
Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terão que voltar a fazer prova de vida para não terem seus benefícios bloqueados. Com a obrigatoriedade suspensa desde março do ano passado, por conta da pandemia, as provas de vida serão retomadas a partir de junho.
O procedimento serve para evitar fraudes e garante a manutenção do pagamento do benefício.
A prova de vida do INSS é um procedimento anual e obrigatório para os segurados e pensionistas do INSS que recebem seu benefício por meio de conta corrente, conta poupança ou cartão magnético comprovarem que estão vivos. Tem como principal objetivo dar mais segurança tanto para o cidadão quanto para o governo, evitando fraudes e pagamentos indevidos de benefícios.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em parceria com a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, a Dataprev e o Serpro, iniciou em fevereiro nova etapa e expansão da prova de vida por biometria facial. Nesta fase, que compõe o projeto piloto iniciado no ano passado, 5,3 milhões de beneficiários de todo o país poderão realizar o procedimento sem sair de casa. Assim, a prova de vida digital não é destinada a todos os públicos inicialmente.
A novidade é a possibilidade de realizar a prova de vida usando apenas um aplicativo, o meu gov.br (https://www.gov.br/pt-br/apps/meu-gov.br) e não mais dois aplicativos, como era antes, incluindo o Meu INSS (https://meu.inss.gov.br). O Meu INSS deve ser usado pelo segurado para acompanhar o resultado da prova de vida após realizar o procedimento.
Para realizá-la, o segurado deve receber uma mensagem de texto ou e-mail fazendo a convocação. O usuário precisa ter biometria cadastrada na Justiça Eleitoral ou no Departamento de Trânsito (Detran), além de um celular com câmera fotográfica. Veja o passo a passo no site do INSS.
O modelo convencional de atendimento do INSS é presencial. Aposentados e pensionistas que tiverem a biometria bancária cadastrada poderão usar qualquer caixa eletrônico para fazer a prova de vida, tendo em vista que muitos bancos aceitam qualquer transação realizada como prova de vida.
Já no caso dos beneficiários sem biometria, é possível ir à agência bancária com CPF e documento com foto. Veja como funciona em cada banco:
A prova de vida do INSS pode ser feita em toda a rede de agências da Caixa. Para os clientes que possuam identificação biométrica cadastrada, também é possível fazer a operação na rede de autoatendimento. A realização de saques nos terminais de autoatendimento com uso da biometria é caracterizada como prova de vida. O serviço não está disponível por meio de celular.
Correntistas e poupadores do BB que recebem o benefício do INSS na modalidade crédito em conta corrente podem realizar prova de vida por meio do aplicativo BB. O segurado deve acessar o menu "Serviços", depois "INSS", em seguida "Prova de vida INSS", e então tirar foto do documento de identificação, frente e verso, e fazer uma selfie. O serviço está disponível desde o dia 5 de março. Após a análise do banco, o beneficiário pode acompanhar pelo próprio app se sua prova de vida foi aceita e qual o prazo de validade.
Quem recebe o benefício do INSS pelo Bradesco tem de realizar a prova de vida nas máquinas de autoatendimento Bradesco e Banco 24Horas. É necessário possuir a biometria cadastrada. Se não tiver biometria, será preciso realizar a prova de vida na agência, diretamente no caixa. Todas as transações realizadas com o uso da biometria são acatadas como prova de vida caso o benefício esteja no mês de provar vida.
O banco oferece a prova de vida do INSS de forma automática, mediante uso da biometria em transações caixas eletrônicos ou nos guichês de caixa; e presencialmente, nos guichês de caixa das agências bancárias.
A prova de vida é feita nos terminais de atendimentos com o uso da biometria. Beneficiários também podem realizar a prova de vida na agência com o gerente ou no guichê de caixa, com ou sem o uso da biometria.
O que acontece se a prova de vida do INSS não for feita?
Quem não fizer a prova de vida do INSS tem o pagamento do benefício previdenciário suspenso. Pagamentos voltarão a ser bloqueados a partir de junho para os beneficiários que não fizerem a prova de vida.
Os segurados e pensionistas que deixaram de realizar a comprovação antes de março de 2020 serão os primeiros a terem os benefícios bloqueados caso não se regularizem. Para os beneficiários que deveriam ter realizado a prova de vida por meio digital em fevereiro de 2020, o prazo para realizar a comprovação se encerra em 31 de maio. Depois disso, será a vez dos beneficiários que estão com a prova de vida vencida desde março e abril de 2020.
Para essa retomada, o INSS estabeleceu um novo calendário. Veja abaixo:

Assim, quem tinha, por exemplo, que fazer a prova de vida em março e abril de 2020, deverá fazer até junho deste ano. Já quem tinha que provar que está vivo entre março e abril deste ano para continuar recebendo o benefício terá de fazer isso até dezembro para não ter os pagamentos bloqueados.
Para os residentes no exterior, o INSS divulgará um novo ato com orientações e prazos específicos. No entanto, não há impedimento para sejam encaminhadas ao INSS, pelo residente no exterior, as provas de vida realizadas perante as representações diplomáticas ou consulares brasileiras ou por intermédio do preenchimento do "Formulário Específico de Atestado de Vida para comprovação perante o INSS”, assinado na presença de um notário público local e devidamente apostilado pelos órgãos designados em cada país, para os casos de residentes em países signatários da Convenção sobre a Eliminação da Exigência de Legalização.
Se o beneficiário perder o prazo e o benefício for bloqueado, será necessário pedir a reativação de forma remota, através do site ou do aplicativo Meu INSS. No endereço eletrônico, serão solicitados documentos pessoais, como CPF e RG, além do comprovante de residência. Após preencher o requerimento online, o beneficiário deverá comparecer ao banco para concluir a realização da prova de vida.
O INSS permite ainda que alguns beneficiários realizem a prova de vida em domicílio, sendo realizado por meio da visita de um funcionário do órgão à casa do segurado. Mas esse direito é garantido apenas a maiores de 80 anos e a pessoas a partir de 60 anos que possuam dificuldade de locomoção. É preciso comprovar essa condição de saúde por documento médico. O atendimento deve ser agendado pelo site Meu INSS ou pelo telefone 135.
Fonte: Gazetaweb.
Banco do Brasil libera crédito de até R$ 21 mil para empreendedores
Empreendedores informais podem solicitar pelo celular uma linha de crédito especial oferecida pelo Banco do Brasil. O chamado Microcrédito Produtivo Orientado (MPO) oferece limites entre R$ 1 mil e R$ 21 mil, com parcelamento de 5 a 18 meses.
A iniciativa busca ajudar o empreendedor com recursos para aplicação em capital de giro. Ademais, o dinheiro também pode ser utilizado na compra de equipamentos, ferramentas, móveis e demais utensílios necessários para o crescimento da atividade.
Requisitos
Em relação às exigências do banco, o interessado deve cumprir as seguintes condições:
No caso da primeira solicitação, o dono do negócio deve comparecer a uma das agências do Banco do Brasil para pedir o empréstimo e assinar toda a documentação referente ao Termo de Adesão e Cláusulas Gerais.
Caso esse tipo de crédito já tenha sido solicitado anteriormente, o interessado pode solicitar uma nova liberação do empréstimo diretamente pelo aplicativo do Banco ou em qualquer canal de atendimento do BB.
Fonte: Todo Segundo.
O número de fumantes caiu nos últimos anos no país. Porém, as mortes em decorrência do tabaco seguem acima das 420 pessoas por dia, de acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer). Em 2019, data da última Pesquisa Nacional de Saúde, 22 milhões de brasileiros seguiam com esse hábito tão nocivo à saúde, o que corresponde a cerca de 12% da população.
Em virtude do Dia Mundial sem Tabaco, nesta segunda-feira (31), o R7 entrevistou médicos com o objetivo de ajudar quem pretende mudar de hábitos para ter uma vida mais saudável.
O primeiro passo é reconhecer que a dependência ao tabaco é uma das mais difíceis de acabar, devido à nicotina. O pneumologista Felipe Marques, da BP Beneficência Portuguesa - SP, explica que a substância mexe com a sensação de prazer. "A nicotina vai até o centro do prazer e o corpo reage com a substância dopamina, dando a sensação de prazer e ânimo", diz.
O psiquiatra Henrique Bottura, diretor clínico do Instituto de Psiquiatria Paulista, acrescenta ao problema as dificuldades comportamentais para mudança de hábitos. "Não é só a nicotina, que é uma das substâncias mais causadoras de dependência, comparada à heroína. Precisamos pensar que, para alguém mudar um hábito, tem de passar por algumas fases até que mude", afirma.
"Tem a fase pré-contemplativa, quando a pessoa nem entende que é um problema e ignora os malefícios ligados ao cigarro. A fase contemplativa, que é aquela 'Eu até acho que seria importante parar de fumar, mas não estou pronto nesse momento'. A fase que está na preparação, quando o paciente diz uma hora vou ter de parar. A da ação, quando a pessoa se dispõe a tentar e começa a tomar atitude e a última é de manutenção. Lembrando que a todo tempo pode ter a recaída", acrescenta.
Para conseguir seguir o caminho descrito pelo especialista, é indicado a associação de tratamentos famarcológico e comportamental, segundo ele. "Para fazer mudanças grandes, precisamos da ajuda de alguém, principalmente para mudar comportamentos muito conectados, um vício construído há anos", diz Bottura.
Os médicos indicam três tratamentos à base de remédios. O mais comum é a reposição de nicotina, por meio de adesivos ou balas e gomas de mascar. Nele, o paciente para de fumar e usa uma das soluções descritas. Marques alerta que o processo é uma forma de enganar o cérebro e diminuir aos poucos o vício.
"A nicotina, por incrível que pareça, não causa mal. As outras centenas de substâncias que fazem parte do cigarro é que são carcinogênicas. Em vez de tirar de forma brusca, o cérebro vai dizer que está acontecendo alguma coisa errada. Enganamos o cérebro do paciente e diminuímos as doses de nicotina. Até que ofereceremos níveis tão baixos que seja possível interromper a reposição. É um desmame", explica o pneumologista.
Os outros dois tratamentos são feitos por meio do uso de antidepressivos, que fazem com que o paciente tenha menos prazer ao fumar. As substâncias são Bupropiona e Vareniclina. A primeira é mais comum e é incluída no SUS (Sistema Único de Saúde). Já a segunda tem um custo muito alto e é mais difícil ser usada até na rede particular.
Mesmo com o uso de medicamentos, os pacientes passam por uma fase de abstinência, principalmente nos primeiros dias sem o cigarro. "Logo que há a redução do tabaco e de nicotina, o paciente pode ter aumento de frequência cardíaca e sudorese. Acontece em geral nos primeiros dias, mas pode durar até algumas semanas após a parada. Nessa jornada, o dia seguinte é sempre melhor do que o anterior", afirma Marques.
Os especialistas ainda dão duas dicas para o período após a interrupção. A primeiro é diminuir as atitudes que levaram ao hábito. Aquela história do cafézinho antes do cigarro.
"O ambiente é importante para parar de fumar. Quanto mais fácil for o acesso ao comportamento do vício, maior é o esforço psicológico para resistir. É importante diminuir ao máximo os estímulos", observa Bottura.
A segunda é prestar atenção na alimentação. Não é indicado trocar o vício do cigarro pelo hábito de comer doces ou carboidratos. "Tem um kit sensação do tabagismo. A tendência é que a pessoa aumente a ingestão e venha o ganho de peso. Nós orientamos a comer alimentos com baixo teor de carboidratos, como cenoura. Pacientes que fumam há muito tempo têm a necessidade de mastigar ou estar com alguma coisa na boca, então recomendamos mastigar casca de limão, de laranja, um cravo", orienta o pneumologista.
Os tratamentos são oferecidos pelo SUS. O caminho é conversar com o médico do posto de saúde e seguir os cuidados para a interrupção do tabagismo.
Fonte: R7.
Termina nesta segunda-feira (30), às 23h59min59seg, o prazo da entrega para a declaração do Imposto de Renda 2021. O último balanço da Receita Federal, divulgado na sexta-feira (28), indicava que cerca de 4,5 milhões de contribuintes ainda precisavam enviar o documento.
Quem está obrigado a declarar e não o fizer até o último minuto deste dia terá de pagar uma multa de no mínimo R$ 165,74 e de no máximo 20% do imposto devido — o que pode não ser pouca coisa.
A expectativa é de que 32 milhões de contribuintes prestem contas ao Leão. Até 11h de sexta, 27,5 milhões já tinham enviado a declaração.
Para quem deixou a entrega literalmente para o último dia, é possível fazer e entregar uma declaração mais simples em menos de meia hora, só para se livrar da obrigação e não pagar a multa.
Depois, é claro, será preciso corrigir o documento para não cair na malha fina.
1. Separe os documentos
Junte o máximo de documentos que puder (se é assalariado fica mais fácil, basta pegar o informe de rendimentos da empresa em que trabalha), informe de rendimentos do banco, informe de aposentadoria ou pensão, se houver. Se for declarar dependentes, será preciso juntar esses documentos também, o que dificulta a rapidez do processo. Se tiver declarado no ano passado, fica mais fácil copiar as informações para já decidir qual é o modelo de declaração mais conveniente.
2. Preencha a ficha de identificação do contribuinte
3. Preencha a ficha de rendimentos tributáveis
4. Verifique pendências
Verifique se há pendências declaração. Os erros (triângulos vermelhos) impedem a gravação e entrega do programa. Os avisos (triângulos amarelos) não impedem o envio.
5. Envie a declaração
O ícone para entregar a declaração está no menu à esquerda do programa. Atenção também para marcar a opção de tributação mais vantajosa (a que tiver mais imposto a restituir ou menos imposto a pagar). Neste exemplo, a opção vantajosa é o modelo simplificado, que traz um imposto a restituir. Se esquecer de clicar e deixar no modelo de deduções legais, neste exemplo, vai pagar imposto.
Se tiver de pagar imposto, lembre-se de que a primeira ou única parcela também vence nesta segunda-feira (31). Se o imposto a pagar for inferior a R$ 100 deve ser pago em uma quota única.
As demais parcelas vencem sempre no último dia útil de cada mês e não podem ser inferiores a R$ 50 e devem ser pagas atualizadas pela Selic. Para fazer isso, entre todo mês no programa do Imposto de Renda e emita o novo Darf. "É importante que o contribuinte esteja conectado à internet para que o sistema busque e atualize automaticamente o valor da cota", diz o consultor tributário Valter Koppe, ex-supervisor regional do IR da Receita Federal.
Se houver imposto a restituir, provavelmente só irá receber o dinheiro nos últimos lotes. A restituição já começou a ser paga também nesta segunda-feira (31) e o último lote será depositado em setembro para quem não cair na malha fina.
Fonte: R7.
A Caixa Econômica Federal libera nesta segunda-feira (31) o saque em dinheiro do auxílio emergencial para 2,34 milhões de beneficiários nascidos em janeiro. Ao todo, foram creditados R$ 486 milhões para esse público em 16 de maio.
De lá para cá, o valor pôde ser movimentado pelo Caixa Tem, aplicativo no qual os beneficiários conseguem pagar boletos, comprar pela internet e pelas maquininhas de estabelecimentos comerciais.
Além disso, há a opção de girar a grana usando o Pix, sistema de pagamentos instantâneo do Banco Central. A única exceção às transações se dá para os casos de transferência para conta de mesma titularidade.
Conforme o Ministério da Cidadania, o modelo de escalonamento das transferências e saques, adotado no ano passado durante a primeira rodada do auxílio emergencial, segue com o objetivo de evitar filas e aglomerações nas agências da Caixa e nas lotéricas.
O calendário é dividido em quatro ciclos, de créditos e de saques. Os créditos da segunda parcela terminaram neste domingo (30) para os trabalhadores do público geral (meios digitais e Cadastro Único) que fazem aniversário em dezembro.
Para os beneficiários do Bolsa Família, as transferências da segunda etapa também serão finalizadas nesta segunda-feira (31), já que seguem o calendário habitual do programa assistencial. Recebem os membros do programa com NIS final 0.
A nova rodada do auxílio emergencial terá quatro parcelas, de abril a julho, com valor médio de R$ 250. Mulheres chefes de família receberão R$ 375 e pessoas que vivem sozinhas, R$ 150.
Conforme o governo federal, os investimentos nesta segunda etapa de pagamentos chegarão a R$ 5,9 bilhões e alcançarão 28,4 milhões de trabalhadores do público geral.
"São resultados que nos deixam confiantes de que estamos executando uma operação eficiente para fazer os recursos chegarem aos cidadãos em situação mais vulnerável. Antecipamos os calendários das duas primeiras etapas, o que foi possível pelo trabalho atento das equipes do Ministério da Cidadania e de seus parceiros", disse o ministro da Cidadania, João Roma.
Neste ano não foi aberto novo cadastro para quem ficou de fora do programa em 2020, mas agora precisaria da ajuda. Serão beneficiadas somente pessoas que já estavam cadastradas pelo Cadastro Único, pelo aplicativo da Caixa ou Bolsa Família.
O auxílio emergencial 2021 é limitado a uma pessoa por família, com renda per capita de até meio salário mínimo (R$ 550) ou renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.300).
As estimativas apontam que os novos pagamentos vão injetar R$ 44 bilhões na economia nacional. Desta vez, no entanto, o impulso para conter um tombo maior da economia em 2020 será usado por 98% dos moradores de favelas no Brasil para a compra de alimentos.
Além de alcançar menos beneficiados, com menor valor das parcelas, a de pagamentos não aceita novos cadastros para quem ficou de fora do programa em 2020, mas agora precisaria da ajuda.
Fonte: R7.
A estimulação cardíaca artificial tem evoluído bastante nos últimos anos, tornando-se mais fisiológica e harmônica possível. Recentemente, um novo conceito surgiu com a estimulação seletiva do feixe de His, um grupo de fibras no coração que conduz os impulsos elétricos.
O Serviço de Eletrofisiologia e Estimulação Cardíaca da Santa Casa de Maceió fez, no dia 26 de abril deste ano, o primeiro implante de um marcapasso hisiano em Alagoas. O paciente, de 46 anos, passa bem e já teve alta hospitalar. Para os especialistas, a tendência natural é a de que, em alguns casos, este marcapasso possa substituir a ressincronização cardíaca tradicional, trazendo os mesmos benefícios da estimulação multissítio.
A ressincronização ainda é a terapia padrão para pacientes com insuficiência cardíaca e outros casos. Contudo, nos pacientes com dificuldade em posicionar eletrodo no ventrículo esquerdo (VE) e naqueles com indicação de marcapasso tradicional, a estimulação do feixe de His pode ser uma opção viável e eficaz.
“Essa alternativa de estimulação monossítica é bem mais promissora do que a estimulação do ventrículo direito (VD), pois a estimulação do VD, sabidamente, gera um bloqueio de ramo esquerdo (BRE) eletromecânico, o que pode causar prejuízo ao paciente com a diminuição da fração de ejeção, piora da insuficiência cardíaca e qualidade de vida em pacientes que já tenham alguma disfunção ventricular”, explicou o eletrofisiologista Edvaldo Xavier.
A principal manifestação no eletrocardiograma (ECG) pós-implante do marcapasso no feixe de His é o estreitamento da duração do complexo QRS. “Em breve, esse novo tratamento também se estenderá aos usuários do SUS”, finalizou o especialista.
Fonte: Gazetaweb.
O Brasil teve uma queda de 11% nos assassinatos nos três primeiros meses deste ano na comparação com o mesmo período de 2020. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.
Em janeiro, fevereiro e março, foram registradas 10.663 mortes violentas, contra 12.007 no primeiro trimestre de 2020. Ou seja, 1.344 a menos. Estão contabilizadas no número as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.
A queda acontece após um 2020 violento, mesmo com a pandemia do novo coronavírus. No ano passado, o país teve uma alta nos assassinatos após dois anos consecutivos de queda.
Agora, apenas cinco estados contabilizam uma alta: três no Nordeste (Maranhão, Paraíba e Piauí) e dois no Norte (Pará e Roraima).
O levantamento, que compila os dados mês a mês, faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Para Bruno Paes Manso, do NEV-USP, as variações circunstanciais levantadas pelo Monitor da Violência servem mais para levantar perguntas do que para indicar respostas.
“Será que a tendência de queda vai permanecer ou vai ficar restrita ao primeiro trimestre? Não custa lembrar que esse trimestre está sendo comparado com dois meses do ano passado que não registraram epidemia. Em compensação, no ano passado, apesar da pandemia, os homicídios cresceram. Os governos estaduais tiveram algum tipo de iniciativa importante? Por que, apesar do aumento de armas em circulação, essa redução foi identificada?”
Segundo ele, três meses é pouco tempo para identificar uma tendência. “Caso a curva permaneça em queda, será uma boa notícia que ainda exigirá debate e reflexão para identificarmos as causas.”
Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirma que a redução dos assassinatos no 1º trimestre de 2021 é notícia a ser comemorada, mas ressalva que ainda é cedo para avaliar se há, de fato, uma tendência.
“Os homicídios vinham crescendo até janeiro deste ano e fevereiro do ano passado foi marcado por um enorme volume de homicídios em decorrência da greve da PM no Ceará. Temos que acompanhar estes números de perto para compreender quais os determinantes para a redução das mortes violentas nos últimos dois meses, bem como compreender o impacto da pandemia nas dinâmicas criminais.”
A ferramenta criada pelo G1 permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país. Estão contabilizadas as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Juntos, estes casos compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.
Jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados, via assessoria de imprensa e via Lei de Acesso à Informação, seguindo o padrão metodológico utilizado pelo fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.
O governo federal anunciou a criação de um sistema similar ainda na gestão do ex-ministro Sergio Moro. Mas os dados não estão tão atualizados quanto os da ferramenta do G1.
Os dados coletados mês a mês pelo G1 não incluem as mortes em decorrência de intervenção policial. Isso porque há uma dificuldade maior em obter esses dados em tempo real e de forma sistemática com os governos estaduais. O balanço fechado do ano de 2020 foi publicado no mês passado. Os números deste ano serão divulgados posteriormente.
Fonte: G1.
As mortes em decorrência da covid-19 desabaram 95% em Serrana (SP) seis semanas depois da aplicação da primeira dose e duas semanas após a segunda dose da CoronaVac na população adulta, de acordo com a pesquisa final do Projeto S, a que a Record TV teve acesso.
Além da expressiva diminuição dos óbitos, a pesquisa mostrou ainda que houve uma redução de 80% nos casos sintomáticos da doença e de 86% nas internações hospitalares.
O estudo será divulgado pelo governo paulista nesta segunda-feira (31).
A cidade, localizada a 315 km de São Paulo e cuja população estimada é de 45.644 habitantes, foi palco de um experimento do Instituto Butantan e contou com a participação de 27.150 pessoas, todas imunizadas com duas doses da CoronaVac.
A iniciativa do Butantan de vacinar a população adulta de Serrana (SP) com a CoronaVac tem o objetivo de estudar a transmissão do vírus, o comportamento do sistema de saúde, a reação da economia e até a aceitação da população em receber o fármaco que previne a doença.
Os resultados da pesquisa são divulgados em um momento em que a região de Ribeirão Preto (SP), à qual pertence Serrana, vive uma nova escalada dos casos e internações por covid-19, o que afeta o sistema de saúde. Desde quinta-feira (27), Ribeirão experimenta mais um lockdown, com fechamento de shoppings, comércio de rua, restaurantes e a suspensão por cinco dias do transporte coletivo a fim de frear a contaminação pelo coronavírus.
Ao todo, 23 cidades no entorno de Serrana adotaram medidas mais restritivas nas últimas semanas para desacelerar o número de infecções. Os hospitais da cidade estão lotados, mas quase todos os pacientes são de outros municípios do entorno.
A vacinação escalonada atingiu cerca de 60% da população adulta, o que ajuda à principal pergunta do estudo: quantas pessoas precisam ser imunizadas para deter a transmissão e controlar os casos mais graves em uma comunidade?
Na época do início do estudo, ainda não havia orientação oficial sobre a imunização de crianças, pessoas com comorbidades, grávidas e puérperas. Por isso, a fim de garantir a segurança, esse público não recebeu a vacina.
Mas os dados do estudo são animadores não só para quem recebeu a vacina como também para o restante da população não-imunizada.
No grupo de pessoas que não recebeu as duas doses de CoronaVac, também houve reduções expressivas de casos sintomáticos, internações e óbitos.
Os resultados do estudo, portanto, sinalizam ser necessário imunizar parcela expressiva da população, mas não sua totalidade, e ainda representam uma luz no fim do túnel para atividades essenciais, como o retorno do comércio e a volta das aulas presenciais nas escolas.
Fonte: R7.
Apesar de o Governo do Estado adotar medidas mais duras no protocolo de distanciamento social controlado, Alagoas permanece com taxa muito elevada de ocupação de leitos de UTI destinados ao tratamento da Covid-19. De acordo com o mais recente boletim epidemiológico, divulgado na tarde desse domingo (30), dos 390 leitos criados, 357 estavam com pacientes, o que representa 92%.
A quantidade de internamentos é bastante alta também. O relatório mostra que são 926 pessoas internadas com coronavírus em todo o Estado (incluindo os leitos clínicos e de unidades intermediárias nas UPAs), representando 65% de ocupação, no geral.
Nos municípios do interior, cuja oferta é bem menor, a situação é ainda mais grave: a taxa é 94% de ocupação em UTIs, com várias unidades de saúde sem vagas. O Hospital de Emergência do Agreste, em Arapiraca, não tem leitos disponíveis desde a semana passada, tanto clínicos como os de terapia intensiva. A situação é bem parecida no Hospital Chama, que só tem três vagas na enfermaria e está com a UTI lotada.
Os 10 leitos reservados para os casos mais graves no Hospital Regional do Norte, em Porto Calvo, estão preenchidos. Também estão lotados o Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho (Arapiraca) e o Hospital Clodolfo Rodrigues (Santana do Ipanema). Já a Santa Casa de São Miguel dos Campos tem 95% de ocupação.
Maceió tem 197 pacientes internados em UTIs (90%). Não há mais vagas no Hospital Dr Helvio Auto, no Hospital Vida e na Maternidade Santa Mônica. O cenário é crítico no Hospital da Mulher (97% de ocupação), no Metropolitano (99%) e no Hospital Geral do Estado (90%). Enquanto isso, o Hospital de Campanha, montado no Centro de Convenções, tem 49 pacientes internados (são 142 leitos clínicos disponíveis), representando 35% de preenchimento.
O boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) mostrou que Alagoas registrou mais 19 mortes e 300 novos casos de Covid-19 em 24 horas. Com isso, soma-se o total de 192.524 casos confirmados e 4.734 óbitos em decorrência da doença. Atualmente, segundo o órgão, 3.165 alagoanos com Covid estão em isolamento domiciliar.
Fonte: Gazetaweb.
Alagoas já aplicou 956.782 doses da vacina contra a Covid-19
Alagoas atingiu a marca de 956.782 de doses de vacina contra a Covid-19 aplicadas. O vacinômetro, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), mostra que até este domingo (30), o Estado já tinha vacinado 678.736 pessoas com 1ª dose e 278.046 com a 2ª dose.
De acordo com o último Boletim Epidemiológico da Sesau, Alagoas confirmou mais 300 novos casos de Covid-19. Dessa forma, o estado tem um total de 192.524 casos confirmados do novo coronavírus até o momento, dos quais 3.165 estão em isolamento domiciliar.
Outros 183.818 pacientes já finalizaram o período de isolamento, não apresentam mais sintomas e, portanto, estão recuperados da doença. Há 18.335 casos em investigação laboratorial. Foram registradas 19 mortes em território alagoano. Com isso, Alagoas tem 4.734 óbitos por Covid-19.
Os casos confirmados de pessoas com a Covid-19 estão distribuídos nos 102 municípios alagoanos. Em relação ao quadro total de óbitos em Alagoas, estão confirmados 4.734 óbitos por Covid-19, mas, oito deles, eram de pessoas residentes em Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina e Bahia, tendo como vítimas seis homens e duas mulheres.
Dos 4.726 óbitos de pessoas residentes em Alagoas, 2.619 eram do sexo masculino e 2.107 do sexo feminino. Eram 2.154 pessoas que residiam em Maceió e as outras 2.572 moravam no interior do Estado, segundo o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), da Sesau.
Para ter acesso ao boletim epidemiológico, baste clicar aqui e baixar os dados da Covid-19.
Fonte: Todo Segundo.
Os trabalhadores com contrato suspenso ou jornada reduzida por causa da nova onda da pandemia de covid-19 começam a receber nesta sexta (28), o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm). Válido por até 120 dias, o programa oferece uma parcela do seguro-desemprego em troca da redução ou da suspensão do salário.
No ano passado, o BEm vigorou por oito meses, preservando o emprego de 10,2 milhões de trabalhadores. A edição deste ano do programa foi autorizada pela Medida Provisória 1.045, de 27 de abril, que permite a flexibilização de direitos trabalhistas a profissionais com carteira assinada em troca da manutenção do emprego em empresas impactadas pela pandemia.
O BEm equivale a 25%, 50% ou 70% do seguro-desemprego a que o empregado teria direito se fosse demitido, nos casos de redução do salário em montantes equivalentes. No caso de suspensão de contrato, corresponde a 100% do seguro-desemprego.
O acordo pode ser feito de forma individual ou coletiva, dependendo da remuneração do profissional, e pode ter até quatro meses de duração, dentro da data de vigência do programa. Os trabalhadores terão direito à estabilidade no emprego pelo dobro do período que durar a suspensão ou redução da jornada.
Caixa
A Caixa Econômica Federal pagará o BEm aos trabalhadores com conta no banco e a quem não indicar conta bancária para receber o benefício. Nesse último caso, serão abertas contas poupança sociais digitais, semelhantes às usadas para pagar o auxílio emergencial, de forma automática e gratuita. Uma lei aprovada no fim do ano passado estabelece o uso da conta poupança para o pagamento de benefícios sociais e trabalhistas.
Movimentada exclusivamente pelo aplicativo Caixa Tem, a conta poupança digital é isenta de taxa de manutenção e permite a movimentação de até R$ 5 mil mensais, com até três transferências por mês para qualquer conta-corrente sem tarifa. O aplicativo também permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), a compra com cartão virtual de débitos em lojas eletrônicas e pagamento por código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.
Na impossibilidade de abertura de conta poupança digital ou de crédito em conta corrente, o trabalhador deverá usar o Cartão do Cidadão para sacar o benefício em um terminal de autoatendimento da Caixa, nas lotéricas, nos correspondentes bancários Caixa Aqui ou ir a alguma agência.
Banco do Brasil
O Banco do Brasil se encarregará do pagamento aos trabalhadores que indicarem conta-corrente ou poupança, tanto do banco quanto de qualquer outra instituição financeira. O crédito será feito sem o abatimento de dívidas ou cobrança de tarifas. Quem não tem conta no Banco do Brasil receberá um Documento de Ordem de Crédito (DOC). No caso de inconsistência de dados ou de qualquer outra impossibilidade de efetuar o crédito, o benefício será pago por meio do aplicativo Carteira bB.
O aplicativo permite compras em estabelecimentos que aceitem a bandeira Visa, recargas de celulares, transferências de valores e pagamento de boletos com código de barras. Na necessidade de saques, o Carteira bB permite o agendamento de retiradas em caixas eletrônicos do Banco do Brasil.
Informações
Eventuais dúvidas sobre o Benefício Emergencial podem ser tiradas no Portal Eletrônico de Serviços do Governo Federal, no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e na página do Ministério da Economia dedicada ao programa. Na Central Telefônica 158, patrões e empregados podem encontrar orientações sobre os acordos trabalhistas, o preenchimento de formulário e o consultar a situação do pedido de benefício.
A Caixa oferece dois canais para informações sobre os pagamentos: no site do banco e no telefone 0800-726-0207. No Banco do Brasil, as dúvidas podem ser tiradas pelo site do BEm, nos telefones 4003-5285 (capitais) e 0800-729-5285 (demais localidades) e pelo Whatsapp, no contato (61) 4004-0001.
Fonte: Todo Segundo.
A Polícia Federal (PF) realiza, nesta sexta-feira (28), uma operação para coletar provas de uma investigação sobre possível atuação de organização criminosa, responsável por desvio de R$ 1.071.221,90 em recursos públicos destinados ao enfrentamento do novo coronavírus no município de Pacatuba (SE), no ano passado.
Estão sendo cumpridos 23 mandados de busca e apreensão nas cidades sergipanas de Aracaju, Cedro de São João, Nossa Senhora da Glória, Pacatuba, Propriá, Carira, Japoatã, além dos municípios alagoanos de União dos Palmares, Satuba, Boca da Mata e Maceió. Os mandados foram expedidos pela 9ª Vara da Justiça Federal.
Os envolvidos podem responder pela prática de crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, dispensa indevida de licitação, fraude à licitação, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Segundo a PF, há suspeita da existência de fraudes no procedimento adotado para a contratação de empresas responsáveis pela sanitização e desinfecção de espaços públicos e privados, com grande circulação de pessoas, na cidade.
A Controladoria-Geral da União (CGU) elaborou análise sobre a regularidade das contratações suspeitas, a execução dos serviços e a destinação dos recursos. Foram detectados indícios de conluio entre as empresas e entes participantes, incluindo a confecção conjunta de propostas com os mesmos erros de grafia. Também foram identificados indícios de superfaturamento e de possível inexecução da contratação.
Os repasses do Fundo Nacional de Saúde ao município para o combate à pandemia somaram, aproximadamente, R$ 1.640.000. As contratações investigadas equivalem a 65% do total das verbas recebidas pela municipalidade.
Participam da operação 90 policiais federais e 10 auditores da CGU.
Fonte: Gazetaweb.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu quatro pessoas em cumprimento a mandados em aberto, nessa quinta-feira (27), por associação criminosa, tráfico de drogas e receptação de veículo. Os flagrantes aconteceram nas cidades de Maceió e União dos Palmares.
O primeiro flagrante ocorreu às 13h10. Uma equipe realizava fiscalização no km 88 da BR-104, em União dos Palmares, quando abordou uma motocicleta Honda/Cg 150.
Durante a verificação pessoal e veicular, os agentes constataram que o motorista possuía um mandado de prisão em seu desfavor, expedido pela 16° Vara Criminal da Capital/ Execuções Penais de Alagoas, pelos crimes de tráfico de drogas, receptação e porte ilegal de arma de fogo.
Perante os fatos, o homem foi preso e encaminhado à Central de Flagrantes em Maceió, para os procedimentos cabíveis.
Mais tarde, às 14h45, na BR 101, em Rio Largo, os policiais fiscalizavam o trecho, quando receberam informações de que havia um veículo Chevrolet/ Prisma, de cor preta, com suspeitos de praticar tráfico de drogas. O veículo foi abordado, mas liberado por não ter sido encontrado nada.
Depois de um tempo, em operação conjunta com a Polícia Civil de Alagoas, os policiais iniciaram as buscas, visando localizar o entorpecente e desarticular a associação criminosa. As equipes, então, se deslocaram ao bairro da Santa Lúcia, em Maceió. No local, foram encontrados dois veículos: o Prisma anteriormente abordado e um Renault/Sandero, de cor prata.
No momento da aproximação dos policiais, quatro indivíduos estavam separando e embalando 165 kg de maconha em sacos menores, momento em que visualizaram os agentes e tentaram evadir-se do local.
Eles correram para um matagal que fica nos fundos do sítio. Entretanto, após buscas na região, os policiais conseguiram prender os dois homens.
Em meio aos fatos, os dois homens foram presos e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alagoas, para os procedimentos cabíveis. Eles vão responder por associação criminosa e tráfico de drogas.
Já a última prisão ocorreu às 16h, em União dos Palmares. Os PRFs fiscalizavam o trecho da BR-104, quando avistaram uma motocicleta Honda/Cbx 250 Twister, de cor preta.
Após a abordagem, foi constatado que o ciclomotor possuía uma queixa de roubo. Com as evidências, o homem foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de União dos Palmares, para os procedimentos cabíveis. Ele vai responder por receptação de veículo.
Fonte: Gazetaweb.
Comércios, bares, praias e restaurantes de Alagoas não poderão funcionar nos próximos finais de semana. O anuncio foi feito na tarde desta quinta-feira, pelo governador Renan Filho, durante entrevista coletiva. As novas regras passam a valer a partir das 0h desta sexta-feira, até às 23:59 do dia 10 de junho.
Segundo o governador, o endurecimento das medidas é para conter a 3ª onda do coronavírus. “Avaliando o número de ocupação hospitalar e do aumento de casos no estado, estamos anunciando hoje a decisão de retomar algumas medidas restritivas para nossa fase vermelha, limitando o funcionamento de atividades econômicas”, disse Renan Filho.
“É importante reforçar que o número de casos só vai estagnar quando a população protagonizar esse combate, se cuidando, ficando em casa sempre que possível e seguindo os protocolos de segurança no dia a dia”, completou o governador.
Veja as novas medidas
* Centro de Maceió: volta a funcionar das 9h às 17h, de terça a sexta-feira, fechando de sábado até segunda-feira.
* Lojas de rua e galerias: abrem das 10h às 18h de terça a sexta-feira.
* Shoppings: abrem das 11h às 20h e fecham sábado, domingo e às terças-feiras, além dos feriados.
* Bares e restaurantes: abrem das 5h da manhã às 20h, de segunda a sexta. Já aos sábados, domingos e feriados, funcionam apenas entrega e sistema pague e leve.
* Praias, marinas, rios e lagoas, calçadões: vedado acesso sábados, domingos e feriados. No calçadão, é vedado qualquer tipo de atividade, social ou comercial, e atividades físicas.
* Voltam a fechar teatros, museus, parques e cinemas.
* "Toque de recolher": restrição de circulação de pessoas volta ao horário de 21h até as 5h.
Fonte: Todo Segundo.
Ministério da Saúde envia para Alagoas mais 10.530 doses da vacina da Pfizer
O Ministério da Saúde (MS) enviou para Alagoas mais 10.530 doses da vacina Pfizer no final da tarde desta quinta-feira (27). As duas caixas com a nova remessa deve garantir a continuidade do Plano de Imunização no estado.
A remessa foi recebida pelos técnicos do Programa Nacional de Imunizações em Alagoas (PNI/AL), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), sendo encaminhados à sede do PNI/AL, com a escolta da Polícia Militar de Alagoas (PM/AL).
Com a chegada das vacinas, os profissionais do PNI/AL já cadastram e acondicionam as doses recebidas a uma temperatura que varia entre -25°C e -15°C, para ter uma durabilidade maior. Nesta temperatura, as doses têm uma validade de até 14 dias.
Até o momento, de acordo com o boletim diário divulgado pela Sesau, nesta quinta-feira (27), 935.915 doses de vacinas contra a Covid-19 já foram aplicadas em todos o território de Alagoas desde janeiro, quando a vacinação iniciou no estado. Pelo menos 275.152 alagoanos já completaram o ciclo vacinal, recebendo as duas doses, e 660.763 pessoas receberam a primeira dose.
Fonte: Estadão Alagoas.
Dezessete Estados e o Distrito Federal têm ocupação de 80% ou mais em seus leitos de UTI para covid-19, segundo novo Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado na noite desta quarta-feira, 26.
Na última semana epidemiológica (de 16 a 22 de maio), a análise mostra que houve aumento das taxas de incidência de novos casos de covid-19. Diante desse quadro, especialistas alertam para o recrudescimento da pandemia nas próximas semanas. O número médio de óbitos por dia deverá se elevar para um patamar de 2.200.
Entre os dias 17 e 24 de maio de 2021, as taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) aumentaram ou se mantiveram estáveis, em níveis elevados, em praticamente todo o Brasil.
Nove unidades da Federação têm taxas de ocupação iguais ou superiores a 90%. São elas: Piauí (91%), Ceará (92%), Rio Grande do Norte (97%), Pernambuco (98%), Sergipe (99%), Paraná (96%), Santa Catarina (95%), Mato Grosso do Sul (99%) e Distrito Federal (96%).
Nove Estados apresentam taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos entre 80% e 89%. São eles: Roraima (83%), Tocantins (86%), Alagoas (89%), Bahia (83%), Minas Gerais (80%), Rio de Janeiro (83%), São Paulo (80%), Mato Grosso (87%) e Goiás (84%). Apenas dois estão fora da zona de alerta: Acre (47%) e Amazonas (57%).
Outra questão preocupante é o rejuvenescimento da pandemia, que se espalha entre pacientes que não são idosos. Associado à circulação de novas variantes do vírus no País, o fenômeno torna mais críticas às consequências entre grupos mais jovens.
O estudo conclui que a maior exposição desta faixa etária está associada a condições precárias de trabalho e transporte, além da retomada de atividades econômicas e de lazer. Medidas de afrouxamento das restrições têm sido tomadas em diversos Estados e municípios, que flexibilizaram restrições vigentes em março.
"Esse contexto vai gerar novas pressões sobre todo o sistema de saúde. O aumento no número de internações, demonstrado pelo novo aumento das taxas de ocupação dos leitos de UTI, é resultado desse novo quadro da pandemia no Brasil", aponta o boletim.
Os pesquisadores destacam que é premente a necessidade de intensificação de ações de vigilância em saúde e o reforço de estratégias de testagem de casos suspeitos e seus contatos (incluindo a vigilância genômica). Além disso, pedem controle de voos internacionais e manutenção de restrições a eventos de massa e atividades que promovam a interação e infecção de grupos suscetíveis.
Para evitar o agravamento da pandemia e novo colapso do sistema de saúde, o boletim pede que o governo federal "assuma um papel de liderança e responsabilidade no desenvolvimento de estratégias coerentes, destinadas à prevenção da transmissão da doença no País". Isso incluiria a adoção de medidas como bloqueios e lockdown para reduzir a circulação do vírus e enfrentar o aumento do número de casos.
Fonte: R7.
