
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou no domingo (25/1) que “já chega de ordens de Washington” no país. Os Estados Unidos têm pressionado pelo petróleo venezuelano desde a prisão de Nicolás Maduro, em 3 de janeiro.
“Já chega de ordens de Washington sobre os políticos na Venezuela. Deixemos que a política venezuelana resolva nossas divergências e nossos conflitos internos. Chega de potências estrangeiras”, disse Delcy em discurso a trabalhadores do setor petrolífero, no estado de Anzoátegui, um dos principais centros de produção de petróleo da Venezuela.
Depois da invasão norte-americana à Venezuela, os Estados Unidos afirmam que têm controle sobre o petróleo do país. Logo após a captura de Maduro, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou a presidente interina, em 4 de janeiro: “Pode pagar um preço alto se não fizer o certo”.
Algumas semanas depois, os Estados Unidos mudaram o tom, ao elogiarem a Venezuela e Delcy Rodriguez pela “cooperação”. Trump afirmou, na semana passada, que os EUA têm 50 milhões de barris de petróleo do país sul-americano. “Venezuela tem sido uma coisa fantástica”, declarou.
Delcy foi às redes sociais após o discurso, fez um agradecimento aos trabalhadores petroleiros e reafirmou que é hora de avançar em reformas na legislação do setor petrolífero venezuelano.
Segundo a líder interina da Venezuela, o país produziu 1,2 milhão de barris de petróleo por dia em 2025, garantindo o abastecimento de combustível em todo o país. Ela ainda diz querer consolidar uma reforma na Lei de Hidrocarbonetos Orgânicos, “que incorpore modelos bem-sucedidos, como as PPPs (Parcerias Público-Privadas)”.
A prática da musculação entre crianças e adolescentes ainda gera dúvidas e receios, especialmente sobre possíveis impactos no crescimento. No entanto, segundo o ortopedista e traumatologista Kaleu Costa Nery, não há comprovação científica de que o treinamento de força, quando bem orientado, prejudique o desenvolvimento físico dos jovens. Pelo contrário, estudos apontam ganhos importantes para a saúde e a prevenção de lesões.
De acordo com Kaleu Costa Nery, membro das Sociedades Brasileiras de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e de Trauma Ortopédico (SBTO), o temor de que a musculação impeça o crescimento de crianças e adolescentes não encontra respaldo na ciência.
Pesquisas nacionais e internacionais indicam que o treinamento de força, quando planejado de forma progressiva e acompanhado por profissionais qualificados, não interfere na altura final nem compromete o desenvolvimento ósseo ou hormonal.
O especialista destaca que, além de seguro, o treino adequado pode trazer benefícios significativos. Entre eles estão o fortalecimento da musculatura e dos ossos, a melhora do desempenho físico geral e a redução do risco de lesões, inclusive em outras modalidades esportivas.
Segundo o ortopedista, o problema não está na musculação em si, mas na forma como ela é conduzida. O uso de cargas excessivas, a prática de overtraining e a ausência de supervisão profissional representam os principais fatores de risco, especialmente durante fases de crescimento acelerado.
As chamadas placas de crescimento, estruturas responsáveis pelo desenvolvimento ósseo, são mais sensíveis nessa etapa da vida. Quando submetidas a cargas inadequadas ou a técnicas incorretas, podem ficar mais suscetíveis a lesões. Por isso, Kaleu reforça que o foco deve estar na qualidade do treino, na progressão gradual dos exercícios e no acompanhamento constante.
Para o especialista, afastar mitos e adotar uma abordagem baseada em evidências é fundamental para garantir que crianças e adolescentes possam praticar atividades físicas de forma segura, saudável e com benefícios a longo prazo.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem conversado com interlocutores sobre a possibilidade de devolver o Caso Master à primeira instância da Justiça. Em meio aos desgastes provocados no decorrer do processo, Toffoli analisará cada passo para decidir se as apurações acerca de irregularidades na tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB) serão mantidas no STF. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também será ouvida.
A Polícia Federal ouve, nesta segunda (26/1) e na terça-feira (27/1), oito investigados na Operação Compliance Zero. É nessa fase de instrução que Dias Toffoli decidirá por eventual remissão do caso à primeira instância.
Hoje, o que segura as investigações no Supremo Tribunal Federal é a suspeita da paticipação de um parlamentar, que tem prerrogativa de foro. O caso chegou ao STF e foi sorteado para Dias Toffoli devido à menção do nome do deputado João Carlos Bacelar (PL-BA).
O nome de Bacelar apareceu em uma reclamação feita pela defesa de Vorcaro ao STF porque o nome dele foi citado em uma apreensão da Polícia Federal. No entanto, nenhuma prova de participação no suposto esquema foi levantada contra o deputado.
Em decisão recente, Toffoli explicou que manteve o processo do Banco Master na Corte devido à menção a Bacelar.
Ao assumir o processo, Toffoli paralisou os andamentos em outras instâncias sem desconsiderar as investigações já realizadas.
“Diante de investigação supostamente dirigida contra pessoas com foro por prerrogativa de função, fixada está a competência da Corte constitucional. Neste sentido, qualquer medida judicial há de ser avaliada previamente por esta Corte e não mais pela instância inferior”, disse Toffoli.
À Justiça de São Paulo, onde também correm investigações contra Vorcaro e atores da Faria Lima, o ministro explicou que:
“Ante a determinação pela prévia submissão de novas medidas ao crivo do STF, a remessa da atual apuração à Corte mostrou-se necessária, na mesma linha acautelatória já adotada nos autos da Reclamação n. 88.121/STF, para que, enquanto não delimitada a real participação da autoridade com foro de prerrogativa no STF, as medidas investigativas sejam conduzidas de forma a evitar futuras alegações de nulidade“, afirmou.
Toffoli lembrou que as investigações feitas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, no âmbito da 8ª Vara Criminal Federal da Seção Judiciária de São Paulo, trazem indícios consistentes dos seguintes delitos:
Antes de decidir sobre um possível retorno do caso à primeira instância, Toffoli deve considerar os depoimentos e ainda submeter o assunto à Procuradoria-Geral da República (PGR). O presidente do STF, ministro Edson Fachin já saiu em defesa de Toffoli e deixou claro que não vai inteferir na decisão do relator.
Ao todo, são oito depoimentos a serem tomados na sede do STF por videoconferência e presencialmente. Foi Toffoli quem definiu os procedimentos para a realização das oitivas no inquérito e também é Toffoli que opinará sobre um possível declínio de competência.
Os analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa de inflação para 4,0% em 2026, ou seja, abaixo do teto da meta. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), houve manutenção. É o que mostra a nova edição do Relatório Focus, divulgada nesta segunda-feira (26/1).
De acordo com o relatório, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, deve terminar este ano em 4,0%, ante 4,02% da semana anterior. Em relação ao PIB de 2026, a projeção foi mantida em 1,8%.
Segundo o Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para este ano é de 3%. Como há intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, a meta será cumprida se ficar entre 1,5% e 4,5%.
Os preços de bens e serviços do país avançaram 0,33% em dezembro. No ano de 2025, a inflação acumulou alta de 4,26%, o que representa o estouro do centro da meta em 2025, mas valor abaixo do teto.
Para 2027, o índice esperado foi mantido em 3,80%.
Segundo o Focus, o PIB do Brasil para 2026 deve ter crescimento de 1,8%, a mesma projeção da semana passada.
Para 2027, a previsão de crescimento da economia foi mantida em 1,80%. Para 2028, a estimativa foi mantida em 2%. Em 2024, o PIB brasileiro fechou em alta de 3,4%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em relação à taxa básica de juros da economia, a Selic, o mercado financeiro manteve a estimativa para o fim de 2026 em 12,25% ao ano.
Para 2027, a projeção foi mantida em 10,50% ao ano. Para 2028, o mercado aumentou a estimativa para a Selic de 9,88% para 10% ao ano.
Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a Selic foi mantida em 15%. A próxima reunião do colegiado está marcada para 27 e 28 de janeiro.
A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para controlar a inflação. A Selic é utilizada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia.
Os analistas consultados pelo BC mantiveram a projeção para o dólar em 2026 em R$ 5,50.
Para 2027, a estimativa se subiu de R$ 5,50 para R$ 5,51.
Para 2028, o mercado manteve em R$ 5,52.
O Relatório Focus resume as expectativas de mercado coletadas até a sexta-feira anterior à divulgação. O boletim é divulgado, normalmente, às segundas-feiras.
A cantora Gabi Luthai deu à luz Matteo, seu segundo filho com o empresário Teo Teló, irmão de Michel Teló, no último sábado (24/1). O bebê nasceu em uma maternidade de São Paulo, e a informação foi compartilhada pela própria artista nas redes sociais.
Por meio do Instagram, Gabi publicou imagens do parto e dos primeiros momentos com o recém-nascido. Em alguns dos registros, ela aparece ao lado do marido, segurando o bebê nos braços. A cantora também mostrou o encontro entre Pietro, seu filho mais velho, e o novo integrante da família.
A artista ainda divulgou fotos ao lado da equipe médica e de familiares que acompanharam o nascimento. Entre as visitas, esteve a cantora Lexa, amiga próxima de Gabi, que foi até a maternidade para conhecer Matteo e prestar apoio à família.
Na legenda da publicação, Gabi celebrou a chegada do filho com a seguinte mensagem:
“Bem-vindo, Matteo. 24/01/2026 fomos tomados mais uma vez pelo amor incondicional. Que benção ter vc em nossas vidas, te amamos!”
A publicação rapidamente recebeu uma série de mensagens de carinho de amigos, fãs e familiares. Entre elas, a atriz Thais Fersoza, esposa de Michel Teló, comemorou a chegada do sobrinho:
“Mais um amor das nossas vidas! Bem-vindo Matteo!”.
Há décadas, cientistas perceberam que raramente um paciente com Alzheimer tem histórico de câncer. Um novo estudo feito com camundongos dá um passo importante para solucionar este mistério e, possivelmente, ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos contra a doença, que é o tipo mais comum de demência em pessoas idosas.
A pesquisa publicada na revista Cell, nessa quinta-feira (22/1), mostrou que uma proteína produzida por células cancerígenas se infiltra no cérebro e ajuda a desfazer os aglomerados de proteínas que encontra por lá.
Esse acúmulo de proteínas, especialmente as beta-amiloide, é apontado como um dos principais causadores do Alzheimer. As placas que se formam entre os neurônios prejudicam a comunicação celular, causam inflamação e levam à perda da memória e ao declínio cognitivo.
O novo estudo é fruto de 15 anos de pesquisa do neurologista Youming Lu, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong. Durante o experimento, três tipos de tumores humanos — pulmão, próstata e cólon — foram transplantados em modelos animais com Alzheimer.
Entre eles, os camundongos com câncer não desenvolveram aglomerados de placas no cérebro.
Após analisar as proteínas secretadas pelas células cancerígenas, os pesquisadores chegaram a uma única que era capaz de atravessar a barreira hematoencefálica e infiltrar o cérebro, a cistatina C.
Novos testes feitos nos animais mostraram que a cistatina C se liga às moléculas que formam as placas cerebrais relacionadas ao Alzheimer, ativando outra proteína, a TREM2, que sinaliza as células do sistema imunológico de que é preciso proteger o cérebro.
O mais surpreendente foi ver que essas células trabalham para eliminar as placas. No estudo, os ratos que passaram por esse processo tiveram melhores resultados em testes cognitivos.
Agora, os pesquisadores estudam se esse mesmo mecanismo acontece em humanos. Se for confirmado, eles podem abrir caminho para uma nova geração de pesquisas sobre medicamentos voltados à prevenção e tratamento do Alzheimer.
Uma metanálise com dados de mais de 9,6 milhões de pessoas, publicada em 2020, mostrou que o diagnóstico de câncer em algum momento da vida estava associado à redução de 11% na incidência de Alzheimer.
Ainda assim, é difícil fazer a relação direta entre as duas doenças, uma vez que vários outros fatores podem influenciar esta equação. Um paciente oncológico poderia ter falecido antes de chegar à idade em que os sintomas do Alzheimer costumam aparecer ou ter o comprometimento cognitivo devido ao uso de medicamentos do tratamento do tumor, dificultando a separação dos diagnósticos, por exemplo.
A influencer Amanda Fróes passou por uma situação constrangedora e desconfortável na última terça-feira (20/1) em um restaurante japonês, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio de Janeiro. A atriz e ativista LGBTQIAPN+ contou, nas redes sociais, que sofreu desarranjo intestinal no estabelecimento.
“Era feriado de São Sebastião, eu fui ao restaurante japonês, estava com muita vontade de comer sashimi. Só queria sair, comer e me divertir”, começou ela, que passou a noite inteira de idas e vindas ao banheiro, precisando de atendimento ambulatorial no Hospital Samaritano na Barra.
“Eu comecei a comer os sashimis e pedi uma água da casa… A diarreia foi instantânea. De repente me vi toda cagada, na mesa do restaurante, em meio a todas as pessoas. Aí me pergunto: será que o peixe não estava estragado? Será que a água era mesmo filtrada ou da torneira?” disparou a influencer.
Amanda Fróes ainda fez um alerta importante e relatou que o restaurante foi negligente e fez pouco caso da situação: “Foram desumanos comigo, não me ofereceram atendimento médico nem nenhuma assistência. O gerente só queria saber da manta que eu estava enrolada para as pessoas não verem que eu estava toda suja”, contou ela.
E seguiu: “Foi algo sério, muito grave. E os estabelecimentos têm que saber lidar com essas situações. Acolher essa pessoa, levá-la para um lugar reservado no restaurante e oferecer um banho, toalhas, vestimentas limpas e se for o caso pedir ajuda médica e chamar um veículo pra deixar essa pessoa em casa”, criticou.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta sexta-feira (23/1) que vê com cautela, mas também com expectativa, as conversas trilaterais em andamento entre delegações da Ucrânia, dos Estados Unidos e da Rússia, realizadas nos Emirados Árabes Unidos.
“Veremos como a conversa se desenrola hoje e amanhã e quais serão os resultados”, disse. “Ainda é muito cedo para conclusões.”
Em pronunciamento, o líder ucraniano destacou a importância do diálogo — o primeiro nesse formato desde a invasão russa em larga escala, em 2022 —, mas evitou tirar conclusões antecipadas sobre possíveis avanços rumo ao fim da guerra.
Apesar de reconhecer o simbolismo do encontro, o presidente reforçou que é cedo para avaliar resultados concretos. “É necessário que não apenas o desejo ucraniano de pôr fim a esta guerra exista, mas que um desejo semelhante nasça de alguma forma na Rússia”, destacou.
A delegação ucraniana é liderada pelo ministro da Defesa, Rustem Umerov, e inclui nomes centrais da cúpula política e militar do país, como o chefe da inteligência, Kyrylo Budanov, e o chefe do Estado-Maior General, Andrii Hnatov, que deve se juntar às conversas nos próximos dias.
Do lado russo, o grupo é chefiado pelo almirante Igor Kostyukov, diretor da inteligência militar, e composto apenas por representantes do Ministério da Defesa.
O assessor presidencial Yury Ushakov afirmou que, sem resolver a questão territorial, não há base para uma paz de longo prazo, reiterando que Moscou seguirá perseguindo seus objetivos “no campo de batalha”.
As conversas em Abu Dhabi ocorrem em meio a uma nova maratona diplomática pela paz na Ucrânia.
Na quinta-feira (22/1), o enviado especial do presidente Donald Trump, Steve Witkoff, reuniu-se por mais de três horas com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou.
Segundo o Kremlin, o encontro foi “substancial” e “franco”, embora autoridades russas tenham ressaltado que ainda há obstáculos significativos.
Witkoff alehou que as tratativas estariam concentradas em “uma única questão”, sinalizando que um acordo poderia estar ao alcance.
O Atlético-MG anunciou na tarde desta sexta-feira (23/1) a contratação do atacante colombiano Mateo Cassierra, vindo do Zenit, da Rússia. O atleta de 28 anos chegou a Belo Horizonte nessa quarta-feira (21/1), realizou exames médicos e assinou com o Galo um contrato com duração de quatro anos.
Confira as primeiras palavras do jogador como atleta do Galo:
Mateo Cassierra tem 28 anos e é natural de Barbacoas, na Colômbia. Ele iniciou a carreira no Deportivo Cali e depois se transferiu para a Europa. No Ajax, da Holanda, ele atuou na equipe B e também na principal. Ele foi emprestado ao Groningen e, logo depois, foi para o futebol argentino, para defender as cores do Racing.
Ele voltou para a Europa, onde atuou pelo Belenenses SAD e, durante a temporada 2021/22, foi para o Sochi, da Rússia. Ele chegou ao Zenit na temporada 2022/23. Com a camisa do clube, ele jogou em 93 partidas e marcou 61 gols.
Mateo Cassiera é o sexto reforço do Atlético-MG para a temporada. Antes dele, o Galo anunciou as chegadas de Renan Lodi, Alan Minda, Maycon, Preciado e Victor Hugo.
A flacidez nos braços é um desafio comum para muita gente. Isso acontece quando a pele perde sua elasticidade e os músculos não são estimulados adequadamente.
Para combater o “tchauzinho”, é preciso adotar uma rotina de exercícios que foquem no fortalecimento da região.
Se você está procurando formas de melhorar a aparência dos seus braços, saiba que o processo pode ser simples. Com treino adequado, é possível conquistar braços mais firmes em pouco tempo!
A personal trainer Carol Borba compartilhou um treino eficaz, utilizando apenas dois halteres, para te ajudar a alcançar esse objetivo.
Para iniciar, você precisa de apenas dois halteres e um espaço confortável. O primeiro exercício proposto por Carol Borba é a rosca alternada, um movimento clássico para fortalecer os bíceps.
Fique de pé, com os pés paralelos, alinhados à largura dos ombros.
Segure um haltere em cada mão, com as palmas voltadas para frente e os braços estendidos ao lado do corpo.
Comece a alternar os braços, flexionando um de cada vez até a altura do ombro, mantendo os cotovelos fixos ao lado do tronco.
Abaixe o halter de volta ao lado do corpo e repita o movimento com o outro braço.
Benefícios: A rosca alternada é excelente para trabalhar os bíceps e definir a parte superior do braço. Além disso, ela ajuda a melhorar a resistência muscular e a coordenação entre os membros.
O segundo exercício de Carol Borba é a rosca cruzada, uma variação da rosca que exige maior ativação dos músculos do braço e também do peito. Esse movimento traz benefícios ao trabalhar de forma mais intensa os músculos dos antebraços e bíceps.
Fique de pé com os pés alinhados à largura dos ombros.
Segure um haltere em cada mão, com as palmas voltadas para o corpo e os braços estendidos ao lado do corpo.
Levante um dos halteres em direção ao ombro oposto, cruzando os braços à frente do corpo.
Retorne à posição inicial e repita o movimento alternando os braços.
Benefícios: Esse exercício ajuda a desenvolver a força e a definição dos bíceps e antebraços, além de melhorar a flexibilidade dos ombros. O cruzamento dos braços aumenta a intensidade do movimento, acelerando os resultados.
A remada curvada é excelente para trabalhar os músculos das costas, mas também ativa os músculos do braço, especialmente os tríceps. Ela é uma das melhores opções para quem deseja melhorar a firmeza dos braços.
Com os pés alinhados à largura dos ombros, segure os halteres com as palmas das mãos viradas para o corpo.
Incline o tronco para frente, mantendo a coluna reta.
Puxe os halteres em direção ao corpo, dobrando os cotovelos para trás, e depois retorne à posição inicial.
Benefícios: A remada curvada trabalha a parte posterior do braço, além de fortalecer as costas. A postura correta é fundamental para evitar lesões e garantir que o movimento foque nos músculos certos.
A clássica flexão de braços, ou “push-up”, é um dos exercícios mais eficazes para a tonificação dos braços. Ela não exige equipamentos e pode ser feita em qualquer lugar, desde que você tenha um espaço adequado.
Deite-se de barriga para baixo e coloque as mãos no chão, alinhadas com os ombros.
Mantenha o corpo reto, tensionando os músculos do abdômen e das pernas.
Flexione os cotovelos para descer o corpo até quase tocar o chão, e então empurre-se para cima, retornando à posição inicial.
Benefícios: As flexões trabalham tanto os braços quanto o peito e os ombros, proporcionando um ótimo treino de resistência. Esse exercício é essencial para quem busca definição muscular e redução da flacidez.
Veja o vídeo completo de Carol Borba.
Agora que você conhece os exercícios que Carol Borba recomenda, é importante saber como estruturá-los em uma rotina eficaz. Aqui está uma sugestão para começar:
Aquecimento (5 a 10 minutos): Faça uma leve caminhada ou corrida no lugar, seguido de alongamentos dinâmicos para preparar o corpo.
Treino:
Realize 3 séries de cada exercício.
Repita 10 a 15 repetições por série, dependendo do seu nível de condicionamento físico.
Dê uma pausa de 30 a 60 segundos entre cada série.
Alongamento (5 a 10 minutos): Ao final do treino, faça alongamentos para os braços, ombros e costas.
Essa rotina pode ser feita 2 a 3 vezes por semana, sempre com um dia de descanso entre os treinos. Lembre-se de que os resultados dependem da consistência e da combinação com uma alimentação balanceada.
Além dos exercícios, aqui estão algumas dicas extras que podem te ajudar a acelerar o processo de tonificação dos braços:
Alimente-se bem: Proteínas são essenciais para a recuperação muscular. Inclua alimentos como ovos, frango e leguminosas em sua dieta.
Mantenha-se hidratado: A hidratação é fundamental para a saúde da pele e dos músculos.
Aumente a carga gradualmente: Para continuar desafiando os músculos, aumente o peso dos halteres à medida que ganhar força.
Evite exageros: Embora seja importante se esforçar, é essencial dar tempo para os músculos se recuperarem entre os treinos.
Acabar com a flacidez nos braços exige consistência, disciplina e o treino adequado. Com os exercícios certos e o acompanhamento de profissionais como Carol Borba, é possível alcançar ótimos resultados. Lembre-se de que, além dos treinos, o descanso e a alimentação desempenham um papel importante na tonificação muscular.
Agora, é só colocar as dicas em prática e ter paciência: os resultados virão, e seus braços ficarão mais firmes e definidos, pronto para mostrar ao mundo o esforço que você colocou em cada repetição!
A libido é o termo usado para descrever o desejo sexual de uma pessoa. Esse desejo pode ser influenciado por diversos fatores, como hormônios, saúde física e mental e até a alimentação. Em alguns momentos da vida, ela pode diminuir, o que pode afetar a qualidade da vida sexual. Se você está buscando maneiras de melhorar sua libido, a alimentação pode ser uma aliada poderosa. Existem vários alimentos que são conhecidos por estimular o desejo sexual, proporcionando mais energia e vitalidade para o corpo e mente.
Chocolate amargo
O chocolate amargo é um dos alimentos mais conhecidos por suas propriedades que ajudam a aumentar a libido. Ele contém feniletilamina, uma substância que estimula a liberação de endorfinas, hormônios associados ao prazer.
Pesquisadores da Universidade de Würzburg, na Alemanha, em parceria com cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, descobriram como os tumores do câncer de pâncreas conseguem crescer tão rápido sem chamar a atenção do sistema imunológico.
Segundo o estudo, as células cancerígenas usam um mecanismo interno para se “esconder” das defesas naturais do corpo, que são ativadas justamente pelo sistema imunológico.
Isso faz com que a doença avance sem ser combatida e também ajuda a explicar por que esse tipo de câncer costuma ser diagnosticado só em estágios mais avançados. A descoberta foi publicada na revista científica Cell nessa quinta-feira (22/1).
Para entender como o câncer de pâncreas consegue crescer rápido sem ser visto, os pesquisadores estudaram células tumorais em laboratório e fizeram testes em animais. O foco era observar o comportamento das células em situações de crescimento acelerado, que são bem comuns nesse tipo de tumor.
Durante os experimentos, a equipe identificou que as células cancerígenas ativavam um mecanismo interno que consegue eliminar sinais que normalmente chamariam a atenção do sistema imunológico.
Em uma segunda etapa, os cientistas modificaram geneticamente essas células através da proteína MYC para impedir o mecanismo e acompanharam a resposta do organismo.
Depois das análises, os resultados mostraram que, quando esse processo de camuflagem era interrompido, o sistema imunológico conseguia reconhecer o tumor e reagir contra ele, reduzindo as lesões.
O estudo mostrou que o mecanismo usado pelo câncer de pâncreas para se esconder do sistema imunológico está ligado à proteína MYC, que já é conhecida por estimular o crescimento rápido dos tumores. Em situações normais, essa proteína se liga ao DNA e ativa genes que fazem as células se multiplicarem.
Porém, os pesquisadores observaram que nos tumores que crescem mais agressivos, o MYC age de outra maneira. Em vez de se ligar ao DNA, a proteína se conecta ao RNA, que é a molécula envolvida na produção de proteínas dentro da célula.
Assim, o MYC ajuda a eliminar as estruturas genéticas defeituosas que normalmente funcionariam como sinais de alerta para o sistema imunológico. Sem esses avisos, as defesas do organismo não são ativadas e o tumor consegue crescer sem ser identificado.

A principal conclusão dos pesquisadores foi que o crescimento acelerado do câncer de pâncreas não depende só da multiplicação das células, mas também da capacidade do tumor de enganar o sistema imunológico.
A pesquisa mostrou que essas duas funções acontecem de forma independente dentro da proteína MYC. Isso significa que é possível interferir no mecanismo usado pelo tumor para se esconder, sem afetar diretamente o processo de crescimento celular.
De acordo com os autores do estudo, a descoberta tem um grande potencial para novas abordagens terapêuticas no tratamento do câncer de pâncreas. A ideia é permitir que o organismo volte a identificar o câncer e atue contra a doença, o que pode contribuir para tratamentos menos invasivos e mais eficazes no futuro.
Que o Rio de Janeiro continua lindo todo mundo já sabe. Porém, não são apenas as belezas da capital que encantam os turistas e locais. Com uma distância de cerca de 153 km, outro paraíso também entrega uma orla magnífica, digna do título de “Caribe brasileiro”. Estamos falando de Cabo Frio, na Região dos Lagos.
Dono de um azul de tirar o fôlego, o mar das praias de Cabo Frio conquista qualquer pessoa pela beleza de sua água cristalina. No entanto, também é conhecido por ser bastante gelado, fruto de um fenômeno chamado ressurgência oceânica — responsável tanto pela transparência, quanto pelas temperaturas baixas.
A partir de correntes profundas do Oceano Atlântico, que sobem à superfície cheias de nutrientes, a característica sustenta a vida marinha do local e garante o tom de azul-turquesa nas águas. Para muita gente, na verdade, encarar uma água geladinha não é um problema, já que o calor é predominante na região.

Com uma grande faixa de areia e um monumento histórico, a praia mais famosa é a Praia do Forte. Além disso, seu roteiro também conta com outras opções: é possível caminhar pelo calçadão ou até passear pelas dunas da região. Confira outras visitas imperdíveis para quem escolhe o destino:
Quem visitar Cabo Frio, poderá desfrutar de uma culinária baseada na gastronomia portuguesa e pratos feitos a partir da pesca artesanal — um dos preparos tradicionais é o peixe com banana e pirão. Durante a noite, uma boa pedida é visitar o Bairro da Passagem, que conta com estabelecimentos muito charmosos construídos nas edificações históricas.

Para aquelas pessoas que gostam de inovar nos looks durante a viagem, vale a visita na famosa Rua dos Biquínis (Shopping Gamboa). Lá, é possível fazer um passeio que reúne economia criativa, turismo de compras e experiências gastronômicas pelo Boulevard Canal.
O Sol não é a maior das preocupações na hora de escolher o período da viagem, já que o calor é constante quase o ano todo. No entanto, as altas temporadas de férias podem ser menos proveitosas devido ao fluxo grande de pessoas e engarrafamentos. É importante planejar a visita de acordo com a intensidade dos ventos e temperatura da água.
Confira os dados do Climatempo:

Partindo da capital carioca, o acesso a Cabo Frio é feito pela Ponte Rio-Niterói seguida pela Via Lagos (RJ-124). Com trajeto duplicado e bem sinalizado, o percurso de carro dura cerca de 2h30, a depender do trânsito na saída do Rio e feriados.
De ônibus, é possível contar com partidas diárias da Rodoviária Novo Rio. Para quem quer ir de avião, o Aeroporto Internacional da cidade também recebe voos sazonais e de outras capitais brasileiras.
Se você começa a correr e já cansa nos primeiros minutos, não precisa se preocupar. Isso é mais comum do que parece. Muitos homens sentem falta de ar ou perdem o ritmo logo no início do treino.
O corpo pode estar despreparado, a respiração errada ou até a alimentação inadequada. Tudo isso faz diferença. A boa notícia é que com pequenos ajustes dá para melhorar o fôlego rapidamente.
A seguir, descubra as principais causas de por que você cansa rápido correndo e o que fazer para mudar isso.
O motivo mais comum é simples: o corpo ainda não está adaptado ao esforço da corrida. Correr exige mais do coração, pulmões e pernas. Mesmo quem faz musculação sente diferença.
Comece alternando corrida e caminhada.
Aumente o tempo de corrida a cada semana.
Descanse um dia entre os treinos para recuperar.
Com o tempo, o corpo melhora o uso do oxigênio e o cansaço diminui naturalmente.
Respirar errado acelera o cansaço. Muitos corredores usam apenas o tórax, e o ar não chega direito aos pulmões. Isso limita o oxigênio e prejudica o desempenho.
Inspire pelo nariz e solte o ar pela boca.
Use o abdômen, expandindo-o a cada respiração.
Mantenha o ritmo constante, sem prender o ar.
Uma boa dica é acompanhar a respiração com os passos. Inspire em dois passos e expire em dois. Com o tempo, o corpo se adapta e o fôlego melhora.
Muita gente cansa rápido porque come mal antes de correr. Treinar de estômago vazio ou após uma refeição pesada reduz a energia e o rendimento.
Faça uma refeição leve de 1 a 2 horas antes da corrida.
Prefira carboidratos complexos como aveia, banana ou pão integral.
Evite alimentos gordurosos e muito pesados.
Hidrate-se antes, durante e depois do treino.
Uma boa nutrição fornece energia suficiente e evita o cansaço precoce.
A corrida exige músculos fortes para manter o corpo estável. Quando as pernas e o abdômen estão fracos, o esforço aumenta e o cansaço aparece mais cedo.
Faça treinos de força duas vezes por semana.
Dê foco a agachamentos, avanços e pranchas.
Trabalhe o core para sustentar melhor o movimento.
Músculos fortalecidos melhoram a postura e reduzem a fadiga durante a corrida.
Muitos corredores saem rápido demais e queimam energia no início. O corpo não acompanha o ritmo e o fôlego acaba antes da hora.
Comece devagar, especialmente nos primeiros 10 minutos.
Mantenha um ritmo em que consiga conversar sem perder o ar.
Use aplicativos ou relógios esportivos para controlar a frequência cardíaca.
Ajustar o ritmo é essencial para correr mais tempo e com menos esforço.
Alguns fatores extras também explicam por que você cansa rápido correndo. Eles podem parecer pequenos, mas influenciam muito no desempenho.
Sono insuficiente: o corpo não se recupera e perde energia.
Sedentarismo: ficar muito tempo parado reduz o fôlego.
Falta de alongamento: músculos encurtados prejudicam o movimento.
Problemas respiratórios: podem limitar o desempenho e exigem avaliação médica.
Preste atenção a esses detalhes. Juntos, eles fazem diferença no rendimento.
Agora que você já sabe o que pode causar o cansaço, é hora de agir. Algumas mudanças simples na rotina ajudam a aumentar a resistência e correr com mais disposição.
Quer correr mais tempo e cansar menos? Algumas estratégias simples ajudam muito.
Faça treinos intervalados, alternando corrida rápida e trote leve.
Aumente o tempo e a distância de forma gradual.
Fortaleça o abdômen e as pernas com exercícios de força.
Alongue-se após os treinos para melhorar a recuperação.
Durma bem e respeite o descanso.
Esses hábitos aumentam o condicionamento e fazem o corpo usar o oxigênio de forma mais eficiente.
Para evitar o cansaço, é essencial descobrir seu ritmo ideal de corrida. Ele depende da frequência cardíaca (FC) e da sensação de esforço.
A tabela abaixo mostra uma referência prática:
| Zona de Esforço | % da FC Máxima | Sensação durante a corrida | Tipo de treino ideal | Cansaço esperado |
|---|---|---|---|---|
| Zona 1 – Leve | 50% a 60% | Respiração tranquila, consegue conversar normalmente | Aquecimento e regenerativo | Muito baixo |
| Zona 2 – Moderada | 60% a 70% | Respiração ritmada, conversa possível com pequenas pausas | Corrida base e resistência | Baixo |
| Zona 3 – Forte | 70% a 80% | Fôlego curto, fala com dificuldade | Corrida moderada e treinos de tempo | Médio |
| Zona 4 – Intensa | 80% a 90% | Respiração pesada, difícil conversar | Treinos intervalados e de velocidade | Alto |
| Zona 5 – Máxima | 90% a 100% | Fôlego no limite, esforço total | Sprint e provas curtas | Muito alto |
Dica: Para calcular sua frequência cardíaca máxima, use a fórmula básica:
220 – sua idade.
Depois, use as porcentagens da tabela para descobrir sua zona ideal de treino.
Exemplo: um homem de 35 anos tem FC máxima de 185 bpm.
Se ele quiser correr em ritmo moderado (Zona 2), deve manter os batimentos entre 110 e 130 bpm.
Cansar rápido correndo não é sinal de fraqueza, mas de que seu corpo ainda está se adaptando ao esforço. Com paciência, treino regular e atenção à respiração e à alimentação, o fôlego aumenta naturalmente.
O segredo é respeitar seu ritmo, evoluir de forma gradual e não desistir nos primeiros dias. Em poucas semanas, você vai perceber que o corpo responde melhor e aquele cansaço que parecia insuperável vai virar lembrança.
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) descartou a participação de outros profissionais de saúde nas mortes ocorridas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF).
Segundo fontes ligadas à investigação, a autoria dos crimes se restringe aos três técnicos de enfermagem presos no caso.
De acordo com os investigadores, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, de 28 e 22 anos, respectivamente, são os únicos apontados como responsáveis pelos homicídios apurados até o momento.
“No início, investigamos várias pessoas. Todas foram descartadas. Do hospital, já descartamos todo mundo que estava trabalhando. Só se depois aparecer alguma coisa nos celulares envolvendo alguém de fora”, afirmou uma fonte da apuração à coluna.
A investigação teve início em 23 de dezembro de 2025, quando a PCDF recebeu uma denúncia considerada atípica: o próprio hospital informou suspeitas de assassinatos cometidos dentro da UTI por técnicos de enfermagem.
As vítimas — João Clemente Pereira, de 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, de 33, servidor dos Correios; e Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada, de 75 anos — não se conheciam, tinham idades diferentes e moravam em regiões distintas. O único ponto em comum era o período de internação na UTI do Hospital Anchieta, entre novembro e dezembro do ano passado.
Em nota, a instituição informou que identificou circunstâncias atípicas relacionadas à atuação dos três técnicos. Com base em uma investigação interna, o hospital solicitou a abertura de inquérito policial e a adoção de medidas cautelares, incluindo a prisão dos envolvidos, que já haviam sido desligados da unidade.
Após receber a denúncia, a PCDF recolheu imagens do circuito interno de segurança, ouviu testemunhas e manteve troca constante de informações com o hospital.
Com o inquérito em estágio avançado, a primeira fase da Operação Anúbis foi deflagrada em 11 de janeiro, resultando na prisão de dois dos investigados. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços de Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal.
Na última quinta-feira (15/1), a polícia cumpriu o terceiro mandado de prisão temporária. Novas apreensões de dispositivos eletrônicos ocorreram em Ceilândia e Samambaia.
Os celulares apreendidos durante a operação foram encaminhados ao Instituto de Criminalística da PCDF para análise pericial. A quebra de sigilo busca identificar pesquisas, mensagens e eventuais trocas de informações entre os investigados.
Segundo o delegado Maurício Iacozzilli, após a conclusão do inquérito que apura as três mortes já confirmadas, a polícia deve instaurar um novo procedimento para verificar se há outros homicídios ligados aos plantões dos suspeitos.
“Vamos cruzar dados de óbitos registrados nos dias de plantão dos investigados, não apenas no Hospital Anchieta, mas também em outras unidades de saúde onde eles tenham atuado ao longo da carreira”, afirmou.
As alterações no olfato costumam ser vistas como um problema passageiro e de pouca relevância clínica. Em geral, são atribuídas a gripes, alergias ou, mais recentemente, à Covid-19. No entanto, evidências científicas acumuladas nas últimas décadas mostram que, em certos contextos, mudanças sutis na percepção de cheiros podem ser um sinal precoce de doenças neurológicas, incluindo o Alzheimer.
Reconhecer quando a perda do olfato é um achado benigno e quando merece investigação médica é essencial para o diagnóstico precoce, o acompanhamento adequado e a preservação da qualidade de vida.
O sistema olfatório tem uma característica singular entre os sentidos: suas vias se conectam diretamente a regiões do cérebro ligadas à memória, às emoções e ao comportamento, como o bulbo olfatório, o sistema límbico e o córtex entorrinal. Diferentemente da visão ou da audição, os estímulos do olfato não passam primeiro pelo tálamo, alcançando rapidamente estruturas profundas do cérebro.
Essas regiões estão entre as primeiras a sofrer alterações estruturais e funcionais no processo neurodegenerativo do Alzheimer. Por isso, estudos mostram que déficits na identificação, discriminação e no reconhecimento de odores podem surgir anos antes dos sintomas cognitivos clássicos, funcionando como um marcador funcional precoce.
Pesquisas recentes indicam que testes simples de identificação de odores, combinados a avaliações cognitivas breves, podem ajudar a identificar pessoas com maior risco de declínio cognitivo, ampliando as possibilidades de triagem em ambientes clínicos e na atenção primária.
Apesar da atenção dada à covid-19, a maioria das alterações do olfato tem causas não neurológicas. Entre as mais comuns estão a rinite alérgica, a rinossinusite crônica, diversas infecções virais, tabagismo, uso de certos medicamentos, exposição a substâncias irritantes e traumatismos cranianos.
Nesses casos, a perda do olfato costuma vir acompanhada de sintomas nasais ou respiratórios e tende a melhorar com tratamento específico. Diferenciar corretamente causas locais de causas neurológicas é essencial para evitar alarmismo e atrasos no diagnóstico.
O sinal de alerta surge quando a alteração do olfato é progressiva, persistente e não se explica por doenças nasais evidentes. O risco é maior quando o sintoma aparece em pessoas com mais de 60 anos ou se associa a queixas cognitivas sutis, como lapsos de memória, dificuldade de concentração ou mudanças de comportamento.
Nesses cenários, a alteração olfatória deve ser interpretada como parte de um quadro clínico mais amplo, e não como um achado isolado.
A abordagem inicial costuma incluir avaliação otorrinolaringológica, com o objetivo de excluir causas inflamatórias ou estruturais nasais. Na ausência de explicação local, ou diante de sinais neurológicos associados, a investigação deve prosseguir com avaliação neurológica e neuropsicológica.
O conceito atual de diagnóstico do Alzheimer evoluiu para um modelo baseado em biomarcadores, reconhecendo que o processo patológico começa muito antes da manifestação clínica evidente. Nesse contexto, o olfato pode atuar como um sinal sentinela acessível, orientando a necessidade de acompanhamento mais próximo.
A identificação precoce permite um melhor planejamento de cuidados, controle de fatores de risco modificáveis, orientação adequada de pacientes e familiares e preservação da autonomia e da segurança.
A perda do olfato afeta não apenas o prazer alimentar e social, mas também a segurança no dia a dia, ao reduzir a percepção de fumaça, vazamento de gás e alimentos estragados. Em certos contextos, pode ser um sinal silencioso de que o cérebro está em processo de mudança.
Reconhecer esse sintoma com atenção, equilíbrio e base científica contribui para uma abordagem mais preventiva, humana e orientada ao futuro da medicina.
