é a falha de implantação repetida. Quando não há causas evidentes, o microbioma endometrial passou a ser investigado como um possível fator associado.
Alterações na flora bacteriana podem provocar processos inflamatórios locais, resposta imunológica aumentada e redução da receptividade do endométrio para o embrião – elementos importantes para o sucesso da gestação.
Isso não significa que o microbioma seja a causa de todos os insucessos, mas ele amplia o olhar sobre um fator antes pouco considerado.
O que já é possível fazer – e os limites atuais
Hoje, já existem exames capazes de avaliar o microbioma endometrial a partir de amostras do próprio endométrio. Esses testes ajudam a identificar diversos tipos e quantidades de bactérias mostrando a presença de bactérias indesejadas ou possíveis desequilíbrios do microbioma.
Em alguns casos, estratégias como uso direcionado de antibióticos ou probióticos podem ser considerados. No entanto esta é uma área em evolução, e não há consenso sobre os melhores protocolos a serem utilizados em casos de disbiose.
A incorporação desse novo conhecimento representa uma mudança importante na forma de entender a infertilidade. Porque, cada vez mais, fica claro que a implantação do embrião não depende apenas da qualidade genética ou níveis hormonais – mas também de um ambiente biológico complexo, onde até microrganismos microscópicos podem fazer diferença.
A pressão alta não depende apenas de genética, alimentação rica em sal ou sedentarismo. A saúde mental também pode ter papel importante no desenvolvimento e no controle da hipertensão. Estresse crônico, ansiedade e depressão mantêm o organismo em estado de alerta, ativam mecanismos ligados à resposta ao perigo e podem dificultar a regulação da pressão arterial no dia a dia.
A relação aparece tanto no corpo quanto no comportamento. Segundo o cardiologista Marcelo Bergamo, do Hospital Santa Bárbara d’Oeste, em São Paulo, condições emocionais como ansiedade, depressão e estresse crônico ativam alguns sistemas do organismo (especialmente o sistema nervoso simpático e o eixo hormonal do estresse) que podem levar ao aumento da pressão arterial.
“Não é raro que pacientes hipertensos também apresentem algum grau dessas condições emocionais. Na prática, o sofrimento mental pode atrapalhar a rotina da medicação, piorar a qualidade do sono, reduzir a prática de atividade física e favorecer uma alimentação mais desregulada, com maior consumo de sal e ultraprocessados”, explica Bergamo.
A hipertensão arterial sistêmica, conhecida como pressão alta, ocorre quando o sangue circula com força excessiva pelas artérias. Em geral, é considerada quando os níveis de pressão arterial são iguais ou superiores a 140/90 mmHg em repouso. O problema pode ser silencioso por anos, mas aumenta o risco de infarto, AVC, insuficiência cardíaca e doença renal.
Sinais de alerta
Nem sempre é simples perceber quando fatores emocionais estão interferindo na pressão. Um dos sinais é a ocorrência de picos em momentos de estresse, ansiedade ou tensão. Palpitações, suor excessivo, tensão muscular, dor de cabeça e grande variação nas medidas ao longo do dia também podem indicar influência emocional.
Por isso, medir a pressão regularmente e fazer acompanhamento médico são cuidados fundamentais, especialmente para pessoas que já têm diagnóstico ou histórico familiar da doença.
A saúde mental também influencia a adesão ao tratamento. Pacientes com ansiedade podem esquecer medicações, usar remédios de forma irregular ou ter medo de efeitos colaterais. Já a depressão pode reduzir a motivação e a energia para manter consultas, atividade física e alimentação equilibrada.
Sono ruim, sedentarismo, alimentação desregulada e uso de álcool formam a conexão direta entre saúde mental e pressão alta.
“A pessoa dorme pior, se movimenta menos, come de forma mais impulsiva e pode recorrer ao álcool como forma de aliviar o estresse. O resultado é um ciclo em que um problema alimenta o outro”, explica Bergamo.
Corpo em alerta constante
O médico de família Tiago Rodrigues Cavalcante, da plataforma INKI, explica que o vínculo entre saúde mental e hipertensão está na permanência do corpo em estado de vigilância. O estresse, quando constante, exige grande gasto de energia e sobrecarrega órgãos como coração e cérebro. Já a ansiedade mantém o sistema nervoso acelerado, como se o organismo estivesse preparado para uma emergência que nunca chega.
“A hipertensão arterial sistêmica é o resultado físico dessa sobrecarga emocional e fisiológica. Quando o corpo permanece em estado de alerta constante, os vasos sanguíneos ficam mais contraídos e rígidos, dificultando a passagem do sangue. Com o tempo, a pressão pode subir com mais frequência. Em quem já tem diagnóstico de hipertensão, o estresse crônico funciona como um agravante, provocando picos de pressão e maior oscilação ao longo do dia”, afirma Rodrigues.
O estresse pode contribuir para o surgimento da hipertensão em pessoas predispostas e também piorar quadros já existentes. Por isso, especialistas defendem que o tratamento da pressão alta considere não apenas medicamentos e hábitos de vida, mas também fatores emocionais persistentes.
Uma mulher etíope deu à luz quíntuplos após 12 anos tentando engravidar. O parto foi feito no Hospital Especializado Completo Hiwot Fana da Universidade Haremaya, na Etiópia, nessa quinta-feira (7/5).
Bedria Adem, de 35 anos, foi a primeira mulher a dar à luz a cinco crianças ao mesmo tempo nos últimos anos na Etiópia, segundo o hospital. Os bebês, quatro meninos e uma menina, estão bem de saúde.
O médico Mohammed Nur Abdulahi, diretor do hospital, disse à BBC que Bedriya engravidou naturalmente, sem a ajuda de fertilização in vitro (FIV). O serviço, que aumenta a probabilidade de gestação múltipla, não é oferecido pelo hospital.
Haramaya University Hiwot Hospital/ reprodução
As crianças nasceram pesando entre 1,2 kg e 1,6 kg.
Há quase 25 anos, três eminentes físicos, Michael Duff, Lev Okun e Gabriele Veneziano, encontravam-se na cafeteria do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (CERN). Eles discutiam sobre qual seria o número de constantes fundamentais da natureza, ou seja, o mínimo de padrões que precisamos para medir tudo que há no Universo.
Okun defendia que eram necessários três padrões: um para distância, um para massa e outro para tempo. Para ele, precisaríamos pelo menos do sistema metro, quilograma e segundo (MKS) para expressar as grandezas da natureza.
Já Veneziano defendia que eram necessários apenas dois padrões: um para distância e outro para tempo. E que todas as grandezas poderiam ser expressas apenas em metros e segundos.
Finalmente, Duff não se comprometia com um número mínimo. Para ele, cada caso era um caso. A discordância persistiu e, uma década depois, o trio resolveu registrar suas posições em um artigo muito influente.
Longe de ser uma questão de opinião, a controvérsia disparada por Duff, Okun e Veneziano é um problema econômico: descobrir o número mínimo de linhas de produção que uma fábrica universal de padrões precisaria ter.
Avanço errático da ciência
Anos depois, outro grupo de físicos, Vicente Pleitez, Alberto Saa, Daniel Vanzella e eu, todos brasileiros, discutíamos no café ao lado do casarão que abrigava o Instituto de Física Teórica da Unesp em São Paulo, sobre o avanço errático da ciência. Como podemos ter consenso sobre a evolução do Universo e dissenso sobre o número mínimo de padrões que precisamos para medir suas quantidades? Precisávamos fazer algo a respeito, e o problema passou a fazer parte de nossas agendas.
O Sistema Internacional de Unidades (SI) foi construído na década de 1960 sobre o sistema MKS. Da mesma forma que o SI é suficiente para expressar todas as grandezas, isso é verdadeiro para o MKS. E sobre isso, todos concordávamos.
Mas será que precisamos mesmo do quilo do MKS para expressar massas? A resposta é, surpreendentemente, “não”.
A massa de um corpo determina seu poder de atração gravitacional. Assim, ela pode ser medida com réguas e relógios e expressa em unidades de espaço e tempo. Basta medir a aceleração a (expressa em metros por segundo ao quadrado – m/s²) com que uma partícula é atraída por um corpo quando estão a uma distância L (expressa em metros – m) e a massa do corpo é dada pelo produto a x L². Desta forma, um litro de água, por exemplo, tem uma massa que pode ser expressa como aproximadamente 0,000.000.000.067 m³/s².
Mas, então, por que o “quilo” foi inventado? Vamos concordar que procedimentos e números como os acima são péssimos no dia a dia. Assim, na Revolução Francesa simplificaram as coisas e definiram que 1 litro de água corresponderia a 1 quilo. E o fator que converte unidades de m³/s² para quilo é o inverso do que conhecemos hoje como a constante G da Gravitação Universal (comumente expressa na forma m³/kg.s², o que faz no resultado da conta restar apenas a unidade “kg”).
Vale notar que o pai da Gravitação Universal, Isaac Newton, morreu décadas antes da introdução do quilo e nunca precisou dele para definir massa. Por mais útil que o quilo possa ser, na prática ele é dispensável por princípio. Isso elimina a necessidade do “K” no MKS, evidenciando que o sistema MS já seria suficiente para expressar todas as grandezas.
Resolução da controvérsia
Mas é agora que as coisas ficam realmente interessantes. Até o início do século passado, pensava-se que o espaço e o tempo eram absolutos. Neste caso, as constantes fundamentais seriam duas, já que seriam necessários dois padrões – um para distância e outro para tempo – para expressar todas as grandezas.
Mas com o advento da Relatividade, percebemos que espaço e tempo estão ligados em um uno chamado de espaço-tempo. O pulo do gato está em perceber que, em espaços-tempos relativísticos, podemos abrir mão de réguas e medir distâncias apenas com relógios.
O protocolo, descrito em um artigo publicado por nós no periódico Scientific Reports, mostra como fazer isso e acaba por expressar distâncias em segundos-luz.
Um segundo-luz corresponde à distância que a luz percorre em um segundo. Basta multiplicar uma distância em segundos-luz por 299.792.458 para convertê-la em metros. Temos daí que um segundo-luz corresponde a aproximadamente 300.000 km, valor um pouco menor que a distância média da Terra para a Lua.
Dado que mesmo distâncias podem ser medidas com relógios, podemos abrir mão também do M do MKS e concluir que, em espaços-tempos relativísticos, todas as grandezas podem ser medidas por relógios e expressas em segundos-luz.
É importante saber que espaços-tempos relativísticos precisam vir obrigatoriamente munidos de relógios para que façam sentido. Assim, o mesmo aparato que é necessário para definir e testar espaços-tempos relativísticos é suficiente para expressar todas as grandezas físicas definidas sobre eles.
Desta forma, a resposta à questão de Duff, Okun e Veneziano é que o número de constantes fundamentais é um, pois podemos medir todas as grandezas definidas em espaços-tempos relativísticos apenas com relógios.
Claro que não é nada prático medir massas, distâncias e muitas outras coisas só com relógios, mas do ponto de vista conceitual é importante limpar as lentes pelas quais vemos a natureza se quisermos avançar mais rápido e sem tropeços.
Você não precisa correr quilômetros para cuidar da saúde mental. Uma caminhada de apenas 15 minutos com uma intenção diferente já é suficiente para transformar o seu dia.
Essa é a proposta da awe walk, técnica com respaldo científico que está ganhando atenção em todo o mundo. O diferencial não é a velocidade nem a distância, mas o estado de espírito com que você sai de casa.
O que é uma awe walk
O termo “awe” significa espanto ou admiração em inglês. A awe walk é, portanto, uma caminhada feita com o objetivo de notar o que há de extraordinário no mundo ao redor.
Não se trata de buscar paisagens deslumbrantes ou trilhas exóticas. O foco é perceber detalhes do cotidiano: a luz entre as árvores, a textura de uma parede antiga, o som dos pássaros ao fundo.
Essa mudança de perspectiva durante a caminhada ativa mecanismos cerebrais ligados ao bem-estar. E os efeitos vão muito além do momento da prática.
O que a ciência comprova
Um estudo publicado no periódico científico Emotion, conduzido pela Universidade da Califórnia em San Francisco (UCSF), acompanhou adultos que fizeram awe walks semanais de 15 minutos durante oito semanas.
Os resultados foram claros. Os participantes relataram aumento das emoções positivas, redução do estresse diário e maior sensação de conexão com outras pessoas.
Um dado curioso reforça os achados: as selfies tiradas durante as caminhadas mostraram, ao longo das semanas, sorrisos progressivamente mais amplos e rostos mais voltados para o ambiente do que para si mesmos.
Os benefícios comprovados para o corpo e a mente
A awe walk age por múltiplos caminhos ao mesmo tempo, segundo os pesquisadores. Veja o que acontece no organismo durante a prática.
Sensação de que os problemas pessoais ficam menores.
Aumento de gratidão, compaixão e alegria.
Redução da ruminação mental e dos pensamentos negativos.
Melhora na qualidade do sono e no equilíbrio emocional.
Um estudo de 2023, acompanhando 269 adultos por 22 dias, revelou que nos dias com mais experiências de admiração, os participantes relataram 20% menos estresse e menos queixas físicas, segundo a National Geographic.
Como a awe walk é diferente de uma caminhada comum
A diferença não está no corpo, mas na atenção. Veja o que muda na prática.
A caminhada comum costuma ter foco em ritmo, passos ou calorias. A atenção vai para dentro, muitas vezes acompanhada de fone de ouvido, mensagens no celular ou pensamentos sobre o trabalho.
Na awe walk, o objetivo é o oposto. A atenção vai para fora, de forma curiosa e aberta. O celular fica no bolso, e os sentidos ficam livres para captar o que está ao redor.
Essa troca de postura muda completamente a experiência, mesmo que o trajeto seja o mesmo de sempre.
Como fazer uma awe walk do jeito certo
Não há regras rígidas, mas algumas orientações ajudam a potencializar os resultados.
Escolha um percurso diferente do habitual, sempre que possível.
Deixe o celular no silencioso e guarde os fones de ouvido.
Caminhe em ritmo tranquilo, sem se preocupar com tempo ou distância.
Observe ativamente o ambiente: cores, formas, sons, texturas e movimentos.
Permita-se pausar diante de algo que chame a atenção.
Não force o sentimento: a admiração surge naturalmente quando a atenção está presente.
Quinze minutos uma vez por semana já são suficientes para perceber diferença, segundo os estudos. Com a prática regular, os efeitos se acumulam e se estendem para além do momento da caminhada.
Comece hoje mesmo!
A awe walk não exige equipamento, aplicativo ou academia. Qualquer espaço ao ar livre serve, seja um parque, uma rua arborizada ou até o trajeto até o mercado.
O primeiro passo é sair com uma intenção diferente. Em vez de pensar no que precisa fazer depois, pergunte a si mesmo: “o que há de interessante aqui que eu nunca parei para notar?”.
Essa pergunta simples já é o suficiente para transformar uma caminhada comum em uma prática poderosa de cuidado com a saúde mental.
Quando o tempo vira ou a gripe começa a circular, a primeira reação de muita gente é correr para o suco de laranja.
A fruta é excelente, mas o nosso sistema imunológico é complexo. Ele precisa de um exército variado de nutrientes para funcionar perfeitamente.
A imunidade é a defesa natural do corpo contra vírus, bactérias e fungos. Manter essa barreira alta depende diretamente do que você coloca no prato.
O portal Saúde em Dia preparou uma lista com 9 alimentos poderosos que são verdadeiros aliados da sua saúde. Confira!
1. Alho
O alho é um dos melhores antibióticos naturais que existem. Ele contém alicina, um composto que ajuda a combater infecções e reduzir a inflamação.
Para aproveitar o máximo de seus benefícios, o ideal é consumi-lo cru ou levemente picado em preparações finais.
2. Gengibre
O gengibre é um termogênico potente com ação bactericida. Ele ajuda a reduzir dores de garganta e processos inflamatórios no corpo.
Além disso, o gengibre estimula a circulação, ajudando as células de defesa a chegarem onde são necessárias.
3. Iogurte natural
A saúde começa no intestino. O iogurte natural é rico em probióticos, as bactérias “do bem” que estimulam o sistema imune.
Um intestino equilibrado consegue absorver melhor os nutrientes e lutar contra invasores com mais eficiência.
4. Brócolis
O brócolis é um supervegetal. Ele é carregado de vitaminas A, C e E, além de fibras e antioxidantes.
Para preservar esses nutrientes, o segredo é cozinhá-lo no vapor por pouco tempo. Ele ajuda a proteger as células contra danos oxidativos.
5. Cúrcuma (Açafrão-da-terra)
A cúrcuma contém curcumina, uma substância com alto poder anti-inflamatório.
Ela é muito utilizada para fortalecer a imunidade e até para ajudar na recuperação muscular após exercícios intensos. Use-a para temperar carnes, arroz ou em shots matinais.
6. Semente de girassol
Essas sementes são ricas em fósforo, magnésio e, principalmente, vitamina E. A vitamina E é um antioxidante poderoso que regula a função do sistema imunológico.
Um punhado por dia já faz uma diferença enorme na sua proteção.
7. Espinafre
Assim como o brócolis, o espinafre é rico em vitamina C e inúmeros antioxidantes. Ele também possui betacaroteno, que aumenta a capacidade de combate às infecções do nosso sistema de defesa.
8. Amêndoas
Quando se trata de prevenir resfriados, a vitamina E costuma ficar em segundo plano após a vitamina C. Porém, ela é fundamental.
As amêndoas são fontes incríveis dessa vitamina lipossolúvel, que precisa de gordura para ser absorvida — e a própria amêndoa já oferece essa gordura saudável.
9. Kiwi
Você sabia que o kiwi tem mais vitamina C do que muitas variedades de laranja? Além disso, ele é rico em potássio, vitamina K e folato.
Esses nutrientes combinados ajudam a produzir glóbulos brancos, as células que combatem as infecções.
Dicas extras para uma imunidade de ferro
Não adianta comer bem apenas um dia na semana. A imunidade é construída com constância. Além da alimentação, não se esqueça de:
Beber água: A hidratação mantém as mucosas úmidas, dificultando a entrada de vírus.
Dormir bem: É durante o sono que o corpo regula suas funções de defesa.
Reduzir o estresse: O excesso de cortisol (hormônio do estresse) baixa a guarda do organismo.
O ex-goleiro Bruno Fernandes foi preso na manhã desta sexta-feira (8/5), no Rio de Janeiro, após passar dois meses foragido.
De acordo com a Polícia Militar do Rio de Janeiro, a prisão ocorreu em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos. A ocorrência foi encaminhada à 127ª DP. O atleta deve voltar para a prisão, no regime semiaberto.
Bruno teve a liberdade condicional revogada no início de março, pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), após descumprir regras do regime. Ele saiu do Rio sem ter autorização da Justiça.
O ex-jogador foi condenado pelo homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver da modelo Eliza Samudio, em 2013. Ele foi condenado a 22 anos e 3 ês meses de prisão.
Em 2019, Bruno teve progressão para o regime semiaberto e em janeiro de 2023 conseguiu a liberdade condicional.
Quando se pensa em animais de resgate, logo vem à mente os cães farejadores. No entanto, outro bicho incomum tem se destacado na função: uma lontra. Batizada de Splash por seu adestrador, ela já tem ajudado em várias buscas de resgate ou de desaparecidos, sendo acionada em especial nas missões aquáticas.
O animal de 2 anos de idade é uma lontra-de-unhas-curtas-asiática (Aonyx cinereus). Além de ter sido treinado, o bicho já tem certificação de busca e resgate. No currículo de Splash, já há mais de 30 operações, sendo oito descobertas feitas pelo mamífero.
A lontra tem como treinador e tutor Michael Hadsell, que faz parte da equipe da Peace River K9 Search and Rescue (Prsar), uma organização sem fins lucrativos voltada para a busca e resgate de pessoas desaparecidas. Segundo ele, o potencial sensorial e capacidade de adentrar lugares que os cães não podiam, o fez ter a ideia de que a ajuda de Splash seria essencial.
“O único animal que é móvel, que podemos transportar e usar em diferentes locais, e que se treina como os outros animais, como os cães e os cavalos, é a lontra. O cão pode até dar o sinal do barco, mas não consegue encontrar [as pistas] no fundo da água. E quando se trata de casos arquivados, os ossos e as evidências estão todos afundados na lama”, afirma Hadsell, em entrevista ao portal norte-americano Gulf Coast ABC.
Como atua Splash, a lontra
As buscas feitas pela lontra contam com um mecanismo natural e sofisticado: seus bigodes, também chamados de vibrissas. Esses pelos são bastante sensíveis e sensoriais. Através deles, o animalconsegue perceber movimentos e vibrações na água, independente da claridade. Dessa forma, os treinamentos de Hadsell focaram em aperfeiçoar ainda mais a habilidade.
Assim que volta debaixo d’água com alguma possível evidência, o animal anda em círculos e faz sons característicos da espécie conhecidos como guincho para avisar. Quando Splash e o treinador estão mergulhados, o mamífero tenta pegar a máscara de Hadsell para alertá-lo sobre pistas.
Divulgação/Michael HadsellImagem mostra a lontra em um dos resgates que participou
Entre as principais descobertas da lontra, está a solução de um caso de homicídio de 33 anos. Na ocasião, o animal recuperou um tijolo no fundo do lago, que posteriormente foi analisado e comparado com os ferimentos da vítima, ajudando a solucionar o mistério.
Além da lontra, a equipe de resgate de Hadsell conta mais dois cães. Enquanto os caninos supervisionam a superfície, o trabalho dentro d’água por conta do mamífero. A parceria utiliza o melhor de cada animal e torna os resultados mais precisos.
Durante a manhã desta quinta-feira (07), a prefeita Tia Júlia se reuniu com representantes do Banco Bradesco a fim de discutir uma possível parceria entre a instituição financeira e o município. O encontro contou com a presença dos secretários municipais de Governo Pablo Forllan e de Finanças Gutemberg Santos.
O objetivo da reunião foi discutir possíveis parcerias que tragam vantagens para o município. De acordo com o secretário de Governo Pablo Forllan , a prefeitura sempre está aberta para a formação de novas parcerias entre o Governo Municipal e as Instituições Financeiras. “Sempre é do nosso interesse buscar melhorias que beneficiem toda a sociedade palmeirense”, disse Forllan.
Para a prefeita Tia Júlia, o diálogo entre a Gestão Municipal e organizações financeiras sempre é interessante para abrir novos horizontes e melhorar o serviço prestado à sociedade. “Sempre estamos de portas abertas para escutar novas possibilidades que expandam nossos horizontes e viabilizem mais investimentos no município e melhore o cotidiano de nossos cidadãos “, declarou a gestora municipal.
O Ministério Público Federal (MPF) realizou, nesta quarta-feira (7), uma reunião técnica no auditório da Procuradoria da República em Alagoas (PR/AL) para discutir a regulamentação dos passeios turísticos conhecidos como “Banho de Lua”, realizados na orla marítima de Maceió. O encontro integra o Inquérito Civil nº 1.11.000.000176/2025-99 e reuniu representantes de órgãos municipais, ambientais, Capitania dos Portos, da academia e entidades da sociedade civil.
A discussão foi conduzida no âmbito de uma atuação conciliatória do MPF, iniciada após o recebimento de demandas relacionadas aos impactos provocados pelos passeios noturnos. Entre as principais preocupações apresentadas estão o uso desordenado das embarcações, poluição sonora, iluminação excessiva, riscos à segurança de banhistas e passageiros, além de possíveis danos ambientais à fauna e à flora marinhas.
Participaram da reunião representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL), da Capitania dos Portos de Alagoas, da Secretaria Municipal de Turismo (Semtur), do Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT), do Instituto de Pesquisa, Planejamento e Licenciamento Urbano e Ambiental de Maceió (Iplam), da Procuradoria-Geral do Município, da Secretaria Municipal de Segurança Cidadã (Semsc), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), além do Conselho Gestor dos Passeios Turísticos nas Orlas Marítima e Lagunar de Maceió.
Regulamentação em debate
Durante a reunião, os participantes discutiram a minuta de um decreto municipal que deverá estabelecer regras para o funcionamento dos passeios. O objetivo é criar critérios mínimos de ordenamento da atividade, permitindo maior controle por parte dos órgãos públicos e segurança jurídica para fiscalização.
Segundo representantes do município, os passeios continuam sendo realizados, principalmente nas regiões da Ponta Verde e da Pajuçara, em jangadas à vela e embarcações motorizadas. Entre as práticas observadas estão o uso de iluminação em LED, sistemas de som de alta potência, churrasqueiras e consumo de bebidas alcoólicas a bordo.
O DMTT destacou que há dificuldades para atuação mais efetiva devido à ausência de regulamentação específica. Já a Capitania dos Portos informou que realiza fiscalizações esporádicas e que, até o momento, não foram constatadas irregularidades relacionadas à habilitação dos condutores ou consumo de álcool durante a condução das embarcações.
Mapeamento e fiscalização
Representantes da Semsc informaram que está em andamento um levantamento para identificar a quantidade de embarcações utilizadas nos passeios, o número médio de passageiros e os principais pontos de saída das embarcações. Já a Capitania dos Portos afirmou que possui dados relacionados à comunidade marítima que atua na região e defendeu a criação de mecanismos de identificação e reordenamento das embarcações autorizadas a operar.
Representantes de associações de moradores da orla participaram da reunião à convite da Semsc e solicitaram maior participação da sociedade civil no processo de elaboração da norma. Entre as preocupações apresentadas estão os impactos da poluição sonora nas áreas residenciais próximas às praias, além do uso de músicas em volume elevado durante os passeios.
Próximos passos
Ao longo da reunião, o MPF reforçou a necessidade de avanço imediato na regulamentação dos passeios “Banho de Lua”, destacando que a publicação do decreto municipal é fundamental para garantir instrumentos legais de fiscalização e ordenamento da atividade. A proposta é que a norma estabeleça critérios claros para funcionamento dos passeios, proteção ambiental, controle de poluição sonora e definição das condutas permitidas nas embarcações.
Representantes dos órgãos envolvidos informaram que o texto da minuta passará por debates no Conselho Gestor e deverá receber os ajustes finais antes de ser encaminhado para publicação pela Prefeitura de Maceió. A expectativa é que o decreto sirva como base para atuação integrada dos órgãos responsáveis pela fiscalização.
Uma nova reunião foi agendada para junho, quando deverá ser apresentada a versão final do decreto já publicada pelo município. O procurador da República Érico Gomes, responsável pela condução dos trabalhos, ressaltou a necessidade de publicação célere do decreto municipal, destacando que alterações poderão ser realizadas posteriormente, conforme a necessidade de ajustes.
O encontro também deverá tratar das estratégias de fiscalização e das medidas para coibir práticas irregulares nos passeios turísticos noturnos.
Um menino de 3 anos foi resgatado após passar pela janela do apartamento em que mora em ficar perigosamente isolado num parapeito a 10 metros de altura.
O incidente ocorreu por volta das às 6h40 de quarta-feira (6/5) na cidade de Zhangye (província de Gansu, China). O menino, que usava fralda, segurava um cabo que vinha do andar superior.
Moradores ouviram a criança gritar por socorro quando ficou presa e temendo por sua vida na beirada do parapeito. Eles tentaram freneticamente alcançar a criança presa com uma escada, mas descobriram que ela era curta demais para cobrir os dez metros. Eles decidiram, entãom chamar a polícia.
A criança foi resgatada por um policial e um comerciante.
Há diferentes versões para explicar como o menino foi parar ali. Numa delas, afirma-se que a criança teria subido numa janela e caído do lado de fora do apartamento. Outro relato aponta que a criança estava brincando na beirada do piso quando tropeçou e ficou pendurada no cabo.
A polícia alertou os pais do menino sobre cuidados com segurança para que a cena não se repita.
O Alzheimer é a maior causa de demência no mundo. No Brasil, mais de 1 milhão de pessoas vivem com a condição.
Estudos mostram que a doença dá sinais biológicos muito cedo. Essas alterações surgem até 20 anos antes dos sintomas clínicos aparecerem.
Nesta fase, chamada de pré-clínica, o cérebro já sofre mudanças. Porém, o paciente ainda não apresenta falhas de memória evidentes.
Apesar disso, o diagnóstico no país costuma ser tardio. Muitas vezes, a descoberta só ocorre quando a autonomia já está comprometida.
Por que o diagnóstico do Alzheimer ainda é demorado?
O atraso ocorre porque muitos sinais são vistos como “normais”. As famílias tendem a banalizar pequenos esquecimentos do envelhecimento.
O neurologista Diogo Haddad alerta que o esquecimento recorrente não é normal. Ter dificuldade para organizar tarefas habituais também merece investigação.
“A identificação precoce depende de uma avaliação estruturada”, afirma o médico. O uso de biomarcadores ajuda a detectar a doença nessa janela estratégica.
As três fases da evolução da doença
Entender como o Alzheimer progride ajuda a identificar o problema cedo. A evolução costuma ocorrer em três estágios principais:
Fase pré-clínica: alterações silenciosas no cérebro e sem sintomas.
Fase leve: falhas de memória recente e mudanças de comportamento.
Fase moderada a avançada: perda de autonomia e dependência total.
Papel da genética e dos novos exames
A ciência avançou muito no diagnóstico de casos precoces. Isso é fundamental para quem apresenta sintomas antes dos 60 anos.
O médico geneticista de Doenças Raras da Dasa Genômica, Roberto Giugliani, explica que alguns casos possuem origem genética. Para esse grupo, a investigação do DNA é essencial.
Atualmente, o Brasil já conta com o Painel NGS para Alzheimer. O exame analisa genes ligados às formas hereditárias da doença.
O teste utiliza uma coleta simples de sangue ou saliva. Ele identifica mutações associadas à predisposição genética de forma precisa.
Sinais de alerta para famílias e profissionais
O Alzheimer não é uma consequência natural do envelhecimento. É uma doença que exige cuidado, planejamento e tratamento adequado.
Identificar os sinais iniciais permite intervenções mais oportunas. Além disso, ajuda a família a se preparar para o futuro.
Fique atento a mudanças de humor sem explicação clara. Dificuldade em reconhecer compromissos recentes também é um alerta importante.
A busca por um especialista deve acontecer aos primeiros sinais. O diagnóstico precoce é uma prioridade estratégica de saúde pública.