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Apoiadores de Bolsonaro fazem carreata no 7 de Setembro em Palmeira dos Índios

 

 

Vestidos de verde e amarelo e carregando bandeiras, manifestantes se reuniram na Avenida Vieira de Brito, em Palmeira dos Índios, Agreste de Alagoas, em protesto a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta terça-feira (07), dia da Independência do Brasil.

A concentração ocorreu nas proximidades do viaduto, saída para Arapiraca. Carros de som tocavam o Hino Nacional e músicas enaltecendo Bolsonaro. Em seguida, os manifestantes saíram em carreta pelas principais avenidas e encerraram o ato na Praça da Independência.

Discurso do presidente em Brasília

Em sua fala na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, Bolsonaro disse que não vai aceitar “que qualquer autoridade usando a força do poder passe por cima da Constituição”. “Nós também não podemos continuar aceitando que uma pessoa específica da região dos Três Poderes continue barbarizando a nossa população”, disse o presidente em referência ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Superior Tribunal Federal).

Fonte: Todo Segundo.

INSS: mais de 7 milhões ainda não fizeram a prova de vida

 

 

Passados dois meses após a retomada da obrigatoriedade da prova de vida, mais de 7,3 milhões de beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) ainda não realizaram o procedimento.

Segundo o órgão, desde o ano passado, 28,7 milhões de pessoas de um total de 36 milhões já comprovaram que estão vivas para continuar recebendo a aposentadoria, pensão ou auxílios.

A prova de vida deve ser feita todos os anos para evitar fraudes nos benefícios nas agências bancárias e do INSS. Basta ir à agência bancária portando um documento com foto, comprovante de residência e cartão do banco no qual tem conta. A comprovação pode ser realizada também por biometria facial nos aplicativos "Meu INSS" e "Meu gov.br" para quem já foi cadastrado.

Quem tem o vencimento em setembro e outubro de 2020 tem até o último dias deste mês para realizar o procedimento. Já os segurados com vencimento em novembro e dezembro do ano passado devem provar vida até 31 de outubro. A partir daí, o benefício poderá ser bloqueado, suspenso e, em última instância, cessado.

Veja o cronograma completo

De março de 2020, no início da crise sanitária, a 1º de junho de 2021, os bloqueios ficaram paralisados em função da pandemia, ou seja, mesmo se a pessoa não foi ao banco onde tem conta ou em uma agência do instituto, ela continuou recebendo o benefício.

No mês seguinte, em julho, o Congresso Nacional aprovou projeto de lei que criou alternativas para a prova de vida e suspendeu novamente a rotina de bloqueios até 31 de dezembro de 2021.

Na sexta-feira (3), porém, o Diário Oficial da União trouxe o veto do presidente Jair Bolsonaro justamente ao artigo que tratava da suspensão dos bloqueios.

“Em que pese a boa intenção, a proposta contraria o interesse público”, justifica Bolsonaro em seu veto. “Existem diversos meios para a prova de vida, inclusive com prazo escalonado. A suspensão implicaria a manutenção e o pagamento indevido de benefícios que deveriam ser cessados.”

O veto ainda pode ser derrubado no Congresso, mas, por enquanto, o calendário de comprovação segue valendo.

Ruído na comunicação

Para o advogado e professor de Direito Previdenciário Theodoro Vicente Agostinho, as constantes mudanças de decisões acabam por confundir os segurados do INSS.

“Os avanços na lei são louváveis, mas discordo da justificativa ao veto. Quando se suspende algo que já estava paralisado e que foi amplamente noticiado, há confusão na cabeça das pessoas. Nem todos têm acesso às informações completas. O INSS tem condições de fiscalizar eventuais fraudes”, avalia.

De acordo com o instituto, apenas dois benefícios foram cessados de 2020 até agora. O procedimento ocorreu em março de 2020, período pré-pandemia.

Entre os avanços que a nova legislação (Lei 14.199/21) trouxe e que foram mantidos pelo presidente estão:

- atendimento domiciliar para acamadas, hospitalizadas, com dificuldades de locomoção ou que sejam maiores de 80 anos, que não possuam procurador ou representante legal cadastrado

- atendimento facilitado do banco onde esteja o pagamento;

- gratuidade das ligações telefônicas à Central 135.

Ainda conforme Agostinho, a pandemia por si só já é motivo suficiente para a suspensão da rotina de bloqueios até dezembro, conforme o entendimento do Congresso.

“Temos a variante delta do novo coronavírus, uma quantidade imensa de idosos [mais vulneráveis à cepa, conforme especialistas], problemas de locomoção no serviço público”, critica. “E, insisto, é difícil comparar São Paulo com os rincões que a gente tem no Brasil”, complementou, frisando os ruídos na comunicação com as idas e vindas em relação às decisões sobre a prova de vida.

Fonte: R7.

Venda de remédios para dormir cresce no país durante pandemia

 

 

A pandemia da covid-19 mexeu com a saúde mental das pessoas aumentando o número de casos de depressão, ansiedade e estresse e, consequentemente, os problemas com o sono cresceram no Brasil. Isso pode ser visto pela alta na venda de remédios para dormir controlados por meio de receitas médicas.

De acordo com dados da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a compra do medicamento com a droga hemitartarato de zolpidem, um dos mais populares, cresceu desde o começo da crise sanitária em todos os estados do país. Em 2019, foram vendidas 8,16 milhões de caixas ou frascos do medicamento. Em 2020, o número foi para 8,73 milhões e, em 2021, já há o registro de 4,85 milhões conmercializados.

A pandemia aumentou uma tendência que acontecia desde de 2011, já que daquele ano até 2018, as vendas do zolpidem cresceram 560%. "A dinâmica que a pandemia trouxe e ainda traz mexeu com o sono das pessoas. As causa vão desde isolamento social, modificação da rotina, medo, incertezas, até aumento do trabalho aumento do uso de telas, televisão, no celular o que piora a condição do sono. Além do aumento do consumo de álcool, o que atrapalha a qualidade do sono são bebidas estimulantes para conseguir produzir cada vez mais", explica a psicóloga Ksady Sousa, responsável pela start up SleepUp.

Para a médica Dalva Poyares, pesquisadora do Instituto do Sono de São Paulo e professora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o uso de remédios para as pessoas que começaram a apresentar o problemas durante a pandemia pode representar mais danos à saúde do que solução para a dificuldade de dormir.

"Muitas dessas insônias, não são bem insônias. Elas estão relacionadas, por exemplo, ao distúrbio do ritmo do sono. A ideia da pessoa economizar aquela hora que ela pegava o transporte para dormir uma hora a mais, ela tende a dormir e acordar mais tarde. Só que, quando ela quer voltar a dormir na hora certa, tem dificuldade para iniciar o sono, por exemplo. Na verdade isso é uma queixa de insônia, mas não é o distúrbio. E está se tratando isso com remédio para dormir, quando deveria ser tratado com regulador de ritmo", alerta a médica.

As especialistas deixam claro que os remédios para dormir são aconselháveis em casos de distúrbio do sono, mas é necessário um acompanhamento de perto de profissionais que vão controlar os efeitos colaterais, a quantidade de medicamentos e o tempo de uso necessário.

"As pessoas que têm distúrbio de insônia crônica precisam de remédios, principalmente se o paciente estiver em sofrimento, com prejuízo devido a falta de sono, ou se associada com outras doenças. Existe um arsenal de drogas, mas devem ser usadas com parcimônia. Começar com a menor dose possível e ir observando os efeitos. Mas, na pandemia, também aumentou muito o abuso de remédios", lamenta Dalva.

Ksday acrescenta, ainda, que os remédios não podem ser vistos como vilões. "As medicações são importantes, necessárias, principalmente em quadros agudos ou quando há um quadro psiquiátrico associado. Elas têm um tempo de uso. Quando são usadas com prescrição médica, com acompanhamento, respeitando a posologia, ela é segura. A gente não precisa colocá-las como uma coisa ruim", ressalta a psicóloga.

88,4% começou com remédios há mais de 3 meses

Em fevereiro, a SleepUp, startup focada no tratamento de insônia, fez uma pesquisa com 533 pessoas para avaliar como estava a qualidade do sono. Mais de 13% dos entrevistados disseram que tomavam medicamentos para dormir, sendo 71% mulheres e 29% homens. Dos que usavam atualmente, 88,4% tinham começado a tomar há mais de três meses, sendo que 44,2% tomavam há mais de um ano. Das pessoas que usavam os fármacos, 35% faziam sem prescrição médica.

As medicações têm efeitos colaterais que vão desde sonolência, que é o mais comum, até  alteração de consciência, memória, dependência e tolerância, que é quando a medicação deixa de ser suficiente e a pessoa vai aumentando cada vez mais o uso para dormir. O uso sem acompanhamento médico pode agravar os problemas.

"Há também a chance de criar uma dependência psicológica. O paciente com insônia, muitas vezes acha que não é capaz mais de dormir sozinho e começa a usar a medicação como um comportamento de segurança para ele", observa Ksady.

Os médicos sugerem que o tratamento mais indicado para cuidar dos problemas do sono é a terapia cognitiva comportamental, que vai descobrir as causas da insônia. "Essa terapia inclui medidas que são adequadas para que a pessoa funcione bem durante o dia e dorma melhor à noite. Vai aprender a lidar com a angústia de não dormir, o que fazer se acordar à noite e, o mais importante, aprender a regular o sono", diz Dalva.

"Até dois anos atrás só era possível fazer essa terapia com profissionai e ao custo que não era acessivo para a maioria da população. Hoje é possível fazer por meios digitais. Mas não é qualquer aplicativo. O ideal é perguntar ao médico qual o aplicativo ou tratamento disponível na internet que é validado e é sério", acrescenta a médica.

A psicóloga acrescenta: "O formato digital facilita o acesso pelo custo e pela acessibilidade, já que todo mundo tem celular. Tem sido uma saída para manejar os casos de insônia, principalmente as mais crônicas associadas a alguma comorbidade."

Mas a médica do Instituto do Sono ressalta que a mesma conduta não vale para todo mundo. "Cerca de 20% das pessoas não respondem bem à terapia cognitiva. O uso de qualquer  tratamento deve ser estudado, é necessário saber qual é o tipo da insônia, se tem depressão junto, a idade, se tem alguma outra doença. Antes era um tratamento para todos. Hoje, com a evolução da ciência, caminhamos para a medicina de precisão. É um tratamento para cada pessoa", completa Dalva Poyares.

Fonte: R7.

6ª e 7ª parcelas do auxílio emergencial vêm aí! Veja calendário

 

 

Ao todo 45,6 milhões de brasileiros devem receber a 6ª parcela do Auxílio Emergencial. Todos os depósitos serão concluídos até 3 de outubro. Em setembro é quando começa a sexta rodada de pagamentos. Além disso, o cronograma já aponta o início da sétima parcela do benefício.

Lembrando que recebem o benefício os cidadãos que já estavam cadastrados em dezembro de 2020. Os cadastrados no CadÚnico e beneficiários do Bolsa Família também têm direito.

Os valores variam entre R$ 150 e R$ 375 por segurado. Sendo que a média de recebimento é de R$ 250. O mínimo é pago para quem vive sozinho e o máximo para mulheres chefes de família monoparental.

Dinheiro em conta digital

O valor do Auxílio Emergencial é depositado na conta Poupança Social Digital da Caixa. Para consultar a conta é preciso acessar o aplicativo Caixa Tem.

Por meio do app o cliente pode realizar pagamentos, transferências e outros serviços. O valor depositado estará disponível para saque em data futura.

Cronograma das 5ª, 6ª e 7ª parcelas do Auxílio Emergencial:

Fonte: Todo Segundo.

Alagoas já vacinou quase 80% da população com a 1ª dose contra a Covid-19

 

 

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) já vacinou 79,21% da população adulta alagoana com a primeira dose do imunizante contra o novo coronavírus. No dia 31 de agosto, o Estado havia vacinado 74,26% das pessoas com 18 anos ou mais. Isso significa que, em três dias, Alagoas imunizou 52.423 pessoas com a primeira dose da vacina, totalizando 1.826.448 pessoas. Apesar desse avanço, a Sesau orienta a população alagoana a continuar seguindo as restrições sanitárias.

Alagoas figura acima da média nordestina com relação à vacinação tanto para a primeira dose, quanto para a segunda. A média de pessoas vacinadas com a primeira dose no Nordeste é de 72,66%. Já a média nordestina de pessoas com os esquema vacinal completo, ou seja, com as duas doses da vacina ou com a vacina de dose única, é de 31,17%, enquanto Alagoas já completou o esquema vacinal de 35,93% da população vacinável, que corresponde a 853.370 pessoas.

Este número de pessoas com o esquema vacinal completo também reflete o avanço na vacinação dos alagoanos. Duas semanas atrás, Alagoas atingiu a marca dos 30% de pessoas com as duas doses da vacina ou com a vacina de dose única e, na última sexta-feira (3), esse número ultrapassou os 35%. Isso significa que 136.516 alagoanos foram vacinados com a segunda dose da vacina só nos últimos 14 dias.

O secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, comemora o avanço da vacinação, mas pede que a população não se descuide com relação às medidas restritivas. “Com a confirmação dos novos casos da variante delta em Alagoas, precisamos ficar atentos e lembrar que não podemos afrouxar os cuidados. Então devemos usar a máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e atender ao chamado para as duas doses da vacina. Só assim venceremos o coronavírus, mesmo diante da variante delta”, afirma o secretário.

Balanço – Até agora, Alagoas recebeu do Ministério da Saúde 3.459.550 doses das vacinas CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen. No total, o Programa Nacional de Imunização (PNI) em Alagoas, órgão vinculado à Sesau, já distribuiu 3.085.644 doses de vacinas para os 102 municípios.

Desde o início da Campanha Estadual de Vacinação em Alagoas, em 19 de janeiro deste ano, foram aplicadas 2.679.818 doses. Deste total, 1.826.448 de pessoas tomaram a primeira dose (D1) e 853.370 já foram imunizadas com a segunda dose (D2) e dose única (DU).

E para que a luta contra a Covid-19 seja efetiva é preciso continuar atento aos cuidados no combate à Covid-19, inclusive para evitar a proliferação de novas variantes. Por isso, não esqueça:

– Use máscara ao sair de casa;

– Respeite os protocolos de distanciamento social;

– Lave suas mãos com frequência. Use sabão e água ou álcool em gel;

– Evite tocar os olhos, nariz ou boca;

– Cubra nariz e boca com o braço dobrado ou um lenço ao tossir ou expirar;

– Fique em casa se você se sentir indisposto;

– Procure atendimento médico se tiver febre, tosse e dificuldade para respirar.

Fonte: Todo Segundo.

Acidentes de trânsito deixam quatro mortos no Agreste e Sertão de Alagoas

 

 

Três acidentes de trânsito deixaram quatro pessoas mortas, nesse domingo (5), no Agreste e Sertão de Alagoas.

O primeiro sinistro ocorreu entre as cidades de Girau do Ponciano e Campo Grande. O condutor de uma motocicleta colidiu na lateral de uma viatura da Polícia Militar (PM), que sinalizava a via devido a outra colisão envolvendo um veículo de passeio e o carroção de um trator.

O segundo, registrado próximo ao Residencial Brisa do Lago, em Olho d´Água dos Cazuzinhos, deixou o passageiro de um Celta prata morto e outras quatro pessoas feridas. O acidente aconteceu quando o Celta, que estava parado no acostamento, fez o retorno para seguir em direção à cidade de Girau do Ponciano e um Cobalt o atingiu na lateral.

Os motoristas dos veículos e dois ocupantes do Cobalt foram socorridos. Não há, ate o momento, informação sobre o estado de saúde das vítimas e para qual unidade de saúde foram conduzidas.

Já o terceiro acidente aconteceu na cidade de Delmiro Gouveia. Uma colisão entre duas motos resultou na morte de duas pessoas e deixou uma gravemente ferida. A sobrevivente, por sua vez, foi socorrida até um hospital da região, mas o estado de saúde dela não foi divulgado.

Fonte: Gazetaweb.

Trabalhadores sem-terra interditam BR-104, em União dos Palmares

 

 

Um grupo de sem-terra bloqueou, no início da manhã desta segunda-feira (06), a BR-104, km 36, em União dos Palmares.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a via ficou totalmente interditada devido ao protesto, cuja causa é revindicação de moradias.

Os manifestantes colocaram pneus e galhos de árvore nos dois lados da pista e atearam fogo, para chamar a atenção de condutores e de órgãos públicos.

Uma equipe da PRF foi acionada ao local da ocorrência, a fim de controlar o trânsito.

Uma guarnição da Polícia Militar (PM) também foi acionada para dialogar com os manifestantes, que liberaram a rodovia por volta das 09h10. Ficou acertada uma reunião para a próxima quarta-feira (08), entre os trabalhadores e o Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral).

Fonte: Gazetaweb.

Ações por assédio sexual no trabalho crescem 21% no 1º semestre de 2021

 

 

Mesmo em meio à pandemia de Covid-19, que fez muitas empresas adotarem o modelo de home office, o número de ações relacionadas ao assédio sexual no ambiente de trabalho cresceu. De acordo com dados do Tribunal Superior do Trabalho (TST), houve um aumento de 21% em processos do gênero no primeiro semestre de 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo o levantamento, foram registradas 27.390 ações sobre assédio sexual nas Varas do Trabalho, entre janeiro de 2015 e junho de 2021. Só nos primeiros seis meses deste ano, foram abertos 1.477 processos. No ano passado, no mesmo período, foram cerca de 1,1 mil.

É necessário lembrar que, na maioria das vezes, as vítimas não procuram a Justiça, e, por isso, o número de casos de assédio sexual no trabalho deve ser ainda maior.

Os setores de comércio, serviços e indústria lideram a lista de ações e, juntos, somam 14.687 casos.

Os setores de comércio, serviços e indústria lideram a lista de ações e, juntos, somam 14.687 casos. Veja a lista abaixo:

  1. Serviços Urbanos – 184
  2. Administração Pública – 221
  3. Empresas de Processamento de Dados – 275
  4. Agropecuária, Extração Vegetal e Pesca – 348
  5. Seguridade Social – 405
  6. Educação, Cultura e Lazer – 650
  7. Serviços Domésticos – 729
  8. Sistema Financeiro – 790
  9. Comunicações – 857
  10. Transporte – 1.027
  11. Turismo, Hospitalidade e Alimentação – 2.088
  12. Indústria – 3.871
  13. Serviços Diversos – 4.853
  14. Outros – 5.129

Fonte: Todo Segundo.

Crédito imobiliário da Caixa bate recorde em agosto

 

 

O crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal bateu recorde em agosto. O banco, que concentra cerca de dois terços do crédito para o setor em todo o país, registrou a contratação de cerca de R$ 14 bilhões no mês passado, alta de 33,3% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Este foi o maior volume de empréstimos imobiliários da instituição financeira em um único mês. O recorde anterior havia sido registrado em junho deste ano, quando as contratações haviam alcançado R$ 13,1 bilhões.

A maior parte dos empréstimos imobiliários em agosto foi contratada com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que totalizou cerca de R$ 9 bilhões em agosto, com alta de 70,1% em relação a agosto de 2020. Destinado a famílias com renda mensal a partir de R$ 5 mil, o SBPE financia a compra de até 80% do valor do imóvel, com 35 anos para pagar.

Na comparação com 2019, a alta é ainda maior. O volume de contratações cresceu 208,5% em relação a agosto do ano retrasado. Os empréstimos com recursos do SPBE saltaram 301,7% na mesma comparação.

Com o resultado de agosto, a Caixa emprestou R$ 91,1 bilhões no crédito imobiliário a cerca de 1,6 milhão de mutuários em 2021. No ano, o banco financiou 406 mil novas unidades habitacionais e 1.633 novos empreendimentos, alta de 21,1% em relação aos oito primeiros meses de 2020.

Com 67% de participação no crédito imobiliário, a Caixa é líder na concessão de crédito para o setor no país. A carteira de crédito habitacional, que registra todos os empréstimos em estoque, soma R$ 534,6 bilhões e 5,7 milhões de contratos assinados.

Fonte: Gazetaweb.

Semana Brasil 2021 começa nesta sexta com descontos de até 70%

 

 

Começa nesta sexta-feira (3) a terceira edição da Semana Brasil. Até o dia 13, empresas de comércio e de varejo farão ofertas e promoções com o objetivo de movimentar a economia brasileira, estimular o consumo e gerar empregos.

Como nos anos anteriores, a Semana Brasil ocorre junto com as comemorações da Semana da Pátria, quando é celebrada a Independência do Brasil, no dia 7 de setembro. O tema deste ano é “Vamos em frente com cuidado e confiança”. A iniciativa é uma parceria do governo federal com o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), a Associação Comercial de São Paulo e o apoio de diversas entidades.

De acordo com o IDV, a pandemia teve impacto em todos os setores da economia e modificou a relação com o consumo, tornando-o mais racional e menos emocional. “As pessoas estão mobilizadas para salvar negócios e empregos, alguns indicadores têm mostrado uma reação da economia e há uma demanda reprimida”, disse Marcelo Silva, presidente do instituto.

Semana Brasil

Criada em 2019, a Semana Brasil é baseada em três pilares: colaboração, otimismo e oportunidade. Um dos objetivos da campanha é celebrar a Independência do Brasil, estimulando o patriotismo e o aquecimento da economia, por meio de promoções e ofertas no comércio. Segundo a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), a expectativa do governo é de que o evento apresente melhores resultados em relação aos anos anteriores.

Fonte: Gazetaweb.

Operação aeronaval reúne 830 militares das três Forças no Rio

 

 

Uma operação aeronaval integrada reúne 830 militares do Exército, da Marinha e da Força Aérea na costa do Rio de Janeiro. O exercício acontece no âmbito da Operação Poseidon 2021, que começou no dia 28 de agosto e prossegue até o próximo dia 4, com exercícios de pouso e decolagem no Navio Aeródromo Multipropósito (NAM) Atlântico.

Além da capacitação no pouso, os militares realizam exercícios de infiltração de mergulhadores de combate, evacuação aeromédica (Evam) de feridos e tiro real sobre alvo à deriva. O treinamento conjunto foi proposto pelo Ministério da Defesa e tem por finalidade o aumento contínuo da interoperabilidade entre as Forças.

O exercício foi acompanhado, nesta quinta-feira (2), pelo ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, pelo comandante da Marinha, almirante de esquadra Almir Garnier, e pelo almirante de esquadra Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa.

O segundo objetivo, ressaltou o chefe de Operações Conjuntas, é fazer com que as Forças Armadas estejam prontas a atender alguma demanda do Estado brasileiro, incluindo possíveis assistências humanitárias internacionais ou missões de resgate.

Submarinos

Tanto Garnier quanto Petronio ressaltaram a chegada à esquadra brasileira do primeiro submarino da nova família, o Riachuelo, que deverá ser entregue ainda em dezembro deste ano em condições plenas de operação.

Depois do Riachuelo, virão outros três submarinos convencionais e, finalmente, o submarino de propulsão nuclear, que colocará o Brasil no seleto grupo de países com capacidade de produzir submarinos com essa característica tática avançada.

“Submarino [de propulsão] nuclear construiremos, esse é o nosso lema. É o nosso grande gol. É um desafio. Estamos trabalhando na fronteira do conhecimento. Não é construir, mas desenvolver um submarino”, disse Petronio.

“O Riachuelo está em avaliação operacional, não é mais teste de engenharia. No ano que vem ele estará operando com a nossa esquadra. Vai trazer um novo patamar de operação de submarinos, porque é um equipamento muito mais moderno do que os nossos anteriores”, completou Garnier.

Além disso, ambos lembraram que está contratada a produção de quatro fragatas, fabricadas por um estaleiro em Itajaí (SC), com início previsto para 2022, e estimativa de entrega entre 2024 e 2025.

Pilotos

O exercício reuniu pilotos de helicópteros das três Forças, como o primeiro-tenente da Força Aérea Brasileira (FAB) Rodrigo Galardo, que destacou as dificuldades de se pousar em um navio em movimento, no meio do mar.

“O maior desafio é pelo fato de não termos chegado a simular um voo como este. É a primeira vez que a gente realiza um pouso em algo que está se movendo. Isso é realmente novo para a gente, que está em alto mar, não tem muito horizonte e não tem algo fixo para se estabilizar. Então isso acaba agregando valor na nossa aproximação”, relatou Galardo, que trabalhou no resgate de vítimas, em 2019, na tragédia de Brumadinho (MG).

Atlântico

O porta-helicópteros Atlântico tem capacidade para transportar 16 aeronaves de asa rotativa, podendo ter, simultaneamente, até sete aeronaves em seu convés de voo e transportar doze aeronaves em seu hangar. Pode utilizar todos os tipos de helicópteros pertencentes aos esquadrões da Marinha.

O navio tem 203 metros de comprimento, com velocidade máxima mantida de 18 nós (33 quilômetros por hora) e raio de ação de 8 mil milhas náuticas (14,8 mil quilômetros). O convés de voo possui 170 metros de extensão, com 32 metros de largura.

Fonte: Gazetaweb.

BRK diz não ter autonomia para conceder reajuste e que aumento na tarifa da água foi dado pelo governo de Alagoas

 

 

Após ser notificada pelo Procon Maceió devido ao anúncio de reajuste da tarifa de água, a BRK Ambiental reafirmou, por meio de nota, que o novo reajuste foi aprovado pela Agência de Regulação de Serviços Públicos do Estado de Alagoas (Arsal), órgão do governo de Alagoas. O aumento de 8,08% na conta de água começa a valer a partir do dia 1º de outubro na capital alagoana e Região Metropolitana.

"A BRK Ambiental esclarece que não tem autonomia para definir os reajustes tarifários e o novo valor foi aprovado pela Agência de Regulação de Serviços Públicos do Estado de Alagoas (Arsal) para cobrir o índice de inflação dos últimos 12 meses", diz trecho da nota.

O Procon Maceió também está analisando a possibilidade de o Município entrar com uma Ação Civil Pública em desfavor da BRK Ambiental, com o argumento de que o aumento é prejudicial aos consumidores, levando em consideração, principalmente, a pandemia de Covid-19.

O reajuste tarifário também foi criticado pelo prefeito de Maceió, JHC, que questionou o governador Renan Filho sobre o aumento de 8,08%. "É muito descaso com a população de Maceió, em especial com os mais pobres que lutam para pagar as contas. Reconsidere essa decisão", escreveu JHC no Twitter.

Além disso, em Brasília, o prefeito de Maceió JHC (PSB) e integrantes da bancada federal solicitaram que a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) apure e adote medidas para barrar o reajuste concedido pelo governo de Alagoas. Como resultado da reunião, que aconteceu nessa quarta (1º), a ANA deverá investigar o aumento.

"O aumento da conta de água em um momento tão delicado é uma falta de sensibilidade com quem mais precisa. É um completo absurdo! Quando assumi a prefeitura, não haviam sequer informações e nem planejamento sobre como a BRK iria atuar. O governo de Alagoas usurpou a titularidade sobre o saneamento dos município", criticou o prefeito de Maceió.

Confira a nota da BRK Ambiental na íntegra:

A BRK Ambiental esclarece que não tem autonomia para definir os reajustes tarifários e o novo valor foi aprovado pela Agência de Regulação de Serviços Públicos do Estado de Alagoas (Arsal) para cobrir o índice de inflação dos últimos 12 meses, a contar a partir da proposta comercial vencedora do leilão para a Concessão dos Serviços de Água e Esgoto da Região Metropolitana de Maceió, na forma do contrato de concessão.

A BRK Ambiental informa ainda que recepcionou o ofício do Procon e prestará os esclarecimentos no prazo solicitado.

BRK Ambiental.
Fonte: Gazetaweb.

Ator Sérgio Mamberti morre aos 82 anos em São Paulo

 

 

O ator Sérgio Mamberti, de 82 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (3) em São Paulo. O artista estava internado em um hospital da rede Prevent Sênior, na capital paulista. A informação foi confirmada por um dos filhos do ator, Carlos Mamberti.

Ao G1, Carlos afirmou que o pai estava intubado, com uma infecção nos pulmões. Ele morreu em decorrência de falência múltipla de órgãos.

Em julho deste ano, Mamberti havia sido hospitalizado para tratar de uma pneumonia e chegou a passa por uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Após cerca de 15 dias, se recuperou e teve alta.

Carreira

O ator colecionou inúmeros papéis de destaque. Foi nas séries que viveu seu personagem mais querido, o saudoso Dr. Victor do Castelo Rá-tim-bum.

Também participou de produções da TV Globo, como “A diarista" e "Os normais”. “Atualmente, esteve no elenco de “3%”, série brasileira produzida pela Netflix.

Mamberti dirigiu peças importantes no circuito paulista. Em 2019, estreou, ao lado de Rodrigo Lombardi, a premiada “Um panorama visto da ponte”.

Estreou no cinema em 1966 com a comédia “Nudista à força”, de Victor Lima. Depois, emplacou inúmeros sucessos: “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), “Toda Nudez Será Castigada” (1973), “O Homem do Pau Brasil” (1980), “A Hora da Estrela” (1985), “A Dama do Cine Shangai” (1987).

Também estrelou filmes infantis como “Xuxa Abracadabra” (2003) e “O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili” (2006).

Mamberti também reinou nas novelas. Um de seus primeiros papéis de destaque foi como João Semana em “As Pupilas do Senhor Reitor” (1970).

Depois disso, atuou também em , “Brilhante” (1981), “Anjo Mau” (1998), “O Profeta” (2007), “Flor do Caribe” (2013), “Sol Nascente” (2016), entre outras. Seu maior sucesso foi o mordomo Eugênio na clássica “Vale Tudo” (1988).

Grande articulador cultural, abrigou em sua casa em São Paulo artistas vindos do Brasil e de fora que precisavam de abrigo. Entre seus hóspedes, estão os Novos Baianos, Asdrúbal Trouxe o Trombone e The Living Theatre.

Em 2021, lançou a autobiografia “Sérgio Mamberti: Senhor do meu Tempo”, escrita com o jornalista Dirceu Alves Jr.

Biografia

Mamberti nasceu em 22 de abril de 1939, na cidade de Santos, litoral de São Paulo. Durante mais de 60 anos, dedicou-se à arte e à cultura brasileiras por meio de diversas atividades: foi ator, diretor, produtor, autor, artista plástico e ocupou vários cargos políticos no Ministério da Cultura.

Em 1964, casou-se com Vivien Mahr, com quem teve três filhos: o também ator Duda, o diretor Fabrício e Carlos. A esposa morreu em 1980.

Depois disso, teve um companheiro por 37 anos, Ednaldo Torquato, que morreu em 2019. Ao publicar sua autobiografia em abril deste ano, o ator falou abertamente sobre sua bissexualidade

Fonte: G1.

Governo de Alagoas divulga resultado de provas do Concurso para o Corpo de Bombeiros

 

 

O Governo de Alagoas divulgou o resultado final das provas objetivas do concurso para o Corpo de Bombeiros do Estado (CBMAL) e, também, o resultado provisório na prova discursiva do cargo de aspirante a oficial. A publicação já está disponível e pode ser acessada pelos candidatos no site www.cebraspe.org.br/.

Ao acessar o resultado, os concurseiros poderão conferir a lista que traz o número de inscrição, o nome do candidato em ordem alfabética, as notas finais nas questões da prova objetiva e, no caso do cargo de oficial, a nota provisória da prova discursiva.

De acordo com o documento, os candidatos terão o período de 3 a 10 de setembro para fazer a interposição de recurso contra o resultado provisório na prova discursiva. A previsão é que o resultado final deste exame em específico seja publicado no dia 24, no Diário Oficial do Estado de Alagoas (DOEAL).

O certame, desenvolvido pela Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), faz parte do Ciclo de Concursos do Governo de Alagoas. No total, o processo seletivo recebeu mais de 19 mil inscritos, que estão concorrendo a 170 vagas, sendo 150 para soldado combatente e 20 para aspirante a oficial.

Fonte: Todo Segundo.

Palmeira inicia vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos, com comorbidades

 

 

A vacinação contra a Covid-19 avançou em Palmeira dos Índios. Os jovens e adultos estão sendo imunizados e agora o município inicia uma nova etapa na imunização contra o vírus. A partir de hoje (03), é iniciada a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos, com comorbidades.

A aplicação da 1ª dose acontece no ginásio do Colégio Superação, de segunda a sexta, das 8h às 14h. A documentação obrigatória é a seguinte: original e cópia do RG, CPF, comprovante de residência, cartão SUS, prescrição ou laudo médico contendo pelo menos um dos critérios.

São comorbidades: todos os tipos de diabetes; pneumopatias crônicas graves: fibrose cística; fibrose pulmonar; doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC); pneumoconioses; displasia broncopulmonar; asma grave com uso recorrente de corticoides sistêmicos ou internação prévia por crise asmática Hipertensão arterial: resistente, estágio 3 e estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo; doenças cardiovasculares: insuficiência cardíaca; cor-pulmonale e hipertensão pulmonar; cardiopatia hipertensiva; síndromes coronarianas; valvopatias; miocardiopatias e pericardiopatias; doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas; arritmias cardíacas; cardiopatias congênitas; próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados Doenças neurológicas crônicas; doença renal crônica; imunocomprometidos: transplantados; pessoas vivendo com HIV; pacientes oncológicos (pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses) Anemia falciforme; obesidade mórbida (IMC maior ou igual a 40); Síndrome de Down e cirrose hepática.

São deficiências permanentes: física, mental, intelectual ou sensorial, incluindo portadores de doenças raras e que causam deficiências intelectuais e/ou motoras e cognitivas.

Fonte: Assessoria.

Novo auxílio vai pagar R$ 550 para trabalhador com carteira assinada

 

 

A partir de outubro, o Governo Federal vai conceder um novo auxílio de R$ 550 para os trabalhadores com carteira assinada no Brasil. O novo benefício é voltado para os integrantes do Benefício de Prestação Continuada (BPC) que conseguirem um emprego formal. A medida tem como finalidade incentivar o trabalho com carteira assinada para este público.

O novo auxílio, que é chamado de auxílio-inclusão, foi garantido por meio da Lei 14.176, publicada no Diário Oficial da União. A medida garante que os contemplados recebam o valor de meio salário mínimo por mês, o que, atualmente, fica em R$ 550.

Para que o trabalhador tenha direito ao programa, ele precisa ser beneficiário do BPC há, no mínimo, dois anos. Além disso, o cidadão deve receber uma remuneração mensal abaixo de dois salários mínimos, o que, atualmente, fica em R$ 2.200. Também é importante que os interessados no programa tenham uma renda mensal per capita dentro dos critérios determinados pelo BPC.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deve ser informado sobre a inclusão do cidadão neste novo auxílio, já que é este o órgão responsável por operacionalizar o pagamento.

Para solicitar o benefício, o cidadão deve estar com as informações atualizadas na inscrição no Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal. Além disso, o interessado também deve atender aos critérios do Benefício de Prestação Continuada.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é voltado para idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiências que vivem em situação de vulnerabilidade social. Para ter acesso, o cidadão deve comprovar que possui uma renda familiar per capita abaixo de um quarto de um salário mínimo, o que, atualmente, é R$ 275.

Além disso, é preciso comprovar que o cidadão é portador de deficiência ou idoso com mais de 65 anos, apresentando documentos como laudos médicos, receitas ou documento oficial com foto.

Fonte: Todo Segundo.

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