Alagoas está entre os 5 estados com menos casos de Covid entre presos em 2021

O cenário do Sistema Socioeducativo durante a pandemia da Covid-19 é preocupante em todo o país. Porém, em Alagoas a situação melhorou nos últimos meses de forma que, conforme relatório divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o estado é o quinto no Brasil com menor número de casos registrados entre os socioeducandos em 2021.
Segundo o relatório quinzenal do CNJ, apenas um adolescente em cumprimento de medidas socioeducativas apresentou resultado positivo para Covid-19. Desta forma, Alagoas fica atrás apenas dos estados do Piauí, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Roraima, os quais não apresentaram casos da doença este ano.
Para a superintendente de Medidas Socioeducativas da Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev), Denise Paranhos, este resultado é muito positivo e é fruto de um trabalho de prevenção e cuidado com os adolescentes que cumprem medidas nas Unidades de Internação. “Desde o início da pandemia a gente vem fortalecendo os protocolos de prevenção e tendo o máximo cuidado para que nossos adolescentes não contraiam a doença”, destacou.
De acordo com o relatório, São Paulo é o estado que mais registrou casos de Covid-19 entre socioeducandos, apresentando 384 novos casos. O segundo lugar está com o estado do Ceará, que apresentou 125 novos casos de Covid-19 entre adolescentes das Unidades de Internação durante os últimos cinco meses.
O relatório quinzenal do CNJ realiza monitoramento dos casos de contágio e morte por Covid-19 nos sistemas prisional e socioeducativo de todo o Brasil. O levantamento é feito a partir de informações provenientes de diferentes fontes dos poderes Executivo e Judiciário estaduais, incluindo dados repassados pelos Grupos de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMFs), boletins epidemiológicos de secretarias estaduais e dados informados ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen).
Protocolos de prevenção e retorno de visitas
Por meio da Superintendência de Medidas Socioeducativas (Sumese), desde o início da pandemia a Seprev suspendeu as atividades pedagógicas, exceto aquelas estritamente necessárias que deverão acontecer respeitando o distanciamento e a quantidade de no máximo cinco adolescentes por turma, com o uso obrigatório de máscaras.
"Devido a este resultado muito positivo as atividades pedagógicas retornaram de forma cuidadosa, respeitando todos os protocolos de segurança contra a Covid-19, e as visitas familiares irão retornar já na próxima semana", enfatizou Denise Paranhos.
Os encaminhamentos para a Unidade Básica de Saúde (UBS) localizada dentro do Complexo Socioeducativo e o atendimento médico externo só estão sendo efetuados em caso de urgência/emergência. Os casos que apresentam sintomas gripais são atendidos pela equipe de saúde dentro das próprias unidades, seguindo o protocolo de atendimento baseado nas recomendações do Ministério da Saúde.
Além disso, as novas medidas proíbem as transferências de adolescentes entre unidades. As atividades de lazer continuaram sendo ofertadas internamente e sob todos os cuidados e protocolos, de acordo com cada situação.
Fonte: Todo Segundo.
MPAL vai pedir informações à Sefaz sobre alteração na metodologia de cálculo do preço médio dos combustíveis

O promotor de Justiça Max Martins, titular da Promotoria de Defesa do Consumidor, informou que vai enviar ofício à Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz-AL) pedindo informações sobre a alteração feita na metodologia do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) dos combustíveis.
Ao rebater matéria da Gazeta, a Sefaz afirmou que fez a alteração após uma demanda formalizada em audiência pública com o Ministério Público de Alagoas (MP/AL). No entanto, o promotor afirmou que a alteração é uma surpresa para a promotoria, pois o evento não tratou desse tema específico. A demanda teria sido formalizada, segundo a Sefaz/AL, pelo Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Alagoas (Sindicombustíveis-AL)
A audiência pública em questão foi realizada no dia 18 de março deste ano e contou com a presença do gestor da Sefaz-AL, George Santoro. Agora, o promotor Max Martins quer saber se a alteração feita pela pasta traz algum tipo de dano ao consumidor. Segundo ele, a partir da resposta da Sefaz/AL é que a promotoria pode adotar alguma medida.
A matéria da Gazeta rebatida pelo Governo do Estado mostra que a alteração feita em 30 de abril deste ano e publicada na edição do dia 3 de maio do Diário Oficial do Estado (DOE) atingiu o bolso do contribuinte alagoano. Na prática, isso penalizou o contribuinte, porque o PMPF aumentou e, consequentemente, o consumidor paga mais imposto.
Tomando como base a segunda semana deste mês, a ANP calculou que o preço médio da gasolina comum no Estado era de R$ 5,69. No entanto, pelo novo método do Governo de Alagoas, o PMPF é de R$ 5,84. Ou seja, 15 centavos a mais por litro.
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é calculado com base no PMPF. Em Alagoas, a alíquota do ICMS é de 29%, segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis). A alteração feita pelo Executivo consiste em trocar o cálculo do PMPF que era realizado com base nas pesquisas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis (ANP) para ser estabelecido a partir das informações coletadas nas emissões de nota fiscal disponibilizadas pelos contribuintes.
A Sefaz afirma que o pleito da demanda que teria sido feita na audiência com o MPAL foi atendido, colocando à disposição para a sociedade civil questionar a metodologia do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF). “A Sefaz não recebeu nenhuma sugestão de alteração da metodologia e nem questionamento com relação ao cálculo do PMPF”, informa.
Por fim, a nota da secretaria afirma que a metodologia favorece os consumidores, pois capta, exatamente, o preço em todos os postos de combustíveis. “Esta metodologia está à disposição para auditoria por parte de estatísticos, contadores e qualquer pessoa que queira avaliar. Ela é pública e está acessível na internet para consulta.”, termina.
A cada 15 dias, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão formado pelas Secretarias Estaduais da Fazenda, publica no Diário Oficial da União (DOU) uma pesquisa dos preços de combustíveis cobrados dos consumidores na bomba. Essa pesquisa serve como base para o cálculo do ICMS sobre combustíveis.
Quando há aumento de ICMS, o preço pode subir novamente, porque os postos costumam repassar o reajuste para o consumidor. Um projeto de lei enviado ao Congresso, por sua vez, pretende mudar o modelo de cobrança do ICMS e introduzir valores fixos por litro, como ocorre com os tributos federais. Dessa forma, o imposto estadual não seria afetado pelos reajustes nas refinarias, reduzindo o impacto sobre o bolso do consumidor.
Ao Jornal Folha de São Paulo, em 1º de abril deste ano, o Comsefaz, que é o Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda, disse que a variação do preço de referência pressiona o preço nas bombas, já que o consumidor passa a pagar mais centavos por litro de imposto. O comitê frisou que não houve alterações das alíquotas de ICMS.
Prefeitura de Palmeira publica Edital de credenciamento para Lives do São João

A Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, publicou na última sexta-feira (21) o Edital 001/2021 de Chamada Pública do Credenciamento dos artistas palmeirenses para participar das Lives do “Arraiá Virtuá São João do Povo 2021 – Estação Multicultural”, da Capital da Cultura Alagoana, em comemoração às festas juninas. Os cachês artísticos que vão R$ 1.500 até R$ 5 mil reais serão pagos somente aos artistas ou bandas que têm atividades em Palmeira. As transmissões acontecerão ao vivo, pelo Canal do YouTube da Prefeitura de Palmeira dos Índios, entre os dias 12 e 29 de junho.
O objetivo do Arraiá Virtuá é minimizar os prejuízos financeiros sofridos pelo setor de eventos por causa da pandemia da Covid-19 e que provoca a obrigatoriedade do distanciamento social. O homenageado do São João deste ano é o cantor, intérprete e músico palmeirense Charles Filderman, falecido recentemente. As inscrições já podem ser realizada, presencialmente, das 8h às 14h, na sede da Secult.
O secretário municipal de Cultura Cássio Júnio explicou como será a logística do evento. “Toda infraestrutura das lives será por conta da prefeitura. O município também pagará os cachês artísticos, que variam entre R$ 1.500 e R$ 5 mil, dependendo se é uma apresentação com um ou três artistas, ou se é uma apresentação de bandas com mais de oito componentes. Para fazer a inscrição o artista tem que, obrigatoriamente, ter atividade em Palmeira. É o que chamamos de Artista da Terra”, informou o secretário.
Para o prefeito Júlio Cezar, o Edital de Credenciamento é uma alternativa para minimizar os prejuízos do setor de eventos. “O Edital da Prefeitura dá oportunidade aos trabalhadores do setor de eventos que está parado há mais de um ano. E os prejuízos são enormes. Mas vamos ajudar mais, porque ao longo do ano criaremos mais alternativas para remunerar esse setor com mais lives para outras datas. Vem aí a Semana Graciliano, o 20 de agosto, o Natal Luz e outras datas também importantes que a prefeitura sempre patrocina”, finalizou o prefeito.
Fonte: Todo Segundo.
Com novo aumento, Alagoas chega a 85% de ocupação de leitos de UTI para Covid-19

Os números de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) voltados para o tratamento exclusivo da Covid-19 voltaram a crescer nas últimas 24 horas, passando de 83% para 85% em todo o estado.
Na terça-feira (18), o índice de ocupação nas UTIs era de 77%. Os dados constam no boletim de ocupação diária da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), que aponta aumento na capital alagoana e no interior.
De acordo com o boletim, dos 383 leitos disponíveis, 324 estão ocupados nesta sexta-feira (21). Em Maceió, a situação é mais preocupante, já que a capacidade de leitos está em 87%, com 188 dos 216 ocupados. A capital concentra a maioria dos casos por receber pacientes de outros municípios alagoanos. Com relação à taxa de ocupação, o interior do estado está com 81%, com dois hospitais sem vagas disponíveis e outros ultrapassando os 90%.
Em Maceió, a Maternidade Santa Mônica com 100%, Hospital da Mulher com 97% e Metropolitano com 92% são os que apresentam maior percentual de ocupação. Já nos hospitais privados, a Santa Casa de Misericórdia aparece com 93% e apenas um leito disponível. O Hospital Veredas tem 13 vagas e 65% de ocupação.
Quanto aos leitos clínicos, o percentual de ocupação também cresceu e passou de 43% nessa quinta-feira (20) para 46% no Estado, sendo 43% em Maceió 51% no interior.
O boletim epidemiológico dessa quinta-feira (20) da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) revelou que Alagoas registrou mais 963 novos casos de Covid-19, alcançando a marca de 187.085 desde o início da pandemia. Mais 16 mortes pela doença foram notificadas. Com isso, o Estado tem 4.554 óbitos em decorrência do coronavírus.
Fonte: Gazetaweb.
Após 4 meses, apenas 39% dos idosos tomaram duas doses da vacina no Brasil

Após quatro meses de vacinação contra a Covid-19 no Brasil, apenas 39% dos idosos acima de 60 anos foram vacinados com as duas doses, considerando todas as vacinas. Isso revela um desafio ainda maior para que o país consiga imunizar a maior parcela da população: a formada pelos adultos até 59 anos. Especialistas estimam a conclusão da vacinação só em 2023 e temem uma terceira onda da doença.
Os dados foram tabulados pelo G1 a partir da base de vacinados do OpendataSUS, sistema do Ministério da Saúde em que estão registradas todas as doses aplicadas.
"A distribuição etária deixa claro que temos um longo caminho pela frente", afirma o físico Marcelo Gomes, especialista em modelos de propagação de doenças da Fiocruz.
Ao ampliar a análise para todo o grupo prioritário, que totaliza pouco mais de 78 milhões de pessoas segundo a última atualização do Plano Nacional de Vacinação, vê-se que 45% receberam a 1ª dose e somente 20% podem ser consideradas imunizadas, pois receberam também a 2ª dose.
Entende-se como grupo prioritário os profissionais de saúde, os idosos acima de 60 anos, as grávidas, os indígenas, entre outras categorias incluídas recentemente.
O desafio é: como vacinar tanta gente ainda se, após 4 meses, o país não conseguiu cobrir nem os grupos prioritários?
Especialistas consultados pelo G1 listam os 4 principais entraves para que a vacinação seja efetiva:
- Falta de vacina
- Baixa cobertura da 2ª dose
- Comunicação falha e falta de busca ativa
- Dados de gestão de difícil acesso
Segundo levantamento do Laboratório de Estatística e Ciência de Dados da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a cobertura vacinal dos adultos com mais 20 anos será concluída apenas no início de 2023 se for mantida a média de aplicação de segunda dose dos últimos 30 dias.
"À medida que vamos descendo mais na pirâmide, mais tempo demora para cobrir a faixa etária por conta da quantidade de pessoas em cada faixa", explica Gomes. "Ou seja, o impacto no total de hospitalizações e óbitos ainda vai demorar, pois até o momento só temos cobertura adequada na faixa acima dos 80 anos, que compõem uma fração pequena da população."
Terceira onda
A vacinação eficiente é a principal arma para evitar uma terceira onda de casos e mortes causadas pelo coronavírus. A possibilidade de uma nova onda foi levantada pela Fiocruz, em um boletim extraordinário do Observatório da Covid-19 da fundação.
"A observada manutenção de um alto patamar, apesar da ligeira redução nos indicadores de criticidade da pandemia, exige que sejam mantidos todos os cuidados, pois uma terceira onda agora, com taxas ainda tão elevadas, pode representar uma crise sanitária ainda mais grave", afirma o documento.
O Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde (IHME), da Universidade de Washington, acredita que é provável uma terceira onda no Brasil no inverno por conta da sazonalidade do vírus e o baixo ritmo de vacinas, mas projeta que não será tão forte quanto a segunda onda.
"O IHME está projetando um aumento [da transmissão] no inverno no Brasil devido à sazonalidade e à baixa distribuição de vacinas", afirma o professor Ali Mokdad, um dos líderes do projeto modelagem de Covid-19 do IHME.
"No entanto, não será tão alto quanto o que vimos com a segunda onda porque muitas pessoas já foram infectadas. Mas se uma nova variante de escape for introduzida, as coisas podem ser piores, pois infecções anteriores não serão muito protetoras", alerta.
O IHME usa um modelo estatístico para calcular o número total de mortes por Covid-19, incluindo aquelas que não foram comprovadas por testes. Dessa forma, tenta corrigir a subnotificação que ocorre em praticamente todos os países. As projeções do instituto são usadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e pelo governo norte-americano.
Segundo a epidemiologista Ethel Maciel, professora da Ufes, a vacinação, se for mantida no ritmo atual, não deve conseguir segurar um novo aumento de internações e mortes.
"A gente já começa em um patamar muito alto de casos novos. Esses novos casos desta semana vão se refletir em internação daqui a duas ou três semanas e em óbito aproximadamente daqui a três ou quatro semanas. Então, muito possivelmente, em meados de junho, início de julho, nós vamos ter números muito grandes de internações e óbitos, pressionando novamente o serviço de saúde. O que estamos chamando de terceira onda."
Ela afirma que não é possível afirmar que a pandemia esteja controlada atualmente, já que o número de casos e óbitos está em um patamar alto.
Falta de vacina
Os especialistas são unânimes em afirmar que a baixa oferta de vacina é o principal problema na luta contra a Covid-19 no Brasil.
“O quantitativo de vacinas é pequeno e é enviado aos soluços. O município fica sabendo em cima da hora quantas doses vai receber, e isso dificulta a definição mais precisa dos grupos que vão receber”, afirma a epidemiologista Brigina Kemp, assessora técnica do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de SP.
Orientações contraditórias sobre a gestão das doses disponíveis - aplicar todas ou guardar a segunda dose? - agravam o cenário da cobertura vacinal.
“Preocupa o cenário daqui a três meses. Agora muitas pessoas estão sendo vacinadas com a Astrazeneca, e o número de segundas doses dela é pequeno. Mas não se sabe se, lá para julho, agosto, vai ter dose para aplicar em todas as pessoas. É uma preocupação, porque cada município decide como equilibrar as doses que têm”, aponta Krerley Oliveira, coordenador do Laboratório de Estatística e Ciência de Dados da UFAL.
Baixa cobertura da 2ª dose
O infectologista Julio Croda, da Fiocruz, afirma que há uma boa cobertura de primeira dose em idosos. "Mas ainda é baixa a cobertura de segunda dose", alerta.
Os dados revelam que os que têm mais de 80 anos voltam menos para tomar a segunda dose que os mais jovens.
De todos que já tomaram a vacina, pelo menos 6,3 milhões de pessoas estão com a 2ª dose em atraso, segundo o levantamento feito pelo Laboratório de Estatística e Ciência de Dados da UFAL até quarta-feira (19).
"Primeiro, suspeitamos que eram os idosos abrigados, que teriam mais dificuldade, mas o Ministério da Saúde já informou que a vacinação dessa população está normal", afirma José Cássio de Moraes, professor titular da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e integrante do Observatório Covid-19.
"Outra possibilidade [para essa discrepância] seria os que tomaram a vacina da AstraZeneca, que voltam para a segunda dose só depois de três meses, mas esse é um contingente pequeno, porque a maioria tomou Coronavac. A conclusão, então, é que essa população não está voltando para tomar a segunda dose. Então, é preciso um esforço do governo para comunicar e levar essas pessoas para completar a imunização", alerta Moraes.
Comunicação falha e falta de busca ativa
A baixa adesão à segunda dose da vacina em faixas etárias mais elevadas, segundo especialistas, reforça que é necessário uma ação mais ativa do governo para que os idosos completem a imunização.
"A gente fica esperando as pessoas irem procurar. Falta um papel mais ativo do governo. Buscar essas pessoas. Pode pegar telefone, enviar SMS quando for a data de tomar a segunda dose, pode verificar o território que a pessoa está, acionar os agentes de saúde”, afirma Moraes.
Oliveira também destaca a importância de despertar o interesse da população em se vacinar. “A vacina tem que estar acessível, senão as pessoas têm que se deslocar, e às vezes elas não têm dinheiro para isso.” No entanto, como pondera Brigina, no cenário atual, é mais importante ter controle de quem é vacinado, porque não há doses suficientes para ampla distribuição.
A falta de comunicação pode prejudicar todo o processo de imunização, diz Oliveira. “Mesmo que tome atrasada, é preciso tomar a segunda dose para estar imunizada. E, sem a busca ativa, sem os municípios irem atrás das pessoas, a tendência é que tenha mais abandono vacinal”, lamenta.
Dados imprecisos e de difícil acesso
A disponibilidade de dados diários por município, com indicadores básicos sobre a cobertura vacinal, também é uma das deficiências da campanha de vacinação brasileira contra a Covid-19, apontam.
Segundo os especialistas, o sistema de monitoramento do Ministério da Saúde, o Localiza SUS, hoje é voltado apenas para as doses e não ajuda os municípios a rastrear e monitorar a população vacinada e não vacinada para poder agir.
Para Brigina, faltam indicadores básicos para a gestão da vacina, como:
- cobertura vacinal (vacinas aplicadas pelo total de pessoas de cada grupo prioritário das cidades ou UFs)
- taxa de abandono (quantas pessoas que tomaram a primeira dose não tomaram a segunda depois do prazo determinado)
- homogeneidade (quantos municípios de um mesmo estado atingiram a meta)
“Esses indicadores não são oferecidos no painel do governo, e muitos municípios não têm estrutura para processar a base do OpendataSus diariamente, que é muito grande e exige um programador para mexer”, aponta a epidemiologista.
Outro ponto, apontado tanto por Brigina quanto por Oliveira, é a imprecisão na definição do público prioritário, porque são estimativas que se baseiam no Censo de 2010. “As definições dos grupos dependem de uma avaliação censitária que já está afastada da realidade”, diz a epidemiologista. “Então, para alguns lugares, a população está superestimada e, em outros, subestimada.”
Outras medidas
Segundo Ethel Maciel, outras medidas deviam tomadas para conter o vírus enquanto a vacinação não é acelerada. "A gente poderia ter outros elementos para impedir [esse crescimento], como fazer testagem em massa", afirma.
"Ampliar a testagem para descobrir pessoas positivas antes mesmo que elas possam apresentar algum sintoma. Ou identificar pessoas assintomáticas que estão transmitindo. Analisar todos os contatos de quem testou positivo, fazendo um trabalho de busca ativa."
Ali Mokdad, do IHME, também ressalta que medidas precisam continuar a serem seguidas. "As máscaras são fundamentais e as medidas de distanciamento social podem ajudar a retardar a transmissão. Distribuir as vacinas mais rápido - se possível, mesmo com a escassez - também ajudaria."
Metodologia do gráfico
A análise foi feita com base na projeção de população por faixa etária calculada pelo IBGE para dar dimensão dos não-vacinados e nos dados mais atualizados disponíveis sobre vacinação que constam da base do OpenDataSUS para indicar quantas pessoas de cada faixa etária tomaram só a 1ª dose e quantas tomaram as duas doses das vacinas.
Para minimizar problemas de duplicidade e inconsistências, o banco de dados sobre doses aplicadas foi corrigido pelo Laboratório de Estatística e Ciência de Dados da UFAL, que eliminou os seguintes erros:
- Foram removidas as pessoas cuja 2ª dose foi registrada antes da 1ª dose; as pessoas cuja 1ª dose foi aplicada antes de 2021 (o que não é possível ter ocorrido); as pessoas que tomaram doses de vacinas diferentes; e as doses informadas mais de uma vez para a mesma pessoa, com mesma data de aplicação;
- Foram transformadas em 1ª dose as aplicações de 2ª dose correspondentes às pessoas que têm apenas uma dose informada.
Os microdados utilizados não são coletados pelo consórcio de veículos de imprensa e têm uma pequena defasagem de tempo. Hoje, já são 41 milhões imunizados com a primeira dose e 20,2 milhões com a segunda dose, de acordo com o último balanço do consórcio, publicado na quinta-feira (20).
Fonte: Gazetaweb.
Conmebol anuncia que Colômbia não será mais sede da Copa América

O martelo está batido. Como já era esperado, a Colômbia não vai mais ser uma das sedes da próxima edição da Copa América. O anúncio foi feito pela Conmebol nesta quinta-feira. Os diversos protestos políticos que vêm sendo realizados no país foram decisivos para a mudança de planos. Os manifestantes vêm enfrentando uma forte repressão policial, e a tensão é grande nas ruas.
A competição está marcada para começar no dia 13 de junho, em Buenos Aires (ARG). O torneio teria duas sedes, mas, com a mudança, deve ficar apenas na Argentina. A Conmebol, no entanto, ainda vai divulgar mais informações sobre os locais que vão receber os jogos que estavam marcados inicialmente para ocorrerem na Colômbia.
De acordo com o comunicado divulgado pela Conmebol, a Colômbia chegou a pedir o adiamento da Copa América para novembro. Contudo, a entidade do futebol sul-americano não aceitou.
A Seleção Brasileira disputaria a primeira fase do torneio na Colômbia. Agora, a Canarinho aguarda as definições da Conmebol.
Atualmente, a Argentina enfrenta um aumento no número de casos de Covid-19, em um momento que é apontado como uma segunda onda da doença no país. As autoridades já anunciaram novas medidas de restrições. Resta saber se a Copa América poderá ser realizada como espera a Conmebol.
Fonte: Gazetaweb.
Boletim: Alagoas registra 963 novos casos e mais 16 mortes por Covid-19

O Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), desta quinta-feira (20/05), confirma mais 963 novos casos de Covid-19 em Alagoas. Dessa forma, o estado tem um total de 187.085 casos confirmados do novo coronavírus até o momento, dos quais 3.701 estão em isolamento domiciliar. Outros 178.091 pacientes já finalizaram o período de isolamento, não apresentam mais sintomas e, portanto, estão recuperados da doença. Há 13.004 casos em investigação laboratorial. Foram registradas 16 mortes em território alagoano. Com isso, Alagoas tem 4.554 óbitos por Covid-19.
Os casos confirmados de pessoas com a Covid-19 estão distribuídos nos 102 municípios alagoanos. Em relação ao quadro total de óbitos em Alagoas, estão confirmados 4.554 óbitos por Covid-19, mas, oito deles, eram de pessoas residentes em Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina e Bahia, tendo como vítimas seis homens e duas mulheres. Dos 4.546 óbitos de pessoas residentes em Alagoas, 2.516 eram do sexo masculino e 2.030 do sexo feminino. Eram 2.084 pessoas que residiam em Maceió e as outras 2.462 moravam no interior do Estado, segundo o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), da Sesau.
Para ter acesso ao boletim epidemiológico, baste clicar neste link e baixar os dados da Covid-19.
Óbitos – No boletim desta quinta-feira (20/05), mais 16 mortes foram confirmadas, laboratorialmente, por causa do novo coronavírus, sendo seis vítimas da capital alagoana e dez do interior do Estado. As vítimas de Maceió eram dois homens de 34 e 78 anos, além de quatro mulheres de 53, 58, 59 e 60 anos. O homem de 34 anos era diabético e morreu no Hospital Arthur Ramos, em Maceió; o homem de 78 anos não tinha registro de comorbidades e morreu na Santa Casa, em Maceió; a mulher de 53 anos era diabética, hipertensa e também morreu na Santa Casa, em Maceió; a mulher de 58 anos não tinha comorbidades e morreu no Hospital Arthur Ramos, em Maceió; a mulher de 59 anos era hipertensa e morreu no Hospital da Mulher (HM), em Maceió; e a mulher de 60 anos era hipertensa e morreu no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió.
Em relação às dez vítimas que residiam no interior do Estado, eram cinco homens de 53, 56, 63 e dois de 73 anos, além de cinco mulheres de 38, 65, 66, 85 e 89 anos. O homem de 53 anos, morava em Arapiraca, tinha doença cardiovascular e morreu no Hospital Regional, em Arapiraca; o homem de 56 anos, residia em Palmeira dos Índios, não tinha comorbidades e morreu também no Hospital Regional, em Arapiraca; o homem de 63 anos, residia em Anadia, não tinha comorbidades e morreu na Santa Casa, em São Miguel dos Campos; o primeiro homem de 73 anos, morava em Delmiro Gouveia, era hipertenso e morreu no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca; o segundo homem de 73 anos, morava em Campo Alegre, não tinha comorbidades e morreu na Santa Casa, em São Miguel dos Campos; a mulher de 38 anos, residia em Marechal Deodoro, não tinha comorbidades e morreu no Hospital da Mulher (HM), em Maceió; a mulher de 65 anos, residia em São Miguel dos Campos, era hipertensa, diabética e morreu na Santa Casa, em São Miguel dos Campos; a mulher de 66 anos, morava em Delmiro Gouveia, não tinha comorbidades e morreu no Hospital Regional, em Arapiraca; a mulher de 85 anos, morava em Arapiraca, era hipertensa, obesa e morreu no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca; e a mulher de 89 anos, morava em Arapiraca, era hipertensa e morreu também no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca.
Leitos de Covid-19 do Estado – Dos 1.421 leitos criados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) para atender, exclusivamente, pacientes com suspeita e confirmação de infecção pelo novo coronavírus, 749 estavam ocupados até às 16 horas da quarta-feira (19/05), o que corresponde a 53% do total. Atualmente, 317 pacientes estão em leitos de UTI, 14 ocupando leitos intermediários e 418 em leitos de enfermaria. Para acompanhar a evolução da ocupação dos leitos exclusivos para Covid-19, acesse http://www.alagoascontraocoronavirus.al.gov.br/
Fonte: Estadão Alagoas.

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) vai interromper a produção da vacina Oxford/AstraZeneca a partir desta quinta-feira (20) por falta de insumos importados da China. A previsão é que cheguem no sábado (22) dois lotes de IFA (ingrediente farmacêutico ativo) para a retomada da produção de 12 milhões de doses.

As vacinas atualmente disponíveis e aprovadas contra a covid-19 são, até o momento, eficazes contra "todas as variantes do coronavírus", afirmou nesta quinta-feira (20) a OMS (Organização Mundial da Saúde).
As cepas classificadas pela organização como preocupante são do Reino Unido, da África do Sul, do Brasil e da Índia.
A instituição também fez um apelo para a continuidade de 'ações prudentes" ante a covid-19. Apesar da melhora da situação sanitária na Europa, ainda não é possível retomar de maneira segura as viagens internacionais por "uma ameaça persistente e novas incertezas", advertiu Hans Kluge, diretor da OMS para a Europa.
Fonte: R7.
Operação cumpre mandados contra grupos criminosos envolvidos em tráfico de entorpecentes e roubo de veículos

Uma operação integrada cumpre, nesta quinta-feira (20), 68 mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes de organizações criminosas envolvidas em tráfico de drogas e roubo de veículos, com atuação na capital alagoana e em alguns municípios do interior.
A ação das Polícias Civil (PC) e Militar (PM) é coordenada pelo Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL), por meio do Grupo de Atuação Especial de combate ao Crime Organizado (Gaeco), a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e a Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC).
Denominada de Operação Robauto, a força-tarefa cumpre 36 mandados de prisão e 32 de busca e apreensão, todos expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital. As apurações, que começaram pelo Gaeco com a colaboração do Batalhão de Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (Rotam), após a instauração de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC), e pela DEIC em parceria com o Batalhão de Guarda (BPGd), duraram cerca de 10 meses.
Nesse período, o Ministério Público e a DEIC conseguiram mapear o comércio ilegal de drogas em alguns bairros de Maceió, especialmente na parte alta da cidade. Em parte deles, inclusive, a Orcrim passou a ocupar determinadas comunidades, aterrorizando os moradores dessas regiões. A outra investigação diz respeito a uma grande organização criminosa que atua em roubos e desmanche de veículos.
O trabalho investigativo teve início pelo conjunto residencial Aprígio Vilela, localizado no bairro Benedito Bentes; contudo, ao longo da apuração, ela se expandiu para outros localidades de Maceió, além dos municípios de Ouro Branco, Arapiraca e Penedo.
Fonte: Estadão Alagoas.
Israel volta a bombardear Gaza; 1 palestino morre e há vários feridos

Israel voltou a promover uma onda de ataques aéreos na Faixa de Gaza nesta quinta-feira (20), matando pelo menos um palestino e ferindo vários outros. Na quarta-feira (19), um ataque aéreo matou um deficiente físico, sua esposa grávida e a filha de 3 anos.
Os ataques ocorrem após o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pedir uma "significativa desescalada para encaminhar um cessar-fogo" com o Hamas, que controla Gaza.
Apesar do pedido dos EUA, que é o principal aliado de Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que está "determinado" a continuar ofensiva "até que seu objetivo seja alcançado".
Foi a primeira divergência pública entre os dois aliados desde o início dos confrontos, o que complica os esforços internacionais para chegar a um cessar-fogo.
Explosões sacudiram a Cidade de Gaza, a maior da Faixa de Gaza, logo no começo da manhã. Israel fez pesados ataques aéreos pesados em uma rua comercial da cidade, e chamas laranja iluminaram o céu.
Há relatos de ataques aéreos também nas cidades de Deir al-Balah e Khan Younis. À medida que o sol nascia, moradores de Khan Younis examinavam os escombros de pelo menos cinco casas destruídas.
Os militares israelenses dizem ter atingido ao menos quatro casas de comandantes do Hamas, visando "infraestrutura militar", e também uma unidade de armazenamento de armas na casa de um combatente do Hamas na Cidade de Gaza.
Um dos ataques destruiu a casa de dois andares da família Khawaldi em Khan Younis. Os 11 moradores, que estavam dormindo em uma área separada por medo, ficaram feridos e foram levados ao hospital, segundo Shaker al-Khozondar, um vizinho.
Estilhaços atingiram a casa de sua família, que fica ao lado, matando sua tia Hoda al-Khozondar e ferindo sua filha e dois primos. O porta-voz de um hospital próximo confirmou uma morte e disse que pelo menos 10 pessoas ficaram feridas em ataques durante a noite.
Morte de deficiente e família
Na quarta-feira (19), um ataque israelense matou Eyad Saleha, um deficiente físico palestino de 33 anos, sua mulher, que também tinha 33 e estava grávida, e a filha do casal, de 3. Um míssil caiu sobre a casa da família.
A sala da casa ficou destruída, e havia pedaços de uma bicicleta infantil entre os escombros. Dentro da geladeira derrubada, uma poeira cinza cobria um prato de tomates frescos.
"O que meu irmão fez? Estava apenas sentado em sua cadeira de rodas", lamentou Omar Saleha, de 31 anos, que estava na casa de vizinhos durante o ataque na cidade de Deir al-Balah.
Os ataques aéreos de Israel já mataram 227 pessoas desde o dia 10 na Faixa de Gaza, segundo o Ministério da Saúde local. Foguetes lançados por palestinos mataram 12 pessoas em Israel no mesmo período, segundo a polícia israelense.
Entre as 227 vítimas em Gaza, 64 eram crianças e 38, mulheres. Mais de 50 mil palestinos fugiram de suas casas. Entre as vítimas estão um menino de 5 anos e uma adolescente de 16.
Quase 450 prédios foram destruídos ou ficaram seriamente danificados em Gaza, incluindo seis hospitais e nove centros de saúde de cuidados primários, segundo a agência humanitária da ONU.
O Exército israelense diz que busca evitar "danos colaterais" em seus ataques e que eles são voltados a alvos militares, comandantes do Hamas e sua rede de túneis.
Também afirma que foguetes lançados pelos próprios palestinos caíram dentro da Faixa de Gaza e podem ter sido responsáveis pela morte de alguns civis, embora não haja indícios de que um foguete tenha causado a morte da família de Saleha.
'Quantos mais?'
Omar contou que Eyad estava desempregado e dividia a casa com a mãe e três irmãos. Como muitos na Faixa de Gaza, ele dependia da ajuda da ONU para os refugiados palestinos.
O ataque israelense destruiu os três andares do imóvel em que vivia a família palestina. Sua mãe, Umm Eyad, de 58 anos, tinha ido passar dois dias na casa de seu irmão, porque ali se sentia mais segura, e sobreviveu.
"Matar inocentes em suas casas, inclusive fetos no ventre materno, é um crime", afirmou o vice-ministro da Saúde de Gaza, Yusef Abu al-Rish. "Quantas pessoas mais têm que morrer para que o mundo se conscientize?".
Fonte: Gazetaweb.
Mototaxista palmeirense morre após grave acidente na AL-115, em Arapiraca
Um motociclista morreu na noite de quarta-feira (19) na AL-115, na cidade de Arapiraca, Agreste de Alagoas.
Segundo o Batalhão de Polícia Rodoviário (BPRv), o mototaxista identificado como Charles Pereira dos Santos, 45 anos, tentou fazer uma ultrapassagem e colidiu frontalmente com Nissan Kicks.
Santos morreu no local do acidente. A condutora do Kicks fugiu do local.
Os institutos de Criminalística (IC) e Médico Legal (IML) foram acionados e fizeram a perícia e recolheram o corpo da vítima.
Fonte: Estadão Alagoas.
CARTÃO CRIA: Crianças com até dois anos começam a receber benefício

Começou esta semana o pagamento da primeira parcela do Cartão CRIA para as primeiras 10 mil famílias beneficiárias que têm em sua composição crianças com até 2 anos, que vivem na pobreza ou extrema pobreza. Ao total, já são 60 mil famílias, incluindo gestantes, cadastradas que fazem parte do maior programa de transferência de renda de Alagoas.
Já recebeu a parcela quem tem final de Número de Identificação Social (NIS), número 01, hoje, final 02 e assim sucessivamente. O calendário segue até o dia 31 de maio, com o pagamento de quem tem final de NIS 0 (zero). As beneficiárias gestantes, que já estavam recebendo os R$ 100 reais, seguem esse mesmo calendário de pagamento.
“Devido à pandemia, precisamos escalonar as inscrições por faixa etária. As crianças com até dois anos começaram a ser cadastradas no dia 1º de abril, por iniciaram o recebimento agora em maio”, disse a superintendente de Avaliação e Gestão da Informação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social (Seades).
SAQUE
Algumas famílias cadastradas ainda não receberam o cartão, que estão sendo entregues pelos Centros de Referência em Assistência (CRAS) dos municípios, podem fazer o saque diretamente nos caixas das agências da Caixa Econômica, apresentando um documento de identidade com foto e o número do NIS. “Foi criada uma conta específica para o recebimento das parcelas, que é diferente da conta do Bolsa Família, por isso é importante informar que é a conta do Cartão CRIA”, explicou Daniella.
Com pouco mais de três meses de lançado, o Cartão CRIA já beneficia 60 mil famílias com o pagamento de R$ 100,00 reais por mês para famílias que vivem na pobreza ou extrema pobreza. A meta é atingir 180 mil famílias até junho, com a abertura do cadastro para crianças de até 5 anos (60 meses) e novas gestantes. Os cadastros devem ser feitos nos CRAS, levando documento pessoais do responsável, comprovante de residência, número do NIS e certidão de nascimento da criança. No caso de gestante, é preciso levar a caderneta da gestante.
Fonte: Todo Segundo.
AL é o primeiro Estado a concluir vacinação de grupos prioritários contra a Covid-19

Alagoas conseguiu concluir a vacinação de todos os grupos prioritários em apenas quatro meses, desde a aplicação da primeira dose do imunizante no Estado. Segundo o que foi determinado pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19 do Ministério da Saúde (MS), o Estado finalizou a imunização dos 27 grupos prioritários, e agora os 102 municípios alagoanos podem avançar na campanha de imunização e começar a vacinar a população por faixa etária decrescente.
O governador Renan Filho confirmou, nesta quarta-feira (19), em suas redes sociais, que Alagoas conseguiu imunizar os grupos prioritários. Este avanço ocorre graças à organização do Governo de Alagoas que, ao receber os imunizantes do Ministério da Saúde, distribui as doses para que os municípios alagoanos vacinem a população.
“Com a chegada de novas doses, mais de 99 mil doses de vacinas, informo aos alagoanos que iremos retomar a imunização por idade. Iremos iniciar com a vacinação das pessoas que tem 59 e 58 anos. E assim, com a chegada de mais vacinas, vamos passar a vacinar, gradativamente, por idade decrescente. Isso significa que iremos agilizar a imunização das pessoas que não tem comorbidades, com idades superiores a 50 anos e depois todas as outras idades”, informou o governador Renan Filho no vídeo postado na tarde da terça-feira (19).
Para o secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, quando o Estado consegue finalizar a imunização dos grupos prioritários, é mais uma demonstração do quanto Alagoas tem se mostrado eficiente na vacinação.
“O combate à pandemia da Covid-19 tem sido referência em Alagoas. Já salvamos mais de 10 mil vidas e com a aceleração da vacinação, conseguimos alcançar um importante objetivo, que é finalizar a imunização dos grupos prioritários. Você que tem 59 anos, 58 anos, que não possui comorbidades ou não tem deficiência permanente ou não se encaixava em nenhum grupo prioritário, chegou a sua vez de se vacinar.
Acompanhe com as Secretarias Municipais de Saúde quando as vacinas distribuídas nesta quarta [19], pela Secretaria de Estado da Saúde, devem chegar à sua cidade e fique atento ao cronograma de vacinação”, reforça o secretário Alexandre Ayres.
Fonte: Todo Segundo.
10° BPM e Prefeitura apresentam projeto “Vem Ver a Banda Passar”

O 10° BPM em Parceria com o 3° BPM e com a Prefeitura de Palmeira dos índios através da Secretaria Municipal de Cultura vem com grande satisfação apresentar o Projeto: “VEM VER A BANDA PASSAR” realizado pelos integrantes da Banda de Música do 3° Batalhão de Polícia Militar, em Arapiraca.
Na próxima Quinta-feira (20/05), às 18 horas acontecerá uma apresentação musical em deslocamento na cidade de Palmeira dos Índios pelas principais ruas do centro da cidade, saindo das proximidades da Prefeitura e finalizando a apresentação na Praça da Independência.
O Projeto tem o objetivo de trazer um abraço caloroso e receptivo a toda a população nesse momento delicado que vivemos com a pandemia da COVID-19.
Então, População de Palmeira dos Índios, abram suas portas e janelas e venham ver a banda passar!
Esse com certeza, será um momento de alegria para todos nós!
Fonte: Estadão Alagoas.
Auxílio Emergencial: Caixa paga 2ª parcela a nascidos em março e beneficiários do Bolsa Família com NIS final 2

A Caixa Econômica Federal ( CEF) paga nesta quarta (19) a segunda parcela do auxílio emergencial para mais um grupo de trabalhadores.
Quem recebe desta vez são os beneficiários que fazem parte do programa Bolsa família com o número do NIS encerrado em 2; e trabalhadores nascidos em março e que não fazem parte do Bolsa.
Para o primeiro grupo, os pagamentos serão feitos da mesma forma que o Bolsa. Já para o segundo grupo – inscritos via app e site e público do Cadastro Único – a ajuda paga nesta quarta será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito neste domingo serão liberados no dia 2º de junho.
Veja quem recebe nesta Quarta:
- Beneficiários do Bolsa Família com NIS final 2
- Trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em março
Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov
Calendários de pagamento
Veja abaixo os calendários de pagamento.
BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA
BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA