
O influenciador e pré-candidato a deputado federal Patrick de Almeida Silva, o "PTK", já esteve envolvido em outras polêmicas. Em fevereiro do ano passado, o suspeito preso na operação desta quarta-feira (3) foi apontado como responsável por um bloco carnavalesco que acabou em pancadaria generalizada no bairro do Jaraguá, em Maceió.
O influenciador digital está entre os presos da Operação Morro do Alemão pela Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL). A ação tem como alvo integrantes do Comando Vermelho (CV) que atuariam em Alagoas e no Rio de Janeiro.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostraram gritaria e os participantes do bloco revoltados, forçando uma barra de ferro para entrar na casa de show, onde a festa se estenderia.
À época, PTK foi ouvido pela polícia e se comprometeu a arcar com o prejuízo de R$ 7 mil causado em um espaço de eventos no Jaraguá, após o cancelamento do evento.
O influenciador contou que vendeu três mil camisas para um bloco carnavalesco na orla de Maceió e que o evento pós-bloco seria um “presente” para os foliões.
De acordo com PTK, a confusão teve início ainda durante o desfile do bloco, quando foi anunciado que menores de idade não poderiam participar do evento posterior.
