
John Textor aprovou como garantia todos os ativos do Botafogo - incluindo a SAF - para a nova empresa que criou nas Ilhas Cayman. Tal decisão foi referendada por uma reunião no Conselho Administrativo da SAF, realizada no dia 17 de julho. O movimento visa a entrada de capital de 100 milhões de euros nos cofres do clube a curto prazo. A ação é contestada pela Eagle na Justiça.
A Eagle entrou com uma ação na Justiça para impedir que essa operação seja válida, como revelado pelo ge na segunda-feira. Além disso, busca proibir que Textor faça qualquer outra movimentação sem o conhecimento da empresa. O empresário é dono, mas não comanda mais a empresa por conta de problemas na administração do Lyon.
Se o acordo não fosse para frente, o clube social então ficaria devendo os 100 milhões de euros para o investidor original. É uma forma de resguardar todas as partes.
O Conselho da Botafogo SAF também aprovou algumas operações financeiras. Aprovou a cessão de um crédito da Eagle Holding, do Reino Unido, de até 150 milhões de euros, para a empresa no paraíso fiscal do Caribe. Para tal, a empresa caribenha teria de pagar até 100 milhões de euros para virar a dona desse crédito.

