
O líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), defendeu nesta terça-feira (28/4) que o presidente da Casa Alta, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), receba o indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias, antes da sabatina, marcada para quarta-feira (29/4).
Para Jaques, a decisão de Alcolumbre de não receber Messias não afeta no andamento do trâmite no Senado.
“Eu acho que é uma decisão do presidente. Eu, pessoalmente, acho que institucionalmente ele deveria receber. Mas, evidentemente, conversaram não depois da indicação. Mas, na minha opinião, não [atrapalha]. Aí é uma decisão dele”, disse.
O senador baiano declarou ainda que Alcolumbre não está trabalhando nem a favor nem contra Messias, “mas óbvio que a chancela ajudaria”.
“Se ele quisesse ajudar, poderia estar pedindo voto. Não tem informação do que ele poderia pedir voto contra. Até porque, na minha opinião, a derrota dos messias, na minha opinião, não agraga a nada a caminhada dele próprio. Porque parece estigmatizar uma pessoa. O cara é um jovem para estigmatizar”, afirmou.
Além disso, o líder se disse “confiante” quanto a contagem de votos para a aprovação do indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar a cadeira deixada por Luís Roberto Barroso na Suprema Corte.
“Eu estou confiante que a gente tenha os votos necessários para a aprovação dele. Temos conversado com muita gente”, afirmou.
