
No início de setembro, uma declaração do ex-pesquisador da OpenAI e da Anthropic — duas das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial (IA) — chamou a atenção. Ao pedir demissão da Anthropic, Jacob Coxon afirmou que a empresa não tinha responsabilidade e que as inteligências artificiais poderiam acabar com a humanidade até 2030.
Coxon disse que o risco poderia estar ligado à corrida desenfreada rumo à superinteligência com capacidade de autoaperfeiçoamento.
Segundo Pedro A. Galvão Junior, professor da Faculdade de Tecnologia (Fatec) São Roque, em São Paulo, o risco sobre a IA não está ligado a ela criar “vida” própria, mas sim ela ser cada vez mais automatizada.
“Nós já vimos isso na guerra da Rússia, por exemplo, com os próprios drones sendo controlados por IA, sem nenhum tipo de ação humana. Simplesmente, o homem colocou o drone para funcionar, e então, os agentes de IA começaram a trocar dados entre si e a provocar o combates autônomos”, diz o docente.
O professor Laerte Peotta de Melo, do departamento de engenharia elétrica da Universidade de Brasília (UnB), diz que nos sistemas atuais ainda não foram encontradas evidências de que o acúmulo de conversas e dados possa tornar a IA em uma espécie de “organismo digital vivo”, com suposta espontaneidade e consciência.
“A IA pode, sim, simular uma personalidade, e ela pode ser extremamente convincente. Mas isso não significa que tenha consciência sobre aquilo. Quando a IA diz “eu penso, eu acho” ou de certa forma, eu prefiro”, isso não comprova que exista ali uma consciência ou um sentimento por trás daquela resposta”, destaca.
Melo defende que atualmente a ferramenta consegue até criar uma personalidade convincente para o usuário, adaptando até a linguagem e usando dialetos comuns à pessoa. Porém, isso não significa uma “consciência autônoma” por parte da máquina.
Segundo o professor da UnB, a questão mais realista atualmente sobre as máquinas é IA ter mais participação na criação de sistemas, escrevendo programas, atuando como agente computacional, controlando equipamentos e auxiliando diferentes tipos de pesquisa.
“Nesse sentido, ela pode, sim, contribuir para a criação de algo novo. Mas isso é muito diferente de afirmar que uma inteligência artificial ganhou vida”, esclarece Melo.
Pelo menos por enquanto, a inteligência artificial ganhar “vida” própria não é um problema para nossa sociedade. O principal risco está ligado à automatização do sistema. Segundo ambos os especialistas, o aumento da independência da IA pode trazer riscos sérios, incluindo fraudes, ataques cibernéticos automatizados, manipulação de informações, vazamento de dados, decisões erradas e uso em armas.
“Não precisamos chegar ao cenário dos filmes, em que a inteligência artificial é consciente, tem independência e decide enfrentar os seres humanos, para termos problemas muito sérios. Um algoritmo, por exemplo, pode ser defeituoso ou estar mal configurado. Ele pode ser comprometido por um hacker ou simplesmente ser autorizado a fazer coisas que provoquem consequências muito graves”, alerta Melo.
Junior defende que a redução dos riscos passa por uma constante supervisão humana e limite de acesso da IA a sistemas sensíveis e importantes, além da realização de testes e auditorias, que devem garantir mecanismos para desligá-la.
A inteligência artificial foi um dos assuntos debatidos durante a 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Estados Unidos. Em seu discurso, o presidente norte-americano, Donald Trump, rejeitou que os EUA queiram controlar o desenvolvimento da IA. Porém, o mandatário destacou a importância de estar na vanguarda da tecnologia, pois, segundo ele, “quem vencer a inteligência artificial, ganha”.
Já o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou sobre o uso responsável da IA, visto que, de acordo com ele, a tecnologia está se desenvolvendo mais rapidamente do que a capacidade humana de entender seus efeitos.
Para os dois especialistas, é positivo que o tema seja debatido na ONU, porém há preocupação de como a IA está avançando mais rápido que as regras sobre seu uso, indo ao encontro da fala de Guterres. “O caminho mais seguro é buscar cooperação entre os países, fiscalização independente e a garantia de que decisões de alto risco continuem sob responsabilidade humana”, afirma Junior.
“O maior desafio é encontrar um equilíbrio entre inovação e controle. Uma abordagem baseada em risco parece ser mais adequada: quanto maior o potencial de dano de uma aplicação, maiores devem ser a sua fiscalização e os próprios mecanismos de segurança”, acrescenta Melo.
Levar o celular ao banheiro pode transformar uma ida rápida ao vaso sanitário em vários minutos de vídeos e redes sociais. O hábito prolonga o tempo sentado, pode favorecer problemas na região anal e ainda expõe o aparelho a microrganismos presentes nas mãos e no ambiente.
Um estudo publicado em 2025 na revista científica PLOS One avaliou 125 adultos submetidos a colonoscopia de rastreamento, dos quais 66% relataram usar o smartphone no vaso sanitário. Entre os usuários, 37,3% permaneciam mais de cinco minutos sentados, ante 7,1% entre aqueles que não utilizavam o aparelho.
Após considerar fatores como idade, sexo, índice de massa corporal, atividade física, esforço para evacuar e consumo de fibras, os pesquisadores encontraram associação entre o uso do smartphone no banheiro e risco 46% maior de hemorroidas.
O gastroenterologista e proctologista Jacques Matone, membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD), explica que a principal questão é a distração provocada pelo aparelho.
“O problema não é levar o celular para o banheiro, mas o transformar o vaso sanitário em uma poltrona. O celular faz a pessoa perder a noção do tempo. Ela entra para evacuar e, quando percebe, está há 10, 15 ou até 20 minutos sentada no vaso.”
Ficar sentado por muito tempo, principalmente fazendo força para evacuar, aumenta a pressão sobre a região anal e pode favorecer o aparecimento ou agravamento de hemorroidas, com sintomas como sangramento, dor, coceira e prolapso. Fezes ressecadas e constipação também aumentam o esforço e podem contribuir para fissuras anais.
Ricardo Junio Garcia, chefe do serviço de Coloproctologia do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP-RJ), recomenda encerrar a permanência no vaso após a evacuação.
“Temos que criar mecanismos para sair do vaso assim que terminamos a evacuação, como um alarme no próprio celular para limitar o tempo ali. Em média, cinco minutos costumam ser suficientes”, afirma.
Matone também considera razoável permanecer entre três e cinco minutos. Segundo o médico, quem passa regularmente mais de dez minutos no vaso, principalmente fazendo força, deve rever o hábito. Permanências frequentes de 20 ou 30 minutos merecem investigação quando acompanhadas de dor, sangramento, constipação ou sensação de evacuação incompleta.
Outro problema que pode ocorrer, principalmente em pessoas predispostas, é o prolapso retal, quando parte do reto se exterioriza pelo ânus. A alteração pode provocar sensação de peso na pelve e sangramento, além da presença de tecido para fora após evacuar.
Garcia alerta que o quadro não deve ser automaticamente confundido com hemorroidas. Quando o prolapso retal é diagnosticado, o tratamento é cirúrgico, enquanto uma alimentação rica em fibras pode ajudar a reduzir o esforço evacuatório até a realização do procedimento.
Além dos impactos relacionados ao tempo no vaso, o aparelho pode ser contaminado quando uma pessoa toca superfícies do banheiro ou faz a higiene íntima e volta a manuseá-lo antes de lavar as mãos.
Pesquisas microbiológicas já encontraram em celulares bactérias da pele e das mãos, como espécies de Staphylococcus, além de enterococos e, em alguns estudos, Escherichia coli. A presença de um microrganismo no telefone, no entanto, não significa que ele tenha vindo do banheiro ou esteja em quantidade suficiente para provocar uma infecção.

Klinger Faíco, médico infectologista e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), destaca que o contato pelas mãos é uma das principais preocupações.
“O principal caminho é o contato: a pessoa toca superfícies do banheiro ou faz a higiene íntima e, antes de lavar as mãos, manuseia o aparelho. A descarga também pode dispersar partículas, sobretudo se o celular estiver próximo ao vaso. Isso não significa que usar o celular no banheiro necessariamente causará uma infecção.”
A descarga pode produzir gotículas e aerossóis que alcançam superfícies próximas, mas ainda não está bem definido quanto a via contribui para infecções no cotidiano. O risco depende de fatores como presença de agentes infecciosos nas fezes, características do vaso, distância e ventilação.
A principal recomendação é deixar o celular fora do banheiro e não permanecer sentado depois de terminar a evacuação. Boa hidratação, consumo adequado de fibras, atividade física e evitar fazer força também contribuem para o funcionamento intestinal.
Quanto ao aparelho, não existe uma frequência universal de higienização. Faíco considera a limpeza diária uma medida prática para quem utiliza muito o telefone, além da higienização quando houver sujeira visível, compartilhamento ou contato com uma pessoa com gastroenterite.
Sangramento, dor anal, constipação persistente, sensação frequente de evacuação incompleta ou presença de tecido saindo pelo ânus precisam de avaliação médica, já que nem toda alteração na região é provocada por hemorroidas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Kyinsu, medicamento indicado para o tratamento da diabetes tipo 2. O produto reúne insulina icodeca e semaglutida em uma única solução injetável.
O registro, publicado no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (28/9), foi concedido à farmacêutica Novo Nordisk e tem validade até setembro de 2036.
O Kyinsu reúne dois princípios ativos usados no controle da glicose. A insulina icodeca é um tipo de insulina de ação prolongada desenvolvida para aplicação semanal, em vez de uso diário.
Já a semaglutida atua como um análogo de GLP 1, um hormônio que estimula a liberação de insulina e ajuda a reduzir os níveis de açúcar no sangue. A substância também interfere no apetite e no esvaziamento do estômago.
A proposta do medicamento é simplificar o tratamento ao concentrar as duas estratégias em uma única aplicação.
O medicamento é indicado para adultos com diabetes tipo 2, especialmente quando o controle da doença não é alcançado apenas com insulina basal. A aplicação é feita por injeção sob a pele, em regiões como coxa, braço ou abdômen, com frequência semanal.
Treinar descalço é um hábito que tem ganhado espaço entre os praticantes de exercícios físicos. A influenciadora Virginia Fonseca, por exemplo, chamou atenção ao aparecer realizando exercícios de musculação sem tênis. Apesar da popularidade, a prática exige cuidados, já que os riscos podem variar conforme o tipo de exercício, o perfil do indivíduo e o impacto da atividade.
Os principais atrativos apontados entre os que aderem estão fatores como maior controle do movimento e sensação de mais estabilidade.
Na avaliação do ortopedista e traumatologista Alexandre Alberi, da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte, atividades voltadas ao equilíbrio e à propriocepção, bem como determinados exercícios funcionais específicos para pés e tornozelos, podem ser realizados com contato direto entre os pés e o chão.

Por outro lado, exercícios de impacto devem continuar sendo feitos com calçados adequados, principalmente por causa da sobrecarga mecânica.
“A musculação deve ser realizada com um tênis de plataforma mais rígida e estável, evitando calçados com muito amortecimento. O tênis serve como proteção contra eventuais acidentes durante a atividade”, ressalta o especialista.
Segundo o médico, não há de fato uma grande vantagem biomecânica que justifique, de maneira geral, a realização dessas atividades sem calçado.
Existe, ainda, a possibilidade de ferimentos externos por conta da ausência de proteção e amortecimento, o que pode ocasionar em problemas mais sérios relacionados ao atrito e impacto, especialmente em atividades como a corrida.

“Além dos riscos externos, como cortes, bolhas e queimaduras, temos os riscos por sobrecarga mecânica. Quando corremos sem um tênis que auxilia na pisada e no amortecimento, podemos ficar mais predispostos a lesões, como tendinopatias do Aquiles, fraturas por estresse, edema ósseo, lesões nos ossos sesamoides e sobrecargas articulares”, explica.
O ortopedista chama atenção ainda para grupos que precisam de cuidados redobrado e, em alguns casos, não devem aderir à prática. Entre eles, pessoas com diabetes, lesões arteriais e neuropatias periféricas, condições que podem reduzir a sensibilidade dos pés e dificultar a percepção de possíveis ferimentos.

“Pessoas com deformidades nos pés que restringem a área de carga, deformidades evolutivas, lesões prévias, histórico de fraturas por estresse, osteoporose e cirurgias anteriores, caso queiram realizar atividades descalças, precisam passar por uma avaliação rigorosa com um especialista”, destaca.
Embora treinar descalço possa fazer sentido em exercícios específicos, a prática não deve ser adotada indiscriminadamente, reitera o profissional.
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Um homem que estava foragido do sistema prisional após não retornar de um benefício de trabalho externo morreu ao entrar em confronto armado com policiais militares do Batalhão de Choque (BPChoque), na madrugada desta sexta-feira (25/9), na GO-547. O caso ocorreu na altura do km 17 da rodovia, em uma área rural entre Brazlândia e Padre Lúcio, em Águas Lindas (GO).
Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o homem era monitorado pelas polícias do DF e de Goiás por suspeita de transportar drogas entre Águas Lindas de Goiás e o Distrito Federal.
Policiais do Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) montaram um bloqueio na rodovia para abordar o suspeito, por volta de 1h desta sexta-feira. Ele, porém, desviou o veículo e fugiu por uma estrada marginal. Os militares, então, iniciaram a perseguição.
O homem abandonou o carro e, segundo a PMDF, efetuou disparos de um revólver contra a equipe. Os policiais revidaram, e o suspeito foi atingido.
Após o confronto, ele recebeu atendimento médico e foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Águas Lindas de Goiás, mas não resistiu aos ferimentos.
A arma usada na ocorrência, um revólver calibre .38, foi apreendida. Segundo a PMDF, havia duas munições deflagradas e três intactas.
A ocorrência foi registrada no Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciosp) de Águas Lindas de Goiás.
Em meio ao interesse crescente por hábitos associados à longevidade, a busca por uma vida mais saudável ganhou espaço nas redes sociais, no entretenimento e na rotina das pessoas. Mas, além de contribuir para a saúde do organismo, será que aquilo que colocamos no prato também pode influenciar a maneira como nos sentimos?
Segundo Adriana Kachani, nutricionista parceira da A Tal Castanha, a alimentação pode, sim, ter relação com a maneira como nos sentimos.
“Uma dieta variada, rica em alimentos in natura e cheia de compostos bioativos, favorece a saúde intestinal e fornece nutrientes importantes e de boa qualidade para o cérebro. A ciência também mostra uma associação entre padrões alimentares saudáveis e menor risco de sintomas de depressão e ansiedade”, explica.
Um exemplo desse estilo de vida está nas chamadas Zonas Azuis, regiões conhecidas pela presença de populações que chegam a idades avançadas com boa qualidade de vida. A série documental Como Viver até os 100: Os Segredos das Zonas Azuis, da Netflix, mostra comunidades como Okinawa, no Japão, Icária, na Grécia, e Nicoya, na Costa Rica, destacando aspectos como alimentação, movimento, propósito e relações sociais.
Entre os padrões alimentares mais estudados, está a dieta mediterrânea, baseada no consumo de frutas, verduras, legumes, grãos integrais, azeite, castanhas e peixes, com menor presença de ultraprocessados. Para a especialista, porém, mais importante do que um alimento isolado é o conjunto da alimentação.
“Vários nutrientes são importantes na saúde mental, mas sozinhos não conseguem performar. Eles precisam de outros nutrientes para serem absorvidos, aproveitados, e, quando estão na base alimentar, os nutrientes têm muito mais força. Também dependem de uma microbiota saudável para serem absorvidos. Se alimentar adequadamente, de forma variada, é sim fundamental para a saúde mental, mas não suficiente. São necessários outros itens da medicina do estilo de vida, alguns já citados acima, como sono e atividade física. E quem consegue dormir bem e praticar atividade física se não estiver bem alimentado?”, questiona a nutricionista.

Estresse, cansaço e falta de tempo também podem influenciar as escolhas alimentares. “Quando estamos cansados, estressados ou sem tempo, costumamos buscar soluções fáceis, como alimentos ultraprocessados, fast food e delivery“, afirma Adriana Kachani.
Para facilitar escolhas mais equilibradas, a especialista recomenda ter refeições caseiras congeladas, preparadas por meio do batch cooking, técnica que consiste em cozinhar em maior quantidade, porcionar e congelar para outros momentos da semana. Também vale deixar previamente mapeados restaurantes e pratos mais saudáveis para os dias corridos.
Comer de forma saudável não precisa significar abrir mão do prazer. “Tenho um lema que é ‘Saúde é comer de tudo!’. As pessoas se preocupam tanto com a saúde física que se esquecem que a saúde mental também conta, e muito! Como ser feliz sem os alimentos que gostamos? É por isso que, na pirâmide alimentar para a população brasileira, existe lugar no topo para açúcares e gorduras. Ou seja, se guardarmos esta proporção, podemos sim consumir um alimento ou outro mais indulgente”, diz Adriana Kachani.
A especialista reforça ainda que hábitos como dormir bem, praticar atividade física, beber água, priorizar alimentos in natura, reduzir ultraprocessados e variar as refeições podem contribuir para uma rotina mais equilibrada. “Refeições coloridas são um sinal de que existem muitos compostos bioativas por ali. Em todas elas, ter sempre uma fonte de proteínas, uma de alimentos fonte de energia e mais uma de alimentos ricos em fibra em todas as refeições”.
No fim, a principal lição é que não existe um alimento milagroso para garantir longevidade ou bem-estar emocional. Alimentação, sono, atividade física e outros hábitos de vida funcionam em conjunto, e o prazer de comer também faz parte dessa equação.
Já imaginou completar 400 anos? Para humanos, isso ainda não foi possível, mas, segundo um novo estudo, para peixes, sim. Pesquisadores afirmam ter encontrado um macho de esturjão-de-lago (Acipenser fulvescens) de 435 anos e uma fêmea da mesma espécie com 292 anos. O achado ocorreu na região dos Grandes Lagos, nos Estados Unidos.
Os cientistas afirmam que o achado pode ser uma evidência forte de que alguns peixes dos Grandes Lagos têm expectativa de vida acima dos 400 anos. O estudo, liderado por universidades de Michigan, teve os resultados publicados no Journal of Fish Biology no final de abril deste ano.
O encontro ocorreu quando os cientistas investigaram dados de diversos esturjões-de-lago coletados entre 1980 e 2024. Foram monitorados exemplares em cinco cursos d’água localizados nos Grandes Lagos.
No período, os peixes foram capturados, identificados, medidos e etiquetados. Posteriormente, eles eram devolvidos à água. Quando os já marcados pelos cientistas eram recapturados, os bichos eram somente medidos e soltos novamente. O objetivo era registrar e ter dados sobre o desenvolvimento do tamanho corporal dos esturjões com o tempo.
A partir das informações obtidas na captura e recaptura, foram calculadas as taxas médias de crescimento anual das populações nos cursos d’água. Nas contas, também foram utilizadas a diferença entre o comprimento inicial e o da captura mais recente. O valor final foi dividido pelo número de anos do intervalo entre ambos os momentos.
Com o cálculo da taxa de crescimento anual, os pesquisadores estimaram a idade dos peixes, encontrando os exemplares de 435 e 292 anos. A principal hipótese é que a longevidade está ligada a uma habilidade da espécie de resistir a condições ambientais extremas.
Apesar do achado, os cientistas afirmam que não são todos os esturjões que chegam a uma idade tão avançada. Normalmente, a expectativa de vida deles está entre 87 e 248 anos, a depender do sexo. Os recordistas fazem parte de um grupo seleto de peixes provavelmente bem resistentes. Acredita-se que mais exemplares estejam espalhados por aí.
Em uma nova pesquisa, cientistas húngaros descobriram que o cérebro de cães consegue segmentar o fluxo da fala em palavras a partir de sons consonantais. A habilidade diz respeito à capacidade de identificar e separar os limites entre as palavras individuais em uma frase ou em um fluxo contínuo de som. Até o momento, essa aptidão só havia sido encontrada em humanos.
Segundo os pesquisadores, o achado sugere que o processamento eficiente da fala não é necessariamente uma consequência das habilidades linguísticas únicas dos humanos – ou seja, ser exposto regularmente à fala pode remodelar o funcionamento cerebral, mesmo em espécies evolutivamente distantes do Homo sapiens, como no caso dos cães.
A descoberta liderada pela Universidade Eötvös Loránd (ELTE, na sigla em húngaro), na Hungria, foi publicada na revista Science nesta quinta-feira (24/9).
Para obter os resultados, os autores contaram com a participação de 20 humanos e 20 cães de companhia. Durante os experimentos, ambos os grupos foram expostos a fluxos contínuos de fala não segmentada – ou seja, um fluxo sem interrupções, como ocorre na linguagem falada no dia a dia.
Nos testes, consoantes e vogais se alternavam ao longo dos fluxos, não havia pausas na fala nem pistas acústicas que as separassem. O objetivo dos pesquisadores era comparar as respostas cerebrais de humanos e cães à fala. Para tal missão, foi utilizado um dispositivo capaz de registrar a atividade elétrica do cérebro por meio de eletrodos.
Ao analisar os resultados, foram identificadas semelhanças cerebrais entre as duas espécies que chamaram a atenção dos especialistas.
“Nos fluxos de fala estruturados em consoantes, o cérebro dos cães, assim como o cérebro humano, sincronizou-se com sucesso com o ritmo das palavras. Em ambas as espécies, essa sincronização foi mais forte do que nos fluxos estruturados em vogais ou nos fluxos de controle. Esta é a primeira evidência de que uma preferência por consoantes também pode surgir no cérebro de uma espécie diferente da humana”, afirma a coautora principal do estudo, Kinga G. Tóth, em comunicado.
A medida protetiva é uma ordem judicial criada para interromper situações de violência doméstica e familiar e reduzir o risco de novas agressões. A decisão pode impor diferentes restrições ao agressor, como manter distância da vítima, não estabelecer contato, deixar a residência ou não frequentar determinados lugares. No entanto, quando uma dessas determinações é desrespeitada, a situação ganha uma nova dimensão jurídica.
O descumprimento de medida protetiva é crime e pode resultar em prisão, além de levar a Justiça a reavaliar as medidas de proteção já determinadas. Por isso, saber reconhecer o que configura uma violação e o que fazer diante dela pode ser importante para preservar provas, comunicar o episódio às autoridades e permitir que o nível de risco seja novamente avaliado.
A CNN Brasil publica, entre 14 de setembro e 25 de novembro, a série Direito Delas, que busca jogar luz sobre um assunto que segue urgente: a luta pelo respeito aos direitos das mulheres.
Ao longo desse período, a série explica como leis que garantem proteção e direitos às mulheres em diferentes situações podem ser acionadas na prática. Nesta semana, o foco está nas medidas protetivas: o instrumento que pode salvar a vida de uma mulher e que segue conquistando avanços dentro do meio legislativo.
Entenda o que conta como descumprimento
O descumprimento pode ocorrer de diferentes formas, de acordo com as restrições impostas pela Justiça. Entre as situações estão a aproximação da vítima, o contato por telefone, mensagens ou redes sociais, a presença em locais proibidos e a tentativa de estabelecer contato por outros meios.
A violação também pode ocorrer por intermédio de terceiros. Familiares, amigos ou outras pessoas podem ser utilizados pelo agressor para transmitir recados, fazer ameaças ou tentar estabelecer contato com a vítima.
Nessas situações, a mulher não precisa responder ou tentar resolver o problema diretamente. O episódio deve ser comunicado às autoridades para que seja analisado de acordo com o conteúdo da medida protetiva.
Saiba como registrar
O descumprimento pode ser comunicado em uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, conhecida como Deam ou DDM, ou em outra unidade policial. A mulher também pode procurar a Defensoria Pública, o Ministério Público ou um advogado particular.
Ao registrar a ocorrência, é importante informar qual medida foi determinada e descrever, da forma mais precisa possível, o que aconteceu: data, horário, local, forma de contato e eventual presença de testemunhas.
Sempre que for seguro, também devem ser preservados elementos que possam ajudar a documentar o episódio, como mensagens, áudios, fotografias, vídeos, registros de chamadas, imagens de câmeras de segurança e outros documentos.
A mulher não precisa esperar uma nova agressão física para comunicar a violação. O descumprimento da ordem judicial pode configurar crime por si só.
Caso a mulher encontre dificuldade para registrar a ocorrência ou comunicar o descumprimento, também pode procurar a Ouvidoria ou a Corregedoria da Polícia, para laém do Ministério Público, da Defensoria Pública ou do Ligue 180.
Em caso de risco, a prioridade é a segurança
Se o agressor estiver próximo, houver ameaça ou qualquer outra situação de risco iminente, a prioridade deve ser buscar um local seguro e acionar a Polícia Militar pelo 190.
Para orientação, acolhimento e encaminhamento de denúncias, também está disponível o Ligue 180. O serviço é gratuito, funciona 24 horas por dia e atende por telefone e WhatsApp.
Descumprimento pode levar à prisão?
O artigo 24-A da Lei Maria da Penha estabelece como crime o descumprimento de decisão judicial que concede medidas protetivas de urgência. Atualmente, a pena é de reclusão de dois a cinco anos e multa, após a pena ser elevada pela Lei nº 14.994/2024.
O crime admite prisão em flagrante. Nessa hipótese, a Lei Maria da Penha determina que somente a autoridade judicial pode conceder fiança.
Não obstante, a prisão em flagrante não é a única possibilidade. O descumprimento também pode fundamentar a prisão preventiva, conforme as circunstâncias do caso. O artigo 20 da Lei Maria da Penha permite a decretação da prisão preventiva durante a investigação ou o processo, enquanto o artigo 313, inciso III, do Código de Processo Penal prevê essa possibilidade nos crimes envolvendo violência doméstica e familiar contra a mulher, para garantir a execução das medidas protetivas.
É importante ressaltar que a repetição das violações deve ser comunicada às autoridades. Novos episódios podem ser considerados na avaliação da necessidade de medidas mais rigorosas, inclusive a prisão preventiva.
Também é importante lembrar que a Lei Maria da Penha protege as vítimas em situação de violência doméstica e familiar independentemente de o autor da violência ser homem ou mulher. Assim, mulheres também podem ser autoras de violência e, conforme as circunstâncias do caso, estar sujeitas às consequências jurídicas do descumprimento de uma medida protetiva.
O Ministério da Saúde protocolou, nessa quinta-feira (24/9), um pedido para que a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) avalie a incorporação das chamadas canetas emagrecedoras ao SUS. A proposta prevê a análise de medicamentos à base de semaglutida ou liraglutida para o tratamento de pacientes com obesidade.
O protocolo representa o início da avaliação e não significa que os medicamentos já serão oferecidos pela rede pública. A Conitec assessora o Ministério da Saúde nas decisões sobre incorporação de novas tecnologias e considera evidências científicas de eficácia, efetividade e segurança, além de uma avaliação econômica que compara benefícios e custos com as opções já existentes no SUS.
O processo tem prazo de 180 dias, prorrogável por mais 90. Segundo o Ministério da Saúde, o pedido ocorre diante do avanço da obesidade no país. Dados apresentados pela pasta mostram que a prevalência da condição passou de 11,8% da população, em 2006, para 25,7%, em 2024.
A doença demanda acompanhamento e tratamento por longos períodos e pode provocar impactos na mortalidade, na qualidade de vida, na produtividade e nos gastos do sistema de saúde.
A mudança no mercado das canetas também motivou a solicitação. De acordo com o ministério, os preços dos produtos caíram 70% no Brasil em menos de um ano, em meio ao aumento da concorrência.
Atualmente, 25 canetas emagrecedoras estão registradas no país, 14 delas somente em 2026, incluindo versões produzidas nacionalmente e medicamentos genéricos.
A pasta afirma que, desde 2025, trabalha com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para mobilizar empresas nacionais e internacionais interessadas no registro de análogos de GLP-1, além de incentivar estudos sobre a eficácia dos medicamentos. A semaglutida e a liraglutida, princípios ativos incluídos no pedido enviado à Conitec, estão sem proteção de patente, segundo o Ministério da Saúde.
A solicitação também considera a primeira diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o uso, em escala populacional, de terapias baseadas em GLP-1 para o tratamento da obesidade a longo prazo, publicada no fim de 2025. O objetivo é destacar a importância de ampliar o acesso às terapias de forma equitativa e preparar os sistemas de saúde para o uso dos medicamentos.
Ainda não há definição sobre quais pacientes poderão receber as canetas pelo SUS, já que a oferta depende da análise e de uma eventual decisão pela incorporação.
O Ministério da Saúde informou que, caso os medicamentos sejam incorporados, deverão ser estabelecidos critérios clínicos para direcionar o tratamento aos pacientes nos quais o controle da obesidade possa trazer benefícios relevantes, além de reduzir complicações ou a necessidade de procedimentos mais complexos.
Pelo menos seis pessoas morreram em ataques de ursos no intervalo de um mês na região de Krasnoyarsk, na Sibéria, segundo autoridades russas. Na vizinha Khakassia, a presença dos animais chegou a uma situação considerada crítica em Abaza, cidade de aproximadamente 10 mil habitantes, descrita por uma autoridade local como estando “sob cerco”.
A sequência de mortes levou o Comitê de Investigação da Rússia a abrir uma apuração por possível negligência de funcionários públicos. A suspeita é de que medidas necessárias para controlar a população de ursos e evitar a aproximação dos animais de áreas habitadas não tenham sido adotadas.
O episódio ocorre em meio ao crescimento expressivo da população de ursos-pardos no país. Segundo dados do Ministério de Recursos Naturais citados pela AFP, o número de animais mais que dobrou desde 1990 e chegou a quase 308 mil em 2026.
Apesar desse aumento, o ministério afirma que os ataques contra pessoas continuam relativamente incomuns em escala nacional, com 20 a 30 ocorrências registradas por ano.
Os primeiros casos da sequência foram registrados no começo de setembro, quando dois aposentados foram encontrados mortos com sinais de ataque de urso em uma floresta próxima à cidade de Podtyosovo, de acordo com a imprensa local.
Em 6 de setembro, um trabalhador de 40 anos morreu após passar pela mesma região. Outras três mortes foram registradas nas semanas seguintes.
O caso mais recente ocorreu na manhã de 23 de setembro. Segundo os investigadores, um trabalhador florestal de 39 anos foi atacado enquanto cuidava de máquinas em uma área de mata.
As autoridades agora tentam determinar se a sucessão de ataques poderia ter sido evitada e se houve falhas dos responsáveis pelo manejo dos animais.
A situação também provocou alerta na região vizinha de Khakassia. Dmitry Buchenik, vice-chefe do governo local, afirmou que Abaza, município cercado pela taiga, estava tomada pela presença de ursos em seus arredores.
“Foi uma noite alarmante em Abaza. A cidade na taiga está efetivamente sob cerco de ursos”, declarou.
Segundo Buchenik, os animais estavam “por todos os lados”. Alguns foram afugentados, enquanto três acabaram mortos pelas equipes que atuaram na região. Uma das autoridades descreveu um deles como particularmente grande.
Imagens divulgadas nas redes sociais supostamente registraram a presença dos animais nas proximidades da cidade. Em uma delas, um urso aparece nadando em um rio ao lado de Abaza; outra gravação mostra três animais atravessando uma estrada diante de veículos.
O Ministério de Emergências da Rússia afirma que, apesar dos episódios recentes, ursos normalmente tentam fugir quando encontram seres humanos.
A pobreza na Argentina atingiu 32,3% da população no primeiro semestre de 2026, após subir 4,1 pontos percentuais. O Indec divulgou os dados na quinta-feira (24).
O índice interrompe uma queda registrada desde 2024, quando 52,9% dos 47 milhões de habitantes viviam na pobreza. A taxa havia recuado para 28,2% antes da alta no primeiro semestre deste ano.
A indigência também subiu e chegou a 7,5% da população. O indicador reúne pessoas cuja renda não cobre uma cesta básica apenas de alimentos, estimada em cerca de US$ 150.
O Indec considera pobres os adultos que não conseguem pagar uma cesta básica de cerca de US$ 340. O valor inclui alimentos, outros bens e serviços.
O aumento da pobreza acompanha a aceleração da inflação entre o fim de 2025 e o início de 2026. A atividade econômica caiu 1,4% em julho ante o mesmo mês do ano anterior.
O mercado de trabalho também registra piora, com desemprego de 7,9%, o maior nível desde 2021. Quase metade da população economicamente ativa trabalha na informalidade, e cerca de 30 mil empresas fecharam desde que Javier Milei chegou ao poder.
Crianças têm taxa de pobreza maior
A pobreza atinge 44,5% das crianças argentinas de até 14 anos. Desse grupo, 10,8% vivem na indigência, informou o Indec.
A Polícia Militar paulista deflagrou na manhã desta sexta-feira, 25, uma operação de combate ao crime organizado em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo. A ação mobiliza 174 policiais, 61 viaturas, uma aeronave, um drone e 16 cães. Participam da operação equipes do 16º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), da Companhia de Ações Especiais de Polícia (CAEP) Oeste, do Canil Central e de batalhões de ações especiais da Capital e da Região Metropolitana.
O Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) também presta apoio à operação com o uso de aeronave e drones. A PM ainda não divulgou o número total de presos nem o balanço de apreensões da operação.
Até o momento, a Polícia Militar informou apenas que um dos detidos é procurado pela Justiça do Paraná por roubo. Segundo a corporação, a prisão reforça registros já divulgados sobre a presença de criminosos de outras regiões que se abrigam em Paraisópolis e recebem apoio de integrantes do crime organizado local.
A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, aprovou uma nova insulina de aplicação semanal para adultos com a diabetes tipo 2. Batizado de Onswik, o medicamento contém insulina efsitora alfa-gobe, da farmacêutica Eli Lilly, e oferece uma alternativa às aplicações diárias de insulina basal.
A Onswik é um análogo de insulina de ação prolongada, aplicado sob a pele uma vez por semana, sempre no mesmo dia. Segundo a FDA, o medicamento deve ser usado como complemento à alimentação adequada e à prática de exercícios para melhorar o controle da glicose no sangue.
A principal diferença está na frequência das injeções. Enquanto as insulinas basais utilizadas por muitos pacientes são administradas diariamente, a Onswik foi desenvolvida para manter a ação ao longo de uma semana.
Segundo a Lilly, a mudança de uma aplicação diária para uma semanal pode representar mais de 300 injeções a menos por ano. A farmacêutica informou à imprensa internacional que pretende disponibilizar o medicamento nos Estados Unidos nos próximos meses.
A FDA baseou a aprovação em quatro estudos randomizados, abertos e controlados, realizados com adultos com a diabetes tipo 2. As pesquisas incluíram pessoas que nunca haviam utilizado insulina, pacientes que já recebiam insulina basal uma ou duas vezes ao dia e participantes tratados com insulina basal associada à insulina administrada nas refeições.
A Onswik foi comparada às insulinas glargina ou degludeca, administradas diariamente. Os resultados mostraram redução da hemoglobina glicada, a HbA1c, em níveis semelhantes aos observados com os tratamentos comparadores. O exame indica a média da glicose no sangue nos últimos meses e ajuda a acompanhar o controle da diabetes.
Como ocorre com outras insulinas, a Onswik pode causar hipoglicemia, quando a glicose no sangue cai para níveis muito baixos. Casos graves podem provocar convulsões, perda de consciência, complicações potencialmente fatais e morte.
Entre outros efeitos adversos estão reações no local da aplicação, alterações no tecido gorduroso sob a pele, coceira, erupções cutâneas, inchaço e ganho de peso.
A FDA também alerta para o risco de erros de medicação, overdose acidental, redução dos níveis de potássio no sangue e retenção de líquidos associada a determinados medicamentos.
Vale reforçar que a Onswik não é recomendada para pessoas com a diabetes tipo 1 devido ao maior risco de hipoglicemia grave. A indicação aprovada pela FDA é voltada a adultos com a diabetes tipo 2.
O Instituto Superar celebrou mais uma etapa concluída com muita alegria, aprendizado e, acima de tudo, histórias que merecem ser valorizadas. 💙
Foi um momento especial para celebrar os alunos dos cursos de Salgados e Pães e Informática, que chegaram até aqui com dedicação e vontade de aprender.
E para tornar esse dia ainda mais especial, tivemos muita descontração, momentos de confraternização, comida, sorteios de brindes e aquele clima gostoso de comemoração que reúne pessoas e transforma uma simples conclusão em uma experiência inesquecível.
Mais do que cursos, o Instituto Superar acredita em oportunidades que abrem caminhos, fortalecem sonhos e ajudam a construir novos futuros.
💙 Instituto Superar — transformando aprendizado em novas possibilidades.
