
Tomar um chá quente antes de dormir é um hábito comum em muitas culturas, e o chá de hortelã, feito com folhas de Mentha piperita ou hortelã-pimenta, aparece entre as escolhas favoritas por não ter cafeína e ser conhecida pelo aroma refrescante. Mas será que ele realmente melhora o sono ou pode atrapalhar o descanso?
O chá de hortelã é conhecido por suas várias propriedades: é digestivo, possui ação antiespasmódica e pode aliviar gases e desconforto estomacal, além de ser uma bebida sem cafeína — um ponto importante para quem busca um sono tranquilo.
A presença de compostos como mentol confere ao chá um aroma e sabor refrescantes que podem ajudar a reduzir a tensão muscular e a sensação de estresse, elementos que podem favorecer o relaxamento à noite.

Governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil) criticou a Portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) que redefine regras sobre o uso da força pelos profissionais de segurança pública e afirmou que o governo federal é “complacente, conivente e parceiro das facções e do crime” no Brasil.
“Nos últimos dias deste governo que, sem dúvida nenhuma, será derrotado por nós em 4 de outubro de 2026, mostra o quanto ele é complacente, conivente e parceiro das facções e do crime em nosso país”, disse Caiado.
Segundo o governador, a medida editada pelo ministro da pasta, Ricardo Lewandowski, condiciona o repasse de recursos federais ao cumprimento das novas normas pelos estados.
“Ele [Lewandowski] impõe as condicionantes que são prerrogativas dos governadores para que os estados possam receber [recursos] do Fundo de Segurança Pública, do Fundo Penitenciário e também de emendas parlamentares. Quer dizer, se não cumprir o que ele determina na Portaria, o governador não vai mais receber esse fundo”, afirmou.
Caiado disse ainda que a Portaria configura “uma violação completa” ao pacto federativo e classificou a ação como uma “truculência” contra os governadores.
“Fomos surpreendidos por mais uma truculência do governo Lula contra os governadores. O ministro tentou aprovar uma emenda à constituição chamada Susp [Sistema Único de Segurança Pública], que usurparia a prerrogativa dos governadores de determinar as diretrizes gerais da segurança pública. Ele não deu conta de aprovar esta emenda, e o que fez? Uma violação completa ao pacto federativo.”
A Portaria nº 1.121, do Ministério da Justiça, altera normas sobre o uso da força pelos profissionais de segurança pública e estabelece que os órgãos estaduais, distritais e municipais devem observar as diretrizes federais sempre que houver financiamento com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, do Fundo Penitenciário Nacional, emendas parlamentares, repasses voluntários ou doações.
A medida determina que o cumprimento dessas regras é obrigatório para a execução de iniciativas relacionadas ao uso da força. Além disso, prevê a renovação da habilitação para uso de arma de fogo a cada três anos, mediante aprovação em exames técnicos e psicológicos, e admite que o registro individualizado de operações possa ser dispensado em situações de controle de multidões ou risco operacional.
A portaria entra em vigor na data da publicação e reforça a vinculação do uso de recursos federais às normas definidas pelo Ministério da Justiça.
O dólar operava próximo da estabilidade, na manhã desta quinta-feira (8/1), dia em que as atenções dos investidores estão mais voltadas ao cenário externo, com novos dados sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos, além da divulgação do resultado da balança comercial norte-americana no mês de outubro de 2025.
No âmbito doméstico, o principal destaque da agenda econômica é a divulgação dos números sobre a produção industrial do Brasil em novembro do ano passado, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Por fim, os investidores continuam monitorando a situação na Venezuela após a deposição do ditador Nicolás Maduro pelos EUA.
Se, nos dois primeiros dias da semana, o mercado parecia ter diminuído sua preocupação com a instabilidade no país sul-americano e vinha adotando uma postura mais otimista em relação ao possível crescimento do mercado de petróleo, o clima mudou na última quarta-feira (7/1) diante de nova escalada nas tensões geopolíticas envolvendo EUA, Venezuela e Rússia – o que levou a uma forte queda nos preços do barril de petróleo.
No cenário nacional, os investidores repercutem os novos dados do IBGE sobre o desempenho do setor industrial brasileiro em novembro do ano passado.
De acordo com o levantamento divulgado nesta quinta-feira, a produção industrial do país mostrou variação nula (0%) frente a outubro, na série livre de influências sazonais. Em relação a novembro de 2024, houve recuo de 1,2%. O acumulado no ano foi de 0,6% e o dos últimos 12 meses até novembro chegou a 0,7%.
O IBGE destacou que a produção industrial está 2,4% acima do patamar pré-pandemia (em fevereiro de 2020). No entanto, encontra-se 14,8% abaixo do nível recorde de maio de 2011.
Em novembro de 2025, as taxas ficaram negativas em duas das quatro grandes categorias econômicas. As duas com recuo foram: bens de consumo duráveis (2,5%) e bens intermediários (0,6%). Os avanços aconteceram em bens de capital (0,7%) e bens de consumo semiduráveis e não duráveis (0,6%).
Quando levados em conta os 25 ramos industriais pesquisados, 15 deles apresentaram queda.
Para o gerente da pesquisa, André Macedo, “a queda observada neste mês foi influenciada pela menor produção de óleos brutos de petróleo, gás natural e minérios de ferro”. “Vale destacar que essa retração eliminou parte do avanço de 3,5% verificado em outubro, quando interrompeu dois meses consecutivos de queda na produção”, afirma.
A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE produz indicadores de curto prazo desde a década de 1970, relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. Em março de 2023, o índice passou por uma reformulação e teve início a divulgação da nova série de índices mensais da produção industrial do país.
Assim como já havia ocorrido ontem, o mercado financeiro acompanha com atenção mais dados relativos ao emprego nos EUA.
Os principais destaques desta quinta são os números sobre os pedidos por seguro-desemprego no país. A estimativa média dos analistas é a de que tenham sido registrados 213 mil solicitações de auxílio, ante 199 mil do levantamento anterior.
Na véspera, os mais relevantes observados pelo mercado foram os números das folhas de pagamento do setor privado de dezembro, revelados pelo ADP Research Institute, em parceria com o Stanford Digital Economy Lab.
O país registrou a abertura de 41 mil vagas de emprego no setor privado em dezembro do ano passado, de acordo com o relatório do ADP. O resultado do mês passado veio abaixo das estimativas do mercado. O consenso Refinitiv projetava a criação de 49 mil vagas.
Em novembro, os EUA haviam fechado 29 mil vagas no setor privado (dado revisado).
Também eram esperados com grande expectativa os números do relatório “Job Openings and Labor Turnover Survey” (Jolts). Em novembro de 2025, houve um recuo de cerca de 300 mil vagas de trabalho em aberto em relação a outubro, para 7,146 milhões. Foi a maior queda desde junho do ano passado.
O resultado ficou abaixo das estimativas do mercado, que eram de cerca de 7,61 milhões de vagas em aberto.
As vagas em aberto são as posições disponíveis dentro das empresas que os empregadores buscam preencher por meio de contratações. Para participar do relatório Jolts, os empregadores recebem um formulário no qual informam o número de vagas em aberto na empresa no último dia útil do mês, além do número de contratações e demissões no período.
Em tese, portanto, o aumento na quantidade de vagas em aberto indica que as empresas pretendem acelerar suas contratações. A redução, por sua vez, indica que as companhias querem apertar o cinto e pisar no freio.
O desempenho do mercado de trabalho norte-americano é um dos indicadores considerados pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) para definir a taxa básica de juros do país.
Na última reunião do Fed, em dezembro, o corte nos juros foi de 0,25 ponto percentual, acompanhando as projeções da maioria dos analistas do mercado. Agora, os juros estão no patamar entre 3,5% e 3,75% ao ano.
Foi a terceira redução consecutiva na taxa de juros pelo BC dos EUA. Na reunião anterior do Fed, em setembro, o corte também havia sido de 0,25 ponto percentual.
O próximo encontro da autoridade monetária para definir a taxa de juros, o primeiro de 2026, está marcado para os dias 27 e 28 de janeiro.
Na sexta-feira (9/1), os investidores aguardam ainda a divulgação do relatório oficial de emprego, o chamado “payroll”.
Ainda nesta quinta-feira, outro dado esperado pelos investidores é o dos resultados da balança comercial dos EUA. As projeções indicam um déficit de US$ 58,9 bilhões.
O grupo Menos é Mais comemorou o resultado de uma lista divulgada pela Pro-Música, entidade que reúne dados de diferentes plataformas de streaming. O estudo mostra que, pela primeira vez após sete anos, o sertanejo perdeu liderança no ranking de músicas mais ouvidas do Brasil.
A música mais ouvida pelos brasileiros em 2025, segundo o levantamento, foi P do Pecado, parceria do Menos é Mais com Simone Mendes.
Os pagodeiros ainda relembram que apenas três músicas internacionais entraram no ranking, sendo elas Die With A Smile, de Lady Gaga & Bruno Mars, em 14º lugar; Ordinary, de Alex Warren, em 47º; e Lose Control, de Teddy Swims, em 48º.
“Das 50 músicas, 47 são brasileiras, mostrando que o brasileiro valoriza o que é de casa e o que faz ele se sentir em casa. E que, para além disso, o MOLHO a gente só encontra aqui”, finaliza.
Ao analisar o pedido da influenciadora Virginia Fonseca e do ex-marido Zé Felipe para colocar em sigilo um processo trabalhista, o juiz Celismar Coelho, do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-18), negou a solicitação alegando que ela expõe detalhes da vida nas redes sociais.
O magistrado citou o fato da influenciadora ter feito “uma ultrassom ao vivo no programa que apresenta na rede televisão aberta”. “Ora, se a 2ª demandada [Virginia] confere publicidade a situação sensível como a narrada, revelado está a toda à evidência, que a 2ª acionada [Virginia] não está preocupada em preservar intimidade, como tenta fazer crer nestes autos”, escreveu o juiz.
O processo em questão tramita no TRT-18. Um servente de pedreiro que trabalhou na obra da mansão de Virginia e o ex-companheiro Zé Felipe alegou que exercia tarefas que não condiziam com a função e pediu o pagamento da diferença salarial.
O imóvel de luxo, localizado em um condomínio de Goiânia (GO), foi construído quando os famosos ainda eram casados.
Ao analisar o mérito da questão, o juiz Celismar Coelho negou as solicitações do servente de pedreiro, concedendo apenas a gratuidade de Justiça. Na mesma decisão, negou o pedido do ex-casal de artistas para colocar o processo em sigilo. A decisão é de 20 de novembro de 2025.
O trabalhador recorreu da sentença.
Um homem morreu durante um incêndio em um quarto de motel na manhã desta quarta-feira (7/1), em Campinas (SP). De acordo com a polícia, o fogo atingiu apenas o cômodo onde a vítima estava hospedada, que ficou completamente destruído pelas chamas.
O motel funciona na Avenida Cambacica. Apesar da gravidade do incêndio, o fogo não se espalhou para outras áreas do estabelecimento. Mesmo assim, o local precisou ser isolado para o trabalho da perícia, que irá investigar as causas do ocorrido.
O Corpo de Bombeiros Militar (CBM) enviou seis viaturas para atender a ocorrência. Segundo a corporação, o incêndio levou cerca de uma hora para ser totalmente controlado.
O helicóptero Águia, da Polícia Militar, também foi acionado para prestar socorro. No entanto, o homem não resistiu e morreu ainda no local.
Até o momento, a identidade da vítima não foi divulgada. As possíveis causas do incêndio seguem sob apuração pelas autoridades.
O crescimento do pênis é um processo gradual que acompanha o desenvolvimento masculino desde a infância até o final da puberdade. Entender essa trajetória ajuda a esclarecer dúvidas comuns sobre o tamanho do órgão e os fatores que interferem em seu desenvolvimento.
“Nos primeiros cinco anos de vida, a produção de testosterona é bem pequena, mas já permite um certo desenvolvimento da genitália. Na puberdade, há um pico maior na produção desse hormônio, o que faz com que o pênis cresça mais”, explica Eduardo Lopes, urologista e professor na Faculdade de Medicina da Bahia (FAMEB/UFBA).
Durante a puberdade, o corpo do garoto passa por uma série de transformações hormonais. O aumento da testosterona estimula o crescimento do pênis e dos testículos, além de outras mudanças como o crescimento de pelos pubianos, alteração da voz e ganho de massa muscular.
Essa fase normalmente ocorre entre os 9 e 14 anos, prolongando-se até os 18 anos em média, quando o órgão atinge seu tamanho adulto. O ritmo de crescimento pode variar de indivíduo para indivíduo, influenciado por fatores genéticos, hormonais e nutricionais. Por isso, não existe um padrão único de desenvolvimento.
Após consolidar a captura de Nicolás Maduro e indicar que a pressão militar americana no hemisfério ocidental ainda não se encerrou, o presidente dos EUA, Donald Trump, retomou a atenção à Groenlândia. A retórica pela anexação do território autônomo dinamarquês, no entanto, não é recente, e remonta a um interesse americano disparado há mais de um século.
A privilegiada posição da Groenlândia no Atlântico Norte levou os EUA a considerarem a compra ou anexação do território em diversas ocasiões, seja para consolidar o poder no hemisfério pós-Guerra Civil, seja para impedir o avanço russo na Guerra Fria.
O interesse dos EUA pela Groenlândia está longe de ser novo. Já em 1867 — o ano em que os EUA compraram o Alasca da Rússia —, políticos consideraram anexar a Groenlândia e também a Islândia. O país havia saído de uma guerra civil no ano anterior e se deixava levar por um espírito expansionista, tentando consolidar rotas marítimas estratégicas.
Em 1º de julho de 1868, quando a doutrina Monroe e o desejo de libertar o continente da influência europeia ganhava fôlego, jornais americanos noticiaram que o então secretário de Estado William Henry Seward estaria prestes a concluir a compra da Groenlândia por 5,5 milhões de dólares em ouro.Minerais da região atraem interesse dos EUA e de outros países
Havia um entendimento no governo americano de que a ilha aumentaria a influência naval dos EUA diante do crescente interesse europeu na região.
Um relatório encomendado por Seward, que também defendia a anexação do Canadá, indicava a grande quantidade de vida animal e “bens minerais” na Groenlândia. Entre eles, citava a criolita, um mineral usado na indústria do alumínio.
Contudo, a proposta da Casa Branca chegou aos ouvidos do Congresso americano, que prontamente rejeitou o uso de fundos para comprar novas terras. A ideia foi ridicularizada pelos parlamentares, que não viam grandes vantagens na aquisição do território tomado por gelo.
O acordo não se concretizou, mas a ideia permaneceu por décadas. No início da Segunda Guerra Mundial, em 1941, quando a Alemanha ocupou a Dinamarca, os EUA de fato avançaram sobre a Groenlândia para garantir a defesa do território. Foi nesse período que instalaram por lá bases e sistemas militares que perduram até hoje.
Documentos desclassificados desde a década de 1970 mostram que, em 1946, ao fim da guerra, os EUA chegaram a oferecer a compra da Groenlândia por US$ 100 milhões, pagos em ouro, depois de flertar com a ideia de trocar terras ricas em petróleo no Alasca por partes estratégicas do território dinamarquês. A proposta não ganhou tração, e a Dinamarca retomou a administração do território.
No entanto, após tentativas dinamarquesas de persuadir os EUA a deixarem a Groenlândia de forma permanente, os dois países se tornaram membros da Otan e, em 1951, assinaram um tratado bilateral de defesa. Nele, Washington manteria suas bases e se comprometeria a defender a Groenlândia de qualquer ameaça.
Naquele ano, ficou autorizada a construção da Base Aérea de Thule. Hoje chamada Base Espacial de Pituffik, ela serve à vigilância espacial e é considerada um pilar central do sistema americano de alerta precoce para lançamentos de mísseis.
Já em 1955, durante a Guerra Fria, assessores de segurança tentaram convencer o então presidente dos EUA, Dwight D. Eisenhower, a comprar a ilha. Desta vez, a justificativa era que a Groenlândia ofereceria posição fundamental para construir um sistema de vigilância e monitorar movimentos da URSS.
“À luz da ameaça soviético-comunista à segurança do Mundo Livre e nesta era de distâncias cada vez menores e potenciais atômicos, a Groenlândia assumiu progressivamente uma importância estratégica cada vez maior para os Estados Unidos”, disse o governo americano em um documento desclassificado daquele ano.
Segundo a Casa Branca, “pela primeira vez, os Estados Unidos devem agora estar preparados para se defender contra um ataque surpresa de proporções possivelmente devastadoras no início da guerra e para retaliar de forma rápida e eficaz com todos os meios à sua disposição.”
Contudo, com o tratado de defesa de 1951, a Dinamarca já havia concedido aos EUA uma margem de atuação tão ampla que o gabinete considerou arriscado demais, do ponto de vista diplomático, avançar com tais iniciativas. Também havia um temor de que a ação alimentasse narrativas soviéticas contrárias ao imperialismo americano.
O acordo já dava amplos poderes a Washington para manter sua atuação militar na Groenlândia, diante da baixa capacidade dinamarquesa de defender o território em caso de ataque.
A ideia não foi enterrada, mas passou a ser discutida principalmente nos bastidores e monitorada pelo Pentágono. Em 2008, a exploração comercial das reservas minerais da ilha também aguçou o interesse de Rússia e Canadá. Foi Donald Trump quem a trouxe novamente aos holofotes durante seu primeiro mandato (2017–2021).
Em agosto de 2019, uma visita de Estado planejada à Dinamarca foi cancelada de última hora por Trump depois que a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen,classificou como “absurda” a ideia de vender a Groenlândia aos EUA.
O republicano retomou a proposta de forma mais incisiva no segundo mandato, desta vez indicando até mesmo interesse por uma anexação forçada do território. Em seu discurso mais recente, enunciado após a ação militar que capturou Nicolás Maduro na Venezuela, disse que Washington precisa da Groenlândia por razões de “segurança nacional”.
A proposta foi novamente rechaçada por líderes europeus. “Deixei muito claro qual é a posição do Reino da Dinamarca, e a Groenlândia afirmou repetidamente que não deseja se tornar parte dos Estados Unidos”, disse Mette Frederiksen, nesta segunda-feira. “Infelizmente, temo que seja preciso levar o presidente americano a sério quando ele diz que quer a Groenlândia.”
A Groenlândia, então habitada pelos povos inuit, foi primeiro colonizada pelos europeus em 1721, quando a então Dinamarca-Noruega enviou sua primeira expedição missionária.
O período colonial na ilha terminou em 1953, quando a Groenlândia se tornou parte oficial do Reino da Dinamarca, com representação no Parlamento dinamarquês. Já em 1979, Copenhague concedeu ao território a capacidade de autogestão, e uma lei de 2009 fortaleceu a autonomia. O chamado Self‑Government Act ampliou os poderes do governo groenlandês e seu controle sobre recursos naturais.
A soberania da Dinamarca sobre a Groenlândia é reconhecida internacionalmente, inclusive por uma decisão do Tribunal Internacional Permanente de Justiça, principal órgão judicial da ONU, de 1933. Mas do ponto de vista econômico, a ilha é fortemente dependente da Dinamarca.
Groenlândia é considerado território autônomo. Dinamarca concede direito de população decidir separação por referendo.
No entanto, de acordo com os princípios do direito internacional das Nações Unidas, a Groenlândia tem o direito à autodeterminação. A lei de autonomia de 2009 também inclui o direito dos groenlandeses de decidirem, por meio de um referendo, sobre sua independência plena. As discussões a esse respeito ganharam maior intensidade nos últimos anos.
Hoje, a Groenlândia pertence à Dinamarca politicamente, mas apenas sua política externa e de segurança continua sendo definida em Copenhague.
Diante das declarações recentes dos EUA, o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, reafirmou que o respeito à soberania e à integridade territorial dos Estados é “inegociável”.
Ocupando cerca de metade do tamanho somado dos países da União Europeia (UE), a Groenlândia é a maior ilha do mundo. Em seus pouco mais de 2 milhões de quilômetros quadrados vivem, porém, apenas cerca de 60 mil pessoas. A maioria pertence aos inuit Kalaallit e vive em pequenas cidades costeiras. Cerca de um terço habita a capital, Nuuk.
A ilha se estende do Atlântico Norte até o gelo eterno do Oceano Ártico. Oitenta por cento da superfície da Groenlândia é coberta por uma camada de gelo. Apenas as regiões costeiras – ainda assim uma área um pouco maior que a Alemanha – ficam livres de gelo durante o verão.
O aquecimento global, no entanto, faz com queas massas de gelo em todo o Oceano Ártico encolham gradualmente. Isso torna o interior da Groenlândia mais acessível, o que abre novas rotas marítimas pelo Ártico e torna mais viável à exploração de matérias-primas críticas.
Entre elas, estão urânio, petróleo e gás natural, além das duas maiores jazidas conhecidas de terras raras do mundo. Somam-se a isso níquel, cobre, ouro e grafite. A extração destes materiais foi interrompida pelo governo groenlandês por razões ambientais.
Trump rejeita que seu interesse seja nos minerais da região. Segundo ele, Washington vê a ilha como um posto avançado estratégico no espaço ártico, especialmente diante das atividades crescentes da Rússia e da China na região. Isso também envolve limitar o acesso de outras grandes potências aos recursos do Ártico e ao seu controle sobre novas rotas marítimas.
Conhecida principalmente por regular o ciclo do sono, a melatonina também exerce um papel relevante na saúde bucal — um aspecto ainda pouco conhecido fora do meio científico. Segundo a dentista Ilana Marques, o hormônio está presente na saliva e no fluido gengival e atua diretamente na proteção dos tecidos da boca, graças às suas propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e imunomoduladoras.
De acordo com a especialista, estudos apontam que pessoas com doença periodontal costumam apresentar níveis mais baixos de melatonina salivar quando comparadas a indivíduos com gengivas saudáveis. Para a especialista, essa diferença sugere uma relação direta entre a redução do hormônio na cavidade oral e o aumento da inflamação gengival.
“A diminuição da melatonina pode estar associada tanto ao estresse oxidativo nos tecidos quanto a uma resposta imune exacerbada, comum nos quadros de periodontite”, explica.

Esse desequilíbrio inflamatório compromete a integridade dos tecidos que sustentam os dentes e reforça a importância de ritmos hormonais adequados para a manutenção da saúde bucal. A melatonina, nesse contexto, atua como um elemento regulador, contribuindo para uma resposta inflamatória mais eficiente e para a preservação das estruturas periodontais.
Além de seu papel protetor natural, a melatonina também vem sendo estudada como aliada em tratamentos odontológicos. Segundo Ilana Marques, pesquisas indicam que seu uso como terapia adjuvante, associada aos tratamentos convencionais, pode trazer benefícios importantes. Entre eles estão a redução de marcadores inflamatórios no fluido gengival, a modulação da resposta imune local e o estímulo à regeneração óssea e tecidual, especialmente em casos de doenças periodontais e implantes dentários.

Os efeitos positivos também aparecem nos parâmetros clínicos observados nos consultórios. A dentista destaca a redução da profundidade de sondagem periodontal e a diminuição do sangramento gengival, sinais claros de melhora do quadro inflamatório.
“Os benefícios não se limitam ao controle da inflamação, mas indicam um potencial real da melatonina como coadjuvante no manejo das condições inflamatórias da cavidade oral”, afirma.
Apesar dos resultados promissores, Ilana Marques ressalta que ainda são necessários mais estudos clínicos robustos para consolidar a indicação da melatonina na prática odontológica. Ainda assim, as evidências atuais já apontam para um novo olhar sobre o hormônio: além de garantir noites bem dormidas, ele pode ser um importante aliado na proteção do sorriso.
As ações da Petrobras negociadas na Bolsa de Valores do Brasil (B3) registravam queda, na tarde desta terça-feira (6/1), após a companhia ter informado que paralisou a perfuração na Foz do Amazonas após identificar um vazamento em duas linhas auxiliares – tubulações de apoio que conectam o navio-sonda ao poço Morpho. O local está a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá.
A Foz do Amazonas é uma vasta região no extremo norte do litoral brasileiro (Amapá e Pará) na qual o Rio Amazonas deságua no Oceano Atlântico, formando uma área de grande biodiversidade, com manguezais e recifes de corais únicos. O local é também alvo de disputa pela exploração de petróleo devido às reservas na chamada Margem Equatorial.
De acordo com a Petrobras, houve “perda de fluido de perfuração em duas linhas auxiliares que conectam a sonda de perfuração ao poço Morpho”.
“A perda do fluido de perfuração foi imediatamente contida e isolada. As linhas serão trazidas à superfície para avaliação e reparo. Não há problemas com a sonda ou com o poço, que permanecem em total condição de segurança. A ocorrência também não oferece riscos à segurança da operação de perfuração”, informou a estatal.
A Petrobras disse ainda que “adotou todas as medidas de controle e notificou os órgãos competentes”. “O fluido utilizado atende aos limites de toxicidade permitidos e é biodegradável, portanto não há dano ao meio ambiente ou às pessoas”, diz a nota da companhia.
A Petrobras também vem sendo afetada pela crise na Venezuela após os ataques militares dos Estados Unidos que depuseram o ditador Nicolás Maduro, no último sábado (3/1). Na segunda-feira (5/1), as ações da empresa já haviam fechado o pregão em baixa.
O mercado observa com atenção o andamento dos preços internacionais do petróleo, que podem ser fortemente atingidos com a crise venezuelana. O país sul-americano detém a maior reserva comprovada de petróleo do mundo, com capacidade estimada em cerca de 303 bilhões de barris, segundo dados da Energy Information Administration (EIA), órgão oficial de estatísticas energéticas dos EUA. A produção, no entanto, despencou nas últimas décadas.
Rafa Kalimann deu á luz Zuza, sua primeira filha com o cantor Nattan. O nome da bebê é uma homenagem a avó do artista que partiu em 2025. Ela se chamava Josefina, mas era carinhosamente chamada pelo apelido.
No último dia 1º, o cantor chegou a brincar com a demora no nascimento da filha. Ao exibir o barrigão de Rafa, o artista escreveu: “Todo mundo já nasceu, e essa menina não”, disse ele.
No Natal, Nattan também surpreendeu a amada com um presente cheio de significado: uma joia em homenagem à filha do casal, um relicário que traz uma foto dos dois e a imagem do ultrassom da bebê.
As exportações do Brasil para os Estados Unidos diminuíram em 6,6% em 2025, de acordo com os dados da Balança Comercial divulgada nesta terça-feira (6/1) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MIDC). No ano, foram exportados US$ 37,7 bilhões ante US$ 40,3 bilhões em 2024.
O dado tem influência da política protecionista do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, que impôs uma tarifa de 50% contra alguns produtos brasileiros, fazendo com que os custos de exportação cresçam, afetando tanto empresários brasileiros quanto consumidores americanos.
As exportações brasileiras tiveram recorde em 2025 e alcançaram US$ 349 bilhões, atingindo o melhor resultado da série histórica desde 1989.
O valor superou em US$ 9 bilhões o recorde anterior, atingido em 2023. Com relação a 2024, o aumento foi de 3,5%.
Em dezembro de 2025, a balança comercial brasileira registrou superávit (quando exportações superam importações) de US$ 9,6 bilhões.
Destaques das exportações em dezembro:
Agropecuária: US$ 5,7 bilhões;
Indústria Extrativa : US$ 7,8 bilhões;
Indústria de transformação: US$ 17,4 bilhões.
Exportação por localidades em dezembro:
Ásia: US$ 12,6 bilhões;
América do Norte: US$ 4,8 bilhões;
América do Sul: US$ 3,6 bilhões;
Europa: US$ 5,6 bilhões.
Destaques das importações em dezembro:
Bens de capital: US$ 3,7 bilhões;
Bens intermediários: US$ 11,9 bilhões;
Bens de consumo: US$ 3,4 bilhões;
Combustíveis: US$ 2,3 bilhões.
Importações por localidades em dezembro:
Ásia: US$ 8,3 bilhões;
América do Norte: US$ 3,9 bilhões;
América do Sul: US$ 2,2 bilhões;
Europa: US$ 5,4 bilhões.
Desde o nascimento, cada pessoa carrega algo invisível, mas muito concreto: milhões de células que vieram diretamente do corpo da própria mãe. Elas permanecem no organismo por décadas — e, agora, cientistas finalmente conseguiram explicar como essas células sobrevivem sem serem atacadas pelo sistema imunológico.
Esse fenômeno é conhecido como microquimerismo materno. Ele acontece quando pequenas quantidades de células da mãe atravessam a placenta durante a gestação e se instalam no corpo do feto.
Embora isso já fosse observado há anos, os mecanismos que permitem essa convivência silenciosa só começaram a ser desvendados agora. De acordo com o estudo publicado em setembro de 2025 na National Library of Medicine, cerca de uma em cada um milhão de células de um adulto pode ser de origem materna.
Como o corpo humano tem aproximadamente 30 trilhões de células, isso significa que carregamos milhões de células que não são geneticamente nossas, mas vieram das nossas mães.
Durante a gravidez, a placenta não funciona como uma barreira totalmente fechada. Ela permite a troca de pequenas quantidades de células entre mãe e bebê. Algumas dessas células maternas conseguem se fixar em diferentes tecidos do filho e permanecem ali por toda a vida.
O estudo, conduzido por pesquisadores do Cincinnati Children’s Hospital Medical Center, mostrou que apenas um grupo muito específico dessas células maternas é essencial para que o sistema imunológico aprenda a tolerá-las.
Elas atuam como “mensageiras” e ajudam a ativar os chamados linfócitos T reguladores, células do sistema imunológico responsáveis por impedir reações exageradas. Em outras palavras, elas ensinam o organismo a não atacar aquilo que é diferente, mas não é perigoso.
Nos experimentos, os pesquisadores conseguiram remover seletivamente essas células maternas específicas em modelos animais. Quando isso aconteceu, a tolerância imunológica desapareceu: o sistema de defesa passou a reagir de forma inadequada.
Isso mostrou que a presença contínua dessas células maternas é fundamental para manter o equilíbrio do sistema imunológico ao longo da vida — não apenas na infância, mas também na fase adulta.
Até então, os cientistas não sabiam exatamente quais células tinham esse papel nem como elas funcionavam. Agora, o estudo abre caminho para investigar o impacto das células em diferentes condições de saúde.
Entender o microquimerismo materno pode ajudar a explicar fenômenos importantes da medicina. Essas células podem:
Os próprios cientistas reforçam que ainda há muitas perguntas sem resposta. Não se sabe, por exemplo, por que essas células ajudam em alguns casos e podem estar associadas a problemas em outros. Também não está totalmente claro como elas conseguem chegar a órgãos mais protegidos, como o cérebro.
A descoberta reforça uma ideia poderosa: nenhum ser humano é biologicamente isolado. Carregamos, em nível celular, uma conexão direta com nossas mães que dura por toda a vida.
Como destacou a divulgação científica do estudo, cada pessoa é formada quase inteiramente por suas próprias células — mas uma pequena fração, cerca de uma em cada milhão, vem da mãe. Um legado microscópico, invisível, mas fundamental para o funcionamento do corpo humano.
Uma decisão inédita do município de Satipo, na Amazônia peruana, foi a primeira a reconhecer os direitos de um inseto como política pública. A medida certifica as cerca de 170 espécies de abelhas da zona, todas sem ferrão, como animais protegidos.
Com a medida, o status judicial do pequeno animal amarelo e preto se torna semelhante ao de outros animais que já são reconhecidos no país como o de cachorros e gatos.
“As abelhas têm o direito de existir, manter populações saudáveis, viver em um ambiente saudável, conservar e regenerar seus habitats e devem ter sua proteção vinculada à conservação integral da Amazônia”, afirma a medida.
A decisão foi tomada em outubro passado pelos equivalentes a vereadores da cidade que fica a 400 km de Lima, capital peruana, e a mil quilômetros da fronteira com o Brasil. Eles reconheceram também o território da Reserva da Biosfera Avireri-Vraem como um local em que a presença dos insetos deve ser protegida.
Claro que as abelhas não poderão entrar com processos sozinhas, mas o reconhecimento de seus direitos jurídicos facilitará o trabalho de ambientalistas que busquem defendê-las.
“Garantir os direitos dessas espécies requer também assegurar um entorno propício e seguro para que os defensores ambientais e as lideranças de povos indígenas possam exercer o acesso à Justiça em suas causas de assuntos ambientais”, indicam.
Dada a importância das abelhas sem ferrão, uma petição para tornar as leis locais em medidas nacionais já conta com mais de 388 mil assinaturas.
Algumas regiões do planeta ficaram conhecidas por concentrar um número incomum de pessoas que chegam aos 90 ou 100 anos com boa saúde. Chamadas de zonas azuis, essas áreas despertaram interesse científico e também desconfiança nos últimos anos.
Um estudo publicado na revista The Gerontologist em 12 de dezembro buscou responder diretamente às críticas e reavaliar a solidez dos dados demográficos que sustentam essas histórias de longevidade. A pesquisa foi conduzida por especialistas em envelhecimento humano e revisou décadas de levantamentos populacionais.
A conclusão é que, nas zonas azuis originais, as idades avançadas não se baseiam em relatos pessoais ou estimativas vagas, mas em processos rigorosos de verificação documental, desenvolvidos justamente para evitar erros ou fraudes.
O estudo concentrou a análise nas quatro zonas azuis mais investigadas até hoje. São elas a Sardenha, na Itália, Okinawa, no Japão, Icária, na Grécia, e a Península de Nicoya, na Costa Rica.
Em todas essas regiões, a probabilidade de uma pessoa alcançar idades muito avançadas é significativamente maior do que a média observada em outros lugares do mundo.
Segundo os pesquisadores, essas áreas nunca foram definidas pela existência de poucos indivíduos extremamente longevos. O que caracteriza uma zona azul é um padrão populacional consistente, no qual uma parcela expressiva da comunidade vive mais tempo do que o esperado para aquele contexto histórico e geográfico.
Para confirmar esses dados, os estudos recorrem a múltiplas fontes independentes, como registros civis de nascimento e óbito, arquivos religiosos, documentos militares, listas eleitorais, reconstruções genealógicas e entrevistas presenciais. Casos que não podem ser confirmados com segurança são descartados da análise.
“Esses métodos existem porque a distorção de idade foi comum ao longo da história. As zonas azuis se baseiam em verificação cuidadosa de registros, muitas vezes que remontam a mais de um século”, explica o professor Giovanni Pes, um dos pesquisadores envolvidos no trabalho, em comunicado.

Apesar de confirmar a validade das zonas azuis clássicas, o estudo chama atenção para outro ponto importante. Esses padrões de longevidade não são fixos nem garantidos para sempre. Mudanças sociais, urbanização, migração e transformações no estilo de vida podem enfraquecer ou até eliminar essas vantagens ao longo das décadas.
Em algumas regiões, como partes de Okinawa e Nicoya, já há sinais de que as gerações mais jovens não apresentam os mesmos indicadores de longevidade observados no passado.
Para os pesquisadores, isso não diminui o valor científico das zonas azuis. Pelo contrário, reforça sua importância como um campo de observação natural.
“O fato de essas zonas poderem surgir e desaparecer permite estudar como fatores sociais, culturais e comportamentais influenciam o envelhecimento saudável”, afirma Steven Austad, principal autor do estudo.
Segundo ele, acompanhar essas mudanças ajuda a entender quais hábitos e condições realmente contribuem para viver mais e melhor.
Após descobrir as piores bebidas para a saúde vascular que, no caso, são as opções alcoólicas açucaradas — drinques, coquetéis e energéticos com álcool —, a coluna Claudia Meireles está interessada em saber o que beneficia o bom funcionamento das artérias, veia e vasos linfáticos a fim de prevenir doenças, como o acidente vascular cerebral (AVC). Segundo o médico Victor Hugo Espíndola, alguns alimentos têm esse potencial.
Na primeira posição da lista elaborada pelo neurocirurgião vascular, estão os peixes ricos em ômega 3, a exemplo do salmão, sardinha e atum. O especialista em doenças cerebrovasculares comenta que esses alimentos são fontes de ácidos graxos e, por isso, reduzem a inflamação vascular, melhoram a função do endotélio das artérias e ajudam no controle dos triglicerídeos.
De acordo com o médico, os ácidos graxos ômega 3 presentes nos peixes diminuem a agregação plaquetária, ou seja, reduzem a formação de trombos. “Esse conjunto de efeitos contribui para menor risco de obstrução das artérias cerebrais e, consequentemente, de AVC isquêmico”, detalha Victor Hugo.
Outros alimentos mencionados pelo especialista são as frutas vermelhas, em especial morango, amora e mirtilo. Essas opções são ricas em antioxidantes e polifenóis, substâncias que combatem o estresse oxidativo, reduzem processos inflamatórios crônicos e atuam para preservar a elasticidade das artérias.
“Esses mecanismos estão diretamente ligados à prevenção da aterosclerose, uma das principais causas de AVC”, acentua o neurocirurgião vascular. Vale destacar que o acidente vascular cerebral é uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil e no mundo. Em 2024, o número de óbitos pela condição chegou a 85.427 casos.

