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No Grêmio, Marcos Rocha revela bastidores da saída do Palmeiras: "Me senti um pouco deslocado"

 

Reforço apresentado no Grêmio, Marcos Rocha comentou sobre seus últimos momentos no Palmeiras, clube onde conquistou 12 títulos em oito temporadas. O lateral-direito revelou conversa com Anderson Barros, diretor de futebol do Verdão, e contou sobre como se sentiu ao se tornar a terceira opção do técnico Abel Ferreira.

— Na segunda-feira, tive uma conversa direta com o Anderson, onde ele apresentou todo o projeto que o Palmeiras estava tendo para as próximas temporadas, jogadores mais jovens, jogadores que eles buscaram fora do país para tentar fazer até uma possível revenda novamente. E acabou que eu virei a terceira opção, porque o Abel já estava trabalhando com o Giay e trouxe o Khellven — explicou.

— Ele (Anderson) falou, "Rocha, a gente é muito grato por você, tudo que você construiu, você tem total liberdade de continuar com a gente até dezembro ou buscar uma alternativa". No primeiro momento, eu já entendi o processo, eu já me senti um pouco deslocado, durante o dia a dia, você já sabia que você já não era mais importante para determinados momentos. E quando acionei meu empresário, ele falou assim: "calma que eu vou resolver essa situação e tal". Surgiu a primeira opção, o Grêmio — acrescentou.

Marcos Rocha chegou ao Palmeiras em 2018 depois de empilhar títulos no Atlético-MG. No clube paulista, ganhou duas Libertadores (2020 e 2021), três Brasileirões (2018, 2022 e 2023), uma Supercopa do Brasil (2023), uma Recopa Sul-Americana (2022), uma Copa do Brasil (2020) e quatro campeonatos estaduais.

Questionado sobre o crescimento do Palmeiras no período, afirmou que e a mudança de patamar se deve à gestão da base. O lateral acrescentou que o Grêmio também pode seguir no mesmo caminho.

— Acho que o Grêmio tem tudo para que isso possa acontecer, está se reestruturando. O Palmeiras foi um clube que investiu muito nas categorias de base. Hoje você pode ver as vendas que o Palmeiras faz com jogadores jovens de 17, 18 anos. São vendas astronômicas. A gente está falando aí de 50, 60 milhões de euros, não é qualquer clube que faz isso no Brasil. Nem sempre a equipe profissional vai conseguir faturar o suficiente para se manter, mas através das categorias de base, com grandes jogadores promissores, conseguem fazer vendas que conseguem manter um ecossistema que todos ganham — opinou o lateral.

Marcos Rocha em entrevista de apresentação no Grêmio — Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA
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