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O Banco Master declarou à Receita Federal ter pago R$ 3 milhões no ano passado à empresa do ex-chefe de departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central João André Calviño Marques Pereira, a JGM Solutions.

Pereira foi chefe do departamento de abril de 2018 a janeiro de 2024 —período que compreende as presidências de Ilan Goldfajn e Roberto Campos Neto. Ele pediu uma licença do Banco Central em março de 2024 e, por fim, a exoneração do cargo de auditor em junho de 2025.

O pagamento à JGM Solutions consta na DIRF (Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte) de 2025 do Master, entregue pela Receita Federal à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado do Senado. O documento sigiloso foi obtido pela reportagem.

A declaração não diz em que mês ocorreu o pagamento à empresa, apenas a quantia, o valor do imposto retido na fonte (no caso dele, de R$ 45 mil) e o código usado pela Receita Federal, que indica prestação de serviços de pessoa jurídica para pessoa jurídica.

Segundo o ex-servidor do BC, os pagamentos ocorreram a partir de agosto de 2025, quando ele já havia sido exonerado da autarquia.

Ele afirma que, na consultoria prestada ao Master, usou sua experiência em governança e regulação para colaborar na elaboração do plano de reestruturação da instituição junto aos órgãos reguladores.

A JGM Solutions é uma empresa de consultoria financeira. Quando pediu licença do BC, em 2024, João André passou a prestar serviços no ramo de seguros privados. Nessa época, o então servidor fez uma consulta à Comissão de Ética Pública sobre questões relacionadas a conflito de interesses.

Procurado, João André disse em nota que jamais tratou de assuntos pertinentes ao Banco Master durante todo o período em que integrou o Banco Central. Ele afirmou também que nunca realizou reunião com Daniel Vorcaro no BC, "nem participou de qualquer ato deliberativo relacionado à aprovação de aquisição ou transferência de controle de qualquer instituição financeira, incluindo o Banco Máxima."

Temas como regulação prudencial, captação com garantia do FGC ou supervisão de instituições autorizadas não passam pelo departamento de Regulação do Sistema Financeiro, unidade à qual o ex-servidor estava vinculado até março de 2024.

"Tampouco é atribuição do Denor ou do Chefe do Denor, mesmo que indiretamente, participar da análise ou deliberação sobre autorização para funcionamento, alteração de controle societário ou supervisão de qualquer instituição financeira", acrescentou em nota.

Ele disse também que, a partir da licença, perdeu acesso a sistemas, processos ou informações sensíveis do Banco Central, deixando de participar de deliberações a cargo da autarquia.

Nas últimas semanas, circularam informações nos bastidores de Brasília e entre banqueiros de que haveria mais técnicos da autoridade monetária envolvidos no esquema de Vorcaro ao lado de Paulo Sérgio de Souza, ex-diretor de Fiscalização, e Belline Santana, ex-chefe do departamento de Supervisão Bancária.

Uma sindicância aberta pelo Banco Central confirmou indícios de irregularidades e aumento patrimonial suspeito dos dois servidores. Eles foram alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero, em janeiro, sendo investigados pela Polícia Federal por suposto favorecimento ao Master, do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, em troca de vantagens indevidas.

O relatório da sindicância foi enviado à CGU (Controladoria-Geral da União), que abriu um PAD (processo administrativo disciplinar). Ao final do PAD, os dois devem ser expulsos do BC.
A investigação interna do BC não encontrou indícios de participação de outros técnicos, além dos dois ex-gestores investigados. A CGU até o momento também não localizou novos integrantes da organização criminosa de Vorcaro no órgão.

Integrantes do BC, que falaram na condição de anonimato à reportagem, negam que o órgão tenha identificado mais suspeitos.

A empresa de João André foi aberta em fevereiro de 2025 junto da esposa, Manuela Bezerra Parques Pereira, com capital social de R$ 10 mil.

O contrato social registrado na Jucis-DF (Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal) descreve que a JGM tem, entre as suas atividades econômicas, a prestação de serviços de consultoria e assessoria financeira, econômica e estratégica, incluindo uma série serviços relacionados ao setor.

Já no cadastro nacional de pessoa jurídica na Receita Federal consta a prestação de serviços de tradução, liquidação, custódia, treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial, desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis, serviços combinados de escritório e apoio administrativo, preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo.

 

O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, está lúcido, mas teve o rosto desfigurado durante ataque dos Estados Unidos e de Israel. A informação é de uma fonte à agência Reuters. Khamenei não faz aparições em público desde o início do conflito em 28 de fevereiro.

De acordo com as três fontes, além do rosto, Khamenei também teve ferimentos graves nas pernas. Apesar disso, ele tem participado de reuniões com altos funcionários por meio de videoconferência e tem tomado decisões importantes.

Filho de Ali Khamenei, Mojtaba foi escolhido como novo líder supremo do Irã depois que o ataque de Israel e dos EUA matou o pai dele. Na quinta-feira (9/4), ele divulgou uma mensagem dizendo que o país levará a gestão do Estreito de Ormuz a uma “nova fase”.

“Exigiremos indenização por cada um dos danos causados, assim como o preço do sangue dos mártires e as compensações pelos feridos desta guerra. Levaremos a gestão do Estreito de Ormuz a uma nova fase. Não buscamos a guerra e nunca buscamos, mas de forma alguma abriremos mão de nossos direitos legítimos”, disse.

Irã e Estados Unidos fecharam um acordo de um cessar-fogo temporário, que inclui a abertura do Estreito de Ormuz. A negociação para o fim do conflito continua em um encontro presencial no Paquistão neste sábado (11/4).

Tremor não é o único sinal de alerta da doença de Parkinson. Sintomas como intestino preso, alterações no olfato e distúrbios do sono podem aparecer até 20 anos antes do diagnóstico. No Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson, celebrado em 11 de abril, especialistas chamam atenção para sinais pouco conhecidos.

A data também busca ampliar o debate e combater a desinformação sobre a condição que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta cerca de 10 milhões de pessoas em todo o mundo. A projeção é de que esse número dobre até 2050, acompanhando o envelhecimento da população global.

No Brasil, cerca de 200 mil pessoas convivem com a doença. Para o neurologista Diego Salarini, do Hospital São Luiz Jabaquara, o aumento dos casos está ligado principalmente ao envelhecimento da população, além de fatores ambientais e de estilo de vida.

“O envelhecimento populacional é um dos principais fatores para esse aumento, considerando que o Parkinson afeta, principalmente, pessoas acima de 60 anos. Mas não podemos deixar de lado questões ambientais e comportamentais”, explica.

O que é o Parkinson?

A doença de Parkinson é uma condição neurodegenerativa caracterizada pela perda progressiva de neurônios produtores de dopamina, principalmente em uma região do cérebro chamada substância negra. Além disso, está associada ao acúmulo anormal de uma proteína chamada alfa-sinucleína, que contribui para o processo de disfunção e morte celular. “É justamente a redução da dopamina que compromete o controle dos movimentos, levando a sintomas como tremor, rigidez muscular e lentidão”, destaca Diego Salarini.

Fotografia de uma enfermeira sorridente, vestindo uniforme azul (scrubs), ajudando uma mulher idosa a se levantar de um sofá cinza. A enfermeira segura delicadamente as mãos da senhora, que retribui o olhar com confiança. O ambiente é uma sala bem iluminada por grandes janelas ao fundo, transmitindo uma sensação de acolhimento e cuidado humanizado.

Principais sintomas do Parkinson

Apesar de ser o sinal mais conhecido, o tremor não é a única manifestação da doença. O Parkinson também pode causar sintomas não motores, muitas vezes anos antes das alterações físicas, que refletem o envolvimento progressivo de diferentes áreas do sistema nervoso. Entre os principais, estão:

“Como esses sintomas podem ocorrer em outras doenças, é importante estar atento a mudanças persistentes na saúde e buscar avaliação adequada”, complementa Diego Salarini.

Segundo o especialista, esses sinais podem seguir uma progressão ao longo do tempo, frequentemente iniciando com alterações intestinais e do olfato, seguidas por distúrbios do sono e, posteriormente, sintomas de humor, antes do surgimento de tremores, rigidez muscular e lentidão dos movimentos.

Ao longo da evolução da doença, também podem surgir ansiedade, fadiga, dores musculoesqueléticas, alterações de postura, distúrbios da marcha (irregularidades no caminhar), alucinações e comprometimento cognitivo.

Formas de tratamento

Como o organismo não consegue repor as células de forma eficaz, a doença ainda não tem cura. “O tratamento é focado em controlar os sintomas, melhorar a funcionalidade e preservar a qualidade de vida dos pacientes ao longo do tempo”, afirma o neurologista.

As abordagens incluem medicamentos que aumentam ou imitam a ação da dopamina, além de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e atividade física regular, sendo esta última um dos pilares do tratamento.

Em casos específicos, pode ser indicada a estimulação cerebral profunda — cirurgia que ajuda a controlar sintomas motores e reduzir flutuações relacionadas ao uso de medicamentos. Outras abordagens, como infusão contínua de medicações e técnicas cirúrgicas mais recentes, também podem ser consideradas em situações selecionadas.

Apesar de não haver cura, há diversas linhas de pesquisa em andamento, incluindo terapias voltadas à modulação da alfa-sinucleína, imunoterapia, terapia gênica e uso de células-tronco. “Mais importante do que o diagnóstico é entender que o Parkinson não define o paciente. Com acompanhamento adequado, é possível manter autonomia, qualidade de vida e bem-estar por muitos anos”, conclui o médico do São Luiz Jabaquara.

Conquistar definição muscular não depende apenas do treino. A alimentação tem papel decisivo nesse processo. Mesmo quem treina regularmente pode ter dificuldade para secar se consumir alimentos que favorecem inflamação, retenção de líquidos e acúmulo de gordura.

O problema é que muitos desses itens parecem inofensivos. Eles fazem parte da rotina e acabam sendo consumidos diariamente. Com o tempo, isso pode comprometer os resultados e dificultar a hipertrofia.

Alguns alimentos comuns podem dificultar a definição muscular mesmo com treino regular

Por que a alimentação afeta a definição muscular

Para ganhar definição, o corpo precisa reduzir gordura corporal e preservar massa muscular. Alguns alimentos atrapalham esse equilíbrio. Eles elevam a glicose rapidamente, aumentam a inflamação ou favorecem o consumo calórico excessivo.

Além disso, produtos ultraprocessados costumam ter sódio elevado. Isso aumenta a retenção de líquidos e diminui a aparência de músculos definidos. Por isso, a escolha dos alimentos é fundamental.

1. Molhos industrializados

Molhos prontos parecem leves, mas são ricos em açúcar e sódio. Ketchup, barbecue e alguns molhos para salada podem ter muitas calorias escondidas. O consumo frequente aumenta a retenção e prejudica a definição.

Prefira temperos naturais, como azeite, limão e ervas.

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2. Pães e massas refinadas

Carboidratos refinados têm digestão rápida. Isso provoca picos de glicose e favorece o acúmulo de gordura. Quando consumidos em excesso, dificultam o processo de definição muscular.

Substitua por versões integrais ou combine com proteína e fibras.

3. Bebidas alcoólicas

O álcool interfere diretamente na recuperação muscular. Ele também reduz a síntese proteica e aumenta o acúmulo de gordura abdominal. Além disso, costuma vir acompanhado de calorias vazias.

Mesmo pequenas quantidades frequentes podem impactar os resultados.

4. Barras de cereal industrializadas

Muitas barras vendidas como saudáveis têm açúcar elevado. Algumas possuem mais açúcar que um doce. Isso compromete o controle calórico e pode atrapalhar a definição.

Prefira frutas, iogurte natural ou castanhas como lanche.

5. Embutidos

Presunto, salsicha e peito de peru industrializado são ricos em sódio e conservantes. O consumo frequente aumenta a retenção de líquidos e pode inflamar o organismo. Isso reduz a aparência de músculos definidos.

Opte por carnes frescas e preparações caseiras.

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Como proteger sua definição muscular

Pequenas mudanças já fazem diferença. Priorize alimentos naturais, proteínas magras e carboidratos de qualidade. Também é importante manter hidratação adequada.

Outro ponto é observar os rótulos. Produtos considerados “fitness” podem conter ingredientes que atrapalham os resultados. Ajustar a dieta ajuda a potencializar o treino e melhorar a definição muscular.

Um idoso morreu após sofrer um infarto fulminante enquanto caminhava na Avenida Cachoeira do Meirim, no bairro Benedito Bentes, em Maceió, neste sábado (11).

Segundo as informações iniciais repassadas no local, o homem passou mal repentinamente durante a caminhada e não resistiu.

Corpo é encontrado em via pública com sinais de violência em Marechal Deodoro

A ocorrência chegou a mobilizar uma guarnição, mas foi constatado que se tratava de uma morte por causas naturais, sem indícios de violência ou acidente.

Familiares da vítima estiveram no local e fizeram o reconhecimento do corpo. O caso ocorreu nas proximidades de um posto de combustível e não teve relação com crime ou atropelamento.

 

 

As tratativas de paz entre Estados Unidos e Irã têm início oficial neste sábado (11/4), em Islamabad, capital do Paquistão, em um cenário que expõe tanto a urgência

Mais do que uma mesa de negociação, o encontro de maneira presencial representa uma tentativa de reconstruir canais de diálogo sob novos parâmetros, marcados por desconfiança, pressões militares e um cessar-fogo ainda instável.

A capital paquistanesa foi transformada no epicentro da diplomacia global. Entre sexta-feira (10/4) e sábado (11/4), áreas inteiras da cidade foram isoladas, o comércio suspenso e o acesso a regiões estratégicas rigidamente controlado para viabilizar o encontro.

Quem está na mesa

A delegação norte-americana é liderada pelo vice-presidente JD Vance, acompanhado por Steve Witkoff e Jared Kushner.

Do lado iraniano, participam o chanceler Abbas Araghchi, o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Akbar Ahmadian, e o presidente do Banco Central, Abdolnaser Hemmati, além de parlamentares.

A presença de Vance é interpretada como sinal de maior engajamento direto de Washington, após meses de desconfiança entre as partes em rodadas anteriores de negociação.

Paquistão no centro da mediação

O Paquistão atua como mediador desde o início da escalada do conflito, tentando manter canais diplomáticos abertos entre Washington e Teerã.

O primeiro-ministro Shehbaz Sharif tem sido uma das vozes mais ativas nesse processo e voltou a classificar o momento como decisivo para o futuro do conflito.

“Este é um momento decisivo. Peço a todos que orem para que estas negociações sejam bem-sucedidas, inúmeras vidas sejam salvas e o mundo veja a paz”, afirmou em discurso televisionado.

Sharif também afirmou que líderes dos dois países devem chegar ao Paquistão neste sábado para avançar nas conversas e destacou o papel das forças de segurança paquistanesas na estabilização do processo.

Cessar-fogo sob forte tensão

As negociações ocorrem sob um cessar-fogo considerado frágil, anunciado na última terça-feira (7/4) e cercado de interpretações divergentes.

Embora o Paquistão tenha anunciado um entendimento inicial envolvendo múltiplas frentes do conflito, incluindo o Líbano, Estados Unidos e Israel contestaram a abrangência do acordo.

A continuidade de ataques no território libanês, que já deixaram mais de 300 mortos, ampliou a desconfiança de Teerã e elevou o risco de colapso do cessar-fogo.

Em meio à intensificação das articulações, Israel concordou em participar de uma reunião na próxima semana, na sede do Departamento de Estado dos Estados Unidos, para discutir um possível cessar-fogo sob mediação americana.

O encontro está marcado para terça-feira (14/4) e também deve definir uma data para o início das negociações.

Impasses e linhas vermelhas

Os entraves entre as partes são significativos. O Irã defende que qualquer acordo inclua mudanças na presença militar norte-americana na região e maior controle sobre pontos estratégicos como o Estreito de Ormuz.

Já o governo de Donald Trump pressiona por restrições ao programa nuclear iraniano e rejeita a ampliação automática do cessar-fogo para aliados regionais, como o Líbano.

Segundo Trump, a principal exigência de Washington nas negociações com o Irã é impedir que Teerã desenvolva armas nucleares. “Sem armas nucleares, em primeiro lugar. Isso é 99%”, afirmou.

Autoridades iranianas, por sua vez, reiteram que não têm intenção de adquirir armamento nuclear.

O “fator Líbano” se tornou um dos principais pontos de tensão, com Teerã insistindo na inclusão de aliados no acordo, enquanto Washington e Israel defendem a limitação do pacto ao confronto direto entre os dois países.

Pressão militar e risco de escalada

A instabilidade é ampliada por episódios recentes de violência e pela permanência de tensões militares em diferentes frentes da região.

Em meio ao impasse, o Estreito de Ormuz segue sob forte pressão e com fluxo de embarcações afetado, em um ponto estratégico por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial.

Trump elevou o tom nas vésperas das negociações e afirmou que o Irã “está fazendo um péssimo trabalho” ao lidar com a passagem marítima, aumentando a tensão diplomática antes da reunião.

Apesar do início formal do diálogo, o cenário ainda é de incerteza. O Irã condiciona o avanço das negociações ao cumprimento de exigências como a liberação de ativos bloqueados e a consolidação de um cessar-fogo mais amplo.

Autoridades iranianas também alertam que a retomada das hostilidades pode comprometer qualquer possibilidade de acordo e afetar diretamente interesses norte-americanos na região.

Do lado norte-americano, a expectativa é de avanços rápidos. Trump chegou a afirmar que espera uma definição em curto prazo, enquanto Vance sinalizou disposição para negociar “de boa fé”, embora com ressalvas sobre a confiança no regime iraniano.

Você acorda cansado, mesmo após uma noite inteira de sono? Sente que a sua força na academia desapareceu e o foco no trabalho sumiu?

Muitos atletas e entusiastas do fitness culpam o excesso de treino (overtraining) por esses sinais. No entanto, o verdadeiro culpado pode ser a testosterona baixa.

Homem e mulher fazendo agachamento na academia.

A testosterona é o principal hormônio androgênico. Ela regula a massa muscular, a queima de gordura, a libido e até o equilíbrio emocional.

Quando os níveis caem, condição chamada de hipogonadismo, o corpo envia sinais claros.

Confira os 8 sintomas principais que explicam por que você se sente “sem bateria”.

1. Fadiga crônica e falta de energia

Este é o sintoma número um. Diferente do cansaço comum, a fadiga da testosterona baixa é persistente

Você sente dificuldade para começar o dia e falta de fôlego para atividades simples. Mesmo descansando, a sensação de esgotamento não vai embora.

2. Perda de massa muscular

A testosterona é essencial para a síntese proteica. Sem níveis adequados, você pode treinar pesado, mas os músculos não crescem.

E pior: você começa a perder o que já conquistou. Se o seu “shape” está murchando sem motivo aparente, cheque seus hormônios.

Aumento da gordura corporal

O déficit hormonal altera o metabolismo. É muito comum observar um aumento da gordura abdominal e na região peitoral (ginecomastia).

A testosterona baixa dificulta a oxidação de gordura, criando um ciclo vicioso onde o sobrepeso reduz ainda mais a produção hormonal.

4. Queda na libido

Este é o sinal mais clássico. A redução drástica no desejo sexual e a dificuldade de ereção (ou ereções matinais menos frequentes) são alertas vermelhos.

A testosterona é o combustível do desejo; sem ela, a vida íntima sofre um impacto direto.

5. Alterações de humor e irritabilidade

Hormônios baixos afetam a química cerebral. Homens com baixa testosterona relatam mais episódios de tristeza, irritabilidade e falta de motivação.

Em alguns casos, o quadro pode ser confundido com depressão leve ou distimia.

6. Névoa mental

Dificuldade de concentração e perda de memória recente são comuns.

Se você sente que seu raciocínio está lento ou que esquece tarefas simples do dia a dia, a falta de testosterona pode estar afetando suas funções cognitivas.

7. Perda de densidade óssea

A testosterona ajuda a manter os ossos fortes. Níveis baixos tornam o esqueleto mais frágil e propenso a fraturas.

Para quem pratica esportes de impacto, esse é um risco invisível, mas perigoso, que pode levar à osteoporose precocemente.

8. Distúrbios do sono

A relação é de via dupla: o sono ruim baixa a testosterona, e a testosterona baixa causa insônia.

Muitos pacientes relatam dificuldades para manter o sono profundo, o que impede a produção natural do hormônio, que ocorre majoritariamente à noite.

Como reverter o quadro naturalmente?

Antes de pensar em reposição hormonal (TRT), pequenas mudanças no estilo de vida podem ajudar:

Procure ajuda especializada

Sentir-se cansado o tempo todo não faz parte do envelhecimento normal. Se você se identificou com três ou mais sintomas, procure um urologista ou endocrinologista.

Um exame de sangue simples pode revelar seus níveis de testosterona total e livre.

Um suspeito foi preso na madrugada deste sábado (11) após atacar uma viatura da Polícia Militar com uma pedra, resistir à abordagem e incitar moradores contra os policiais no bairro Vergel do Lago, em Maceió.

De acordo com a PM, equipes do Batalhão de Choque foram acionadas após denúncias de que um homem estaria envolvido com tráfico de drogas na região. Ao chegar ao local, os militares identificaram um suspeito com as características informadas.

Ao perceber a presença da viatura, ele tentou fugir, mas foi alcançado após acompanhamento. Durante a abordagem, o homem desobedeceu às ordens policiais, proferiu ofensas contra a equipe e, na tentativa de escapar, arremessou uma pedra contra o para-brisa da viatura, causando dano ao veículo.

Mesmo após ser contido, o homem continuou resistindo e chegou a incentivar populares a reagirem contra os policiais. A situação foi controlada com apoio de outra equipe do Choque.

O suspeito foi conduzido à Central de Flagrantes e autuado por dano qualificado, desobediência, desacato e resistência.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta quinta-feira (9) a lei que tipifica o crime de vicaricídio, definido como o assassinato de filhos ou parentes com o intuito de causar sofrimento à mulher. A nova legislação estabelece pena de 20 a 40 anos de reclusão e inclui esse tipo de crime no rol de crimes hediondos.

Esse tipo de violência passou a ser reconhecido na Lei nº 15.384/2026, que trata do tema. A nova proposta busca dar tratamento jurídico específico aos casos que envolvem mortes dessa natureza. A violência vicária, destacam especialistas, é, no geral, mais ampla e envolve outras condutas usadas como meio para causar sofrimento a outra pessoa, comumente uma mulher.

- Matar filhos por vingança, hipótese para caso em Goiás, é crime cometido mais por homens
A medida foi adotada em meio a outras voltadas a combater a violência contra a mulher, como a previsão de uso de tornozeleira eletrônica por agressores.

O projeto que facilita o monitoramento de agressores por tornozeleira é originalmente de autoria da deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) e do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ); a proposta sobre vicaricídio foi da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).

O combate à violência contra a mulher se tornou um dos pontos centrais dos discursos de Lula nos últimos meses. Em 2022, pesquisa eleitorais apontaram que o eleitorado feminino foi fundamental para sua vitória sobre o então presidente Jair Bolsonaro (PL). Lula se prepara para a campanha de reeleição, em outubro.

ENTENDA O QUE MUDA COM A LEI QUE PUNE O VICARICÍDIO

O que é vicaricídio?

É o assassinato de descendentes, ascendentes ou pessoas sob responsabilidade da mulher com a finalidade de causar sofrimento, punição ou controle sobre ela, no contexto de violência doméstica.

Como o crime se diferencia de um homicídio comum?

A diferença está na motivação. No vicaricídio, o agressor utiliza a vítima como meio para atingir outra pessoa, geralmente a mulher, o que caracteriza uma forma específica de violência vicária.

A advogada Patricia Vanzolini, conselheira federal por São Paulo e ex-presidente da OAB-SP, explica que o conceito de violência vicária é mais amplo. "Ela pode ser qualquer conduta: lesão corporal, violência psicológica, sequestro ou tortura. Já o vicaricídio é especificamente a conduta de matar", afirma.

Segundo a advogada, os dois conceitos têm em comum a chamada "violência por procuração". "Na verdade, eu emprego violência contra alguém, mas quero atingir outra pessoa. Vicário significa substitutivo", diz.

Por que criar uma tipificação própria?

Até então, casos eram enquadrados como homicídio, sem distinção da motivação. A criação do tipo penal busca dar mais precisão jurídica e dar uma resposta institucional a esse tipo de crime.

Para Vanzolini, a mudança também tem um caráter simbólico. "Sempre que há casos de grande repercussão, o poder público busca dar uma resposta. A criação do tipo penal aumenta a punição e sinaliza uma reprovação social mais clara", afirma.

O que muda na prática?

Com a tipificação, autoridades podem agir de forma mais direta na identificação do crime e na aplicação de medidas protetivas.

Na avaliação da advogada, porém, o impacto prático é limitado. "Esses casos já seriam enquadrados como homicídio qualificado, que já é crime hediondo. O que muda é o aumento da pena, que passa de 12 a 30 anos para 20 a 40 anos", explica.

Ela também pondera sobre o efeito da medida. "Tenho dúvidas se o aumento de pena tem efeito de contenção. Em muitos casos, o agressor não se importa com a punição", diz.

Por outro lado, ela destaca um possível efeito positivo: "A principal contribuição pode ser dar visibilidade a essa prática, como ocorreu com o feminicídio. Isso amplia o debate público e a compreensão do problema."

Qual será a pena?

O projeto prevê reclusão de 20 a 40 anos, além de multa, e classifica o crime como hediondo. A pena pode ser aumentada se o crime for cometido na presença da mulher, contra pessoas vulneráveis ou em descumprimento de medida protetiva.

De acordo com Vanzolini, o novo tipo penal funciona como um homicídio com elementos específicos. "É um crime autônomo, com vítima determinada, intenção específica de atingir a mulher e inserido no contexto de violência doméstica", afirma.

Para ela, medidas estruturais podem ter mais im pacto no enfrentamento da violência. "O mais eficaz seria combater a raiz cultural da violência, como discursos de ódio contra mulheres. No direito penal, o que coíbe o crime não é a severidade da pena, mas a certeza da punição", diz.

A Meta, empresa proprietária do Whatsapp, prepara uma grande atualização que vai acrescentar funções de privacidade ao aplicativo de mensagens. A principal novidade do pacote, que é o maior da história da plataforma, é a introdução de nomes de usuário, o que permitirá que pessoas conversem sem precisar compartilhar seus números de telefone. Veja, a seguir, o que se sabe sobre as mudanças planejadas para a rede social.

O que vai mudar no WhatsApp?

De acordo com o site especializado WABetaInfo, o recurso está sendo liberado gradualmente para um número “limitado” de usuários. Para verificar se a funcionalidade já está disponível, é necessário acessar as configurações do aplicativo.

A principal vantagem do novo sistema é o aumento da privacidade, já que o número de telefone poderá ser mantido em sigilo. Ainda assim, o WhatsApp continuará exigindo um número para o cadastro e uso da conta.

A criação de nomes de usuário seguirá regras específicas. Eles deverão ter entre três e 35 caracteres e poderão incluir letras minúsculas, números, pontos e sublinhados. Também será obrigatório conter ao menos uma letra, sendo proibido o uso de “www” ou terminações que remetam a domínios de internet.

Outro ponto é que o nome escolhido não poderá coincidir com nomes já existentes no Facebook ou no Instagram, embora haja a possibilidade de vinculá-lo a essas plataformas.

Além disso, o WhatsApp pretende oferecer uma “chave de nome de usuário”, um código de quatro dígitos que será exigido para o envio de mensagens a novos contatos dentro do sistema.

O príncipe Harry passou de fundador a réu em um processo envolvendo uma organização criada por ele mesmo. A ONG Sentebale, fundada há cerca de duas décadas em homenagem à princesa Diana, entrou com uma ação por difamação contra o duque de Sussex no Tribunal Superior de Londres, nesta sexta-feira, 10.

Harry responde ao processo ao lado de Mark Dyer, amigo próximo e ex-integrante do conselho da instituição. A ação envolve acusações de calúnia e injúria.

Em comunicado, a Sentebale afirma que recorreu à Justiça após sofrer danos à sua imagem. “A organização busca a intervenção, proteção e reparação do tribunal em decorrência de uma campanha coordenada de difamação na mídia, iniciada em 25 de março de 2025, que causou interrupções operacionais e prejuízos à sua reputação, à sua liderança e seus parceiros estratégicos”, informou.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) condenou Anitta a pagar R$ 25 mil por danos morais após utilizar um vídeo que virou meme nas redes sociais para divulgar o álbum "Versions of me", lançado em 2022. No último dia 7, foi proferida a decisão e o desembargador Renato Lima Charnaux Sertã, entendeu que houve utilização da imagem de terceiros com fins comerciais e lucrativos sem a devida autorização.

A jovem que moveu a ação contra a cantora é Poliana da Silva, que participou e postou o vídeo em questão em fevereiro de 2012, no seu canal do YouTube. Anos depois, a coreografia sincronizada feita com as amigas viralizou e ficou conhecido como "a coreô que combina com tudo", sendo replicada com diversas músicas ao fundo, inclusive "Gata", canção de Anitta.

forma como sonhamos pode influenciar diretamente na sensação de descanso ao acordar. Um novo estudo sugere que sonhos mais vívidos e imersivos estão associados à percepção de um sono mais profundo e reparador.

Conforme pesquisa conduzida por cientistas da IMT School for Advanced Studies Lucca, na Itália, e publicada na revista científica PLOS Biology em 24 de março. Os resultados indicam que a qualidade da experiência mental durante o sono pode ser tão importante quanto a duração do descanso.

Para investigar essa relação, os pesquisadores acompanharam 44 adultos saudáveis em um laboratório do sono e analisaram dados de 196 noites. Durante os experimentos, os participantes eram despertados em diferentes momentos da noite e questionados sobre o que estavam experimentando naquele instante e sobre o quanto se sentiam descansados.

“Nem toda experiência mental durante o sono é sentida da mesma maneira. O grau de imersão da experiência parece ser um fator importante”, explica o neurocientista Giulio Bernardi, um dos autores do estudo.

Quando os sonhos fazem o sono parecer mais profundo

Os resultados mostraram que os participantes relatavam uma sensação de sono mais profundo após experiências oníricas vívidas e envolventes. Isso ocorreu mesmo quando os registros cerebrais indicavam uma atividade relativamente próxima da vigília.

Em contraste, quando as experiências durante o sono eram fragmentadas ou vagas, os participantes tendiam a relatar uma sensação de sono mais superficial.

“Isso sugere que sonhar pode alterar a forma como o cérebro interpreta sua própria atividade durante o sono. Quanto mais imersivo é o sonho, mais profundo o sono parece”, afirma Bernardi.

Os cientistas concentraram a análise principalmente no estágio N2 do sono, uma fase do sono sem movimentos rápidos dos olhos que ocupa grande parte da noite. Os dados indicam que, nesse estágio, sonhos vívidos podem funcionar como uma espécie de amortecedor, suavizando variações na atividade cerebral e preservando a sensação subjetiva de descanso.

O que isso pode significar para problemas de sono

Os resultados também mostraram que, conforme a necessidade fisiológica de dormir reduz ao longo da noite, os sonhos tendem a se tornar mais vívidos. O aumento na intensidade das experiências oníricas foi acompanhado por uma maior sensação de profundidade do sono.

Para os pesquisadores, compreender melhor essa relação pode ajudar a explicar por que algumas pessoas sentem que dormem mal mesmo quando exames mostram padrões de sono aparentemente normais.

“Entender como os sonhos contribuem para a sensação de sono profundo pode trazer novas perspectivas sobre a saúde do sono e o bem-estar mental”, afirma Bernardi.

Apesar das descobertas, os autores destacam que o estudo analisa a percepção subjetiva do sono e não demonstra que sonhos mais vívidos necessariamente melhoram a recuperação física. Ainda assim, a equipe acredita que pesquisas futuras podem explorar formas de estimular experiências oníricas mais imersivas como estratégia para melhorar a qualidade percebida do sono.

A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou ontem o pedido de habeas corpus da defesa do empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, suspeito de assassinar o gari Laudemir de Souza Fernandes.

De acordo com o TJ, a gravidade do crime cometido impede a soltura do réu, preso preventivamente. O relatório foi do desembargador Maurício Pinto Ferreira, que teve votos acompanhados dos desembargadores Henrique Abi-Ackel Torres e Âmalin Aziz Sant'Ana.
Em janeiro deste ano, a Justiça decidiu que Renê da Silva Nogueira Júnior irá a júri popular.

Ele confessou o assassinato de Laudemir de Souza, de 44 anos, morto a tiros enquanto realizava a coleta de lixo na capital mineira. O crime aconteceu em agosto de 2025, após uma discussão de trânsito em Belo Horizonte.

No pedido do habeas corpus, a defesa afirma que a decisão não foi bem fundamentada. O texto também citou "evidente constrangimento ilegal". Este foi pedido de habeas Corpus negado.

O UOL entrou em contato com a defesa de Renê da Silva Nogueira, mas não obteve retorno até o momento. O texto será atualizado em caso de resposta.

Ao analisar o mecanismo das libélulas para detectar a luz vermelha, pesquisadores identificaram que o inseto possui uma proteína específica que responde a luminosidade avermelhada em um comprimento de onda mais escuro do que os humanos veem.

Alguns campos da medicina, como a optogenética, utilizam proteínas fotossensíveis para estudar tecidos vivos. A ideia dos cientistas é replicar a capacidade de visão das libélulas em novas tecnologias analíticas.

“Este é um dos pigmentos visuais mais sensíveis ao vermelho já descobertos. As libélulas provavelmente conseguem enxergar em tons de vermelho mais profundos do que a maioria dos insetos”, afirma um dos autores do estudo, Akihisa Terakita, em comunicado.

A descoberta liderada pela Universidade Metropolitana de Osaka (OMU, na sigla em inglês), no Japão, teve os resultados publicados na revista Cellular and Molecular Life Sciences em meados de janeiro.

Aplicação na medicina

Os pesquisadores identificaram a posição específica que a proteína responde à luz. Em seguida, eles a alteraram, deslocando a sensibilidade para comprimentos de onda mais longos, ficando mais perto da faixa do infravermelho, um tipo de radiação eletromagnética invisível ao olho humano.

Comprimentos de onda mais longos são ótimos para analisar tecidos vivos, pois conseguem penetrar o corpo de forma mais profunda e alcançar células com acesso mais complicado. Usar o mecanismo de visão das libélulas pode ser um caminho de avanço para a medicina futuramente.

O vermelho pelo olhar das libélulas

Para nós enxergarmos, nossos olhos utilizam a proteína chamada opsina – a mesma usada pelas libélulas. Através delas, conseguimos ver cores de forma plena. A grande diferença entre os humanos e o inseto em específico, é que o vermelho é visto por ele uma forma mais profunda.

“Surpreendentemente, o mecanismo pelo qual a opsina vermelha da libélula detecta a luz vermelha é idêntico ao da opsina vermelha em mamíferos, incluindo humanos. Este é um resultado inesperado, sugerindo que o mesmo processo evolutivo ocorreu independentemente em linhagens distantemente relacionadas”, diz o primeiro autor do estudo, Ryu Sato.

As medições sobre o comprimento de onda do vermelho revelaram que há uma sensibilidade aguçada nas libélulas para enxergar tons avermelhados. Segundo os pesquisadores, os animais podem usar a função para localizar parceiros, já que machos e fêmeas refletem a cor de forma distinta.

Dois irmãos, de 45 e 50 anos, invadiram a casa da ex-mulher de um deles e a espancaram com socos e uma barra de ferro, na madrugada dessa quinta-feira (9/4), no Jardim Ipiranga, em Guararema, na Grande São Paulo.

Um dos invasores, que é ex-marido da vítima, foi preso em flagrante por tentativa de feminicídio. A Justiça decretou a prisão do outro suspeito, considerado foragido.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher dormia na sala quando houve a invasão. Com medo do ex-companheiro após uma ameaça, ela tinha colocado um tanquinho de lavar roupas bloqueando a porta.

Apesar disso, Samuel José do Nascimento, 50, e o irmão dele, Natanael José do Nascimento, 45, conseguiram entrar no local. Em meio às agressões, a vítima conseguiu escapar e pulou o muro. O ex-companheiro a seguiu e a agrediu na rua. Uma vizinha flagrou o crime e acionou a Polícia Militar (PM).

Policiais localizaram Samuel e o prenderam em flagrante. O irmão dele conseguiu fugir.

A vítima contou que a motivação para o crime foi a negativa em dar dinheiro ao ex-companheiro. Ele teria ido à casa dela, no período da tarde, e prometeu que retornaria para se vingar. Ela, então, chegou a solicitar medida protetiva de urgência contra o suspeito preso e o irmão dele.

A versão de Samuel é diferente. Segundo ele, o casal ainda se relacionava e dividiam o imóvel. Negou ter agredido a vítima, além de refutar a participação do irmão no crime.

Tanto a vítima como o ex-companheiro foram socorridos ao hospital. O delegado considerou que a versão apresentada por Samuel não condizia aos fatos e o prendeu em flagrante, além de pedir a conversão da prisão para preventiva. A Justiça decretou a prisão de Natanael.

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