
A adolescente de 16 anos investigada por planejar massacres em escolas e por divulgar conteúdos de ódio contra grupos minoritários tinha “videoaulas” com um homem de nacionalidade iraquiana sobre como fabricar artefatos explosivos caseiros.
Conforme apurado pela PCMG, a adolescente mantinha contato virtual com outros indivíduos para discutir estratégias e fabricação de bombas artesanais. Segundo os investigadores, os artifícios seriam utilizados nos ataques planejados pela menina.
Um dos interlocutores vive em Bagdá, no Iraque. A polícia não revelou a identidade do estrangeiro e nem falou sobre como a adolescente o conheceu.
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