AO VIVO

Rádio Vitório FM - Transmissão ao vivo

Sua rádio de todos os momentos

O que é o vírus de Marburg, doença 'prima' do Ebola que fez vítima na Guiné e preocupa a OMS

 

 

Autoridades de saúde da Guiné confirmaram o primeiro caso de Marburg na África Ocidental, uma doença altamente infecciosa da mesma família do vírus que causa o Ebola.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que o vírus precisava ser "interrompido em seu caminho".

A doença do vírus de Marburg é transmitida às pessoas por morcegos frugívoros e se espalha entre humanos por meio da transmissão de fluidos corporais.

Os casos são extremamente raros, com o último grande surto em Angola em 2005.

É uma doença grave, geralmente fatal, com sintomas que incluem dor de cabeça, febre, dores musculares, vômitos com sangue e sangramento.

Ainda não existe tratamento para Marburg, mas os médicos dizem que beber bastante água e tratar sintomas específicos aumenta as chances de sobrevida do paciente.

Amostras retiradas do paciente guineense, que já morreu, foram testadas em laboratórios do país e deram resultado positivo para o vírus de Marburg.

Ele foi identificado em Guéckédou na semana passada, a mesma região onde foram encontrados casos recentes de ebola, em um surto que agora acabou.

A diretora da OMS para a África, a botsuanense Matshidiso Moeti, disse que o vírus tem potencial para se "espalhar por toda parte".

Mas ela elogiou "o estado de alerta e a rápida ação investigativa dos profissionais de saúde da Guiné".

Autoridades tentam agora encontrar pessoas que possam ter estado em contato com o homem que morreu.

Quatro contatos de alto risco, incluindo um trabalhador de saúde, foram identificados, além de 146 outros que poderiam ter sido expostos ao vírus, diz a epidemiologista Krutika Kuppalli, que tem acompanhado o caso, à BBC.

Os sistemas implantados na Guiné e nos países vizinhos para controlar os recentes surtos de Ebola estão sendo retomados em resposta ao vírus de Marburg.

Na África, surtos anteriores e casos esporádicos foram notificados em Angola, República Democrática do Congo, Quênia, África do Sul e Uganda, afirma a OMS.

O primeiro surto de Marburg ocorreu na Alemanha em 1967, onde sete pessoas morreram.

O vírus matou mais de 200 pessoas em Angola em 2005, o surto mais mortal já registrado, de acordo com a OMS.

Fonte: Gazetaweb.

“Vacina é o único tratamento”, reforça Sesau após caso da variante Delta

 

 

Com a confirmação de dois casos de infecção pela variante Delta em Alagoas, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) reforça o alerta sobre a importância da vacinação contra a Covid-19. Em entrevista à imprensa, o secretário Alexandre Ayres informou que um dos indivíduos contaminados – sexo masculino, 63 anos, natural de Maceió – escolheu não tomar a vacina. O segundo caso, registrado em Palmeira dos Índios, segue em investigação.

De acordo com nota emitida pela Sesau, o primeiro paciente relatou início dos sintomas no dia 23 de junho, não apresentou gravidade no quadro e hoje se encontra recuperado. Ele não tem histórico de viagem. Já o segundo caso – ainda em investigação –, foi registrado em jovem de 24 anos do sexo masculino. Ele também teve sintomas leves e já se recuperou.

“O cidadão de 63 anos, de Maceió, não tinha se vacinado”, revelou Ayres, durante entrevista ao programa Fique Alerta, da TV Pajuçara. “As vacinas são capazes de proteger contra essas variantes. Quem já tomou a primeira dose deve buscar a segunda dose, conversar com seu vizinho ou parente que não tomou porque está acreditando em fake news ou desinformação. Só há um tratamento com eficácia comprovada: a vacina”, apelo o titular da Sesau.

A predominância da mutação em pessoas não vacinadas é tendência verificada em todo o mundo. O Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos divulgou na última semana que 99% das mortes causadas pelo novo coronavírus no país acometeram quem não recebeu nenhuma dose do imunizante. “Eles saíram de 5 mil casos no começo de julho para 100 mil casos no começo de agosto”, apontou Alexandre Ayres.

Comprovadamente a variante delta tem se espalhado em quem não se vacinou. “A cada mutação o vírus ganha maior força de transmissibilidade”, explicou o gestor da Saúde, que reiterou a necessidade de a população usar máscaras ao sair de casa, evitar aglomeração e cumprir as medidas sanitárias de enfrentamento ao vírus.

Fonte: Todo Segundo.

WhatsApp Web ganha ferramentas para edição de fotos

 

 

Uma nova funcionalidade começou a chegar ao WhatsApp Web na última segunda-feira (9), trazendo ferramentas úteis para editar fotos diretamente nesta versão do mensageiro, antes de enviar a imagem para os seus contatos. A novidade também será lançada no app do mensageiro para desktop, de acordo com o WABetaInfo.

Antes restrito ao aplicativo de mensagens que roda nos dispositivos móveis, o recurso que agora começa a ser liberado nos computadores abre opções de edição ao selecionar uma fotografia para anexar à mensagem. Com isso, é possível fazer alterações no arquivo original, deixando-o bem diferente.

Girar a imagem na direção desejada, corrigindo um posicionamento errado, fazer recortes em determinadas áreas da foto, inserir texto e rabiscos são algumas das ferramentas de edição disponíveis. O usuário do WhatsApp no PC que já recebeu a atualização também pode inserir emojis e adesivos na imagem.

Essas alterações em fotos só podiam ser feitas em programas de edição de imagens, uma vez que a versão web não contava com tais recursos. Ou seja, o usuário precisava efetuar as correções e modificações externamente para então anexar a imagem já customizada em sua mensagem.

Quando chega?

A novidade está sendo disponibilizada de forma gradual no WhatsApp Web e no app do mensageiro para desktop, na versão 2.2130.7. Por conta disso nem todos os usuários terão acesso às funções de edição de imagem imediatamente — quem ainda não recebeu deve aguardar o lançamento nos próximos dias.

Enquanto isso, é possível aproveitar outras novidades recém-lançadas pelo mensageiro, como o envio de vídeos e fotos que se autodestroem depois de visualizadas. As imagens incluídas neste modo não podem ser encaminhadas para terceiros nem salvas.

Nos últimos meses, o mensageiro também passou a permitir acelerar mensagens de áudio e liberou a utilização simultânea em vários dispositivos.

Fonte: Todo Segundo.

Tremores de terra são registrados em dois municípios alagoanos

 

 

Duas cidades do interior alagoano registraram tremores de terra nos últimos dias. O primeiro registro foi no último sábado (7), no município de Pão de Açúcar, no Sertão. O outro caso foi nessa segunda-feira (9), em Cajueiro. As movimentações foram aferidas pelo laboratório sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

De acordo com os dados do Laboratório Sismológico (LabSis), o primeiro tremor teve magnitude preliminar de 1.6 mR e o segundo foi um pouco mais forte, 1.7 mR. Não há relatos que moradores desses municípios tenham escutado ou sentido os eventos. Os registros aconteceram às 7h20 e 0h40, respectivamente.

Na semana passada, o LaSis firmou uma parceria com a Defesa Civil de Alagoas para a disponibilização de um link de internet na estação sismográfica operada em Anadia. A conexão enviará em tempo real os dados da estação para a central localizada na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Fonte: Gazetaweb.

Voto impresso é rejeitado em 1º turno pela Câmara dos Deputados

 

 

Por 218 votos contrários, 229 votos a favor e 1 abstenção, a Câmara dos Deputados rejeitou nesta terça-feira (10/8), em votação de primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece a adoção do voto impresso. Para ser aprovada, a PEC precisava de, no mínimo, 308 votos favoráveis.

Para tentar reverter votos em Plenário, a autora da PEC, deputada Bia Kicis (PSL-DF), pediu para que seus colegas deputados não encarassem a proposta como um desejo pessoal do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), e sim do eleitor brasileiro. A fala da deputada reconheceu que a defesa do voto impresso feita pelo presidente só prejudicou o andamento da matéria.

“O rumo o debate foi completamente desvirtuado”, reclamou a deputada. “Essa não é a PEC do presidente Bolsonaro. Essa não é a minha PEC. Por isso eu gostaria de despolitizar essa discussão”, propôs.

O líder do PSL na Câmara, Major Vitor Hugo (GO), chegou a pedir mais tempo – cinco sessões – para o governo tentar arregimentar mais votos. No entanto, não conseguiu apoio para o adiamento da votação.

“Viemos aqui para pedir mais tempo para que possamos reverter mais votos. Sabemos que estamos em vias de obter os 308 votos par aprovar o voto impresso e talvez umas duas ou três sessões vão nos permitir presentear o Brasil com essa PEC”, apelou o deputado.

Diante do acirramento dos discursos de ambos os lados, Lira apelou para que os deputados não apontassem a votação como uma derrota ou vitória para o presidente Bolsonaro. “Eu só faço um apelo para que nessa matéria seja votada em benefício da população e que não tenha vencedores nem vencidos”, disse o presidente da Câmara.

Ex-líder e ex-presidente do PSDB, Carlos Sampaio coordenou o único pedido de auditoria feito ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ocupou a tribuna para dizer que, na época, tinha dúvida sobre a segurança do sistema. Porém, após a auditoria feita, se convenceu de que o sistema é seguro.

Essa auditoria foi pedida pelo PSDB quando Dilma Rousseff (PT) venceu o então candidato tucano ao Planalto, Aécio Neves (MG).

“Eu precisava vir aqui dizer isso. Não tenho mais dúvidas da segurança do sistema”, ressatou Sampaio.

O presidente usou a questão para atacar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, defensor das urnas eletrônicas.

A proposta já havia sido derrotada em comissão especial, mas o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), decidiu levar o texto para análise do plenário.

Bolsonaro alega que há fraude no sistema eletrônico de votação. No entanto, instado pela STF a apresentar provas, o presidente não conseguiu comprovar as irregularidades. Isso fez com que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, incluísse o chefe do Executivo federal entre os investigados no inquérito que apura divulgação de notícias falsas e ataques ao STF. O processo corre em sigilo na Corte.

Nesta terça, em meio à tensão com o Legislativo, Bolsonaro realizou um desfile de tanques pela Esplanada. O evento foi classificado por grande parte dos deputados como uma tentativa de intimidação do Parlamento.

PL – Não
PSL – Sim
PT- Não
PP – liberou a bancada
PSD – Não
MDB – Não
PSDB – Não
Republicanos – Sim
PSB – Não
DEM – Não
PDT – Não
Solidariedade – Não
PSC/Pros/PTB – liberou a bancada
Podemos – Sim
Psol – Não
Novo – liberou a bancada
Avante – Não
PCdoB – Não
Cidadania – Não
Patriota – liberou a bancada
PV – Não
Rede – Não

Fonte: Metrópoles.

Entenda como será o novo Bolsa Família, válido a partir de novembro

 

 

Já entregue para avaliação da Congresso Nacional, a MP (Medida Provisória) do novo Bolsa Família prevê uma série de novidades no benefício e ainda deve ter um reajuste de no mínimo 50% nos valores pagos, segundo o próprio presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O benefício, renomeado para Auxílio Brasil, ainda deve demorar para ser definido, a depender da votação do Senado Federal e da Câmara dos Deputados sobre a medida. O prazo de votação é de 120 dias. Mas declarações de ministros do governo Bolsonaro e o texto da MP já dão o esboço do que será o novo programa. Veja a seguir.

A quem é destinado

Podem se beneficiar com o programa famílias em situação de pobreza (renda por pessoa entre R$ 89,01 a R$ 178,00) ou extrema pobreza (renda por pessoa de até R$ 89,00 por mês) e que tenham em sua composição gestantes, mães que amamentam, crianças ou adolescentes entre 0 e 21 anos.

Alcance

O atual programa do Bolsa Família abrange cerca de 14,6 milhões de beneficiários. O número do Auxílio Brasil deve superar 16 milhões, segundo previsão do ministro da Cidadania, João Roma.

Aumento

O reajuste mínimo será de 50%. Atualmente paga-se, em média, R$ 192. A previsão, portanto, é subir para R$ 285;

Modalidades

Há três modalidades principais no benefício básico: para primeira infância, composição familiar e superação da extrema pobreza. Estas devem ser unificadas com outros seis benefícios bônus (veja abaixo).

Unificação

O Auxílio Brasil vai incluir o Auxílio Esporte Escolar; a Bolsa de Iniciação Científica Júnior; o Auxílio Criança Cidadã; o Auxílio Inclusão Produtiva Rural; o Auxílio Inclusão Produtiva Urbana; e o Benefício Compensatório de Transição. Confira aqui em detalhes cada um dos programas.

1) Auxílio Esporte Escolar

Será concedido aos estudantes de 12 a 17 anos das famílias do Auxílio Brasil que se destacarem em competições oficiais do sistema de jogos escolares brasileiros. Serão pagas 12 parcelas mensais, mais uma parcela única, e cada aluno poderá receber apenas um auxílio esporte.

2) Bolsa de Iniciação Científica Júnior

Será concedida a estudantes dessas famílias que se destacarem em competições acadêmicas e científicas de abrangência nacional.

3) Auxílio Criança Cidadã

Será concedido para custear o acesso de crianças de zero a 48 meses em creches, em tempo integral ou parcial. O benefício só será concedido aos beneficiários do Auxílio Brasil que registrarem aumento de renda por exercerem alguma atividade remunerada ou comprovarem algum vínculo de emprego formal. O benefício não será pago se houver vagas em creches públicas ou conveniadas que atendam à necessidade da família.

4) Auxílio Inclusão Produtiva Rural

Será concedido aos agricultores familiares inscritos no Auxílio Brasil. O objetivo é incentivar a produção, doação e consumo de alimentos. Após três meses de carência, a manutenção do pagamento será condicionada a doação de alimentos para o Programa Alimenta Brasil (também criado pela MP), em valor correspondente a parte do valor anual do auxílio recebido. A duração máxima do benefício será de 36 meses para cada família, que poderá voltar a recebê-lo após outros 36 meses.

5) Auxílio Inclusão Produtiva Urbana

Será concedido àqueles beneficiários do Auxílio Brasil que comprovarem algum vínculo de emprego formal. O pagamento será encerrado caso o beneficiário perca o emprego ou a renda ultrapasse os limites previstos para o Auxílio Brasil. O valor do Auxílio Inclusão Produtiva Urbana não será computado para o limite de renda familiar mensal do programa social.

6) Benefício Compensatório de Transição

Será concedido às atuais famílias beneficiárias do Programa Bolsa Famíliia, que será formalmente extinto. O objetivo é garantir os pagamentos até que a nova estrutura de benefícios seja implementada.

Crédito consignado

O governo quer permitir que até 30% do valor do benefício possa ser descontado na fonte para abater empréstimos consignados. O pagamento das parcelas do crédito concedido por bancos poderá ser descontado quando "expressamente autorizado pelo beneficiário até o limite de 30% do valor do benefício". Caberá ao Ministério da Cidadania definir as condições do crédito e critérios para a celebração dos acordos de cooperação técnica entre a pasta e as instituições financeiras interessadas em ofertar o empréstimo. O tomador do dinheiro que perder a condição de beneficiário do Bolsa Família continuará responsável pela quitação do empréstimo ao banco.

Fonte: R7.

MEC divulga a lista de aprovados pelo Sisu do segundo semestre

 

 

O MEC (Ministério da Educação) divulgou nesta terça-feira (10) os aprovados pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificado) para o segundo semestre. Os estudantes que se inscreveram devem conferir o resultado na internet. Foram disponibilizadas 62.365 vagas em universidades e outras instituições de ensino superior.

As matrículas começam já nesta quarta-feira (11) e vão até o dia 16 de agosto. Os participantes que não foram convocados podem se inscrever no site do Sisu para a segunda chamada. Pode participar quem não foi selecionado em nenhuma de suas opções na chamada regular, podendo escolher apenas uma das opções de vagas definidas na fase de inscrição.

A convocação dos candidatos em lista de espera pelas instituições será realizada a partir do dia 19 de agosto. Como a convocação é feita diretamente pelas instituições de ensino. O acompanhamento deverá ser realizado pelo candidato junto a instituição educacional indicada no ato da inscrição na lista de espera, para que possa saber os prazos, horários e procedimentos adotados para a matrícula dos convocados.

O Sisu é o sistema informatizado do MEC no qual as instituições públicas de educação superior, sejam elas federais, estaduais ou municipais, oferecem vagas a serem disputadas por candidatos inscritos em cada edição da seleção. Os candidatos são selecionados para as opções de cursos indicadas no ato da inscrição, de acordo com a melhor classificação de nota obtida na edição do Enem de 2020.

Fonte: R7.

Plenário da Câmara vota PEC do voto impresso nesta terça

 

 

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do voto impresso será votada nesta terça-feira (10). Depois de ser reprovada na comissão especial da Câmara na quinta-feira (5), a proposta foi encaminhada ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).

O Plenário deverá analisar o texto original da PEC, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF), que determina a impressão de “cédulas físicas conferíveis pelo eleitor” independentemente do meio empregado para o registro dos votos em eleições, plebiscitos e referendos.

Lira justificou na sexta-feira (6) que submeteria a proposta a todos os deputados federais para que ficasse claro o posicionamento da Câmara dos Deputados em relação ao tema.

Ele reforçou, inclusive, que caberia aos deputados, "eleitos pela urna eletrônica", a decisão se seria ou não necessária a inclusão de uma impressora ao sistema de voto.

"Para quem fala que a democracia está em risco, não há nada mais livre, amplo e representativo do que deixar o plenário manifestar-se. Só assim teremos uma decisão, inquestionável e suprema, porque o plenário é a nossa alçada máxima de decisão, a expressão da democracia, e vamos deixa-lo decidir", disse Lira.

Embora a votação esteja confirmada mesmo para esta terça, há uma possibilidade de adiamento por causa de uma manifestação militar prevista para hoje, na Esplanada dos Ministérios. Partidos de oposição chegaram a entrar com um pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para barra o desfile, mas a solicitação foi negada pelo ministro Dias Toffoli.

O presidente da Casa disse que é uma "trágica coincidência" a manifestação ocorrer no mesmo dia em que a Câmara pautou a PEC do Voto Impresso e que, em razão disso, pode ser que aconteça o adiamento da votação.

A adoção do voto impresso, bandeira do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), foi rejeitada na última quinta-feira (5) por uma comissão especial da Câmara. O parecer foi derrotado por 23 votos a 11. Na sequência, o deputado Junior Mano (PL-CE) foi escolhido para a elaboração de um novo texto, no entanto, renunciou à função. Ainda não está definido um novo relator.

Lira informou que se reuniria na segunda-feira (9) com líderes partidários para tratar sobre a matéria, e disse, sem citar os chefes dos demais Poderes, que "a disputa já foi longe demais" e criticou qualquer ideia, como pregou Bolsonaro, de avançar fora das quatro linhas da Constituição de 1988.

"Não contem comigo com qualquer movimento que rompa ou macule independência e de harmonia entre os Poderes, ainda mais como chefe do Poder que mais representa a vontade do povo brasileiro. Este é o meu papel e não fugirei jamais desse compromisso histórico e eterno", afirmou.

Fonte: R7.

Idoso identificado com variante Delta em Alagoas optou por não tomar a vacina

 

 

O idoso de 63 anos identificado com a variante Delta do coronavírus em Alagoas optou por não tomar a vacina, segundo informou o Governo nesta terça-feira (10). Alagoas registrou, nessa segunda (9), dois casos de infecção pela variante. Os pacientes são de Maceió e Palmeira dos Índios.

De acordo com o Estado, o idoso é de Maceió e seu estado de saúde não revela riscos. O paciente apresentou sintomas leves da doença e, agora, segue na fase final de sua recuperação. Ele não teve contato com infectados e, além disso, não viajou nos últimos meses, reforçando que a variante já circulava em Alagoas. Após ser constatada a variante, o paciente mudou de ideia e deve se vacinar assim que se recuperar

Por sua vez, o paciente de Palmeira dos Índios, no interior do estado, tem 24 anos de idade e seu estado de saúde também é estável.

"O teste que identificou a nova variante já tem mais de trinta dias e a pessoa não está mais transmitindo. Mesmo assim, todos que tiveram contato com ele serão testados e acompanhados pelo Município", diz trecho de nota enviada pela SMS de Palmeira dos Índios.

O Governo, por sua vez, reforçou que "nada muda no que diz respeito ao enfrentamento à pandemia", ressaltando que a variante tem uma transmissibilidade maior, ou seja, ela infecta mais pessoas de maneira mais rápida. Por este motivo, o Estado orienta que a população continue usando máscaras e evitando aglomerações.

Fonte: Gazetaweb.

Print de whatsapp serve para denunciar violência psicológica, diz juiz

 

 

O juiz Thiago Morais, da Comarca de Mata Grande, afirmou que as mulheres vítimas de violência psicológica podem comprovar sua ocorrência em juízo por meio de prints de conversas no whatsapp, mensagens de texto ou e-mails, além da própria prova testemunhal. "A palavra da vítima é dotada de especial relevância. Os meios de provas, portanto, são vários. O importante é que a mulher não se cale".

Segundo o magistrado, quando se fala em violência doméstica, muitos pensam apenas na violência física. "Há também as agressões psicológicas que, embora não deixem marcas visíveis no corpo da mulher, podem causar sequelas até mais graves".

Esse tipo de violência, reforça o juiz, reduz a capacidade de autodeterminação da mulher e mina a sua autoestima. "Ela pode se manifestar por meio de chantagem, humilhação, constrangimento, perseguição, isolamento, vigilância constante e outros comportamentos correlatos", frisou.

1) Violência física

É a conduta que ofende a integridade física da mulher. Bater, espancar, atirar objetos, empurrar, sacudir, puxar os cabelos, mutilar e torturar são alguns exemplos dessa prática.

2) Violência Psicológica

É qualquer conduta que cause dano emocional, diminua a autoestima da mulher, perturbe ou prejudique o seu desenvolvimento e vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões. Xingar, humilhar, isolar a mulher dos amigos, impedir que ela saia de casa ou usar os filhos para fazer chantagem são exemplos de violência psicológica.

3) Violência Sexual

Consiste em forçar relações quando a mulher não quer ou quando ela está dormindo ou doente. Forçar a mulher a praticar atos sexuais que não a agradam também se encaixa nessa categoria de violência. Impedir a mulher de prevenir a gravidez, forçá-la a engravidar ou a abortar são outros exemplos.

4) Violência Patrimonial

Ocorre quando alguém controla, retém ou tira o dinheiro da mulher, causa danos de propósito a objetos da vítima, destrói ou retém documentos dela.

5) Violência Moral

Consiste em fazer comentários ofensivos ou humilhar a mulher publicamente; expor a vida íntima do casal para os outros, inclusive nas redes sociais; acusar publicamente a mulher de cometer crimes ou inventar histórias sobre ela com o intuito de diminuí-la perante amigos e parentes.

Todas essas formas de violência doméstica e familiar constam na Lei Maria da Penha, que completou 15 anos no último sábado (7).

Fonte: Todo Segundo.

Bolsonaro confirma reajuste do novo Bolsa Família em pelo menos 50%

O presidente Jair Bolsonaro e os ministros João Roma (Cidadania) e Paulo Guedes (Economia) entregaram nesta segunda-feira (9) ao Congresso Nacional a MP (Medida Provisória) que prevê a reformulação do Bolsa Família, que passará a ser chamado de Auxílio Brasil.

O texto prevê um reajuste mínimo de 50% no valor desembolsado pelo programa social, que atualmente paga, em média, R$ 192 os que aos beneficiários "A pandemia trouxe uma inflação nos alimentos para o mundo todo e não podemos deixar desassistido os mais vulneráveis”, afirmou Bolsonaro.

O presidente Jair Bolsonaro chegou a cogitar que a parcela seria dobrada e poderia superar os R$ 400, mas o valor foi barrado pela equipe econômica. Caso o reajuste fique realmente na casa dos 50%, o novo valor médio pago pelo benefício subirá para R$ 285.

Fonte: Todo Segundo.

Portaria disciplina procedimentos para revisão de benefícios no INSS

O Ministério do Trabalho e Previdência publicou ontem segunda-feira (9), no Diário Oficial da União, uma portaria que disciplina os procedimentos de operacionalização dos processos de revisão de benefícios previdenciários por incapacidade de longa duração.

De acordo com a portaria, a convocação para a revisão será feita por meio de envio de carta com aviso de recebimento digital, pela Direção Central do INSS, para o endereço que consta no cadastro do benefício.

Após receber a carta, o beneficiário terá prazo de 30 dias para agendar a perícia médica no site do INSS, na opção Agendar Perícia, ou pelo telefone 135, onde é possível ser auxiliado pela Central de Teleatendimento. "Excepcionalmente, será permitida uma remarcação por iniciativa do segurado, devidamente justificada, desde que solicitada até um dia antes da data prevista para atendimento da perícia médica", detalha a portaria.

Caso a convocação não seja atendida, o benefício será suspenso. E, caso o agendamento não seja feito no prazo de até 60 dias da suspensão, o benefício poderá cessar de forma definitiva.

A portaria detalha procedimentos a serem adotados nos casos em que o atendimento não possa ser feito devido a eventuais indisponibilidades das agências de Previdência Social (APS) - por motivos como falha ou inoperância no sistema, falta de energia elétrica, quedas no sinal de rede - e como, nesses casos, a remarcação deverá ser feita.

Fonte: Todo Segundo.

Comissão da Câmara aprova PEC que prevê 'distritão' e volta das coligações para eleger deputados

 

 

A comissão especial da Câmara dos Deputados que discute mudanças nas regras eleitorais aprovou nesta segunda-feira (9) uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê a adoção do modelo "distritão" e a volta das coligações nas eleições para deputados e vereadores.

Com a aprovação, o relatório segue para o plenário, ao qual caberá votar qual dos dois modelos deverá ser adotado. Em seguida, a proposta seguirá para o Senado, e o presidente do Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), já afirmou que, se aprovado pela Câmara, o "distritão" não passa no Senado.

Especialistas criticam esses dois modelos. Isso porque, afirmam, o "distritão" promove políticos "celebridades", isto é, pessoas mais conhecidas, enquanto as coligações representam "retrocesso" (leia detalhes mais abaixo).

O sistema atualmente em vigor é o proporcional, pelo qual as cadeiras de deputados são distribuídas proporcionalmente à quantidade de votos recebidos pelos candidatos e pelos partidos — ou seja, os votos nas siglas também são considerados no cálculo.

Pelo "distritão", são eleitos os candidatos mais votados individualmente, desconsiderando os votos nas siglas.

Após negociações com líderes, a relatora, Renata Abreu (Pode-SP), alterou o texto para incluir a possibilidade de os partidos voltarem a se juntar durante as eleições proporcionais, o que o próprio Congresso decidiu extinguir em 2017 ao aprovar uma emenda Constitucional.

A expectativa é que os dois modelos sejam votados separadamente quando o plenário da Câmara votar a PEC.

O texto também previa que a decisão do plenário serviria somente como transição para um outro modelo, o chamado "distritão misto". No entanto, este trecho foi derrubado pela comissão.

Desta forma, o plenário da Câmara deverá discutir dois modelos:

Críticas aos modelos

Em outubro de 2017, o Congresso promulgou uma emenda constitucional que proibiu partidos de se juntarem em coligações para disputar as eleições proporcionais. A maior crítica ao modelo era a de que a junção de partidos permitia a eleição de candidatos mesmo que o eleitor tivesse votado em outra pessoa.

Para Marcelo Issa, diretor-executivo do Movimento Transparência Partidária, a volta das coligações nas eleições proporcionais seria um "retrocesso".

"As coligações são alianças que têm finalidade apenas eleitoral, não são feitas com base em programas, tanto que se dissolvem ou rearranjam tão logo passada a eleição. Não há sentido em revogar um regra que foi aprovada tão recentemente, ainda mais como algo provisório", afirmou.

Sobre o "distritão", cientistas políticos argumentam que o sistema é o "pior" possível e favorece candidaturas de "celebridades".

Com isso, argumentam, a disputa valoriza menos as ideias e programas partidários e se torna mais personalista, reduzindo e enfraquecendo o papel dos partidos e, consequentemente, a democracia.

"O distritão é o pior sistema eleitoral imaginável. Primeiro, porque destrói os partidos políticos, tudo passa a depender muito mais da votação em indivíduos e não na votação em partidos. [Segundo, porque] o debate de ideias também é prejudicado em função disso", afirmou o cientista político Cláudio Couto, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Quociente eleitoral

Segundo o texto "serão considerados habilitados à obtenção das vagas os partidos políticos que alcançarem votação igual ou superior a 25% do quociente eleitoral do respectivo distrito".

Quociente eleitoral é o resultado da divisão do total de votos válidos pelo número de vagas em disputa no respectivo estado.

Para permitir que os deputados escolham retomar as coligações, a relatora incluiu no texto trecho que diz que os partidos políticos têm autonomia "para adotar os critérios de escolha e o regime de suas coligações, tanto nas eleições majoritárias, quanto nas proporcionais".

Voto em até cinco candidatos para o Executivo

Além de mudanças nas eleições para o Poder Legislativo, o texto altera também as eleições para o Poder Executivo. Estas alterações, segundo o texto, devem valer a partir de 2024 (ano das próximas eleições municipais).

Segundo a proposta, o eleitor votará em até cinco dos candidatos que disputam a eleição, em ordem decrescente de preferência.

Pelo texto, o candidato que obtiver a maioria absoluta das primeiras escolhas válidas dos eleitores, não computados os votos em branco e os nulos, será eleito.

Se nenhum candidato conseguir alcançar maioria absoluta, a PEC estabelece que:

Outros pontos

Saiba outros pontos incluídos na proposta:

Fonte: Gazetaweb.

Vacinas: 28,7% da população está totalmente imunizada contra Covid-19

 

 

Dados sobre a Campanha Nacional de Imunização mostram que 28,7% da população adulta do país está totalmente imunizada contra a Covid-19. Ou seja, já receberam as duas doses ou a vacina de dose única.

O número corresponde a 46.150.415 de brasileiros, dos quase 160 milhões maiores de 18 anos, com o ciclo vacinal completo. Entre eles, 42.190.658 receberam vacinas que exigem dupla aplicação e 3.959.757, a dose única de uns dos imunizantes disponíveis no país contra o novo coronavírus.

Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 1.485.055 vacinas. No total, 107.949.359 pessoas receberam ao menos uma dose, o que corresponde a 69,5% da população vacinável. Somando a primeira, a segunda e a dose única, são 154.099.774 doses aplicadas no total.

Atualmente o país possui quatro vacinas à disposição no combate à doença. Os laboratórios Sinovac/Coronavac, Oxford/AstraZeneca e Pfizer/BioNTech recomendam a aplicação de duas doses de seus imunizantes. Já a Janssen prevê apenas uma aplicação para completa imunização.

Os dados foram divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa* e foram analisados pelo (M)Dados, núcleo de análise de grande volume de informações do Metrópoles.

Fonte: Gazetaweb.

Covid-19: Mais de 2 milhões de doses da vacina já foram aplicadas em Alagoas

 

 

Alagoas continua avançando no combate à Covid-19 com a vacinação. Desde o início da imunização no estado até a manhã desta segunda-feira (9), já haviam sido aplicadas 2.007.835 de doses do imunizante no estado. Desse total, 1.414.806 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 593.029 com a segunda, conforme levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

A vacinação teve início no dia 18 do mês de janeiro, imunizando inicialmente os profissionais da saúde que atuam na linha de frente de combate ao novo coronavírus, indígenas aldeados e pessoas com mais de 75 anos de idade. De lá para cá, todas as pessoas com comorbidades foram vacinadas, além de outras categorias consideradas prioritárias, como os rodoviários e trabalhadores da construção civil.

Atualmente, os municípios estão vacinando pela faixa etária, sem comorbidades, graças ao envio das doses pelo Ministério da Saúde. Até o momento, o estado já recebeu 2.707.560 de vacinas das fabricantes CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen. Deste total, 2.339.431 já foram distribuídas para os 102 municípios do estado.

Maiores de 18 anos vacinados até outubro

Nesta segunda-feira (9), o secretário de Estado da Saúde Alexandre Ayres celebrou o avanço da vacinação contra a Covid, e informou que Alagoas está cada dia mais próxima de cumprir a meta de vacinar todas as pessoas maiores de 18 anos até o mês de outubro, com pelo menos a primeira dose.

Fonte: Gazetaweb.

Pagamentos com cartões crescem 52% no segundo trimestre de 2021

 

 

As compras realizadas por meio do sistema de cartões de crédito, débito e pré-pagos cresceram 52% no segundo trimestre de 2021 quando comparado ao mesmo período do ano passado. No total foram negociados R$ 609,2 bilhões no período, de acordo com dados divulgados hoje (9) pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento.

Em quantidade de transações, foram registrados 7,1 bilhões de pagamentos com cartões nos meses de abril, maio e junho, o equivalente a 55 mil por minuto, 53,9% a mais do que no ano anterior.

O cartão de crédito foi o meio de pagamento que apresentou o maior valor transacionado no segundo trimestre, registrando R$ 371,3 bilhões, com crescimento de 53%, seguido do cartão de débito que movimentou R$ 214 bilhões (+ 42,3%), e do cartão pré-pago, R$ 23,9 bilhões, o que representa alta de 214,3%.

Os gastos com cartões no exterior cresceram 62% depois de seis trimestres consecutivos de queda. Segundo os dados, o volume movimentado foi de US$ 708 milhões, o equivalente a R$ 3,7 bilhões. As compras realizadas por estrangeiros no Brasil somaram US$ 492,7 milhões (R$ 2,6 bilhões), uma alta de 73,6%.

Segundo a Abecs, o resultado é reflexo de um cenário de maior abertura da economia, com a flexibilização das medidas de isolamento social em combate à pandemia, levando em consideração que a comparação é feita com o segundo trimestre do ano passado, período de maior impacto na crise.

De acordo com o levantamento da entidade, quando avaliado o primeiro semestre do ano, os pagamentos com cartões cresceram 33,2% ao somarem R$ 1,2 trilhão. O cartão de crédito movimentou R$ 707,2 bilhões (alta de 30,8%), o cartão de débito, R$ 418,4 bilhões (alta de 30,3%), e o cartão pré-pago, R$ 41,8 bilhões (alta de 183,2%). Ao todo foram 3,6 bilhões de pagamentos com cartões no período, o que representa um crescimento de 30,5% em comparação com o primeiro semestre de 2020.

Os dados mostram ainda que o uso de cartões para o pagamento em compras na internet e aplicativos movimentou R$ 135,1 bilhões no segundo trimestre, com alta de 46,5%. No acumulado do semestre, o valor movimentado chegou a R$ 255,2 bilhões, com alta de 41,2%. O destaque foi o mês de abril, que registrou avanço de 60% dos pagamentos online.

Os pagamentos sem contato ou por aproximação no segundo trimestre cresceram 694%, somando R$ 34,4 bilhões. O mais usado nessa função foi o cartão de crédito, com R$ 19 bilhões, seguido pelo cartão de débito, com R$ 10,6 bilhões, e pelo cartão pré-pago, com R$ 4,8 bilhões. No semestre foram R$ 53 bilhões movimentados com esse tipo de pagamento. O crescimento foi de 540,7%, em comparação com o primeiro semestre de 2020. Por modalidade, o cartão de crédito registrou R$ 30,1 bilhões, o cartão de débito, R$ 15,7 bilhões, e o cartão pré-pago, R$ 7,1 bilhões.

O levantamento da Abecs também indicou que o segundo trimestre do ano foi o período que registrou a menor taxa de inadimplência do cartão de crédito desde a criação da série histórica do Banco Central, chegando a 3,8% em abril e ficando abaixo do índice de inadimplência geral da pessoa física em empréstimos recursos livres (4%), que inclui crédito consignado, crédito pessoal e financiamento de veículos, entre outros.

“Isso mostra que, mesmo com o aumento expressivo do uso dos meios eletrônicos de pagamento e a crise gerada pela pandemia de covid-19, o brasileiro usa o cartão de crédito de forma consciente. Ainda segundo dados do Banco Central, o saldo das transações sem juros do cartão cresceu 40,5% em junho, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Por outro lado, o crédito rotativo recuou 8,3% e registrou sua 11ª queda consecutiva”, diz a Abecs.

Fonte: Gazetaweb.

contato@vitoriofm.com.br
Vitório FM 104,9 - Todos os direitos reservados
linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram