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Presidente do PL em Minas, o deputado federal Domingos Sávio está sendo lançado pelo partido como pré-candidato ao Senado pelo estado. Durante o evento de lançamento, nesta quarta-feira (8/4) em Brasília, o parlamentar mineiro já adiantou que um dos pontos de sua plataforma é trabalhar pelo impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Sávio falou sobre o assunto em interação com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que prestigiou o lançamento da pré-candidatura, mas cobrou uma posição do colega sobre o impeachment de magistrados do Supremo.

“Fui um dos primeiros a assinar, tamo junto”, reagiu Domingos Sávio, falando sobre os pedidos de impeachment vinculados à crise do Banco Master.

O pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro também esteve no evento de lançamento da pré-candidatura de Sávio.

Sem chapa fechada em Minas

Lançado pelo PL ao Senado, Domingos Sávio ainda não sabe em que palanque vai subir em Minas. O PL não decidiu se terá candidato próprio, que pode ser Flávio Roscoe, ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), ou se vai apoiar Mateus Simões (PSD) ou Cleitinho (Republicanos).

Pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) vai processar um grupo de parlamentares governistas por ataques contra ele nas redes sociais. O senador acusa o presidente Lula de “escalar um time” para atacá-lo com “narrativas falsas”.

Os alvos das ações judiciais que Flávio Bolsonaro moverá são o vice-líder do governo na CâmaraLindbergh Farias, e os deputados André Janones (Avante) e Otoni de Paula (MDB).

“Vão todos ser processados. Terão que provar o que estão dizendo ou serão responsabilizados cível, criminal e eleitoralmente. São narrativas falsas e requentadas nas quais não há nenhuma prova contra mim”, afirmou Flávio Bolsonaro à coluna.

“Nunca tive uma decisão judicial contra mim. Eles insistem em narrativas falsas. A gente vai cobrar na Justiça”, continuou o senador.

“Lula escalou time”

Flávio Bolsonaro também disse ver as digitais do presidente Lula na ofensiva promovida por governistas contra a sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto.

“O Lula escalou um time para ficar me atacando. Sendo que ele próprio foi presidente da República nos maiores escândalos do Brasil: mensalão, petrolão, INSS e Master. Em tudo ele está envolvido, não eu”, sustentou.

Acusações

Nesta segunda-feira (6/4), André Janones também foi alvo de uma queixa-crime apresentada pela defesa de Jair Bolsonaro. A representação apresentada ao STF acusa o parlamentar do Avante de injúria, calúnia e difamação por publicações contra a transferência do ex-presidente para a prisão domiciliar, nas quais chama Bolsonaro de “ladrão”, “vagabundo” e “safado”.

Também nesta segunda-feira (6/3), Lindbergh Farias apresentou ao STF um pedido de prisão contra Eduardo Bolsonaro por declarações do ex-deputado à coluna. Para o petista, Eduardo tem buscado intimidar autoridades brasileiras ao afirmar que pretende denunciar ao governo Trump eventuais irregularidades de autoridades do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições deste ano.

Já o deputado Otoni de Paula, que defende a candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) à Presidência, acusou Flávio Bolsonaro de supostamente chefiar um esquema de corrupção envolvendo a gestão de hospitais federais no Rio de Janeiro durante o governo de Jair Bolsonaro.

O vice-governador de Alagoas, Ronaldo Lessa (PDT), recebeu o aval da Executiva nacional do partido para disputar uma das vagas ao Senado nas eleições deste ano. A decisão foi revelada por ele mesmo, à Gazetaweb, durante agenda em Brasília, de onde Lessa retorna nesta quarta-feira (8) já com a estratégia alinhada para a corrida eleitoral.

Segundo Lessa, o PDT decidiu lançar candidaturas ao Senado em nove Estados, sendo cinco no Nordeste — incluindo Alagoas, além de Sergipe, Rio Grande do Norte, Pernambuco, com Marília Arraes, e Maranhão. A sigla também pretende disputar governos estaduais em três unidades da federação: Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais.

Em Alagoas, o vice-governador reconhece que enfrentará uma disputa considerada uma das mais difíceis dos últimos anos. Entre os nomes já colocados estão o senador Renan Calheiros (MDB), que busca o quinto mandato consecutivo, o deputado federal Arthur Lira (PP) e o ex-deputado estadual Davi Davino Filho (Republicanos). Outros pré-candidatos ainda podem entrar na disputa, ampliando o grau de competitividade.

“Entro na luta e vou colocar o meu legado à disposição dos alagoanos”, afirmou Lessa, destacando sua trajetória política, que inclui dois mandatos como governador, além de passagens pela Prefeitura de Maceió, Assembleia Legislativa, Câmara Federal e cargos no Executivo municipal e estadual.

O vice-governador também ressaltou que pesquisas internas e levantamentos registrados na Justiça Eleitoral indicam um cenário equilibrado entre os pré-candidatos. “Vale a pena porque todo mundo está embolado e com chances. A conjuntura me leva para esta disputa”, disse, ao destacar ainda que a candidatura ao Senado fortalece o partido em termos de tempo de televisão e acesso ao fundo eleitoral.

Apesar do avanço na articulação majoritária, Lessa afirmou que uma das prioridades ao retornar a Alagoas será a organização da chapa proporcional do PDT. A tendência, segundo ele, é que o partido concentre esforços na montagem de apenas uma chapa, seja para deputado estadual ou federal, em meio a dificuldades após perdas registradas na janela partidária.

Lessa também revelou que pretende retomar diálogo com Renan Calheiros visando uma possível composição na disputa majoritária e confirmou que o lançamento oficial de sua pré-candidatura ao Senado deve ocorrer ainda neste mês de abril.

 

O ex-presidente do Banco Central (BC) Roberto Campos Neto faltou, mais uma vez, ao depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. O colegiado tenta ouvi-lo desde 3 de março sobre possíveis falhas na fiscalização bancária que possam ter facilitado a expansão de organizações criminosas no Brasil.

Na abertura dos trabalhos, nesta quarta-feira (8/4), o presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), confirmou a ausência de Campos Neto.

“A defesa do senhor Campos Neto afirmou que o convidado não irá comparecer a essa reunião por entender que a aprovação de novo requerimento de convocação viola a referida decisão”, explicou.

A defesa do ex-presidente do BC referiu-se à decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que, no início de março, acolheu parcialmente o pedido de Campos Neto, e transformou em convite a convocação aprovada pela CPI do Crime Organizado.

colegiado insistiu no depoimento e, em 31/3, data em que ele deveria prestar o primeiro depoimento, aprovou um requerimento extrapauta para transformar o convite em convocação, o que tornaria a presença dele obrigatória.

À época, o ex-presidente do BC da gestão de Jair Bolsonaro (PL) e parte do governo Lula 3 enviou resposta à CPI dizendo que estaria disposto a responder por escrito qualquer solicitação.

Hoje, ele faltou novamente ao colegiado, que ouve nesta quarta o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo (foto em destaque), defendeu sigilo de 8 anos imposto a documentos sobre a liquidação do Banco Master. Em depoimento à CPI do Crime Organizado, nesta quarta-feira (8/4), ele disse ser “fundamental que seja seguido o rito mais estrito possível, justamente para evitar algum tipo de subsídio para eventualmente ter algum tipo de questionamento”.

 

Ao vivo: CPI do Crime Organizado ouve Gabriel Galípolo e Campos Neto - 8/4/26

Com o sigilo, os registros só poderão ser divulgados a partir de novembro de 2033. Conforme mostrado pelo Metrópoles, o prazo segue regras previstas em norma do BC e varia conforme o porte da instituição bancária.

Galípolo disse que a legislação foi seguida em todos os 16 processos sobre instituições financeiras que foram feitos desde 2018, quando as regras passaram a valer. Para ele, o BC deve seguir as normas apesar de eventuais questionamentos sobre essas regras: “Dois erros não fazem um acerto”.

“No caso do Banco Master, a gente entende dentro do Banco Central que é fundamental que seja seguido o rito mais estrito possível, justamente para evitar algum tipo de subsídio para eventualmente ter algum tipo de questionamento amanhã”, declarou.

O prazo para bancos de pequeno porte é de 8 anos, enquanto para os bancos maiores é de 10 anos, segundo o presidente do BC.

Campos Neto

ex-presidente do BC Roberto Campos Neto faltou, mais uma vez, ao depoimento à CPI do Crime Organizado. O colegiado tenta ouvi-lo desde 3 de março sobre possíveis falhas na fiscalização bancária que possam ter facilitado a expansão de organizações criminosas no Brasil.

Na abertura dos trabalhos, nesta quarta-feira (8/4), o presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), confirmou a ausência de Campos Neto.

“A defesa do senhor Campos Neto afirmou que o convidado não irá comparecer a essa reunião por entender que a aprovação de novo requerimento de convocação viola a referida decisão”, explicou.

A defesa do ex-presidente do BC referiu-se à decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que, no início de março, acolheu parcialmente o pedido de Campos Neto, e transformou em convite a convocação aprovada pela CPI do Crime Organizado.

Presidente nacional do PSDB, o deputado Aécio Neves (MG) diz não ter jogado a toalha em relação a viabilizar uma terceira via ao Palácio do Planalto, além da pré-candidatura já posta por Ronaldo Caiado (PSD), que deve duelar contra Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições deste ano.

Sem tomar um dos lados da polarização, Aécio afirma já ter se encontrado com nomes como o ex-presidente Michel Temer (MDB) e o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PSDB) para debater a possibilidade.

“Tenho tentado dialogar neste sentido com figuras independentes de PT e PL. É necessário colocar uma terceira via que não se mostre alinhada a esta polarização. Precisamos provar que exista vida inteligente fora dos trópicos”, diz Aécio.

O deputado Alfredo Gaspar (PL) afirmou ter agido dentro da legalidade no envio de R$ 6 milhões em emendas a São José da Laje (AL). O repasse é alvo de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), conforme noticiou a coluna.

Segundo o parlamentar, as transferências atenderam a uma solicitação de Rodrigo Valença, ex-prefeito da cidade. Nos últimos meses, Gaspar ganhou projeção nacional como relator da CPMI do INSS.

Deputado Alfredo Gaspar
Gaspar vê relatório ser rejeitado e CPMI pode terminar sem conclusão após sete meses
Relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gasparlfredo-gaspar

O deputado federal Alfredo Gaspar informa que todas as suas ações foram realizadas dentro da legalidade e das normas vigentes. Os recursos enviados a São José da Laje atenderam à solicitação do 1º suplente Rodrigo Valença, ex-gestor do município”, disse, por meio de nota. “Gaspar reconhece, ainda, a importância da cidade, que é um polo central da região e merece todo o prestígio do repasse”, completa.

Na manifestação, o deputado afirmou que os recursos foram destinados após a apresentação de um plano de trabalho e que a execução cabe à gestão municipal. “Os valores foram regularmente destinados ao município, após a apresentação de um plano de trabalho, cabendo à prefeitura a responsabilidade pela execução e correta aplicação dos recursos“, afirma.

Indícios de irregularidades

A auditoria foi aberta pela Corte para apurar possíveis irregularidades na aplicação dos R$ 6 milhões, distribuídos por meio de três emendas parlamentares. Os repasses foram feitos na modalidade de transferência especial, conhecida como “emenda Pix”, que permite o envio direto de recursos a prefeituras, sem a necessidade de convênios ou instrumentos mais detalhados.

De acordo informações obtidas pela coluna, o TCU identificou indícios de irregularidades após análise técnica. O órgão determinou que a prefeitura apresente documentos como contratos, notas fiscais, extratos bancários e informações sobre eventuais processos licitatórios para comprovar a correta aplicação do recurso público.

Os números divulgados pela pesquisa da AtlasIntel sobre a rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro na quinta-feira, dia 2, devem ter caído como uma bomba nos redutos governistas. A cerca de seis meses das eleições, o presidente amarga o impressionante índice de 50,6%, enquanto Flávio Bolsonaro ostenta 24%, bem menos da metade.

Em nenhuma das seis últimas eleições houve tanta diferença entre os dois primeiros concorrentes. Os casos mais gritantes foram em 2022, quando Bolsonaro atingiu 54% e Lula chegava aos 39%. Com números parecidos, em 2018, Bolsonaro bateu nos 50% e Lula foi a 35%. O pleito de 2018 pode ser considerado anômalo, já que Lula não pôde concorrer por estar preso. Fernando Haddad não conseguiu substituí-lo à altura.

Nem sempre a rejeição é determinante

Nas outras eleições, as diferenças foram menores. Em 2002, Lula 40% e Serra 25%. Em 2006, Lula 35% e Alckmin 25%. Em 2010, Dilma 25% e Serra 30%. Em 2014, Dilma 35% e Aécio 25%. São índices elevados, mas nada se compara com a diferença atual. Dados de pesquisas realizadas em períodos semelhantes mostram que esse padrão se repete ao longo do tempo.

Essa retrospectiva pode dar a Lula uma tênue esperança, já que na maioria dos casos os candidatos mais rejeitados conseguiram vestir a faixa presidencial. Foi assim com o petista em 2002, com ele mais uma vez em 2006, com Dilma em 2014 e com Bolsonaro em 2018. Foram vencedores com rejeição menor apenas Dilma em 2010 e Lula em 2022.

Herança não foi maldita

Embora a rejeição dificulte o crescimento do candidato, os dados pretéritos mostram que esse fator não chega a ser impeditivo para que vença as eleições.

O ponto a ser destacado na pesquisa atual é que muitos imaginavam que, se por um lado Flávio pudesse herdar boa parte do eleitorado do pai, por outro teria também que carregar o ônus da rejeição. Para surpresa desses observadores, boa parte do capital político do ex-presidente foi transferida, mas as barreiras impostas a Jair Bolsonaro não se deslocaram na mesma proporção para o filho.

Inúmeras vezes a história eleitoral mostrou que cada eleição é uma nova disputa, dentro de um cenário distinto, com fatores que movimentam de maneira diversa o tabuleiro político. Até o final do ano passado, comparado com Lula, Flávio era desconhecido para a maioria da população brasileira. Hoje, em poucos meses, empata com Lula em eventual disputa de segundo turno e, em alguns levantamentos, até ultrapassa.

Por isso, a beleza da democracia. Proporciona a alternância de poder e permite que o eleitor substitua quem não esteja agradando e mantenha quem cumpra com seu dever de bem governar. Como disse Churchill: “Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, exceto todas as demais que já foram experimentadas.”

A tendência transforma foto em filme

Caberá ao eleitor observar com atenção. Se essa rejeição dos dois candidatos não mudar de patamar nos próximos meses, é quase certo que a tendência de crescimento de Flávio continue e que a estagnação e até o decréscimo de Lula prevaleçam. Com o início da campanha, as acusações de parte a parte, as denúncias de corrupção e as comparações entre o governo atual e seu antecessor ganharão mais peso na equação do pleito.

Quem tiver melhores propostas e menos telhado de vidro chegará mais robusto às urnas. As questões econômicas e a instabilidade internacional, com os conflitos que insistem em permanecer, poderão também ocupar papel preponderante na escolha de quem governará o país pelos próximos quatro anos.

Lula tem de se mexer

Se Lula andava de salto alto, livre, leve e solto, com a certeza de que Flávio seria o competidor mais frágil e que suas ações eleitoreiras garantiriam a vitória, deve ter percebido que a situação se alterou. Hoje, o presidente é que precisa encontrar meios para neutralizar o crescimento do adversário e fazer das tripas coração para estancar essa indesejável rejeição.

Para quem gosta de uma boa briga, emoção é o que não vai faltar nas próximas semanas. Os ataques já começaram. Flávio encontrou um apelido que tenta atingir Lula em seu ponto mais vulnerável. Disse que o presidente parece um Opala velho. Lula não deve deixar essa provocação sem resposta.

presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, senador Fabiano Contarato (PT-SE), criticou as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) por tornar os convites feitos a autoridades não obrigatórias.

“Eu queria fazer uma manifestação da forma que o Supremo Tribunal vem se manifestando em relação aos trabalhos da CPI do Crime Organizado. […] Ninguém está acima da lei. Não é razoável que a gente aprove aqui a oitiva de uma testemunha, e o Supremo vem e fale: ‘Não é obrigado a comparecer’. Ora, não quer que se apure? Por que não querem que apure?“, questionou o presidente da CPI.

A oitiva do ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) estava marcada para esta terça-feira (7/4), mas a Suprema Corte concedeu um habeas corpus, desobrigando-o a comparecer à comissão.

O requerimento de convocação de Ibaneis, aprovado em 31 de março, tinha como intuito que ele esclarecesse as negociações do Banco de Brasília (BRB), estatal do Distrito Federal, para a compra do Banco Master. A compra não foi efetivada após veto do Banco Central.

Na quinta-feira (2/4), no entanto, o ministro André Mendonça decidiu que Ibaneis não era obrigado a ir à CPI e, se fosse, não precisaria falar nada. Ibaneis tinha sido convidado pela comissão, mas não compareceu às duas reuniões marcadas, em dezembro e fevereiro

O relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), também teceu críticas à ausência de Ibaneis quanto à atuação na venda de créditos podres do Banco Master, além de criticar o STF.

“Lamento a reiteração de decisões do Supremo Tribunal Federal esvaziando CPIs, porque essa CPI tocou em um ponto sensível em que ninguém tocou: o envolvimento direto de ministros do Supremo com figuras, no mínimo, controversas”, disparou.

Em meio à expectativa de envio de um novo projeto de lei sobre o fim da escala de trabalho 6x1, o tema será debatido nesta terça-feira (7) pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados.

O colegiado analisa uma PEC (Proposta de emenda à Constituição) sobre o assunto. A comissão realizará debate com representantes de confederações do setor produtivo das áreas de indústria, agronegócio, comércio e transportes.

No mês passado, a CCJ ouviu representantes de sindicatos e o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. O titular da pasta havia afirmado que o Executivo destacou o envio de um projeto sobre mudança na jornada de trabalho.

No entanto, a então ministra Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais, indicou que o Planalto poderia enviar um novo projeto com urgência constitucional para acelerar o avanço do tema na Câmara.

Já tramitam na Casa outros projetos sobre o assunto, mas uma nova matéria com urgência constitucional fixaria prazo de análise em até 45 dias dias em cada Casa Legislativa.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), no entanto, defende a análise da escala 6x1 via PEC. Recentemente, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a CCJ deve concluir a análise da PEC do fim da escala 6 x 1 até o início de abril. A análise no plenário está prevista para maio.

Hugo afirmou que a proposta “está acima da disputa política” do ano eleitoral. “O que nós precisamos é ter muita sabedoria para ouvir também o setor produtivo, ouvir quem emprega e com isso termos uma proposta que traga, sim, o avanço e não represente nenhum retrocesso para o nosso país”, destacou.

O fim da escala atual de trabalho enfrenta resistência de setores produtivos, mas tem o apoio da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com perspectiva eleitoral, o governo quer avançar mais rápido com a proposta.

Documentos da CPI indicam viagens de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques em aeronaves associadas a Daniel Vorcaro

 Tribunal Federal (STF) volta ao centro de questionamentos sobre conduta ética após a revelação de novos documentos enviados à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. Os registros apontam que três ministros da Corte utilizaram aeronaves vinculadas a empresas do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, além de companhias ligadas ao seu cunhado, Fabiano Zettel.

O levantamento, divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo, identificou um total de 11 deslocamentos realizados pelos ministros Alexandre de Moraes,  e Kassio Nunes Marques em voos dessas empresas.

As evidências surgiram a partir do cruzamento entre listas de passageiros do terminal executivo de  e dados de decolagem das empresas Prime You e FSW PSE. Mesmo com a negativa de qualquer relação com o banqueiro, os horários e destinos das  coincidem com compromissos oficiais e agendas pessoais dos magistrados.

Moraes concentra maior número de deslocamentos

Viagens frequentes a São Paulo

Alexandre de Moraes aparece como o ministro com maior número de voos identificados. Ao lado de sua esposa, a advogada Viviane Barci, ele realizou oito viagens para São Paulo utilizando aeronaves ligadas à estrutura de Vorcaro.

Um dos episódios ocorreu em agosto de 2025, quando Moraes embarcou com destino ao aeroporto de Congonhas logo após encerrar uma sessão plenária no STF.

Mensagens levantam novos elementos

Conversas obtidas pela CPI do  indicam que o banqueiro comentou com uma ex-namorada ter se encontrado com “Alexandre” no dia seguinte a esse voo.

O escritório de Viviane Barci confirmou a contratação de serviços de táxi aéreo da Prime Aviation, mas afirmou que os pagamentos são feitos por meio de compensação de honorários advocatícios.

Toffoli aparece em viagens com destino ao Paraná

Dias Toffoli também foi identificado nos registros de voo da Prime. Em julho do ano anterior, ele acessou a área de embarque executivo em Brasília pouco antes da decolagem de uma aeronave ligada a Vorcaro com destino a Marília (SP).

Na mesma data, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) acionou agentes de segurança para acompanhar o ministro em Ribeirão Claro (PR), cidade onde ele possui o resort Tayayá.

Outro deslocamento semelhante ocorreu em março de 2025. Até o momento, Toffoli não comentou o uso das aeronaves nem respondeu sobre as viagens.

Viagens de Kassio Nunes Marques envolvem advogada ligada ao banco

Kassio Nunes Marques confirmou ter viajado para Maceió em novembro do ano passado em um jatinho da Prime You. Segundo ele, a despesa foi paga pela advogada Camilla Ewerton Ramos, que atua na defesa do Banco Master no Superior Tribunal de Justiça.

A viagem teve como objetivo celebrar o aniversário da advogada, que é casada com um desembargador e ex-assessor do ministro.

Deslocamentos também incluíram familiares

Registros indicam que Camilla Ramos também ofereceu transporte aos filhos do ministro em um voo particular com destino a Trancoso, na Bahia.

A defesa da advogada sustenta que todas as contratações ocorreram de forma privada, sem relação com processos envolvendo o banco no STF.

O governo do presidente Lula (PT) teve 17 baixas por causa da descompatibilização de ministros que deixaram a Esplanada para se candidatar nas eleições de 2026. Da equipe de Lula, 20 devem permanecer até o fim do mandato.

Ainda há o caso do advogado-geral da União, Jorge Messias, que continua no governo, mas deverá ser sabatinado no Senado para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF).

A legislação eleitoral obriga que autoridades com cargo no Executivo deixem os seus postos em até seis meses antes das eleições para participar dos pleitos. O prazo para essa descompatibilização se esgotou no sábado (4). A regra não vale para candidatos à reeleição no Executivo, como Lula e governadores, dentre estes, o de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O presidente Lula ainda fez uma troca interna para recompor a chefia do Ministério da Agricultura e Pecuária. Para suprir a falta do ex-ministro Carlos Fávaro, que deixou o governo para concorrer ao Senado, Lula transferiu o então ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, para o comando da pasta. Quem comanda agora o ministério deixado por André de Paula é Édipo Araújo.

Veja os ministros que deixaram o governo Lula para disputar as eleições:

– André Fufuca, ex-ministro do Esporte – vai disputar ou o Senado ou o governo do Maranhão;

– Anielle Franco, ex-ministra da Igualdade Racial – vai disputar a Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro;

– Camilo Santana, ex-ministro da Educação – participará da campanha do governador Elmano de Freitas (PT), mas pode substituí-lo se houver ordem de Lula;

– Carlos Fávaro, ex-ministro da Agricultura e Pecuária – pré-candidato a um novo mandato ao Senado por Mato Grosso;

– Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda – pré-candidato ao governo de São Paulo;

– Geraldo Alckmin, ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio – vai ser candidato à reeleição como vice-presidente;

– Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais – pré-candidata ao Senado pelo Paraná;

– Jader Filho, ex-ministro das Cidades – pré-candidato à Câmara dos Deputados pelo Pará;

– Macaé Evaristo, ex-ministra dos Direitos Humanos e Cidadania – pré-candidata à Câmara dos Deputados por Minas Gerais;

– Márcio França, ex-ministro do Microempreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte – pré-candidato à Câmara dos Deputados ou Senado por São Paulo;

– Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima – pré-candidata à Câmara dos Deputados ou Senado por São Paulo;

– Paulo Teixeira, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar – pré-candidato a um novo mandato na Câmara dos Deputados por São Paulo;

– Renan Filho, ex-ministro dos Transportes – pré-candidato ao governo de Alagoas;

– Rui Costa, ex-ministro da Casa Civil – vai concorrer ao Senado pela Bahia;

– Silvio Costa Filho, ex-ministro dos Portos e Aeroportos – vai concorrer a um novo mandato na Câmara dos Deputados por Pernambuco;

– Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento e Orçamento – vai concorrer ao Senado por São Paulo;

– Sônia Guajajara, ex-ministra dos Povos Indígenas – vai concorrer a um novo mandato na Câmara dos Deputados por São Paulo;

Veja os 21 ministros que seguem no governo:

– Alexandre Padilha, ministro da Saúde;

– Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia;

– André de Paula, ministro da Agricultura e Pecuária;

– Esther Dweck, ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos;

– Frederico Siqueira, ministro das Comunicações;

– Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência;

– Gustavo Feliciano, ministro do Turismo;

– Jorge Messias, ministro da Advocacia-Geral da União;

– José Múcio, ministro da Defesa;

– Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação;

– Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego;

– Márcia Lopes, ministra das Mulheres;

– Marcos Amaro, ministro do Gabinete de Segurança Institucional;

– Margareth Menezes, ministra da Cultura;

– Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores;

– Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação Social;

– Vinícius Carvalho, ministro da Controladoria-Geral da União;

– Waldez Góes, ministro da Integração e Desenvolvimento Regional;

– Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública;

– Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome;

– Wolney Queiroz, ministro da Previdência Social.

senador Alessandro Vieira (MDB-SE) protocolou nesta segunda-feira (6) um requerimento para prorrogar por mais 60 dias os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado

O pedido já conta com 28 assinaturas, número superior ao mínimo necessário para que a solicitação avance, e será analisado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Instalada para investigar a atuação e a expansão de organizações criminosas no país, a CPI identificou estruturas complexas de financiamento ilícito e indícios de infiltração dessas organizações na economia formal, por meio de mecanismos sofisticados de lavagem de dinheiro.

Segundo o relator, o avanço das investigações revelou uma atuação comparável à de corporações transnacionais, com redes articuladas que exploram brechas regulatórias e envolvem agentes públicos e privados.

No requerimento, Vieira argumenta que ainda há um grande volume de documentos a ser analisado, além da necessidade de cruzamento de dados sensíveis e realização de novas oitivas. Ele destaca que as investigações chegaram a uma fase considerada crítica, especialmente diante dos desdobramentos do Caso Master. 

O senador também afirma que o tempo atual é insuficiente para concluir o diagnóstico sobre a atuação de facções criminosas e milícias nos estados. A CPI pretende ouvir governadores e secretários de segurança pública de diferentes regiões do país.

Para Vieira, a prorrogação é essencial para evitar o encerramento antecipado das apurações e garantir resultados concretos no combate ao crime organizado. Segundo ele, interromper os trabalhos neste momento representaria prejuízo ao interesse público e à elucidação completa da infiltração criminosa na economia brasileira.

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, afirmou nesta segunda-feira (6) que “o PT roubou o futuro do Brasil”. A declaração foi dada durante entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, onde o político detalhou seus planos para a corrida eleitoraldefendeu a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro como forma de encerrar a polarização e apresentou a eficiência de gestão como o principal caminho para derrotar o Partido dos Trabalhadores.

“O Lula esteve no poder por cinco mandatos do PT. E o que aconteceu? O PT roubou o futuro do Brasil. Além de outras coisas, roubou também o futuro dos brasileiros”. Caiado ressaltou que a falta de respostas às demandas da população fez o lulismo retornar no passado, mas defendeu que “boas gestões são antídotos e vacinas contra o PT”.

Para Caiado, o maior desafio da eleição de 2026 não é apenas vencer o PT nas urnas — já que, segundo ele, o partido “está abatido” e perdeu força —, mas garantir uma governança que traga resultados concretos e impeça o retorno do populismo no futuro.

Questionado sobre sua proposta de anistia ampla, geral e irrestrita a Bolsonaro, Caiado argumentou que o Brasil vive um nível de radicalização e polarização inédito, agravado após os eventos do 8 de Janeiro. Segundo ele, a população deseja um governo focado em entregas e na pacificação nacional. “O primeiro medicamento que você tem é exatamente promover uma anistia ampla, geral e irrestrita para que você pacifique o Brasil”, explicou o ex-governador de Goiás, comparando a medida a gestos históricos de reconciliação, como os praticados pelo ex-presidente Juscelino Kubitschek.

Mandato em Goiás

Caiado disse que conquistou 88% de aprovação em seu mandato em Goiás e afirmou que pretende usar essa porcentagem no estado goiano como sua principal credencial para chegar ao Planalto. “Goiás hoje é um milhão de vezes melhor do que o resto do Brasil. O que eu quero é fazer aquilo que nós fizemos em Goiás, no Brasil”, afirmou.

Ele destacou as conquistas de sua gestão, que incluem segurança pública, o primeiro lugar no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), avanços em tecnologia e inovação, além de ter tornado o estado o segundo do país com menor índice de pobreza e extrema pobreza. O objetivo nacional, segundo ele, será reduzir o endividamento dos brasileirosenxugar a máquina estatal e devolver a competitividade e o respeito internacional ao país.

Sobre o desafio de tornar seu nome mais conhecido fora da região Centro-Oeste para enfrentar a corrida presidencial, Caiado rebateu as dúvidas lembrando que já percorreu mais de 2.500 municípios em sua trajetória política. Ele planeja intensificar viagens pelo paísparticipar de fóruns e dialogar ativamente com prefeitos e governadores para apresentar o “modelo goiano”.

O pré-candidato explicou que fará um governo maduro e integrado, respeitando o resultado das urnas e administrando em conjunto com os 27 governadores, independentemente de siglas partidárias.

A gestão do prefeito de Maceió, Rodrigo Cunha (Podemos), começou com poucas alterações no primeiro escalão. Os nomes divulgados no Diário Oficial desta segunda-feira (6) mostram que, até o momento, 24 dos 35 cargos foram preenchidos, com a manutenção de boa parte da estrutura herdada da administração anterior.

Cunha tomou posse nesse domingo (5), em sessão na Câmara Municipal, após a desincompatibilização do então prefeito JHC (PSDB). Além de vice-prefeito, ele também ocupava o cargo de secretário municipal de Infraestrutura.

As substituições anunciadas até agora foram pontuais. Na Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra), Cunha deixou o comando da pasta, que passou a ser ocupada por Maurício Caldas da Silva Filho, que já teve passagem por outras áreas da administração municipal e é primo de JHC.

Na Segurança Cidadã (Semsc), a mudança já era esperada: saiu Eduardo Marinho e assumiu o delegado Thiago Prado, nome antecipado ainda na gestão anterior. Já na Secretaria de Abastecimento, Pesca e Agricultura (Semapa), Robert Wagner Ardison dos Santos foi designado como titular interino.

Outra alteração ocorreu na Secretaria Extraordinária do Bem-Estar Animal (Sebema), agora sob o comando de Marcella Soares Dias Fernandes.

Mesmo com essas trocas, a maioria dos nomes foi mantida. Entre os que permanecem estão titulares de pastas estratégicas como Educação, Fazenda, Comunicação, Governo e Turismo, além de órgãos como a Procuradoria-Geral do Município, Controladoria-Geral e autarquias municipais.

A lista inclui ainda nomes como Luiz Diego Ramos Rodrigues, que acumula interinamente funções no Gabinete do Prefeito e na Secretaria de Governo, além de Eliane Albuquerque de Aquino (Comunicação), Luiz Rogério Neves Lima (Educação) e João Felipe Alves Borges (Fazenda), entre outros gestores.

Por outro lado, áreas consideradas sensíveis ainda aguardam definição. Até o momento, o prefeito não anunciou os titulares da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) nem da Autarquia Municipal de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana (Alurb), dois dos principais eixos da administração municipal.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro elogiou a atuação da Polícia Federal (PF) nas investigações sobre os casos Master e INSS, que incluem quebras de sigilo fiscal e bancário do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Por outro lado, o ex-parlamentar opinou que o governo Lula não teria mérito no avanço das apurações.

“A Polícia Federal, com seu trabalho no caso do Banco Master, está resgatando a sua credibilidade. Muito ficou associado aquele destacamento da PF junto ao [ministro do STF] Alexandre de Moraes, algo que é uma bizarrice que você só vê no Brasil. Agora, com o caso do Banco Master e do INSS, isso [credibilidade] está sendo resgatado”.


				Master e INSS: Eduardo Bolsonaro elogia PF, mas rechaça mérito a Lula

Questionado sobre a autonomia da Polícia Federal na condução das investigações, Eduardo Bolsonaro avaliou não haver mérito de Lula, diferentemente do que sustentam parlamentares da base como o senador Randolfe Rodrigues (PT).

“O governo sempre tem sua intenção política. Ele está pressionando muito o centro. Durante o governo Bolsonaro, a Polícia Federal tinha independência para fazer o que bem quisesse. Hoje, ela serve como instrumento político”, avaliou Eduardo Bolsonaro.

Para o ex-deputado, a quebra de sigilo de Lulinha ocorreu apenas por pressão externa. “A questão da quebra de sigilo só ocorreu porque a CPI já estava em cima para quebrar e também porque existia muita pressão popular. Se assim não fosse, o Lulinha estaria livre, leve e solto para continuar cometendo seus crimes”, afirmou.

Quando você coloca lá o Andrei [Rodrigues. diretor-geral da PF] para, no pé do ouvido, receber conselhos de advogados do Prerrogativas em relação ao Lulinha, com certeza isso não faz parte de uma Polícia Federal independente”, opinou.

O ex-parlamentar também reagiu à afirmação de Randolfe Rodrigues de que Jair Bolsonaro interferiu em investigações da PF quando era presidente. “Jair foi o único presidente de toda a história do Brasil impedido de nomear o seu diretor-geral, o Alexandre Ramagem. Isso sim foi uma interferência”, disse.

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