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Rússia lança 315 drones em um dos 'maiores ataques a Kiev', diz Zelensky

A Rússia lançou 315 drones de ataque e sete mísseis contra a Ucrânia durante a noite, informou a Força Aérea da Ucrânia nesta terça-feira (10). Segundo o presidente do país, Volodymyr Zelensky, os ataques deixaram mortos e ao menos 13 feridos.

"A principal direção do ataque — a capital da Ucrânia, a cidade de Kiev", afirmou a Força Aérea no aplicativo de mensagens Telegram.

As unidades ucranianas destruíram ou neutralizaram 284 dos drones e todos os mísseis, acrescentou.

Zelensky, classificou a ofensiva como um dos maiores ataques aéreos da guerra que já dura três anos. "Hoje foi um dos maiores ataques contra Kiev", disse.



				Rússia lança 315 drones em um dos 'maiores ataques a Kiev', diz Zelensky
Soldados do exército ucraniano usam holofotes para procurar por drones durante ataque da Rússia em Kiev. — Foto: Gleb Garanich/Reuters

"Os ataques com mísseis e drones Shahed da Rússia abafam os esforços dos Estados Unidos e de outros ao redor do mundo para forçar a Rússia à paz", escreveu Zelensky na plataforma X.

Aeroportos fechados na Rússia



				Rússia lança 315 drones em um dos 'maiores ataques a Kiev', diz Zelensky
Um Airbus A320-200 da companhia estatal russa Aeroflot decola no Aeroporto Internacional de Sheremetyevo, nos arredores de Moscou, na Rússia, em junho de 2018. — Foto: Maxim Shemetov/Reuters/Arquivo

Mais cedo, os aeroportos que atendem a capital da Rússia, Moscou e a segunda maior cidade do país, São Petersburgo, foram fechados por causa de um ataque com drones ucranianos, segundo o governo russo.

De acordo com agências de notícias estatais, ao menos 102 drones ucranianos foram abatidos em um intervalo de duas horas. Não há registros de estragos ou feridos.

A agência de aviação civil da Rússia, Rosaviatsia, interrompeu temporariamente os voos nos quatro principais aeroportos que atendem Moscou, no Aeroporto Pulkovo de São Petersburgo, e também em aeroportos de outras nove cidades, como medida de segurança, informou no Telegram.

Os voos em Moscou e em algumas outras cidades foram retomados na manhã de terça-feira, mas as restrições ainda estavam em vigor em São Petersburgo às 01h30, no horário de Brasília.

Guerra nuclear

Nesta segunda-feira (9), um assessor do presidente da Rússia, Vladimir Putin, ameaçou uma "guerra nuclear" caso a Ucrânia e a Otan tentem reaver os territórios ucranianos ocupados pelas tropas russas.

Vladimir Medinski, que também lidera a delegação russa nas negociações diretas com a Ucrânia pelo fim do conflito, disse que seria "o fim do mundo" caso não haja a assinatura de uma "paz verdadeira" para encerrar a guerra na Ucrânia.

“Se o conflito for interrompido na linha de frente e não houver um acordo de paz real — apenas um cessar-fogo — então isso vai se transformar, sabe, como aquela região disputada entre Armênia e Azerbaijão, o Carabaque”, disse Medinski.

“Depois de algum tempo, a Ucrânia, junto com a Otan e seus aliados, entrará na aliança, tentará retomar o território, e isso será o fim do planeta — será uma guerra nuclear.”

Medinski não deixou claro o que quis dizer com "paz verdadeira". No entanto, a Rússia tem sido irredutível em suas condições para o fim do conflito: entre a série de requisições, quer para si os territórios ocupados por suas tropas, que representam cerca de 20% da Ucrânia.

 

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