
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quinta-feira (30) o início do cumprimento da pena do tenente-coronel Mauro Cid, condenado a dois anos de reclusão, em regime aberto, pela participação na trama golpista de 2022.
O militar deve participar de uma audiência no Supremo na segunda-feira (3). Logo depois, será autorizado a retirar a tornozeleira eletrônica —equipamento usado por Cid desde setembro de 2023.
Moraes também determinou que se prepare um atestado de pena a cumprir por Cid e calcule o "período em que o réu permaneceu preso provisoriamente para fins de detração penal".
A expectativa da defesa do tenente-coronel é que ele não tenha de cumprir a pena por já ter passado mais de dois anos com restrições impostas pelo Supremo, entre prisões preventivas e medidas cautelares.
Há uma tese no Supremo, porém, que entende que as medidas cautelares, como uso de tornozeleira e proibição de deixar sua casa aos fins de semana, não devem ser contadas na detração da pena.
Um meio-termo pode ser a inclusão, no cálculo da detração da pena, do período em que Cid ficou impedido de sair de casa. As restrições foram impostas às noites, das 18h às 6h, e aos fins de semana.
Como resultado de sua colaboração premiada, o militar terá a restituição dos bens apreendidos durante a investigação, a extensão dos benefícios para seus familiares e ações da Polícia Federal para garantir a segurança de Cid, sua esposa e filhas.
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou nesta quarta-feira (29), que a Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro foi questionada sobre a participação na operação das polícias locais que deixaram ao menos 119 mortos na terça-feira, 28. Porém, segundo Andrei, a corporação não tinha conhecimento de que a ação seria deflagrada por agora. “Não fomos comunicados de que seria deflagrada neste momento. Houve um contato anterior, do pessoal da inteligência da Polícia Militar com a nossa unidade no Rio para ver se haveria alguma possibilidade de atuarmos em algum ponto neste contexto. A partir da análise do planejamento operacional, a nossa equipe entendeu que não era uma operação razoável para que a gente participasse”, disse Andrei Rodrigues em declaração à imprensa, após participar de reunião de emergência convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Palácio da Alvorada.
De acordo com Andrei, o representante da Superintendência Regional do Rio disse que a Polícia Federal não poderia colaborar por não realizar trabalho ostensivo nas comunidades cariocas e que iria continuar fazendo ações de inteligência. “A equipe do Rio de Janeiro entendeu, a partir da análise geral do planejamento, que não era o modo que a Polícia Federal atua. O colega do RJ informou ao seu contato operacional que a Polícia Federal segue o seu trabalho de investigação, de polícia judiciária, fazendo o seu trabalho de inteligência”, disse Andrei.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandoswki, disse à imprensa que a PF foi comunicada de “alguns detalhes” da operação no âmbito local, mas o governo ainda não possui todos os dados da megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão. Segundo o ministro, caso a operação exigisse a participação do governo federal, o presidente Lula deveria ter sido avisado. Lewandowski declarou ainda que as tratativas não poderiam se resumir ao “segundo ou terceiro escalão”, e sim com conversas entre o governador do Rio, Cláudio Castro, e a Presidência da República.
“A comunicação entre governadores tem que se dar ao nível das autoridades de hierarquia mais elevada. Uma operação deste porte não pode ser acordada num segundo ou terceiro escalão. Se fosse uma operação que exigisse a interferência do governo federal, o presidente da República deveria ter sido avisado, ou o vice-presidente que estava respondendo pela Presidência, ou o ministro da Justiça e Segurança Pública ou o diretor-geral da Polícia Federal”, afirmou.
Até as 13h, o governo do Rio contabilizava 119 mortos na operação, sendo 4 policiais. Já segundo a Defensoria Pública do Estado, o saldo de fatalidades é de 132 pessoas.
O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta quarta-feira (29) que o presidente Lula (PT) ficou "estarrecido" com o número de mortos na operação policial que matou mais de 100 pessoas no Rio de Janeiro.
"O presidente ficou estarrecido com numero de ocorrências fatais que se registraram no RJ e de certa maneira se mostrou surpreso que uma operação dessa envergadura fosse desencadeada sem conhecimento do governo federal, sem possibilidade de o governo participar com os recursos que tem, apoio logístico", disse a jornalistas após reunião com o presidente.
"Diante desse quadro e magnitude, o presidente determinou que imediatamente nos dirigíssemos ao Rio, eu e o diretor da Polícia Federal para nos encontrarmos com o governador do estado, o que vai acontecer ainda nesta tarde para verificarmos como podemos apoiar, não só ao Rio de Janeiro, mas o povo do Rio de Janeiro."
O episódio ocorreu enquanto Lula retornava de uma visita oficial ao continente asiático. A conversa desta manhã está sendo feita na residência oficial da Presidência, o Palácio da Alvorada, em Brasília.
Lewandowski afirmou que ainda não há dados oficiais completos sobre a operação e que, até o momento, as informações disponíveis são as divulgadas pela imprensa. Disse que irá ao Rio de Janeiro para verificar in loco o número de mortos e feridos. Segundo ele, a primeira impressão é a de que se tratou de uma ação "cruenta e violenta", e ressaltou que será necessário avaliar se esse tipo de operação é compatível com os princípios do Estado Demo.
Entre os auxiliares presentes na reunião, estão os ministros Rui Costa (Casa Civil), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Macaé Evaristo (Direitos Humanos), Sidônio Palmeira (Secom), Anielle Franco (Igualdade Racial), José Múcio (Defesa), além do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues e Marcelo Freixo, presidente da Embratur e ex-deputado federal pelo Rio.
Na ausência de Lula, o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, realizou na noite de terça uma reunião de emergência sobre o tema com Rui e os ministros Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Macaé Evaristo (Direitos Humanos), Sidônio Palmeira (Secom) e Jorge Messias (AGU), além do secretário-executivo do Ministério da Justiça, Manoel Carlos de Almeida Neto.
No encontro da véspera, ficou definido que os ministros Rui Costa e Lewandowski devem ir ao Rio de Janeiro ainda nesta quarta (29) para acompanhar a situação de perto e discutir junto ao governo estadual o que poderá ser feito daqui para frente.
A operação de terça foi considerada a mais letal da história do estado. Diante do fato, o governador do Rio, Cláudio Castro (PL) acusou o governo federal de ter faltado com apoio à gestão estadual e negado três pedidos de ajuda às Forças Armadas.
As declarações foram rebatidas pelo ministro Ricardo Lewandowski, em coletiva de imprensa horas após o ocorrido. O Ministério da Justiça também emitiu uma nota se posicionando sobre a operação, listando ações de combate ao narcotráfico feitas pela pasta.
Já à noite, após a reunião entre os ministros em Brasília, o governo emitiu uma nova nota, voltando a negar as acusações de Castro e informando que os ministros iriam ao estado nesta quarta. O governador fluminense participou de parte da reunião por ligação telefônica.
O governo também autorizou a transferência de cerca de dez presos do Comando Vermelho para presídios federais de segurança máxima, após um pedido do governador.
De acordo com auxiliares de Lula, a reunião de terça não discutiu a possibilidade de decretar GLO (Garantia da Lei e da Ordem), medida em que o Exército tem poderes da polícia, como dar voz de prisão e realizar revistas. Medida de caráter excepcional e temporário, a GLO só pode ser decretada pelo presidente da República.
Nesta manhã, o ministro Fernando Haddad (Fazenda) também se juntou ao coro de rebate às declarações de Castro, afirmando que governo do estado não tem feito "praticamente nada" com relação ao contrabando do combustível, crime ao qual o ministro atribuiu como fomentador do crime organizado.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na última terça-feira (28) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste, no prazo de 24 horas, sobre o pedido do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) para que o governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, preste informações sobre a Operação Contenção, que deixou pelo menos 64 mortos. O despacho foi proferido após o ministro assumir o comando do processo conhecido como ADPF das Favelas, ação na qual a Corte já determinou medidas para combater a letalidade policial na capital fluminense.
Após a realização da operação, o CNDH pediu ao Supremo que Castro apresente um relatório da operação, a justificativa formal para sua realização, e esclareça as providências adotadas para socorrer as vítimas e garantir a responsabilização de agentes no caso de eventual descumprimento de direitos humanos.
Mais cedo, Moraes foi escolhido para tomar decisões urgentes envolvendo o processo, diante da ausência de um relator para o caso. A ação era comandada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso, que se aposentou na semana passada. Em abril deste ano, o Supremo definiu medidas para combater a letalidade policial durante operações da Polícia Militar contra o crime organizado nas comunidades do Rio de Janeiro.
A terceira rodada da Pesquisa Gerp sobre as Eleições 2026 no Rio de Janeiro, divulgada nesta quarta-feira (29), mostra o prefeito Eduardo Paes (PSD) consolidado como favorito na disputa pelo Governo do Estado. No levantamento, realizado entre os dias 24 e 27 de outubro de 2025 com 1.000 eleitores e margem de erro de 3,16 pontos percentuais, Paes lidera com ampla vantagem em todos os cenários testados. No principal cenário, Paes registra 39% das intenções de voto, seguido por Glauber Braga (PSOL), com 7%; Dr. Luizinho (PP) e General Pazuello (PL), ambos com 6%; Garotinho (sem partido) e Márcio Canela (União Brasil), com 5% cada. Os demais nomes não passam de 1%. Eleitores que afirmaram não votar em nenhum candidato somam 14%, e os indecisos, 11%.
A soma dos adversários chega a 38%, configurando um quadro de empate técnico num eventual segundo turno. Quando Paulo Guedes substitui Pazuello no teste, o prefeito sobe para 43%, enquanto o ex-ministro aparece com 8%, seguido por Dr. Luizinho (8%) e Monica Benício (5%) — cenário em que Paes poderia vencer no primeiro turno. Em uma terceira simulação, incluindo Flávio Bolsonaro (PL), Paes tem 37% contra 24% do senador, com Glauber Braga (8%), apontando para uma disputa mais acirrada num segundo turno.
A popularidade do governador Cláudio Castro (PL) impacta diretamente o cenário eleitoral fluminense. Mesmo sem liderança nas simulações ao Senado, ele aparece com 13% das intenções de voto quando testado para o cargo, índice considerado modesto após crises recentes de gestão. O desempenho indica desgaste político e pode abrir espaço para candidaturas de oposição.
A terceira rodada da Pesquisa Gerp sobre as Eleições 2026 no Rio de Janeiro
Na disputa pelas duas cadeiras do Senado, o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 25%, seguido por Benedita da Silva (PT), com 20%, e Alessandro Molon (PSB), com 11%. Em seguida aparecem Cláudio Castro (10%) e Marcelo Crivella (Republicanos), com 8%. Sem Flávio no cenário, Anielle Franco (PT) assume a dianteira com 15%, praticamente empatada com Castro (14%) e Molon (12%); Rogéria Bolsonaro surge com 10%. No segundo voto, Flávio e Anielle aparecem com 13% cada, seguidos por Benedita (11%). Um total de 15% dos eleitores rejeita todos os nomes testados, o que reforça a incerteza da disputa.
No recorte presidencial, a pesquisa aponta Lula (PT) à frente no estado em todos os cenários. No primeiro turno, o petista tem 38%, contra 34% de Jair Bolsonaro (PL) e 9% de Ciro Gomes (PDT). Os demais candidatos não ultrapassam 3%. No segundo turno, Lula mantém vantagem numérica dentro da margem de erro em todas as simulações:
Lula x Bolsonaro: 46% x 43%
Lula x Michelle Bolsonaro: 47% x 42%
Lula x Flávio Bolsonaro: 48% x 42%
Lula x Tarcísio de Freitas: 46% x 40%
O petista também registra 46% de aprovação e 48% de desaprovação no estado, desempenho que sustenta sua liderança entre eleitores de baixa e média renda, mulheres e pessoas acima de 45 anos.
O Senado dos Estados Unidos aprovou na noite desta terça-feira (28) um projeto de lei que prevê a anulação das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump ao Brasil, incluindo produtos como petróleo, café e suco de laranja.
Apesar do aval do Senado, a proposta — apresentada pelo senador democrata Tim Kaine, da Virgínia — tem poucas chances de avançar.
O texto ainda precisa ser aprovado pela Câmara, controlada pelos republicanos. Recentemente, a Casa implementou novas regras que permitem à liderança barrar o avanço de projetos relacionados a tarifas. Além disso, Trump poderia vetar a proposta.
Para o senador Kaine, as votações são uma maneira de forçar o Senado a debater “a destruição econômica causada pelas tarifas”. Na prática, portanto, a medida tem principalmente caráter simbólico e busca expor a insatisfação com a política tarifária do governo Trump.
Além disso, o projeto é visto como um teste da adesão dos senadores republicanos à política comercial de Trump. O texto propõe revogar o estado de emergência nacional, mecanismo usado pelo presidente para impor tarifas de importação de até 50% sobre produtos brasileiros desde agosto.
Nesse sentido, a votação no Senado, que terminou com placar de 52 a 48 pela aprovação, evidenciou uma resistência dentro do Partido Republicano às tarifas impostas por Trump.
Cinco senadores republicanos votaram a favor da resolução, ao lado de todos os democratas. Foram eles: Susan Collins (Maine), Mitch McConnell (Kentucky), Lisa Murkowski (Alasca), Rand Paul (Kentucky) e Thom Tillis (Carolina do Norte).
Aliados de Trump têm demonstrado desconforto com a política comercial do presidente, especialmente em um momento de instabilidade econômica.
O Escritório de Orçamento do Congresso, órgão apartidário, afirmou no mês passado que as tarifas estão entre os fatores que devem elevar o desemprego e a inflação, além de reduzir o crescimento econômico neste ano.
Segundo a agência de notícias Associated Press, o senador democrata Tim Kaine, autor da proposta, pretende apresentar novas resoluções para suspender tarifas impostas a outros países, como o Canadá, ainda nesta semana.

Brasil-EUA: o que esperar das negociações?
A aprovação do projeto ocorre em um momento de progresso nas negociações entre Brasil e Estados Unidos.
No domingo (26), os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump se reuniram por aproximadamente 45 minutos, o que elevou a expectativa de exportadores quanto a uma possível redução das tarifas.
“O que importa em uma negociação é olhar para o futuro. A gente não quer confusão, quer resultado”, afirmou Lula.
Trump, por sua vez, disse que, apesar de o encontro ter sido “muito bom”, isso não garante um acordo imediato. “Eles gostariam de fazer um acordo. Vamos ver, agora mesmo estão pagando cerca de 50% de tarifa.”
No encontro, os líderes decidiram iniciar um processo de negociação bilateral. Já na segunda-feira (27), representantes comerciais dos dois países realizaram a primeira reunião.
Participaram das conversas o chanceler Mauro Vieira, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, e o embaixador Audo Faleiro. O grupo definiu um calendário de reuniões focado nos setores mais afetados pelas tarifas.
Segundo o ministro do Desenvolvimento e vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, ainda não há data marcada para uma nova reunião.
Na segunda-feira, Lula afirmou que “não existem temas proibidos” para negociação, demonstrando abertura para discutir desde minerais estratégicos até açúcar e etanol. O presidente também propôs a suspensão temporária das tarifas durante o período de negociações, como ocorreu nos acordos com México e Canadá.
O governo brasileiro também contestou a justificativa apresentada pelos EUA para a imposição das tarifas. Lula entregou a Trump um documento que aponta um superávit de US$ 410 bilhões acumulado pelos EUA na balança comercial com o Brasil ao longo dos últimos 15 anos.
“No G20, só três países têm superávit com os EUA: Brasil, Reino Unido e Austrália”, destacou o presidente.
O encontro foi descrito como cordial. Trump disse ter sido “uma grande honra” conversar com Lula, e os dois chegaram a cogitar visitas recíprocas, ainda sem data definida.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Amcham e outros setores empresariais consideraram o diálogo “um avanço concreto” e esperam que um acordo seja fechado nas próximas semanas.
“Esperamos concluir em pouco tempo uma negociação bilateral que trate dos setores afetados”, afirmou Vieira.
O governo federal deposita altas expectativas na posse de Guilherme Boulos (PSOL) como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, marcada para esta quarta-feira (29), às 16h, no Palácio do Planalto, em Brasília. A cerimônia contará com a presença de integrantes de movimentos sociais e aliados políticos, em um gesto simbólico de reaproximação com setores que vinham criticando um suposto distanciamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo fontes do Planalto, o convite a representantes do PSOL, partido de Boulos, e a lideranças de movimentos populares reforça a estratégia de Lula de restabelecer vínculos com sua base histórica. O governo avalia que o novo ministro pode ajudar a recompor pontes com militantes e organizações que tradicionalmente apoiaram o petista, mas vinham demonstrando insatisfação com algumas decisões do atual mandato.
Além da simbologia política, a nomeação de Boulos tem efeitos estratégicos. Lula busca fortalecer a articulação com o Congresso Nacional, especialmente em torno de projetos considerados prioritários, como a PEC que propõe o fim da escala 6×1, de autoria da deputada Érica Hilton (PSOL-SP), e uma nova proposta de regulação para motoristas de aplicativos, tema sensível após tentativas frustradas de acordo em 2024.
A movimentação ocorre em meio à necessidade de recompor a base de apoio do governo, que sofreu baixas recentes com a saída de Progressistas e União Brasil. O gesto também é visto como um passo político mirando as eleições de 2026, para as quais Lula já confirmou intenção de disputar um novo mandato.
O governador Paulo Dantas anunciou, nesta terça-feira (28), o maior conjunto de vagas para o serviço público da história de Alagoas, totalizando 11.220 oportunidades, com salários de até 36 mil reais. Este montante inclui tanto o novo concurso público, o maior já realizado pelo Estado, quanto a convocação de aprovados em exames anteriores, conforme detalhou o líder do Executivo.
"Que dia de alegria, que dia de felicidade, que dia festivo, onde nós prometemos alguns meses atrás, que iríamos anunciar no dia do servidor público, dia 28 de outubro de 2025, o maior concurso público da história do estado de Alagoas", disse.
"Nós temos um concurso da Secretaria de Saúde de 2002. Nós vamos publicar a nomeação desses servidores, são 185. Nós temos também os militares da reserva que serão convocados, isso faz parte desse escopo. E nós temos um processo seletivo, temos praticamente 7.300 vagas por meio de concurso público e estamos contemplando mais de 20 carreiras. É algo extraordinário", comemorou.
O governador declarou também que o concurso será organizado pela Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa, o Fundepes, que segundo ele, tem total confiança da gestão.
"Nós já nomeamos 10 mil servidores públicos até então, e vamos alcançar mais de 11 mil. Serão 21 mil servidores públicos. A gente fica muito satisfeito em poder realizar esse concurso porque demonstra mais uma vez que o estado de Alagoas está preparado financeiramente, orçamentariamente, com as suas contas em dia, pois tem um planejamento estratégico, com muita lucidez, muita transparência. Honra os seus compromissos todos os dias, todos os meses", concluiu.
A defesa do general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no governo Jair Bolsonaro (PL), apresentou nesta segunda-feira (27) um recurso à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a absolvição do militar e, alternativamente, a redução do valor da multa aplicada na condenação por participação na tentativa de golpe de Estado. Heleno foi condenado a 21 anos de prisão e ao pagamento de 84 dias-multa, no valor de R$ 126 mil, considerando cada dia equivalente a um salário mínimo. A defesa solicita que o montante seja reduzido para cerca de R$ 21 mil, argumentando que o general é “arrimo familiar”, idoso e sem capacidade laboral devido ao estado de saúde.
“O montante total da condenação representa praticamente seis meses de seu salário líquido, sendo que tal pena o deixaria em situação de miséria”, afirmam os advogados, que pedem que o STF considere a real condição financeira do réu. O recurso faz parte dos embargos de declaração, instrumento usado para esclarecer omissões, contradições ou obscuridades no acórdão de um julgamento. Em regra, esse tipo de recurso não reverte condenações, mas os defensores sustentam que, neste caso, as omissões apontadas têm efeito infringente — o que poderia, segundo eles, alterar a decisão.
A defesa alega que houve cerceamento de defesa, devido ao grande volume de documentos anexados ao processo e ao prazo reduzido para análise. Os advogados afirmam que os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin foram omissos ao não se manifestarem sobre o tema. “Os votos mostram-se omissos quanto ao fato de que a defesa sustentou não ser possível analisar os autos diante da grande quantidade de documentos, da ausência de uma catalogação mínima e do curto período disponibilizado”, diz o texto do recurso.
Eles também afirmam que houve inclusão seletiva de documentos durante a instrução penal, o que teria prejudicado a ampla defesa.
Após a análise dos embargos, ainda é possível a apresentação de um segundo recurso do mesmo tipo, antes do trânsito em julgado — etapa que marca o início da execução da pena. Em último caso, a defesa também pode recorrer a uma revisão criminal, usada para contestar condenações definitivas em situações excepcionais.
A defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres apresentou embargos de declaração contra a condenação imposta pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) na ação penal que investiga a tentativa de golpe de Estado. O recurso, protocolado dentro do prazo legal após a publicação do acórdão em 23 de outubro, tem como objetivo esclarecer supostas omissões, contradições e erros de fato no documento que consolidou os votos e fundamentos dos ministros responsáveis pela condenação.
Segundo os advogados, o acórdão contém trechos que distorcem provas testemunhais e documentais, especialmente em relação à acusação de que Torres teria participado de reuniões golpistas e se reunido com agentes da inteligência. A defesa sustenta que essas alegações são negadas por testemunhas e registros oficiais, e afirma que o ex-ministro agiu para evitar os ataques de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília.
Os embargos também apontam omissão quanto a perícias de mensagens e diligências solicitadas à Meta, controladora do WhatsApp, consideradas essenciais para comprovar as comunicações de Torres com chefes da segurança pública durante os eventos investigados. Os advogados pedem que o STF reconheça as inconsistências do acórdão. Apesar disso, o tipo de recurso utilizado não tem poder de reverter a condenação, servindo apenas para pedir esclarecimentos.
Além dos embargos de declaração, as defesas dos réus devem avaliar a apresentação de embargos infringentes, recurso cabível apenas quando há pelo menos dois votos pela absolvição — o que, neste caso, não se aplica, já que apenas o ministro Luiz Fux divergiu do entendimento majoritário. Após a análise desses embargos, os condenados ainda podem apresentar um novo recurso do mesmo tipo antes do trânsito em julgado, etapa que marca o início da execução da pena.
A defesa de Jair Bolsonaro (PL) entrou com embargos de declaração contra decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que o condenou a 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista. No documento, com 85 páginas, os advogados do ex-presidente falam sobre condenação injusta, com “contradições e omissões”, e ressaltam que os embargos podem “permitir que erros e equívocos sejam corrigidos”.
Bolsonaro foi condenado em 11 de setembro pela Primeira Turma do STF, com o placar de 4 a 1. Essa foi a primeira vez na história que um ex-presidente do Brasil foi condenado por crimes contra a democracia.
Os advogados colocam os embargos de declaração como “a única possibilidade de correção dos erros que, caso contrário, se tornariam definitivos”. Os defensores alegam que há “pontos relevantes a serem esclarecidos, tanto no que toca à condenação, quanto à pena imposta, que trazem profundas injustiças”.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (27) que está otimista em relação à suspensão das tarifas impostas ao Brasil pelos Estados Unidos e que, em poucos dias, os países deverão chegar a um acordo. “Tive ontem na reunião [com o presidente Donald Trump] uma boa impressão de que logo, logo não haverá problema entre Estados Unidos e Brasil”, afirmou Lula, em coletiva de imprensa em Kuala Lumpur, na Malásia, às 11h de segunda-feira (27), no horário local (à meia noite no Brasil).
“Estou convencido de que, em poucos dias, teremos uma solução definitiva entre Estados Unidos e Brasil para que a vida siga boa e alegre do jeito que dizia o Gonzaguinha na sua música”, acrescentou. No encontro, Lula disse que reforçou o argumento de que os Estados Unidos registram superávit no comércio com o Brasil, não havendo necessidade de taxação dos produtos brasileiros. Lula afirmou ter entregado um documento com os temas que pretende abordar nas negociações.
“Eu não estou reivindicando nada que não seja justo para o Brasil e tenho do meu lado a verdade mais verdadeira e absoluta do mundo, os Estados Unidos não têm déficit com o Brasil, que foi a explicação da famosa taxação ao mundo, que os Estados Unidos só iam taxar os países com quem eles tinham déficit comercial”, disse. Perguntado por jornalistas se Trump fez alguma promessa ao Brasil, Lula brincou dizendo que não é santo para receber promessas.
“Para mim, o que ele tem que fazer é compromisso. E o compromisso que ele fez é que ele pretende fazer um acordo de muito boa qualidade com o Brasil.” Segundo o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que também participou da coletiva, nas próximas semanas, ocorrerão reuniões das equipes dos dois países para a construção de um acordo. “Concordamos em trabalhar para construir um acordo satisfatório para ambas as partes. Nas próximas semanas, acordamos um cronograma de reuniões entre as equipes negociadores para tratar das negociações de ambos os países com foco nos setores mais afetados pelas tarifas”, afirmou.
O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, disse que as discussões com os Estados Unidos estão “avançando espetacularmente bem”. “O Brasil solicita que haja reversão da decisão política tomada [relativa à taxação]. Os aspectos políticos que poderiam existir já não estão mais, não está mais na mesa aquilo que nunca poderia ter estado mesmo. Graças a essa posição, nós hoje fazemos uma discussão de um acordo comercial e não com outras naturezas que não sejam comerciais”, destacou Rosa.
Na reunião com Trump, o presidente também se colocou à disposição para ajudar nas negociações com a Venezuela. “Isso ficou muito claro, se precisar que o Brasil ajude, estamos à disposição, estamos à disposição para negociar”, disse. “O Brasil não tem interesse que haja uma guerra na América do Sul. A nossa guerra é contra a pobreza e a fome. Se a gente não conseguir resolver o problema da fome e da miséria, como a gente vai fazer guerra? Para matar os famintos? Não dá para achar que tudo é resolvido à base da bala, que não é”, complementou.
Lula disse ainda que reforçou o convite para que Trump participe da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorrerá em novembro, em Belém. O presidente norte-americano anunciou a saída do país do Acordo de Paris, no qual os países se comprometem a reduzir as emissões de gases poluentes entre outras medidas para reduzir o aquecimento global. “Convidei ele para ir a COP outra vez, disse para ele: ‘É importante que você vá para dizer o que você pensa. Se você não acredita nas coisas, vai lá para você poder dizer o que você pensa’. Não pode a gente fingir que não tem uma situação climática”, disse.
Na coletiva, a equipe brasileira também ressaltou a importância das visitas à Indonésia e à Malásia, países com os quais o Brasil pretende expandir as relações. “O Sudeste Asiático é o epicentro do crescimento global, zona dinâmica e polo de inovação tecnológica que está no centro das prioridades da política externa brasileira de diversificação de parcerias e atração de investimentos”, afirmou o ministro Mauro Vieira.
O presidente Lula também disse aos jornalistas que a Malásia terá apoio do Brasil para se tornar membro pleno do Brics. Atualmente, o país é um dos parceiros do grupo. Lula completa 80 anos neste dia 27 de outubro. Ele começou a coletiva dizendo que está no melhor momento da minha vida. “Eu nunca me senti tão vivo e com tanta vontade de viver.”
Kuala Lumpur – O titular do Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reuniu-se com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no domingo, na Malásia, e falou sobre o encontro. O petista disse que o diálogo foi positivo e frisou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é “coisa do passado”. Lula pontuou ainda que Trump “sabe que ‘rei morto, rei posto'”.
“Disse pra ele que foi o julgamento [de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal] sério, com provas contundentes. Disse a gravidade do que tentaram fazer, do plano para matar a mim, meu vice e o ministro Alexandre de Moraes. E que tiveram um direito de defesa que não tive. Ele sabe que rei ‘morto, rei posto’. Bolsonaro faz parte do passado”, afirmou o petista.
O presidente afirmou ter brincado com Trump sobre o assunto. “Disse que com três reuniões comigo vai perceber que Bolsonaro não é nada, praticamente.” Lula também pontuou que um acordo comercial com os EUA será fechado nas próximas semanas. E comentou ainda que o Brasil enviará a Washington uma delegação em breve e que ele ligará diretamente para o republicano caso necessário.
A fala sobre o adversário aconteceu porque, ao impor o tarifaço ao Brasil, a Casa Branca afirmou que a medida é uma retaliação ao que considerava perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pelo STF a 27 anos por golpe de Estado, e à suposta limitação das redes sociais.
Negociação com os EUA
Lula concedeu coletiva logo após a reunião do ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o representante de comércio dos Estados Unidos (USTR), Jamieson Greer. Participaram também o Secretário Executivo do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Fernando Elias Rosa, e o embaixador Audo Faleiro, assessor-chefe adjunto da Assessoria Especial para Assuntos Internacionais.
O encontro foi marcado poucas horas após a conversa entre Lula e Trump. A ordem do republicano depois do diálogo com o petista foi a de que as negociações em relação ao tarifaço começassem imediatamente. Nesse sentido, Vieira e Greer falaram ao telefone logo em seguida e acertaram a agenda para esta segunda.
Diretamente a Trump, de acordo com auxiliares que acompanharam a reunião entre os presidentes, Lula pediu a suspensão das tarifas enquanto as negociações estão em curso e também se ofereceu para mediar a crise dos EUA com a Venezuela. O chefe da Casa Branca demonstrou vontade de resolver a questão econômica, mas não apresentou suas demandas.
Os dois chefes de Estado se encontraram em Kuala Lumpur, capital da Malásia. A cidade recebe a 47ª Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), que teve Brasil e Estados Unidos como convidados especiais.
Ainda nesta segunda, Lula participa da abertura da 20ª Cúpula da Ásia do Leste e de jantar de gala oferecido pelo primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, e pela senhora Wan Azizah Wan Ismail
O presidente da Argentina, Javier Milei, terá mais força no Congresso após as eleições legislativas que aconteceram neste domingo (26) no país, segundo analistas.
A vitória, considerada surpreendente pela imprensa da Argentina, indica um cenário mais positivo para o presidente, com a cautela do público ante a um possível retorno à crise econômica de governos anteriores, avaliaram especialistas argentinos ouvidos pela agência de notícias Reuters.
A votação era considerada uma prova de fogo para Milei, que está no segundo ano de seu mandato. A popularidade do presidente caiu nos últimos meses devido a cortes nos gastos públicos e também a um escândalo de corrupção ligado à sua irmã, Karina.
Além disso, o partido de Milei agora tem um terço das cadeiras necessárias na Câmara dos Deputados para evitar que futuros vetos presidenciais sejam derrubados.
➡️ As eleições renovaram cerca de metade da Câmara dos Deputados da Argentina — 127 das 257 cadeiras — e um terço do Senado — 24 das 72 cadeiras.
Com 99% da apuração concluída, o partido de Milei, A Liberdade Avança, conquistou:
64 das 127 cadeiras em disputa na Câmara;
13 das 24 cadeiras em disputa no Senado.
🗳️ Até então, o partido de Milei tinha apenas 37 dos 257 deputados e seis dos 72 senadores. A chapa liderou na maior parte das províncias, inclusive em Buenos Aires.
Já o Força Pátria, principal bloco da oposição, levou 31 cadeiras na Câmara e 6 no Senado. Somando os aliados, a força de oposição peronista ganhou 44 vagas na Câmara e 7 no Senado.
De acordo com a autoridade eleitoral argentina, 67,9% dos eleitores foram às urnas neste domingo, um número considerado baixo.

Mais força no Congresso
Gustavo Córdoba, diretor da empresa de pesquisas argentina Zuban Córdoba, disse à Reuters que estava chocado com os resultados. Segundo ele, a votação reflete a cautela do público quanto a um possível retorno às crises econômicas.
Córdoba também afirmou que o governo de Milei garantiu o terço das cadeiras necessárias na Câmara dos Deputados para evitar que futuros vetos presidenciais sejam derrubados pelo Congresso.
Com o aumento da base no Congresso, Milei também deve receber mais apoio em suas políticas de reforma econômica.
Neste mês, o presidente anunciou que pretende implementar reformas trabalhistas para aumentar a força de trabalho formal, além de novos cortes de impostos nacionais.
No entanto, Milei estava sofrendo com a oposição no Congresso, que havia derrubado os vetos do presidente a projetos de lei que aumentavam o financiamento para universidades públicas, assistência médica pediátrica e a pessoas com deficiência.
"Muitas pessoas estavam dispostas a dar outra chance ao governo", disse Córdoba. "Veremos quanto tempo a sociedade argentina dará ao governo argentino. Mas o triunfo é inquestionável, inquestionável."
"O resultado é melhor do que até mesmo os apoiadores mais otimistas de Milei esperavam", disse à Reuters Marcelo Garcia, da consultoria de risco Horizon Engage.
"Com este resultado, Milei poderá defender facilmente seus decretos e vetos no Congresso", acrescentou Garcia, dizendo que os aliados terão mais incentivos para apoiar um presidente vencedor.
O fator Trump
Além da questão dos vetos, o aumento da representação do partido de Milei no Congresso deve contribuir para a relação entre a Argentina e os Estados Unidos.
Na semana passada, Milei tinha pedido ao presidente americano uma ajuda de US$ 20 bilhões. Trump, então, afirmou que um maior apoio dos EUA dependeria do sucesso do partido de Milei nas eleições de meio de mandato.
Trump comemorou a vitória de Milei nesta segunda-feira (27). O presidente americano, que está em viagem à Ásia, disse que o argentino contou com "muita ajuda" de Washington para garantir a vitória de seu partido, após o pacote de resgate.
“Ele teve muita ajuda nossa. Muita ajuda. Eu o apoiei — uma recomendação muito forte”, declarou Trump.

'Basta de populismo', diz presidente
Logo após a vitória nas eleições, Milei, afirmou que o resultado marca a "construção de uma Argentina grande".
"Os argentinos deram um basta ao populismo. Populismo nunca mais", declarou o presidente, em um momento de ovação do público. "Queremos um país que cresce."
"Foi um dia histórico para a Argentina. O povo argentino resolveu deixar para trás 100 anos de decadência e persistir no caminho da liberdade, do progresso e do crescimento. Hoje começa a construção da Argentina grande", discursou o presidente.
Partido venceu na maioria das províncias
Segundo a autoridade eleitoral argentina, A Liberdade Avança conquistou mais de 40% dos votos nas disputas pela Câmara, enquanto a Força Pátria obteve 24% (ou 31%, se considerados os partidos aliados).
A chapa do A Liberdade Avança liderou na maior parte das províncias, inclusive na maior delas, Buenos Aires, onde Milei havia amargado uma derrota em eleições locais em setembro.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se manifestou após a reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump, dos Estados Unidos, neste domingo (26/10), na Malásia.
O parlamentar publicou um vídeo nas redes sociais de um trecho do encontro no qual o republicano elogia o ex-chefe do Executivo brasileiro Jair Bolsonaro (PL).
Em entrevista a jornalistas antes da reunião, o titular da Casa Branca não respondeu se a situação do aliado seria colocada na mesa de negociação sobre o tarifaço imposto a exportações brasileiras.
“Eu sempre gostei dele [Bolsonaro]… Eu me sinto muito mal sobre o que ocorreu com ele. Eu sempre pensei que ele era um cara direito, mas ele tem passado por várias coisas”, afirmou Trump.
Na publicação, Eduardo afirmou que o presidente brasileiro ficou incomodado com a situação. “Lula encontra Trump e na mesa um assunto que claramente incomoda o ex-presidiário: Bolsonaro. Imagine o que foi tratado a portas fechadas?”, questionou.
De acordo com o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, que participou da reunião, a discussão sobre Bolsonaro apareceu “lateralmente”, apenas durante a conversa aberta com jornalistas.
No entanto, a portas fechadas, Lula abordou as sanções impostas a autoridades brasileiras com base na Lei Magnitsky, cujo articulador é o deputado federal Eduardo Bolsonaro.
“O que o presidente Lula utilizou como exemplo é a injustiça da aplicação da Lei Magnitsky em relação a algumas autoridades, como do Supremo Tribunal Federal. O quão injusta é essa medida em relação a esses ministros, porque respeitou-se o devido processo legal, e não há nenhuma perseguição política ou jurídica”, explicou Elias Rosa.
A cerca de um ano das eleições de 2026 — marcadas para 4 de outubro do ano que vem — pesquisas eleitorais começam a indicar quem larga na frente na disputa pelas cadeiras do Senado Federal.
No próximo pleito, estarão em jogo 54 vagas, o equivalente a dois terços da Casa Alta. Assim, cada unidade da Federação elegerá dois senadores.
Veja, estado por estado, como estão os cenários pelas cadeiras na Casa legislativa, segundo pesquisas divulgadas até 22 de outubro.
Levantamento do instituto Real Time Big Data divulgado em 11 de setembro indica a liderança da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e do governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) para assumir as duas vagas do DF no Senado em 2026.
Em cenário estimulado, Michelle tem 34% das intenções de voto e Ibaneis alcança 31%. Em terceiro lugar, a senadora Leila do Vôlei (PDT) tem 23% das menções. As deputados federais Erika Kokay (PT) e Bia Kicis (PL) tiveram, respectivamente, 17% e 14%.
O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Leandro Grass (PT), ficou com 13%, e, em última colocação, está o desembargador aposentado Sebastião Coelho (Novo), com 7%.
Pesquisa Real Time Big Data divulgada em 9 de setembro aponta que Gracinha Caiado (União), esposa do governador Ronaldo Caiado (União), lidera a corrida ao Senado por Goiás, com 42%.
Na sequência, aparecem o deputado federal Gustavo Gayer (PL), com 31%; o senador Vanderlan Cardoso (PSD), que buscará a reeleição, com 20%; o ex-deputado Major Vitor Hugo (PL), com 12%; e o deputado federal Rubens Otoni (PT), com 11%.
O nome do governador também foi testado no lugar de sua esposa. Na sondagem, ele atinge 56% das menções e Gayer, 31%. Ronaldo Caiado, porém, é pré-candidato à presidência da República.
O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), é o líder nas intenções de voto para o Senado no estado em 2026, segundo pesquisa eleitoral Real Time Big Data divulgada em 8 de setembro.
Mendes aparece com 49% das menções, 12 pontos à frente da deputada estadual Janaina Riva (MDB), que aparece em segundo lugar com 37%. Na sequência, o ministro da Agricultura e Pecuária Carlos Fávaro (PSD) aparece com 20% e o senador Jayme Campos (União) tem 17% das intenções de voto.
Pesquisa Real Time Big Data de 10 de setembro aponta que o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) é o preferido dos sulmatogrossenses na corrida ao Senado.
Em um dos cenários, Azambuja aparece com 42% das preferências. Em segundo e terceiro lugar, aparecem o senador Nelsinho Trad (PSD), com 27%, e o ex-deputado estadual Capitão Contar (PRTB), com 26%.
Na simulação que inclui o nome da ministra do Planejamento Simone Tebet (MDB), ela tem 31% das menções, enquanto Azambuja aparece com 34%.
O atual governador do Acre, Gladson Cameli (PP), lidera a disputa para o Senado em três cenários estimulados pelo instituto Paraná Pesquisas. Sondagem é de 25 de setembro.
Em segundo, terceiro e quarto lugar aparecem, respectivamente, os nomes do senador Marcio Bittar (PL), do ex-senador Jorge Viana (PT) e da ex-deputada federal Jéssica Sales (MDB).
Nas simulações, Cameli chega a alcançar 45,7% das intenções de voto; Bittar atinge 27,4%; Viana, 24,4%; e Sales, 23,1%.
A primeira-dama de Macapá, Rayssa Furlan (MDB), e o senador Randolfe Rodrigues (PT) despontam como líderes nas intenções de voto para o Senado pelo Amapá, de acordo com sondagem Real Time Big Data de 14 de outubro.
No cenário simulado, Furlan tem 29% das menções e Randolfe, 21%. Na sequência, aparecem o senador Lucas Barreto (PSD) com 11%, e o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes (PDT), que chega a 8%. O deputado federal Acácio Favacho (MDB) ocupa a quarta posição, com 6%.
Sondagem do instituto Perspectiva Mercado e Opinião de 18 de setembro evidencia quem está à frente na disputa para ocupar duas vagas do Amazonas no Senado Federal: o senador Eduardo Braga (MDB) tem 43% das intenções de votos e o deputado federal Alberto Neto (PL) possui 37%.
O governador Wilson Lima (União Brasil) aparece em terceiro lugar, com 32% dos votos, seguido pelo senador Plínio Valério (PSDB), com 9,9%; e pelo vereador Sargento Salazar (PL), com 27%.
O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), aparece como o líder de intenções de voto para ocupar uma das duas cadeiras do Senado pelo estado, com 41% das intenções de voto. Ele não poderá concorrer à reeleição em 2026 porque está no segundo mandato.
Segundo levantamento do instituto Real Time Big Data de 13 de outubro, em um dos cenários, a segunda cadeira está empatada entre o deputado federal Éder Mauro (PL) e o ex-governador do Pará Paulo Rocha (PT). Ambos tem 16% das menções.
O atual ministro do Turismo, Celso Sabino (União Brasil), aparece na sequência, com 7%.
O deputado federal Dr. Fernando Máximo (União Brasil) aparece com favorito para o Senado em Rondônia. O parlamentar também lidera a corrida para o governo do estado, de acordo com pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada em 18 de agosto
Para a Casa Alta, Máximo tem 46,1% das intenções de votos. Para a segunda vaga, disputam o governador Coronel Marcos Rocha (União Brasil) e a deputada federal Silvia Cristina (PL), com 33,5% e 31,6% das menções, respectivamente.
Na simulação em que o nome do senador Marcos Rogério (PL) aparece na disputa, ele alcança o segundo lugar, com 32,8%.
A ex-prefeita de Boa Vista Teresa Surita (MDB) e o governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), lideram cenários para uma eventual disputa ao Senado pelo estado em 2026. É o que mostra pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada em 15 de outubro.
Em um primeiro cenário, Surita aparece com 24%, ante 22% de Denarium. Em seguida, os senadores Chico Rodrigues (PSB) e Mecias de Jesus (Republicanos) empatam, com 13%.
No segundo panorama testado, sem a ex-prefeita, o governador lidera com 23%, contra 15% do ex-senador Romero Jucá (MDB). Rodrigues e Mecias continuam empatados, com 14%.
A corrida eleitoral para senador do Tocantins em 2026 mostra o governador do estado, Wanderlei Barbosa (Republicanos), como líder na disputa, com 28%. O levantamento é do instituto Real Time Big Data de 16 de outubro. Recentemente, Barbosa foi afastado do cargo por suspeita de corrupção.
O segundo colocado é o senador Eduardo Gomes (PL), que tenta reeleição e tem 19%. Na sequência, aparecem os deputados federais Carlos Gaguim (União) e Alexandre Guimarães (MDB), empatados com 12%. O deputado Vicentinho Jr. (PP) e o senador Irajá (PSD) aparecem em seguida, também empatados, com 11% das menções.
O senador Renan Calheiros (MDB), que está em seu quarto mandato na Casa Alta, aparece na frente dos concorrentes para permanecer no cargo em 2026, de acordo com sondagem do instituto Paraná Pesquisas divulgado nessa quarta-feira (22/10).
No cenário panorama testado, Renan tem 41% dos votos. O deputado federal Alfredo Gaspar (União) aparece em segundo lugar, com 36,4% das menções, seguido pelo deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP), com 34%.
Considerando que a pesquisa tem margem de erro de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, Renan e Gaspar estão tecnicamente empatados. O mesmo acontece entre Gaspar e Lira.
Em quarto e quinto lugar, aparecem o ex-deputado estadual Davi Davino Filho (Republicanos), e o deputado Paulão (PT), com 24,3% e 15,9% das intenções, respectivamente.
O ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), tem 26% das intenções de voto em uma provavél corrida em 2026, mostra pesquisa Real Time Big Data de 22 de setembro.
Rui Costa é seguido pelo atual senador Angelo Coronel (PSD), que contabiliza 17% das menções.
O levantamento também mostra o ex-ministro da Cidadania do governo Jair Bolsonaro (PL), João Roma (PL), com 11%. Ele é seguido pelo senador Adolfo Viana (PSDB), com 6%.
De acordo com a pesquisa Real Time Big Data divulgada em 29 de setembro, o senador Cid Gomes (PSB) e o ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT) estão empatados na liderança para o Senado Federal no Ceará.
Cid aparece com 21% das intenções de voto e Roberto tem 18%. A margem de erro é de três pontos percentuais.
Na sequência, o deputado estadual Pastor Alcides Fernandes (PL) e o ex-deputado Capitão Wagner (União) possuem 14% cada. Em seguida, registram 9% das menções a ex-deputada Priscila Costa (PL) e o ex-senador Chiquinho Feitosa (Republicanos).
De acordo com pesquisa Real Time Big Data divulgada em 1º de outubro, o governador Carlos Brandão (PSB) e o senador Weverton Rocha (PDT) lideram a disputa pelo Senado no Maranhão em 2026.
No primeiro cenário testado, Brandão aparece com 28% das intenções de voto, enquanto Weverton tem 24%. Em uma segunda simulação, os dois ampliam seus percentuais: Brandão alcança 31% e Weverton, 26%.
Já em um terceiro cenário, sem a presença de Brandão, Weverton lidera com 31%. Em seguida, estão o ministro do Esporte, André Fufuca (PP), com 12%, a senadora Eliziane Gama (PSD), com 10%, e o vice-governador Felipe Camarão (PT), com 8%.
O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), lidera todos os cenários testados para uma possível disputa ao Senado no estado, segundo pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data em 25 de setembro. Ele já está em seu segundo mandato e não pode se reeleger no mesmo cargo.
No primeiro cenário, Azevêdo aparece à frente com 27%, seguido pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), com 18%. Em seguida, estão o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima (PSD), com 13%; o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga (PL), com 10%; e o deputado estadual Nabor Wanderley (Republicanos), com 8%.
O senador Humberto Costa (PT), o presidente do União Brasil em Pernambuco Miguel Coelho (União) e o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) lideram, nesta ordem, a disputa pelo Senado, segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada em 12 de agosto.
Em dois cenários testados, Humberto Costa aparece na frente com 43,2% das intenções de voto. No primeiro, é seguido por Miguel Coelho (36,7%); no segundo, por Eduardo da Fonte (32%).
Pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada em 30 de setembro mostra quem está liderando a corrida por duas vagas ao Senado do Piauí em 2026.
No primeiro cenário testado, o senador Marcelo Castro (MDB) aparece na frente com 28% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Júlio César (PSD), com 21%. Ambos contam com o apoio de Lula e do governador Rafael Fonteles.
Já o candidato ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) — o senador Ciro Nogueira (PP) — tem 18% das intenções.
O senador Styvenson Valentim (PSDB) é o favorito na corrida pela eleição ao Senado no Rio Grande do Norte. É o que mostra pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada em 26 de setembro.
Em seguida aparecem o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos), com 16%; a senadora Zenaide Maia (PSD) e a governadora Fátima Bezerra (PT), ambas com 12%; e o Coronel Hélio Oliveira (PL), com 10%.
Pesquisa Real Time Big Data divulgada em 15 de setembro revela empate técnico entre sete possíveis candidatos ao Senado por Sergipe. O dado mais chamativo, no entanto, é que 40% dos entrevistados declararam voto nulo, em branco ou ainda estão indecisos. A margem de erro é de três pontos percentuais.
Considerando que todos os nomes são potenciais vencedores, veja os resultados:
Levantamento Real Time Big Data de 7 de outubro aponta que o o atual governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), é o líder nas intenções de voto para o Senado.
Em um dos panoramas, Casagrande tem 33% da menções entre os eleitores. Na sequência aparecem o senador Sergio Meneguelli (Republicanos) (15%); o deputado federal Da Vitória (PP) (11%); e o senador Fabiano Contarato (PT) (10%).
Levantamento Paraná Pesquisas de 8 de outubro mostra que a corrida eleitoral para as duas vagas do Senado em Minas Gerais será acirrada.
O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) e o senador Carlos Viana (Podemos-MG) lideram as intenções de voto. Na margem de erro, de 2,6 pontos percentuais, os dois estão empatados tecnicamente. Aécio acumula 27,6% das menções e Viana tem 24,9%.
Em terceiro lugar, aparece o deputado federal Mauricio do Vôlei (PL), com 16,8%. Em seguida, empatados numericamente com 13,3%, estão: a deputada federal Duda Salabert (PDT) o secretário Marcelo Aro (PP) e o deputado Rogério Correia (PT).
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) são apontados como favoritos ao Senado Federal pelo Rio de Janeiro nas próximas eleições. O cenário foi apresentado pelo levantamento divulgado pela Paraná Pesquisas em 1º de setembro.
Flávio Bolsonaro aparece na liderança, com 33,4% das intenções de voto, seguido por Benedita, com 26,4% na pesquisa estimulada.
O terceiro, quarto e quinto lugar são ocupados, respectivamente, pelo governador Cláudio Castro (PL), com 25%; o ex-deputado federal Washington Reis (MDB), com 14,9%; e o deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos), com 14,4%.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) aparecem como favoritos para conquistar as duas cadeiras de São Paulo no Senado que estarão disponíveis nas eleições de 2026, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado em 14 de outubro.
A pesquisa considera dois cenários. No primeiro, Haddad lidera a lista com 37,8% das intenções de voto, enquanto o filho 03 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 32,4%. Em terceiro, aparece o secretário da Segurança Pública do estado, Guilherme Derrite (PP), com 20,8% dos votos.
No outro cenário, o instituto simulou situação sem os favoritos e com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na disputa. Nesse caso, Alckmin lidera com 41,8% dos votos, e Derrite aparece com 23,5% das intenções.
Os líderes na disputa pelas duas cadeiras do Senado pelo Paraná são o atual governador Ratinho Júnior (PSD) e a jornalista Cristina Graeml (Podemos), conforme sondagem do Paraná Pesquisas divulgada em 13 de agosto.
Foram testados dois cenários. No cenário 1, o governador tem 66,5% das intenções e é seguido pela jornalista, com 35,2%. Depois aparecem o ex-senador Osmar Dias (PDT) (30,5%), o deputado federal Filipe Barros (PL) (16,6%) e o deputado federal Zeca Dirceu (PT) (11,5%).
Entre os nomes testados no cenário 2, Graeml lidera com 39,5%. Na sequência aparecem Osmar Dias (36,7%), Alexandre Curi (22,6%), Filipe Barros (22,6%) e Zeca Dirceu (13,6%).
Pesquisa do Instituto Methodus divulgada em 24 de setembro aponta o deputado federal Paulo Pimenta (PT) como líder na disputa ao Senado pelo Rio Grande do Sul.
No cenário estimulado do levantamento, Pimenta lidera com 32,8% das intenções de voto, seguido de perto pela ex-deputada federal Manuela D’Ávila (sem partido), que tem 30,7%.
Em terceiro lugar aparece o atual governador Eduardo Leite (PSD), com 17%. Mais abaixo estão os deputados federais Marcel Van Hattem (Novo) (7,1%) e Sanderson (PL) (4,8%), e o senador Luiz Carlos Heinze (PP) (2,9%). Votos brancos e nulos somam 3,2%, e 1,4% dos entrevistados não souberam responder.
A pesquisa eleitoral da Neokemp Pesquisas divulgada em 25 de setembro aponta o favoritismo de parlamentares do PL na disputa pelas duas vagas no Senado.
No primeiro cenário, o vereador Carlos Bolsonaro (PL) alcança 32,5%, seguido pela deputada federal Caroline de Toni (PL), com 18,1%, e o ex-deputado Décio Lima (PT), com 15,9%. Os candidatos são seguidos pelo senador Espiridião Amin (PP), com 9,5%; pelo deputado federal Carlos Chiodini (MDB), com 4,5%; e pelo deputado federal Gilson Marques (Novo), com 4,3%.
Na segunda simulação, Carlos tem 32,4%; de Toni, 20,9%; Décio, 15,2%; Espiridião, 11%; e Chiodini, 4,8%.
