
Karyn Lima Souza e Silva, de 24 anos, desaparecida desde o dia 15 de abril, foi encontrada na última quinta‑feira (23), em São José, na Grande Florianópolis, em Santa Catarina. A jovem trabalha como secretária de uma escola e a unidade de ensino havia registrado um boletim de ocorrência contra ela para denunciar um suposto desvio de R$ 40 mil.
Segundo a mãe, Karyn voltou para casa, está bem e em segurança. A última vez que a família tinha conseguido notícias sobre ela foi quando a jovem entrou em um carro de transporte por aplicativo. Ela havia deixado a escola, no bairro Praia Comprida, para supostamente ir a uma consulta no dentista.
Suposto desvio de dinheiro
A Polícia Civil de Santa Catarina informou que instaurou procedimento para apurar a possível fraude. A mãe de Karyn disse que a filha passou por um momento delicado e que agora vai buscar acompanhamento psicológico, com apoio da família. Ela também negou as acusações do desvio de dinheiro.
"Ela não sumiu com dinheiro algum, ela não tem um centavo, nada, nada, nada", afirmou a mãe em entrevista ao canal NSC.
A 3ª Delegacia de Polícia de São José, responsável por investigar o desaparecimento e o suposto desvio de dinheiro, não se manifestou sobre as acusações contra a jovem.
Um homem foi preso por tráfico de drogas após reagir a uma abordagem da Polícia Militar no bairro de Ipioca, em Maceió, nessa sexta-feira (24).
De acordo com o boletim de ocorrência, a guarnição realizava patrulhamento quando o indivíduo passou a agir de maneira suspeita ao perceber a aproximação da viatura. Diante da fundada suspeita, foi dada voz de parada, que foi acatada.
Durante a abordagem, o homem passou a gritar e pediu que populares chamassem sua mãe. Ao ser questionado, apresentou comportamento agressivo, tentou se desvencilhar da equipe e chegou a quase derrubar um dos policiais.
Diante da resistência, foi necessário o uso de algemas para garantir a segurança da guarnição e do próprio abordado. Mesmo assim, ele continuou resistindo e foi contido pelos policiais.
Na busca pessoal, foi encontrada uma quantidade de substância análoga ao crack, fracionada e aparentemente pronta para comercialização.
Em conversa com os militares, o homem informou que havia mais entorpecentes escondidos em um terreno baldio próximo. A guarnição foi até o local indicado e encontrou o material.
Ao todo, foram apreendidos 52,4 gramas de cocaína e 450 gramas de maconha.
O homem foi conduzido à Central de Flagrantes, onde foi autuado por tráfico de drogas e permaneceu preso.
O CRB anunciou o lateral-esquerdo Reverson, de 29 anos, como novo reforço do clube. Em publicação em rede social, na noite dessa sexta-feira (24), o Galo desejou boas-vindas ao jogador. Confira abaixo:
Reverson tem passagens por Novorizontino, Mirassol e Paysandu. Pelo Papão, seu último time, ele disputou 32 jogos na Série B do Brasileirão de 2025, com dois gols e seis assistências.
O lateral-esquerdo também vestiu, nas categorias de base, as camisas do Flamengo, Coritiba e Internacional. Ele chega ao CRB para reforçar o setor que já conta com Lucas Lovat, Maycon e Léo Campos.
Próximo jogo
O Regatas enfrenta o Criciúma neste domingo (26), às 20h30, no Estádio Heriberto Hülse, pela sexta rodada da Série B. O clube é o atual 19º colocado e enfrenta a crise de 10 jogos sem vitórias.
Quando se fala em perda de memória, é comum classificar demência e Alzheimer como a mesma doença. No entanto, a associação é simplista: embora afetem a cognição e a capacidade neurológica do indivíduo, elas não são a mesma condição — e nem sempre estão correlacionadas.
Enquanto a demência é um síndrome caracteriza por um conjunto de sintomas característicos, a doença de Alzheimer é a patologia específica, conforme explica a neuropsicóloga Vanessa Bulcão.
“Quando se fala em demência, muita gente pensa imediatamente em Alzheimer. Isso acontece porque o Alzheimer é, de fato, a forma mais conhecida e uma das mais frequentes. Mas existem outras demências importantes e que, muitas vezes, começam de um jeito bem diferente”, explica expert.

Enquanto toda doença de Alzheimer causa demência, nem toda demência é Alzheimer.
Enfermeira especializada em geriatria e gerontologia, Júlia Godoy explica que a tem demência diferentes causas e origens — são pouco mais de 140 tipos conhecidos. “Entre as demências menos conhecidas estão a demência frontotemporal, a demência com corpos de Lewy e a demência vascular”, cita.
A doença de Alzheimer costuma se manifestar na dificuldade em aprender e guardar informações novas. “A pessoa repete perguntas, esquece recados recentes, perde objetos com frequência e passa a ter mais dificuldade para acompanhar conversas ou tarefas do dia a dia”, explica a neuropsicóloga.
Em outros tipo de demência, como a com corpos de Lewy, o começo pode envolver oscilações na capacidade de atenção, com alucinações visuais bem definidas e sintomas motores parecidos com os do Parkinson, como rigidez e lentidão.

Na demência frontotemporal, os primeiros sintomas frequentemente aparecem no comportamento, na personalidade ou na linguagem.
Júlia Godoy destaca que o paciente pode se tornar mais impulsivo, perder o filtro social e mais ficar apático.
“Esses sintomas relacionados a mudanças comportamentais ou dificuldade de linguagem, por exemplo, são frequentemente confundidos com depressão, estresse ou envelhecimento natural”, destaca a especialista.
Independentemente do tipo de demência, o diagnóstico precoce é a chave para que o paciente consiga atrasar o desenvolvimento de sintomas e preservar a qualidade de vida a medida que as doenças neurodegenerativas avançam.

“Mesmo quando não há cura, identificar cedo o tipo de demência ajuda a organizar melhor o cuidado, orientar a família, adaptar a rotina, reduzir riscos e escolher estratégias mais adequadas para cada caso. Isso pode melhorar muito a qualidade de vida do paciente e também de quem cuida”, garante a neuropsicóloga Vanessa Bulcão.
O Universo sempre despertou fascínio. Entre estrelas, nebulosas e galáxias, os cientistas continuam revelando novos objetos cósmicos e partes cada vez mais antigas da história do cosmos.
Estimativas baseadas em imagens feitas pelo telescópio espacial Hubble indicam que podem existir mais de 1 trilhão de galáxias no Universo observável. Mas como os cientistas conseguem detectar objetos tão distantes.
Detectar galáxias extremamente distantes exige observar o Universo em diferentes tipos de radiação, e não apenas na luz visível.
“O Universo emite radiação em várias frequências do espectro eletromagnético, e cada faixa revela um tipo de informação”, diz o astrofísico Adam Smith Gontijo, professor da Universidade Católica de Brasília (UCB).
Por isso, os astrônomos analisam o cosmos em diversas partes do espectro, como ondas de rádio, micro-ondas, infravermelho, ultravioleta, raios X e raios gama.
Regiões muito energéticas costumam emitir radiação em faixas como ultravioleta ou raios X. Já estruturas mais frias, como nuvens de gás e poeira, aparecem com mais clareza em observações no infravermelho ou no rádio. Outro fenômeno essencial para identificar galáxias muito antigas é o chamado redshift, ou desvio para o vermelho.
“No caso das galáxias muito antigas, a expansão do Universo faz com que a luz emitida por elas chegue até nós ‘esticada’, deslocada para o vermelho”, explica Gontijo.
Como o espaço está em expansão, a luz emitida por galáxias distantes percorre bilhões de anos até chegar à Terra. Durante essa viagem, o comprimento de onda se alonga e tende a aparecer em frequências mais avermelhadas do espectro.
Telescópios sensíveis ao infravermelho, como o James Webb, são especialmente importantes nesse processo, pois conseguem detectar essa radiação vinda das galáxias mais distantes.
Além das imagens, os astrônomos utilizam a espectroscopia, técnica que analisa a luz emitida pelos objetos para identificar sua composição química e estimar sua distância.
Observar o espaço é, na prática, observar o passado do Universo. Isso acontece porque a luz leva tempo para percorrer grandes distâncias.
“O Sol está a cerca de 150 milhões de quilômetros da Terra. A luz dele leva aproximadamente oito minutos para chegar até nós”, explica o astrônomo Adriano Leonês, pesquisador da Universidade de Brasília.
Quando olhamos para o Sol, portanto, vemos a estrela como ela era oito minutos antes. O mesmo acontece com outros objetos celestes. A estrela mais próxima do Sistema Solar, Alfa Centauri, está a cerca de quatro anos-luz de distância. A luz que vemos hoje saiu de lá há quatro anos.
No caso de galáxias extremamente distantes, essa diferença pode chegar a bilhões de anos.
“Por esse motivo dizemos que observar o céu é literalmente fazer uma viagem no tempo, nesse caso ao passado das estrelas”, destaca Leonês.
Para determinar distâncias tão grandes, os astrônomos utilizam diferentes métodos, que variam de acordo com a escala do objeto observado. Em regiões relativamente próximas, uma técnica comum é a paralaxe, que mede pequenas mudanças aparentes na posição das estrelas conforme a Terra se move em sua órbita.
Para distâncias maiores, entram em cena estrelas especiais chamadas Cefeidas e também as supernovas do tipo Ia. Os objetos funcionam como marcadores cósmicos porque possuem brilho conhecido, o que permite calcular sua distância.
Grande parte dessas descobertas depende também de telescópios cada vez mais avançados. Entre os instrumentos mais importantes atualmente estão os telescópios espaciais Hubble e James Webb, além da missão Gaia.

Observatórios instalados na Terra, como os telescópios do Observatório Europeu do Sul e os telescópios Gemini, também contribuem para essas observações.
“Até mesmo a astrofotografia amadora pode ajudar na localização de galáxias e no processamento de dados obtidos por grandes instrumentos”, aponta Leonês.
A observação de galáxias muito antigas ajuda os cientistas a entender como o Universo evoluiu ao longo do tempo.
Segundo Gontijo, as descobertas mostram como o cosmos passou de um estado inicial simples, formado principalmente por hidrogênio e hélio, para um ambiente cheio de estrelas, galáxias, planetas e elementos químicos mais complexos.
Ao estudar essas galáxias primordiais, os astrônomos investigam quando surgiram as primeiras estrelas e como a matéria começou a se organizar em grandes estruturas.
Em alguns casos, os telescópios modernos conseguem observar galáxias que existiam apenas algumas centenas de milhões de anos após o Big Bang.
Um exemplo recente identificado pelo telescópio James Webb é a galáxia JADES-GS-z14-0, considerada atualmente uma das mais distantes já observadas.
Cada nova descoberta contribui para ampliar o conhecimento sobre a origem e a evolução do Universo. A observação de galáxias muito distantes permite estudar fases cada vez mais antigas da história cósmica.
A ansiedade noturna é uma queixa cada vez mais comum nos consultórios. Muitas pessoas relatam que conseguem passar o dia relativamente bem, mas, ao deitar, a mente acelera, o corpo entra em alerta e o sono simplesmente não vem. O fenômeno tem explicação, e envolve desde alterações biológicas até hábitos do dia a dia.
Segundo o psiquiatra Bruno Pascale, que atende no Rio de Janeiro, há uma relação direta entre sono desregulado e o aumento da ansiedade nesse período. “Quando dormimos mal, o cortisol noturno aumenta e isso interfere na arquitetura do sono, favorecendo a ansiedade principalmente no início ou no fim da noite”, afirma.
Durante a noite, o corpo deveria entrar em estado de repouso, com redução da atividade cerebral e equilíbrio hormonal. Mas isso nem sempre acontece. Alterações no chamado ritmo circadiano, o “relógio biológico”, podem desorganizar esse processo.
O psiquiatra Adiel Rios, que atende em São Paulo, explica que a exposição à luz artificial e o uso de telas à noite confundem o cérebro. “Quando você usa o celular à noite, o cérebro entende que ainda é dia, atrasando a melatonina e mantendo o organismo em estado de alerta”, diz.
Esse desajuste faz com que o corpo permaneça ativado justamente no momento em que deveria desacelerar, favorecendo o surgimento da ansiedade noturna.
Além dos fatores biológicos, há um componente psicológico importante. Durante o dia, distrações como trabalho, estudos e interações sociais ocupam a mente. À noite, esse “silêncio” mental abre espaço para preocupações acumuladas.
A psicóloga Daisy Cangussú, que atende em São Paulo, explica que esse processo é comum. “À noite, há menos estímulos externos, e a mente passa a processar preocupações acumuladas, o que aumenta a ativação emocional e dificulta o sono”, afirma.
Esse ciclo pode se intensificar rapidamente: quanto mais a pessoa percebe que não está conseguindo dormir, maior fica a ansiedade, criando um efeito de retroalimentação.
A privação de sono não é apenas consequência, mas também causa do problema. Dormir mal altera o funcionamento do cérebro, aumentando a resposta ao estresse e reduzindo a capacidade de controle emocional.
Pascale alerta que esse processo pode virar um ciclo difícil de quebrar. “A falta de sono intensifica a ansiedade, aumenta sintomas como taquicardia e tensão e leva a um ciclo vicioso que compromete o rendimento e a qualidade de vida”, explica.
Além disso, hábitos comuns, como consumo de cafeína à noite, uso excessivo de telas e procrastinação, contribuem para manter o cérebro em estado de alerta.
A ansiedade noturna pontual pode ser normal, especialmente em momentos de estresse. O problema começa quando ela se torna frequente, intensa e passa a afetar o dia seguinte.
Entre os principais sinais de alerta estão dificuldade constante para dormir, sintomas físicos como coração acelerado e impacto no desempenho profissional ou acadêmico. Nesses casos, o tratamento pode envolver mudanças de hábitos, psicoterapia e, quando necessário, acompanhamento psiquiátrico.
Entender a ansiedade noturna é o primeiro passo para controlá-la. Mais do que um incômodo passageiro, ela pode ser um sinal de que o corpo e a mente estão fora de equilíbrio — ignorar isso tende a piorar o problema.
Um homem foi preso após invadir uma residência, fazer ameaças e obrigar a vítima a transferir R$ 100, no bairro Benedito Bentes, em Maceió, nessa sexta-feira (24).
De acordo com o boletim de ocorrência, a guarnição ROCOM 2, do 5º Batalhão da Polícia Militar, recebeu informações sobre o suspeito e iniciou o acompanhamento. Após obter a localização, os militares realizaram a captura do indivíduo.
O suspeito foi conduzido à Central de Flagrantes para os procedimentos cabíveis. Inicialmente, a ocorrência foi registrada como ameaça, mas, conforme o delegado, ficou constatado que o homem forçou a vítima a realizar uma transferência no valor de R$ 100 para a conta dele.
Diante da situação, o caso foi enquadrado como roubo, e o suspeito permaneceu preso.
O policial militar Cristiano Domingues, investigado por envolvimento na morte de três pessoas da família Aguiar, em Cachoeirinha (RS), manipulou áudios com Inteligência Artificial (IA) para simular a voz da ex-companheira Silvana de Aguiar, sumida desde o fim de janeiro.
Até o momento, Silvana e os pais, Dalmira Germann de Aguiar, de 70, e Isail Vieira de Aguiar, de 69, seguem desaparecidos.
Cristiano, ex-marido de Silvana, e outras cinco pessoas foram indiciadas. O PM permanece preso por envolvimento no sumiço da família Aguiar e suspeita de feminicídio contra a ex-esposa.
Dias após Silvana sumir, Cristiano usou o celular dela e gerou a voz da ex-esposa com IA para enviar um áudio aos pais, dizendo que estava tudo bem, apesar de ter sofrido um suposto acidente.
No som manipulado, a voz de Silvana também relata que a casa dela estava sem energia elétrica, uma tentativa de atrair os pais para a residência dela, onde estava o policial militar.
“Mãe, eu me acidentei no carro de uma amiga. Eu fui dar uma volta com ela e capotou o carro. Estamos no hospital” .
Depois, diz: “Oi mãe, oi pai, é a Silvana, cheguei bem em casa, mas dei um probleminha aqui em casa, um fio de luz entrou em curto aqui na sala de casa e quase pegou fogo, pede para o pai vir aqui em casa me dar uma ajuda, será que o pai consegue vir aqui me dar uma ajuda rapidinho? (sic)”.
De acordo com a Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS), Silvana teria desaparecido em 24 de janeiro, e, um dia depois, teria comunicado aos pais sobre o suposto acidente que teria sofrido em Gramado, na Serra Gaúcha.
No entanto, os delegados descartaram esta hipótese, uma vez que, após a prisão do PM, ex de Silvana, eles identificaram que tanto o celular da mulher quanto o de Cristiano encontravam-se na região de Gravataí, também no Rio Grande do Sul, no dia do suposto acidente.
Na data em que enviou as mensagens adulteradas se passando por Silvana, Cristiano conseguiu atrair o pai dela, Isail Vieira de Aguiar, à casa da filha. Depois disso, ele não foi mais visto. Dias depois, Dalmira também desapareceu.
A investigação em torno da família começou em 24 de janeiro, após Silvana desaparecer e deixar uma das únicas pistas sobre o sumiço no Instagram. Na rede social, ela fez uma postagem afirmando que havia sofrido um acidente de trânsito, quando voltava de Gramado, município da Serra Gaúcha.
No dia seguinte, Dalmira e Isail foram até a delegacia para registrar ocorrência do desaparecimento da filha. Porém, encontraram a segunda delegacia de Cachoeirinha fechada e foram embora.
Após isso, o casal não foi mais visto, e o mercado de Cachoeirinha, do qual eram proprietários, segue fechado desde 25 de janeiro. Seria neste período que Cristiano e mais cinco pessoas teriam matado a família Aguiar.
Até o momento. o inquérito tem seis prisões, 14 mandados de busca e apreensão cumpridos, além de representações por quebra de sigilo de dados (telefônicos, telemáticos ou bancários). No total, durante o inquérito, foram ouvidas 34 testemunhas.
O inquérito tem mais de 20 mil páginas, e a PCRS prossegue a investigação.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas para este sábado, 25, em 74 cidades de Alagoas. O aviso meteorológico é o amarelo, de 'perigo potencial', o menor dos três níveis do instituto, e é válido a partir das 10h e vai até o final da noite de sábado.
Pode chover entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com possibilidade também de ter ventos intensos (40-60 km/h) nas regiões do alerta. Há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

Veja as cidades que estão no alerta do Inmet:
Ainda de acordo com o instituto, desde a manhã dessa sexta-feira, 24, os municípios de Igreja Nova, Penedo, Piaçabuçu, Porto Real do Colégio, São Brás e Traipu também estão com alerta amarelo, só que de acumulado de chuva. O aviso é válido até o final da noite de sábado, 25.
Instruções:
Um homem de 33 anos foi preso em flagrante, nessa quinta-feira (23/4), por agredir a ex-mulher e matar um cachorro pisoteado no meio da rua, em Novo Horizonte, Cariacica (ES).
Segundo a Polícia Militar, a equipe policial foi acionada logo após as agressões. Ao perceber a chegada dos policiais, o homem fugiu para a casa da ex-companheira e tentou invadir o imóvel. Também fez ameaças contra ela e o filho do casal, de 9 anos.
“Diante da situação, os militares adentraram o imóvel e visualizaram o suspeito descendo do terraço portando uma faca. Foram dadas ordens para que largasse a arma, as quais não foram acatadas, passando o indivíduo a avançar contra a equipe. Para cessar a injusta agressão, os militares efetuaram disparos em direção aos membros inferiores. O suspeito foi atingido, desarmado e socorrido imediatamente ao hospital”, informou a Polícia Militar.
À coluna, a Polícia Civil informou que a ocorrência foi entregue na Delegacia Regional de Cariacica. “Ele será encaminhado para o Centro de Triagem, localizado no Complexo Penitenciário Rodrigo Figueiredo da Rosa, assim que receber alta médica.”
O suspeito foi autuado em flagrante por lesão corporal qualificada, violação de domicílio, ameaça qualificada, ambos na forma da Lei Maria da Penha e, por maus-tratos a animais.
O governo dos Estados Unidos (EUA) anunciou, nesta sexta-feira (24/4), a retomada do uso de injeções letais em execuções federais e informou que também passará a adotar o fuzilamento como método para condenados à pena de morte.
A medida foi divulgada pelo Departamento de Justiça, que afirmou cumprir uma determinação do presidente Donald Trump para acelerar e ampliar a aplicação desse tipo de punição.
Em 2024, o país chegou a utilizar, de forma inédita, a morte por asfixia como alternativa. Esse método, porém, foi alvo de críticas e denúncias por causar sofrimento intenso, comparado a tortura por órgãos como a ONU.
No comunicado, o Departamento de Justiça classificou a análise feita durante o governo anterior, de Joe Biden, como “profundamente falha”.
“O governo anterior falhou em seu dever de proteger o povo americano, ao se recusar a buscar e aplicar a punição máxima contra os criminosos mais perigosos, incluindo terroristas, assassinos de crianças e assassinos de policiais”, disse o procurador-geral interino, Todd Blanche.
Na prática, a nova diretriz federal deve servir como referência, já que a pena de morte nos Estados Unidos é aplicada de forma descentralizada, com regras que variam por estado. Em 2025, por exemplo, um condenado foi executado por fuzilamento na Carolina do Sul devido à falta de medicamentos necessários para a injeção letal.
A execução por injeção letal é um dos métodos previstos na legislação penal dos Estados Unidos para cumprir a pena de morte, prática adotada por dezenas de países ao redor do mundo.
Apesar disso, diversos estados norte-americanos haviam suspendido temporariamente o uso desse procedimento. A interrupção ocorreu tanto por disputas judiciais quanto por uma moratória estabelecida durante o governo Biden.
A decisão foi baseada em estudos que indicavam que o método poderia causar dor intensa e sofrimento desnecessário aos condenados, levantando questionamentos sobre a aplicação, do ponto de vista humanitário e legal.
A deficiência de dopamina em uma região importante do cérebro pode contribuir diretamente para a perda de memória na doença de Alzheimer, segundo estudo publicado nesta quinta-feira (23/4) na revista Nature Neuroscience.
A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e investigou como alterações químicas cerebrais interferem no funcionamento dos circuitos responsáveis pelas lembranças.
Os autores observaram que a redução da dopamina no córtex entorrinal prejudicou a comunicação entre neurônios e comprometeu tarefas relacionadas à memória em modelos experimentais da doença. Quando a sinalização foi restaurada, houve melhora no desempenho cognitivo.
A dopamina é um neurotransmissor, substância usada pelas células nervosas para trocar informações. Ela costuma ser lembrada por participar de sensações de recompensa e motivação, mas também atua em atenção, aprendizado e formação de memórias.
No Alzheimer, a perda progressiva da memória é um dos sinais mais conhecidos. O novo estudo indica que parte do problema pode estar relacionada não apenas ao acúmulo de proteínas anormais no cérebro, mas também ao desequilíbrio de mensageiros químicos importantes.
Os pesquisadores concentraram a investigação no córtex entorrinal, região que ajuda a conectar diferentes áreas cerebrais ao hipocampo, estrutura essencial para armazenar e recuperar memórias.
Alterações nessa área costumam surgir nas fases iniciais do Alzheimer, motivo pelo qual ela é considerada estratégica para entender o avanço da doença.
Ao analisar modelos laboratoriais, a equipe identificou queda relevante da atividade dopaminérgica no local. Com menor estímulo químico, neurônios ligados à memória passaram a responder de forma menos eficiente.
Na etapa seguinte, os cientistas aumentaram a sinalização de dopamina no córtex entorrinal por métodos experimentais. O resultado foi a melhora da atividade neural e do desempenho em testes de memória.
Para os autores, a descoberta sugere que circuitos cerebrais ainda podem responder positivamente quando a comunicação química é recuperada, principalmente em fases iniciais.
A pesquisa não significa que medicamentos usados para elevar dopamina já devam ser empregados rotineiramente contra o Alzheimer. Ainda serão necessários estudos clínicos em humanos para confirmar segurança, eficácia e quais pacientes poderiam se beneficiar.
Mesmo assim, o trabalho amplia a compreensão sobre a doença ao mostrar que o declínio cognitivo pode envolver mecanismos além das proteínas beta-amiloide e tau, frequentemente associadas ao Alzheimer.
O estudo reforça que preservar a memória pode depender também do equilíbrio entre os neurotransmissores cerebrais. Se os achados forem confirmados em pessoas, estratégias voltadas à dopamina poderão se tornar mais uma frente de tratamento para retardar sintomas e preservar a autonomia dos pacientes.
Uma nova pesquisa ajuda a explicar por que o corpo de pessoas com diabetes tipo 2 tem dificuldade para controlar os níveis de açúcar no sangue. O estudo foi feito por pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, e publicado na revista científica Nature Metabolism nesta sexta (24/4).
Os cientistas analisaram células do pâncreas, órgão responsável por produzir hormônios que regulam a glicose. A descoberta mostra que, em pessoas com diabetes tipo 2, elas apresentam mudanças internas que podem prejudicar a produção de insulina e contribuir para o descontrole do açúcar no sangue.
Dois tipos de células foram o foco da pesquisa: as beta e as alfa. As células beta produzem insulina, hormônio que ajuda a retirar o açúcar do sangue e levá-lo para dentro das células, onde ele é usado como energia. Já as células alfa produzem glucagon, que faz o movimento contrário: ele ajuda a aumentar a glicose no sangue quando o corpo precisa de energia, como em períodos de jejum.
Em pessoas saudáveis, essas duas funções trabalham em equilíbrio. Na diabetes tipo 2, esse sistema começa a falhar.
Os pesquisadores observaram que as células responsáveis por controlar a glicose tinham alterações em uma espécie de “sistema de comando” do DNA. Embora quase todas as células do corpo tenham o mesmo DNA, elas não usam todos os genes ao mesmo tempo. Cada tipo de célula ativa apenas os genes necessários para cumprir sua função.
Esse controle é feito pelo chamado epigenoma, que funciona como um conjunto de marcações que diz quais partes do DNA devem ser usadas, desligadas ou ativadas com mais intensidade. No estudo, os cientistas perceberam que essas marcações estavam diferentes nas células de pessoas com diabetes tipo 2. As mudanças podem afetar genes importantes para a produção de insulina e glucagon.
A principal importância da descoberta é mostrar que a diabetes tipo 2 não envolve apenas uma falha geral do organismo em lidar com a glicose. A doença também pode estar ligada a mudanças específicas dentro das células que deveriam controlar esse processo
Segundo os pesquisadores, esse mapeamento ajuda a entender melhor por que as células beta, responsáveis pela insulina, perdem eficiência na diabetes tipo 2.
“Isso tornou possível, pela primeira vez, descrever padrões epigenéticos detalhados e específicos de cada tipo celular. O estudo mostra que muitos genes centrais para a produção de insulina e glucagon são regulados por diferenças na metilação do DNA”, afirmou a professora Charlotte Ling, autora principal do estudo.
Uma das descobertas envolveu uma proteína chamada ONECUT2. Ela apareceu em níveis mais altos nas células beta de pessoas com diabetes tipo 2. Quando essa proteína estava elevada, as células tiveram mais dificuldade para produzir energia e liberar insulina corretamente.
Na prática, isso pode ajudar a explicar por que, com o tempo, algumas pessoas com a diabetes tipo 2 passam a produzir menos insulina. Ainda não há um tratamento pronto a partir dessa descoberta. O estudo é uma etapa inicial, feita para entender melhor o funcionamento das células e da doença.
“Agora queremos entender quais dessas alterações podem, de fato, ser revertidas e se isso pode ajudar as células beta a recuperar sua função na diabetes. Um aspecto fundamental é verificar se os efeitos da edição da metilação do DNA podem ser mantidos na célula ao longo do tempo”, concluiu Charlotte.
A diabetes tipo 2 ocorre quando o organismo não consegue usar bem a insulina ou passa a produzir o hormônio em quantidade insuficiente. Com isso, a glicose se acumula no sangue, aumentando o risco de complicações no coração, rins, olhos e nervos.
O pâncreas tem células especializadas que funcionam como sensores da glicose. Quando o açúcar sobe depois de uma refeição, elas ajudam o corpo a reduzir esse nível. Quando o açúcar cai, elas também participam do processo para evitar uma queda excessiva.
Você se lembra do 3I/Atlas? A passagem do cometa mexeu com a comunidade científica e até com o público em geral devido à quantidade de teorias em volta de sua origem – a mais curiosa delas é de que era um objeto alienígena. Posteriormente, todas as principais agências espaciais, incluindo a Nasa, refutaram essa possibilidade e confirmaram ser um corpo interestelar.
No entanto, a investigação não parou por aí. Aproveitando a aproximação do cometa com Marte e a Terra, cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, observaram e descobriram mais detalhes sobre sua origem. Segundo eles, o 3I/Atlas nasceu em um lugar frio, isolado da galáxia e onde o sistema solar nem tinha se formado ou estava em seu início.
A descoberta liderada pelos pesquisadores norte-americanos veio através do observatório Alma, localizado no deserto do Atacama, no Chile. Os resultados foram publicados na revista Nature Astronomy nessa quinta-feira (23/4).
Para localizar mais detalhes de sua origem, os pesquisadores estudaram a composição da água existe no cometa. A análise mostrou algo incomum: haviam níveis altos de deutério, um tipo de hidrogênio mais pesado. Ao mesmo tempo, a descoberta intrigante trouxe respostas.
De acordo com a equipe, o achado aponta que o 3I/Atlas saiu de um lugar com frio considerável e possivelmente antes mesmo do sistema solar se formar. Estima-se que a estrela hospedeira do sistema de onde veio o cometa pode ter sido mais sozinha, o que gerou o menor aquecimento do objeto e mais condições geladas.
“O elevado enriquecimento de deutério indica água que se formou em condições mais frias e menos irradiadas, e a partir de material menos processado termicamente, o que é consistente com uma origem em um sistema planetário que se formou sob condições físicas e químicas diferentes das nossas”, escreveram os autores no artigo.
Apesar do avanço, ainda não se sabe o local exato de onde surgiu o 3I/Atlas. Após passar por Júpiter em março, atualmente, o cometa errante segue seu caminho de saída do nosso Sistema Solar em uma velocidade de cerca de 220 mil km/h.
Os batimentos do coração podem ajudar a impedir o crescimento de tumores nesse órgão. Um estudo publicado na revista científica Science nessa quinta-feira (23/4) sugere que o movimento constante do músculo cardíaco cria um ambiente menos favorável para a multiplicação de células cancerígenas.
A descoberta pode ajudar a explicar por que tumores que se originam no coração são extremamente raros. Em humanos, cânceres cardíacos primários aparecem em menos de 1% das autópsias. Já os tumores secundários, que se espalham para o coração a partir de outras partes do corpo, são encontrados em até 18% dos casos.
Segundo pesquisadores, até agora não havia uma explicação clara para essa diferença. Para o cardiologista James Chong, da Universidade de Sydney, na Austrália, o novo estudo apresenta evidências convincentes de que a força mecânica gerada pelos batimentos cardíacos pode desempenhar um papel importante nesse fenômeno.
Para investigar essa hipótese, a médica e pesquisadora Serena Zacchigna, da Universidade de Trieste, na Itália, e sua equipe realizaram experimentos em camundongos geneticamente modificados.
Os cientistas transplantaram corações adicionais para a região do pescoço dos animais. Esses corações recebiam sangue, mas não batiam. Depois disso, os pesquisadores injetaram células cancerígenas tanto nesses corações transplantados quanto nos corações originais dos camundongos.
Após duas semanas, os tumores haviam se espalhado rapidamente nos corações que não batiam, substituindo grande parte das células saudáveis. Nos corações que continuavam pulsando, cerca de 20% do tecido havia sido tomado por células cancerígenas.
Os cientistas também cultivaram tecido cardíaco em laboratório para observar o fenômeno em condições controladas. Em placas de cultura, o tecido só começava a bater quando os pesquisadores adicionavam cálcio, um elemento que participa do mecanismo dos batimentos cardíacos.
Quando células de câncer de pulmão foram introduzidas nesse tecido, os pesquisadores observaram que as células cancerígenas se multiplicaram mais facilmente no tecido que permanecia imóvel. Já no tecido que batia, o crescimento foi menor e as células tendiam a se concentrar apenas nas camadas mais externas.
“Tínhamos a hipótese de que o mesmo mecanismo que impede o coração de se regenerar espontaneamente também poderia protegê-lo contra o câncer. Foi gratificante ver que essa ideia se confirmou”, afirma Zacchigna, à Nature.
A equipe agora investiga se forças mecânicas semelhantes às geradas pelos batimentos cardíacos poderiam ser usadas para limitar o crescimento de tumores em outros tecidos do corpo, como pele e mamas.
Os pesquisadores também estudam se doenças que aumentam a pressão sobre o coração, como a hipertensão, podem influenciar o desenvolvimento de câncer nesse órgão.
Para os autores, entender como as forças físicas influenciam o comportamento das células pode trazer novas pistas sobre o desenvolvimento de tumores e outras doenças do coração.
Dois homens, de 38 e 41 anos, foram presos nesta quinta-feira (23) suspeitos de envolvimento na morte de uma mulher idosa no Guarujá, no ínicio de mês.
De acordo com a apuração da CNN Brasil, os suspeitos, identificados como Marcel Roberto Santos e Josualdo Jesuino da Silva, seriam namorados e teriam cometido o crime por cíumes.
Informações preliminares indicam ainda que um dos suspeitos matou a mulher, enquanto o outro ocultou o cadáver.
Câmeras de segurança flagraram o momento em que um dos homens carrega o corpo da vítima, dentro de uma cama box, com a ajuda de um carrinho de mão.
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