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O excesso de barulho no dia a dia vai muito além do simples incômodo. A exposição contínua a ruídos intensos pode provocar impactos reais no cérebro e na saúde mental, afetando memória, concentração, qualidade do sono e equilíbrio emocional.

Segundo a neurorradiologista Niedja Tsuno, do laboratório Exame, no Distrito Federal, o cérebro humano precisa de períodos de recuperação para funcionar adequadamente. “O barulho constante pode, sim, provocar alterações importantes no funcionamento cerebral”, afirma a especialista.

Ela explica que a exposição frequente ao ruído aumenta os níveis de cortisol, conhecido como hormônio do estresse, o que pode prejudicar a atenção, a memória e a capacidade de concentração ao longo do tempo.

Barulho mantém cérebro em estado de alerta

De acordo com os especialistas, ambientes muito barulhentos fazem o organismo permanecer em estado contínuo de vigilância, como se estivesse constantemente diante de uma ameaça.

O psiquiatra Oswaldo Pettermann Neto, da plataforma Doctoralia, explica que o cérebro interpreta o excesso de ruído como um sinal de alerta permanente. “Isso mantém o organismo em estado de vigilância e ativa áreas relacionadas ao estresse”, destaca.

Além do desgaste mental, o excesso de barulho também pode impactar diretamente o sono. Quando o descanso é interrompido por ruídos constantes, o cérebro perde parte da capacidade de recuperação física e cognitiva.

Ansiedade, irritabilidade e cansaço mental

Entre os sintomas mais comuns associados ao excesso de barulho estão irritabilidade, ansiedade, fadiga mental, dores de cabeça e dificuldade de concentração.

Niedja afirma que muitas pessoas convivem com sintomas emocionais sem perceber que o ambiente sonoro pode estar contribuindo para isso. “Muitas pessoas desenvolvem sensação constante de cansaço e esgotamento emocional sem perceber que o ambiente sonoro pode estar contribuindo para isso”.

Pettermann Neto complementa que os efeitos podem se acumular ao longo do tempo, mesmo quando a pessoa acredita ter se acostumado ao ruído.

Como reduzir os impactos do excesso de ruído

Os especialistas recomendam diminuir a exposição ao barulho sempre que possível, evitar volumes elevados em fones de ouvido e priorizar momentos de silêncio e descanso.

Práticas como atividade física, técnicas de relaxamento e ambientes mais silenciosos também ajudam o cérebro a sair do estado constante de alerta e reduzir os impactos do estresse causado pelo excesso de ruído.

 

Nem toda marca deixada na pele após um corte, cirurgia ou piercing é igual. Enquanto algumas cicatrizes ficam discretas com o passar do tempo, outras podem crescer de forma exagerada, causar desconforto e até ultrapassar os limites da lesão original. Entender a diferença entre cicatriz comum, cicatriz hipertrófica e queloide é essencial para buscar o tratamento correto e evitar complicações durante a cicatrização.

Segundo a dermatologista Paola Canabrava, do Hospital Santa Lúcia Norte, a cicatriz comum costuma permanecer plana e sem aumento anormal da pele.

“Normalmente, a cicatriz comum não apresenta relevo importante e permanece limitada ao local da lesão. Já o queloide tem crescimento exagerado e ultrapassa os limites da cicatriz original”, explica.

A também dermatologista, Andressa Vargas, que atende no Rio Grande do Sul, afirma que a cicatriz hipertrófica também pode gerar confusão por apresentar relevo e vermelhidão, mas ela também se diferencia do queloide.

“A cicatriz hipertrófica ocorre quando há produção exagerada de colágeno, formando uma lesão elevada e espessa, mas ainda restrita aos limites do ferimento inicial. O queloide continua crescendo de forma desproporcional”, detalha.

Além da aparência, queloides podem provocar coceira, dor e desconforto estético, principalmente em regiões mais visíveis do corpo.

Quem tem mais risco de desenvolver queloide

A predisposição genética é um dos principais fatores associados ao desenvolvimento de queloides. Pessoas com histórico familiar da condição costumam apresentar maior risco, assim como indivíduos de peles mais pigmentadas.

De acordo com Paola, a tensão da pele também influencia diretamente na cicatrização. “Regiões como colo, ombros, costas e orelhas têm maior tendência à formação de queloides por sofrerem mais tensão durante o processo de cicatrização”, afirma.

Inflamações prolongadas, traumas repetidos e infecções podem agravar o quadro, acrescenta Andressa. Procedimentos como piercings e cirurgias também exigem atenção em pessoas predispostas.

Além disso, exposição solar sem proteção, retirar casquinhas da ferida e manipular excessivamente a cicatriz estão entre os erros que podem piorar o aspecto da pele durante a sua recuperação.

Tratamentos ajudam a cicatrização

Apesar de não existir uma solução única para todos os casos, as dermatologistas dispõe, atualmente, de diferentes recursos para melhorar o aspecto das cicatrizes e controlar o desenvolvimento de queloides.

O uso de fitas e placas de silicone estão entre as medidas mais utilizadas para prevenção logo após procedimentos cirúrgicos. Infiltrações com corticoide ainda são um dos tratamentos mais usados, e alguns tipos de laser podem auxiliar no controle dos queloides.

Tecnologias como microagulhamento e crioterapia também podem ajudar na modulação do colágeno e na melhora estética da pele. Em situações específicas, a cirurgia pode ser indicada, geralmente associada a outros tratamentos para reduzir o risco de recorrência.

As especialistas reforçam que o acompanhamento dermatológico precoce aumenta as chances de sucesso no tratamento e evita que alterações da cicatrização evoluam de forma mais agressiva.

Belo Horizonte — Mesmo sem confirmar oficialmente a candidatura ao governo de Minas Gerais em 2026, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) tem intensificado falas com tom cada vez mais alinhado a uma pré-campanha eleitoral.

Em discurso recente no plenário do Senado, divulgado nas redes sociais, o parlamentar voltou a se apresentar como um nome contra a classe política tradicional e prometeu enfrentar o que chamou de “sistema” caso chegue ao Palácio Tiradentes.

“Quem vai mandar em MG será o povo. Quem vai governar será o povo. E não será classe política”, afirmou. “Vai causar arrepio ao sistema. É por isso que vocês estão morrendo de medo. Eu vou abrir a caixa-preta. A casa vai cair”, completou.

Despreparo

O senador também rebateu críticas sobre ele por suposta falta de preparo para administrar o estado. “Que preparo? Pra roubar eu não tenho mesmo não. Pra mentir eu não tenho mesmo não. Eu tenho que entrar lá com as mãos limpas e o coração puro”, disse.

Aliados já tratam Cleitinho como um dos principais nomes da direita mineira para a sucessão estadual. O parlamentar, no entanto, ainda evita oficializar a disputa. Ele tem como principais adversários o atual governador do estado, Mateus Simões (PSD), e um possível nome da esquerda, que passou por Rodrigo Pacheco (PSB), perdeu fôlego e ainda precisa ser definido.

Proposta popular

Além do discurso de confronto ao “sistema”, Cleitinho também vem apostando em propostas de forte apelo popular. Recentemente, afirmou que pretende acabar “com uma canetada” com a taxa de esgoto cobrada em municípios onde não há tratamento efetivo do serviço.

Na ocasião, o senador classificou a cobrança como “um roubo” contra a população e prometeu rever tarifas ligadas ao saneamento em Minas Gerais.

As declarações reforçam a estratégia do parlamentar de ampliar a conexão com o eleitorado insatisfeito com a política tradicional, ao mesmo tempo em que aposta em propostas consideradas de difícil execução.

A influenciadora e empresária Virginia Fonseca marcou presença na partida disputada por Vini Jr. na noite dessa quinta-feira (14/5), horas antes de anunciar o fim do relacionamento com o jogadorVeja:

Virginia foi a jogo de Vini jr antes de revelar término. Veja fotos - destaque galeria
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Mãe de Vini Jr publicou registro com Virginia durante a partida

Virginia Fonseca anunciou o fim do relacionamento com o jogador de futebol Vini Jr. em uma publicação feita no Instagram na manhã desta sexta-feira
No post, a empresária admitiu torcer pela felicidade e pelo sucesso do ex-namorado e pediu que o momento seja "uma página virada na vida de cada um"
Virginia e Vini Jr. estavam juntos desde meados de julho de 2025. A mãe de Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo engatou o romance com o jogador logo após o aniversário de 25 anos dele

A mãe de Vini Jr, Fernanda Cristina, inclusive, publicou um registro ao lado da ex-nora durante a partida de futebol.

O término, inclusive, aconteceu cerca de 10 dias após Zé Felipe aparecer na casa da ex-esposa. A ida do cantor sertanejo para a casa de Virginia ocorreu em 6 de maio, em meio a rumores de crise no namoro dela com o atleta. Zé Felipe postou fotos e vídeos na casa da influenciadora. Em uma das imagens, Zé apareceu ao lado da ex-sogra, Margareth Serrão.

Apesar da expectativa dos fãs do ex-casal, que ainda apostam em uma reconciliação, Virginia e Zé Felipe não devem ter se encontrado em Goiânia.

Término de Virginia e Vini Jr.

Virginia Fonseca anunciou o fim do relacionamento com o jogador de futebol Vini Jr. em uma publicação feita no Instagram na manhã desta sexta-feira (15/5).

Virginia foi a jogo de Vini jr antes de revelar término. Veja fotos - destaque galeria
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Vini Jr. compartilha foto com Virginia após rumores de crise no namoro

Virginia Fonseca e Vini Jr.
Vini Jr. e Virginia Fonseca.
Vini Jr. parabenizou a namorada

No post, a empresária admitiu torcer pela felicidade e pelo sucesso do ex-namorado e pediu que o momento seja “uma página virada na vida de cada um”.

Virginia e Vini Jr. estavam juntos desde meados de julho de 2025. A mãe de Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo engatou o romance com o jogador logo após o aniversário de 25 anos dele.

Leia o desabafo completo sobre o término com Vini Jr.

“Eu sempre vou me permitir viver.
Viver algo de verdade, sem medo, sem cálculo e sem deixar de ser quem eu sou.

Enquanto estivemos juntos, me dediquei muito, como me dedico a tudo o que me proponho a viver na minha vida. Afinal, eu sempre trabalhei muito, sempre fui muito focada nos meus sonhos e nas minhas responsabilidades. Mas também sou uma mulher, e me permiti viver isso sem criar qualquer barreira, prezando pelo respeito que eu sempre tive dentro de qualquer relação.

Ao longo da minha vida, aprendi a nunca negociar aquilo que, pra mim, é inegociável. Então, quando algo deixa de fazer sentido, eu prefiro ter maturidade para encerrar com carinho do que permanecer por permanecer.

Hoje, escolhemos respeitar um o caminho do outro. Torço muito pela felicidade e pelo sucesso do Vinícius, e tudo isso com muito carinho.

Peço o respeito de todos e que seja uma página virada na vida de cada um, assim como será na minha!
Obrigada. 🥂❤️”

 

recente surto de hantavírus voltou a chamar a atenção para termos que se tornaram amplamente conhecidos durante a pandemia de covid-19: endêmico, epidêmico e pandêmico.

Esses conceitos costumam ser agrupados ou usados de forma incorreta no debate público, mas, na epidemiologia, têm significados precisos. O mais importante é que eles descrevem como uma doença se espalha – e não o quão perigosa ela é. Então, afinal, o que esses termos realmente significam?

Endemia: ameaça constante

Uma doença que ocorre regularmente em certas regiões é chamada de endêmica. No caso de uma endemia, o número de doentes permanece relativamente constante ao longo do tempo.

A incidência da doença é maior numa região do que em outras, mas não aumenta com o tempo. Num certo período, há aproximadamente o mesmo número de novos casos. Um exemplo típico é a malária, que afeta 300 milhões em todo mundo a cada ano, principalmente nos trópicos.

Endêmico não significa inofensivo. Doenças endêmicas podem ser graves ou fatais. A característica que as define não é o impacto sobre os indivíduos, mas sua ocorrência constante e geograficamente limitada.

Epidemia: uma região apenas

Se o número de doentes numa determinada região ultrapassa o nível (endêmico) normalmente esperado, fala-se de uma epidemia. Se os casos de doença são limitados a um local, costuma-se falar de surtos.

Uma epidemia ocorre, por exemplo, quando a virulência de um patógeno específico muda: um vírus sofre mutação e se torna mais contagioso. Uma epidemia também pode ocorrer no caso de enfermidades recém-introduzidas numa determinada área. O pré-requisito neste caso é que uma doença possa ser transmitida entre humanos.

Um exemplo disso é a varíola, que os conquistadores europeus introduziram nas Américas desde o início do século 16. Como a população indígena nunca estivera antes em contato com os patógenos, não tinha qualquer resistência. Algumas projeções afirmam que até 90% da população indígena das Américas foi vítima de varíola.

Pandemia: propagação mundial

Se uma doença se dissemina não apenas regionalmente, mas entre países e continentes, os especialistas se referem a uma pandemia.

Isso significa, acima de tudo, que o controle bem-sucedido da doença depende da cooperação entre os sistemas de saúde de diferentes países. Isso não quer dizer que uma doença seja particularmente perigosa ou letal.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde(OMS) e Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, as pandemias são causadas principalmente por novos patógenos ou tipos de vírus. Por exemplo, podem ser zoonoses, ou seja, doenças transmitidas de animais para humanos.

Se uma doença é nova entre seres humanos, poucos estarão imunes ao vírus. Neste caso, tampouco há vacinas, e o número de enfermos costuma ser alto. O grau de periculosidade ou mortalidade dependerá do vírus específico e do estado de saúde do paciente.

Mesmo que uma doença seja inofensiva na maioria dos casos, em termos percentuais, numa pandemia, o número casos graves pode ser muito alto. Isso ocorre devido à grande quantidade de infecções.

A gripe é o exemplo de uma doença que repetidamente assume proporções pandêmicas. A gripe espanhola de 1918, causou entre 25 milhões a 50 milhões de mortes, muito mais do que a Primeira Guerra Mundial. A gripe suína, H1N1, também desencadeou uma pandemia em 2009.

Mesmo no caso de uma pandemia, áreas isoladas podem ser poupadas da doença, tais como ilhas ou regiões montanhosas. No entanto, o tráfego aéreo favorece a disseminação de pandemias.

“Epidemias” que não são exatamente isso

Os termos epidemia e pandemia normalmente se referem a doenças infecciosas. No entanto, como transmitem a ideia de necessidade de ação urgente, doenças não transmissíveis ou hábitos prejudiciais à saúde às vezes também são chamados de epidemias.

Assim, essas formulações são essencialmente metafóricas, por exemplo, “epidemia de diabetes” ou “epidemia de opioides”.

Um artigo sobre este conteúdo foi publicado originalmente em 18/02/2020. O texto foi atualizado.

microbiota intestinal, formada por trilhões de microrganismos, tem um papel central no funcionamento do organismo. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou que a redução dessas bactérias pode alterar o comportamento de células responsáveis por proteger o intestino.

O trabalho foi publicado na revista Gut Microbes em novembro de 2025 e investigou como a ausência ou diminuição da microbiota interfere no epitélio intestinal, camada que reveste o intestino grosso e atua como uma barreira contra agentes externos.

Os resultados indicam que, quando há perda da microbiota, algumas células passam a assumir funções diferentes das que exerciam normalmente. Em vez de apenas produzir muco, elas também começam a absorver nutrientes, algo mais comum em outras partes do sistema digestivo.

Mudança no papel das células

Os pesquisadores identificaram uma população de células que, até então, era considerada exclusivamente responsável pela produção de muco, substância essencial para proteger a parede intestinal. No entanto, o estudo mostrou que elas também podem atuar na absorção de nutrientes.

Essa mudança está ligada à presença de compostos produzidos pelas bactérias intestinais, como o butirato, gerado a partir da fermentação de fibras. Quanto maior a produção desse composto, menor a quantidade dessas células com função dupla.

Quando a microbiota é reduzida, seja pelo uso de antibióticos ou pelo envelhecimento, ocorre o efeito contrário. O número dessas células aumenta, sugerindo uma tentativa do organismo de se adaptar à nova condição.

“Quando a microbiota é reduzida, o intestino grosso passa a expressar características ligadas à absorção de nutrientes, algo que normalmente não é sua principal função”, explica Vinícius Dias Nirello, primeiro autor do estudo, em comunicado.

Possíveis impactos para a saúde

Os experimentos foram realizados com camundongos e também incluíram análises de tecidos humanos. Os pesquisadores observaram que essa população de células é mais frequente em indivíduos mais velhos, o que pode indicar uma relação com o envelhecimento.

Para o professor Marco Vinolo, do Instituto de Biologia da Unicamp, a expansão dessas células pode ser uma resposta do organismo para reforçar a barreira intestinal em situações de desequilíbrio. “Essa adaptação pode ajudar a proteger o intestino quando há perda de bactérias importantes”, afirma.

Os cientistas destacam que os achados ajudam a entender melhor como a microbiota influencia o funcionamento do intestino e podem contribuir para pesquisas sobre doenças inflamatórias intestinais.

Além disso, o estudo revela que o intestino tem uma capacidade de adaptação maior do que se imaginava, ajustando suas funções de acordo com os sinais enviados pelos microrganismos que vivem ali.

 

Ficar sentado por muito tempo parece algo inofensivo na rotina. Porém, o sedentarismo prolongado tem chamado cada vez mais a atenção por seus impactos na saúde cardiovascular, principalmente no aumento do risco de hipertensão.

A pressão alta afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo. E um dos fatores que mais contribuem para o problema é justamente o excesso de tempo em comportamento sedentário, como passar horas sentado trabalhando, estudando ou usando telas.

Sedentarismo aumenta os riscos para o coração

Manter o corpo parado por períodos longos reduz a circulação sanguínea, prejudica o metabolismo e aumenta a sobrecarga do sistema cardiovascular.

Estudos recentes mostram que cada hora passada sentado ou deitado ao longo do dia pode elevar o risco cardiovascular em cerca de 5%, especialmente quando não há compensação com atividade física regular.

Além disso, a falta de movimento favorece outros fatores ligados à hipertensão, como:

Hipertensão muitas vezes não apresenta sintomas

A hipertensão arterial é conhecida como uma doença silenciosa porque pode evoluir sem sinais claros durante anos.

Quando não controlada, ela aumenta o risco de:

Por isso, hábitos simples do dia a dia fazem diferença importante na prevenção.

Pequenas pausas já ajudam o organismo

Uma das estratégias mais recomendadas para reduzir os impactos do sedentarismo é interromper longos períodos sentado com pequenas movimentações ao longo do dia.

Levantar, caminhar alguns minutos pela casa ou escritório e alongar o corpo já ajudam a estimular a circulação e reduzir a sobrecarga cardiovascular.

Em muitos casos, pausas de cinco minutos a cada meia hora já trazem benefícios para o organismo.

Exercícios aeróbicos ajudam a controlar a pressão

Além de reduzir o tempo sentado, manter uma rotina de exercícios físicos é fundamental para a saúde do coração.

Atividades aeróbicas costumam ser as mais indicadas para auxiliar no controle da pressão arterial, como:

A recomendação geral é acumular pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada.

Musculação também pode ser aliada

Os exercícios de força também ajudam na saúde cardiovascular quando praticados de forma equilibrada.

Além de fortalecer a musculatura, a musculação auxilia no controle metabólico, melhora a circulação e contribui para o equilíbrio da pressão arterial.

Mudanças simples fazem diferença

Nem sempre é necessário transformar completamente a rotina para cuidar do coração. Algumas atitudes já ajudam bastante:

Quando procurar avaliação médica

Pessoas com pressão alta, histórico familiar de doenças cardiovasculares, dores no peito, falta de ar ou episódios frequentes de tontura devem procurar acompanhamento médico antes de iniciar atividades físicas intensas.

Monitorar a pressão regularmente também é importante, principalmente após os 40 anos ou em casos de sedentarismo prolongado.

De forma inédita, pesquisadores chineses conseguiram decifrar o DNA de Homo erectus, um exemplar de hominídeo extinto e ancestral direto da evolução humana. Os materiais que serviram para a análise foram encontrados em um fóssil da espécie com cerca de 400 mil anos.

Como resultado da investigação, descobriu-se que o Homo erectus possuía variantes genéticas iguais às achadas nos denisovanos, um outro tipo de hominídeo extinto e parentes próximos dos neandertais e humanos atuais. Além disso, foi identificado um elo evolutivo entre H. erectus e a espécie humana moderna, os Homo sapiens.

A descoberta liderada pela Academia Chinesa de Ciências, em parceria com outras instituições locais, teve os resultados publicados na revista Nature nessa quarta-feira (13/5).

Sequenciamento inédito do Homo erectus

Decifrar o código genético da espécie primitiva só foi possível através das proteínas fossilizadas detectadas no esmalte dentário de seis elementos dentais encontrados em diferentes sítios arqueológicos chineses. Isso porque, mesmo já tendo achado ossos e ferramentas, os pesquisadores não conseguiam identificar pistas nesses fragmentos.

A análise das proteínas encontrou vários aminoácidos provenientes do Pleistoceno Médio. Como consequência, foram detectadas duas variações genéticas: a AMBN-A253G, que estava presente em todos os indivíduos investigados, indicando que todos eram da mesma população evolutiva; e a AMBN-M273V, que anteriormente havia sido achada apenas nos denisovanos, sugerindo que ambas as espécies podem ter se miscigenado.

Os cientistas acreditam que a interação das espécies primitivas ocorreu no leste asiático e assim o Homo erectus herdou as variantes genéticas. Posteriormente, o mesmo material se disseminou e chegou até aos humanos modernos.

Mesmo com os resultados, os pesquisadores ainda mantêm cautela com as descobertas, já que não há dados suficientes para determinar quando ocorreu a interação entre o Homo erectus e os denisovanos, e se, de fato, as variantes foram disseminadas aos humanos modernos. Novos estudos deverão ser realizados.

Tomar café todos os dias pode fazer mais do que ajudar a despertar. Um estudo publicado em 9 de fevereiro no JAMA Network indica que o consumo moderado de café com cafeína foi associado a um menor risco de demência e a resultados um pouco melhores em testes de função cognitiva ao longo do envelhecimento.

A pesquisa analisou dados de 131.821 pessoas acompanhadas por até 43 anos em dois grandes estudos dos Estados Unidos: o Nurses’ Health Study, com mulheres, e o Health Professionals Follow-Up Study, com homens. Durante o período de acompanhamento, 11.033 participantes desenvolveram demência.

O principal achado foi que o benefício apareceu com consumo moderado. Segundo a análise, a ingestão de cerca de 250 mg a 300 mg de cafeína por diaequivalente a aproximadamente duas a três xícaras de café, foi ligada a uma redução de até 35% no risco de demência em adultos de até 75 anos.

Café com cafeína, não descafeinado

Os pesquisadores compararam o consumo de café com cafeína, café descafeinado e chá. O café com cafeína foi associado a um menor risco de demência, enquanto o café descafeinado não mostrou a mesma relação protetora.

No estudo, pessoas com maior consumo de café com cafeína tiveram 18% menos risco de demência em comparação com aquelas que consumiam pouco ou nenhum café com cafeína. Também foi observada menor prevalência de declínio cognitivo subjetivo entre consumidores da bebida: 7,8% contra 9,5%.

O chá também apareceu associado a resultados positivos. O maior consumo da bebida foi ligado a menor risco de demência, com destaque para a ingestão de uma a duas xícaras por dia.

Por que a cafeína pode proteger o cérebro?

Uma hipótese levantada pelos cientistas é que a cafeína ajuda a manter a atividade de neurotransmissores importantes para memória e atenção. A substância bloqueia a ação da adenosina, molécula que reduz a atividade de mensageiros cerebrais como dopamina e acetilcolina.

Outro possível caminho envolve a redução de inflamações e de danos celulares. Café e chá também contêm compostos bioativos, como polifenóis, que podem contribuir para a saúde dos vasos sanguíneos e para a proteção das células cerebrais.

Apesar dos resultados positivos, os pesquisadores não defendem exageros. O estudo sugere que o maior benefício ocorreu com consumo moderado, especialmente em torno de duas a três xícaras de café com cafeína por dia. Acima disso, a proteção não pareceu aumentar de forma clara.

Os autores também reforçam que a pesquisa é observacional. Ou seja, ela mostra uma associação entre o consumo de café ou chá e menor risco de demência, mas não prova que a bebida, sozinha, seja capaz de prevenir a doença.

Poze do Rodo deixou o Presídio Joaquim Ferreira de Souza, no Complexo de Gericinó, em Bangu, na tarde desta quinta-feira (14/5). Ele foi solto após a concessão de um habeas corpus pela Justiça Federal.

Nas redes sociais, o cantor comemorou a saída da prisão com uma publicação em que aparece sorrindo. “Chamou, porra”, escreveu na legenda.

Poze do Rodo fala pela primeira vez após deixar a prisão - destaque galeria
Poze do Rodo e MC Ryan SP. Esta não é a primeira vez que os cantores são presos
PF detalha operação que prendeu Poze do Rodo e MC Ryan SP

Poze do Rodo, nome artístico de Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, estava preso em meio às investigações da Operação Narco Fluxo desde 15 de abril. A ação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo apostas ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas.

Soltura de Poze do Rodo

A soltura de Poze do Rodo foi determinada pela juíza Sylvia Marlene de Castro Figueiredo, que revogou a prisão preventiva do artista. Apesar da decisão favorável, o funkeiro terá de cumprir uma série de medidas impostas pela Justiça.

Entre elas, estão o comparecimento aos atos do processo, a comunicação de qualquer mudança de endereço, a apresentação mensal em juízo, a proibição de deixar a cidade onde reside por mais de cinco dias sem autorização judicial e a entrega do passaporte, caso possua o documento.

O cantor estava detido no Presídio Joaquim Ferreira, unidade anexa à Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Ryan SP também é solto

Preso desde abril no âmbito da mesma operação, Ryan SP também teve a soltura autorizada após uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que entendeu não haver elementos suficientes para justificar a manutenção da prisão preventiva enquanto as investigações seguem em curso.

Assim como Poze, Ryan SP também precisará cumprir uma série de medidas cautelares impostas pela Justiça.

Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (14/5), um projeto de lei que regulamenta a aposentadoria compulsória de empregados públicos vinculados a empresas estatais, consórcios públicos e sociedades de economia mista. O texto segue para a análise do Senado.

A proposta prevê a aposentadoria aos 70 ou 75 anos, conforme estabelece a Constituição Federal, mas abre exceções para profissionais que atuam em áreas consideradas estratégicas, como ciência, tecnologia, inovação, saúde e educação.

O texto estabelece que empregados públicos celetistas poderiam permanecer em atividade além dos 75 anos em situações excepcionais, desde que comprovassem capacidade física e mental e houvesse justificativa de interesse público por parte da administração. A autorização teria prazo determinado e renovação anual.

No entanto, os artigos 1º e 3º da proposta foram considerados inconstitucionais. Os dispositivos tratam justamente da possibilidade de permanência em atividade após a idade limite da aposentadoria compulsória e da regulamentação das exceções para empregados públicos vinculados à administração pública federal.

Na justificativa do projeto, o autor, deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR), argumenta que o aumento da expectativa de vida e os avanços da medicina permitem que profissionais altamente qualificados continuem exercendo suas funções após os 75 anos.

Segundo o parlamentar, a medida evitaria a perda de quadros técnicos especializados em setores estratégicos e contribuiria para a continuidade de projetos considerados essenciais para o desenvolvimento nacional.

 

A correria da rotina faz muita gente almoçar em poucos minutos, quase sem mastigar direito os alimentos. O problema é que esse hábito pode afetar diretamente o funcionamento do sistema digestivo e provocar desconfortos intestinais ao longo do dia.

Quando a alimentação acontece de forma acelerada, o organismo não consegue realizar todas as etapas da digestão adequadamente. Isso pode favorecer sintomas como azia, gases, refluxo, inchaço abdominal e sensação de peso no estômago.

Mastigação é parte importante da digestão

A digestão começa antes mesmo de o alimento chegar ao estômago. O cheiro e o contato da comida com a boca estimulam a produção de saliva e ativam o sistema digestivo.

Por isso, mastigar corretamente ajuda o organismo a preparar os alimentos para a digestão.

Quando a comida é engolida muito rápido, pedaços maiores chegam ao estômago e exigem mais esforço do aparelho digestivo. Com isso, o processo fica mais lento e desconfortável.

Saliva ajuda o intestino a funcionar melhor

A saliva possui enzimas importantes para iniciar a quebra dos alimentos ainda na boca. Comer rápido demais reduz esse processo e dificulta o trabalho do organismo.

Além disso, a mastigação adequada contribui para melhorar a absorção de nutrientes e facilitar o trânsito intestinal.

Comer falando pode aumentar os gases

Conversar muito durante as refeições também pode prejudicar a digestão. Isso porque o hábito aumenta a ingestão de ar, favorecendo gases e estufamento abdominal.

Em algumas pessoas, o desconforto aparece logo após as refeições, principalmente quando a alimentação acontece de forma apressada.

Dormir logo após comer pode piorar o refluxo

Outro hábito comum que prejudica a digestão é deitar logo depois das refeições.

Quando isso acontece, principalmente após refeições pesadas, o conteúdo do estômago pode retornar para o esôfago, favorecendo refluxo, azia e sensação de queimação.

Após comer, o ideal é esperar um tempo antes de dormir ou fazer pequenas caminhadas para ajudar o organismo na digestão.

Beber muito líquido durante a refeição exige mais do estômago

Consumir líquidos em excesso enquanto come também pode deixar a digestão mais lenta em algumas situações.

O recomendado é manter a hidratação ao longo do dia e evitar exageros durante as refeições principais.

Comer com calma ajuda o intestino

Fazer refeições em ambientes tranquilos e sem distrações ajuda o corpo a perceber melhor os sinais de fome e saciedade.

Algumas atitudes simples podem melhorar a digestão:

Quando o hábito merece atenção

Sentir desconforto ocasional após comer rápido pode acontecer. Porém, sintomas frequentes como refluxo, dor abdominal, gases excessivos, prisão de ventre ou sensação constante de estômago pesado merecem investigação médica.

Mudanças simples na rotina alimentar já podem fazer diferença no funcionamento do intestino e na qualidade da digestão.

De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), os casos de diabetes aumentaram quatro vezes nas últimas décadas em todo mundo. Pelos dados, o número de adultos com a condição ultrapassou 800 milhões e, segundo a instituição, a tendência é crescer mais. Antes da doença se tornar crônica, existe a fase inicial, chamada de pré-diabetesAlguns sinais podem surgir indicando esse primeiro estágio.

Conforme a presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional do Rio Grande do Norte (SBEM-RN), a endocrinologista Anna Karina Medeirosa pré-diabetes é uma doença silenciosa e, geralmente, não manifesta sinais e sintomas. “É comum o indivíduo com o quadro apresentar resistência à insulina e, nesse caso, pode ter manchas escuras nas dobras cutâneas”, cita a médica.

Endocrinologista aponta sinais do corpo que podem indicar pré-diabetes - destaque galeria

A glicose é um tipo de açúcar que circula no corpo

Manter elevado o nível glicêmico impacta na saúde e contribui para o surgimento de doenças
A prevalência da diabetes no Brasil é uma das mais elevadas do mundo e a maior da América Latina

A diretora da Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN) menciona que o paciente com pré-diabetes também dispõe de facilidade de aumentar de peso e sente bastante cansaço. A especialista destaca sobre algumas situações em que o indivíduo com o quadro inicial vir a apresentar sintomas de diabetes, como formigamentos, visão turva, fome excessiva e necessidade de urinar frequentemente.

Pré-diabetes

Em entrevista anterior à coluna Claudia Meireles, a endocrinologista reforçou que a pré-diabetes pode ser evitada, especialmente se o indivíduo mantiver um peso normal, com o índice de massa corporal (IMC) entre 18,5 a 24,9. A especialista reiterou sobre o principal fator de risco para o quadro inicial da doença ser a obesidade.

Foto colorida de mulher medindo a glicemia - Metrópoles
A endocrinologista enfatiza que a pré-diabetes pode ser evitada ao adotar hábitos saudáveis

Quanto a impedir a evolução da pré-diabetes para diabetes, Anna Karina argumentou que, além do peso normal, deve-se adotar hábitos de vida saudáveis, como atividade física regular, dormir bemcontrolar o estresse, ter uma alimentação saudável e balanceada. Ela aconselhou também evitar fumar e consumir bebidas alcoólicas.

Em artigos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) define a diabetes como uma doença metabólica caracterizada por níveis elevados de glicose, ou seja, de açúcar no sangue. Com o tempo e quando não controlada, a condição tende a desencadear danos graves ao coração, olhos, rins, nervos, entre outros órgãos.

Reprodução/FreepikFoto colorida de pessoa medindo a glicemia em aparelho - Metrópoles

O uso medicinal do canabidiol no Brasil avançou nos últimos anos, mas ainda gera dúvidas entre pacientes, médicos e empresários. Afinal, o que é permitido pela lei e o que continua ilegal quando o assunto envolve produtos derivados da cannabis

As regras mudaram em 28 de janeiro de 2026, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novas normas para produção, importação, comercialização e pesquisa com cannabis medicinal no país. Apesar do avanço regulatório, especialistas alertam que o mercado ainda enfrenta limitações e insegurança jurídica em algumas áreas.

Uso medicinal é permitido com prescrição

O uso medicinal do canabidiol é legal no Brasil, desde que exista prescrição médica e acompanhamento profissional. Os produtos precisam seguir as regras sanitárias da Anvisa e só podem ser vendidos por estabelecimentos autorizados.

Segundo o advogado Paulo Walterloo, do escritório NWY Advocacia, em Brasília, é importante diferenciar o uso medicinal do uso recreativo da cannabis. “O uso medicinal do canabidiol é permitido no Brasil, desde que haja prescrição médica, acompanhamento profissional e observância das regras da Anvisa”, afirma.

Hoje, o tratamento costuma ser indicado principalmente para epilepsia refratária, dores crônicas, ansiedade, autismo, Parkinson e outras doenças neurológicas.

Os especialistas também alertam para os riscos dos produtos vendidos de forma clandestina. O farmacêutico João Gabriel Gouvêa da Silva, da Associação de Apoio à Pesquisa e Pacientes de Cannabis Medicinal (APEPI), explica que itens sem controle sanitário podem conter contaminações ou até não possuir princípio ativo.

“Quando você adquire produtos ilegais, fica sem garantia de controle microbiológico, metais pesados e padronização da concentração”, destaca.

Importação e venda seguem regras rígidas

A compra de produtos com canabidiol em farmácias brasileiras exige receita médica. Dependendo da composição do produto, a prescrição pode precisar de controle especial.

Já a importação só é permitida com autorização da Anvisa. O paciente precisa apresentar receita médica, laudo clínico e realizar cadastro prévio no sistema da agência. A autorização é individual e válida apenas para uso próprio.

Mesmo com a ampliação do mercado, especialistas afirmam que ainda existem diferenças importantes entre produtos vendidos no Brasil e itens importados. Nem todos os produtos estrangeiros seguem o mesmo nível de exigência sanitária aplicado às indústrias farmacêuticas nacionais.

A venda irregular também continua sendo alvo de fiscalização. Produtos comercializados sem autorização sanitária, principalmente pelas redes sociais, podem gerar responsabilização civil, administrativa e criminal. Além disso, a Anvisa proíbe propagandas com promessas de cura sem comprovação científica.

Nova resolução amplia regras para cannabis medicinal

As regras sobre cannabis medicinal no Brasil voltaram a ser atualizadas com a publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 1.023, de 11 de maio. A medida foi publicada no Diário Oficial da União em 13 de maio de 2026 e altera pontos importantes das RDCs nº 1.013 e nº 1.015, que regulamentam o setor no país.

Uma das principais mudanças envolve a prescrição médica dos produtos de cannabis com baixo teor de THC. A partir de 4 de maio de 2026, os produtos com concentração de tetrahidrocanabinol (THC) menor ou igual a 0,2% passaram a exigir apenas receita de controle especial, modelo menos restritivo do que a antiga exigência de receita de talonário tipo A, usada para medicamentos com tarja preta.

Na prática, a mudança tende a facilitar o acesso de pacientes ao tratamento, reduzindo burocracias para prescrição e dispensação em farmácias. A resolução também permite que produtos que ainda estejam com embalagem de tarja preta continuem sendo vendidos até o vencimento, desde que o paciente apresente a nova receita exigida.

Outro ponto importante é a autorização para cultivo de Cannabis sativa L. com teor de THC de até 0,3% para fins de exportação. A medida permite produção voltada ao mercado internacional, desde que as empresas comprovem contratos ou intenção de compra e distribuição no exterior.

A RDC também atualiza as regras de importação e exportação de produtos derivados da cannabis, determinando que os procedimentos sigam normas sanitárias já utilizadas pela Anvisa para controle de produtos sujeitos à vigilância sanitária.

Parte das novas exigências previstas na resolução só entra em vigor em 4 de agosto de 2026. Já os demais dispositivos passaram a valer na data de publicação da norma.

Cultivo ainda depende de autorização

O cultivo da cannabis segue sendo um dos pontos mais delicados da regulamentação brasileira. Para pacientes individuais, o plantio continua proibido sem autorização judicial.

Em alguns casos, a Justiça concede habeas corpus preventivo para pacientes que comprovam necessidade médica e dificuldade de acesso ao tratamento. As novas normas da Anvisa também passaram a permitir o cultivo controlado para fins medicinais, farmacêuticos e científicos, desde que exista autorização específica do órgão sanitário.

Apesar do avanço, especialistas afirmam que o Brasil ainda precisa regulamentar melhor questões como cultivo individual, atuação das associações de pacientes, cobertura pelos planos de saúde e acesso aos tratamentos pelo SUS.

O tema também envolve discussões sobre fiscalização, qualidade dos produtos e segurança dos pacientes em um mercado que continua em expansão no país.

Dia de decisão na Copa do Brasil. Nesta quinta-feira (14/5), Flamengo e Corinthians entram em campo por uma vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil. O Rubro-Negro visita o Vitória, às 21h30, no Barradão, enquanto o Timão recebe o Barra-SC na NeoQuímica Arena. O Metrópoles Esportes transmite, ao vivo, a narração das partidas no YouTube.

Acompanhe Corinthians x Barra pela Copa do Brasil:

 

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Acompanhe Vitória x Flamengo pela Copa do Brasil:

 

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No jogo de ida, o Flamengo venceu o Vitória por 2 x 1, no Maracanã, e joga por um empate simples para garantir a vaga nas oitavas do torneio. Do outro lado, o Corinthians também contou com um triunfo sobre o Barra-SC, por 1 x 0, na casa do adversário catarinense.

Caso passem de fase nesta quinta, Corinthians e Flamengo se juntarão a Internacional, Cruzeiro, Fluminense, Vasco, Juventude, Santos, Mirassol, Palmeiras, Remo e Atlético-MG, já classificado para as oitavas de final da Copa.

Futebol é no Metrópoles Esportes

O Metrópoles se tornou a casa dos esportes no Brasil. No primeiro semestre deste ano, o canal exibiu partidas dos Campeonatos Candango, Catarinense e do Paulistão Séries A2 e A3, além de eventos do Metrópoles e de outros esportes.

Premier League divulgou nesta quinta-feira (14/5) os concorrentes ao prêmio de melhor jogador da temporada 2024/25. Entre os postulantes ao título estão os brasileiros Gabriel Magalhães, do Arsenal, e Igor Thiago, do Brentford.

Brasileiros concorrem ao prêmio de melhor jogador da Premier League - destaque galeria

Gabriel Magalhães comemorando gol pelo Arsenal na Premier League

Além dos atletas brasileiros, compõem a lista outros seis nomes: Declan Rice (Arsenal), Bruno Fernandes (Manchester United), Semenyo (Manchester City), Haaland (Manchester City) e Gibbs-White (Nottingham Forest).

Há uma votação pública até as 8h (de Brasília) do dia 18 de maio. Os dados serão combinados com os especialistas escolhidos pela Premier League, e assim será escolhido o vencedor.

Temporada dos brasileiros

Gabriel Magalhães é um dos principais jogadores do Arsenal e pilar defensivo da equipe de Londres na atual temporada. Os Gunners levaram apenas 26 gols e estão próximos de conquistar o título da Premier League após 22 anos.

Já Igor Thiago é o vice-artilheiro da competição com 22 gols. Nesta temporada, o atacante do Brentford se tornou o brasileiro com mais gols na história do Campeonato Inglês e tenta colocar a equipe, pela primeira vez, em um torneio continental.

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