
O dólar opera em alta, nesta quinta-feira (21/5), em meio às incertezas globais, com indefinição em relação aos desdobramentos das negociações entre Estados Unidos e Irã, sinais contraditórios do presidente norte-americano, Donald Trump, e um novo foco de tensão internacional com a acusação criminal dos EUA contra o ex-ditador de Cuba, Raúl Castro.
No ambiente doméstico, o principal destaque da agenda econômica é a divulgação dos dados oficiais de arrecadação referentes ao mês de abril, pela Receita Federal. Os investidores também monitoram o noticiário político, em meio ao acirramento da pré-campanha eleitoral para a disputa pela Presidência da República.
A guerra entre EUA e Irã no Oriente Médio e seus impactos sobre os preços internacionais do petróleo continuam ditando o ritmo dos mercados globais.
O otimismo dos investidores, verificado na véspera, se deveu a uma declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, dando conta de que a guerra com o Irã no Oriente Médio pode chegar ao fim “muito rapidamente”. Depois, ele reforçou a mesma narrativa ao dizer que Washington “está nos estágios finais de negociação” pela paz com Teerã.
As declarações foram dadas a parlamentares, na Casa Branca. O problema é que elas vão na direção oposta ao discurso adotado pelo próprio Trump anteriormente, o que vem gerando dúvidas entre os agentes do mercado.
Na última terça-feira (19/5), Trump havia dito que poderia “precisar atacar o Irã novamente”. “Espero que não tenhamos de voltar com a guerra, mas podemos ter de dar a eles (Irã) outro grande golpe… Ainda não tenho certeza. Vocês saberão muito em breve”, afirmou.
O presidente norte-americano também revelou que, na segunda-feira (18/5), esteve a apenas uma hora de autorizar ofensiva contra o Irã, mas decidiu adiar a ação após pedidos de líderes do Oriente Médio.
Segundo o republicano, o ataque estava previsto para ocorrer na terça, mas foi suspenso diante da possibilidade de avanço nas negociações diplomáticas envolvendo o conflito.
Em publicação na rede Truth Social, Trump declarou que recebeu apelos do emir do Catar, Tamim bin Hamad Al Thani; do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman; e do presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed bin Zayed Al Nahyan.
“Fui solicitado […] a adiar o nosso planejado ataque militar contra a República Islâmica do Irã, que estava agendado para amanhã. Isso porque negociações sérias estão em andamento”, escreveu.
Diante de tantas idas e vindas, os preços internacionais do petróleo também vêm registrando forte oscilação nos últimos dias. Na manhã desta quinta-feira, por exemplo, eles operavam em alta.
Por volta das 8h45 (pelo horário de Brasília), o contrato futuro para julho do barril de petróleo do tipo WTI (referência para o mercado norte-americano) avançava 2,22% e era negociado a US$ 100,44.
No mesmo horário, o contrato futuro para julho do petróleo do tipo brent (referência para o mercado internacional) registrava ganhos de 1,74%, a US$ 106,85.
Na sessão de quarta-feira (20/5), o petróleo fechou em queda firme. O barril do tipo WTI recuou 5,7%, a US$ 98,26, enquanto o brent cedeu 5,62%, a US$ 105,02.
A guerra entre EUA, Israel e Irã e o fechamento do Estreito de Ormuz podem provocar um aumento no preço dos alimentos ao redor do mundo. O alerta é da Organização das Nações Unidas para Alimentação e a Agricultura (FAO).
Segundo o órgão da ONU, a continuidade do bloqueio em Ormuz, por onde passam cerca de 20% do petróleo mundial, pode “desencadear uma grave crise global de preços dos alimentos dentro de seis a 12 meses”.
Os impactos do bloqueio parcial da rota marítima, que se arrasta desde o fim de fevereiro, já são visíveis. De acordo com o Índice de Preços dos Alimentos da FAO, os preços internacionais de cestas de produtos alimentícios subiram pelo terceiro mês consecutivo em abril. A alta é causada, principalmente, pelo aumento do preço do petróleo e interrupções no comércio de fertilizantes.
Diante do cenário, a FAO fez recomendações para contornar a crise. Entre elas, a mudança para rotas de transporte alternativas, como a Península Arábica e o Mar Vermelho, e o fim de restrições a exportações de petróleo, fertilizantes e insumos em Ormuz.
Apesar de embarcações de países não aliados aos EUA e Israel terem sinal verde para transitar no estreito, mediante o pagamento de pedágio, Ormuz continua bloqueado parcialmente pelo Irã. De acordo com Teerã, a medida é uma retaliação à guerra iniciada por forças norte-americanas e israelenses no Oriente Médio.
Ainda no campo geopolítico, os investidores também acompanham a escalada nas tensões entre o governo Trump e a ditadura cubana. Na quarta-feira, Raúl Castro, ex-líder de Cuba, foi acusado criminalmente nos EUA.
Castro, de 94 anos, foi ministro da Defesa de Cuba antes de assumir a Presidência em 2008, após o afastamento por motivos de saúde de seu irmão, Fidel Castro. Ele deixou o cargo em 2018, dois anos após a morte de Fidel, mas segue sendo uma figura influente dentro do sistema político cubano.
De acordo com os autos, o ex-presidente é acusado de quatro homicídios, dois crimes de destruição de aeronave e um crime de conspiração para matar cidadãos americanos. Outras cinco pessoas também são citadas como rés em uma moção dos EUA para tornar pública a acusação contra Castro.
A medida ocorre em meio ao aumento da pressão do governo Trump sobre Cuba e ao discurso de mudança de regime na ilha. Historicamente, acusações formais feitas pelos EUA contra líderes estrangeiros são incomuns.
“Os EUA não tolerarão um estado-pária que abriga operações militares, de inteligência e terroristas estrangeiras hostis a apenas 145 quilômetros do território americano”, disse Trump em um comunicado divulgado na quarta.
Nos últimos meses, Washington endureceu as sanções contra Havana e passou a ameaçar países que fornecem combustível ao governo cubano. A medida agravou a crise energética na ilha, provocando apagões e ampliando a pior crise econômica enfrentada pelo país em décadas.
Além disso, o Comando Sul das Forças Armadas dos EUA anunciou a chegada do porta-aviões USS Nimitz à região do Caribe.
“O porta-aviões USS Nimitz, o grupo aéreo embarcado CVW-17, o USS Gridley e o USNS Patuxent são o epítome de prontidão e presença, alcance e letalidade incomparáveis e vantagem estratégica”, disse o Comando Sul dos EUA em uma publicação nas redes sociais.
O USS Nimitz possui 333 metros de comprimento e está em operação desde 1975. Segundo a Marinha norte-americana, trata-se do porta-aviões de propulsão nuclear mais antigo ainda em atividade no mundo.
A embarcação tem capacidade para transportar dezenas de aeronaves militares e conta com uma tripulação de aproximadamente 6 mil pessoas.
Os rins são conhecidos como os “filtros naturais” do corpo por desempenharem funções essenciais, como eliminar toxinas, regular a quantidade de água no organismo e ajudar no controle da pressão arterial. Justamente por isso, alguns hábitos alimentares podem ter uma ação “destrutiva” para a saúde renal. Segundo a médica Maria Júlia Colossi, alimentos ultraprocessados ricos em sódio, embutidos e refrigerantes estão entre os principais vilões e devem ter o consumo reduzido.
Em entrevista à coluna Claudia Meireles, a especialista destacou que o consumo frequente desses alimentos, mesmo em pessoas sem doença renal diagnosticada, pode provocar uma sobrecarga silenciosa nos rins ao longo dos anos — especialmente em indivíduos com hipertensão, diabetes ou histórico familiar de problemas renais.
Segundo ela, a composição desses produtos compromete gradualmente a capacidade de filtragem do organismo. “O principal problema está no excesso de sódio, fósforo industrializado, açúcar e aditivos químicos presentes nesses alimentos”, pontua.
Maria Júlia Colossi detalha como os conservantes e ingredientes presentes nesses alimentos atuam no organismo. De acordo com a médica, o excesso de sódio favorece a retenção de líquidos e aumenta a pressão arterial, exigindo mais esforço dos rins.
“Já o fósforo adicionado aos alimentos, muito comum em embutidos e refrigerantes, pode sobrecarregar a capacidade de filtração do organismo”, esclarece.
O alto teor de açúcar também é apontado como um dos grandes vilões para o sistema renal. “Esses itens contribuem para inflamação e alterações metabólicas que impactam diretamente a saúde vascular e renal ao longo do tempo”, destaca Maria Júlia Colossi.

Embora o consumo ocasional desses alimentos não represente um grande risco imediato, manter esse padrão alimentar por muitos anos pode favorecer o desenvolvimento de doenças graves.
“Quando pensamos em indivíduos que mantêm esse tipo de dieta por muito tempo, observamos um risco maior de desenvolver hipertensão, diabetes tipo 2, pedras no órgão e perda gradual da função dos rins”, alerta a médica.
Além dessas condições, Maria Júlia Colossi reforça que o maior perigo está justamente no caráter silencioso das alterações renais, que podem evoluir sem sintomas evidentes nas fases iniciais.
“Dietas ricas em ultraprocessados aumentam os processos inflamatórios e prejudicam a circulação sanguínea, fazendo com que os rins trabalhem continuamente sob pressão e acelerando o desgaste do sistema renal”, salienta.
Em pessoas com rins saudáveis, mas que apresentam fatores de risco como hipertensão ou diabetes, a chave para preservar o funcionamento do órgão não está necessariamente na exclusão total desses alimentos, mas no controle rigoroso da frequência de consumo.
“A ingestão diária de sódio deve ficar próxima de 2 gramas por dia, o equivalente a cerca de 5 gramas de sal. Embutidos e refrigerantes devem ser reservados para ocasiões esporádicas”, conclui.

O coentro divide opiniões na cozinha brasileira. Enquanto algumas pessoas adoram o sabor fresco dessa planta- que pode ser considerada uma erva ou tempero, outras descrevem a experiência como “comer sabão”. O que muita gente não sabe é que essa aversão pode ter relação direta com a genética.
Segundo o geneticista Ricardo Di Lazzaro, do laboratório particular Genera, atualmente já existem evidências científicas robustas mostrando que a forma como cada pessoa percebe o sabor do coentro está ligada ao DNA. “Hoje já está bem comprovado que a genética tem uma influência grande sobre gostar ou não de coentro”, afirma o especialista.Roi
Ricardo diz que o principal gene associado à percepção do coentro é o OR6A2, localizado no cromossomo 11. Ele explica que esse gene atua na codificação de receptores olfativos ligados à percepção de aldeídos – compostos aromáticos presentes tanto no coentro quanto em produtos de limpeza.
Já o nutricionista Fernando Castro esclarece que essa característica faz com que algumas pessoas sintam um gosto extremamente desagradável ao consumir o coentro. “Em indivíduos geneticamente mais sensíveis, o cérebro interpreta esses compostos de forma semelhante ao cheiro ou gosto de sabão”, destaca.
A relação entre genética e alimentação vai além do coentro. Estudos já identificaram genes ligados à percepção de sabores amargos e doces, influenciando a preferência por determinados alimentos.
Di Lazzaro cita o gene TAS2R38, associado à percepção do gosto amargo. Pessoas mais sensíveis tendem a rejeitar alimentos como brócolis, café preto e cervejas mais escuras.
A sensação de “sabor de detergente” não é exagero. Isso acontece porque os aldeídos presentes no coentro também aparecem em sabonetes e produtos de limpeza. Pessoas com determinadas variantes genéticas conseguem perceber esses compostos com muito mais intensidade.
Di Lazzaro explica que o gosto dos alimentos não depende apenas da língua, mas principalmente do olfato. “A maior parte do gosto dos alimentos vem da função dos receptores olfativos”, diz.
Já pessoas que não possuem essas variantes costumam perceber o coentro de outra forma, associando o alimento a sabores mais frescos e cítricos.
Apesar da influência genética, os especialistas reforçam que fatores culturais e hábitos alimentares também têm peso importante na aceitação do coentro.
De acordo com o geneticista, cerca de 20% a 30% da percepção relacionada ao alimento é herança genética. Mas é preciso levar em consideração também a cultura e a exposição desde a infância, pois isso têm uma importância grande na forma como as pessoas recebem esses alimentos.
Em países onde o coentro é amplamente utilizado na culinária, como o Oriente Médio e do sul da Ásia, por exemplo, a rejeição costuma ser menor, reforça o especialista.
Castro também ressalta que o paladar pode mudar ao longo da vida. “Muitas pessoas aprendem a tolerar ou até gostar de coentro depois de um período de contato gradual com a planta”, explica.
Dessa forma, os especialistas alertam que não gostar de coentro não traz prejuízo nutricional significativo. Eles dizem que os nutrientes presentes na planta podem ser facilmente obtidos em outros vegetais dentro de uma alimentação equilibrada.
Sentir azia depois de exagerar em uma refeição pode acontecer de forma pontual e é até comum. Porém, quando a queimação passa a fazer parte da rotina, pode indicar problemas de saúde. A azia frequente, também chamada de pirose, não é considerada normal e pode indicar doenças que vão desde refluxo gastroesofágico até alterações mais graves no esôfago.
A gastroenterologista Cláudia Machado, do Hospital da Bahia, explica que a persistência do sintoma merece atenção médica. “Ter azia diariamente não é normal. Ela reflete um defeito na barreira que impede o refluxo do conteúdo ácido do estômago para o esôfago e, quando persistente, deve sempre ser investigada”, afirma.
A principal causa da azia frequente é a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), condição em que o ácido do estômago retorna para o esôfago e provoca irritação na região. Além da queimação, o refluxo também pode causar gosto amargo na boca, regurgitação, tosse seca persistente e dor no peito.
Segundo Cláudia, a azia é apenas um sintoma e não necessariamente o diagnóstico final. “A pessoa pode ter queimação causada por condições como a doença do refluxo gastroesofágico, alterações motoras do esôfago ou processos inflamatórios”, explica.
A especialista também destaca que alguns sinais exigem investigação mais criteriosa, como perda de peso sem explicação, anemia, sangramentos, dificuldade para engolir e histórico familiar de câncer de esôfago.
O alívio rápido proporcionado pelos antiácidos costuma fazer muitas pessoas ignorarem a origem do problema. O risco é deixar uma inflamação persistente evoluir silenciosamente.
“O uso recorrente do antiácido neutraliza o ácido e gera alívio temporário, mas pode fazer o paciente não valorizar o problema da forma que deveria”, afirma a gastroenterologista.
Com o passar do tempo, o refluxo sem tratamento adequado pode provocar complicações importantes, como estreitamento do esôfago, lesões na mucosa e aumento do risco de câncer.
A nutricionista Lívia Maria Prudente de Almeida, do Hospital Samaritano Higienópolis, em São Paulo, reforça que o medicamento não resolve a causa da azia. “Os antiácidos neutralizam a acidez, mas não tratam o motivo do problema. Quanto antes a pessoa investigar o que está causando os sintomas, melhor”, destaca.
A especialista afirma que, se os sintomas são frequentes, o paciente sente dor para engolir e queimação, principalmente ao deitar, é importante procurar um médico para investigar o quadro.
Embora alguns pacientes precisem de medicamentos e exames como endoscopia, mudanças nos hábitos alimentares e no estilo de vida continuam sendo parte essencial do tratamento.
Entre as principais orientações estão evitar refeições volumosas, não deitar logo após comer, reduzir álcool, cigarro e excesso de cafeína, além de controlar o peso corporal.
“A obesidade aumenta muito a chance de refluxo por causa do acúmulo de gordura na região abdominal, que pressiona o estômago”, explica a nutricionista.
A gastroenterologista acrescenta que não existe mais uma dieta restritiva universal para todos os pacientes. A recomendação atual é identificar os alimentos que funcionam como gatilho individual para os sintomas e adaptar a alimentação de forma sustentável no longo prazo.
Você fecha o computador, toma banho, mas sua mente continua respondendo mensagens profissionais importantes. Essa rotina cansativa afeta muitas pessoas cujo expediente termina no relógio, mas segue vivo na cabeça.
Em tempos de hiperconexão digital, o emprego começa nos aplicativos antes mesmo do café da manhã. Especialistas alertam para esse comportamento silencioso que destrói a saúde emocional de quem trabalha diariamente.
Esse estado de alerta constante está diretamente ligado à ansiedade e ao estresse na rotina. O gerente nacional de Telepsiquiatria da Hapvida, Gabriel Elias de Oliveira, explica essa reação mental.
“Ansiedade é justamente esse processo de preocupação excessiva”, afirma o médico psiquiatra da Hapvida. Quando a pessoa sofre alta pressão, essas preocupações viram um automatismo perigoso fora do trabalho.
Segundo o especialista, a mente humana costuma entrar em dois movimentos mentais muito específicos. O trabalhador passa a revisitar os conflitos vividos ou tenta antecipar os problemas futuros.
“Em ambos os casos, o cérebro permanece em estado contínuo de alerta”, ressalta Oliveira. Esse processo impede o relaxamento necessário e mantém o organismo sob forte tensão nervosa.
Antigamente, as obrigações profissionais possuíam um horário muito claro para iniciar e também terminar. Hoje em dia, as pendências acompanham os profissionais até o momento de deitar na cama.
Dormir olhando relatórios e acordar checando as notificações do celular virou um hábito automático. Esse comportamento prejudicial impede que o trabalhador consiga descansar a mente de forma correta.
“Esse é certamente um dos piores hábitos que uma pessoa pode ter”, alerta Oliveira. O cérebro humano necessita de uma separação real entre os momentos de descanso e cobrança.
Quando essa divisão saudável desaparece do cotidiano, o corpo passa a funcionar em vigilância. A invasão do trabalho em todos os ambientes da vida eleva os níveis de estresse.
Olhar mensagens profissionais no período noturno atrapalha diretamente a fisiologia natural do descanso humano. O organismo não consegue ativar os mecanismos biológicos necessários para uma noite de sono reparadora.
Pela manhã, o efeito de checar o celular logo cedo também se mostra bastante negativo. O trabalhador mal despertou e já recebe uma carga pesada de estresse no córtex cerebral.
Essa atitude eleva rapidamente os níveis de cortisol no sangue logo nos primeiros minutos. Desse modo, o cérebro inicia o dia útil sob forte tensão e sem energia vital.
A falta de limites claros sabota o rendimento e esgota a capacidade de concentração futura. Portanto, desconectar-se do trabalho no período de descanso é fundamental para a preservação biológica.
Muitas pessoas encaram o ritmo acelerado atual como algo normal da vida moderna nas cidades. Contudo, o corpo dá sinais claros de esgotamento através de sintomas físicos e emocionais fáceis.
Irritabilidade crônica, fadiga mental e dificuldade extrema para relaxar indicam que há um erro grave. Os impactos ultrapassam o campo emocional e começam a afetar órgãos vitais do corpo humano.
“A ansiedade passa muito para o corpo”, explica o psiquiatra Gabriel Elias de Oliveira. Tensão muscular, palpitações cardíacas, tremores e alterações severas no apetite são sintomas físicos bastante comuns.
O funcionamento do intestino e a libido também sofrem redução drástica devido ao cansaço diário. O médico resume esse processo doloroso com uma frase direta: “Mente adoecida, o corpo paga”.
A dificuldade prolongada de se desconectar das obrigações abre caminho para doenças psiquiátricas graves. A Síndrome de Burnout surge como o estágio final desse processo de desgaste contínuo.
Esse quadro clínico perigoso está diretamente associado ao esgotamento profissional extremo do trabalhador moderno. A doença surge quando a pessoa entra em um ciclo vicioso de produção infinita.
Sem momentos reais de desligamento mental, o colapso nervoso se torna apenas questão de tempo. Por isso, estabelecer barreiras protetoras contra os abusos do trabalho é uma questão de sobrevivência.
Tratamentos médicos e afastamentos temporários tornam-se necessários quando o limite da saúde é ultrapassado. Reconhecer os próprios limites evita que a carreira profissional destrua sua vida pessoal e familiar.
Mesmo enfrentando uma rotina profissional acelerada, pequenas mudanças diárias reduzem o impacto da hiperconexão. O primeiro passo consiste em escolher conscientemente encerrar as atividades ao final do dia.
“É importante que exista uma atitude deliberada de encerrar o expediente”, orienta o médico Oliveira. O cérebro precisa receber comandos claros de que aquela etapa produtiva do dia acabou.
Silencie o celular: Desative todas as notificações de aplicativos profissionais após o término do horário.
Evite telas à noite: Não olhe e-mails ou mensagens de chefes antes de dormir na cama.
Crie rituais saudáveis: Pratique atividades físicas, dedique-se a um hobby ou assista a algo relaxante.
Higiene do sono: Mantenha horários regulares para deitar e deixe seu quarto totalmente escuro.
Praticar exercícios físicos ajuda o organismo a queimar o cortisol acumulado durante as tarefas exaustivas. Momentos de lazer estimulam a produção de hormônios ligados ao bem-estar e ao prazer físico.
“O corpo precisa sair do estado de alerta para conseguir descansar de verdade”, conclui. Adote essas estratégias hoje mesmo para proteger sua mente e ter uma vida mais equilibrada.
Na hora de focar em dietas de emagrecimento, muita gente logo pensa em cortar ou diminuir a quantidade de carboidratos na dieta na intenção de emagrecer. A medida, porém, afeta a saúde e não é recomendada, pois pode causar dor de cabeça e até comprometer o funcionamento do intestino.
Segundo Juliana Andrade, nutricionista e colunista do Metrópoles, o carboidrato é a principal fonte de energia do organismo. “Ao ser eliminado, o corpo passa a buscar outras fontes para manter suas funções. Primeiro, recorre ao glicogênio, forma de energia armazenada nos músculos e no fígado”, inicia.
Conforme prossegue a expert, como cada molécula de glicogênio é armazenada junto a moléculas de água, sua queima provoca a perda de líquidos, o que explica a redução de peso inicial que acaba motivando alguns indivíduos a verem o alimento como “vilão”.
“Com o tempo, o organismo entra em um estado chamado cetose, em que passa a utilizar a gordura como principal combustível. Esse processo pode favorecer a perda de peso e até melhorar parâmetros metabólicos em algumas pessoas, como a sensibilidade à insulina”, segue Juliana.
E onde mora o perigo? A exclusão total de carboidratos também traz efeitos colaterais. “É comum sentir cansaço, dor de cabeça, irritabilidade e dificuldade de concentração nas primeiras semanas. A longo prazo, a falta desse nutriente pode comprometer o funcionamento intestinal, já que muitos alimentos ricos em carboidratos são também importantes fontes de fibras”, alerta Juliana.

Assim como todas as outras, a estratégia de cortar esse nutriente não deve ser encarada como solução universal. A quantidade e o tipo de carboidrato ideal variam conforme o perfil, os objetivos e a saúde de cada pessoa. “Numa perspectiva ampla, a manutenção de hábitos equilibrados, com variedade alimentar, continua sendo a chave para resultados sustentáveis.”
Muitas pessoas buscam emagrecer para conquistar uma aparência mais definida ou um abdômen marcado no espelho. No entanto, focar apenas na balança pode ser um erro estratégico para quem deseja mudar o físico.
A recomposição corporal é o caminho para quem quer resultados reais, trocando gordura por massa muscular. Esse processo exige uma mudança de mentalidade e o ajuste de hábitos fundamentais no cotidiano.

Entenda como equilibrar treino, dieta e descanso para alcançar a melhor versão do seu corpo hoje. Descubra os segredos para uma transformação sustentável que vai além dos números mostrados na pesagem tradicional.
Transformar o seu físico de maneira eficaz envolve ganhar músculos enquanto você reduz o percentual de gordura. Esse conceito foca na qualidade do que compõe o seu peso total e não apenas no emagrecimento.
Segundo a nutricionista Clara Valderrama, membro da Herbalife, o peso total é formado por ossos, líquidos, gordura e músculos. Por isso, duas pessoas com o mesmo peso podem ter aparências e níveis de saúde totalmente distintos.
“É essencial entender o conceito de recomposição corporal para transformar seu físico de maneira eficaz e saudável”, afirma Clara Valderrama.
Muitos desanimam na academia quando o peso não cai ou até aumenta ligeiramente após semanas de treino intenso. Na verdade, isso ocorre porque você reduziu gordura, mas aumentou a sua massa muscular valiosa no processo.
Para mudar a sua composição, o investimento principal deve ser nos exercícios de força, como a musculação. Comece com pesos leves e mais repetições, elevando a carga de forma gradual e constante nos treinos.
Também é interessante incluir atividades cardiovasculares de alta intensidade para acelerar a queima de gordura no organismo. Variar entre exercícios aeróbicos intensos e moderados ajuda a manter a continuidade e o interesse na rotina.
Essa combinação estimula o metabolismo e sinaliza para o corpo que os músculos são necessários e fundamentais. Manter a variedade no treino é um dos segredos para evitar o tédio e a estagnação física.
Um erro comum é acreditar que quanto mais treino, melhor será o resultado visual do seu físico. O descanso adequado é o momento em que as fibras musculares se recuperam e crescem de verdade.
Recomenda-se dormir de 7 a 8 horas por dia para evitar o cansaço excessivo nas atividades. A falta de sono compromete a sua capacidade de manter uma rotina consistente e prejudica o metabolismo.
O sono de qualidade ajuda a regular hormônios essenciais que controlam o apetite e a queima energética. Sem repouso, o corpo entra em estresse, dificultando a perda de gordura e a manutenção dos músculos.
A dieta desempenha um papel central na mudança da composição e deve ser ajustada às suas necessidades individuais. Reduzir calorias totais, especialmente açúcares e gorduras ruins, favorece a queima de gordura sem sacrificar a massa.
O consumo de proteínas deve ser aumentado para auxiliar na formação muscular e na saciedade durante o dia. De acordo com a nutricionista Clara Valderrama, a ingestão adequada de micronutrientes também é um pilar insubstituível.
“Aumentar o consumo de proteínas ajuda na formação muscular, considerando entre 1,2 e 2,0 g por quilo”, orienta Valderrama.
Aposte em proteínas de qualidade: Utilize carnes magras, ovos ou suplementos como o whey protein se necessário.
Hidratação constante: Beba água antes, durante e após os exercícios para manter o desempenho sempre em alta.
Vitaminas e minerais: Garanta o aporte de micronutrientes através de frutas, legumes ou suplementos multivitamínicos específicos.
Ajuste calórico: Procure um nutricionista para calcular o déficit ideal que preserve seus músculos enquanto perde gordura.
Mudar o físico exige comprometimento a longo prazo e a paciência para colher os frutos da dedicação. A constância com os exercícios e a alimentação equilibrada são os fatores que garantem resultados duradouros.
O acompanhamento regular com médico e nutricionista é essencial para realizar os ajustes finos no plano alimentar. Esses profissionais garantem que você alcance seus objetivos de forma saudável, segura e sem dietas restritivas perigosas.
Lembre-se que a transformação é uma jornada contínua para melhorar sua força e o seu bem-estar geral. Com foco nos quatro pilares, você conquistará uma aparência muito mais definida e uma saúde inabalável.
Defina metas realistas de curto e médio prazo para manter a motivação sempre elevada no dia.
Priorize o levantamento de pesos ao menos três vezes por semana para estimular a síntese proteica muscular.
Organize suas refeições com antecedência para evitar o consumo de alimentos ultraprocessados ou lanches rápidos gordurosos.
Monitore seu progresso por fotos e medidas corporais, deixando a balança um pouco de lado nesta fase.
Respeite os limites do seu corpo e não pule os dias de descanso necessários para a recuperação.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, divulgou uma longa mensagem para os cubanos. Nela, o chefe da diplomacia norte-americana acusou autoridades do país de enriquecer às custas do povo, e disse que Donald Trump pode oferecer uma “nova Cuba” aos cidadãos do país. A manifestação foi publicada neste quarta-feira (20/5) nas redes sociais.
Rubio, que é filho de imigrantes cubanos e se destacou na política dos EUA por ser um forte crítico do governo, disse que a grave situação humanitária na ilha não é provocada pelo embargo norte-americano que dura mais de 60 anos.
“A verdadeira razão por não terem eletricidade, combustível nem alimentos é porque quem controla o seu país saqueou bilhões de dólares”, disse o secretário de Estado norte-americano na mensagem, divulgada no dia da Independência de Cuba.
Segundo o chefe da diplomacia de Trump, tal “roubo” acontece por meio do Grupo de Administración Empresarial S.A (GAESA). O conglomerado empresarial, criado na década de 1990 por Raúl Castro, na época ministro das Forças Armadas, é controlado por militares.
Por conta disso, Rubio afirmou que Donald Trump oferece a oportunidade de uma “nova Cuba” para a população do país, através de uma nova relação entre Washington e Havana — que deve acontecer “diretamente com o povo cubano”, segundo o secretário de Estado.
Isso começaria com uma doação de US$ 100 milhões de dólares em alimentos e remédios. A ajuda, contudo, está condicionada a distribuição por parte da Igreja Católica, ou outros grupos humanitários.
Apesar do tom diplomático adotado por Rubio, a manifestação do governo norte-americano se soma a outras declarações e ações vindas dos EUA contra Cuba. A maioria delas em tom de ameaça.
Desde a captura do ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro, Trump voltou os olhos para a ilha vizinha do território norte-americano.
Uma das primeiras medidas adotadas pelo presidente dos EUA foi bloquear o envio do petróleo venezuelano, que por décadas abasteceu o país, para Cuba. Isso foi possível graças ao alinhamento da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, aos interesses norte-americanos.
Washington ainda ameaçou impor tarifas contra países que fornecerem petróleo para a ilha, atualmente governada por Miguel Díaz-Canel.
Além disso, Trump tem feito inúmeras ameaças militares contra o país. Em diversas ocasiões, o presidente dos EUA falou em “tomar o controle” da ilha após o fim da guerra com o Irã.
Atualmente, a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que a quantidade mínima de exercício deve ser de 150 minutos por semana. Porém, uma pesquisa chinesa aponta que, na verdade, seriam necessárias 10 horas de exercício semanais para ter benefícios para o coração — quase quatro vezes mais do que a indicação da OMS.
O estudo vai na contramão de algumas pesquisas que sugerem poucos minutos de atividade por dia para começar a perceber resultados e recomenda entre 560 e 610 minutos de exercício semanal. O levantamento foi publicado na revista BMJ nessa terça (19/5).
Foram analisados dados de 17.088 pessoas que fizeram parte do UK Biobank entre 2013 e 2015. A média de idade entre os participantes era 57 anos, 56% eram mulheres e 96% eram brancos. Informações sobre uso de álcool e tabaco, índice de massa corporal, condições anteriores de saúde, frequência cardáica em repouso e pressão sanguínea foram levados em consideração.
Os voluntários usaram um dispositivo no braço por sete dias consecutivos para registrar os níveis de exercício e completaram um teste de ciclismo para medir a aptidão cardiorespiratória. Eles foram monitorados por 7,8 anos para verificar eventos cardiovasculares.
Os cientistas descobriram que pessoas que faziam 150 minutos de atividade por semana apresentaram até 9% de redução no risco cardiovascular.
Para ter mais de 30% menos chance de problemas associados ao coração, considerando “substancial” pelos pesquisadores, foi necessário fazer entre 560 e 610 minutos de exercício moderado a intenso semanalmente — este nível só foi alcançado por 12% dos participantes.
Os resultados mostraram ainda que pessoas mais sedentárias precisavam de 30 a 50 minutos extras de exercício por semana em comparação com indivíduos que praticam atividade com frequência.
“Os achados ressaltam o desafio ainda maior enfrentado pelas populações sedentárias”, afirmam os pesquisadores da Macao Polytechnic University, em comunicado.
Os cientistas lembram que o estudo é observacional, ou seja, mostra que existe relação entre a quantidade de exercício e a queda do risco cardiovascular, mas não comprova uma relação de causa e efeito.
Outra hipótese é que os participantes estudados possam ser mais ativos do que a população geral, o nível de aptidão cardiorrespiratória foi estimado, e o tempo sedentário ou exercícios menos vigorosos não foram medidos.
Os pesquisadores afirmam que os dados confirmam a quantidade de exercício recomendada atualmente como o mínimo, mas que próximas orientações devem dividir os tempos a depender da situação física do indivíduo.
“As diretrizes futuras podem precisar diferenciar entre o volume mínimo de exercícios moderados a vigorosos necessário para uma margem de segurança básica e os volumes substancialmente maiores necessários para a redução ideal do risco cardiovascular”, concluem
O peso corporal acumulado ao longo da vida pode influenciar o risco de desenvolver diferentes tipos de câncer. A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, que analisou dados de mais de 620 mil pessoas acompanhadas dos 17 aos 60 anos.
Os resultados indicam que tanto o excesso de peso no início da vida adulta quanto o ganho acelerado nas décadas seguintes estiveram associados ao aumento da incidência de diversos tumores.
A pesquisa foi publicada em 24 de abril na plataforma científica medRxiv. Os autores destacam que os achados reforçam evidências já conhecidas sobre a relação entre obesidade e câncer.
O trabalho utilizou dados do estudo sueco Obesity and Disease Development Sweden (ODDS), um grande banco nacional que reúne informações de peso, altura e hábitos de saúde registradas entre 1911 e 2020. Os cientistas cruzaram os dados corporais dos participantes com diagnósticos de câncer documentados até 2023.
Ao todo, foram avaliados 251.041 homens e 378.981 mulheres. Cada participante teve, em média, quatro registros de peso ao longo da vida adulta. Para entrar na análise, era necessário possuir ao menos três medições corporais em diferentes períodos da vida.
Os pesquisadores dividiram a trajetória de ganho de peso em três períodos: dos 17 aos 30 anos, dos 31 aos 44 anos e dos 45 aos 60 anos. Além do ganho de peso total, eles também analisaram o peso corporal aos 17 anos e a idade em que a obesidade começou.
Para calcular os riscos, os autores compararam os participantes que ganharam mais peso ao longo da vida com aqueles que tiveram menores variações corporais.
O grupo com maior ganho acumulou, em média, cerca de 32 quilos durante a vida adulta, enquanto o grupo com menor ganho registrou aproximadamente oito quilos.
Os resultados mostraram que aumentos mais intensos de peso estiveram associados a uma maior incidência de cânceres já reconhecidos como relacionados à obesidade.
Os pesquisadores identificaram associações mais fortes entre ganho de peso e diferentes tipos de câncer em homens e mulheres. Nos homens, os maiores riscos apareceram em câncer de fígado e adenocarcinoma de esôfago, principalmente entre aqueles que ganharam mais peso antes dos 45 anos. Também foram observadas associações com câncer renal, câncer de cólon, tumores da hipófise, melanoma maligno e linfoma difuso de grandes células B.
Entre as mulheres, o câncer de endométrio foi o mais fortemente relacionado ao ganho de peso ao longo da vida. O estudo também encontrou aumento do risco de câncer renal, câncer de mama após a menopausa, meningioma e câncer de cólon, especialmente entre participantes que ganharam mais peso depois dos 30 anos.
Outro achado importante foi a influência do peso corporal aos 17 anos. Segundo os pesquisadores, adolescentes com maior peso apresentaram mais risco de desenvolver câncer na vida adulta. A idade de início da obesidade também teve impacto: quanto mais cedo ela começou, maior foi a associação com alguns tumores.
Segundo o estudo, o excesso de gordura corporal pode favorecer o desenvolvimento de tumores por diferentes mecanismos biológicos. Entre eles estão inflamação crônica, aumento dos níveis de insulina, alterações hormonais e estímulo ao crescimento celular desregulado.
Os pesquisadores afirmam que o organismo exposto à obesidade por muitos anos pode sofrer alterações metabólicas contínuas, criando um ambiente favorável para o crescimento de células cancerígenas.
Usuários do Instagram não deixaram de notar que, durante uma live realizada por Virginia Fonseca nesta terça-feira (20/5), Vini Jr. marcou presença entre os espectadores da influenciadora.
Prints que circulam nas redes sociais flagraram a breve presença do perfil do jogador da Seleção Brasileira entre as contas que acompanhavam o conteúdo ao vivo. Veja:
Vale lembrar que, durante a primeira crise do agora ex-casal, marcada por rumores de traição or parte do atleta, Vini Jr. também apareceu em uma das lives de Virginia. O gesto à época, foi visto como uma tentativa de reconquistar a influenciadora.
Dias depois de Virginia anunciar o fim do relacionamento, Vini Jr. usou as redes sociais na segunda-feira (18/5) para compartilhar uma mensagem à agora ex-namorada. Eles estavam juntos há cerca de seis meses.
Na publicação, o jogador agradece pelo tempo ao lado da influenciadora e diz torcer pela felicidade dela. O recado também foi alvo de polêmicas nas redes sociais.

“Obrigado por tudo! Foi marcante cada momento e aprendizado ao seu lado! Tudo de melhor e sucesso na sua vida! Torcendo por sua felicidade. Agradeço sempre a você por ter dedicado uma parte da sua vida para mim. Fica bem!”, escreveu Vini Jr.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro evitou falar da crise que assola a pré-campanha a presidente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após a divulgação de uma conversa negociando R$ 134 milhões com Daniel Vorcaro. Ao invés de defender o senador, Michelle preferiu desconversar.
Na saída do evento de lançamento da pré-candidatura de Maria Amélia, dona de uma famosa rede de docerias em Brasília, Michelle afirmou que o caso não é assunto dela.
“(Sobre) Flávio, você tem que perguntar pra ele”, declarou, recusando-se a responder como ela avaliava o impacto da crise na campanha do enteado.
Flávio admitiu que pediu dinheiro ao banqueiro do Master para bancar o filme Dark Horse que trata da carreira política de Jair Bolsonaro. Nesta terça-feira, o senador também afirmou que visitou Vorcaro após sua prisão domiciliar, mas disse que foi para dizer que não precisaria mais da ajuda dele ao constatar que as denúncias contra o banqueiro eram graves.
Mais cedo, no palco do evento, Michelle elogiou o senador Eduardo Girão (Novo-CE) e defendeu sua pré-candidatura ao governo do Ceará. Ela aproveitou para cutucar a aliança feita por bolsonaristas com o grupo de Ciro Gomes (PSDB) no Estado.
“Se tiver que perder, vamos perder com dignidade. A gente não vai fazer aliança com o mal. Aqui não é projeto de poder”, declarou Michelle.
Ciro é o pivô de uma crise entre Michelle e liderança do PL cearense, que articularam essa aliança. A ex-primeira-dama não engoliu até hoje os ataques que Ciro fez ao marido dela, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nesta terça-feira (19/5), a influenciadora Virginia Fonseca compartilhou nas redes sociais uma série de fotos ao lado de diversos animais durante uma visita a um santuário privado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
O local é o Fame Park, um santuário e zoológico de luxo pertencente ao empresário e bilionário emiratense Dr. Saif Ahmed Belhasa. O espaço abriga mais de 500 animais exóticos e resgatados e é conhecido por receber celebridades, atletas de alto nível e convidados VIP. O acesso não é aberto ao público em geral e acontece de forma restrita.

Apesar do perfil exclusivo, o santuário também é reconhecido pelo compromisso com a gestão ética da vida selvagem e pelo acolhimento de animais resgatados.
No entanto, esta não é a primeira vez que Virginia visita o espaço. Em 2023, a influenciadora esteve no local acompanhada das filhas e do então marido, o cantor Zé Felipe — com quem encerrou o casamento em maio do último ano. Na ocasião, eles foram recebidos pelo próprio dono do zoológico.

Além das fotos posando ao lado de diferentes animais, ela também compartilhou uma sequência de vídeos nos Stories. Em uma das gravações, aparece dando um beijo em um macaco, momento que chamou a atenção dos seguidores. “Que pegada foi essa”, diz o texto que aparece nas imagens.
O Arsenal conquistou a Premier League nessa terça-feira (19/5). O título dos Gunners contou com os brasileiros Gabriel Martinelli e Gabriel Magalhães, convocados por Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026. Além da dupla, outros oito jogadores venceram as suas ligas nacionais.
Confira a lista de convocados para a Copa:
Arte/ Metrópoles
Atuais campeões do Brasileirão, o Flamengo tem três jogadores convocados que ficaram com a taça do ano passado, foram eles: Alex Sandro, Léo Pereira e Danilo. Além deles, o lateral Wesley, hoje na Roma, também participou da campanha.
Também do Rubro-Negro, Lucas Paquetá foi chamado por Ancelotti mas não esteve na conquista do Campeonato Brasileiro. Na Rússia, Luiz Henrique e Douglas Santos conquistaram a liga nacional com o Zenit. O capitão do Paris Saint-Germain, Marquinhos, venceu na França, e Raphinha, com o Barcelona, na Espanha.
A Seleção terá dois representantes de times da Arábia Saudita, que ainda tem jogos a serem disputados, porém, nenhum deles pode vencer a competição. Ao todo, a convocação do Brasil foi composta por 26 jogadores que representam oito ligas distintas. Veja os campeões destas competições.
A seleção da Suíça anunciou nesta quarta-feira (20/5) os jogadores convocados para a Copa do Mundo. A lista conta com jogadores que já disputaram o torneio, como Granit Xhaka, Ricardo Rodríguez e Breel Embolo.
Goleiros:
Defensores:
Meio-campistas:
Atacantes:
A Suíça está no Grupo B da Copa do Mundo, ao lado de Canadá, Catar e Bósnia. A estreia da equipe está marcada para 13 de junho, diante dos cataris. A sequência do selecionado será contra a Bósnia no dia 18, e encerra a primeira fase em duelo com o Canadá, em 24 do mesmo mês.
Após a vitória por 2 x 1 sobre o Bolívar, nessa terça-feira (19/5), o Fluminense segue vivo na Libertadores da América. O Tricolor de Laranjeiras vai para a última rodada para brigar por uma vaga nas oitavas de final do torneione precisa de uma combinação de resultados para avançar ao mata-mata.
O Fluminense está empatado com o Bolívar, com cinco pontos cada, na tabela de classificação da chave. O Rivadavia lidera o grupo e já está matematicamente classificado para a próxima fase.
A classificação atual do grupo:
Com isso, o Fluminense precisa vencer o La Guaira na última rodada e torcer para que o Bolívar não triunfe diante do Rivadavia, em La Paz. Com isso, o Tricolor de Laranjeiras atingiria oito pontos, enquanto a equipe boliviana chegaria no máximo aos seis pontos.
