

O ministro Alexandre Padilha anunciará, nesta quinta (21/5), na França, a inclusão de um novo protocolo de rastreamento de câncer de intestino no SUS. O exame não invasivo será o de referência para identificar a doença em homens e mulheres entre 50 e 75 anos que não apresentam sintomas.
O teste imunoquímico fetal (FIT) funciona como um exame de fezes mais potente. Com o uso de anticorpos específicos, é possível procurar sinais de pólipos, lesões pré-cancerígenas e até o próprio câncer no intestino.
O teste é feito em casa: com um kit, o paciente coloca as fezes em um tubo coletor e a amostra é enviada para um laboratório.
A ideia é agilizar o diagnóstico do câncer de intestino em grupos de risco e diminuir a necessidade de colonoscopia, que é o exame padrão atualmente. As vantagens do FIT envolvem a praticidade, não necessidade de preparo intestinal e dieta restritiva, além de não ser invasivo.
Caso o teste dê positivo, o paciente será encaminhado para exames complementares para definir o diagnóstico.
