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O sucesso das chamadas “canetas emagrecedoras” na perda de peso fez disparar a procura por medicamentos como Mounjaro, Ozempic e Wegovy. Mas, junto com os resultados na balança, cresce uma preocupação importante: será que as pessoas estão lendo a bula antes de começar o tratamento?

O documento, muitas vezes ignorado, existe para informar exatamente para que serve o medicamento, como deve ser usado e quais são seus possíveis efeitos colaterais.

No caso das canetas indicadas para obesidade e diabetes tipo 2, a lista ultrapassa 10 reações adversas descritas — que vão de muito comuns a raras e potencialmente graves. Entender essas informações não é alarmismo. É parte do uso seguro.

“A bula é um documento legal sanitário que traz orientações sobre o modo de uso de medicamentos. É uma ferramenta fundamental para o consumidor e para os profissionais de saúde, pois informa os riscos e a forma correta de fazer uso daquele determinado remédio”, afirma o site do Ministério da Saúde.

Por que os efeitos colaterais acontecem?

As canetas emagrecedoras atuam em hormônios intestinais ligados à saciedade e ao controle da glicose. Ao retardar o esvaziamento do estômago e aumentar a sensação de estômago cheio, elas ajudam na perda de peso — mas também podem provocar sintomas digestivos.

A endocrinologista Paula Fabrega, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, explica: “Tanto os agonistas de GLP-1, como a liraglutida e a semaglutida, quanto o duplo GLP-1 e GIP, que é a tirzepatida, têm como principais efeitos colaterais os gastrointestinais, como náusea, sintomas de refluxo, às vezes constipação ou diarreia.”

Segundo ela, isso acontece porque esses medicamentos reduzem a motilidade do estômago e do intestino. “A comida fica mais tempo no estômago, o que favorece sintomas de refluxo”, ensina. Refeições muito volumosas ou gordurosas podem intensificar o desconforto, mesmo que sejam saudáveis.

Veja, na galeria, os efeitos colaterais previstos nas bulas das canetas emagrecedoras:

Canetas emagrecedoras: veja os 17 efeitos colaterais previstos em bula - destaque galeria
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Reações alérgicas graves, como anafilaxia e angioedema, são incomuns, mas aparecem nas bulas das canetas emagrecedoras e devem ser reconhecidas rapidamente

Pancreatite, problemas na vesícula e insuficiência renal estão descritos em bula como eventos raros, mas que exigem avaliação médica imediata se houver sintomas intensos

Efeitos que exigem atenção

Um dos efeitos considerados graves e que chamou mais atenção nos últimos meses é a pancreatite. “É uma dor muito forte e contínua, que começa na região central do abdome e pode irradiar para as costas. É diferente de uma náusea ou de uma dor de estômago, que vai e volta”, explica Paula.

Segundo a médica, dor intensa associada a vômitos persistentes deve ser avaliada em serviço de emergência. Ela também explica que a perda de peso rápida pode aumentar o risco de cálculos na vesícula — independente do método utilizado.

“Qualquer perda de peso expressiva aumenta o risco de formação de pedra na vesícula. Como essas medicações podem provocar emagrecimento importante, esse risco pode aparecer”, reforça.

Em pacientes com diabetes que utilizam insulina ou sulfonilureias, pode haver risco de hipoglicemia. Segundo a endocrinologista, os sintomas tendem a ser mais intensos no início do tratamento ou durante o aumento de dose.

“Os sintomas costumam ser mais intensos no início do tratamento e quando há aumento de dose. Eles tendem a melhorar quando o paciente permanece mais tempo tomando a mesma quantidade de remédio. O organismo vai se adaptando”, explica a médica.

Benefício e risco precisam caminhar juntos

As canetas emagrecedoras têm eficácia comprovada no controle da glicose e na perda de peso, além de benefícios metabólicos importantes. Mas nenhum medicamento é isento de riscos.

“A medicação não deve ser iniciada por conta própria, sempre é necessária avaliação médica. Sempre avaliamos risco e benefício”, reforça a médica.

A especialista reforça que bula não é um detalhe burocrático. É uma ferramenta de segurança. Em tempos de alta procura por esses tratamentos, conhecer os possíveis efeitos colaterais — dos mais comuns aos raros — permite que o paciente reconheça sintomas esperados, identifique sinais de alerta e busque ajuda quando necessário. Resultado e responsabilidade precisam andar juntos.

Reeleito presidente do Conselho Deliberativo do CRB, Kennedy Calheiros foi entrevistado na noite desta quinta-feira (27), no programa Bola Quente, do Timaço na Gazeta. Em mais de 40 minutos de conversa, ele falou sobre os principais objetivos em seu novo mandato no cargo.

Kennedy também abordou a questão da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e acredita que o time pode manter a cautela para saber quando e se terá algum momento apropriado para mudar o regime estatutário do clube.

"Continuar com a reestruturação do quadro societário do clube. Em hora nenhuma descartamos a possibilidade de fazer uma SAF ou procurarmos parceiros. O CRB tem uma grande diferença de clubes endividados. A SAF é uma forma imediata e urgente de estancar a sangria das dívidas e andar. O CRB não tem esse problema. Nós já recebemos muitas propostas nessa questão de SAF e estão querendo dar um golpe na gente", afirmou.

O presidente do Conselho do Galo também falou sobre o uso do Estádio Rei Pelé. Com capacidade reduzida ao longo dos últimos anos, Kennedy acredita que o CRB construir um estádio próprio é investimento de alto risco e colocou algumas situações, como a mudança do Trapichão para outro lugar, mais moderno, ou uma parceria entre Governo de Alagoas, CRB e CSA.

"Nós somos um dos estados mais pobres do Brasil. Nós temos um estádio de dimensões pequenas para trazer um grande jogo. Nós precisamos ser extremamente eficazes, assertivos em decisões. Todos os investimentos de maior vulto é uma realidade gritante. Para mim, a reforma no Trapichão é fazer uma construção mais barata e objetica para CSA e CRB jogarem. O estádio é dos dois. Está na hora do Governo do Estado pensar em levar o Trapichão para uma área onde possa gerar um grande parque de entretenimento", analisou.

 

Ilustração de bactérias - Cientistas testam bactéria do solo como uma “comedora” de tumores - Metrópoles

Uma equipe da University of Waterloo, no Canadá, está desenvolvendo uma estratégia experimental que transforma uma bactéria comum do solo em uma aliada no combate ao câncer.

A proposta é fazer com que a bactéria se instale dentro do tumor, destrua a área mais profunda da massa e, ao mesmo tempo, tenha um mecanismo de controle que impeça riscos ao restante do organismo.

A pesquisa ainda está em fase inicial, mas é uma junção de engenharia genética, biologia sintética e modelagem matemática para tentar resolver um problema que, na verdade, é antigo: como chegar ao “coração” do tumor sem causar danos ao tecido saudável.

Por que usar uma bactéria contra o câncer?

Tumores que já estão sólidos costumam ter regiões internas com pouquíssimo oxigênio. Isso acontece porque o crescimento acelerado das células cancerígenas dificulta a chegada de sangue no centro da massa.

Porém, esse detalhe que ajuda o tumor a sobreviver pode se tornar uma fraqueza. Os pesquisadores escolheram a bactéria Clostridium sporogenes justamente porque ela só se desenvolve em ambientes sem oxigênio.

Na teoria, ao ser introduzida no corpo, a bactéria permaneceria dormente até encontrar o interior do tumor. Ali, começaria a se multiplicar, consumir nutrientes da região e conseguiria “comer” a massa do tumor de dentro para fora, tendo como resultado o combate ao câncer.

Já na prática, os cientistas encontraram um problema: nas bordas do tumor, onde há maior contato com vasos sanguíneos, a concentração de oxigênio é mais alta. Por isso, quando o microrganismo chegava a essas áreas, não resistia e morria. Com isso, parte do tecido cancerígeno podia permanecer viva, abrindo espaço para que o tumor voltasse a crescer.

Modificação do gene noxA

Para ampliar o alcance da bactéria, os cientistas inseriram nela um gene chamado noxA, vindo da bactéria Clostridium aminovalericum. Esse gene ajuda o microrganismo a lidar melhor com o oxigênio.

Com essa alteração, a bactéria passou a tolerar níveis mais altos de oxigênio, o que pode permitir que ela avance além do centro do tumor. Os resultados dessa etapa foram publicados em 11 de outubro de 2023 na revista científica Biotechnology Journal.

Sistema de segurança para a bactéria

Depois de deixar os microrganismos mais resistentes ao oxigênio, os cientistas perceberam que precisavam de um controle, porque eles não queriam que a bactéria ficasse forte o tempo todo — só quando estivesse dentro do tumor.

Por isso, os pesquisadores criaram um mecanismo genético que funciona como uma espécie de sensor de quantidade. O sistema foi descrito em 2025 na revista ACS Synthetic Biology e usa uma estratégia inspirada na bactéria Staphylococcus aureus.

Na prática, o sistema de segurança funciona da seguinte forma: quando poucos microrganismos estão espalhados pelo corpo, o gene que dá resistência ao oxigênio fica desligado; quando muitas bactérias estão concentradas no mesmo lugar — como acontece dentro do tumor — o gene é ativado.

Próximos passos da pesquisa

Nos experimentos de laboratório, os pesquisadores comprovaram que a bactéria pode ser modificada para suportar melhor o oxigênio e que o sistema de ativação genética só funciona quando há uma alta concentração de microrganismos.

Agora, a equipe trabalha para combinar as duas estratégias — resistência ao oxigênio e ativação controlada — em uma única versão da bactéria. Depois disso, devem começar os testes pré-clínicos em modelos tumorais.

Se funcionar como planejado, a bactéria poderá sobreviver tempo suficiente para eliminar completamente o tumor e, ao mesmo tempo, perder força ao sair do ambiente com pouco oxigênio, funcionando como um mecanismo natural de contenção.

A técnica está longe de chegar aos hospitais, mas representa uma linha de pesquisa diferente das terapias tradicionais. Em vez de atacar diretamente as células cancerígenas com drogas ou estimular o sistema imunológico, a proposta é transformar uma bactéria em uma ferramenta programada para atuar só onde o tumor cria as condições ideais.

 

Os miomas uterinos são comuns entre as mulheres. A Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) estima que cerca de 80% das mulheres em idade fértil terão miomas em algum momento da vida.

Embora sejam bastante frequentes, muitas mulheres não percebem a presença de miomas até que já estejam maiores. Isso acontece porque, em boa parte dos casos, não há sintomas imediatos.

Com o tempo, os miomas podem crescer consideravelmente. Quando não tratados, podem atingir tamanhos grandes, afetando diretamente a qualidade de vida da mulher.

A importância do diagnóstico precoce

Ter conhecimento sobre os sintomas e o que fazer pode mudar essa realidade. De acordo com o ginecologista Dr. Alexandre Silva e Silva, quanto mais cedo o diagnóstico for feito, maiores as chances de recuperação.

Entretanto, muitas mulheres descobrem a presença dos miomas apenas quando já estão muito grandes. O que acontece é que, muitas vezes, os médicos recomendam acompanhar a evolução dos miomas sem tratamento imediato, o que pode ser um erro.

No entanto, o que realmente acontece é que o mioma cresce e as opções de tratamento ficam mais limitadas. O Dr. Alexandre alerta sobre esse risco, que pode levar até a uma histerectomia, que é a retirada do útero.

Miomas podem crescer silenciosamente

Miomas podem crescer muito se não forem tratados ou monitorados.
Eles podem gerar complicações graves se não forem identificados a tempo.

Em 2022, uma mulher no Rio de Janeiro passou por uma cirurgia de emergência para retirar um tumor de 46 kg.
Ela acreditava que estava apenas ganhando peso, mas se tratava de um mioma gigante.

Isso destaca a importância da informação e do diagnóstico precoce.
O acompanhamento adequado pode evitar que os miomas cresçam de forma descontrolada, prevenindo complicações sérias.

Como identificar os sinais de miomas precocemente

O Dr. Alexandre Silva e Silva explica que é possível identificar miomas nos primeiros estágios.
É essencial ficar atenta aos sintomas e realizar exames de rotina.

Os sinais mais comuns incluem:

  • Aumento do fluxo menstrual: Se o fluxo se tornar mais intenso e durar mais tempo, pode ser sinal de mioma.

  • Aumento do volume abdominal: O aumento na barriga, sem explicação, pode indicar o crescimento de miomas.

  • Cólicas e dores abdominais: Dores constantes na região abdominal podem estar relacionadas aos miomas.

  • Intestino preso: A dificuldade para evacuar pode ser um efeito do aumento de volume uterino causado pelos miomas.

  • Dificuldade para segurar a urina: Miomas podem pressionar a bexiga, causando incontinência urinária.

  • Dores durante ou após as relações sexuais: Se houver dor durante o sexo, é importante investigar a causa, incluindo os miomas.

Esses sintomas podem ajudar a identificar os miomas antes que eles cresçam demais.
O Dr. Alexandre também reforça que exames de rotina são fundamentais para detectar alterações precocemente.

Miomas sem tratamento: as consequências do acompanhamento inadequado

Muitas vezes, após o diagnóstico, o médico sugere o acompanhamento periódico dos miomas.
Isso é feito especialmente quando eles são pequenos ou assintomáticos.

Porém, o Dr. Alexandre alerta que, ao apenas monitorar os miomas sem tratamento, eles podem crescer e exigir tratamentos mais invasivos.
Com o tempo, o mioma pode se tornar tão grande que a única opção será a retirada do útero.

Isso ocorre principalmente quando a mulher não busca orientação adicional ou um segundo parecer.
A abordagem passiva pode levar a complicações mais graves, como miomas gigantes, que exigem procedimentos mais agressivos.

Como os miomas podem se tornar gigantes

A falta de monitoramento e a demora em procurar tratamento adequado podem resultar em miomas gigantes.
Esses miomas podem crescer de forma muito rápida e descontrolada, prejudicando a saúde da mulher.

Quando não tratados adequadamente, os miomas podem pesar vários quilos e comprometer a qualidade de vida.
Além disso, a remoção desses miomas grandes se torna mais complexa e exige intervenções cirúrgicas de grande porte.

Esse risco pode ser evitado com acompanhamento constante e a identificação precoce dos sinais.
Quanto mais cedo os miomas forem diagnosticados e tratados, mais simples e eficaz será o tratamento.

Tratamentos para miomas: o que pode ser feito para controlar o crescimento

O tratamento de miomas pode variar de acordo com o tamanho, localização e sintomas apresentados.
Em alguns casos, os miomas podem ser monitorados, mas em outros, é necessário agir rapidamente.

O Dr. Alexandre destaca que o tratamento depende de cada situação.
Em alguns casos, o médico pode recomendar medicamentos para controlar os sintomas e evitar o crescimento do mioma.

Em casos mais graves, pode ser necessário realizar procedimentos cirúrgicos, como a miomectomia, que remove o mioma sem retirar o útero.
Em outros casos, quando o mioma é muito grande, a histerectomia pode ser necessária.

Porém, esses procedimentos podem ser evitados com o diagnóstico precoce e a escolha de tratamentos mais simples e eficazes.

Prevenção e cuidados para evitar o crescimento dos miomas

Embora os miomas não possam ser completamente evitados, há algumas medidas preventivas que podem ajudar.
Manter um estilo de vida saudável é essencial para a saúde uterina.

Manter um peso adequado, ter uma dieta balanceada e praticar atividades físicas regularmente ajudam no bem-estar geral.
Além disso, a redução do estresse e o controle de fatores como a hipertensão podem ajudar a prevenir complicações.

Realizar exames ginecológicos periódicos também é uma das melhores formas de identificar os miomas precocemente.
Com isso, as chances de tratamento eficaz e de evitar problemas graves são muito maiores.

A reprovação do governo Lula chegou ao maior índice dos últimos seis meses, segundo o novo do Instituto Paraná Pesquisa, divulgado nesta sexta-feira (27/2). De acordo com a pesquisa, a desaprovação do petista chegou a 52%, maior número registrado desde agosto de 2025.

aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também caiu na avaliação dos eleitores. O levantamento mostra que 45% dos entrevistados aprovam a condução do petista à frente do Palácio do Planalto.

O resultado indica uma queda de 1,4 pontos percentuais em comparação com a mesmo levantamento realizado em janeiro, quando a aprovação de Lula era de 46,4% .

Veja:

Para o levantamento, foram entrevistados 2.080 eleitores entre 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Reprovação aumenta e aprovação cai

A opinião da população quanto ao governo Lula sofreu oscilações nos últimos meses e chegou ao pior patamar em abril de 2025, quando a Paraná Pesquisa registrou 57,4 de reprovação e 39,2% de aprovação.

Desde outubro, pesquisas realizadas pelo mesmo instituto mostravam que Lula vinha conseguindo manter os índices de avaliação entre o eleitorado. Os resultados desde sexta, no entanto, mostram uma mudança na percepção do eleitor.

A reprovação que mostrava uma estagnação em 50%, chegou a 52% no levantamento realizado neste mês de fevereiro. Já a aprovação apresentou piora ao sair de uma média de 46% entre novembro de janeiro, para 45% na pesquisa divulgada nesta terça.

Veja a evolução da avaliação de Lula:

O levantamento divulgado pelo Paraná Pesquisa indica ainda que a aprovação de Lula é maior entre o público feminino (47%), ante 42% de aprovação entre os homens — uma diferença de cinco pontos percentuais. Eles também lideram a desaprovação com 54,7%.

A pesquisa também indica que a reprovação de Lula é menor entre os idosos (45,7%) — público onde o petista tem o maior índice de aprovação, com 51,8%.

Por outro lado, 58,4% dos eleitores com idade entre 35 e 44 anos reprovam o desempenho de Lula neste terceiro mandato. A reprovação também é alta entre pessoas com idade entre 25 e 34 anos, faixa etária onde Lula tem apenas 40,3% de aprovação.

A apresentadora Ana Hickmann, da Record, celebra seus 45 anos no próximo domingo (1º/3) e vai comemorar a nova idade ao lado de amigos e familiares em um jantar especial preparado pelo marido, o chef Edu Guedes. Em entrevista, a famosa falou de como se sente bem ao lado do companheiro, com quem se casou no civil em maio de 2025.

Ana Hickmann não esconde a felicidade nesse novo momento da vida. “Eu estou na melhor fase da minha vida, no melhor ano e no meu melhor momento”, afirmou a famosa à revista Quem. “Me sinto feliz, livre e capaz de fazer qualquer coisa. Nunca me senti tão segura e confiante. Estou pronta para tudo o que ainda quero realizar”, completou.

Antes do jantar especial, porém, a apresentadora vai comemorar o aniversário de uma maneira diferente: no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Isso porque Edu Guedes irá competir na primeira etapa do ano da Porsche Cup.

O chef e apresentador chegou a cogitar não participar da corrida, justamente por ela coincidir com o aniversário da esposa. Ana Hickmann, no entanto, incentivou o amado a pisar fundo no acelerador. “Eu falei para ele: ‘vai, participa e ganha essa corrida para mim, como presente de aniversário’”, brincou.

Ana Hickmann se declara e diz viver “segura e livre” com Edu Guedes - destaque galeria

Ana Hickmann posa de vestido e mão na cintura

Ana Hickmann
Ana Hickmann e Edu Guedes
Ana Hickmann e cães da raça Rhodesian Ridgeback
Edu Guedes e Ana Hickmann posam nos bastidores do Fica com a Gente

Casamento

Ana Hickmann e Edu Guedes já são casados no civil desde maio de 2025, mas esperam o momento ideal para celebrar o matrimônio também com um casamento no religioso, programado para ocorrer esse ano. “Eu quero meu casamento religioso do jeito que a gente merece e eu sempre sonhei. Não sei quão breve, mas vai acontecer”, disse ela, no ano passado.

A cerimônia será realizada em uma fazenda que, atualmente, está em obras. “A fazenda do Edu, que ele comprou há um tempo, está sendo restaurada. Toda obra atrasa, então só vou marcar a data com Edu quando o paisagismo começar. Demorei tanto para conseguir isso e agora quero que seja tudo bonitinho e perfeito”, reforçou a famosa.

 

Ilustração colorida de gordura na parede das artérias - Metrópoles

As artérias são “canos ou tubos” que levam sangue para o coração, cérebro e todos os órgãos, conforme explica o cirurgião vascular Herik Oliveira, que atende em Brasília (DF). Quando essas estruturas começam a entupir por acúmulo de gordura e inflamação, ocorre a aterosclerose, momento em que o corpo pode avisar e dar sinais.

O médico destaca que, muitas vezes, os sinais e sintomas do entupimento das artérias aparecem tarde. Especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), ele separou os principais indícios de acordo com o órgão ou local acometido.

Médico cita sinais do corpo quando artérias do coração estão entupidas - destaque galeria
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Em uma artéria saudável, o sangue flui normalmente

A placa de gordura dificulta a passagem do sangue pelas artérias
Esses vasos sanguíneos levam sangue rico em oxigênio e nutrientes para as células

Quando essa obstrução acontece no coração, no caso, a doença arterial coronariana é a forma mais conhecida, conforme explica o angiologista. “Os sinais mais comuns são dor ou pressão no peito, sensação de aperto ao fazer esforço, falta de ar e cansaço fácil”, pontua o cirurgião vascular.

Em entrevista à coluna Claudia Meireles, o médico alerta: “Se a dor for intensa, durar mais de 15 minutos, vier com suor frio ou náusea, pode ser um infarto do miocárdio, situação essa que exige atendimento imediato, pelo risco iminente de um desfecho desfavorável, como a morte súbita.”

Com relação a esse quadro, o angiologista frisa que quanto mais cedo o indivíduo chegar a um pronto-socorro, o diagnóstico tende a ser feito com maior agilidade. “Nesse cenário, a artéria responsável pelo evento é recanalizada, preservando a vida e muitas complicações“, esclarece Herik.

Ao finalizar, o especialista salienta que as artérias não “entopem” de um dia para o outro. “A aterosclerose é um processo lento e progressivo, que pode ser prevenido com alimentação equilibrada, atividade física regular, qualidade do sono e controle da pressão, glicose e colesterol“, argumenta. Ele emenda: “Prevenção ainda é o melhor tratamento.”

Ilustração colorida de um coração e suas artérias - Metrópoles

 

Ilustração colorida de fígado com gordura - O que o fígado realmente precisa para funcionar de forma saudável - Metrópoles

A cirrose é uma doença comumente associada ao consumo de bebidas alcoólicas, entretanto, essa não é a única causa. A doença hepática gordurosa não alcoólica, popularmente conhecida como gordura no fígado, se destaca como um fator de risco para o desenvolvimento da condição.

Henrique Sérgio Moraes Coelho, hepatologista da Rede Américas destaca que a doença hepática gordurosa pode se desenvolver a partir de quadros de obesidade — uma “epidemia silenciosa” no mundo —, bem como em pacientes com hipertensão e diabetes. “A obesidade é associada com diabetes e algumas as alterações genéticas facilitam essa evolução da esteatose para cirrose, mas na boa parte da população ela fica só na gordura mesmo”, diz.

De acordo com o médico, a cirrose hepática a partir da gordura no fígado pode levar até 20 anos para se desenvolver. “Primeiro essa gordura pode provocar uma inflamação no fígado e ao longo dos anos, 10, 15, 20 anos, se transformar em uma esteatohepatite, a hepatite causada pela gordura. Depois isso cicatriza, se forma o que chamamos de fibrose, uma etapa pré-cirrose, podendo chegar até a cirrose em um grupo pequeno de pessoas”, destaca o hepatologista.

Ilustração colorida de fígado em esqueleto humano - Hepatologista lista sinais de que você pode ter gordura no fígado - Metrópoles

Cirrose é evolução grave da gordura no fígado

Entretanto, o médico destaca que a gordura no fígado ainda é uma das principais causadoras de cirrose, “mais até do que o álcool” e outras condições como hepatite C e hepatite B. “De 30% da população que tem esteatose hepática, mais ou menos 20% desse grupo, ou seja, 6% tem esteatohepatite e 20% desses pacientes que tem esteatohepatite vão evoluir para cirrose”, exemplifica o médico.

Caso o paciente venha a desenvolver a cirrose, o profissional alerta ainda sobre a possibilidade de câncer no fígado. “Quando o indivíduo tem cirrose, a gente vai ficar o tempo todo procurando descobrir focos de câncer pequenos, que podem ser tratados. Mas existe um percentual de paciente que desenvolve carcinoma hepatocelular, o câncer, mesmo sem desenvolver a cirrose”, completa.

Kateryna Kon/Biblioteca de Fotos Científicas/Getty Images

Para mais da metade dos eleitores, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não merece ser reeleito nas disputas presidenciais de 2026, diz pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisa, divulgada nesta sexta-feira (27/2).

Segundo o levantamento, 52,2% dos eleitores entrevistados acreditam que Lula não merece um novo mandato, enquanto 43,9% afirmaram que o petista merece uma reeleição em 2026. Até 3,9% dos entrevistados não souberam opinar sobre o questionamento.

Instituto Paraná Pesquisas
A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira (27/2)

Para o levantamento, foram entrevistados 2.080 eleitores entre 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A nova rodada de pesquisa divulgada, nesta sexta-feira (27/2), pelo Instituto Paraná Pesquisas, indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) supera numericamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das disputas presidenciais.

Segundo o levantamento, Flávio tem 44,4%, contra 43,8% do petista. Veja:

Instituto Paraná Pesquisas

Mesmo assim, há empate técnico entre os dois pré-candidatos à Presidência da República, pois a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

No primeiro turno, Lula tem 39,6%, e Flávio, 35,3, outro empaté técnico.

Foram entrevistados 2.080 eleitores entre 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Durante uma saída de campo realizada em maio de 2025 no município de Dona Francisca, localizado no território do Geoparque Quarta Colônia UNESCO, no Rio Grande do Sul, nossa equipe de paleontólogos do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM) identificou ossos fossilizados de um réptil distinto daqueles até então conhecidos para a região.

Com cerca de 240 milhões de anos, datados do Período Triássico, os restos pertenciam a uma nova espécie, denominada Tainrakuasuchus bellator, cujo nome pode ser traduzido como “crocodilo guerreiro de dente pontiagudo”. Uma análise do grau de parentesco indicou que seu parente mais próximo é a espécie Mandasuchus tanyauchen, descoberta na Tanzânia, no continente africano.

Esse parentesco pode parecer improvável, uma vez que a América do Sul e a África estão separadas pelo Oceano Atlântico. Mas não é algo difícil de se imaginar quando lembramos que os continentes estavam unidos no momento em que essas espécies existiram.

Animais pré-históricos famosos

Os dinossauros são, sem dúvida, os animais pré-históricos mais famosos. Isso torna difícil imaginar a Era Mesozoica — entre 251 e 66 milhões de anos atrás — sem a presença desses répteis. No entanto, eles nem sempre existiram ao longo dessa era e, durante seus primeiros passos, eram apenas um entre muitos grupos de organismos que dominavam os ecossistemas terrestres.

Os primeiros dinossauros surgiram há cerca de 240 milhões de anos, durante o Período Triássico. Os ambientes terrestres eram ocupados por uma grande diversidade de répteis, muitos deles pertencentes à linhagem conhecida como Pseudosuchia, que mais tarde deu origem aos jacarés e crocodilos atuais.

Naquele momento, os continentes ainda estavam unidos em um único supercontinente, a Pangeia. No interior dessa vasta massa continental, estendia-se um enorme deserto, fazendo com que a maior parte da vida se concentrasse nas regiões periféricas, mais úmidas.

Dentre as diversas linhagens de répteis que se espalhavam pela Pangeia, o grupo dos pseudossúquios destacou-se por sua grande diversidade de formas, que variavam desde animais pequenos e quadrúpedes até formas imensas, com o corpo revestido por couraças ósseas, ou predadores bípedes que lembravam superficialmente os dinossauros.

No Brasil, há um importante registro de pseudossúquios dessa idade, escavados em sítios fossilíferos localizados no Rio Grande do Sul. Até o momento, são conhecidas pouco mais de dez espécies desse grupo na região, variando desde formas com menos de 1 metro de comprimento até animais que alcançavam cerca de 7 metros.

Ainda assim, por se tratar de um grupo extremamente diverso, muitas linhagens permanecem raras no registro fóssil brasileiro. É nesse contexto que se insere o recente achado de Tainrakuasuchus bellator, publicado no periódico científico Journal of Systematic Palaeontology.

Um único indivíduo da espécie

Os ossos que encontramos em Dona Francisca correspondem a partes da mandíbula, da coluna vertebral e da cintura pélvica. Após a coleta dos fósseis no local, eles foram transportados para o laboratório, onde passaram por um processo que buscou remover a espessa camada de rocha que circundava cada elemento.

Esse procedimento de limpeza exige cuidado e paciência, mas é fundamental para que todas as feições dos ossos sejam reveladas. Durante essa etapa, utilizamos ácidos, resinas, marteletes pneumáticos e bisturis. As regiões que exigem maior cuidado são preparadas com o auxílio de lupas.

Em uma etapa subsequente do estudo, comparamos os fósseis com os de outros répteis semelhantes, tanto da mesma região do Rio Grande do Sul quanto de outras partes do mundo. A análise detalhada das características dos materiais recuperados nos permitiu constatar que se tratava dessa nova espécie.

Tainrakuasuchus bellator teria cerca de 2,5 metros de comprimento, deslocava-se sobre quatro patas e apresentava uma dieta carnívora. Entretanto, é possível que indivíduos da espécie tenham atingido tamanhos ainda maiores, uma vez que, até o momento, há fósseis de apenas um único indivíduo.

A mandíbula delgada e o pescoço relativamente longo sugerem que o animal era capaz de realizar movimentos ágeis para abocanhar presas, utilizando seus dentes adaptados para dilacerar carne.

Vizinhos separados por um oceano

Embora outras espécies de pseudossúquios ocorram no registro fóssil da região em que a nova espécie foi descoberta, seu parente mais próximo está no continente africano. E tanto o Tainrakuasuchus bellator brasileiro quanto o Mandasuchus tanyauchen africano viveram aproximadamente no mesmo momento (cerca de 240 milhões de anos atrás).

Essa nova espécie não é o único componente da fauna dessa idade compartilhado com o continente africano. Ambos os continentes também apresentam registros de animais da linhagem que deu origem aos mamíferos, que são fortemente aparentados entre si.

Outro registro importante compartilhado entre os dois continentes é o de precursores dos dinossauros. Tanto em depósitos do continente africano quanto nos mesmos que revelaram o Tainrakuasuchus bellator no Brasil, há um número crescente de fósseis de animais diretamente posicionados na linhagem que deu origem aos dinossauros.

Fósseis como Asilisaurus kongwe, da Tanzânia, e Gondwanax paraisensis, do Brasil, mostram que, embora os dinossauros ainda estivessem dando seus primeiros passos, eles já estavam presentes nessas faunas dominadas por precursores dos jacarés e crocodilos.

Assim, a descoberta de Tainrakuasuchus bellator reforça a ideia de que as faunas do Brasil e da África compartilhavam uma história evolutiva comum, com ecossistemas semelhantes e linhagens aparentadas vivendo em regiões que hoje se encontram separadas. Isso é particularmente interessante quando consideramos que os dinossauros estavam surgindo em meio a esses ecossistemas complexos, que não eram exclusivos de uma única área, mas se distribuíam por diferentes regiões da Pangeia.

Ilustração colorida de rins em esqueleto humano - Metrópoles

Enquanto alguns indivíduos passam o dia sem tomar água, outros bebem o máximo que podem em grandes quantidades. Ao ouvir relatos de pessoas desses dois grupos, a coluna Claudia Meireles requisitou o nefrologista Mendell Lemos para saber: existe uma forma correta de ingerir o líquido que é essencial para a saúde?

Coordenador da área de nefrologia do Hospital Santa Lúcia, de Brasília (DF), o médico argumenta que a melhor forma de se hidratar é de maneira constante. “O importante é beber a quantidade adequada, distribuída ao longo do dia”, aconselha.

Nefrologista revela como beber água corretamente e beneficiar os rins - destaque galeria
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Deve-se beber água de forma distribuída ao longo do dia

A água favorece o funcionamento renal
Os rins são responsáveis pela filtragem do sangue

O especialista dá um aviso: “Não é adequado passar o dia todo sem tomar água e, em algumas horas no início da noite, beber dois litros.”

Mendell reforça sobre a água ser importante para o funcionamento dos rins: “É a melhor para isso”. Ele acrescenta que o exagero também tende a ser danoso. “Consumo excessivo pode levar a distúrbios potencialmente graves, como redução do sódio, condição chamada de hiponatremia”, esclarece.

O nefrologista destaca que o consumo adequado de água dilui a urina, ajuda a evitar cálculos renais e auxilia os rins a filtrar as impurezas. Segundo o médico, o melhor termômetro para o volume ideal da bebida é o aspecto da urina. “Deve ser clara e não amarela”, frisa o especialista.

A Fiocruz iniciou o primeiro estudo clínico em humanos do GB221, uma terapia gênica de nova geração voltada ao tratamento da Atrofia Muscular Espinhal (AME) tipo 1, a forma mais grave da doença.

A iniciativa, realizada em parceria com o Ministério da Saúde, representa um avanço para o país e pode abrir caminho para a produção nacional do medicamento. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (26/2), em Brasília, durante atividade do MS alusiva ao Dia Mundial das Doenças Raras.

“O estudo clínico em andamento abre uma frente de ação que pode transformar a vida de famílias e crianças que lidam no dia a dia com a doença”, destaca o presidente da Fiocruz, Mario Moreira.

O Sistema Único de Saúde (SUS) só oferece, no momento, o Zolgensma, uma terapia gênica de dose única para o tratamento de AME tipo 1, que é conhecido como um dos medicamentos mais caros do mundo.

AME, uma doença rara e de evolução rápida

AME tipo 1 é uma condição genética que se manifesta nos primeiros meses de vida. A doença é causada por uma alteração no gene SMN1, responsável pela produção de uma proteína essencial para os neurônios que comandam os movimentos do corpo.

Sem essa proteína, ocorre perda progressiva da força muscular, o que pode comprometer funções vitais, como a respiração e a deglutição. Em muitos casos, a condição reduz drasticamente a expectativa de vida quando não é tratada de forma precoce.

O estudo avalia o produto experimental GB221, desenvolvido pela empresa norte-americana Gemma Biotherapeutics e incorporado ao projeto por meio de acordo de transferência de tecnologia.

A terapia é aplicada em dose única e tem potencial de oferecer benefício duradouro. O medicamento é administrado diretamente no sistema nervoso central, por uma via chamada intracisterna magna, estratégia que amplia o alcance do tratamento no cérebro e na medula espinhal e pode reduzir impactos em outros órgãos.

O primeiro paciente — um bebê diagnosticado com AME tipo 1 — recebeu a terapia em janeiro, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Nesta etapa inicial, o foco é avaliar a segurança e a tolerabilidade do produto. A inclusão de novos pacientes ocorrerá de forma gradual e monitorada.

Produção no Brasil e acesso pelo SUS

O acordo firmado prevê que a tecnologia do tratamento seja transferida para Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz. Na prática, isso significa que o Brasil poderá aprender a produzir a terapia aqui, com estrutura e equipe próprias, em vez de depender exclusivamente da importação do medicamento.

Com a fabricação nacional, a expectativa é reduzir de forma significativa os custos em comparação aos preços cobrados atualmente nos Estados Unidos para terapias semelhantes — o que pode facilitar a oferta do tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa também fortalece a indústria da saúde no país ao ampliar a capacidade tecnológica brasileira na área de terapias avançadas. A experiência já acumulada pela Fiocruz na produção de vacinas com vetores virais é vista como um diferencial importante para viabilizar essa nova etapa.

“A incorporação da tecnologia representa um salto disruptivo para a ciência brasileira. Nosso compromisso em Bio-Manguinhos é converter inovação de ponta em acesso real com a segurança e a sustentabilidade da fabricação nacional”, diz a diretora de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Rosane Cuber.

Cientistas conseguiram fazer uma imagem inédita da região central da Via Láctea, considerada uma das mais extremas e difíceis de ver da nossa galáxia. Segundo os astrônomos, o registro é o primeiro a mostrar o local com tantos detalhes. A fotografia foi obtida através do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (Alma), um radiotelescópio localizado no deserto do Atacama, no Chile.

Com riqueza de detalhes, a imagem ajudará no estudo da formação de estrelas na região, que também está próxima de um buraco negro supermassivo.

Os dados fazem parte do programa Alma Central Molecular Zone Exploration Survey (Aces, na sigla em inglês), um levantamento exploratório realizado pelo radiotelescópio. Os resultados já apresentados foram publicados em cinco artigos na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society em fevereiro. Todos estão disponíveis no portal do Alma.

Local na Via Láctea é importante para formação de estrelas

O local investigado pelo Aces é uma região que está a mais de 650 anos-luz da Terra. Por lá, há nuvens densas de gás e poeira em volta de um buraco negro supermassivo que fica no centro da nossa galáxia. Justamente por essas características, o centro da Via Láctea é difícil de ser visto detalhadamente.

Uma das principais novidades é a riqueza de detalhes obtidos através das observações. Foi possível ver melhor o gás molecular frio presente na Zona Molecular Central (ZMC): o fluido é a matéria-prima para as estrelas se formarem e a ZMC é uma das regiões mais extremas de formação estelar da Via Láctea.

A teoria atual para uma estrela nascer é que o gás frio flui por meio de filamentos. Eles alimentam aglomerados de matéria e assim se forma o corpo estelar. No entanto, os astrônomos especulam que possam acontecer eventos mais extremos do que esse na região central.

“A ZMC abriga algumas das estrelas mais massivas conhecidas em nossa galáxia, muitas das quais têm uma vida curta e morrem jovens, terminando suas vidas em poderosas explosões de supernovas (explosões extremamente luminosas no fim da vida de uma estrela) e até mesmo hipernovas”, afirma o líder do Aces, Steve Longmore, em comunicado.

Longmore também aponta que a investigação sobre as estrelas nascidas na ZMC ajuda a compreender como as galáxias se desenvolveram ao longo do tempo. “Acreditamos que a região compartilha muitas características com as galáxias do universo primitivo, onde as estrelas se formavam em ambientes caóticos e extremos”, diz o especialista que também é professor da Universidade Liverpool John Moores, no Reino Unido.

Além disso, a imagem possibilitou ver mais pormenores da química da ZMC, detectando a presença de moléculas simples, como monóxido de silício, e mais complexas, como metanol, a acetona ou o etanol.

Operado pelo Observatório Europeu do Sul ( ESO, na sigla em inglês), é a primeira vez que o Alma consegue uma imagem de uma região tão grande assim. Ela foi obtida através de vários registros individuais e montada posteriormente, como um mosaico.

“Previmos um alto nível de detalhe ao projetar o levantamento, mas ficamos genuinamente surpresos com a complexidade e a riqueza reveladas no mosaico final”, diz a componente do projeto Aces, Katharina Immer, astrônoma do Alma no ESO.

Um jovem de 18 anos matou uma mulher de 38 a facadas após ela se negar a beijá-lo. Priscila Beatriz Assis Teixeira (foto em destaque) foi assassinada na frente do filho de 8 anos, em Campos Altos (MG), na noite de segunda-feira (23/2).

O delegado responsável pelo caso, Jeferson Leal, informou que o principal suspeito, Matheus Vinícius de Souza, foi até a residência da vítima para negociar a compra de um aparelho celular. Em determinado momento, porém, ele teria tentado beijá-la.

Após a recusa, uma discussão teria sido iniciada. Segundo a polícia, o jovem golpeou Priscila com um canivete, na frente do filho dela. A arma foi encontrada no local do crime.

À Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), Matheus classificou o crime como uma “besteira” e uma “burrice”.

De acordo com a corporação, o suspeito não possuía antecedentes criminais. Ele foi ouvido na Delegacia de Plantão e, em seguida, encaminhado ao Presídio Regional de Araxá. Matheus deve responder por feminicídio.

Há quem sinta dor nas pernas e ignore a queixa por acreditar ter relação com a correria ou falta de movimento ao longo de um dia. Especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), o médico Herik Oliveira explica que o quadro pode ser sintoma da doença arterial periférica, quando há uma obstrução e entupimento das artérias dos membros inferiores.

Atendendo em Brasília (DF), o cirurgião vascular salienta que a doença arterial periférica pode aparecer associada a uma câimbra e sensação de queimação que tende a acometer principalmente as pernas e a panturrilha. “Tem várias apresentações, como dor ao caminhar, que é a claudicação intermitente”, menciona o especialista em varizes e lipedema.

Médico vascular diz se dor nas pernas pode indicar artérias entupidas - destaque galeria
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A placa de gordura prejudica a passagem do sangue pela artéria

Artéria com placa de gordura
Esses vasos sanguíneos levam sangue rico em oxigênio e nutrientes para as células

Quando as artérias estão com placas de gordura ou outras substâncias, o indivíduo tende a sentir dores nas pernas ao fazer esforço físico. “Isso pode se agravar com a distância e alivia ao parar o exercício”, explana o médico. Em repouso também costumam surgir dores de forma constante, intensa e, principalmente, nos membros inferiores, segundo pondera o angiologista.

O médico detalha que alterações na pele também podem ser indicativos de problema nas artérias, a exemplo da textura da cútis que fica mais fina, seca, descamativa e sem pelos. “Pés e pernas frios, além de mudança na coloração cutânea dos membros inferiores tornando-a esbranquiçada, pálida e, em outros casos, cianótica”, ressalta o cirurgião vascular.

Conforme Herik Oliveira, outro indício envolve o paciente apresentar feridas ou úlceras de difícil cicatrização, especialmente nos dedos dos pés. Em homens, a disfunção erétil é um dos sintomas de obstrução e entupimento das artérias dos membros inferiores. Caso tenha notado algum desses sinais, o especialista orienta procurar um médico para avaliação e início de tratamento.

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