
Ao realizar buscas em uma fazenda da Argentina, paleontólogos encontram uma nova espécie de dinossauros parecida com um velociraptor, o Kank australis. Estima-se que o animal tenha vivido há cerca de 70 milhões de anos, tinha os peixes como o prato favorito do seu cardápio e se comportava como as garças atuais.
Descoberto através de restos fósseis, incluindo dentes, vértebras e outros ossos, o Kank australis fazia parte dos unenlagiídeos, uma família de dinossauros terópodes de pequeno a médio porte que já foi encontrada na Austrália, América do Sul, Antártica e Madagascar em depósitos do Cretáceo Superior.
A descrição da espécie foi liderada pelo paleontólogo Matías Motta, do Museu Argentino de Ciências Naturais Bernardino Rivadavia, na Argentina. Os resultados foram publicados no Journal of Vertebrate Paleontology nessa quinta-feira (28/5).
Em comunicado, Motta afirma que as primeiras evidências fósseis de Kank foram achadas em 2018, porém eram escassas para serem estudadas. A grande virada de chave veio em 2024, quando foi encontrada uma vértebra cervical em mais expedições feitas na fazenda La Anita, local onde foi realizada a primeira detecção.
Com mais materiais em mãos, os pesquisadores conseguiram investigar o exemplar e descobrir que se tratava de uma nova espécie. Segundo os resultados, o dinossauro existia em uma região repleta de rios, córregos e lagos com plantas aquáticas e animais, como peixes, insetos e moluscos.
Análises das vértebras mostraram que ele tinha estruturas voltadas para a fixação muscular e proteção dos vasos sanguíneos do pescoço, atributos semelhantes aos vistos em garças modernas.
“Isso sugere que Kank pode ter sido um pescador ativo, contrastando com a representação comum de aves de rapina como predadores terrestres ágeis, como o velociraptor do Hemisfério Norte”, afirma Motta.
Outras características, incluindo focinhos alongados, numerosos dentes e pescoços longos e flexíveis, também apontam que o dinossauro tinha o corpo voltado para a pesca, mais um atributo parecido com as garças.
No cardápio do exemplar, os peixes eram o prato favorito, porém acredita-se que ele se alimentava de outras opções também, como rãs, lagartos, tartarugas e até mamíferos. “No caso de Kank, seus restos mortais foram encontrados junto com fósseis de peixes, reforçando essa ideia”, diz o paleontólogo.
Após a descoberta de Kank, o grupo de pesquisa pretende realizar novas buscas na fazenda La Anita para encontrar mais exemplares da nova espécie para elucidar ainda mais como vivia o dinossauro.
Em 22 de maio de 2026, o Pentágono divulgou um segundo lote de fotos e vídeos anteriormente confidenciais que mostram o que parecem ser objetos voadores não identificados. Essas divulgações de arquivos foram o desfecho de um processo que teve início em julho de 2023, quando um grupo de denunciantes testemunhou perante o Congresso que o governo dos EUA estava secretamente em posse de naves espaciais extraterrestres e de supostas partes de corpos de alienígenas.
Essa audiência no Congresso marcou o início de uma mudança cultural na qual relatos de óvnis são cada vez mais tratados como um assunto para discussão séria, tanto dentro do governo quanto na comunidade científica.
Mas essa legitimidade é merecida? Como cientista aeroespacial que estuda o projeto de aeronaves e espaçonaves, abordo essa questão usando matemática, física e os princípios da engenharia. Para avaliar a plausibilidade de visitantes alienígenas, é necessário compreender os obstáculos que uma nave extraterrestre precisaria superar para chegar à Terra.
Não há evidências de vida alienígena inteligente em nosso Sistema Solar. Portanto, quaisquer visitantes extraterrestres provavelmente teriam que vir de outro sistema estelar dentro da nossa galáxia, a Via Láctea.
Proxima Centauri, a estrela mais perto do nosso Sol, está localizada a 4,25 anos-luz (cerca de 40 trilhões de quilômetros) de distância.
Para se ter uma ideia, se a Terra tivesse o tamanho de uma ervilha, a distância até Proxima Centauri seria aproximadamente igual à distância entre Nova York e Sydney, na Austrália. Mesmo as estrelas mais próximas da Terra estão incrivelmente distantes.
Como se acredita que apenas uma fração das estrelas abrigue vida inteligente, a civilização alienígena mais próxima – se é que existe alguma – certamente está muito mais distante do que próxima.
Dada a escala das distâncias interestelares, é inevitável que qualquer viagem de um alienígena à Terra se estenda por muitos anos e, possivelmente, vários séculos. Mas, à medida que o tempo gasto no trânsito aumenta, também aumenta o risco de acidentes catastróficos ou falhas no sistema que poderiam comprometer a missão. Portanto, é importante evitar uma viagem excessivamente longa, viajando o mais rápido possível.
Nenhum objeto pode atingir ou exceder a velocidade da luz (aproximadamente 300.000 quilômetros por segundo). Mas bem antes de se aproximar desse limite as restrições de engenharia começam a se impor. A disponibilidade limitada de combustível e o potencial de danos estruturais restringirão a velocidade máxima da espaçonave.
Não há um limite superior universalmente aceito para as velocidades de voo interestelar, mas os estudos tendem a convergir em torno de 30.000 km/s — 10% da velocidade da luz — como uma velocidade de cruzeiro realista. A essa velocidade, uma viagem de 10 anos-luz levará aproximadamente 100 anos para ser concluída.
Encontrar uma maneira de acelerar a nave até sua velocidade de cruzeiro alvo é o principal desafio enfrentado por qualquer aspirante a explorador alienígena.
O espaço interestelar é implacavelmente vasto, mas o vazio tem algumas vantagens. A ausência de atmosfera significa que não há resistência aerodinâmica. Assim, quando a nave atinge sua velocidade de cruzeiro, ela pode desligar seu sistema de propulsão e seguir em direção ao destino final. Infelizmente, a ausência de atmosfera também significa que não há nada para desacelerar a nave antes da chegada. Portanto, idealmente, o sistema de propulsão seria usado tanto para a aceleração no início da viagem quanto para a desaceleração no final.
Uma das estratégias de propulsão mais exóticas emprega feixes de laser de alta potência para impulsionar a nave pelo espaço. O feixe é projetado a partir de um conjunto estacionário próximo ao planeta natal dos viajantes e direcionado para uma fina vela refletiva acoplada à nave. Os fótons do feixe exercem pressão de radiação sobre a vela espacial, impulsionando a nave para frente.
Essa abordagem tem uma grande vantagem, pois não requer combustível a bordo. Mas a quantidade de energia e a infraestrutura necessárias para operar o laser seriam astronômicas. Além disso, a propulsão por feixe de laser não oferece nenhum mecanismo de desaceleração. Na melhor das hipóteses, esse método poderia ser empregado como parte de uma estratégia híbrida que utilize um sistema separado para a desaceleração.
Uma abordagem mais prática é usar propulsão a foguete. Os foguetes geram força propulsora, também conhecida como empuxo, ao expelir gases de escape em alta velocidade em um jato para trás. Ao inverter a direção dos gases de escape, os foguetes também podem ser usados para desacelerar a nave.
Sua principal desvantagem é que os foguetes devem carregar seu próprio combustível, além de transportar os passageiros, o habitat e outros sistemas de suporte à vida. A carga extra exige ainda mais combustível. Em outras palavras, é necessário combustível para transportar o combustível. O resultado é um efeito bola de neve oneroso que pode fazer com que a necessidade total de combustível dispare para proporções absurdas.
A propulsão a foguete pode ser dividida em três grandes categorias.
A propulsão química utiliza reações químicas – tipicamente combustão – para extrair energia das ligações entre átomos. Todas as missões espaciais tripuladas até agora utilizaram propulsão química. O problema com esse método é que ele acessa apenas uma fração minúscula da energia contida no combustível.
Consequentemente, usar propulsão química em uma espaçonave com velocidade de cruzeiro de 30.000 km/s exigiria mais combustível do que toda a massa do Universo observável.
A propulsão por antimatéria é, teoricamente, a opção mais eficiente. Quando a antimatéria entra em contato com a matéria comum, as duas sofrem aniquilação mútua e 100% de sua massa combinada é convertida em energia. Isso torna possível atingir a mesma velocidade de cruzeiro — um décimo da velocidade da luz — com combustível representando menos de um quarto da massa total da nave. Trata-se de uma eficiência de combustível digna de ficção científica, o que torna a antimatéria uma opção atraente para a propulsão interestelar.
A desvantagem é que a antimatéria é extremamente instável e difícil de produzir. Até o momento, os físicos de partículas produziram menos de 20 bilionésimos de grama de antimatéria. Além disso, essas partículas tinham vida útil de apenas frações de segundo e um custo na casa das centenas de milhões de dólares.
A fusão nuclear oferece uma alternativa mais viável à antimatéria. Essa abordagem aproveita a energia armazenada no interior do núcleo de um átomo usando o mesmo processo que alimenta o Sol. Com a tecnologia atual, os motores de fusão continuam sendo uma meta ambiciosa, mas, em teoria, poderiam produzir 10 milhões de vezes mais energia por quilograma de combustível do que foguetes químicos.
Esses números pressupõem que nossos visitantes extraterrestres descobriram como converter eficientemente a energia liberada por seu reator – seja fusão nuclear ou antimatéria – em propulsão.
Tão importante quanto isso, eles devem ser capazes de criar estruturas otimizadas para tanques de combustível que sejam ultraleves, mas altamente seguras. Projetar a estrutura da nave, dos tanques de combustível ao casco, seria um dos maiores desafios de engenharia de toda a missão.
O espaço interestelar contém uma escassa dispersão de átomos de hidrogênio e grãos microscópicos de poeira cósmica. A 30.000 km/s, as partículas de poeira colidiriam com o casco da nave com a energia de uma bala calibre .22. O bombardeio de átomos de hidrogênio produziria uma violenta cascata de radiação capaz de corroer até mesmo os materiais de construção mais resistentes.
Sobreviver a este ataque exigiria nada menos do que uma fortaleza voadora com blindagem magnética complexa. Isso aumentaria a massa total da nave, o que elevaria ainda mais a demanda por combustível.
Este exemplo é apenas uma das centenas de delicadas escolhas de projeto que atormentariam qualquer nave interestelar. Cada requisito de projeto individual atua como um filtro, reduzindo o número de soluções viáveis.
Encontrar um único sistema que satisfaça simultaneamente todos os requisitos é análogo a comprar um carro online. A cada novo filtro aplicado — tração nas quatro rodas, exterior preto, menos de 10.000 quilômetros no odômetro — o número de opções disponíveis diminui.
Quando os requisitos de projeto entram em conflito entre si — por exemplo, exigir uma estrutura que seja leve, mas também extremamente durável —, o número de soluções viáveis pode cair para zero.
Nenhuma lei da física, por si só, proíbe uma viagem interestelar à Terra. Mas os efeitos combinados de centenas de requisitos de engenharia extremos, muitas vezes conflitantes, podem torná-la fisicamente inviável.
Também é possível que civilizações alienígenas tenham descoberto tecnologias inovadoras que superam tudo o que é conhecido atualmente pelos humanos. Mas, assim como os exemplos discutidos aqui, qualquer tecnologia desse tipo inevitavelmente encontrará seus próprios obstáculos de engenharia.
Em última análise, os desafios de engenharia são apenas algumas das muitas barreiras à viagem interestelar. Quaisquer visitantes extraterrestres em potencial também devem ter capacidade cognitiva suficiente, maturidade tecnológica, recursos físicos, desejo coletivo e proximidade com a Terra.
Dito isso, se os astros se alinhassem e uma nave alienígena chegasse intacta à Terra, isso desencadearia uma torrente de perguntas candentes: de onde eles vêm? O que eles querem? De que são feitos?
Mas a pergunta que mais contribuiria para esclarecer os mistérios mais profundos do Universo é: “Como diabos eles chegaram até aqui?”.
Ter constância no treino faz bem para o corpo e para a mente. Mas existe um limite que deve ser respeitado.
Quando a busca por resultados faz a pessoa ignorar cansaço, dores e descanso, o excesso de exercícios pode trazer mais prejuízos do que benefícios. Esse quadro é conhecido como overtraining, ou síndrome do excesso de treino.

Ele acontece quando o corpo não consegue se recuperar adequadamente entre uma sessão e outra. Como consequência, o desempenho pode cair. O risco de lesões também aumenta.
Por isso, importante ter em mente que descansar também faz parte do processo.
O overtraining acontece quando existe excesso de esforço físico combinado com pouca recuperação.
Na prática, isso significa treinar demais. Ou aumentar intensidade e frequência sem dar tempo suficiente para o corpo se recuperar.
Embora seja mais comum entre atletas, o problema também pode aparecer em quem treina pesado na academia.
Isso vale para corredores, praticantes de funcional e até pessoas que tentam “compensar” dias sem treino exagerando depois.
Sentir um pouco de cansaço depois do exercício é normal. O alerta aparece quando os sintomas persistem. Principalmente se começam a afetar a rotina ou o desempenho.
Fique de olho em sinais como:
Se o corpo parece estar cansado o tempo todo, vale prestar atenção. Em alguns casos, insistir no treino pode piorar o problema.
Sim. E muito.!
Pode parecer contraditório, mas músculos se recuperam justamente nos períodos de descanso.
Treinar sem recuperação adequada pode aumentar inflamações. Também eleva o risco de lesões. Além disso, pode prejudicar ganhos de força e massa muscular.
O sono também faz diferença. Assim como a alimentação.
Não adianta treinar pesado todos os dias e ignorar hábitos saudáveis e recuperação.
Alguns cuidados simples já ajudam bastante. Por exemplo:
Se possível, também evite mudanças bruscas na rotina de exercícios. Isso é ainda mais importante para quem voltou a treinar há pouco tempo.
Se dores, fadiga ou queda de desempenho persistirem por dias, vale buscar orientação profissional. Um educador físico pode ajustar a planilha.
Já um médico do esporte consegue investigar sinais de overtraining ou possíveis lesões.
No fim das contas, mais treino nem sempre significa mais resultado. Às vezes, a pausa certa é justamente o que faltava para evoluir.
Quando se fala em enxaqueca, muita gente pensa apenas em uma dor de cabeça forte. Mas a condição vai muito além disso.
Em muitos casos, a enxaqueca causa sintomas que passam despercebidos. Às vezes, eles até são confundidos com outros problemas de saúde.
Isso acontece porque a enxaqueca é considerada uma condição neurológica complexa. Ela pode afetar a visão, o equilíbrio, o humor e até a concentração.
Ou seja, nem sempre o principal sinal será a dor de cabeça. A seguir, veja sintomas da enxaqueca que muita gente costuma ignorar.
Você sente vontade de apagar as luzes durante uma crise? Ou qualquer som parece alto demais?
Esse é um dos sintomas mais comuns da enxaqueca.
A sensibilidade intensa à luz, chamada de fotofobia, e aos sons pode piorar bastante o desconforto.
Muita gente não liga enjoo à enxaqueca. Mas esse sintoma é relativamente comum.
Além do mal-estar no estômago, algumas pessoas também podem apresentar vômito.
Em certos casos, o enjoo aparece antes mesmo da dor ficar intensa.
Ver pontos brilhantes, flashes de luz ou linhas em zigue-zague pode acontecer. A visão embaçada também merece atenção.
Esses sinais podem fazer parte da chamada aura da enxaqueca. Em algumas pessoas, a alteração visual surge antes da dor de cabeça.
Às vezes, ela pode até acontecer sem uma dor intensa em seguida.
Outro sintoma que costuma assustar é o formigamento. Algumas pessoas relatam sensação de dormência. Outras descrevem como “agulhadas”.
Isso pode acontecer no rosto, nas mãos ou nos braços.
Embora o sintoma possa estar ligado à enxaqueca com aura, ele deve ser avaliado por um médico. Principalmente se surgir pela primeira vez.
Sentir tontura também pode fazer parte da crise.
Algumas pessoas percebem uma sensação de instabilidade. Outras relatam dificuldade para manter o equilíbrio.
Por isso, a enxaqueca nem sempre se resume apenas à dor pulsante.
Tem dias em que parece impossível focar? Antes, durante ou depois da crise, pode surgir um cansaço intenso.
Sonolência e sensação de “mente lenta” também são comuns.
Além disso, algumas pessoas sentem dificuldade para raciocinar ou se concentrar.
Pouca gente percebe esse sinal. Mas alterações no humor podem surgir horas antes da crise começar.
Irritabilidade, bocejos frequentes e vontade de comer certos alimentos estão entre os sintomas possíveis.
Algumas pessoas também relatam sede excessiva.
Se as dores forem frequentes ou muito intensas, vale procurar avaliação médica. O mesmo vale para sintomas diferentes do habitual.
Além disso, alguns sinais exigem atenção imediata. Entre eles estão:
Existem tratamentos e estratégias para reduzir as crises. Por isso, reconhecer os sintomas da enxaqueca pode ajudar a buscar apoio médico no momento certo.
O atacante Alex Bruno do ASA, atual artilheiro do Brasil com 21 gols na temporada, concedeu entrevista na manhã desta quinta-feira (28), durante o programa Bom Dia Alagoas, da TV Gazeta, e comentou a fase vivida com a camisa alvinegra. Decisivo ao longo da temporada, Alex Bruno marcou gols em todas as competições disputadas pelo clube e mantém números impressionantes na Série D, com seis gols em seis partidas.
O momento do atacante impressiona pela regularidade. Em 2026, Alex Bruno disputou Série D, Copa do Nordeste, Copa do Brasil, Copa Alagoas e Campeonato Alagoano, balançando as redes em todas as competições.
Durante a entrevista, o camisa 9 destacou o trabalho realizado ao longo da temporada e valorizou a força coletiva do elenco alvinegro.
“Fico muito feliz por esse momento. A gente trabalha bastante no dia a dia para viver fases assim. Estou colhendo o que venho plantando junto com meus companheiros e toda a comissão técnica”, afirmou.
Alex Bruno ressaltou que a boa fase é resultado do trabalho diário e do ambiente construído dentro do elenco do ASA.
“É um momento muito especial na minha carreira. A confiança aumenta quando os gols acontecem, mas isso é fruto de muito trabalho. O grupo vem fazendo uma grande temporada e isso facilita muito para quem joga na frente”.

Além dos gols, o atacante destacou o crescimento do ASA ao longo da temporada. Depois de oscilar em alguns momentos no início do ano, o time alvinegro conseguiu ganhar consistência na luta pela classificação à próxima fase da Série D.
O ASA volta a campo, no póximo sábado (30), pela nona rodada do Grupo A10 da Série D, em confronto diante do CSE, no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca. A partida não contará com presença de público, em virtude de uma punição imposta pelo STJD após a confusão registrada no duelo contra o Operário-MS pela primeira fase da Copa do Brasil. O confronto terá transmissão da TV Gazeta, em parceria com o Portal Metrópoles.
A Copa Libertadores definirá nesta quinta-feira (28/5) os últimos classificados para as oitavas de final do maior torneio de clubes das Américas. A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) já definiu a data para sortear os confrontos.
O evento será realizado nesta sexta-feira (29/5), em Luque, no Paraguai. A previsão é que comece às 12h (horário de Brasília). Além da Libertadores, também serão definidos os duelos da Copa Sul-Americana.
Para o sorteio da Libertadores, os líderes dos grupos ficarão no Pote 1, enquanto as equipes que avançarem na segunda posição estarão no Pote 2. Os melhores colocados decidirão o confronto em casa.
Já na Copa Sul-Americana, apenas os primeiros colocados avançam diretamente às oitavas. Portanto, haverá um playoff entre as equipes que ficaram na segunda posição de cada chave e os times que ficaram na terceira posição das chaves da Copa Libertadores.
A ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), um tipo de cacto com folhas e cheio de espinhos, destaca-se como uma trepadeira de alto valor nutricional que pode ser cultivada em vasos sem nenhum esforço. Chamada de “carne dos pobres” pelo teor de proteínas, é rica em ferro e cálcio — que ajudam músculos e ossos —, além de manganês, potássio e magnésio.
Segundo o cardiologista Rafael Marchetti e o botânico Guilherme Ceolin, a planta atrai o interesse científico por seus possíveis efeitos terapêuticos e pela facilidade de propagação em ambiente doméstico.
Benefícios e minerais essenciais: a planta possui alto valor nutricional, sendo rica em cálcio e ferro que auxiliam músculos e ossos, além de carregar proteínas, magnésio, potássio e manganês.
Potencial terapêutico em estudo: pesquisas laboratoriais iniciais com frutos e subprodutos apontam propriedades antioxidantes, cicatrizantes, analgésicas e de alívio contra inflamações e dores.
Cultivo simples por estacas: cresce facilmente em vasos ou jardins a partir de galhos que enraízam rápido, demandando solo bem drenado com matéria orgânica, regas de 1 a 2 vezes por semana e sol.
Alerta médico no consumo: como as evidências são pré-clínicas e faltam testes robustos em humanos, o consumo (especialmente em chás) exige moderação para evitar efeitos adversos e interação medicamentosa.
Para quem deseja iniciar o cultivo doméstico, segundo o botânico, o método mais rápido é fazer uma estaca a partir de um galho, pois o crescimento por sementes demora mais.
Sendo uma espécie de clima tropical, ela não tolera geadas e exige proteção contra grandes oscilações térmicas, desenvolvendo-se melhor sob pleno sol (ao menos 6 horas diárias) ou em meia sombra.

Na cozinha, o consumo de suas folhas é extremamente versátil, podendo ser feito de forma refogada, semelhante ao espinafre, ou como ingrediente em omeletes, ensopados, caldos e massas de pães, bolos e salgados diversos.

Apesar de ser um excelente complemento alimentar, o cardiologista Rafael Marchetti reforça que a ora-pro-nóbis não substitui tratamentos médicos convencionais devido à falta de controle sobre dosagens. Segundo ele, o maior risco reside na automedicação e no uso sem acompanhamento profissional, já que plantas medicinais podem interagir negativamente com remédios de uso contínuo.
Portanto, a inclusão da folha na rotina deve ser feita com moderação e orientação adequada, servindo apenas de maneira complementar para a saúde do organismo.
O azeite e a aveia formam uma dupla poderosa para a saúde do coração. Estudos científicos comprovam os benefícios desses dois alimentos acessíveis. Eles ajudam a prevenir diversas doenças cardiovasculares graves e muito silenciosas.
Incluir esses ingredientes na rotina diária transforma o seu metabolismo. O foco é sempre reduzir o colesterol ruim e combater fortes inflamações. Entenda como cada um age diretamente no seu corpo.
O azeite extravirgem é uma das melhores fontes de gorduras boas. Esse óleo natural é extremamente rico em ácido oleico e antioxidantes. Essas substâncias protegem as paredes das nossas artérias contra danos diários.
O consumo regular de azeite diminui os níveis de colesterol LDL. Ele evita que a gordura prejudicial oxide e entupa os vasos. Isso reduz drasticamente o risco real de infartos e derrames cerebrais.
A aveia é um cereal incrivelmente rico em fibras solúveis poderosas. A principal delas é a betaglucana, muito estudada pela ciência atual. Essa fibra atua como uma verdadeira esponja dentro do nosso intestino.
A betaglucana capta as partículas de colesterol antes da sua absorção. Esse excesso perigoso é então eliminado naturalmente pelas fezes todos os dias. A aveia também evita os grandes picos de açúcar no sangue.
A ciência recomenda o consumo diário, mas sempre com bastante equilíbrio. Duas colheres de sopa de azeite já entregam a proteção necessária. Use esse óleo frio sobre as saladas frescas ou nos legumes.
Três colheres de sopa de aveia por dia formam a dose ideal. Você pode misturar os flocos no iogurte natural ou nas frutas. Preparar um mingau quente também é uma excelente e nutritiva opção.
Memphis Depay e Corinthians trabalham para uma renovação de contrato. O jogador, que esteve em campo nessa quarta-feira (28/5) durante a derrota por 2 x 0 para o Platense pela Copa Libertadores, afirma que quer ficar no clube paulista.
Em conversa com a imprensa na zona mista da Neo Química Arena, Memphis Depay foi questionado sobre a renovação de contrato com o Timão. O atleta rebateu ao declarar que não gostaria que os números do novo contrato fossem vazados.
“Eu espero que, desta vez, o mundo inteiro não tenha que ficar de olho no meu contrato todos os dias, todo dia indo atrás de números. Mas, se gostam de fazer isso, podem fazer”, disse Depay.
O camisa 10 destacou que aceita diminuir os valores que recebe atualmente. Segundo o jogador holandês, ele não chegou ao Corinthians para fazer mais dinheiro.
“Faço muito dinheiro há muitos anos jogando profissionalmente desde os 16 anos. Eu fiz meu primeiro milhão quando eu tinha 19. Não é que eu vim para o Brasil para fazer milhões. Eu já fazia milhões por muitos anos. Tudo o que eu quero é retribuir”, contou o holandês.
Memphis Depay tem contrato com o Corinthians até 31 de julho, embora o registro do jogador pelo clube com a Federação Paulista de Futebol vá até 20 de junho. O atacante, no entanto, não estará com o Timão nas próximas semanas, já que representará a Holanda na Copa do Mundo.
O Telescópio Espacial James Webb (JWST), da Nasa, segue revolucionando o estudo de exoplanetas – os que estão fora do nosso Sistema Solar. Descoberto em 2018 por astrônomos, o instrumento científico revelou que o LHS 3844b é um mundo escuro e quente, sendo parecido com Mercúrio e aproximadamente 30% maior que a Terra.
Através do JWST, os pesquisadores conseguiram caracterizar detalhes sobre a atmosfera e a história geológica do exoplaneta. As descobertas foram realizadas por uma equipe de cientistas de várias instituições internacionais e os resultados estão disponíveis na revista Nature Astronomy desde 4 de maio.
As investigações auxiliadas pelo JWST revelaram que o exoplaneta orbita uma estrela anã vermelha, com cerca de um quinto do tamanho do nosso Sol. Por lá, os dias passam mais rapidamente, durando 11 horas. Pelo fato da distância entre o LHS 3844b e o seu corpo estelar principal ser pequena, estima-se que a atmosfera dele foi destruída pela radiação.
Se mesmo assim, alguém se animou em viver por lá, mais uma má notícia: na região onde pega luz, as temperaturas chegam a atingir pouco mais de 726ºC, uma temperatura impossível de um ser humano sobreviver.
Antes da análise feita com o JWST, acreditava-se que o LHS 3844b tinha atividade tectônica parecida com a da Terra – o que não se mostrou contrário no estudo atual. Na verdade, foram levantadas duas alternativas: ou o planeta tem rochas jovens, o que indica que é geologicamente ativo; ou é um mundo morto devido a radiação estelar intensa e queda de meteoros.
“Pode-se concluir que as placas tectônicas semelhante à da Terra não se aplica a esse planeta, ou que é ineficaz. Este planeta provavelmente contém pouca água”, aponta o primeiro autor do estudo, Sebastian Zieba, em entrevista ao portal Science Alert.
Ainda não se sabe exatamente como é a crosta do exoplaneta, mas novos estudos deverão trazer respostas. Além disso, as técnicas poderão ser utilizadas para investigar mais exemplares planetários.
A dor de cabeça faz parte da rotina de milhões de pessoas e, na maioria das vezes, pode estar relacionada a situações comuns, como estresse, ansiedade, noites mal dormidas, gripe ou tensão muscular. Em muitos casos, o desconforto melhora com repouso, hidratação e analgésicos simples, sem representar grandes riscos à saúde.
Apesar disso, especialistas alertam que algumas características podem indicar problemas mais sérios. Alterações na visão, desmaios, febre, fraqueza, dor súbita e intensa ou mudança importante em seu padrão habitual são sinais que exigem avaliação médica, principalmente em pacientes com doenças crônicas e imunidade comprometida.
A neurologista Ana Letícia Moraes, do Hospital Samaritano Higienópolis, em São Paulo, explica que o tempo de evolução da dor é um dos fatores mais importantes para diferenciar um quadro benigno de uma emergência médica.
“Uma dor de cabeça muito intensa, que atinge o pico rapidamente, em poucos minutos, é um sinal de alerta importante. Esse tipo de dor pode estar associado a condições como aneurisma, meningite ou alterações vasculares no cérebro”, afirma.
Sintomas associados também ajudam a identificar situações mais preocupantes. Os principais deles são: início súbito da dor, alteração da fala ou força, perda visual, confusão mental, febre associada e rigidez de nuca.
Nem toda dor de cabeça está ligada a doenças graves. Estresse emocional, por exemplo, tensão muscular e privação de sono são fatores muito frequentes por trás das crises, especialmente em pessoas com rotinas intensas ou ansiosas.
Segundo a neurologista, essas condições podem agravar dores já existentes. “A tensão muscular na região cervical, ombros e mandíbula pode provocar dor e piorar quadros de enxaqueca, criando uma espécie de bola de neve”, diz.
O neurologista João Dib, do Hospital Samaritano Barra, do Rio de Janeiro, reforça que o impacto vai além do desgaste físico. “Esses fatores alteram mecanismos centrais de modulação da dor, e a piora da qualidade do sono também contribui para crises mais frequentes”, acrescenta.
Embora muitas dores de cabeça não precisem de investigação complementar, alguns casos exigem exames como tomografia ou ressonância magnética para descartar doenças neurológicas.
Alterações repentinas no comportamento da dor merecem atenção médica. Quando há uma mudança abrupta de padrão, aumento de intensidade ou se passa a apresentar outros sinais, existe indicação para exames de imagem, alertam os especialistas.
Para João, a decisão depende principalmente da avaliação clínica e neurológica do paciente. “Exames de imagem são indicados principalmente quando há sinais de alerta, alteração do exame neurológico ou suspeita de dores de cabeça secundárias”, conclui.
Mesmo sendo um sintoma comum, a dor de cabeça não deve ser ignorada quando surge de forma diferente do habitual ou acompanhada de outros sinais no corpo. Observar a intensidade, frequência e os sintomas associados pode ajudar a identificar precocemente situações que exigem atendimento médico e evitar complicações.
Pensar em comida ao longo do dia é normal. O problema começa quando esses pensamentos se tornam constantes, involuntários e difíceis de controlar, mesmo após as refeições. Conhecido como food noise, ou “barulho da comida”, o fenômeno vem ganhando atenção de especialistas por estar relacionado a alterações hormonais, metabólicas e emocionais que afetam diretamente a relação com a alimentação.
Embora muitas pessoas associem o problema apenas à “falta de controle” ou à ansiedade, endocrinologistas alertam que o food noise pode ter origem biológica e impactar profundamente a qualidade de vida. Em alguns casos, os pensamentos sobre comida ocupam grande parte do dia, gerando sofrimento emocional, culpa e dificuldade para manter hábitos saudáveis.
A endocrinologista Fabiana Mandel Cyrulnik, da Lilly, explica que o food noise é descrito na literatura científica como pensamentos persistentes sobre alimentação, mesmo sem fome física evidente.
“O food noise é uma das faces mais incompreendidas da obesidade, e uma das que mais geram vergonha em quem sofre”, afirma.
Segundo a especialista, o fenômeno está relacionado a mecanismos cerebrais que controlam fome, saciedade e recompensa alimentar. Hormônios como GLP-1, GIP, leptina e grelina participam diretamente desse processo e podem influenciar o desejo constante por comida.
A endocrinologista Carla Marys Adlung, que atende em Mogi das Cruzes, explica que o problema vai muito além da força de vontade. “O food noise refere-se a pensamentos persistentes, intrusivos e recorrentes sobre comida, mesmo quando não há fome física”, destaca.
Especialistas afirmam que o food noise costuma surgir a partir de uma combinação de fatores hormonais, metabólicos e emocionais. Alterações em hormônios ligados ao apetite podem fazer o cérebro permanecer em estado constante de “busca alimentar”.
Segundo Carla, hormônios como grelina, leptina e GLP-1 têm papel central nesse mecanismo. Quando existe desequilíbrio, a sensação de fome pode persistir mesmo após a alimentação adequada.
Além disso, privação de sono, estresse crônico e dietas extremamente restritivas também podem piorar o quadro. “O estresse prolongado ativa circuitos cerebrais de recompensa que aumentam a busca por alimentos calóricos e de conforto”, explica a endocrinologista.
Fabiana reforça que a obesidade precisa ser entendida como uma doença complexa e multifatorial. “Milhões de pessoas estão silenciosamente esgotadas por um cérebro que simplesmente não desliga”, afirma.
Embora o food noise não seja considerado uma doença isolada, especialistas alertam que o sintoma merece atenção quando começa a gerar sofrimento emocional, perda de controle alimentar ou prejuízo à rotina.
Entre os sinais de alerta estão pensamentos constantes sobre comida ao longo do dia, sensação frequente de urgência para comer, episódios de compulsão alimentar, culpa intensa após refeições e ansiedade relacionada à alimentação.
Além disso, o fenômeno pode coexistir com compulsão alimentar, obesidade, ansiedade e outros transtornos emocionais. Por isso, o acompanhamento multidisciplinar costuma ser fundamental.
Segundo Fabiana, tratamentos modernos voltados aos hormônios do apetite, incluindo as canetas emagrecedoras, vêm mostrando resultados importantes no controle do food noise, principalmente em pessoas com obesidade. A recomendação, porém, é que cada caso seja avaliado individualmente, considerando fatores físicos, emocionais e comportamentais envolvidos na relação com a comida.
Uma mulher, de 44 anos, vítima de agressão do ex-marido, em Manaus (AM), consegue apenas responder perguntas dos policiais piscando os olhos, pois está intubada em um hospital local devido à violência extrema a qual foi submetida.
O homem tentou matá-la e, com os sinais dos olhos, ela confirmou às autoridades que as agressões haviam sido praticadas pelo ex-companheiro, com quem teve um relacionamento de 15 anos.
O homem, de 51 anos, foi preso pela Polícia Civil do Amazonas nesta semana. Ele alegou inicialmente que ela teria tropeçado em uma pedra utilizada como degrau e, em seguida, caído de uma escada. Mas laudos médicos comprovaram as agressões físicas.
O crime ocorreu em 18 de maio, no bairro Parque Dez de Novembro, zona centro-sul de Manaus.
“A versão apresentada levantou suspeitas em razão do histórico de agressões sofridas pela vítima durante o relacionamento. A filha da vítima também informou que os episódios de violência e desentendimentos eram recorrentes”, relatou a delegada Patrícia Leão.
O homem acumulava registros anteriores de violência doméstica, formalizados pela vítima, além de pedidos de medidas protetivas de urgência.
Agora, ele vai responder por tentativa de feminicídio e está à disposição da Justiça.
Quem costuma manter uma rotina ativa sabe como é difícil ficar longe dos treinos. Mas quando a gripe aparece, surge também a dúvida: será que vale a pena continuar se exercitando mesmo doente?
Embora a prática de atividade física faça bem para a saúde, o cenário muda quando o organismo está combatendo uma infecção. Durante a gripe, o corpo já trabalha intensamente para reagir ao vírus, o que pode deixar a recuperação mais lenta caso haja esforço excessivo.

Em muitos casos, sim. Sintomas comuns da gripe, como fadiga, dores no corpo, mal-estar e cansaço, podem prejudicar o rendimento durante os exercícios e aumentar o risco de lesões ou acidentes.
Além disso, o organismo fragilizado tende a responder pior aos estímulos físicos, o que reduz o desempenho e compromete os resultados esperados nos treinos.
Outro ponto importante é que insistir em atividades intensas durante a gripe pode aumentar o desgaste do corpo e dificultar a recuperação completa.
A recomendação costuma ser evitar exercícios principalmente quando houver sintomas mais intensos, como:
Nesses casos, o descanso se torna parte fundamental da recuperação.
Treinos intensos, musculação pesada, corrida e atividades de alta intensidade podem sobrecarregar ainda mais o organismo nesse período.
Quando os sintomas são leves, algumas pessoas conseguem manter atividades mais suaves, como caminhadas leves, alongamentos ou exercícios de baixa intensidade.
Ainda assim, é importante observar os sinais do corpo. Caso o mal-estar aumente durante a atividade, o ideal é interromper o treino e priorizar o descanso.
Também vale lembrar que treinar gripado em ambientes fechados, como academias, pode aumentar o risco de transmissão do vírus para outras pessoas.
Durante a gripe, sono adequado, hidratação e alimentação equilibrada costumam ter mais impacto na recuperação do que insistir nos treinos.
Respeitar o tempo do corpo ajuda a reduzir o risco de complicações e permite um retorno mais seguro às atividades físicas após a melhora dos sintomas.
O cantor Henrique, da dupla sertaneja Henrique & Juliano, é alvo de críticas nas redes sociais após a divulgação de um vídeo em que aparece puxando o cabelo da esposa durante uma festa. As imagens foram compartilhadas no Instagram por Eduardinho dos Teclados, músico presente no evento. O episódio dividiu opiniões entre internautas.
O vídeo mostra o cantor ao lado da mulher em um momento da festa. Durante o registro, Henrique puxa o cabelo da companheira que sorri ao ter o pescoço virado. O evento contou com a presença de outros cantores sertanejos famosos, inclusive o cantor Matheus, da dupla Matheus e Kauan, que também aparece no vídeo.
Após o episódio, o também vídeo mostra Amanda Vasconcelos, esposa do sertanejo, arrumando o cabelo.
Veja:
Internautas manifestaram opiniões divergentes sobre o episódio. "Acho Henrique desrespeitoso demais com a esposa", disse uma internauta na publicação. "A mulher do Henrique parece que não gostou dessa puxada, mais foi desnecessário mesmo ela ficou desconfortável.", comentou outra pessoa.
Henrique não se pronunciou sobre o vídeo. A esposa do sertanejo é a empresária Amanda Vasconcelos, de 28 anos. Ela é casada com o cantor desde 2018, e juntos eles têm dois filhos, Helena, de 6 anos, e Miguel, de 4.
No início de fevereiro, Amanda foi presa nos Estados Unidos por problemas com a carteira de habilitação e por tentar fugir de uma abordagem policial.
Quando se fala sobre frutas que favorecem a microbiota intestinal, logo vem à mente o mamão. No entanto, a lista não se restringe apenas ao fruto do mamoeiro. De acordo com a coloproctologista Aline Amaro, de Brasília (DF), o “elenco” integra outras opções bastante acessíveis, como a banana e a maçã.
A médica explica que as frutas têm um papel extremamente positivo na saúde intestinal. “Muitas delas são ricas em fibras e compostos bioativos que funcionam como ‘alimento’ para as bactérias benéficas do intestino”, sustenta. A especialista menciona algumas: “Banana, maçã, mamão, pera, kiwi e frutas vermelhas.”
“Essas frutas são exemplos que costumam contribuir bastante com a microbiota intestinal”, atesta a expert em cirurgia robótica e a laser. A banana, especialmente quando está um pouco mais verde, traz na composição um amido resistente e que atua como prebiótico.
Em relação à maçã e à pera, Aline salienta que ambas contêm pectina: “É uma fibra muito importante para o equilíbrio intestinal e produção de substâncias anti-inflamatórias no cólon”. Na avaliação da médica, as frutas vermelhas merecem destaque por serem ricas em polifenóis, compostos antioxidantes que ajudam na diversidade da microbiota.

A coloproctologista ressalta que o kiwi e o mamão costumam auxiliar bastante o funcionamento intestinal, principalmente em pacientes com constipação. A especialista endossa sobre ser pertinente entender que “não existe uma fruta milagrosa”, o mais importante é adotar um padrão alimentar saudável.
“Quanto maior a variedade de frutas, verduras, legumes e fibras na alimentação, maior tende a ser a diversidade da microbiota intestinal, algo considerado um dos principais marcadores de saúde intestinal e metabólica”, defende Aline Amaro, que também tem residência médica em cirurgia geral.

