
O Ministério da Saúde (MS) envia a Alagoas, a partir desta terça-feira (26), um grande lote de imunizantes contra a Covid-19. A previsão é que cheguem ao Estado 186.580 doses da AstraZeneca, CoronaVac e da Pfizer, o que permitirá o avanço da campanha em todos os municípios.
Devem ser enviadas 81.750 doses da AstraZeneca, envasadas no laboratório da Fiocruz (RJ); 17.300 da AstraZeneca, via acordo Covac Facility; 53.600 doses da CoronaVac, produzidas no Instituto Butantan; e mais 33.930 doses da Pfizer, do laboratório BioNTech.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) não informou, no entanto, o horário de previsão da chegada desta nova remessa.
Na capital, a vacinação para a primeira dose está suspensa desde a último sábado (24), quando a prefeitura anunciou a falta de imunizantes para quem tem 32 anos ou mais. Por outro lado, o Município está convocando as pessoas que devem tomar a segunda dose da AstraZeneca, até o fim de julho, para antecipação.
Além da aplicação da segunda dose, Maceió está vacinando contra a Covid-19, nesta segunda-feira (26), as gestantes e as mulheres que tiveram filhos nos últimos 45 dias.
Fonte: Gazetaweb.
A variante Delta é a grande preocupação da OMS (Organização Mundial da Saúde) e de pelo menos 25 países do mundo, onde a cepa já é predominante entre os infectados pela covid-19. No Brasil, o número de casos de doentes com o vírus que surgiu na Índia não para de crescer. Porém, a Gama, variante que apareceu pela primeira vez no Amazonas, continua sendo predominante no país.
De acordo com o Ministério da Saúde, a variante Delta já foi identificada em 97 pessoas, de oito estados e do Distrito Federalm, oito mortes confirmadas. O site World in Data, ligado à Universidade de Oxford, do Reino Unido, aponta que nas últimas duas semanas, 93,55% dos sequenciamentos genéticos feitos no Brasil foram da Delta.
Mesmo com números significativos, o infectologista Renato Kfouri, diretor da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), ressalta que o número de análises feitas é baixo e pode não refletir a realidade da pandemia.
"Não dá para falar em número de casos, não é para ser contado. Nós sequenciamos e testamos muito pouco, então não adianta contar os casos de infectados com a Delta. Não dá para perceber qual é a ponto do iceberg que estamos vendo. Temos que, por amostragem, saber se ela está desbancando a nossa P.1 [variante Gama, que surgiu no Amazonas]. Porque a cepa que apareceu na Índia chegou em lugares onde não tinha uma forte concorrente", explica Kfouri.
Os pesquisadores ainda não conseguem prever se a Delta conseguirá se sobrepor à amazônica. "Eu, como virologista, e alguns dos meus colegas, nos preocupamos muito mais com a Gama que é muito transmissível; 98% dos casos novos no Brasil são Gama. Acho meio imprevisível que a Delta vai se sobrepor à Gama. Isso ninguém tem elementos para falar", afirma o virologista José Eduardo Levi, professor do Instituto de Medicina Tropical da USP.
O infectologista Julio Croda, pesquisador da Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz), acrescenta: "Não tem como prever se a Delta vai se disseminar, é uma competição. A cepa chega ao Brasil, tem que ter pessoas suscetíveis. Não sabemos se pessoas que já pegaram a Gama tem alguma proteção, não tem estudo sobre isso. Não tem como prever se ela vai se tornar predominante e quando ela vai se tornar predominante", observa ele.
A Delta é considerada mais transmissível entre as mutações que surgiram a partir do SARS-CoV-2. Cerca de 3,4 milhões novos casos de covid-19 foram identificados na semana de 12 a 18 de julho e a OMS alertou, na última quarta-feira (21), que ela deve se tornar predominante no mundo nos próximos meses.
"Nesse ritmo, o número acumulado de casos notificados (desde o início da pandemia) em todo mundo deve ultrapassar 200 milhões nas próximas três semanas. A expectativa é que Delta suplante rapidamente as outras variantes e se torne a cepa dominante em circulação nos próximos meses", informou a Organização.
Nos países onde cepa é predominante, os novos casos de infectados atingem principalmente as pessoas que não foram vacinadas. Entre os imunizados, o vírus não tem encontrado força para se tornar grave e virar hospitalizações e mortes.
"Os números de casos têm aumentado com a Delta, porém o número de óbitos tem se mantido baixo. Então, a vacina tem conseguido combater as formas graves da doença. Pelo menos, o número de óbito não tem aumentado", ressalta Kfouri.
Diante da experiência vivias em outros países, como Estados Unidos e Reino Unido, Croda não acredita que a nova cepa não pode se tornar um colapso no sistema de saúde brasileiro, como o gerado pela variante Gama.
"99% dos hospitalizados nos Estados Unidos pela Delta são pessoas que não receberam a vacina. O que podemos pensar que, eventualmente, com a circulação de nova variante aqui podemos ter aumento do número de casos, de hospitalizações, e óbitos, principalmente nos não vacinados. Entretanto, a maioria dos brasileiros acima dos 60 anos e com comorbidade está vacinada. Se a variante Delta se tornar predominante, pode ser que aumente hospitalização e óbitos entre os não-vacinados. Mas, o impacto no sistema de saúde com relação ao colapso deve ser menor", salienta Croda.
A velocidade na vacinação também preocupa, independentemente da variante. "Diferentemente de outros países, onde as pessoas estão se infectando porque não querem se vacinar, no Brasil, a Delta vai pegar gente que não foi vacinada porque não deu tempo. Mas, a minha percepção é que essas pessoas estão se infectando pela Gama", alerta Levi.
O Ministério da Saúde divulgou que no mês de agosto distribuirá 63,3 milhões de doses de imunizantes. O ritmo da vacinação em contraponto com a disputa entre as variantes e a disseminação da Delta será determinante para o caminho que a pandemia seguirá no Brasil.
"Estamos em uma curva descendente de casos, hospitalizações e óbitos. Essa curva tende cair, ainda mais, conforme se avance a vacinação. Em agosto, o Ministério da Saúde vai distribuir o maior quantitativo de vacinas até agora. Se a variante Delta não disseminar até lá, a tendência é que nós continuemos nesse panorama de queda", conclui Croda.
Fonte: R7.
A média móvel de mortes por Covid-19 em Alagoas diminuiu, entrando em tendência de queda após seis dias em estabilidade. Neste domingo (26), a taxa chegou a -19%.
O número é do novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h deste domingo. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.
No dia 9 de julho, a média móvel do estado estava em -18%. Mas no dia 19, taxa chegou a -15% e o estado ficou em estabilidade, voltando neste domingo para queda.
Para calcular a média móvel, basta somar o número de casos ou mortes do dia com o dos 6 dias anteriores. A tendência, de queda ou estabilidade, é a variação percentual das médias móveis em um intervalo de 14 dias.
Se este percentual for de até 15%, é considerado estável. Se for acima de 15% positivos, está em crescimento. Se for mais de 15% negativos, está em queda.
Clique aqui e veja a média móvel de mortes
O último boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde (Sesau) confirmou que o estado chegou ao total de 5.733 mortes desde o início da pandemia.
Fonte: Todo Segundo.
O município de Palmeira dos Índios ganha mais um destaque nacional neste fim de semana. Após ter sido apontado pelo Ministério da Saúde como o município que aplicou 100% das doses de vacinas destinadas à Covid-19, Palmeira também teve repercussão devido à produção de vinho de jabuticaba e derivados da fruta.
No Espaço Camponês, localizado na Serra das Espias, popularmente conhecida como Serra das Pias, além do vinho artesanal suave e seco, também são comercializadas a geleia Premium, a compota e a jabuticaba cristalizada. Há três anos, 40 famílias da comunidade rural se dedicam ao cultivo da fruta.
A matéria produzida pela TV Gazeta de Alagoas e transmitida pela Globo Nordeste, mostra o potencial de Palmeira, que vai além da riqueza cultural e histórica do lugar. “Palmeira vem aparecendo no cenário nacional de várias formas, seja em destaque como um dos melhores lugarares do Brasil para viver, de acordo com pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, na área da Saúde, com relação à vacina contra a Covid e, agora, na produção artesanal de vinhos e derivados da jabuticaba. Foi com muita alegria que recebemos essas duas ótimas notícias neste fim de semana”, afirmou o prefeito Júlio Cezar.
E continuou. “Palmeira se destaca na promoção da Cultura, no apoio ao comércio e à indústria, ao setor produtivo e vem melhorando os indicadores. Palmeira era uma cidade que vivia esquecida, mas graças a um trabalho conjunto estamos conseguindo resgatar tudo aquilo que foi perdido. Estamos felizes, pois o nosso governo também apoia o agricultor e ele não está mais sozinho”, finalizou o prefeito Júlio Cezar.
Fonte: Todo Segundo.
A Receita Federal liberou nesta sexta-feira (23) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda 2021. De acordo com o Fisco, 5.068.229 contribuintes serão contemplados com R$ 5,8 bilhões nesta rodada de pagamentos.
Todos os contribuintes contemplados neste lote receberão o pagamento da restituição na próxima sexta-feira (30). Do total, R$ 354.326.718,95 referem-se ao quantitativo de contribuintes que têm prioridade legal:
- 13.985 idosos acima de 80 anos;
- 95.298 contribuintes entre 60 e 79 anos;
- 8.987 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;
- 36.616 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.
Foram contemplados ainda 4.913.343 contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até o dia 18 de maio de 2021.
Calendário
O valor será creditado diretamente na conta bancária indicada no momento de entrega da declaração. O primeiro lote foi pago no dia 31 de maio e o segundo, em 30 de junho.
Quem não receber a restituição nesta fase de pagamentos ainda pode aparecer nas próximas três divulgações, marcadas para os dias 31 de agosto e 30 de setembro. O aviso dos cidadãos beneficiados ocorre sempre uma semana antes da liberação.
Como consultar
Além da página na internet, os contribuintes também podem saber se estão no segundo lote de restituição acessando o aplicativo do Fisco disponível para os sistemas Android e iOS.
Após ser depositada, a restituição ficará disponível no banco durante o período de ano. Se o contribuinte não fizer o saque no prazo, deverá solicitar o montante pela, mediante o Formulário Eletrônico — Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.
O pagamento da restituição é realizado diretamente na conta bancária informada na Declaração de Imposto de Renda. Se, por algum motivo, o pagamento não for realizado, os valores ficam disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.
Fonte: R7.
A Caixa Econômica Federal deposita nesta sexta-feira (23) a quarta parcela do auxílio emergencial para os nascidos em junho. Os saques em espécie a este grupo, que somam cerca de 2,4 milhões de trabalhadores informais, serão autorizados a partir de 10 de agosto.
Nos primeiros ciclos o valor creditado aos aniversariantes do sexto mês do ano passou dos R$ 497,4 milhões.
Nesta sexta, também serão contemplados os beneficiários do Bolsa Família com final 5 do NIS (Número de Identificação Social). Os integrantes do programa também estão recebendo a quarta parcela do benefício de acordo com o calendário habitual do benefício. Em julho, 9,48 milhões de famílias deste grupo serão contempladas com o auxílio emergencial.
• Crédito em conta poupança
17 de julho (sábado) - nascidos em janeiro
18 de julho (domingo) - nascidos em fevereiro
20 de julho (terça-feira) - nascidos em março
21 de julho (quarta-feira) - nascidos em abril
22 de julho (quinta-feira) - nascidos em maio
23 de julho (sexta-feira) - nascidos em junho
24 de julho (sábado) - nascidos em julho
25 de julho (domingo) - nascidos em agosto
27 de julho (terça-feira) - nascidos em setembro
28 de junho (quarta-feira) - nascidos em outubro
29 de junho (quinta-feira) - nascidos em novembro
30 de julho (sexta-feira) - nascidos em dezembro
• Saque em dinheiro
2 de agosto (segunda-feira) - nascidos em janeiro
3 de agosto (terça-feira) - nascidos em fevereiro
4 de agosto (quarta-feira) - nascidos em março
5 de agosto (quinta-feira) - nascidos em abril
9 de agosto (segunda-feira) - nascidos em maio
10 de agosto (terça-feira) - nascidos em junho
11 de agosto (quarta-feira) - nascidos em julho
12 de agosto (quinta-feira) - nascidos em agosto
13 de agosto (sexta-feira) - nascidos em setembro
16 de agosto (segunda-feira) - nascidos em outubro
17 de agosto (terça-feira) - nascidos em novembro
18 de agosto (quarta-feira) - nascidos em dezembro
19 de julho (segunda-feira) - NIS final 1
20 de julho (terça-feira) - NIS final 2
21 de julho (quarta-feira) - NIS final 3
22 de julho (quinta-feira) - NIS final 4
23 de julho (sexta-feira) - NIS final 5
26 de julho (segunda-feira) - NIS final 6
27 de julho (terça-feira) - NIS final 7
28 de julho (quarta-feira) - NIS final 8
29 de julho (quinta-feira) - NIS final 9
30 de julho (sexta-feira) - NIS final 0
Fonte: R7.
O Instituto Butantan entregou nesta sexta-feira (23) um lote de 1 milhão de doses da CoronaVac, imunizante produzido em parceria com o laboratório chinês Sinovac, ao PNI (Plano Nacional de Imunização) do Ministério da Saúde.
"O Governo de SP e o Instituto Butantan somam mais de R$ 58 milhões de doses entregues ao PNI, ajudando o Brasil na corrida pela vacina. A expectativa é que no dia hoje a gente alcance 25 milhões de pessoas vacinadas no estado, com a primeira dose, e fica aqui o agradecimento a todos os profissionais de saúde que estão na ponta da linha aplicando a vacina no braço”, afirmou Rodrigo Garcia.
Uma série de novas entregas começou no dia 14. A vacina é produzida a partir de um novo lote de 10 milhões de doses processados a partir dos 6 mil litros de IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) recebidos no dia 26 de junho. No dia 14, foram liberadas 800 mil doses. No dia 15, 200 mil e no dia 16, mais 1 milhão.
Com a nova entrega, as liberações chegam à marca de 58,649 milhões de doses fornecidas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) desde 17 de janeiro, quando o uso emergencial do imunizante foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
O vice-governador afirmou que o grande desafio do governo paulista é a entrega de 44 milhões de doses até 30 de agosto, antecipando a entrega da compra feita pelo Ministério da Saúde.
As vacinas liberadas fazem parte do segundo contrato firmado com o Ministério da Saúde, de 54 milhões de vacinas. O primeiro, de 46 milhões, foi concluído em 12 de maio. O Butantan trabalha para completar, até o fim de agosto, 100 milhões de vacinas disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunização (PNI), antecipando em 30 dias o prazo contratual.
A matéria-prima recebida no dia 26 de junhi foi envasada na fábrica do Butantan, na zona oeste da cidade de São Paulo, e passou por etapas como embalagem, rotulagem e controle de qualidade das doses. Na madrugada do dia 13, o instituto recebeu carga recorde de 12 mil litros de matéria-prima para produzir e entregar mais 20 milhões de doses.
Fonte: R7.
Inscrições para concurso da Sesau encerram nesta sexta-feira (23)
As inscrições para as 1.200 vagas ofertadas para o concurso da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) serão encerradas, às 18 horas, desta sexta-feira (23). Os candidatos devem se inscrever no site do Cebraspe, banca organizadora do concurso. As vagas ofertadas aos candidatos serão para atuar nos hospitais já inaugurados e nas unidades que estão em processo de construção pela atual gestão do Governo do Estado.
No total já foram entregues cinco hospitais localizados em Maceió, União dos Palmares, Delmiro Gouveia e Porto Calvo, além de duas Unidade de Pronto Atendimento (UPAs) na capital alagoana. Serão cargos de nível superior para enfermeiro, farmacêutico, bioquímico, fisioterapeuta, assistente social, biomédico, fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo e terapeuta ocupacional, cujo valor da inscrição é de R$ 95. Para o cargo de médico, os interessados em se candidatar a uma das diversas especialidades oferecidas, a taxa de inscrição custa R$ 200.
O certame também conta com vagas para os candidatos com nível de Ensino Médio, como técnico de radiologia, técnico de laboratório, técnico de enfermagem e técnico de enfermagem com especialidade em Atendimento Pré-Hospitalar (APH). As inscrições para os candidatos de Nível Médio custam R$ 95. Para Alexandre Ayres, secretário de Estado da Saúde, os novos servidores da Sesau, que serão aprovados nesse concurso, irão trabalhar em uma Rede de Saúde Pública totalmente renovada e modernizada.
Com isso, eles irão contribuir para oferecer uma assistência, ainda mais qualificada, à população de Alagoas. “O concurso público veio para confirmar o novo momento que a saúde pública em Alagoas está passando. Esses profissionais virão para reforçar o time de guerreiros da saúde, que diariamente estão salvando diversas vidas e garantindo uma melhor qualidade de vida para o povo alagoano”, afirmou o secretário.
Prova – A prova objetiva do concurso está prevista para ser realizada no dia 12 de setembro deste ano. Para ter acesso a mais informações sobre o concurso da Sesau, basta conferir o edital no Diário Oficial do Estado de Alagoas do dia 11 de junho, ou clicando aqui. No documento será possível saber detalhadamente sobre carga horária, quantidade de vagas por especialidade e valor salarial.
Fonte: Todo Segundo.
Taxa de ocupação de leitos de UTI volta a cair em Alagoas e chega a 49%
Com as ações desenvolvidas pelo Governo de Alagoas no enfrentamento à pandemia da Covid-19, a taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), exclusivos para o tratamento da doença, voltou a registrar queda nas unidades hospitalares do Estado. Segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), ontem (21),o percentual de ocupação corresponde a 49%.
Um índice abaixo dos 50% não era visto na Rede Pública de Saúde desde o dia 31 de janeiro deste ano, de acordo com informações da Central de Regulação de Leitos de Alagoas. Na semana passada, a taxa de ocupação de leitos de UTI foi menor do que 60%, o que não se via em Alagoas desde o mês de fevereiro. Nesta quinta-feira (22), das 400 vagas de UTI destinadas para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), 194 estavam ocupadas.
Para Alexandre Ayres, secretário de Estado da Saúde, a redução na taxa de ocupação de leitos de UTI se repete pelo avanço da campanha de vacinação contra a Covid-19. “Mais uma vez Alagoas é exemplo para o Brasil no enfrentamento à pandemia da Covid-19. Com a ampliação de leitos hospitalares, o avanço da campanha de vacinação e, seguindo sempre a ciência, estamos reduzindo a ocupação dos leitos exclusivos para Covid-19 na Rede Pública de Saúde”, ressaltou Ayres, ao apelar para que a população continue mantendo as medidas de prevenção contra o novo coronavírus, evitando as aglomerações, higienizando as mãos e usando máscara ao sair de casa.
Ampliação de Leitos – Uma das principais medidas implementadas pelo Governo de Alagoas, por meio da Sesau, foi a ampliação de leitos exclusivos para o tratamento de pacientes contaminados pela Covid-19. Os maiores esforços foram para abrir as vagas em UTI para garantir assistência aos pacientes com a forma mais grave da doença. Durante a pandemia, foram abertos 400 leitos públicos de UTI em 20 hospitais, que estão localizados nos municípios de Porto Calvo, Arapiraca, União dos Palmares, Santana do Ipanema, Penedo, Coruripe Palmeira dos Índios, São Miguel dos Campos, Delmiro Gouveia e Maceió.
Ainda segundo o boletim divulgado diariamente pela Sesau, nesta quinta-feira (22), a taxa de ocupação geral dos leitos exclusivos para o tratamento da Covid-19 está em 28%, com 420 usuários do SUS recebendo cuidados para se recuperar da doença. No geral, Alagoas possui 1.488 vagas para o tratamento da doença, divididas em leitos de UTI, Clínicos e Intermediários, esses últimos localizados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
Fonte: Todo Segundo.
O governador Renan Filho antecipou, durante entrevista à imprensa, que Alagoas deverá ter avanços no Plano de Distanciamento Social Controlado com a ampliação dos horários dos empreendimentos em geral por meio de novo decreto, ainda esta semana. Ele reforçou que todas as decisões serão baseadas respeitando a ciência, buscando preservar vidas e fazendo o que a comunidade médica orienta neste momento de enfrentamento à pandemia.
O Governo também estuda o retorno de grandes eventos, mas, por segurança, segue observando o comportamento nos outros estados do Brasil para criar um protocolo próprio para o setor, de acordo com o governador. Hoje, Alagoas está na fase Laranja do Distanciamento Social Controlado, que permite a realização de eventos em ambientes abertos com até 100 pessoas e de eventos fechados com um público de 50 pessoas, no máximo.
Renan Filho também confirmou o início do calendário de aulas híbridas da rede pública estadual para o dia 16 de agosto, e disse que o Governo do Estado estuda a possibilidade de antecipar a segunda dose da vacina contra a Covid-19 para os servidores da Educação, a fim de que todos estejam 100% imunizados ao voltar para as salas de aula. “Veremos a possibilidade de antecipar as segundas doses dos servidores da Educação, de maneira que possamos retornar com todos os servidores da pasta vacinados. Chegou a hora de retornarmos com a educação”, declarou.
Ampliação do atendimento no Hospital Metropolitano
Tanto o andamento da vacinação em Alagoas, como o Plano de Distanciamento Social Controlado, que contribuíram de forma positiva e direta na ocupação da rede hospitalar – hoje em torno de 28% –, possibilitam algumas mudanças na atuação da Saúde alagoana. Segundo o governador, o Governo deve iniciar a transição para abrir o Hospital Metropolitano ao atendimento geral à população.
“O HGE é o único hospital 100% disponível na capital, entre os hospitais públicos, para atender as pessoas. Como o cidadão também está voltando a procurar o serviço de saúde por perder o medo da Covid-19, em virtude de uma boa parcela já ter tomado as duas doses da vacina, o HGE está recebendo um fluxo grande de pessoas. Estamos estudando a migração do Metropolitano para exercer o papel para o qual ele foi construído, pois até hoje ele estava atuando só com Covid-19”.
Fonte: Todo Segundo.
A Polícia Federal em Alagoas (PF/AL) deflagrou, na manhã desta quinta (22), a Operação “Fim da Linha”, para dar cumprimento a 10 Mandados de Busca e Apreensão e 01 de Mandado de Prisão Preventiva, expedidos pela 13ª Vara da Justiça Federal de Alagoas, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa que atuava na capital alagoana e era responsável pela lavagem de dinheiro e receptação de valores decorrentes de invasão de contas bancárias da Caixa Econômica Federal nos anos de 2017 e 2018.
Após a instauração de inquérito policial na Polícia Federal em Alagoas, foram realizadas pesquisas no Banco Nacional de Fraudes Bancárias, via Força Tarefa Tentáculos, que é uma parceria entre a Polícia Federal, e nas Instituições Financeiras no combate a fraudes bancárias, que revelou que outras contas alagoanas também receberam dinheiro de contas invadidas na cidade de Salto/SP.
Com o aprofundamento das investigações, foi identificada uma organização criminosa em Maceió que recrutava pessoas que se dispunham a receber essas transferências fraudulentas de valores em suas contas e, depois, entregá-los em espécie aos recrutadores, recebendo, em troca, uma pequena parcela daquele valor.
Há robustos elementos que apontam que a atuação dessa organização criminosa esteja relacionada ao grupo preso na Operação “Bandeirantes”, deflagrada em 2018, pela Polícia Federal, que desarticulou uma organização criminosa nacional que fraudava sistemas informatizados de instituições financeiras para desviar recursos de correntistas.
O prejuízo estimado para a Caixa Econômica Federal, até o momento, foi de, aproximadamente, R$ 250.000,00, que poderia ter sido bem maior caso o banco não tivesse agido a tempo e bloqueado várias outras transferências realizadas pelos criminosos.
Durante o cumprimento dos mandados, policiais federais prenderam o líder dessa organização criminosa no Recife/PE e será encaminhado ao sistema prisional alagoano, após ser submetido a exame de corpo de delito. Segundo as investigações, o preso já respondeu pelos crimes de roubo e estelionato perante a Justiça de Alagoas.
Os investigados responderão pelos crimes de Organização Criminosa (art. 1º, § 1º da Lei 12.850/13), Lavagem de Dinheiro (1º da Lei nº 9.613/98), Receptação (art. 180 do Código Penal) e Participação em Furto mediante Fraude (artigo 155, § 4º, II do Código Penal).
O nome da operação é tanto uma referência ao destino final dos recursos subtraídos em outros estados e que eram direcionados às contas bancárias em Maceió, bem como uma mensagem de que o Estado não permitirá que continuem a praticar esses crimes.
Não haverá coletiva de imprensa, mas o atendimento aos jornalistas será individualizado mediante agendamento diretamente com a Comunicação Social da Polícia Federal em Alagoas pelos telefones 82.99327.7671 ou 82.3216-6723.
A Polícia Civil (PC) já sabe onde aconteceu a festa clandestina que reuniu centenas de pessoas na Praia do Francês, no último fim de semana. E, por isso, intimou sete pessoas que se envolveram com o evento, para prestar esclarecimentos. Elas começam a ser ouvidas a partir desta sexta-feira (23), pela delegada Ana Luiza Nogueira, designada para apuração do caso.
Estas pessoas foram identificadas a partir de marcações e postagens nas redes sociais. Aliás, no ambiente virtual, uma série de fotos e vídeos foi amplamente compartilhada pelos frequentadores. O que se dizia organizador da festa está entre os intimados.
As imagens mostravam muita gente aglomerada e sem usar máscaras, o que é proibido por decreto governamental que libera a realização de eventos. Para que ocorram, os organizadores devem observar o distanciamento social e diversas regras sanitárias de combate ao coronavírus.
Segundo a delegada Ana Luiza, além dos crimes sanitários e do desrespeito ao decreto do Governo do Estado, o responsável pelo evento pode ser condenado em crimes que preveem até 17 anos de reclusão. O prazo para conclusão do inquérito é de 30 dias.
Fonte: Gazetaweb.
Desde o início da vacinação no Brasil, em 17 de janeiro, a idade dos mortos e internados por conta da covid-19 diminuiu consideravelmente, com a taxa de vítimas entre os idosos – especialmente entre aqueles de 60 a 69 anos – despencando desde o auge da segunda onda da pandemia.
É o que indicam os dados do início de janeiro até julho deste ano do SIVEP-Gripe (Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe), do Ministério da Saúde, que foram analisados pelo R7. O banco compila informações sobre as vítimas de SRAG (Síndrome de Insuficiência Respiratória Aguda), das quais especialistas calculam 98% dos casos causados pela covid-19.
O grupo entre 60 e 69 anos, antes o mais vitimado pela SRAG, teve redução de 74% da média móvel internações e de 76% de mortes entre o final de março e o início de abril, o pico da segunda onda. Agora, são os brasileiros de faixas etárias até três décadas mais novas (59 a 50, 49 a 40 e 39 a 30) que estão com as maiores taxas de internados.
Em relação aos óbitos, estas duas faixas etárias de meia idade mantêm protagonismo. São os brasileiros de 50 a 59 anos que morrem mais, enquanto os dez anos mais novos estão em patamares similares aos idosos com 60 e 70 anos.
Em comum, todos as faixas tiveram um aumento anormal durante o auge da segunda onda da covid-19 no Brasil, entre o final de março e início de abril. Os dois meses foram os mais letais da pandemia e fizeram explodir o número de mortos e internados, principalmente entre brasileiros com 60 anos.
Neste período, o ritmo de vacinação ainda era muito lento e poucos brasileiros nos grupos prioritários tinham recebido as doses. Com a disseminação da variante Gamma (P1, do Amazonas) do novo coronavírus por todo o território nacional o resultado foi de UTIs (Unidade de Terapia Intensiva) lotadas em todos os estados e recordes diários de mortes.
Nas semanas seguintes ao colapso hospitalar, a aplicação de doses saltou de 14,3 milhões de brasileiros vacinados em março para 23,5 milhões em abril, seguida de 21,2 milhões em maio e fechando com 32,5 milhões em junho, total de 77,3 milhões nos três meses seguintes.
"Já há suficiente informação e dados que pelo menos parte desta queda poderia ser atribuida ao aumento da cobertura vacinal. A parcela que pode ser atribuída a esta vacinação ainda não está muito clara", opina o epidemiologista e professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Guilherme Werneck.
Além da imunização, sugere Werneck, a não adoção do isolamento social e do uso de máscaras também pode explicar as variações mais significativas nas mortes e internações das faixas etárias, como a dos mais jovens, que podem ter voltado a se arriscar mais.
"Essa população de 60 anos ou mais, que é realmente uma população que tem maior vulnerabilidade de desenvolver formas graves [da covid], (...) muitas delas já morreram. Então existe uma 'sobrevivência seletiva' também, esses idosos já superaram fases mais difíceis e possivelmente são um subconjunto que é menos vulnerável", completa.
Desde junho, os indicadores da pandemia têm reduzido com frequência. Especialistas, contudo, alertam que os cuidados básicos devem ser mantidos até mesmo entre vacinados, considerando que os níveis de transmissão e de mortes continuam em um patamar alto.
"Nenhuma vacina tem uma proteção de 100%. A vacinação ainda não contemplou o recomendado pela imunidade rebanho e nem todas as faixas etárias devido ao ritmo de vacinação, as medidas como distanciamento social, evitar aglomerações, higiene frequente das mãos e uso de máscaras devem ser mantidas", diz a infectologista Ana Rachel Seni Rodrigues.
Ela ainda alerta para a chegada da variante Delta (indiana) ao Brasil, com maior escape a vacinas e a anticorpos de infeccções anteriores, e que tem feito países-modelo no combate à pandemia regredirem a quarentenas severas. "Ela tem uma capacidade de transmissão muito grande, mais de 90% do que a cepa original, e bem maior que a variante brasileira", pontua.
Outro fator de risco ao controle da pandemia é a baixa imunização completa dos brasileiros com as duas aplicações da vacina ou a dose única da Johnson. São pouco mais de 35 milhões que foram imunizados, cerca de 16% da população.
Fonte: R7.
Há 86 anos A Voz do Brasil entra nos lares dos brasileiros. O programa já teve vários nomes e acompanhou o mandato de 23 presidentes, a Segunda Guerra Mundial, a descida do homem à Lua, várias Copas do Mundo e a morte de importantes nomes do cenário nacional.
Funcionário mais antigo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) na equipe de A Voz do Brasil, Erivaldo Santos, conhecido como Leleco, lembra que, nesses 20 anos, o programa passou por muitas mudanças tecnológicas de formatos e conteúdo. “Acompanhei a mudança da transmissão analógica para a digital e isso aconteceu na Voz também: saímos da operação com cartucho para o touch screen”, revela. Ele lembra a mudança de formato: antes o programa tinha apenas as notícias do Executivo e Legislativo. Hoje comporta Judiciário também. Mas a principal transformação, com certeza, foi na forma de dar a notícia. “Ela deixou de ser oficial e burocrata e passou a ser mais contextualizada, mais próxima da linguagem informal, como é o propósito do rádio”, diz. Ele destacou também o esforço de se noticiar as políticas e ações com impacto na vida do cidadão.
Responsável por todo o conteúdo que vai ao ar, o editor-chefe do programa, Eduardo Biaginni, explica melhor essa missão de A Voz do Brasil. “A ideia do que vai ao ar, basicamente, é tentar levar aos ouvintes os impactos que as ações e programas do governo têm no dia a dia deles. Como as ações pensadas e realizadas nos gabinetes aqui de Brasília são refletidas lá na ponta. A partir disso, são desenvolvidas as pautas que vão ao ar. E o enfoque é sempre esse, de serviço, de como as pessoas podem ter acesso ou serem beneficiadas pelas ações do governo”, diz. Segundo ele, o programa tem hoje um público muito amplo que vai desde moradores de grandes capitais, cidades pequenas, zona rural e até ribeirinhos.
As duas vozes do Brasil
Foto: Divulgação
Jornalistas concursados da EBC, Gabriela Mendes e Nasi Brum são os apresentadores que hoje dão voz ao programa. Ela está na empresa há 16 anos, e há quatro atua como locutora do programa, sendo que antes já trabalhava como editora. “Para mim, é uma honra e um orgulho ser a voz feminina do programa de rádio mais antigo do país. Chegamos a locais onde nenhum outro meio de comunicação chega e conseguimos falar com as pessoas nos lugares mais remotos do Brasil”, diz.
Segundo ela, A Voz do Brasil leva ao cidadão as notícias do governo que impactam na vida dele e que “na maioria das vezes, essas pessoas só ficam sabendo de programas e políticas públicas a que elas têm direito por meio da Voz”, diz.
Funcionário da EBC há 35 anos, Nasi Brum está na apresentação de A Voz do Brasil há cinco. De acordo com o apresentador, A Voz tem o papel de mostrar ao cidadão como são aplicados os recursos públicos. “São políticas públicas e serviços que muitas vezes o cidadão nem sabia que existiam para melhorar a vida dele”, diz.
Presidente na semana de aniversário de A Voz do Brasil
O presidente Jair Bolsonaro concedeu entrevista ao programa A Voz do Brasil, na última terça-feira (20). Na entrevista, Bolsonaro falou sobre auxílio emergencial e crescimento econômico.
Fonte: G1.
Alagoas tem a segunda menor taxa de mortes por covid-19 do Brasil
Alagoas segue como referência nacional no combate à pandemia. Prova disso são os dados divulgados diariamente pelo Ministério da Saúde, que mantêm o estado como o 2º do Brasil com a menor taxa de mortalidade por Covid-19 a cada 100 mil habitantes nos últimos meses. Alagoas registrava, na atualização na terça-feira (20), taxa de 169,9, ficando atrás apenas do Maranhão, que apresentou 133,8 mortes pelo mesmo quantitativo da amostra.
Os investimentos e o Plano de Distanciamento Social Controlado estão sendo aliados importantes no enfrentamento em Alagoas, que deixa para trás um cenário com 186 leitos de UTI em toda a rede pública de saúde e assume o protagonismo na assistência ao alagoano com 400 leitos exclusivos para o tratamento da Covid-19, um crescimento representativo de mais de 100%.
Segundo o mais recente Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulgado na terça-feira (20), Alagoas tem um total de 226.411 casos confirmados do novo coronavírus em Alagoas, dos quais 1.796 estão em isolamento domiciliar. Até o momento, foram registrados 5.671 óbitos por Covid-19.
O Governo do Estado estruturou a Saúde e aplicou políticas efetivas de enfrentamento à pandemia, ampliando a rede de assistência, instalando estruturas provisórias de atendimento, como as Centrais de Triagem e o Hospital de Campanha, além da entrega de quatro grandes hospitais permanentes só no último ano, que se somam às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) também construídas e mantidas pelo Governo.
Vacinas – Contribuindo para a redução dos números de ocupação hospitalar, que segue com 53% nos leitos de UTI, o avanço da vacinação, é, sem dúvida, um fator imprescindível para guerrear contra o novo coronavírus. Esta semana, em Alagoas, chegaram mais 135.870 doses, o que permite o avanço com a aplicação dos imunizantes para as pessoas acima de 35 anos e os bancários acima de 18 anos.
Fonte: Todo Segundo.
O presidente Jair Bolsonaro confirmou na manhã desta quinta-feira (22) a nomeação do senador Ciro Nogueira (PP-PI) para o MInistério da Casa Civil.
Ele também anunciou a criação da pasta de Trabalho e Previdência, que ficará sob o comando de Onyx Lorenzoni.
