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A prefeita Tia Júlia, acompanhada pelo secretário municipal de Infraestrutura Thiago Tavares e demais membros da equipe técnica, realizou uma visita ao Mercado Público, onde está sendo realizada uma reforma. Na ocasião, a gestora municipal evidenciou a importância deste trabalho para o desenvolvimento social de Palmeira dos Índios.

De acordo com o secretário Thiago Tavares, no local, estão sendo feitos reparos no teto, que passará a contar com telhas termo acústica, que proporcionarão maior conforto térmico para quem estiver no local. “A nossa intenção é deixar as comodidades do mercado adequadas ao trabalho dos funcionários e também proporcionar uma boa experiência para os usuários”, disse Thiago.

Para a prefeita Tia Júlia, o investimento na infraestrutura do lugar não é apenas necessário, mas urgente. “Sabemos que nosso povo precisa trabalhar e que o mercado público é um espaço seguro para que possam atuar, além de servir como um ambiente aconchegante para a população”, disse a gestora municipal.

O programa nuclear iraniano está no centro do conflito que eclodiu no último sábado (28) envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel.

Por meio de ataques estratégicos, o governo americano, de Donald Trump, e o israelense, de Benjamin Netanyahu, tentam neutralizar as usinas de Teerã, alegando que o regime já deteria matéria-prima e tecnologia de mísseis suficientes para produzir e lançar uma bomba atômica.

A Defesa do Irã: O governo iraniano nega qualquer intenção militar, sustentando que suas pesquisas e instalações servem apenas para fins pacíficos, como a produção de energia e avanços na medicina.

O Risco Global: Analistas alertam que essa tensão pode gerar uma "corrida por armas" na região. Até agora, nenhum artefato nuclear foi de fato utilizado nos combates.

🔴 O que é uma bomba atômica?

A bomba atômica "convencional" (como as lançadas em Hiroshima e Nagasaki, no Japão, na II Guerra Mundial) funciona a partir de um processo chamado fissão nuclear.

"O princípio é quebrar núcleos atômicos e usar a energia resultante dessa quebra para a explosão", explica Leandro Tessler, professor do Instituto de Física Gleb Wataghin, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A bomba atômica está baseada em juntar tanto urânio-235 que essas reações ficam incontroláveis e geram muita energia", afirma Tessler.

Atenção: Na natureza, o U-235 sofre decaimento ao longo do tempo. Mas isso ocorre de forma lenta e não gera uma reação em cadeia.

🔴 O que significa o “235” ao lado do urânio usado nas bombas?

235 é o número da massa do urânio. Vamos revisar alguns conceitos de química aprendidos na escola:

Por que é importante saber essa diferença? É que, para alimentar reatores nucleares ou fabricar bombas atômicas, o desafio dos cientistas é separar o urânio-235 do resto. Esse é um processo caro e demorado.

🔴 O que é enriquecimento de urânio?

Enriquecer urânio é aumentar a proporção do urânio-235 em relação ao urânio-238.
Para isso, é necessário separar o 235 do restante.

O processo costuma ocorrer de forma mais eficiente nas chamadas ultracentrífugas.

Como isso acontece?

  1. O urânio natural é transformado em gás e entra em um tubo, que gira a altíssima velocidade.
  2. Por causa da força centrífuga, esse gás roda – o urânio-238, que é mais pesado, vai para as bordas, e o 235, que é o usado na bomba, fica no miolo e pode ser separado.
  3. O que representava só 0,72% do total vai a uma concentração muito mais alta. Se for de mais de 85% ou de 90%, já estará no nível suficiente para produzir uma bomba nuclear.

André Scarpinati Luchetti, do Instituto de Química da Unesp Araraquara, faz uma comparação com as centrífugas de laboratórios médicos, que giram tubos de ensaio com amostras de sangue.

"Essas máquinas separam o nosso sangue: os glóbulos vermelhos, que são mais densos, vão para o fundo, enquanto o plasma, menos denso, fica por cima. O enriquecimento em ultracentrífugas segue esse princípio, mas em uma versão muito mais potente.”

Importante: O “esforço” necessário para enriquecer o urânio-235 de 0,72% para 20% é muito maior do que o exigido para elevar de 20% para 90%. Por isso, há o temor de que países com estoque dessa substância atinjam muito rapidamente o potencial necessário para criar a bomba. Veja o infográfico abaixo.

🔴 Por que usam urânio e/ou plutônio?

Ambos são materiais físseis. Outros núcleos até podem sofrer fissão, mas não têm a disponibilidade, a estabilidade e/ou as propriedades nucleares adequadas.

Um material físsil é aquele que:

Os dois principais materiais físseis viáveis para armas são:

Apesar de o plutônio ser mais eficiente na fissão nuclear e exigir uma quantidade menor de material para fabricar uma bomba, ele oferece mais riscos de acidentes.

Como apresenta uma maior taxa de fissão espontânea, exige um sistema de implosão muito mais sofisticado, com sincronização extremamente precisa, para que a reação ocorra no momento planejado, e não “sem querer”.

Exemplos: A bomba de Hiroshima era de urânio-235, e a de Nagasaki, de plutônio-239.

🔴Por que a bomba atômica é tão devastadora? Quais os efeitos?

Para se ter uma ideia do poder de uma bomba, veja a comparação a seguir:

Conclusão: o urânio gera 20 bilhões de vezes mais energia que uma dinamite por quilo.

A bomba lançada sobre Hiroshima, por exemplo, teve potência equivalente a cerca de 15 mil toneladas de TNT.

Os estragos são gigantescos, porque:

Resultados:

➡️Forma-se uma onda de choque devastadora, capaz de destruir prédios e pontes, “empurrando” tudo o que existe pela frente.

➡️A radiação térmica (o tipo de calor que sentimos ao aproximar a mão de uma churrasqueira ligada, por exemplo, mas em proporções bem maiores) mata quem estiver por perto e causa queimaduras (internas, de órgãos que ficam superaquecidos e param de funcionar, e externas) em quem estiver distante.

➡️A radiação ionizante pode alterar o DNA dos seres vivos e gerar câncer (os efeitos permanecem também a longo prazo na região).

“O que acontece é uma grande onda de choque quente que incendeia e esparrama tudo. Pedaços dos tecidos biológicos (queimados) puderam ser encontrados nas regiões mais próximas dos epicentros de Hiroshima e Nagasaki”, conta Luchetti.

🔴É a bomba mais poderosa do mundo?

Não. A chamada bomba de hidrogênio (ou bomba termonuclear) é mais potente.

Enquanto a bomba atômica tradicional funciona por fissão (quebra de núcleos pesados), a bomba termonuclear combina fissão e fusão (união de núcleos leves para formar um núcleo mais pesado).

“Normalmente, envolve isótopos [átomos com o mesmo número de prótons e diferente número de nêutrons] do hidrogênio que se fundem para formar hélio. É um processo semelhante ao que ocorre no interior do Sol”, explica André Luchetti.

Como a fusão libera ainda mais energia do que a fissão, essas bombas de hidrogênio são significativamente mais destrutivas.

🔴 Do que um país precisa para fabricar uma bomba atômica?

Não basta dispor de urânio-235 ou de plutônio-239. Um país necessita de:

É importante lembrar que é uma decisão política de altíssimo risco, que representa o rompimento de tratados internacionais. Ou seja: além da tragédia humanitária de enorme proporção, ainda leva a sanções econômicas e a isolamento diplomático.

 

Um pastor evangélico de 53 anos morreu após passar mal dentro de um motel no bairro Canaazinho, em Ipatinga (MG), na quarta-feira (4/3).

Moisés Galdino (foto em destaque) estava acompanhado de uma mulher, que acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após o homem começar a apresentar sinais de infarto.

A Polícia Militar de Minas Gerais também foi chamada. Quando os militares chegaram ao local, a mulher já havia ido embora.

Antes, porém, ela relatou a socorristas do Samu que a vítima era casada e que, por isso, não aguardaria a chegada da polícia. Ainda segundo o relato, Moisés teria desmaiado e caído após manter relação sexual.

A equipe médica iniciou imediatamente os procedimentos de reanimação, que duraram cerca de uma hora, com o uso de todos os recursos disponíveis.

Apesar dos esforços, o pastor não resistiu e teve a morte confirmada ainda no local. Segundo o Samu, não foram identificados sinais de violência no corpo.

A mulher do pastor reconheceu o cadáver.

A coluna Na Mira tenta localizar a defesa de Moisés Galdino. O espaço permanece aberto para manifestações.

 

Imagem colorida mostra o aiatolá Ali Khamenei - Metrópoles

Uma conta oficial ligada a Ali Khamenei, líder supremo do Irã morto durante ataques dos exércitos norte-americano e israelense a Teerã no último sábado (28/2), publicou nas redes sociais, na tarde desta quinta (5/3), uma imagem de propaganda militar com ameaça direta a Israel. Confira:

Reprodução/ Redes sociaisFoto colorida de propaganda militar do Irã - Metrópoles

A postagem mostra um cartaz que faz referência ao desenvolvimento de mísseis balísticos iranianos. Na parte superior da arte, um míssil aparece atingindo uma cidade, identificada com a bandeira de Israel. No centro da imagem, o armamento surge instalado em uma plataforma móvel de lançamento, com a bandeira do Irã ao fundo.

Já na parte inferior, a ilustração mostra um ambiente industrial de alta tecnologia, com técnicos trabalhando na montagem do armamento, em uma representação do desenvolvimento científico e militar do país.

Escrita em persa, a arte apresenta a frase: “Os ‘Khorramshahr’ estão a caminho”. O termo se refere a uma linhagem de mísseis balísticos desenvolvidos pelo Irã, batizada em homenagem à cidade iraniana de Khorramshahr, símbolo nacional após ter sido retomada durante a guerra entre Irã e Iraque na década de 1980.

O cartaz também inclui um texto que atribui o desenvolvimento dos armamentos à juventude iraniana. Em tradução livre, o trecho afirma que a criação das “mãos da juventude iraniana” seria capaz de penetrar em centros importantes do “regime sionista” e destruí-los. A expressão é usada por autoridades iranianas para se referir a Israel.

A publicação ocorre em meio à escalada de tensões na região após ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã no sábado, seguidos por ações de retaliação de Teerã em diferentes países do Oriente Médio.

feijão é um alimento indispensável na mesa dos brasileiros. As opções para variar o grão nas receitas são diversas, com mais de uma dezena de tipos disponíveis. Em meio a essa rica variedade, a coluna Claudia Meireles destaca a potência nutricional de dois “campeões” do consumo: o preto e o vermelho.

Para ajudar os leitores a entender as diferenças nutricionais dos dois, a nutricionista Sabina Donadelli, criadora do método Viver Mais, Viver Bem, apontou quais são as verdadeiras vantagens de cada feijão. Segundo ela, ambos são excelentes fontes de fibrasproteínas vegetais, ferropotássiomagnésio e uma série de compostos antioxidantes importantes para a saúde.

Existem pequenas diferenças, mas nada que torne um muito superior ao outro. Por exemplo, o feijão vermelho costuma apresentar um pouco mais de ferro e proteína, enquanto o feijão preto se destaca pela presença de antioxidantes ligados à coloração escura da casca”, explica a especialista.

FotografiaBasica/Getty ImagesFoto de vários tipos de feijão - Metrópoles
Existem diversos tipos de feijões

Feijão vermelho X feijão preto

Embora os dois tipos sejam extremamente nutritivos e possam fazer parte da alimentação com tranquilidade, a especialista desvenda algumas particularidades que podem garantir mais estratégia na hora de implementar uma alimentação mais consciente.

“Os dois oferecem uma quantidade muito interessante de fibras alimentares, que ajudam no funcionamento do intestino, no controle da glicemia e na saciedade. Contudo, o feijão vermelho pode apresentar uma quantidade ligeiramente maior de fibras totais, mas a diferença é pequena“, salienta Sabina Donadelli.

TinaFields/Getty ImagesAlmoço típico brasileiro, prato de arroz e feijão marrom.
Arroz e feijão possuem uma combinação nutricional perfeita

Em relação à proteína, a nutricionista esclarece que a diferença entre as duas é mínima.”Tanto o feijão preto quanto o vermelho oferecem proteínas vegetais importantes, especialmente quando consumidos em combinação com cereais, como o arroz“, explica.

Segundo ela, a dupla favorita dos brasileiros forma um perfil de aminoácidos bastante interessante do ponto de vista nutricional. “Um simples prato de arroz e feijão é muito mais completo do que parece”, enfatiza.

Quando questionada sobre qual escolha ela priorizaria consumir diariamente, Sabina foi enfática: o ideal é buscar a variedade. “Cada tipo de feijão tem pequenas diferenças no perfil de nutrientes e compostos bioativos. Recentemente, por exemplo, almocei em um restaurante que servia um prato com três tipos de feijão: preto, vermelho e branco. Achei a ideia ótima”, confidenciou a especialista.

Ela conta que, para além do sabor, a junção de “espécies” diferentes torna a refeição naturalmente rica. “A diversidade alimentar é uma estratégia simples e muito poderosa para ampliar a oferta de nutrientes no dia a dia, como proteínas vegetais, fibras e minerais”, garante Sabina Donadelli.

Benefícios para a saúde

Quando se trata dos impactos do feijão para a saúde, Sabina Donadelli destaca que incluir o ingrediente diariamente na dieta pode ajudar em diversos índices de saúde. “Ele ajuda a regular o intestino, contribui para o controle da glicemia, favorece a saciedade e ainda participa da saúde cardiovascular“, reforça.

Cada componente presente no alimento possui uma função específica para o organismo. “As fibras presentes no feijão, por exemplo, auxiliam na redução do colesterol e alimentam bactérias benéficas do intestino. Costumo dizer algo que repito bastante no consultório: quando um alimento simples atravessa gerações na cultura alimentar de um país, normalmente existe um bom motivo para isso”, brinca a especialista.

Getty Images
Incluir o grão na rotina diária faz bem para o sistema cardiovascular

Contraindicações

De forma geral, Sabina garante que o feijão é muito bem tolerado pela maioria das pessoas. Contudo, algumas podem sentir mais gases ou desconforto intestinal, especialmente se não estão acostumadas a consumir fibras regularmente.

“Uma prática tradicional que ajuda bastante é deixar o feijão de molho antes do preparo e descartar essa água antes do cozimento. Isso facilita a digestão”, recomenda a especialista.

Além da sensação de estufamento, a nutricionista chama a atenção para a inclusão do alimento no dia a dia de indivíduos com condições de saúde específicas. “Pessoas com doença nos rins avançada ou dietas com restrições minerais devem sempre seguir orientação individualizada”, alerta.

O exército israelense iniciou, nesta sexta-feira (6/3), uma série de ataques “em larga escala” contra Teerã e outras cidades iranianas, afirmando ter como alvo as infraestruturas do regime.

Novos bombardeios também foram registrados na periferia sul de Beirute na madrugada. Na véspera, o chefe do Estado-Maior israelense, Eyal Zamir, declarou que a guerra está entrando em uma nova fase.

Vários meios de comunicação iranianos, incluindo a emissora estatal Irib, relataram na madrugada desta sexta-feira uma série de explosões em diferentes bairros da capital, especialmente nas zonas leste e oeste. O exército israelense afirmou estar mirando “a infraestrutura do regime” como parte de uma onda de ataques “em larga escala”.

“Primeiro ouvimos os aviões passarem e depois, de repente, ouvimos os bombardeios. É realmente muito assustador”, disse um morador de Teerã à RFI, sob anonimato. “A maioria das pessoas deixou a cidade, indo para o norte ou para pequenos vilarejos fora da capital. Por enquanto, encontramos o que precisamos nas lojas; elas estão abertas, as pessoas fazem compras e, graças a Deus, também temos água corrente e eletricidade”, reiterou.

Segundo o correspondente da RFI em Teerã, Siavosh Ghazi, os ataques israelenses tiveram início às 5h30 do horário local (23h de quinta-feira em Brasília), visando bairros do centro da capital iraniana. O jornalista relata que nos locais visados há bases militares e delegacias, mas também prédios residenciais.

De acordo com as autoridades iranianas, ao menos 20 pessoas morreram em ataques em Chiraz (sul). Outras cidades, como Ispahan e Karaj, também foram visadas.

Novos disparos contra Tel Aviv

Neste sétimo dia da guerra, o Irã mantém capacidades ofensivas. A Guarda Revolucionária, braço ideológico das forças armadas da República Islâmica, anunciou um novo disparo de mísseis em direção a Tel Aviv, onde explosões já haviam sido registradas na noite de quinta-feira (5), sem registro de vítimas.

A Arábia Saudita e o Catar anunciaram, na madrugada desta sexta‑feira, que haviam interceptado ataques iranianos com drones e mísseis que visavam bases aéreas. No Bahrein, um hotel e vários edifícios foram atingidos.

O porta-voz da Guarda Revolucionária, general Ali Mohammad Naini, indicou que o Irã começará a utilizar “armas mais potentes”, com maior poder de destruição a partir desta sexta-feira. As forças iranianas afirmam ter utilizado, desde o início da guerra, 2 mil drones de ataques e 600 mil mísseis.

Pior noite em Beirute

No Líbano, a agência oficial de notícias Ani relatou ataques israelenses durante a noite contra seis localidades no Sul do país, sem registro de vítimas até o momento. Duas novas séries de bombardeios também atingiram, na madrugada desta sexta-feira, o vilarejo de Dours, no leste.

Segundo o correspondente da RFI em Beirute, Paul Khalifeh, desde o início da guerra, essa foi “a pior noite” para cerca de 2 milhões de pessoas em Beirute.

O site americano Axios, especializado em questões de defesa, garante que dezenas de membros da Guarda da Revolução que estavam baseados na capital libanesa fugiram nas últimas 48 horas.

Uma das principais vias da periferia de Beirute amanheceu coberta de destroços. Colunas de fumaça ainda eram vistas nesta manhã saindo de prédios que desabaram nos bombardeios.

Israel também ordenou que suas forças terrestres avançassem mais profundamente no Líbano para ampliar sua zona de controle ao longo da fronteira entre os dois países. Horas antes, o exército israelense realizou intensos bombardeios ao sul de Beirute.

Já o grupo libanês pró-Irã Hezbollah emitiu uma ordem de evacuação para as localidades israelenses situadas “a menos de cinco quilômetros” da fronteira. Logo depois, reivindicou disparos de artilharia e foguetes contra posições do exército israelense na região.

De acordo com informações do Ministério da Saúde libanês, ao menos 123 pessoas morreram na ofensiva israelense contra o Líbano desde o início da guerra.

Nova fase do conflito

O chefe do Estado-Maior israelense, Eyal Zamir, afirmou na quinta-feira que a guerra está entrando em uma nova fase. “Depois de concluirmos a fase de ataque surpresa, durante a qual estabelecemos nossa superioridade aérea e neutralizamos a rede de mísseis balísticos, estamos agora passando para a próxima etapa da operação”, disse em um pronunciamento na televisão.

Zamir reiterou que Israel continuará perseguindo o objetivo de “desmantelar o regime” iraniano e as suas capacidades militares nesta nova fase.

Já o presidente americano, Donald Trump, disse na quinta-feira que seria “uma perda de tempo” considerar, neste momento, o envio de tropas terrestres americanas ao Irã.

“Eles perderam tudo. Perderam a Marinha. Perderam tudo o que poderiam perder”, declarou Trump à NBC News.

O líder republicano também afirmou que gostaria de ver a estrutura de liderança do Irã removida e que seu governo quer “entrar e limpar tudo” rapidamente. “Não queremos alguém que, em questão de 10 anos, reconstruiria tudo”, comentou, antes de destacar que tem algumas ideias sobre quem poderia dirigir o país, mas preferiu não citar nomes.

O tempo de socorro é um dos fatores determinantes para a sobrevivência após um infarto. Quanto mais rápido o paciente recebe atendimento médico, maiores são as chances de evitar danos permanentes ao coração.

Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) indicam que o atendimento nas primeiras duas horas após o início dos sintomas pode elevar a chance de sobrevivência para algo entre 80% e 90%.

Segundo o cardiologista Luiz Antônio Machado César, diretor da Unidade de Coronariopatia Crônica do InCor, em São Paulo, a rapidez no atendimento reduz significativamente o impacto do evento na vida do paciente. Quando o tratamento é iniciado cedo, o dano ao funcionamento do coração pode ser mínimo e o indivíduo tende a ter menos limitações depois do episódio.

Por que cada minuto faz diferença

O infarto ocorre quando uma artéria coronária fica obstruída e impede a chegada de sangue ao músculo cardíaco. Sem oxigênio, as células do coração começam a morrer.

De acordo com a cardiologista Deborah Fernandes, que atende na Clínica Maxicor, em Brasília, o tempo entre o início dos sintomas e o atendimento é decisivo para preservar o músculo cardíaco.

Na cardiologia, existe uma expressão bastante usada: “Tempo é músculo”. Quanto mais rápido o atendimento, maior a quantidade de tecido cardíaco que pode ser preservada.

A especialista explica que o ideal é que o paciente receba atendimento preferencialmente nas primeiras duas horas após o início dos sintomas. Quanto mais cedo a artéria entupida é reaberta, menores são os danos ao coração e melhores são as chances de recuperação.


Sintomas de infarto


Quando o socorro demora, o dano aumenta

Quando o tempo de socorro é prolongado, a área do coração afetada tende a ser maior. Isso ocorre porque o músculo cardíaco permanece sem oxigênio por mais tempo.

Em casos de dano extenso, a parte do músculo que morreu pode ser substituída por tecido cicatricial. A região perde a capacidade de se contrair, obrigando o restante do coração a se adaptar para manter o bombeamento de sangue.

Esse processo, conhecido como remodelamento cardíaco, pode reduzir a capacidade de bombeamento e aumentar o risco de complicações como insuficiência cardíaca, arritmias e até morte súbita.

Na prática, o paciente pode passar a sentir mais cansaço em atividades cotidianas, como caminhar, subir escadas ou realizar tarefas que exigem esforço físico.

Rapidez também influencia o tratamento

O tempo de socorro também pode determinar qual tratamento será realizado. Hoje, o procedimento mais indicado é a angioplastia primária, feita por meio de cateterismo para desobstruir a artéria.

Durante o procedimento, um cateter é introduzido até o vaso bloqueado e pode ser colocado um stent para restabelecer o fluxo de sangue ao coração.

Quando o paciente não consegue chegar rapidamente a um hospital que realiza esse procedimento, outra alternativa é o uso de medicamentos trombolíticos, que ajudam a dissolver o coágulo responsável pela obstrução.

Sintomas ainda são subestimados

Um dos principais motivos para o atraso no atendimento é a dificuldade de reconhecer os sinais do infarto.

Muitas pessoas interpretam os sintomas como problemas digestivos, ansiedade ou dor muscular e acabam esperando que o desconforto passe. Entre os sinais mais comuns estão dor ou pressão no peito, falta de ar, suor frio, náuseas e dor que pode irradiar para braço, mandíbula ou costas.

Em mulheres e idosos, os sintomas podem ser mais discretos, o que aumenta o risco de demora no diagnóstico.

Por isso, especialistas reforçam que qualquer suspeita deve ser tratada como emergência. Procurar atendimento imediato continua sendo a forma mais eficaz de reduzir os danos causados pelo infarto.

A possibilidade de coletar em casa amostras de urina e material vaginal para a detecção do papilomavírus humano (HPV) pode se tornar uma estratégia importante na prevenção do câncer de colo do útero. Um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e publicado no periódico Clinics indica que essas formas de autocoleta são viáveis, confiáveis e apresentam desempenho muito semelhante ao da coleta cervical feita por profissionais de saúde.

Embora seja altamente prevenível por meio da vacinação contra o HPV e da realização de exames de rastreamento, o câncer de colo do útero ainda causa milhares de mortes no país. Segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a cada minuto uma pessoa é diagnosticada no mundo com um câncer associado a esse vírus. No Brasil, cerca de 19 mulheres morrem por dia em razão da doença, sendo o câncer que mais mata mulheres de até 36 anos no país.


Câncer de colo do útero


Para avaliar alternativas que ampliem o acesso ao rastreamento, a pesquisadora Lara Termini, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), em parceria com o ginecologista Gustavo Maciel, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), recrutou 100 mulheres com mais de 21 anos. A maioria tinha entre 30 e 39 anos e havia sido encaminhada por Unidades Básicas de Saúde (UBS) para a realização de colposcopia, devido à presença de lesões de alto risco ou já identificadas como câncer.

No total, foram realizadas três coletas sequenciais: a de urina e a de material vaginal, feitas pelas próprias participantes, e a coleta cervical, conduzida por um médico. Antes do procedimento, todas assistiram a um vídeo educativo com orientações detalhadas e responderam a um questionário para garantir a compreensão das etapas e aumentar a adesão ao estudo.

As amostras obtidas foram analisadas para a detecção do HPV de alto risco oncogênico. Os resultados mostram que tanto a autocoleta de urina quanto a vaginal apresentaram concordância muito alta com a coleta tradicional realizada pelos médicos, inclusive para a identificação do HPV16, um dos tipos mais associados ao câncer de colo do útero.

“Nossos achados indicam que a autocoleta representa uma estratégia mais inclusiva e acessível, pois permite que qualquer pessoa com útero realize a coleta de forma autônoma, fora do ambiente clínico”, afirma Lara Termini. Fatores como medo, dificuldade em acessar os sistemas de saúde, falta de tempo, aspectos culturais e religiosos estão entre os que impedem muitas pessoas de fazerem o exame.

Entre as participantes, a coleta de urina foi a metodologia melhor aceita, associada a maior conforto e menor constrangimento. Ainda assim, ambos os métodos de autocoleta tiveram alta aceitabilidade quando comparados ao exame ginecológico convencional, reforçando o potencial dessas estratégias para alcançar pessoas que hoje não realizam o rastreamento regularmente.

A autocoleta vaginal, em especial, já vem sendo utilizada de forma estruturada em diversos países com programas organizados de rastreamento. Holanda, Austrália, Suécia e Dinamarca estão entre as nações que incorporaram a estratégia aos sistemas nacionais de saúde, com impacto positivo comprovado na ampliação da cobertura populacional. Ainda não há previsão de quando estará disponível no Brasil.

“Esse tipo de iniciativa é muito relevante, pois há um movimento da Organização Mundial da Saúde [OMS] e de outras instituições que visam a erradicação do câncer do câncer de colo de útero até 2030 a partir de alta cobertura vacinal, capacidade de diagnóstico e tratamento”, ressalta o ginecologista Renato Moretti, do Einstein Hospital Israelita.

Câncer de colo do útero: autocoleta pode ampliar prevenção, diz estudo - destaque galeria
Sintomas podem ser silenciosos e melhor forma de prevenção do HPV é evitar o contágio e usar a vacina
HPV: 1 a cada 3 homens está infectado, diz estudo e a infecção também traz riscos à saúde deles, aumentando risco de câncer de pênis e ânus, por exemplo

Rastreamento no Brasil

Em agosto de 2025, o Sistema Único de Saúde (SUS) passou a incorporar o teste molecular para detecção do HPV como estratégia de rastreamento do câncer de colo do útero. Segundo o Ministério da Saúde, essa tecnologia é considerada inovadora por permitir a identificação de alterações precursoras até dez anos antes do que o exame de papanicolau. A nova metodologia está sendo implantada de forma gradual e, no futuro, deverá substituir o exame citopatológico tradicional.

A ideia é que a autocoleta vaginal também seja uma ferramenta para ampliar o acesso e a cobertura dos exames no país. A estratégia pode beneficiar mulheres com menor acesso aos serviços de saúde, desde que seja acompanhada de fluxos bem definidos para o cuidado das pacientes com resultados alterados.

“Esse estudo dá abertura para novas investigações feitas em ambientes adequados e abre espaço para mulheres com menos acesso aos métodos de rastreamento do câncer do colo uterino”, comenta Moretti.

A OMS estima que, sem ações preventivas, o câncer de colo do útero pode se tornar responsável por cerca de 411 mil mortes no mundo até 2030. O tumor costuma evoluir de forma silenciosa em seus estágios iniciais, o que faz com que muitas mulheres não procurem atendimento médico precocemente. Por isso, a prevenção é fundamental e passa por diferentes estratégias.

A principal delas é a vacinação contra o HPV, oferecida gratuitamente pelo SUS para meninas e meninos de 9 a 19 anos. O uso de preservativos nas relações sexuais, a adoção de hábitos de vida saudáveis, como evitar o tabagismo e o consumo de álcool, e a realização regular de exames ginecológicos também ajudam a reduzir o risco da doença. Mesmo mulheres vacinadas devem manter o acompanhamento periódico com ginecologista, já que o rastreamento é essencial para identificar alterações precocemente e garantir tratamento adequado.

Em um mundo onde a exaustão é quase um estilo de vida, distinguir o cansaço comum de um distúrbio hormonal tornou-se um desafio clínico. hipotireoidismo — a baixa produção de hormônios pela glândula tireoide — costuma agir de forma silenciosa, mimetizando os efeitos do envelhecimento ou do ritmo acelerado do cotidiano.

Segundo a endocrinologista Verônica El Afiouni, a falta de especificidade dos sinais faz com que muitos pacientes demorem anos para buscar ajuda, atribuindo falhas de memória e ganho de peso a fatores externos.

Entenda

O perigo da “névoa cerebral” e do cansaço persistente

Diferente de uma noite mal dormida, a exaustão causada pela tireoide é profunda. De acordo com Verônica El Afiouni, esse é o sintoma campeão de negligência.

“Essa exaustão não melhora com o repouso e afeta as atividades diárias, mas é comumente atribuída ao estresse”, explica.

Além do corpo pesado, a mente também sofre. Segundo a médica, muitos pacientes relatam uma “névoa cerebral” — dificuldade de concentração e lapsos de memória — que interfere diretamente no desempenho profissional.

Outros sinais físicos, como pele excessivamente seca, constipação intestinal e alterações no ciclo menstrual, completam o quadro de alerta que muitas vezes passa batido.

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty ImagesIlustração colorida de tireoide - Metrópoles
Manter hábitos saudáveis favorece o bom funcionamento da tireoide

Quem deve redobrar a atenção?

A prevalência do hipotireoidismo não é uniforme. “O sexo feminino é o mais atingido, com incidência crescente após os 35 anos e um salto estatístico após os 60”, diz a especialista.

Segundo Verônica, o risco é acentuado para portadores de condições como diabetes tipo 1, lúpus e síndrome de Down, além de pacientes que utilizam medicamentos específicos, como o lítio e a amiodarona.

“Gestantes com histórico de abortos de repetição ou anticorpos antitireoidianos positivos representam um grupo de alto risco, exigindo vigilância para evitar complicações no parto”, alerta a endocrinologista.

Médica explica quando o cansaço pode indicar problema na tireoide - destaque galeria
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Ele abrange aspectos físicos, mentais e sociais

Faça substituições inteligentes na dieta para comer mais saudável
Praticar atividade física é essencial
 Os exercícios ajudam as pessoas a viver de forma mais equilibrada, saudável e feliz
O bem-estar contribui para a prevenção de doenças e melhora a qualidade do sono

Quando o exame laboratorial é necessário?

Embora a vontade de “checar tudo” seja comum em check-ups, a endocrinologista ressalta que a ciência médica brasileira não recomenda a triagem universal para adultos sem sintomas. A lógica é evitar o sobre-diagnóstico e tratamentos desnecessários em casos leves que poderiam nunca evoluir para uma doença real.

A investigação deve ser proativa e estratégica. “Mulheres acima de 35 anos, por exemplo, devem realizar a triagem a cada cinco anos. Para os demais, a regra é clara: se houver ganho de peso sem mudança na dieta, alteração constante no humor ou cansaço inexplicável, é hora de procurar um especialista.”

O diagnóstico precoce evita que a “lentidão” do metabolismo se transforme em prejuízos graves à qualidade de vida, alerta a especialista.

Medicamentos modernos transformaram o tratamento do diabetes e da obesidade. Mas o uso sem indicação médica, a prescrição inadequada e até produtos falsificados estão criando um problema sério de saúde pública.

As chamadas “canetas emagrecedoras” representam, de fato, uma das maiores revoluções recentes da indústria farmacêutica. Fármacos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro pertencem a classes que atuam em hormônios intestinais ligados à saciedade e ao controle glicêmico. São indicados principalmente para diabetes tipo 2, resistência à insulina e obesidade com critérios clínicos definidos, além de apresentarem benefícios metabólicos relevantes, como a melhora da esteatose hepática em muitos pacientes.

O problema não está na medicação em si. O problema está no uso indiscriminado.

Medicamentos potentes exigem critério médico

Esses fármacos reduzem o apetite, retardam o esvaziamento do estômago e melhoram o controle glicêmico. Justamente por isso, não são isentos de efeitos colaterais. Náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e desidratação são queixas frequentes, especialmente quando não há ajuste adequado e acompanhamento clínico.

Pacientes com histórico de cálculos biliares podem apresentar descompensações, inclusive quadros de colecistite aguda. Há ainda situações específicas que exigem atenção redobrada, como doenças pancreáticas, distúrbios gastrointestinais e condições metabólicas prévias.

O que preocupa é que muitas pessoas iniciam o uso sem avaliação adequada, motivadas por fins exclusivamente estéticos ou por influência de redes sociais. Em alguns casos, há prescrição sem acompanhamento estruturado. Em outros, há automedicação.

Risco invisível em cirurgias e anestesias

Um ponto pouco discutido, mas extremamente relevante, é o impacto dessas medicações no esvaziamento gástrico. Como elas retardam a saída do alimento do estômago, o jejum tradicional de seis a oito horas pode não garantir que o estômago esteja realmente vazio.

Isso se torna particularmente preocupante em situações que exigem anestesia, como cirurgias, colonoscopias ou endoscopias. Há risco aumentado de broncoaspiração – quando o conteúdo gástrico é aspirado para os pulmões –, especialmente em procedimentos de urgência, como em casos de apendicite aguda.

Sem orientação médica adequada, o paciente pode sequer informar o uso da medicação, colocando-se em
risco em um momento crítico.

O perigo das falsificações

Outro problema crescente é a circulação de versões falsificadas desses medicamentos. Muitos deles ainda estão sob patente, o que significa que cópias "similares" não autorizadas não são legítimas. Produtos vendidos fora de canais oficiais podem conter substâncias inadequadas, doses incorretas ou até contaminantes.

Trata-se de um risco real e silencioso, especialmente quando há compra por meios informais ou redes
sociais.

Ferramenta terapêutica, não atalho estético

As canetas emagrecedoras são, sim, ferramentas valiosas no tratamento do diabetes e da obesidade quando bem indicadas. Elas ajudam no controle metabólico, reduzem riscos cardiovasculares em pacientes selecionados e melhoram a qualidade de vida.

Mas não são soluções mágicas, nem devem ser usadas como atalho estético sem avaliação criteriosa. Todo
medicamento potente exige diagnóstico correto, indicação formal, acompanhamento clínico e revisão periódica.

Transformar uma revolução terapêutica em modismo é um erro perigoso. Em saúde, o que define segurança não é a popularidade da medicação, mas a responsabilidade no seu uso.

 

 

 Capital dos Emirados Árabes é alvo de nova onda de ataques iranianos
Capital dos Emirados Árabes é alvo de nova onda de ataques iranianos. Reprodução redes sociais

Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, tornou-se alvo de ataques do Irã pelo segundo dia seguido. O Ministério da Defesa do país informou, nesta quinta-feira (5/3), que os sistemas de defesa aérea conseguiram interceptar grande parte dos mísseis balísticos, mas explosões foram registradas no país.

Pelas redes sociais, moradores de Abu Dhabi relataram ter ouvido explosões na cidade. O Ministério da Defesa confirmou que o barulho é resultado da interceptação de mísseis balísticos pelos sistemas de defesa aérea e da interceptação de drones e munições de ataque por caças.

sétimo júri de Albino Santos terminou com a condenação do assassino em série por 22 anos, cinco meses e 15 dias de reclusão. O tribunal julgou Albino pela morte de Genilda Maria da Conceição, de 71 anos, vítima do criminoso em 2019. O crime é apontado como o primeiro dos 18 assassinatos atribuído a Albino Santos de Lima. A informação da condenação foi divulgada pelo Ministério Público do Estado de Alagoas, no início da tarde desta quinta-feira, 5, no Fórum do Barro Duro, na capital alagoana.

Com a sétima sentença, Albino dos Santos, que está preso desde setembro de 2024, tem um total de 175 anos e 2 meses de prisão na somatória das penas.

O julgamento do caso da morte de Genilda Maria da Conceição foi marcado pela emoção e expectativa da família da vítima. Genilda foi assassinada na manhã de 6 de fevereiro de 2019, no Beco de Zé Miguel, enquanto levava o neto, de 11 anos, para a escola. A idosa foi atingida por tiros pelas costas.

No início, a família recebeu informações desencontradas sobre o que havia acontecido.

“Inicialmente falaram que era assalto. Depois vimos o que tinha acontecido. No dia, o marido da minha prima me ligou e disse que a minha velhinha tinha sido baleada e estava mal no pronto-socorro. Quando cheguei lá, já estava morta”, relatou o filho da vítima.

Para o filho, a descoberta de que o crime teria sido cometido por um serial killer trouxe ainda mais impacto para a família. “Foi uma surpresa descobrir que um serial killer a matou. Vamos ver se hoje acaba isso. A Justiça existe, mas não pra quem morre. Quem foi culpado pagará de forma condenatória. É uma punição. Mas o que é a Justiça? É ficar preso por 20 anos ou ser absolvido? O Poder Judiciário faz o seu papel, mas quem está morto não volta”, afirmou.

O caso de Genilda passou a ser atribuído a Albino após a apreensão de um celular que continha uma fotografia da vítima armazenada.

Em depoimento à época, o acusado afirmou que associava a vítima a alguém que simpatizava com facções criminosas e com o tráfico de drogas, pois, segundo ele, usuários costumavam se reunir para o consumo de maconha nas proximidades da casa da idosa.

Durante depoimento prestado nesta manhã no tribunal, Albino Santos de Lima negou ser o autor do assassinato. O réu afirmou que chegou a assumir o crime anteriormente porque estaria “delirando” na época, e que depois, já em plena consciência, passou a negar a autoria.

O júri popular foi conduzido pelo juiz Yulli Rotter, da 7ª Vara Criminal. O Ministério Público de Alagoas foi representado pelo promotor de Justiça Antônio Villas Boas.

Relembre os júris do serial killer de Maceió: 

Britney Spears foi presa na noite de quarta-feira (4/3), na Califórnia, nos Estados Unidos e desativou o InstagramEla utilizava a rede social, com milhões de seguidores, para fazer desabafos pessoais.

A artista foi presa por dirigir sob influência de álcool, segundo o TMZ. Britney foi liberada ainda na noite de quarta-feira e decidiu restringir o Instagram. Esta, entretanto, não é a primeira vez que a diva pop toma essa atitude.

Britney Spears toma atitude e se afasta dos fãs após prisão - destaque galeria

Britney Spears

Britney Spears
Britney Spears

Em outras oportunidades, desde o fim da tutela em 2021, a cantora optou por se ausentar da rede social com o objetivo de se esquivar de críticas e comentários indesejados. Os fãs da artista, entretanto, se sentem afastados dela com a decisão, visto que Britney não utiliza o X (antigo Twitter) com frequência desde 2025.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento da hemofilia. O produto, chamado Qfitlia e desenvolvido pela farmacêutica Sanofi Medleypoderá ser utilizado por adultos e adolescentes a partir de 12 anos diagnosticados com hemofilia A ou B.

Segundo a Anvisa, o remédio é indicado tanto para pacientes que possuem inibidores dos fatores de coagulação quanto para aqueles que não apresentam essa condição e poderá ajudar na prevenção de episódios de sangramento. A avaliação do pedido recebeu prioridade da agência porque a hemofilia é considerada uma doença rara, conforme previsto nas regras regulatórias para esse tipo de medicamento.

O que é a hemofilia?

A hemofilia é um distúrbio genético que compromete o processo de coagulação do sangue. Pessoas com a doença apresentam deficiência em proteínas responsáveis por formar coágulos, o que dificulta a interrupção de sangramentos após ferimentos ou procedimentos médicos.

Dependendo do grau da doença, os episódios de hemorragia podem surgir apenas após traumas ou ocorrer de forma espontânea. As articulações e os músculos costumam ser as áreas mais afetadas, o que pode levar a dores recorrentes e danos progressivos quando o quadro não é tratado de forma adequada.

A condição está ligada a alterações genéticas associadas ao cromossomo X, razão pela qual aparece com muito mais frequência em homens.

Existem duas formas principais da doença. Na hemofilia A, o organismo produz pouca ou nenhuma quantidade do fator VIII, uma proteína essencial para a coagulação do sangue. Já na hemofilia B, o problema está na deficiência do fator IX, outra proteína que participa do mesmo processo. A gravidade varia de acordo com a quantidade desses fatores presentes no sangue.

Dados do Ministério da Saúde indicam que o Brasil tem mais de 14 mil pessoas diagnosticadas com hemofilia. A maior parte dos casos corresponde à hemofilia A, que atinge cerca de 11,8 mil pacientes, enquanto pouco mais de 2,3 mil convivem com a hemofilia B.

O acompanhamento médico contínuo é fundamental para reduzir complicações e preservar a mobilidade e a qualidade de vida dessas pessoas.

A Polícia Civil de Alagoas iniciou as investigações e identificou o modelo da moto utilizada no assassinato de Adeilton Cabral dos Santos, de 36 anos, dentro do veículo que dirigia, na tarde dessa quarta-feira (04), em Satuba, região Metropolitana de Maceió. O crime aconteceu às margens da BR-316, em frente a um campo de futebol.

Segundo a delegada Zenilde Pinheiro, responsável pelos primeiros levantamentos, os dois supostos autores estavam utilizando um veículo XRE-190, de cor vermelha. Eles teriam se aproximado do veículo e efetuado vários disparos contra a vítima, fugindo em seguida.

“As investigações já foram iniciadas para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime. A população pode colaborar com informações de forma anônima por meio do Disque-Denúncia 181. O sigilo é garantido”, divulgou a assessoria.

Vítima foi atingida por 11 disparos e tinha “ficha criminal extensa”

A vítima é sobrinho de um vereador de Santa Luzia do Norte. Segundo testemunhas, a vítima tinha uma extensa ficha criminal e havia retornado recentemente de São Paulo quando foi surpreendida por criminosos em uma motocicleta.

Os atiradores efetuaram diversos disparos de arma de fogo e cerca de 11 tiros atingiram Adeilton na região do pescoço e tórax.

Ainda segundo testemunhas, Adeilton havia saído do Conjunto Eustáquio Gomes, na parte alta de Maceió, e tinha como destino final o município de Satuba, quando foi surpreendido às margens da rodovia federal por dois homens em uma motocicleta.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram que o automóvel, aparentemente um Volkswagen Polo, de cor branca, ficou crivado de balas no capô, no para-brisas e na parte direita dos passageiros. Pelo menos 10 marcas de tiros são perceptíveis pela imagem frontal do carro. Outros cinco buracos de disparos são visualizados na lateral do veículo.

Pela primeira vez desde o início da guerra, o Irã e o Hezbollah, a partir do Líbano, dispararam contra Israel de forma simultânea. As sirenes foram ativadas em todo o território israelense durante a madrugada desta quinta-feira (5/3), e moradores relataram várias explosões. Não há registro de feridos.

Israel realizou a décima primeira onda de ataques aéreos no Irã, atingindo um dos principais complexos militares em que se localizava o quartel-general da Guarda Revolucionária Islâmica, da milícia paramilitar Basij e de uma unidade especial de repressão aos protestos contra o regime.

Nesta ação, uma das maiores desde o início da guerra, 100 caças israelenses lançaram 250 bombas contra o complexo militar iraniano.

De acordo com a Hrana, agência de notícias dedicada a questões de direitos humanos e que monitora a guerra, até agora há mil mortos no Irã, além de cerca de 5,4 mil feridos.

Em Israel, segundo o Instituto de Estudos de Segurança Nacional (INSS, em inglês), 12 pessoas foram mortas. O Seguro Social israelense informa que mais de 1,7 mil cidadãos do país estão desalojados e foram abrigados temporariamente em hotéis.

Nova frente de batalha

Israel e Hezbollah também se enfrentam numa nova frente de batalha, no Líbano. Desde que a milícia xiita libanesa entrou oficialmente na guerra ao lado do Irã, foram disparados cerca de 100 foguetes a partir do território libanês.


				Irã e Hezbollah atacam Israel simultaneamente pela 1ª vez na guerra

Israel deu início a uma incursão terrestre e também continua a realizar ataques contra o bairro de Dahieh, no sul de Beirute, considerado o reduto do Hezbollah na capital libanesa.

O Exército de Israel também deu ordens para que a população deixe toda a área do país abaixo do Rio Litani, cerca de 25 km ao norte da fronteira entre Israel e Líbano, provocando uma fuga em massa dos moradores para o norte do território libanês.

Até agora, segundo o Ministério da Saúde do Líbano, há cerca de 70 mortos e 350 feridos em função desses ataques.

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