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Sendo o maior órgão do corpo humano, o fígado desempenha funções importantíssimas. Além de produzir a bile para ajudar na digestão dos alimentos, armazena nutrientes e vitaminas, e combate infecções e doenças. Com uma carga de trabalho tão pesada, não é surpresa que precise de vitaminas, minerais e antioxidantes para funcionar corretamente.

A boa notícia é que, ao consumir certos alimentos e bebidas, podemos garantir que ele funcione bem. A nutricionista Rejane Prado destaca ao Metrópoles que a alimentação é fundamental para a saúde do fígado “porque esse órgão é responsável por metabolizar nutrientes, filtrar toxinas e regular o metabolismo das gorduras e açúcares”.

5PH/Getty ImagesFoto colorida de prto branco com frutas, como morango, kiwi, laranja e mirtilo - Metrópoles

“As melhores frutas para a saúde do fígado são aquelas ricas em antioxidantes, fibras e compostos que ajudam na desintoxicação e na redução da inflamação”, comenta a profissional.

Abaixo, confira 5 opções listadas pela nutricionista Rejane Prado:

5 frutas essenciais para a saúde do fígado, segundo nutricionista - destaque galeria
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Ele abrange aspectos físicos, mentais e sociais

Faça substituições inteligentes na dieta para comer mais saudável
Praticar atividade física é essencial
 Os exercícios ajudam as pessoas a viver de forma mais equilibrada, saudável e feliz
O bem-estar contribui para a prevenção de doenças e melhora a qualidade do sono

 

Segundo Rejane, as fibras presentes nas frutas auxiliam na eliminação de resíduos pelo intestino, diminuindo a sobrecarga hepática. Já os antioxidantes protegem as células do fígado contra danos causados por radicais livres.

A nutricionista ainda destaca que algumas frutas estimulam a produção de enzimas hepáticas e favorecem a regeneração das células do fígado, contribuindo para seu melhor funcionamento.

A detecção de pontos vermelhos no universo primitivo pelo Telescópio Espacial James Webb (JWST) em 2022 instalou um verdadeiro mistério na comunidade científica. No entanto, um novo estudo parece ter revelado a identidade deles. Segundo os cientistas, os objetos são buracos negros supermassivos jovens rodeados por nuvens de gás densas, como se fossem casulos.

A dúvida que pairava na sociedade acadêmica se explica através da diversidade de atributos dos pontos avermelhados. Com características semelhantes, algumas correntes defendiam se tratar de galáxias compactas, enquanto outras diziam ser buracos negros supermassivos – a alternativa correta, segundo o estudo mais recente.

“São buracos negros de menor massa em alto desvio para o vermelho, até onde sabemos, e sugerem uma população de buracos negros supermassivos jovens”, afirmam os pesquisadores no estudo.

A descoberta liderada por pesquisadores da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, e da Universidade de Manchester, no Reino Unido, teve os resultados publicados nessa quarta-feira (14/1) na revista científica Nature.

Primeiras hipóteses

Quando foram descobertos, a primeira teoria era de que os pontos vermelhos eram galáxias compactas e cheias de estrelas. No entanto, uma característica não batia: os objetos foram localizados no universo primitivo, um estágio muito recente para a formação de tantos corpos estelares.

Outros pesquisadores refutavam a ideia das galáxias e afirmavam ser buracos negros supermassivos jovens devido às características que indicavam movimentos rápidos, impulsionados pela força gravitacional de um objeto central.

No entanto, o que intrigava os cientistas defensores da tese é que buracos negros supermassivos emitem raios X ou ondas de rádio e isso não acontecia nos pontos vermelhos. Além disso, os objetos tinham muito massa para estarem no inicio do universo.

Estudo descobre os “casulos” de buracos negros

Ao analisar os espectros de luz dos pontos vermelhos, foi possível identificar que a luminosidade era semelhante à que um buraco negro supermassivo emitiria se estivesse rodeado por uma densa nuvem de gás.

De acordo com os pesquisadores, emissões de raios X ou ondas de rádio não foram identificadas anteriormente pois o “casulo” atrapalha a chegada dos sinais ao James Webb.

Ao calcular a massa dos objetos, os pesquisadores afirmaram que os pontos vermelhos eram 100 vezes mais leves do que se pensava antes.

Juntando as duas descobertas, os cientistas concluíram que os objetos são buracos negros supermassivos em fase de crescimento e acumularam gás ao seu redor.

Novos estudos ajudarão a confirmar se a tese está correta, além de analisar se o casulo de buracos negros é algo comum e como eles podem influenciar o desenvolvimento deles.

 

A célula de câncer chega a parecer escorregadia de tanto que se retorce para fugir de seu perseguidor: uma célula imunológica que busca eliminar a doença do organismo. O jogo de gato e rato microscópico foi capturado em um estudo do microscopista Brandon Scott, que apresentou o vídeno na conferência Cell Bio 2025, em 6 de dezembro.

 

Descrito por ele como um “cabo de guerra mecânico”, o embate entre as células foi capturado em microscópico e realçado depois em cores falsas para avaliar as estratégias de evasão da célula. A imagem mostra que, em vez de englobar a célula do linfoma tipo B, a defesa do organismo só consegue mordiscar suas bordas.

“O que o estudo parece sugerir é que a capacidade de fuga das células representa um fator fundamental da sobrevivência da célula”, disse Scott em entrevista ao Science News.

O início do ano causou um aumento na busca pelas academias aumenta, e o tão falado “projeto Carnaval” ganha ainda mais força com fevereiro batendo à porta. Esse período de pré-Carnaval é crucial para quem deseja melhorar a estética corporal, perder peso e, claro, se preparar fisicamente para os dias de folia.

A combinação de treino e alimentação é fundamental para garantir resultados rápidos e seguros, principalmente se o objetivo é se sentir bem e com mais disposição durante as maratonas de dança, blocos e desfiles.

Musculação: a base para resultados rápidos e duradouros

Em meio ao frenesi do pré-Carnaval, a musculação surge como o método mais eficaz para mudanças visíveis em curto prazo. Segundo o treinador Lucas Florêncio, da Smart Fit, o foco nesse período deve ser no aprimoramento do que já existe, e não em mudanças radicais.

Quer secar até o Carnaval? Saiba como turbinar os treinos - destaque galeria
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Reduz o estresse e a ansiedade, melhora a qualidade do sono, fortalece o sistema imunológico, ajuda a controlar o peso, previne doenças crônicas e aumenta a energia e a autoestima

A prática regular de atividade física é capaz de melhorar a circulação sanguínea, fortalecer o sistema imunológico
Esses benefícios podem ser alcançados em cerca de 1 mês após o início da atividade física regular
As atividades físicas podem ser feitas em qualquer idade, mas é importante fazer uma avaliação médica antes

Durante essas semanas, a musculação visa remodelar os músculos e reduzir o edema, ou seja, a retenção de líquidos que causa o inchaço.

“É possível melhorar bastante o tônus muscular, que é a firmeza do músculo, mesmo em repouso, e reduzir de 2 a 5 quilos de gordura, dependendo do déficit calórico”, explica Florêncio. Contudo, ele alerta que transformações mais expressivas, como o aumento significativo da massa muscular, exigem de 12 a 16 semanas de treino para se consolidar de maneira segura.

Fazer mais atividade física não precisa significar longas horas na academia para trazer benefícios à saúde. Um estudo publicado na última terça-feira (13/1) na revista científica The Lancet indica que pequenas mudanças na rotina — como caminhar alguns minutos a mais por dia ou reduzir o tempo sentado — já estão associadas a um menor risco de morte prematura.

A pesquisa analisou dados de mais de 135 mil adultos de países como Reino Unido, Estados Unidos, Noruega e Suécia. Os participantes usaram acelerômetros, aparelhos que medem o movimento do corpo ao longo do dia.

Com esse aparelho, os cientistas puderam acompanhar com mais precisão quanto tempo cada pessoa passava sentada ou em diferentes níveis de atividade física. O acompanhamento durou, em média, cerca de oito anos.

A importância de se manter em movimento

Os resultados mostraram que até mudanças consideradas modestas fazem diferença. Entre pessoas que já praticavam cerca de 17 minutos diários de atividade física moderada — como uma caminhada em ritmo mais rápido — acrescentar apenas cinco minutos por dia foi associado a uma redução de até 10% no risco de morte por todas as causas.

Mesmo entre os indivíduos mais sedentários, o ganho foi observado: cinco minutos extras de movimento estiveram ligados a uma queda de aproximadamente 6% nesse risco.

O estudo também avaliou o impacto do tempo passado sentado. Pessoas que ficam em torno de 10 horas por dia sentadas poderiam reduzir o risco de morte prematura em cerca de 7% se diminuíssem esse tempo em apenas meia hora diária. Ou seja, levantar mais vezes, caminhar dentro de casa ou no trabalho e evitar longos períodos sem se mexer já pode trazer benefícios relevantes.

Mais movimento = mais tempo de vida

Quando os pesquisadores simularam mudanças um pouco maiores, os efeitos foram ainda mais claros. Aumentar em 10 minutos diários o tempo de atividade moderada esteve associado a uma redução de até 15% no risco de morte na maioria da população estudada. Já reduzir uma hora por dia de comportamento sedentário foi ligado a uma queda de até 13% nesse risco.

Getty Imagesexercícios físicos câncer de intestino
Pessoas com mais de 50 anos devem praticar exercícios de musculação e aeróbicos. Isso ajuda até a reduzir o risco de câncer

Os autores destacam, porém, que o estudo é observacional. Isso significa que ele mostra uma associação entre mais movimento e menor mortalidade, mas não prova que uma coisa causa diretamente a outra.

Além disso, a maior parte dos participantes vivia em países de renda alta e tinha idade média próxima dos 60 anos, o que limita a aplicação direta dos resultados a todas as populações. Ainda assim, a principal mensagem do estudo é que não é preciso começar com grandes mudanças para melhorar a saúde.

Pequenas atitudes — como caminhar um pouco mais, subir escadas, levantar da cadeira com mais frequência ou reduzir o tempo sentado — já se somam ao longo do dia e podem ajudar a aumentar a longevidade. Em outras palavras, cada minuto em movimento conta.

Após o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) visitou o marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nesta quinta-feira (15/1), na Superintendência Regional da Polícia Federal (PF), em Brasília. O ex-chefe do Planalto cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por envolvimento na trama golpista.

A líder do PL Mulher chegou às 9h45 ao local. As visita permanentes, autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), têm duração de 30 minutos e são feitas nas terças e quintas.

Michelle saiu da Superintendência da PF às 10h25, e não falou com a imprensa.

Dilema

Mais cedo, Flávio Bolsonaro afirmou, após a visita ao pai, que o ex-presidente estava com bastante soluço nesta quinta. Segundo Flávio, Bolsonaro vive um dilema, uma vez que o remédio para passar o soluço é o que causa o “desequilíbrio que pode vir a acarretar uma queda”.

A respeito do barulho do ar-condicionado, o senador afirma que Bolsonaro usa um abafador ao longo do dia para lidar com os ruídos, que duram das 7h às 19h.

Esta é a primeira visita de Flávio após pesquisa Genial/Quaest, divulgada na quarta-feira (14/1), mostrar a pré-candidatura dele à Presidência da República consolidada na oposição. Ele aparece com 23% dos votos, atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 39% das intenções de votos, cenário que levaria o pleito a um segundo turno.

Um estudo divulgado pela revista científica Endocrinoly, Diabetes & Metabolism enfatizou que o magnésio ajuda a combater a gordura no fígado, condição popularmente conhecida como esteatose hepática. Diante da verificação, a coluna Claudia Meireles acionou dois hepatologistas para avaliarem a pesquisa e explicarem se, de fato, o suplemento tem esse potencial.

Vice-presidente da Sociedade de Gastroenterologia de São Paulo (SGSP), a médica Marta Mitiko, do Hospital Sírio-Libanês ,é categórica ao esclarecer se o magnésio tem propriedade para combater a gordura no fígado“Obviamente, a resposta é não, não procede”. A especialista destaca: “Há um ponto importante aqui: o que existe até o momento são evidências observacionais.”

Hepatologistas explicam se magnésio ajuda a combater gordura no fígado - destaque galeria
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Os especialistas explicam sobre o consumo de magnésio e a condição de esteatose hepática

O fígado é o órgão que metaboliza as substâncias ingeridas e, por isso, sofre os efeitos do consumo excessivo de bebidas alcoólicas
A alimentação impacta na saúde hepática

“Alguns estudos registraram associação entre maior ingestão e maiores níveis de magnésio no sangue com menor prevalência de esteatose hepática, o que não significa uma relação entre causa e consequência”, defende a gastroenterologista. Com o mesmo ponto de vista, o hepatologista Rodrigo Rêgo Barros, de Recife (PE), reitera ser necessário “ter atenção”.

“De fato, alguns estudos nos apontaram para a possibilidade do magnésio reduzir a gordura no fígado. Mas precisamos ter atenção. São estudos observacionais por meio dos quais não podemos tirar conclusões. A observações é que pessoas que ingeriram mais magnésio tinham menos gordura no fígado”, frisa o membro titular da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH).

Marta Mitiko ainda pontua: “Mesmo que essa correlação se estabeleça com maiores graus de evidência, poderíamos considerar que maiores níveis de magnésio refletem padrões alimentares mais saudáveis e outros fatores de estilo de vida“. Rodrigo acrescenta a respeito do mineral ser encontrado em sementes, vegetais e alimentos ricos em gordura vegetal.

Getty ImagesCápsulas com suplemento de magnésio - Metrópoles
Na avaliação dos dois médicos, ingerir magnésio não combate a gordura no fígado

Ao averiguar a pesquisa, o especialista faz a seguinte indagação: “Será que foi o magnésio que melhorou o fígado dos pacientes ou simplesmente o grupo que ingeria mais do mineral também se alimentava melhor?. O hepatologista prossegue ao reiterar que pequenos estudos mostraram que a ingestão do composto isolado não alterou a saúde hepática.

“Não digo que não serve, mas que ainda não temos evidência científica para isso. Nenhum grande guideline sobre gordura no fígado traz como recomendação o aumento do consumo de magnésio“, reforça Rodrigo.

Já Marta resume: “Não se recomenda suplementar o mineral como tratamento para esteatose hepática, porque faltam evidências científicas robustas. Nenhuma sociedade médica de especialistas indica.”

Getty ImagesFoto colorida de maquete de fígado humano - Metrópoles

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB), comentou o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de aplicar tarifas de 25% a países que mantêm comércio com o Irã. Divulgada na segunda-feira (12/1), a medida ainda não foi oficializada.

De acordo com o vice-presidente, caso a decisão seja formalizada, não deve gerar grandes impactos para a economia brasileira. Ele ressaltou que a relação comercial entre Brasil e Irã é “pequena”, com superávit para o lado brasileiro.

“O Irã é um pequeno participante do comércio exterior brasileiro. Ele está lá no fim da fila, não tem muita relevância. Aliás, somos grandes exportadores, vendemos mais do que compramos deles”, pontuou o vice-presidente em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro.

Alckmin também vê dificuldade na aplicação das tarifas a todos os países que fazem negócios com o Irã, sobretudo os europeus. O Brasil aguarda a publicação da Ordem Executiva para analisar eventuais medidas.

“A gente exporta US$ 2,5 bilhões, e eles (Irã) não exportam nem US$ 200 milhões. Mas não vejo relação [sobre as negociações do tarifaço] e acho que a questão da ‘supertarifação’ é difícil de ser aplicada porque você teria de aplicar em mais de 70 países do mundo, inclusive países europeus”, observou Alckmin.

Tarifas

A imposição da tarifa de 25% faz parte das medidas de retaliação econômica dos EUA contra Teerã, em meio ao acirramento dos protestos contra o regime do aiatolá Ali Khamenei. Um dos motivos para o aumento nas tensões internas é uma crise econômica, resultado de décadas de sanções internacionais.

“Com efeito imediato, qualquer país que faça negócios com a República Islâmica do Irã pagará uma tarifa de 25% sobre todas as transações comerciais realizadas com os Estados Unidos”, disse o presidente dos EUA em um comunicado divulgado na rede social Truth. “Esta ordem é final e irrecorrível”, acrescentou.

O volume de vendas do comércio varejista no país avançou 1,0% em novembro em relação a outubro de 2025. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (15/1), são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os principais destaques positivos são as vendas de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,1%); móveis e eletrodomésticos (2,3%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,2%).


O que é a PMC

A Ilha do Campeche, em Florianópolis, ponto turístico conhecido como “Caribe catarinense”, teve uma queda significativa no excesso de visitantes nesta temporada após adotar um novo modelo de gestão. O levantamento foi divulgado pela Justiça Federal da 4ª Região, que realizou a reunião do Grupo de Trabalho (GT) instituído para coordenar a gestão e proteção do local, realizada na segunda-feira (12/1).

O encontro contou com representantes do Ministério Público Federal (MPF), do município de Florianópolis, da União, SPU, IPHAN, Floram, Capitania dos Portos e associações locais de barqueiros transportadores.

Os números mostram que, nesta temporada de verão, houve sucesso no controle do fluxo turístico, respeitando o limite de 800 visitantes diários. Enquanto na última temporada, até janeiro de 2025, foram 10 dias com extrapolação na ilha, com até 1.883 visitantes em um unico dia, na atual temporada, até o dia 11 de janeiro, somente quatro dias tiveram extrapolação, com no máximo 852 visitantes em um dia.

Falar sobre imunidade costuma remeter a dicas populares que surgem a cada nova estação ou durante surtos de gripe e viroses. Mas para fortalecer o sistema imunológico de verdade e de forma duradoura não é preciso recorrer a receitas da moda.

Segundo a nutricionista Carla Fiorillo, coordenadora de conteúdo da Puravida, o que mais funciona é um conjunto de hábitos simples, consistentes e bem orientados. “O sistema imune é como um time: ele depende da integração de vários fatores para funcionar bem. Não adianta reforçar uma parte e esquecer do restante.”

Imunidade sem modismo: o que realmente funciona, segundo nutricionista - destaque galeria
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Exercitar-se está entre eles

Comer bem também
Hábitos saudáveis aumentam a expectativa de vida
Evite alimentos fritos e doces em prol do bem-estar

Isso inclui, em primeiro lugar, a alimentação. A orientação da nutricionista é apostar em uma dieta variada, rica em frutas, legumes, verduras, cereais integrais e boas fontes de proteína.

“Não existe um único alimento que vai ‘turbinar’ a imunidade, mas sim o conjunto alimentar, que deve fornecer micronutrientes como zinco, selênio, vitamina D, vitamina C e compostos antioxidantes”, afirma.

Cientistas brasileiros identificaram a presença do papilomavírus humano tipo 16 (HPV16) em múmias congeladas. Os resultados vieram após uma investigação sobre dados genômicos dos fósseis.

A descoberta liderada por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) foi publicada em versão pré-print no bioRxiv, em meados de dezembro.


O que é o HPV?


O HPV16 é um subtipo de alto risco, transmitido sexualmente — seja pelo contato pele a pele ou através da mucosa. Quando entra no organismo, o vírus tem grande capacidade de evoluir para câncer.

A presença do vírus foi detectada em Ötzi, o Homem de Gelo, e no Homem de Ust’-Ishim. Eles viveram na Terra há cerca de 5,3 mil anos e 45 mil anos, respectivamente. A descoberta pode mudar o que a ciência sabe sobre a origem do vírus.

“Os resultados indicam que o HPV16 está associado a humanos anatomicamente modernos há muito tempo, provavelmente bem antes das principais divisões populacionais fora da África — ou seja, há 50 a 60 mil anos”, explica um dos autores do artigo, Marcelo  Briones, em entrevista ao portal Live Science.

Como o HPV foi encontrado nas múmias

Os pesquisadores da Unifesp analisaram mais de 5,7 bilhões de leituras de sequenciamento genético coletados nos fósseis com técnicas avançadas. Após testar a presença de vários tipos de HPV, eles constataram que a cepa HPV16 foi a mais consistente.

A reconstrução do genoma viral do Ötzi mostrou que o vírus encontrado nele era mais semelhante ao subtipo do HPV16A1, o mais predominante na Europa – quando encontrada, a múmia estava congelada nos Alpes, localizados na Europa Central. Já a linhagem identificada no Homem de Ust’-Ishim, achado na região asiática da Sibéria, tinha mais ligação com o subtipo HPV16A4, comumente associado a euroasiáticos antigos.

Investigações posteriores também confirmaram que a contaminação por HPV já estava preservada nos restos mortais há muito tempo.

Segundo os pesquisadores, os resultados ainda não mostram que o vírus já causava doenças desde antigamente, mas ajudam a montar a linha do tempo na relação entre o HPV e os humanos, visto que outras teorias sugeriam que ele foi introduzido entre nós através do cruzamento entre Homo sapiens e neandertais.

“A nossa descoberta reforça a ideia de que os papilomavírus humanos oncogênicos não são patógenos recentes, mas sim companheiros de longa data de seus hospedeiros, evoluindo juntamente com primatas e humanos ao longo de extensas escalas de tempo evolutivas”, finaliza Briones.

Após a confirmação de dois casos de intoxicação de bebês no Distrito Federal por consumo de uma fórmula da Nestle, o pediatra Iago Vinícius Gonçales Siqueira Oliveira explicou quais os principais riscos para os bebês após a ingestão do lote contaminado.

O especialista reforçou que os sintomas de contaminação causado por bactérias como o Bacillus Cereus costumam surgir poucas horas após o consumo da fórmula.

“Os sinais mais comuns são vômitos, diarreia, irritabilidade, dor ou distensão abdominal, recusa das mamadas e sonolência excessiva. Em bebês menores, também podem aparecer sinais de desidratação, como boca seca, choro sem lágrimas, diminuição da urina e moleza”, detalhou o médico.

Segundo a também pediatra Isabela Protásio, os sintomas podem evoluir caso o consumo do lote contaminado continue.

“Se esse ciclo não for interrompido, os sintomas podem continuar, levando a casos de desidratação grave e até à possibilidade de choque hipovolêmico, uma condição que necessita de acompanhamento e tratamento em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica”, explicou.

Tratamento

Iago Vinícius reforçou que a maioria das crianças evolui bem ao receber hidratação adequada e cuidados logo no início dos sintomas. “Infelizmente, não existe um ‘antídoto’ para essa toxina. O tratamento é de suporte, focado em evitar desidratação e complicações”, explicou.

Entre as recomendações do pediatra para a melhoras, estão: oferta de líquidos e solução de reidratação oral, em casos moderados ou graves, a hidratação venosa no hospital e também é necessário monitorização clínica, especialmente em bebês pequenos.

“A maioria dos bebês apresenta melhora em 24 a 48 horas, sem sequelas, desde que o atendimento seja feito precocemente”, contou o pediatra.


Lotes contaminados


No Distrito Federal, a Secretaria de Saúde (SES-DF) confirmou, na tarde dessa terça-feira (13/1), a contaminação de dois bebês devido à ingestão da fórmula infantil. De acordo com a pasta, elas têm cerca de um ano de idade e apresentaram sintomas como vômitos persistentes, além de diarreia.

Nestlé

A Nestlé emitiu um comunicado com orientações aos clientes sobre o recolhimento dos produtos.

A empresa divulgou que entre os sintomas podem incluir vômitos persistentes, diarreia ou letargia incomum, geralmente aparecendo em até seis horas após a exposição.

“Se os sintomas não aparecerem, não há motivo para inquietação quanto a qualquer impacto na saúde. Se tiver alguma preocupação com a saúde ou nutrição da criança, recomendamos que o consumidor fale com o seu pediatra ou profissional de saúde. Independentemente da presença de sintomas, os pais e cuidadores devem interromper o uso do produto, de acordo com o aviso de recall”, alertou a Nestle em nota.

A empresa afirmou que não foi notificada dos casos. “A Nestlé informa que, até o momento, não recebeu registros oficiais de casos de internação em seus canais oficiais de atendimento ao consumidor. A companhia segue empenhada em atender todos os contatos recebidos, tratando cada caso de forma individual, em conformidade com seus processos internos e políticas de atendimento”, afirmou.

A Nestlé também reforçou a orientação de que as famílias não ofereçam os produtos dos lotes com recall para as crianças.

“A identificação dos lotes é feita a partir da combinação do nome do produto e faixa etária, gramatura e número do lote, impresso na parte inferior da lata. Caso as informações coincidam com a lista oficial do recall, o consumo deve ser interrompido. Se não coincidirem, o produto não faz parte dos lotes envolvidos e seu consumo é seguro.

O próximo fenômeno astronômico para anotar na lista é o eclipse solar anular, que ocorrerá em 17 de fevereiro. Responsável por criar um dos efeitos visuais mais impressionantes da astronomia, o evento também é conhecido como “anel de fogo”.

O fenômeno será totalmente visível somente em regiões remotas da Antártida e durará um pouco mais de dois minutos. No entanto, estima-se que algumas partes da África e da América do Sul, como o Brasil, verão parcialmente o eclipse, caso as condições climáticas estejam boas no dia.

Caso a sorte não esteja do lado do brasileiro em 2026, será possível ver o anel de fogo novamente em 2027. Cientistas esperam que o próximo eclipse solar anular ocorra em 6 de fevereiro do ano que vem – e este será visível no Brasil.


Como ver o eclipse solar anular com segurança

Como o eclipse envolve diretamente a participação do Sol, é essencial tomar cuidados com algumas ações. Entre elas, estão:


Getty ImagesImagem colorida de pessoa olhando eclipse - Metrópoles
Recomenda-se o uso de óculos especiais certificados ou filtros apropriados para telescópios e binóculos, uma vez que olhar diretamente para o Sol sem proteção pode causar danos permanentes à visão

O que é um eclipse solar anular?

Um eclipse solar anular acontece quando a Lua fica alinhada entre o Sol e a Terra, mas está em um ponto mais distante de sua órbita em relação ao nosso planeta. O posicionamento provoca um efeito que bloqueia totalmente ou parcialmente a luz solar, criando como se fosse um “anel de fogo” ao redor da silhueta do satélite natural.

 

Imagine viver em um local onde o gelo cobre quase tudo durante o inverno. Embora o norte da Europa seja famoso pelo frio, o Japão é quem realmente domina essa categoria climática. O território japonês apresenta volumes de neve que surpreendem até os viajantes mais experientes e as agências de meteorologia do país.

Destinos urbanos mais “brancos” do mundo

Aomori recebe anualmente cerca de 7,9 metros de neve, o que a torna líder global. Por isso, a rotina da população exige um esforço constante para manter as estradas transitáveis.

As paredes de neve nas calçadas tornam-se marcos visuais impressionantes e mudam completamente o cenário de vilas e cidades. Sapporo também se destaca, com média de 4,85 metros, atraindo visitantes do mundo inteiro. Além dela, Toyama registra 3,6 metros de acúmulo por causa de sua localização estratégica na costa japonesa.

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14/1) mostra que o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) tem se firmado na oposição e aparece com 23% dos votos, atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 39% das intenções de votos.

Dessa forma, segundo os responsáveis pelo levantamento, “Flávio se consolida na oposição” a Lula neste momento.

O cenário levaria o pleito a um segundo turno, no qual Lula poderia levar o Palácio do Planalto pela quarta vez, com diferença de sete pontos percentuais.

Em um segundo turno em que seria disputado pelo petista e pelo bolsonarista, Lula aparece com 44% das intenções de voto, e Flávio, com 38%.

Ainda assim, a maioria dos eleitores acredita que um candidato com o nome Bolsonaro tem menos chance do que outros oposicionistas. “(Até) 43% acham que um candidato da oposição fora da família poderia vencer Lula, mas só 34% acham que alguém com o sobrenome Bolsonaro seria eleito”, diz a pesquisa.

Na mesma pesquisa Genial/Quaest, o governo Lula (PT) é desaprovado por 49% dos eleitores e aprovado por 47%. Outros 4% não souberam ou optaram por não responder.

A coleta dos dados foi feita de 8 a 11 de janeiro. O público alvo é de 16 anos ou mais. A margem de erro é estimada em 2 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%.

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