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Veja os municípios que mais vacinam e os que menos aderem à imunização em Alagoas

 

 

Belém, município do Agreste de Alagoas, é a cidade com maior adesão à vacinação contra a Covid-19 no Estado, de acordo com a atualização diária da cobertura vacinal, com base nos dados da plataforma Localiza SUS, do governo federal. Do outro lado, está a cidade de Joaquim Gomes, que foi a que menos aderiu à imunização.

A ideia do ranking é incentivar a vacinação e fortalecer as ações de combate à Covid-19, contabilizando o percentual de imunização na população no geral e na vacinável.

Os dados da vacinação no geral dependem da quantidade de pessoas residentes no município, por isso, o percentual de vacinadas é maior quando calculado a partir da população vacinável em comparação com a população geral. O percentual de vacinados na população geral é menor, já que desconsidera a faixa etária que ainda não pode se vacinar. Belém lidera o 1º lugar com 147,6% no geral e 177,2% na população vacinável.

Pelo ranking da vacinação da plataforma Localiza SUS, atualizada nessa segunda-feira (17), os dez municípios com maior percentual em Alagoas, depois de Belém, são: Jacaré dos Homens com 89% no geral e 112% da população vacinável; Mar Vermelho com 88,7% no geral e 106,5% da vacinável. Na 3ª posição dos dez, vem Quebrangulo com 82,9% no geral e Santana do Mundaú com 103,1% da vacinável; na 4ª, Tanque d’Arca com 82,4% no geral e Quebrangulo com 101,4% da vacinável; na 5ª, Santana do Mundaú com 82,2% no geral e Maravilha com 100,3% da vacinável; na 6ª, Maravilha com 80,8% no geral e Água Branca com 100,2% da vacinável; na 7ª, Maribondo com 80,3% no geral e Tanque d'Arca com 99,7% da vacinável; na 8ª, Coité do Nóia com 79,4% no geral e Maribondo com 97,5% da vacinável; na 9ª, Água Branca com 79,0% no geral e Coité do Nóia com 96,9% da vacinável; na 10ª posição, Santa Luzia do Norte com 77,6% no geral e Coqueiro Seco com 95,3% de da vacinável.

OS QUE MENOS VACINARAM

Ainda de acordo com a plataforma Localiza SUS, os dez municípios alagoanos com os menores percentuais de vacinação, em ambas as tabelas, são: Joaquim Gomes, 1º lugar, com 38,2% da população geral e 49,9% da população vacinável; 2º lugar, Campo Alegre com 39,8% no geral e 50,5% da vacinável; 3º, Campo Grande com 41,5% no geral e 51,3% da vacinável; 4º, São Luís do Quitunde com 42,1% no geral e Junqueiro com 53,6% da vacinável; 5º, Maragogi com 42,7% no geral e São Luís do Quitunde com 54,3% da vacinável; 6º, Novo Lino com 42,9% no geral e Maragogi com 54,4% da vacinável; 7º, Colônia Leopoldina com 43,5% do geral e Novo Lino com 55,1% da vacinável; 8º, Junqueiro com 43,9% do geral e Colônia Leopoldina com 55,6% da vacinável; 9º, Matriz de Camaragibe com 48,4% do geral e Limoeiro de Anadia com 59,5% da vacinável; 10º, Ibateguara com 48,9% do geral e Matriz de Camaragibe com 61,0% da vacinável.

Fonte: Gazetaweb.

Insegurança: mais uma moto é tomada de assalto na AL-115 em Igaci

 

 

A sensação de insegurança faz parte da rotina dos condutores que trafegam pela rodovia AL-115, trecho que liga a zona rural dos municípios de Palmeira dos Índios e Igaci.

Quem vive na região conta que vários assaltos já foram registrados, principalmente entre os povoados lagoa do Felix, (zona rural de Igaci) e Santo Antônio, (zona rural de Palmeira dos Índios), e nenhum suspeito foi preso.

O caso mais recente ocorreu na noite desta segunda-feira (17), foram duas vítimas que não tiveram seus nomes revelados. Eles contam que trafegavam pela rodovia, em uma moto Honda Start 160 de cor vermelha, quando foram abordados por dois criminosos, que também estavam em uma moto 150 de cor preta.

Segundo as vítimas, além da moto, os assaltantes ainda tomaram dois aparelhos de celular, o valor de R$ 1.000,00 reais em espécie, documentos pessoais e cartões bancários, e que após o assalto, os criminosos fugiram com destino ao Povoado Lagoa do Felix.

Aa vítimas foram orientadas a confeccionar um Boletim de Ocorrência (BO) junto à Polícia Civil.

Fonte: Todo Segundo.

Campus da Ufal em Maceió tem surto de Covid-19 e suspende atividades presenciais

 

 

A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) detectou que o Campus A.C. Simões, localizado em Maceió, está passando por um surto de Covid-19, onde cerca de 34 testes tiveram resultados positivos.

O surto foi detectado após testagens realizadas dentro do campus. Segundo informações da Universidade, dos 24 testes realizados nessa segunda-feira (17), naqueles que apresentavam sintomas de síndrome gripal, 18 positivaram para o vírus. Também, na semana anterior, foram realizados 90 testes aleatórios e 16 foram positivos.

Enfatizando a gravidade da situação, a universidade continua com a maior parte de suas atividades suspensas e, seguindo o protocolo de Biossegurança, deverá suspender todos os trabalhos presenciais considerados não essenciais a partir desta data até o dia 23 de janeiro de 2022.

A Ufal alerta ainda sobre a importância da vacinação e reitera a obrigatoriedade do uso de máscara para aqueles que circulam pelo campus.

Fonte: Gazetaweb.

Inscrições para trabalhar no Censo 2022 termina na sexta-feira (21)

 

 

Termina nesta sexta-feira (21) o prazo para se inscrever no processo seletivo do Censo Demográfico 2022 que reserva vagas para recenseador e agente censitário. Somente em Alagoas, o IBGE está ofertando quase três mil vagas, distribuídas em todos os 102 municípios do estado. As inscrições podem ser feitas online, no site da FGV.

Os aprovados nos certames serão convocados para atuar na preparação e coleta do Censo 2022, a maior operação de recenseamento já organizada no país. No Brasil, são oferecidas mais de 204 mil vagas. Em Alagoas serão 2.638 vagas para o cargo de recenseador, 247 para agente censitário supervisor, cuja remuneração é de R$ 1,7 mil, e 80 para agente censitário municipal, com retribuição mensal de R$ 2,1 mil.

As provas serão realizadas em todos os municípios onde houver vagas. O candidato poderá fazer a prova em local diferente do que ele selecionar para trabalhar no ato da inscrição. O IBGE reforça que as inscrições para os processos seletivos de 2020 e 2021 não serão válidas para o Censo 2022. O pedido de reembolso dos processos cancelados pode ser feito clicando aqui.

Os recenseadores do IBGE atuarão diretamente na coleta das informações. O ACM gerencia o trabalho do posto de coleta, enquanto o ACS, subordinado ao ACM, tem como principal função orientar os recenseadores durante a execução dos trabalhos de campo. Como as vagas de agente censitário terão inscrição única, ao candidato com melhor classificação será oferecida a vaga de ACM. Os demais terão direito às vagas de ACS, de acordo com a ordem de classificação.

A taxa de inscrição para recenseador é de R$ 57,50, e de R$ 60,50 para agente censitário, e pode ser paga até 16 de fevereiro. Com a prorrogação dos prazos, as provas foram adiadas de 27 de março para 10 de abril. Os candidatos podem concorrer aos dois processos seletivos, já que as provas dos recenseadores serão realizadas no turno da manhã e a dos agentes censitários na parte da tarde. As provas objetivas serão aplicadas presencialmente seguindo os protocolos sanitários de prevenção da Covid 19 que constam em edital. O candidato que descumprir as medidas de proteção será eliminado do processo seletivo.

Remuneração do recenseador

Na seleção para recenseadores, os candidatos devem escolher, no ato da inscrição, a área em que desejam trabalhar. Como os recenseadores são remunerados por produtividade, o IBGE preparou um simulador online, que calcula quanto o profissional vai receber de acordo com a quantidade de residências visitadas e pessoas recenseadas, considerando ainda a taxa de remuneração de cada setor censitário, o tipo de questionário preenchido (básico ou amostra) e o registro no controle da coleta de dados. A jornada de trabalho recomendável para os recenseadores é de, no mínimo, 25 horas semanais. A previsão é que os aprovados trabalhem por até três meses na coleta domiciliar.

Isenção de taxa para pessoas de baixa renda

Os processos seletivos para o Censo 2022 permitem a solicitação da isenção do pagamento da taxa de inscrição para pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, o CadÚnico.

Para recenseador, o pedido deverá ser feito até o dia 21 de janeiro. Após o envio dos dados, a solicitação passará por uma análise da organizadora. O resultado preliminar dos pedidos de isenção de taxa será no dia 2 de fevereiro, cabendo recursos nos dias 3 e 4 de fevereiro. No dia 15 de fevereiro, sai o resultado definitivo. Caso o pedido de isenção seja indeferido, o candidato poderá pagar a taxa até o dia 16 de fevereiro.

Fonte: Todo Segundo.

CRB, CSA e ASA já sabem quem vão enfrentar na 1ª fase da Copa do Brasil; veja quem são os adversários!

 

 

Nesta segunda-feira (17), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sorteou os confrontos da primeira fase da Copa do Brasil de 2022, que vai para sua 34ª edição. Representando Alagoas,CSA, CRB e ASA já sabem quem enfrentarão nesta etapa do torneio, previsto para começar no próximo domingo (23) e terminar dia 19 de outubro.

Assim, conforme o sorteio, o CSA vista o Atlético-BA, no Estádio Antônio Carneiro; o CRB encara a Portuguesa-RJ, no Luso Baresileiro, e o ASA recebe o Cuiabá-MT, no Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca.

Se o Azulão avançar, enfrenta Trem ou Paysandu; caso o CRB se classifique, pega Operário-MT ou Sampaio Corrêa. Nesta hipótese, ambos vão jogar a segunda fase na condição de mandante. E se o Gigante sair vencedor, vai encarar Lagarto ou Figueirense, fora de casa.

Para definir os duelos, a entidade esportiva baseou-se nas posições das equipes no Ranking Nacional de Clubes (RNC) mais atualizado, com 80 times divididos em oito potes com dez cada.

O CSA e o CRB ficaram no Pote B e formaram as chaves 8 e 16, mutuamente. Já o ASA ficou Pote F e na chave 10 da disputa. Das três equipes, somente os dois maiores campeões alagoanos vão disputar a classificação longe de Maceió.

Vale lembrar que esta fase inicial será decidida em jogo único com a equipe melhor ranqueada atuando fora de casa e com a vantagem de se classificar em caso de empate no tempo normal. A fase segunte segue o mesmo formato, porém com decisão nos pênaltis em caso de igualdade nos 90 minutos.

A partir da 3ª fase, haverá jogos de ida e volta, e daí por diante, serão feitos novos sorteios. O campeão garante vaga na Libertadores em 2023. Na temporada passada, o Atlético-MG faturou mais de R$ 70 milhões com o título.

Fonte: Gazetaweb.

Técnica que usou doses erradas em crianças diz que não foi treinada

 

 

Em depoimento ao MPF (Ministério Público Federal), a técnica de enfermagem responsável por vacinar pelo menos 48 crianças contra a Covid-19 com doses destinadas a adultos alegou ter recebido instruções de aplicar o imunizante em todos os públicos, uma vez que o insumo estaria prestes a vencer. Obtido pelo R7 na íntegra, o relato mostra, ainda, que a profissional não recebeu treinamento para realizar a imunização em crianças, tampouco era supervisionada de perto.

Tanto o MPF quanto o Ministério da Saúde investigam o caso, que é considerado um "erro vacinal" pelo ministro Marcelo Queiroga. As aplicações foram realizadas no município de Lucena, na Paraíba, antes mesmo da chegada da dose pediátrica contra a Covid-19 ao Brasil. A responsável por injetar as vacinas foi afastada em 14 de janeiro, uma semana depois de ter imunizado indevidamente as crianças.

De acordo com a técnica, as vacinações equivocadas foram feitas tanto na UBS-V do município quanto em uma unidade âncora localizada no assentamento Outeiro de Miranda. Em 7 de janeiro, a profissional relata ter imunizado ao menos 36 crianças no assentamento. Já em 29 de dezembro de 2021 e em 11 de janeiro deste ano, o atendimento ocorreu na UBS.

A depoente alegou ter se queixado à chefe de imunização do município de "que estava sozinha na vacinação, sem coordenadora, enfermeira, médica nem dentista, acompanhada somente de uma ACS (agente comunitária de saúde) e do motorista". A chefe teria sido a responsável direta por dar aval à instrução de vacinar a todos. Além de ter respondido "sim" ao ser questionada, por mensagem de texto, a chefe de imunização teria "ligado para a depoente confirmando que era para vacinar todas as pessoas porque as vacinas iriam vencer".

Além da chefe de imunização, vinculada à Secretaria de Saúde de Lucena, a técnica de enfermagem ainda teria tido contato com a secretária adjunta da pasta e com a chefe da UBS-V, mas não especificou ao MPF se recebeu dessas pessoas orientação sobre a vacinação. A depoente ainda alegou que ela só realizava a aplicação e que a agente comunitária é quem preenchia as fichas. A parceira de vacinação teria, inclusive, vacinado a própria filha, de 5 anos.

Apesar da indicação de outros nomes, a técnica relata que só ela foi afastada. Além de alegar falta de assistência, a profissional relatou que "não houve capacitação da prefeitura sobre a vacinação de Covid para adultos e crianças [...], que ninguém lhe repassou nenhuma informação sobre diferenças de volumes [entre vacinas para adultos e crianças]", e que, por isso, imunizou a todos com a mesma dosagem.

A reportagem tentou contato com a prefeitura de Lucena e aguarda retorno. Ao R7, a assessoria de imprensa do MPF da Paraíba afirmou que ainda é prematuro atribuir responsabilidades, uma vez que as pessoas envolvidas ainda estão sendo ouvidas. "A responsabilização que o MPF está apurando não é apenas no âmbito individual da pessoa que aplicou as vacinas, mas também do agente público, do município."

"No momento, o que mais preocupa o Ministério Público são as vacinações futuras, o acompanhamento das crianças, e mostrar que esse fato isolado no município de Lucena não atrapalha em nada a vacinação pediátrica aplicada de maneira adequada", completou o órgão.

Fonte: R7.

Vacinação completa um ano com 68% da população com duas doses

 

 

Motivo principal para que o Brasil parasse de perder mais de 2.000 vidas por dia para a Covid-19 ao longo de quase dois meses, a vacinação completa um ano no país nesta segunda-feira (17).

Prestes a alcançar 70% da população brasileira com as duas doses (ou dose única), a campanha de imunização foi — e ainda permanece — a responsável pela queda substancial no número de óbitos — hoje, com média próxima a 130 por dia — e hospitalizações pelo vírus, o que desafogou os hospitais lotados e amenizou, aos poucos, o estado de colapso que a saúde pública enfrentou no ano passado.

Objeto de embates entre políticos e de campanhas de desinformação, a vacinação começou com calendário atrasado em relação a outros países, como Argentina, México e Chile. Porém, evoluiu graças à adesão de uma população já acostumada a outros programas de vacinação de sucesso nas últimas décadas.

No entanto, além das quase 130 mortes diárias nas últimas semanas, o rápido avanço da variante Ômicron por todo o país preocupa, com riscos de novo colapso na saúde, sinalizando a importância de que a população conclua o esquema vacinal — mais de 20 milhões não voltaram para tomar a segunda dose —, e que os públicos elegíveis procurem pela dose de reforço.

Após decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no mês passado, as crianças de 5 a 11 anos também estão aptas a se imunizar, com os calendários de vacinação começando a partir desta semana em várias capitais brasileiras.

Alvo de atritos na política, imunização começou com atraso

Tal qual outros assuntos relacionados à pandemia, a vacinação contra a Covid-19 no Brasil já era alvo de embates políticos antes de seu início entre gestores que buscavam reconhecimento pela negociação dos imunizantes e governantes que questionavam sua eficácia mesmo após resultados promissores mostrados por estudos.

À época, o presidente Jair Bolsonaro chegou a questionar a CoronaVac, hoje uma das vacinas contra o vírus mais aplicadas nos brasileiros, devido ao seu local de origem. “Da China não compraremos. Não acredito que ela transmita segurança para a população pela sua origem. Esse é o pensamento nosso”, disse Bolsonaro um dia após desautorizar a compra de 46 milhões de doses do imunizante da fabricante Sinovac.

Até a primeira dose, aplicada na enfermeira Mônica Calazans em 17 de janeiro, em Itaquera, zona leste de São Paulo (SP), a demora para a compra das vacinas da Pfizer — com uma recusa à compra de 70 milhões de doses em 2020 — e da Janssen, na entrega de insumos da AstraZeneca e na aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aos imunizantes fez o país largar atrasado em relação ao resto do mundo.

Naquele momento, em meados de janeiro, mais de 50 países já haviam aplicado suas primeiras doses, alguns inclusive entre novembro e dezembro do ano anterior, como Argentina, Chile e México.

Para Gonzalo Vecina Neto, médico sanitarista, fundador e ex-diretor-presidente da Anvisa, o atraso teve influência significativa em muitas mortes evitáveis. “Infelizmente, muitas pessoas morreram porque a vacinação no Brasil começou tarde demais e demorou muito para engrenar. A única arma que havia era de fato a vacina”, afirma Vecina. Há um ano, diz o sanitarista, começar a vacinação o quanto antes significava reduzir a mortalidade.

O médico ainda cita como exemplo um estudo da UFPel (Universidade Federal de Pelotas) e da Universidade Harvard, dos Estados Unidos, que apontou que a vacinação evitou a morte de 43.082 idosos no país.

“Poderíamos ter começado com um volume alto. Os países desenvolvidos começaram em dezembro, e nós em janeiro com uma quantidade muito limitada de vacinas. Nossa capacidade é de aplicar de 30 a 40 milhões de vacinas por mês, apertando seriam até 70 milhões, por termos 38 mil unidades de saúde. Temos condição de já ter vacinado esses 160 milhões de adultos com as duas doses, mas terminamos o ano e ainda não terminamos de vaciná-los”, considera.

Além do atraso na imunização, o país assistiu a uma série de casos de fura-filas de vacinas em todo o país. Nas semanas posteriores à primeira aplicação, eram rotineiras as notícias de funcionários públicos, políticos, empresários e seus familiares se imunizando — mesmo não pertencendo a grupos de risco, aqueles que por determinação das autoridades eram prioridade no calendário vacinal.

Houve, ainda, erros de logística do governo federal, ao enviar em fevereiro 78 mil doses ao Amapá, que deveria receber 2.000, e 2.000 ao Amazonas, que deveria receber 78 mil.

Também marcante foi o chamado Caso Covaxin, uma investigação do MPF (Ministério Público Federal), em 16 de junho, que encontrou indícios de irregularidades na aquisição, pelo Ministério da Saúde, de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin.

O valor dos imunizantes, segundo o órgão, seria 1.000% superior ao previsto no início. O ministério cancelou o contrato no fim de julho e anunciou que utilizaria a quantia prevista para contratar vacinas de outros fabricantes. Semanas antes, a Polícia Federal havia instaurado um inquérito para investigar Jair Bolsonaro por suspeita de prevaricação no caso da compra das doses.

Apesar de atrasos, adesão da população acelerou vacinação no país

À parte as discussões políticas — e apesar do atraso para o início do calendário de vacinação —, a resposta da população brasileira foi rápida e, atualmente, a adesão do país aos imunizantes contra o coronavírus é considerada alta: 68% da população receberam as duas doses ou dose única, e 76% receberam ao menos a primeira dose.

Em proporção, a taxa da população brasileira completamente imunizada é superior à de Estados Unidos, Rússia e México, por exemplo, que começaram antes a vacinar suas populações, e, mesmo com o atraso, próxima à de países como Alemanha, Reino Unido e França — pouco acima dos 70%, de acordo com a plataforma World in Data.

País com o menor índice de rejeição à vacina contra a Covid na América Latina — 3% de rejeição, contra 8 % de média, segundo estudo do Banco Mundial —, o Brasil tem em sua história recente campanhas de vacinação de sucesso, como no combate à varíola, a poliomielite (paralisia infantil) e no combate à epidemia de febre amarela. Essa tradição colaborou para a adesão dos brasileiros aos imunizantes contra o coronavírus, aponta Gonzalo Vecina.

“Nossa tradição foi fundamental para que o sucesso que temos e ainda teremos, espero, fosse alcançado. Vamos conseguir agora com a produção do IFA no Brasil pela Fiocruz, ter mais vacinas aqui. Espero que o Butantan consiga chegar ao mesmo estágio, com a fábrica que deve estar pronta em fevereiro, além dos testes da Butanvac. Temos ainda conquistas a fazer, e é importante que a gente perceba a evolução da nossa capacidade de produzir vacinas através do nosso desenvolvimento tecnológico, que foi feito apesar do governo brasileiro”, diz o sanitarista.

A aceitação entre os brasileiros foi suficiente para superar a desinformação produzida no meio político e pela sociedade de modo geral. No mundo todo, as fake news sobre os imunizantes acompanharam o processo de imunização desde o início.

Aqui no Brasil, por exemplo, especulou-se que as vacinas baseadas em RNA, como a da Pfizer, alterariam o DNA daqueles que fossem imunizados, que seus efeitos colaterais seriam perigosos, ou até que as doses implantariam microchips nas pessoas. Todos os boatos foram devidamente desmentidos pelos cientistas e as autoridades sanitárias.

No entanto, embora tenha sido bem recebida no país, a vacinação avançou de forma desigual, sobretudo entre estados da região Norte, nos primeiros meses da pandemia. Alguns desses, inclusive, ainda estão com a imunização atrasada em relação ao restante do país, como Roraima, Amapá, Acre, Tocantins e Amazonas — todos abaixo de 65% de suas populações com o esquema vacinal completo.

“Alguns estados e governantes foram menos competentes em conseguir uma cobertura vacinal mais adequada. Nos estados mais pobres, particularmente do Norte, como Amazonas, Rondônia, Roraima e Amapá, a situação vacinal é pior que a do restante do país. A porcentagem de segundas e terceiras doses está muito abaixo do que deveria”, avalia Vecina.

Para ele, essa baixa cobertura vacinal, com a chegada da Ômicron, deverá implicar num aumento expressivo no número de casos. “Temos uma explosão de casos e quase colapso de novo na rede hospitalar de Manaus. Uma parte desse componente se deve à baixa cobertura vacinal”, conclui.

Hoje com quase 70% da população imunizada, país viu queda no número de mortes e hospitalizações

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Findado o primeiro ano do calendário de vacinação contra a Covid-19 no país, pouco mais de 68% dos brasileiros concluíram o esquema vacinal, 75% foram vacinados com ao menos a primeira dose e 15% já receberam o reforço.

média móvel de 129 mortes diárias pelo vírus, registrada na última semana, representa 4% dos 3.125 óbitos por dia em 12 de abril de 2021, a pior média registrada no país durante a pandemia. Entre 17 de março e 10 de maio, o país ficou 55 dias com a média acima de 2.000 mortes diárias.

A queda gradativa no número de mortes e hospitalizações, acompanhada pelo avanço da imunização no país, foi resultado da adesão da população às vacinas. No sentido oposto, aqueles que não se imunizaram são maioria entre os atuais internados em hospitais e UTIs em decorrência do vírus, como afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na última quinta-feira (13).

Ao longo do ano passado, estudos de vacinação em massa em cidades de menor população ou comunidades, como em Serrana (SP), Botucatu (SP), Viana (ES) e na Ilha de Paquetá, no Rio, já mostravam a efetividade da vacinação para reduzir significativamente as mortes e hospitalizações pelo novo coronavírus.

Botucatu, por exemplo, viu os casos dispararem 604% após a chegada da variante Ômicron no início de 2022, mas registrou uma morte nos últimos dois meses e tem uma pessoa internada pelo vírus, em leito de enfermaria.

Gonzalo Vecina comemora a boa adesão à campanha no país, mas acredita que ela não tenha sido acompanhada de uma divulgação adequada por parte do Ministério da Saúde, dos estados e municípios, a fim de chamar as pessoas à vacinação.

“Infelizmente temos alguns milhões de pessoas que ainda não foram receber a segunda e a terceira doses. A terceira dose é fundamental para fortalecer a possibilidade da produção de anticorpos. Alguns países, como Israel, já estão aplicando a quarta. Já demonstramos que existe adesão da população brasileira, não temos esse clima de negacionismo como existe na Europa e Estados Unidos, com a mesma importância que lá”, pondera.

Crianças de 5 a 11 anos começam a ser imunizadas

Se a imunização já havia sido foco de embates entre políticos e de desinformação, não foi diferente no caso das vacinas para as crianças de 5 a 11 anos. Além das críticas de Jair Bolsonaro à medida, a própria autorização por parte da Anvisa demorou.

Embora a Pfizer tivesse divulgado, em outubro passado, a segurança e a eficácia de 90,7% da vacina para essa faixa etária, a agência brasileira autorizou a aplicação somente em 16 de dezembro, em meio a críticas e até ameaças por conta da decisão.

Uma semana depois, quando ao menos 1.148 crianças de até 9 anos já haviam morrido em decorrência do vírus na pandemia, Bolsonaro voltou a fazer críticas relacionadas ao assunto: “Não está havendo morte de criança que justifique algo emergencial”.

Com a aprovação da Anvisa e a compra e envio das doses pediátricas da Pfizer pelo governo federal aos estados e municípios, as primeiras aplicações já começaram em várias capitais e prosseguem nesta semana. Estados como São Paulo, Ceará, Maranhão e Minas Gerais já deram o pontapé inicial na imunização infantil.

“É importante lembrar que já aplicamos 340 milhões de doses sem mortes evidenciáveis. Houve efeitos colaterais, mas não tivemos mortes. Isso é importante, e agora continuar vacinando particularmente as crianças abaixo dos 12 anos”, diz Gonzalo Vecina.

Ao todo, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 20,5 milhões de crianças de 5 a 11 anos vivem no país, e o governo brasileiro encomendou, até o momento, 20 milhões de doses pediátricas.

Fonte: R7.

Fifa entrega prêmio The Best nesta segunda-feira (17); Lewa, Messi e Salah na disputa

 

 

A Fifa anuncia nesta segunda-feira o vencedor do prêmio de melhor jogador do mundo na temporada 2020/21. Lewandowski, Messi e Salah são os finalistas da vez no The Best, que terá cerimônia sem presença de público em Zurique, na Suíça.

Antes da decisão oficial, o ge perguntou a 50 jornalistas da redação da Globo quem deveria ficar com o tão cobiçado prêmio. Em disputa muito acirrada com Messi - que ganhou mais votos para o primeiro lugar -, Lewandowski levou a melhor na pontuação. Salah ficou em terceiro.

O camisa 9 do Bayern de Munique foi o vencedor do The Best 2019/20. Com esta nomenclatura, o prêmio é entregue desde 2016. Cristiano Ronaldo ganhou duas vezes, e Modric e Messi uma cada. O argentino venceu a Bola de Ouro 2021 e tem outros cinco prêmios de melhor do mundo no currículo.

Melhores do mundo eleitos pela Fifa

O período de avaliação estipulado pela Fifa vai de outubro de 2020 a agosto de 2021. Fazem parte da votação técnicos e capitães representantes de seleções, jornalistas e público.

Vezes em que cada um foi citado por posição em votação no GE:

Além do prêmio de melhor jogador no futebol masculino, a Fifa também anuncia a melhor jogadora, os melhores técnicos, o melhor goleiro e a melhor goleira. O vencedor do prêmio Puskás de gol mais bonito também será conhecido. Confira os outros nomes na disputa:

Melhor jogadora

Melhor goleiro

Melhor treinador

Prêmio Puskas (gol mais bonito)

Melhor goleira

Melhor treinador(a) - futebol feminino

  • Lluis Cortés (Barcelona)
  • Emma Hayes (Chelsea)
  • Sarina Wiegman (seleção holandesa e seleção inglesa)
Fonte: Globo Esporte.

Ministério da Saúde e Anvisa acompanham erro em vacinação de crianças na Paraíba

 

 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que acompanha o caso de cerca de 60 crianças na Paraíba que receberam equivocadamente vacinas vencidas e de adultos. “Por isso, é importante ter cautela na aplicação das doses. O Ministério da Saúde acompanha todos os eventos adversos relacionados com as vacinas contra a Covid-19“, afirmou.

Quem também se manifestou sobre o ocorrido foi a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A Anvisa informou à CNN que “aguarda a apuração das circunstâncias da vacinação que está em curso pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS). Somente após, a Agência poderá avaliar ações”.

Mais cedo, a secretaria de Saúde da Paraíba informou que as crianças vacinadas apresentaram reações leves, como febre e dor no local da injeção. O caso está sendo investigado pelo Ministério Público Federal da Paraíba.

O erro ocorreu em uma UBS do município paraibano de Lucena. A história veio à tona após uma mãe publicar nas redes sociais um vídeo do cartão de vacinas dos filhos com a informação de que eles foram vacinados contra o coronavírus no início de janeiro, portanto antes da chegada das doses corretas da vacina infantil no Brasil.

As vacinas corretas desembarcaram no país na madrugada de quinta-feira (13). As doses de Pfizer, específicas para crianças, vem em frascos na cor laranja para evitar confusão com as vacinas adultas de embalagem azul. Desde o início da vacinação, com as doses corretas, o Ministério da Saúde e a Anvisa não registraram erros.

Fonte: Gazetaweb.

Motociclista morre e passageiro fica ferido após colisão na BR-316 em Belém

 

 

Um motociclista morreu e o passageiro ficou gravemente ferido em uma colisão frontal entre uma motocicleta e um carro de passeio na noite deste domingo (16), em um trecho da BR-316, em Belém, Agreste de Alagoas.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu nas proximidades do Povoado Cabeça Dantas, no Km 182 em uma curva com faixa contínua bem sinalizada.

Segundo a PRF, com o impacto da colisão, os dois veículos incendiaram e o motociclista identificado como Balbino da Silva, morreu no local. Já o homem de 32 anos que estava como passageiro na moto foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Ele sofreu trauma de crânio e apresentava sangramento pelo ouvido. Segundo os socorritas, a vítima estava consciente, mas bastante confusa.

O corpo de vítima fatal foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca.

 

Fonte: Todo Segundo.

Chuvas em MG abrem cratera em avenida de BH e destroem rodovia no interior

 

 

As fortes chuvas que atingem Minas Gerais continuam causando destruição nesse fim de semana, na capital e no interior do estado. Em Nova Era, a 140 quilômetros de Belo Horizonte, as chuvas destruíram parte da BR-381, que está interditada.

Na capital mineira, uma cratera se abriu na avenida Cristiano Machado, uma das principais vias da cidade, segundo informações da rádio Itatiaia.

No buraco, parte do asfalto colidiu com a rede de drenagem. Segundo a BH Trans (Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte), a pista está “totalmente interditada na Rua Pitangui, próxima ao túnel, no sentido bairro/centro”.

O órgão informou que amanhã a avenida seguirá fora de funcionamento.

Além disso, cerca de 6.000 imóveis estão sem água na região nordeste da capital, incluindo dois hospitais, o Belo Horizonte e o São Francisco.

Trechos da BR-356, que liga a capital mineira a cidades como Ouro Preto, estão danificados e tendo a passagem liberada aos poucos.

Outras cidades e rodovias de MG

A rodovia BR-381, em Nova Era, que desabou na sexta-feira (14) ainda está em “interdição total”, segundo a Polícia Rodoviária de Minas Gerais.

Não há possibilidade de desvio nesse trecho, então a polícia recomenda as seguintes rotas alternativas no sentido para Belo Horizonte: Ipatinga/Caratinga (BR-116), Realeza (BR-262) e João Monlevade (BR-381).

No início da tarde, máquinas “limparam a vegetação para ter acesso ao local, mas o terreno não tem estabilidade para liberação do tráfego. Inclusive, este acesso acaba de ser fechado com barreiras físicas”.

A Prefeitura de Patos de Minas informou que as crateras provocadas pelas chuvas foram reparadas na estrada do Arraial dos Afonsos.

A equipe encarregada de lidar com os danos dos temporais trabalha hoje no Morro dos Paulistas e em cascalhar o Morro da Coca Cola.

As autoridades contam com a ajuda de voluntários no acolhimento de outros habitantes.

Em Congonhal, os temporais e vento forte causaram destruição no Bairro dos Macacos e dos Coutinhos, segundo a prefeitura. Árvores caíram e BR-459 está com risco de inundar.

A prefeitura informou que as estradas estão sendo desobstruídas e sob monitoramento da Defesa Civil.

Fonte: Estadão Alagoas.

Detran informa que novos prazos para conclusão da 1ª CNH já estão em vigor em AL

 

 

O Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) informou, nesta sexta-feira (14), que os novos prazos para conclusão da CNH já estão em vigor em Alagoas.

A partir de janeiro, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em sua deliberação de nº 248, de dezembro de 2021, determinou que o prazo para conclusão de processos de primeira CNH será de um ano.

Com isso, o DETRAN explicou que os usuários que começaram os processo até 31 de dezembro de 2021 terá até 31 de dezembro de 2022 para concluí-lo.

Através da nova resolução, o Contran revogou as resoluções de número 800 e 801, que interrompiam a validade e prorrogavam o prazo de duração do processo de formação para a primeira habilitação.

*com informações da assessoria.

Bares de Maceió exigem a partir desta sexta (14) apresentação do cartão de vacinação

 

 

Bares e restaurantes da capital alagoana passaram a anunciar, em seus perfis nas redes sociais, novas medidas de segurança contra a Covid-19. Os estabelecimentos devem, a partir desta sexta-feira (14), exigir o cartão de vacinação.

A medida passa a ser implementada após recomendação da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Alagoas (Abrasel), juntamente com a Prefeitura de Maceió, sendo válido - neste primeiro momento - para estabelecimentos que possuem apresentações ao vivo.

Além da carteira da vacinação, outras medidas de proteção contra o coronavírus continuam sendo válidas nos estabelecimentos, como é o caso do uso de máscaras e a proibição de pessoas em pé ou dançando durante as apresentações.

A comprovação da vacinação poderá ser feita por meio do cartão disponibilizado pelo Conecte Sus ou pelo cartão físico, disponibilizado após a vacinação.

De acordo com o presidente da Abrasel em Alagoas, Brandão Júnior, o setor está pronto para contribuir com a nova orientação passada. “O cenário pede novas medidas, e nós estamos aptos a atendê-las. Manteremos os cuidados já preestabelecidos em decretos governamentais e, também, cobraremos dos clientes de casas que oferecem música ao vivo o cartão de vacina atualizado”, conta o presidente.

Fonte: Gazetaweb.

São Paulo vacina primeira criança contra a Covid no país

 

 

Aos 8 anos, Davi, um quilombola da etnia Xavante com deficiência motora, foi a primeira criança a ser vacinada contra a Covid-19 no Brasil. A vacinação ocorreu em São Paulo, em evento simbólico realizado nesta sexta-feira (14/1) pelo governo de São Paulo no Centro de Convenções Rebouças, zona oeste da capital.

Também foram vacinadas mais sete crianças com comorbidades. O governador João Doria (PSDB) afirmou que “este é um dia histórico para o estado e para o país”.

Além de Davi, foram vacinados Caue Henrique dos Santos, 11 anos, que tem síndrome de down; Luis Felipe Barbosa, 11 anos, que é quilombola e tem síndrome de down; Valentina Moreira, seis anos, que fez transplante de rim; Leonardo Martinez, cinco anos, que tem síndrome de down; Caio Emanoel de Oliveira, 10 anos, que fez transplante de rim e Grasiele de Oliveira, oito anos, que tem síndrome de down.

Os postos de vacinação dos municípios paulistas começam a imunizar as crianças de 5 a 11 anos na segunda-feira (17/1). O critério da campanha é de competência dos municípios, mas o estado já recomendou que seja iniciado pelas crianças com comorbidades, deficiências, quilombolas e indígenas, como ocorrerá na capital.

O estado tem 4,3 milhões de crianças nesta faixa etária aptas a serem vacinadas. Por enquanto, São Paulo recebeu 240 mil doses da Pfizer para o público infantil no primeiro lote.

Fonte: Metrópoles.

Mais de 1,9 milhão de pessoas passaram pelo Aeroporto Zumbi dos Palmares em 2021, aponta levantamento

 

 

Dados da Aena, operadora aeroportuária, apontam que Alagoas registrou um aumento de 66,25% no fluxo de passageiros no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares em 2021, na comparação com o ano anterior. O acréscimo tem relação com o avanço da vacinação contra a Covid-19, após o envio de doses do Governo Federal.

De acordo com a Aena, no total, mais de 1,9 milhão de pessoas passaram pelo Aeroporto Zumbi dos Palmares em 2021.

Em dezembro de 2021, quando o número de casos da doença ainda não preocupava como agora, houve um acréscimo de 23% na circulação de passageiros, se comparado com o mesmo período de 2020.

No fim de 2021, a Aena anunciou que este ano deve iniciar reformas em vários aeroportos, incluindo o alagoano, que pode culminar para obtenção de voos internacionais de grande porte com mais frequência. Além disso, o pátio vai comportar um maior número de aeronaves simultaneamente, segundo a empresa.

O Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares conta, atualmente, com 18,9 mil metros quadrados, que pode chegar a 19,5 mil metros quadrados.

Fonte: Gazetaweb.

Com entrega de doses, 12 capitais definem data para vacinação infantil

 

 

A vacinação infantil contra a Covid-19 no Brasil começará neste fim de semana. Doze capitais já anunciaram em qual dia pretendem iniciar a aplicação das doses para crianças de 5 a 11 anos, segundo levantamento do Metrópoles. As datas variam entre 14 e 19 de janeiro.

As primeiras doses da vacina da Pfizer para este público começaram a chegar aos estados nesta sexta-feira (14/1). O Ministério da Saúde permitiu a vacinação de crianças de 5 a 11 anos em 6 de janeiro.

O imunizante a ser aplicado é o fármaco desenvolvido pela Pfizer — até o momento, única fórmula autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para esse público.

O primeiro lote do imunizante Pfizer para crianças de 5 a 11 anos chegou na quinta-feira (13/1). O avião com 1,248 milhão de doses pousou no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Depois, as vacinas foram enviadas ao Aeroporto de Guarulhos (SP), onde a equipe do Ministério da Saúde recebeu os imunizantes.

Veja as datas da vacinação infantil por capital:

Segundo previsão do Ministério da Saúde, em janeiro, o país receberá 4,3 milhões de doses; em fevereiro, outras 7,2 milhões. Por fim, em março, será entregue o maior volume: 8,4 milhões.

Para o primeiro trimestre de 2022, a previsão é que o ministério receba 20 milhões de doses para crianças.

A tampa do frasco da vacina virá na cor laranja, para facilitar a identificação pelas equipes de imunização e também por pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para receberem a aplicação do fármaco.

Para os maiores de 12 anos, o imunizante, que será administrado em doses de 0,3 ml, terá tampa de cor roxa.

Fonte: Gazetaweb.

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