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Mpox: morador de Portugal é o 2º caso de nova cepa da doença em SP

Secretaria Estadual de Saúde confirmou, no último sábado (10/1), o segundo caso de Mpox da cepa Clado Ib em São Paulo. O paciente é um homem de 39 anos que mora em Portugal e buscou atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

De acordo com a pasta, o homem apresentou os primeiros sintomas no final de dezembro e permaneceu internado por um dia, recebendo todas as orientações. Ele teve alta médica e retornou ao país de origem.

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Concebida para agir contra a varíola humana, erradicada na década de 1980, a vacina contra a condição também serve para evitar a contaminação pela varíola dos macacos, por serem doenças muito parecidas

Tanto o vírus causador da varíola humana quanto o causador da varíola dos macacos fazem parte da família "ortopoxvírus". A vacina, portanto, utiliza um terceiro vírus desta família, que, além de ser geneticamente próximo aos supracitados, é inofensivo aos humanos e ajuda a combater as doenças, o vírus vaccinia
Homens que fazem sexo com outros homens e as pessoas que tiveram contato próximo com um paciente infectado foram consideradas prioritárias para o recebimento das doses
Atualmente, existem duas vacinas em uso contra a varíola dos macacos no mundo: a Jynneos, fabricada pela farmacêutica dinamarquesa Bavarian Nordic, e a ACAM2000, fabricada pela francesa Sanofi
A Jynneos é administrado como duas injeções subcutâneas (0,5 mL) com 28 dias de intervalo. A resposta imune leva 14 dias após a segunda dose

“Até o momento, não há registro de pessoas com sintomas entre os contatos identificados no local de hospedagem do paciente”, informou a secretaria.

No ano passado, foi registrado o primeiro caso de Mpox, em uma mulher de 29 anos, que conseguiu se curar. Ela relatou que manteve contato com familiar vindo da República Democrática do Congo, país africano onde a cepa circula endemicamente.

Até o momento, foram notificados 1.930 casos de Mpox no estado de São Paulo, sem registro de morte associada à doença.

Transmissão de Mpox

De acordo com a Secretaria da Saúde, a transmissão de Mpox entre seres humanos ocorre, principalmente, por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas.

A doença causada pelo Mpox vírus (MPXV) provoca os seguintes sintomas: manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, podendo estar associadas a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse.

O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença.

Em caso de suspeita, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação. Se o diagnóstico for confirmado, a orientação é adotar medidas preventivas para evitar a transmissão da doença e iniciar o manejo clínico individualizado.


Prevenção contra a Mpox:

  • Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel;
  • Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais;
  • Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;
  • Manter isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação de Mpox.
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