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A tarde desta quarta-feira (04) foi marcada por um momento de alegria genuíno, ocasionado pela realização de um sonho: a inauguração da Escola Municipal Deputado José Sampaio, localizada no bairro João XXIII. A solenidade de entrega da escola foi marcada não somente por discursos de autoridades importantes da gestão municipal, como, por exemplo a prefeita Tia Júlia, mas também por momentos de comoção, como as declarações do vereado Geninho Sampaio (sobrinho do Deputado José Sampaio).

Toda a cerimônia de abertura foi pomposa e especialmente pensada para a comunidade: além da seriedade própria de solenidades como estas, a população do bairro pôde desfrutar de momentos de lazer, com brinquedos infláveis voltados ao público infantil, além da distribuição de pipoca e algodão doce.

De acordo com a secretária municipal de Educação Renilda Pereira, este momento representa mais um importante passo para o avanço da educação em Palmeira dos Índios e reflete o compromisso da gestão municipal com o futuro das crianças e dos adolescentes palmeirenses. “Hoje agradeço não somente à nossa prefeita Tia Júlia, mas também ao nosso ex-prefeito Júlio Cezar, pois foi ele que deu início à realização deste sonho”, disse a secretária.

Como já é característico, a prefeita Tia Júlia fez questão de eexpressar a sua gratidão pelo trabalho dos colaboradores e citou técnicos da Secretaria Municipal de Infraestrutura, como forma de expressar a sua gratidão pelo cuidado em cada etapa da obra. “Sem estas pessoas nada disso seria possível. Me sinto muito realizada por poder proporcionar este momento à comunidade escolar, pois sei que ele é único”, disse a gestora municipal.

O transtorno do espectro autista (TEA) foi descrito, por décadas, com base em estudos feitos principalmente com meninos. Hoje, a medicina já sabe que meninas e mulheres também apresentam o mesmo núcleo do transtorno — dificuldades na comunicação social e padrões restritos de comportamento —, mas esses sinais podem surgir de forma mais sutil e menos reconhecida.

Dados indicam que um terço das mulheres recebe o diagnóstico só depois dos 20 anos, enquanto isso ocorre com 9% dos homens. Na primeira infância, entre 0 e 4 anos, o reconhecimento do autismo acontece em 61,6% dos meninos, mas só em 37,2% das meninas.

Ou seja, não se trata da ausência de características e sintomas, mas de uma manifestação que muitas vezes passa despercebida ou é confundida com traços de personalidade. Essa diferença na apresentação pode ajudar a entender o atraso no diagnóstico feminino.

A mesma base, mas com manifestações diferentes

Os critérios para diagnosticar o transtorno do espectro autista são iguais para homens e mulheres. O que muda é a forma como os sinais se expressam no dia a dia. Nas meninas, é mais comum existir o desejo de fazer parte de grupos e manter amizades.

Para isso, elas observam os amigos com atenção, analisam expressões faciais, decoram respostas e aprendem regras sociais para se encaixar. Já nos meninos, os comportamentos atípicos costumam ser mais evidentes.

Com meninas e mulheres, em vez de atitudes que chamam atenção, podem surgir ansiedade frequente, sensação persistente de inadequação e exaustão depois de interações sociais.

“Durante décadas, a maior parte das pesquisas e dos critérios diagnósticos foi baseada principalmente em meninos. Isso criou uma espécie de molde clínico masculino do autismo. Por isso, quando a apresentação foge desse molde, o reconhecimento se torna mais difícil. Além disso, comportamentos de retraimento em meninas podem ser interpretados como timidez ou sensibilidade”, explica o médico psiquiatra Adiel Rios, membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Camuflagem social dificulta o diagnóstico

Um dos fatores que mais contribuem para o diagnóstico tardio em mulheres é a chamada camuflagem social, também conhecida como masking. Na prática, significa esconder ou compensar dificuldades para se adequar ao ambiente.

Isso pode incluir copiar gestos e expressões, ensaiar previamente o que será dito, manter contato visual mesmo com desconforto e conter movimentos repetitivos. Como muitos instrumentos de avaliação foram construídos para identificar sinais mais evidentes, essa adaptação pode dificultar a identificação do transtorno.

“Muitas mulheres só recebem diagnóstico quando o mecanismo de compensação entra em colapso — frequentemente em fases de maior exigência, como universidade, mercado de trabalho ou maternidade. O que parecia ‘funcionamento adequado’ era, na verdade, esforço contínuo”, ressalta a neuropsicóloga Leninha Wagner, de Florianópolis.

Interesses intensos, mas socialmente aceitos

Os interesses restritos, característicos do espectro autista, também aparecem em meninas e mulheres. A diferença é que, muitas vezes, eles recaem sobre temas considerados comuns para a idade, como livros, animais, artistas ou assuntos escolares. Por serem socialmente aceitos, não costumam despertar suspeita.

O que distingue esses interesses é a intensidade e a rigidez. Pode haver dedicação excessiva a um único tema, necessidade de falar repetidamente sobre o assunto e dificuldade para mudar o foco. Além disso, comportamentos repetitivos tendem a ser mais sutis, como mexer discretamente nas mãos, contrair músculos ou manipular objetos pequenos.

Carol Yepes/ Getty ImagesIlustração colorida de várias cabeças com engrenagens - Autismo em mulheres: por que os sinais costumam passar despercebidos? - Metrópoles
O autismo é um transtorno no desenvolvimento do cérebro que afeta a capacidade de relacionamento com pessoas e o ambiente

Sinais ignorados na infância

Na infância, características do espectro em meninas costumam ser interpretadas como timidez, sensibilidade ou maturidade precoce. Brincadeiras repetitivas e muito organizadas, dificuldade em lidar com mudanças, incômodo com sons e texturas e amizades intensas, porém desequilibradas, raramente são investigadas como possíveis sinais de TEA.

Anos depois, já adultas, essas mulheres procuram atendimento por ansiedade, depressão ou conflitos nos relacionamentos. Sem analisar a trajetória desde a infância, o diagnóstico tende a focar só nesses problemas. Nesse contexto, o aumento recente de casos de autismo entre mulheres reflete maior atenção aos sinais que antes eram confundidos ou ignorados.

A Guarda Revolucionária do Irã realizou um ataque com drones a um centro de dados da Amazon no Bahrein, comunicou nesta quarta-feira (4/3) a agência de notícias Fars, estatal iraniana.

Segundo a agência, o ataque foi realizado após a inteligência iraniana identificar que os centros da empresa americana forneceriam apoio para atividades militares e de inteligência dos Estados Unidos.

O Irã alega que centro de dados no Bahrein é o maior da Amazon na região, e é considerado a porta de entrada para os serviços de nuvem avançados da Amazon nos países do Golfo Pérsico e no Oriente Médio.

Centros da Amazon nos Emirados Árabes também foram atingidos

Além do ataque à base do Bahrein, o Irã também lançou bombardeou dois outros centros da Amazon, nos Emirados Árabes Unidos, nessa segunda (2/3).

A Amazon confirmou na segunda-feira (2/3) que os ataques atingiram diretamente as bases nos Emirados Árabes, e afirmou que bombardeios atingiram proximidades da base no Bahrein, o que causou impactos na infraestrutura.

“Nos Emirados Árabes Unidos, duas de nossas instalações foram atingidas diretamente, enquanto no Bahrein, um ataque de drone nas proximidades de uma de nossas instalações causou impactos físicos em nossa infraestrutura“, informou a Amazon Web Service, que tem atualizado as informações sobre os serviços de nuvem e digitais da empresa no Oriente Médio.

Guerra no Irã

No sábado, os Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva contra o Irã, que resultou na morte do líder supremo do país, Ali Khamenei.

Em resposta, o Irã atacou bases militares estadunidenses em diversos países do Oriente Médio, além de ataques contra Israel.

Os efeitos da guerra também impactam a economia global. No sábado, a Guarda Revolucionária do Irã fechou o Estreito de Ornuz – canal por onde passa um quinto do petróleo do mundo, e ameaçou incendiar qualquer navio que tente atravessá-lo. A medida inflacionou o preço internacional do barril de petróleo, que chegou a acumular uma alta de 10% após o início do conflito.

Os primeiros anos de vida são decisivos para o desenvolvimento do cérebro humano. Nesse período, conexões neurais se formam em ritmo acelerado e moldam como aprendemos, nos comunicamos e nos relacionamos ao longo da vida. Mas a ciência ainda investiga como esses mecanismos se desenvolvem e impactam no crescimento de uma criança.

Foi o que fizeram pesquisadores do Brasil, da África do Sul e dos Estados Unidos, em um estudo publicado na revista Imaging Neuroscience.

A equipe monitorou a atividade cerebral de mais de 800 crianças por meio de um eletroencefalograma (EEG), o que os permitiu acompanhar a organização neural em uma escala de tempo inferior a um segundo, enquanto os pequenos brincavam ou assistiam a vídeos. Os resultados apontam que bebês com idades entre 3 meses e 2 anos têm redes neurais semelhantes às de adultos.

“Isso sugere que as arquiteturas funcionais básicas do cérebro em grande escala já estão presentes no início da vida, embora sejam refinadas e ajustadas ao longo do desenvolvimento”, explica a neurocientista Priyanka Ghosh, autora-correspondente do estudo, em entrevista por e-mail à Agência Einstein.

Nos pequenos, porém, os mecanismos cerebrais se alternam rapidamente entre diferentes “modos de funcionamento”, mesmo em repouso. Esses instantes foram nomeados no artigo como “microestados”.

“Acreditamos que cada configuração de microestado do EEG represente uma rede global do cérebro, potencialmente ligada a um tipo específico de processamento funcional (auditivo, visual, atencional etc.)”, relata Ghosh, que atua como pesquisadora de pós-doutorado na Universidade Northeastern, nos Estados Unidos.

“A rápida sucessão e mudança entre os estados cerebrais dominantes refletem a capacidade do cérebro de alternar entre redes funcionais de grande escala a cada momento”.

Na prática, isso significa que o vaivém de uma função para a outra é o que provavelmente permite às crianças perceberem o ambiente em que estão, reagirem a estímulos e aprenderem funções novas continuamente.

Desenvolvimento dentro de curvas esperadas

Compreender como o cérebro se organiza nos primeiros anos de vida é mais do que uma curiosidade científica: esse conhecimento pode ajudar profissionais de saúde e de educação, por exemplo, a identificarem precocemente sinais de que algo não está dentro do esperado. Quanto mais cedo essas diferenças são percebidas, maiores são as chances de oferecer apoio e tratamento eficientes.

“Os resultados são interessantes porque nos permitem distinguir nos exames o que faz parte do processo de maturação esperado para a criança, em uma curva típica de desenvolvimento cerebral daquilo que pode ser um sinal de desvio”, analisa a neurologista pediátrica Leticia Soster, do Einstein Hospital Israelita. “Trajetórias fora desse intervalo esperado podem acabar funcionando como um marcador de atipia do neurodesenvolvimento”.

Alterações pontuais fazem parte do crescimento infantil, e existe uma amplitude da variação daquilo que é considerado “típico” no desenvolvimento neural. Mas quando essas ocorrências são persistentes, elas devem ser tratadas como pontos de atenção. Esse tipo de referência pode ajudar a tornar os diagnósticos mais precisos, evitando alardes desnecessários e perda de sinais precoces de alterações no desenvolvimento cerebral.

Contudo, apenas olhar para os resultados do EEG não basta para chegar a um diagnóstico de problema no neurodesenvolvimento. Outros exames neurológicos devem ser considerados, além do acompanhamento regular de cada caso.

“Os sinais clínicos iniciais de alterações são extremamente sutis, e existe um grupo dessas características cognitivas que está muito associado ao contexto”, observa Soster. Isso significa que uma criança que está sempre irritada, por exemplo, pode não estar dormindo bem ou ter outros fatores que expliquem seu comportamento, e não necessariamente alguma condição neuroatípica.

Expectativas no longo prazo

Ao classificar os microestados do EEG como representações de diferentes redes cerebrais, os autores ressaltam que cada dimensão funcional segue um ritmo próprio de maturação, com padrões específicos de mudança ao longo dos primeiros dois anos de vida. Essa diferenciação permite pensar o desenvolvimento cerebral como um conjunto de trajetórias parcialmente independentes, em vez de um único eixo de “atraso” ou “normalidade”.

Por meio dessa lógica, o estudo sugere que intervenções poderiam ser pensadas de forma mais direcionada, levando em conta quais sistemas ou funções estão seguindo trajetórias atípicas. Em vez de estratégias genéricas, o mapeamento das dinâmicas cerebrais abre espaço para ações mais precisas, focadas em dimensões específicas do desenvolvimento que apresentem maior vulnerabilidade.

Embora os autores não defendam aplicações clínicas imediatas, o trabalho aponta para um futuro em que classificações funcionais do desenvolvimento cerebral podem ajudar a orientar intervenções mais ajustadas à diversidade. “Isso poderia facilitar a identificação de bebês com trajetórias cerebrais atípicas, estratificar riscos e monitorar se uma intervenção está ou não mudando a trajetória do paciente”, avalia a médica do Einstein.

saúde intestinal está diretamente ligada aos hábitos alimentares do dia a dia. Mais do que um alimento específico, o que pesa negativamente é a combinação de consumo frequente, grandes porções e uma dieta pobre em fibras. Esse padrão pode prejudicar o equilíbrio da microbiota — o conjunto de microrganismos que vivem no intestino — e favorecer inflamações.

Segundo a coloproctologista Aline Amaroquando a alimentação se baseia em produtos industrializados e pouco nutritivos, a barreira intestinal pode ficar enfraquecida. “Esse cenário costuma se manifestar com mais gases, distensão abdominal, dor, constipação ou diarreia”, explica.

A longo prazo, dependendo do perfil da pessoa, esse desequilíbrio também pode aumentar o risco de algumas doenças intestinais.

Entenda

Médica revela 6 alimentos que podem prejudicar a saúde do intestino - destaque galeria

O intestino é um importante órgão e com vários papéis, como a digestão e a absorção de nutrientes

Os sinais de que o intestino não está funcionando bem costumam aparecer no dia a dia
Segundo especialistas, a síndrome do intestino tímido está diretamente ligada à relação entre emoções e intestino
A síndrome do intestino irritável (SII) é um transtorno do aparelho digestivo

1. Ultraprocessados

Produtos como fast food, salgadinhos, biscoitos recheados, bolos industrializados e refeições prontas costumam ter baixo teor de fibras e altas quantidades de açúcar, gorduras e aditivos.

“Revisões científicas associam o consumo frequente desses alimentos a disbiose — desequilíbrio da microbiota intestinal — além de menor diversidade de microrganismos e maior potencial inflamatório no organismo”, afirma Aline.

Monticelllo via Getty ImagesFoto colorida de alimentos ultraprocessados - Ultraprocessados na idade pré-escolar afeta comportamento, diz estudo - Metrópoles
Ultraprocessados na infância podem deixar as crianças mais ansiosas, hiperativas e com medo

2. Carnes processadas

Salsicha, presunto, salame, bacon e mortadela estão entre os chamados embutidos. Além do alto teor de sal e aditivos químicos, esses produtos estão associados a riscos mais sérios.

Há evidências científicas robustas ligando o consumo de carnes processadas ao câncer colorretal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica esse tipo de alimento como carcinogênico para humanos.

Getty ImagesFoto colorida de carnes processadas - Metrópoles
Carnes processadas, os embutidos (salsicha, presunto, salame, bacon, mortadela): além de muito sal e aditivos, há evidência robusta ligando o consumo de carne processada ao câncer colorretal

3. Bebidas açucaradas

Refrigerantes, sucos industrializados adoçados, chás prontos e energéticos concentram grandes quantidades de açúcar adicionado.

Estudos indicam que o consumo elevado dessas bebidas pode piorar sintomas intestinais em parte da população. Entre os mecanismos envolvidos estão o aumento da permeabilidade intestinal e alterações desfavoráveis na microbiota, especialmente quando há excesso de frutose.

Alina Rosanova/Getty ImagesFoto colorida de mão branca colocando sachê do adoçante aspartame em xícara de café. Ao lado, há um celular e a outra mão segura uma colher pequena - Metrópoles
A Organização Mundial de Saúde decidiu inserir o adoçante artificial adoçante aspartame na lista de substâncias cancerígenas

4. Frituras

Batata frita, salgados fritos e alimentos empanados preparados em óleo muito aquecido também entram na lista.

De acordo com a médica, pesquisas recentes apontam que dietas ricas em frituras podem estar associadas a perfis de microbiota ligados a piores desfechos metabólicos, funcionando como um marcador de alimentação pró-inflamatória.

Getty ImagesPrato com batata frita e coxinha de frango - Metrópoles
O consumo excessivo de alimentos fritos aumenta a inflamação corporal, acelera o envelhecimento precoce, diminui a produção de colágeno e aumenta a oleosidade, o que pode causar acne, flacidez e uma aparência cansada

5. Excesso de gorduras saturadas

Dietas com alto teor de gordura saturada — comuns em carnes muito gordurosas, lanches e alguns ultraprocessados — podem prejudicar a integridade da barreira intestinal.

Quando esse padrão ocorre junto com baixo consumo de fibras, a microbiota pode sofrer alterações que favorecem maior permeabilidade intestinal e inflamação.

6. Alimentos muito salgados

Macarrão instantâneo, sopas prontas, snacks industrializados, temperos prontos e embutidos concentram grandes quantidades de sal.

Além dos impactos cardiovasculares conhecidos, estudos indicam que o consumo elevado de sódio pode reduzir microrganismos benéficos e estimular respostas inflamatórias no intestino.

Médica revela 6 alimentos que podem prejudicar a saúde do intestino - destaque galeria
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Ele abrange aspectos físicos, mentais e sociais

Faça substituições inteligentes na dieta para comer mais saudável
Praticar atividade física é essencial
 Os exercícios ajudam as pessoas a viver de forma mais equilibrada, saudável e feliz
O bem-estar contribui para a prevenção de doenças e melhora a qualidade do sono

Pequenas mudanças podem proteger o intestino

Apesar dos riscos associados a esses alimentos, especialistas destacam que o impacto depende principalmente da frequência e da quantidade consumida.

“A boa notícia é que pequenas trocas consistentes, ao longo das semanas, costumam melhorar sintomas e ajudar a regular o funcionamento intestinal”, afirma Aline Amaro.

Priorizar alimentos in natura ou minimamente processados, ricos em fibras e com maior variedade nutricional, é uma das estratégias mais importantes para manter o intestino saudável.

Albino Santos de Lima, o "serial killer de Maceió", será julgado a partir das 9 horas desta quinta-feira (05) no Fórum do Barro Duro, em Maceió. O caso, que se tornou um dos mais emblemáticos da história recente de Alagoas, ganha mais um capítulo e agora entra em uma fase decisiva. O júri popular, conduzido pelo juiz Yulli Rotter, da 7ª Vara Criminal.

O julgamento de hoje envolve brutal assassinato de Genilda Maria da Conceição, uma idosa de 71 anos morta na manhã de 6 de fevereiro de 2019. O crime, ocorrido no Beco de Zé Miguel, carrega contornos de crueldade que ainda traumatizam a família: Genilda foi executada a tiros pelas costas, sem qualquer chance de defesa, enquanto cumpria a rotina de levar o neto de apenas 11 anos para a escola.

O Ministério Público Estadual estará representado pelo promotor de Justiça Antônio Villas Boas. A expectativa é que a sentença seja divulgada ainda na tarde desta quinta.

Albino se encontra preso desde setembro de 2024. Relembre os júris do serial killer de Maceió: 

 

 


				Vorcaro se gabou de discursar para ministros do STF: 'Muito louco'

Em conversa interceptada pela Polícia Federal (PF), o banqueiro Daniel Vorcaro se gabou para a namorada de discursar para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Preso nesta quarta-feira (4/3), Vorcaro participou do Fórum Jurídico Brasil de Ideias, evento patrocinado pelo Banco Master, em Londres, entre os dias 24 e 26 de abril de 2024.

“Cheguei em London”, escreveu o banqueiro para a influencer e ex-repórter Martha Graeff, na manhã do dia 24 de abril de 2024. “Como assim? Eu esqueci que você ia”, respondeu a namorada. Em seguida, Vorcaro enviou uma foto. “Acabei de chegar”, contou.

Às 18h04, o banqueiro volta a dar notícias de Londres. “Amooor, acabei de dar o discurso para os ministros”, disse Vorcaro. “Wowwww. O que está acontecendo aí? Que máximo. Queria ver tudo que você faz”, respondeu a namorada.

“Eu sou muito louco. Essa realidade. Todos ministros do Brasil, do STF, do STJ etc. E euzinho discursando”, contou o banqueiro enviando sorrisos ao final das mensagens. “Muito louco, amor, a sua vida, tudo. Surreal. Parabéns”, respondeu Martha Graeff.

O evento patrocinado pelo Banco Master em Londres reuniu os ministros do STF Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet, do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, do advogado-geral da União, Jorge Messias, e do então ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta quinta-feira (5) que o Estreito de Ormuz — uma das rotas marítimas mais importantes do mundo, cujo tráfego praticamente desapareceu desde o início da guerra — está fechado apenas para navios dos Estados Unidos, de Israel, da Europa e de outros aliados ocidentais.

“Já havíamos dito anteriormente que, com base nas leis e resoluções internacionais, em tempos de guerra, a República Islâmica do Irã terá o direito de controlar a passagem pelo Estreito de Ormuz”, afirmou o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), segundo a emissora estatal IRIB.

Se embarcações pertencentes aos Estados Unidos, a Israel, à Europa “e a seus apoiadores (…) forem observadas, certamente serão atingidas”, advertiu o IRGC.

O estreito está, na prática, fechado desde que os Estados Unidos e Israel lançaram uma operação conjunta contra o Irã no sábado, o que fez os preços do petróleo dispararem e ameaça desestabilizar a economia global.

A guerra entre os Estados Unidos e o Irã se intensificou nesta quarta-feira, depois que um ataque norte-americano atingiu um navio de guerra iraniano ao largo do Sri Lanka, aprofundando uma crise que paralisou o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz pelo quinto dia consecutivo e interrompeu o fluxo vital de petróleo e gás do Oriente Médio.

O ataque do submarino norte-americano ao navio iraniano ocorreu no momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu fornecer seguro e escolta naval aos navios que exportam petróleo e gás do Oriente Médio, em uma tentativa de conter a alta dos preços da energia.

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.

O regime dos aiatolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.

Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a "ofensiva mais pesada" da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um "direito e dever legítimo".

Em resposta, Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo "é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista". As agressões entre as partes seguem neste domingo.

Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar "ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!".

 

Familiares de Henrietta Lacks, uma mulher afro-americana que teve suas células imortalizadas em 1951, entraram em acordo extrajudicial com a farmacêutica suíça Novartis. A resolução entre as partes veio após uma série de processos que a família vem movendo contra empresas da área devido ao uso amplo e sem conhecimento por anos das células de Henrietta, conhecidas como “células imortais” ou “células de HeLa”.

Ao contrário dos exemplares cultivados em laboratório, que morrem em pouco tempo, as células de HeLa se diferenciam pela capacidade de sobreviver e se dividir continuamente. Assim, elas se tornaram essenciais para descobertas biomédicas e a fabricação de vacinas, sendo utilizadas até hoje.

Apesar dos avanços na biomedicina, a doação das células foi “involuntária” – ou seja, sem o consentimento de Henrietta ou de sua família após sua morte. Mesmo sendo obtidas de uma forma anti-ética, as empresas sempre as usaram e lucraram com as descobertas proporcionadas pelos fragmentos.

Além da Novartis, os familiares entraram em acordo com a Thermo Fisher Scientific há três anos pelo uso indevido. A empresa fornece serviços estruturais para pesquisa científica.

Entenda o caso das células imortalizadas

O caso foi descrito em artigo liderado pela Universidade Estadual de Nova York, nos Estados Unidos. O relato está disponível na revista científica Jima.

Henrietta procurou o hospital Johns Hopkins pela primeira vez em 1951, queixando-se de nódulo doloroso e um sangramento vaginal – à época, esse era o único centro que atendia pacientes negros. Após a coleta de células para biópsia, o exame revelou um câncer cervical.

“A aparência do tumor era diferente de tudo que o ginecologista que a examinou já tinha visto. Antes do tratamento do carcinoma, células do tumor foram removidas para fins de pesquisa sem o seu conhecimento ou permissão, o que era procedimento padrão na época”, escreve o autor do relato do caso.

Meses depois, a mulher faleceu. Já as amostras celulares continuaram em posse dos médicos, que passaram a estudá-las. Eles descobriram a capacidade de sobrevivência e multiplicação das células e as guardaram.

Anos depois, a família de Henrietta foi procurada para o mapeamento dos genes e entender melhor o mecanismo por trás da divisão contínua. Foi quando eles tomaram conhecimento do uso indevido das células em pesquisas científicas por anos.

Para se ter uma ideia, Jonas Salk, médico reconhecido por criar a primeira vacina eficaz contra a poliomielite, utilizou as células para o desenvolvimento do imunizante. Segundo o portal norte-americano IFL Science, uma estimativa de 2011 apontou que mais de 50 milhões de toneladas de células imortais foram produzidas em mais de 60 mil pesquisas científicas sem consentimento.

Apesar de reconhecer que as células de HeLa salvaram muitas vidas, a família segue buscando reparação dos lucros obtidos indevidamente pelas empresas durante muitos anos.

O ator José Dumont foi preso na manhã desta quarta-feira (4), na zona sul do Rio de Janeiro, após condenação definitiva pelo crime de estupro de vulnerável.

O caso remonta a 2022. Segundo registros do processo, o ator levou para seu apartamento um menino de 11 anos, filho de uma ambulante que trabalhava nas proximidades do prédio onde ele residia.

O artista, que mudou-se para São Paulo ainda jovem, trabalhou como carteiro e tentou ser marinheiro até descobrir sua vocação.

Ele iniciou sua história profissional no teatro, nos anos 1970, e no final daquela década deu início a uma longa e premiada trajetória no cinema. Um de seus primeiros trabalhos foi em "Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia" (1977), de Hector Babenco, clássico do cinema nacional, no qual interpretou o assassino do protagonista, vivido por Reginaldo Faria.

Reprodução / Instagram

 

De lá para cá, já esteve no elenco de cerca de 40 filmes, entre eles "Gaijin - Os Caminhos da Liberdade", de Tizuka Yamazaki (1980), que lhe rendeu o Kikito de melhor ator coadjuvante no festival de Gramado" e "O Homem que Virou Suco" (1981), de João Batista de Andrade. Foi premiado mais uma vez em Gramado e também no Festival de Brasília e de Huelva, na Espanha.

Ele já revelou ter se alfabetizou através da literatura de cordel, também participou de filmes fundamentais como "Memórias do Cárcere" (1984), dirigido por Nelson Pereira dos Santos, e "Morte e Vida Severina" (1977), sob o comando de Zelito Viana, além de "A Hora da Estrela", de Suzana Amaral.

Dividiu o set com Didi, Dedé, Mussum e Zacarias nas comédias de Os Trapalhões, nos anos 1980 e, mais recentemente, interpretou o empresário de duplas caipiras Miranda, de "Dois Filhos de Francisco". Por este papel, tornou-se Melhor Ator Coadjuvante do Grande Prêmio Brasileiro de Cinema, em 2006.

José Dumont, com sobrenome afrancesado por um erro no registro em cartório (era para ser Do Monte), também fez carreira na TV. Seu currículo inclui novelas e séries de estilos variados -de "Bandidos da Falange" (Globo), nos anos 1980, a Os Mutantes, na Record, no início dos anos 2000, passando por Terra Nostra, Brava Gente, Mandacaru e Pantanal (foi o pai de Juma Marruá na primeira versão, em 1990).

O trabalho mais recente do ator na TV foi em 2021, quando interpretou na Globo o Coronel Eudoro, na novela "Nos Tempos do Imperador".

CRIME - Set.2022

Mãe de adolescente de 12 anos diz querer justiça após denunciar o ator José Dumont. Ela afirmou à TV Record que o filho teria sido abordado após pedir dicas de atuação.

Caso passou a ser investigado pela DCAV (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima).

Out.2022

A DCAV do Rio pediu à Justiça a prisão preventiva de José Dumont.

Jul.2023

Dez.2025

Globo corta 95% das cenas de José Dumont na reprise de "Terra Nostra" (1999). Na novela, ele interpretava Batista, funcionário de Gumercindo (Antonio Fagundes).

 

O general Ali Mohammad Naeini, porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), prometeu que os ataques retaliatórios do Irã contra os Estados Unidos e Israel “serão ainda mais devastadores”. Naeini disse também que os mísseis iranianos foram modernizados e “são mais avançados do que os usados ​​na guerra do ano passado”.

A referência é sobre a da guerra de 12 dias, em junho de 2025, entre Irã e Israel, que deixou 963 mortos em mais de 2 mil ataques, além de quase 8 mil feridos e 700 presos. O cessar-fogo foi negociado com os Estados Unidos. Israel justificou o ataque como uma ação preventiva contra bombas nucleares iranianas.

“Os inimigos devem esperar ataques contínuos do Irã. […] Os portões do inferno se abrirão cada vez mais para os EUA e o regime sionista”, afirmou o porta-voz do Irã.

Segundo a declaração, divulgada pela Tasnim, agência de notícias semi oficial iraniana, nessa terça-feira (3/3), o general disse que ataques do Irã contra alvos em territórios ocupados por Israel e bases norte-americanas na região, durante a Operação Verdadeira Promessa 4, “superou as expectativas do inimigo e os pegou de surpresa”.

A agência informou ainda que um destróier americano, que estava reabastecendo em um navio-tanque, no Oceano Índico, a cerca de 650 quilômetros da costa sul do Irã, foi atingido por mísseis da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), segundo o comunicado. Um caça F-15 dos EUA também teria sido abatido, sobre a região da fronteira entre o Irã e o Kuwait.

Ainda na terça-feira, a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) informou que mais de 650 militares norte-americanos foram mortos ou feridos nos dois primeiros dias da operação retaliatória iraniana.

Leia a matéria completa em Metrópoles

 

Uma pesquisa publicada em 17 de fevereiro na revista Scientific Reports indica que canhotos tendem a ser mais competitivos e menos propensos a evitar confrontos por ansiedade. O trabalho foi conduzido por especialistas do Departamento de Psicologia da Universidade de Chieti-Pescara, na Itália.

Hoje, cerca de 10% da população mundial é canhota. Apesar de representarem uma parcela menor, essas pessoas nunca deixaram de existir e os cientistas queriam entender por quê.

A ideia era investigar justamente por que a preferência pela mão esquerda persiste ao longo da evolução humana, mesmo com a predominância de destros na maior parte do mundo.

Como o estudo foi feito

Para investigar a relação entre lateralidade — preferência motora e funcional pelo uso de um lado do corpo — e traços psicológicos, os pesquisadores analisaram mais de 1,1 mil voluntários.

Os participantes responderam questionários destinados a identificar preferência manual, motivação e características de personalidade. A partir das respostas, foi calculado o chamado quociente de lateralidade, um indicador que mede o grau de dominância de uma das mãos.

Em uma segunda etapa, foram selecionados indivíduos com forte predominância manual (483 destros e 50 canhotos) para responder a novas avaliações focadas em espírito competitivo, ansiedade e sintomas depressivos.

Os resultados mostraram que os canhotos apresentaram índices maiores de hipercompetitividade, além de demonstrarem menor tendência a evitar disputas por receio ou insegurança.

Para verificar se essa diferença poderia estar relacionada a habilidades motoras, alguns dos voluntários participaram de um teste prático em laboratório. A atividade era encaixar nove pinos em um tabuleiro no menor tempo possível usando só uma mão.

Entretanto, o desempenho não confirmou a superioridade física dos canhotos. Entre os 24 destros avaliados nessa fase, quase metade foi mais rápida do que os participantes canhotos. Isso sugere que o diferencial não está na destreza manual, mas na disposição mental para competir.

Explicação evolutiva

Os pesquisadores afirmam que os resultados dão suporte à chamada estratégia evolutivamente estável. A teoria da biologia evolutiva propõe que uma característica pode se manter ao longo do tempo mesmo sendo minoritária quando oferece alguma vantagem em determinadas situações.

No caso da lateralidade, a maioria destra pode ter sido favorecida em contextos que exigem cooperação e padronização dentro de grupos grandes. Por outro lado, ser canhoto poderia representar um benefício em disputas individuais, principalmente em cenários competitivos, nos quais agir de forma menos previsível pode fazer diferença.

Essa combinação de vantagens distintas ajudaria a explicar por que o canhotismo, embora presente em uma parcela menor da população, nunca desapareceu ao longo da história humana.

Um homem de 44 anos foi sequestrado e jogado dentro do Rio Piracicaba, nessa quarta-feira (3/3), após importunar a própria sobrinha grávida, de 16 anos, durante uma confraternização familiar, no interior de São Paulo. O companheira da adolescente, de 32 anos, foi preso e um jovem apreendido por atacarem o indivíduo.

Segundo o boletim de ocorrência, o caso ocorreu durante uma festa de família, no bairro Jardim São Francisco, em Piracicaba. O importunador teria ingerido bebida alcoólica e passado a mão no cabelo e no corpo da própria sobrinha adolescente. A vítima, que relatou aos policias ter ficado assustada, ligou para o companheiro, que foi até o local acompanhado de um amigo de 17 anos para agredir o suspeito.

O tio foi agredido com socos, chutes e foi sequestrado pelos agressores. Ele teve os pés e mãos amarrados, foi colocado no porta-malas de um veículo, atacado com uma faca e arremessado no Rio Piracicaba. Em depoimento à polícia, o parceiro da adolescente de 16 anos afirmou que tinha a intenção de matar o importunador.

Apesar da tentativa de homicídio, o homem sobreviveu após se desamarrar e pedir por socorro. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados e socorreram o suspeito ao Hospital Fornecedor de Cana (HFC), onde ele permanece internado.

Após buscas, os policiais localizaram os envolvidos no sequestro, que logo confessaram o crime. O homem de 32 anos afirmou que recebeu uma ligação da companheira, que estava assustada ao ser assediada pelo tio embriagado, e foi preso. O adolescente também admitiu participação e foi apreendido. Eles foram encaminhado ao 2º Distrito Policial de Piracicaba, onde permanecem à disposição da Justiça.

Procurado pela reportagem, o hospital não divulgou mais informações sobre o estado de saúde do tio. O homem deve ser investigado pela acusação de importunação.

 

 

mulher-que-morreu-em-acidente-de-carro

A mulher de 25 anos que morreu em um acidente de moto na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia) foi identificada como Karla Thaynnara Nogueira. Nas redes sociais, ela tinha mais de 43 mil seguidores. Ela era motociclista, enfermeira e mãe. Ao ver o acidente fatal, o pai da vítima, o policial militar José Carlos Andrade Nogueira, tirou a própria vida.

Vídeo:

José Carlos era soldado reformado da PMDFA mulher teria sido atropelada por um caminhão, após perder o controle da motocicleta ao colidir com um veículo. O grave acidente ocorreu na manhã desta terça-feira (3/3) próximo ao viaduto Ayrton Senna, na Epia.

O pai dela, um policial militar que também pilotava uma moto, passava pelo local no momento do acidente. Ao ver a filha, ele teria tirado a própria vida, segundo testemunhas.

Imagens:

Quem era a filha do PM que morreu ao ver acidente fatal na Epia - destaque galeria
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Ela era motociclista

Filha e o pai, policial militar
Foto nas redes sociais
José Carlos, soldado da reserva
Postagem nas redes sociais

De acordo com as informações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a vítima morreu no local do acidente. Segundo a ocorrência, a jovem perdeu o controle da motocicleta após colidir com um veículo, caiu na via e foi atingida por um caminhão que vinha atrás.

A polícia ainda informou que as equipes que atendiam a ocorrência tentaram intervir para impedir a ação do pai. A ocorrência foi registrada na delegacia para as providências cabíveis.

Os rins trabalham silenciosamente todos os dias filtrando o sangue, eliminando toxinas e regulando o equilíbrio de líquidos e minerais no corpo. Mas um hábito cotidiano pode influenciar diretamente essa função: o que colocamos no copo.

Algumas bebidas ajudam a preservar o funcionamento dos rins, enquanto outras, quando consumidas com frequência ou em excesso, podem aumentar o risco de sobrecarga, formação de cálculos renais e até doenças crônicas.

Descubra quais são as melhores e piores bebidas para a saúde dos rins - destaque galeria
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Mais de 10% da população mundial tem doença renal

Os rins têm a função de manter o equilíbrio hídrico e de sais do corpo
As frutas têm propriedades que beneficiam a saúde dos rins

Abaixo, veja quais merecem atenção:

Bebidas que podem favorecer a saúde dos rins

Água

A hidratação adequada continua sendo a principal aliada dos rins. A água ajuda a diluir substâncias presentes na urina, reduzindo o risco de formação de pedras nos rins e facilitando a eliminação de resíduos metabólicos.

Manter uma ingestão regular de líquidos ao longo do dia também contribui para o equilíbrio da pressão arterial — fator importante para a saúde renal.

Água com limão ou frutas naturais

Bebidas simples à base de água e frutas podem oferecer benefícios adicionais. O limão, por exemplo, contém citrato, substância associada à redução da formação de certos tipos de cálculos renais.

Essas opções também ajudam a aumentar a ingestão de líquidos de forma mais agradável, sem excesso de açúcar.

Getty ImagesImagem colorida de dois copos de água com limão
O consumo diário pode auxiliar na digestão

Chás naturais sem açúcar

Chás como camomila, erva-doce e hortelã podem contribuir para a hidratação e, em geral, não sobrecarregam os rins quando consumidos de forma moderada.

Além disso, muitas dessas infusões apresentam compostos antioxidantes que ajudam a reduzir processos inflamatórios no organismo.

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Ele abrange aspectos físicos, mentais e sociais

Faça substituições inteligentes na dieta para comer mais saudável
Praticar atividade física é essencial
 Os exercícios ajudam as pessoas a viver de forma mais equilibrada, saudável e feliz
O bem-estar contribui para a prevenção de doenças e melhora a qualidade do sono

Bebidas que podem prejudicar a saúde dos rins

Refrigerantes

O consumo frequente de refrigerantes, especialmente os que contêm ácido fosfórico e grandes quantidades de açúcar, tem sido associado a maior risco de doença renal crônica e formação de cálculos renais.

Além disso, bebidas açucaradas contribuem para obesidade e diabetes — dois fatores importantes de risco para problemas renais.

Bebidas alcoólicas em excesso

O álcool pode provocar desidratação e alterar o equilíbrio de eletrólitos no organismo, aumentando a carga de trabalho dos rins. Em consumo elevado e frequente, também pode contribuir para elevação da pressão arterial.

Bebidas ultraprocessadas e energéticos

Energéticos e bebidas altamente industrializadas costumam concentrar cafeína, açúcar e aditivos em níveis elevados. O consumo excessivo pode aumentar a pressão arterial, causar sobrecarga metabólica e afetar o funcionamento renal ao longo do tempo.

Equilíbrio é a chave

Isso não significa que qualquer consumo ocasional dessas bebidas represente risco imediato. O problema geralmente está no padrão habitual de consumo.

De forma geral, é importante priorizar água, limitar bebidas açucaradas e moderar o consumo de álcool e cafeína. Esses cuidados simples ajudam não apenas os rins, mas também a saúde cardiovascular e metabólica como um todo.

No fim das contas, aquilo que parece um detalhe cotidiano, como escolher entre água e refrigerante, pode ter impacto direto na saúde dos rins ao longo dos anos.

O Exército de Israel disse nesta terça-feira (3) que fez um "ataque em larga escala" contra um grande complexo militar do Irã, que abrigava quartéis-generais de todas as organizações de segurança do país.

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.

O regime dos aiAtolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.

Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a "ofensiva mais pesada" da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um "direito e dever legítimo".

Em resposta, Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo "é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista". As agressões entre as partes seguem neste domingo.

Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar "ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!".

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