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Sisu e Prouni abrem inscrições em fevereiro; Fies, em março

 

 

O Ministério da Educação (MEC) divulgou o calendário de inscrições para os processos seletivos de ingresso ao ensino superior. Os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já podem se organizar para concorrer às vagas. A previsão é que os editais dos três processos seletivos sejam publicados no Diário Oficial da União ainda nesta semana.

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) poderão ser feitas do dia 15 ao dia 18 de fevereiro. Já o prazo de inscrição para o Programa Universidade para Todos (Prouni) será de 22 a 25 de fevereiro. E, no início de março, do dia 8 ao dia 11, poderão se inscrever os candidatos ao Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), que este ano oferta 110.925 vagas.
O número de vagas disponíveis no Sisu e no Prouni será divulgado em breve, assim como os três editais contendo os cronogramas completos e todos os critérios dos processos seletivos de 2022.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas, exclusivamente, pela internet. A classificação é feita com base na nota obtida na edição mais recente do Enem. Pode concorrer às vagas do Fies quem fez qualquer uma das edições do Enem a partir de 2010.

Programas

O Prouni oferece bolsas de estudo, integrais e parciais (50%), em instituições particulares de educação superior. Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser até 3 salários mínimos por pessoa.

Podem se inscrever no Prouni apenas estudantes brasileiros sem diploma de curso superior que tenham participado do Enem mais recente e obtido, no mínimo, 450 pontos de média das notas. Além disso, o candidato não pode ter tirado zero na redação.

O Fies tem objetivo de conceder financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC. O programa é dividido em diferentes modalidades, possibilitando juros zero a quem mais precisa e uma escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato.

Já o Sisu é o sistema informatizado do MEC, no qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para estudantes participantes do Enem. Os candidatos com melhor classificação são selecionados.

Fonte: Todo Segundo.

Quatro estados têm ocupação de leitos de UTI Covid em 80% ou mais

 

 

A explosão de casos de Covid-19 no início deste ano, provocada pela chegada da variante Ômicron, tem feito muitos estados enfrentarem pressão em seus sistemas de saúde, especialmente, nas Unidades de Terapia Intensiva. Ceará, Goiás, Pernambuco e Espírito Santo apresentam um patamar bem próximo de 80% - no caso do estado pernambucano - e acima desse percentual nos outros três estados.

Além desses quatro estados, o Distrito Federal também apresentou índices críticos. A taxa de ocupação dos leitos públicos de UTI para tratar os pacientes mais graves acometidos pela Covid-19 chegou a 91,11% nesta quarta-feira (19). O dado é do painel InfoSaúde. Na rede pública, restam apenas 4 vagas para acomodar os infectados.

O índice não atingia esse nível desde junho do ano passado, segundo o monitoramento da Fundação Oswaldo Cruz. Diante do aumento da demanda por vagas, o governo anunciou um plano de mobilização de leitos estruturado em sete fases. Na semana passada, 10 leitos extras foram abertos, e a previsão era de outros dez começarem a funcionar nesta quarta.

O estado de Goiás registou na terça-feira (18) uma taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 de 82,58% e na capital, 83,51%. Já a taxa de enfermaria para Covid está em 50,36% no estado e em 86% em Goiânia. Outro estado que está com a ocupação de leitos em níveis preocupantes é o Ceará. De acordo com a Secretaria da Saúde do Ceará, a taxa de ocupação nesta quarta-feira (19) é de 83,33%.

De acordo com o painel de informativo da Secretaria de Planejamento e gestão de Pernambuco, a taxa de ocupação de leitos de UTI por síndrome respiratória aguda grave, infecção causada pelo coronavírus, ficou em 86% na segunda-feira (17). O estado pernambucano tem 952 leitos de UTI Covid, mas na segunda-feira (17), cinco pessoas (três adultas e duas crianças) esperavam na fila de espera por uma vaga.

O Espírito Santo registrou a taxa de ocupação de leitos de UTI COvid em 79,17% na terça-feira (18). Já em relação a taxa de ocupação de leitos em enfermaria, a ocupação é de 69,87%. A quantidade total de leitos corresponde a 623 unidades, sendo 384 de UTI e 239 de enfermaria. A ocupação total de leitos é de 75,60%.

Estado com menos pressão, mas com aumento de casos

Outros estados e capitais também viram suas taxas de ocupação para leitos de UTI Covid aumentarem decorrência da disseminação da variante Ômicron e, embora não estejam com os patamares tão elevados, preocupam as autoridades sanitárias.

O Estado do Rio de Janeiro teve o território classificado na chamada "bandeira amarela", de baixo risco para Covid-19, segundo a 64ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada na sexta-feira (14) pela Secretaria de Estado de Saúde.

Segundo a secretaria, as taxas de positividade para Covid em testes RT-PCR no período de 4 a 11 de janeiro sofreram aumento de 38%, mas os óbitos tiveram redução de 28%. O órgão informou ainda que todas as regiões de saúde apresentaram uma taxa de ocupação de UTI e Enfermaria inferior a 40%. O aumento repentino nos resultados positivos para a Covid-19 foi identificado a partir do dia 26 de dezembro, quando o índice passou de 1,4% para mais de 20% nos primeiros dias de janeiro.

Em São Paulo, dados da Secretaria Estadual de Saúde, mostram que a taxa de ocupação de leitos Covid-19 em UTIs é de 51,7% no estado e em enfermarias, de 56,3%. Na região metropolitana, a ocupação de leitos de UTI Covid é de 58,4% e nas enfermarias, de 65,3%. Ainda no Sudeste, Minas Gerais tem 24,26% dos 2.102 leitos de UTI Covid ocupados.

No Amazonas, que há um ano foi palco da maior crise de desabastecimento de oxigênio no país, dados da Fundação de Vigilância em Saúde mostram que a taxa de ocupação de UTI Covid é de 36,4% e de UTI Geral, 83,1%. Já a taxa de leito clínico de Covid no estado é de 69,6% e de leitos clínicos gerais, de 78,5%.

Na capital baiana, o percentual de leitos ocupados em UTI adulto é de 64%, de UTI pediátrica, de 60%. Já em relação aos leitos clínicos adultos, a ocupação é de 77% e de leitos pediátricos de 90%.

Medidas restritivas

Para conter o avanço dos casos, o secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Rodrigo Novaes, anunciou novas regras de convivência válidas até 31 de janeiro. Festas e encontros terão uma redução no limite de pessoas autorizadas a entrar: mil pessoas em espaços fechados e até 3 mil pessoas em locais abertos, incluindo estádios de futebol.

Para ser atendido em bares, restaurantes e lanchonetes será exigido o comprovante de vacinação com duas doses ou dose única no caso de adultos com até 54 anos de idade e o comprovante da dose de reforço para pessoas com mais de 55 anos.

Em São Paulo, o governador João Doria (PSDB) vem dizendo que o cenário está sob controle e que medidas restritivas para o comércio não são necessárias neste momento. Em coletiva de imprensa, ele e médicos do Comitê Científico anunciaram a restrição da capacidade de público em eventos para o limite de 70%.

O prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), decidiu suspender o carnaval de rua na cidade como uma forma de evitar o alastramento das infecções. Nesta semana, o secretário municipal de saúde, Edson Aparecido, autorizou a contratação de 700 médicos e profissionais de saúde para dar conta do aumento da demanda nas unidades de saúde.

Fonte: R7.

MPE retoma investigação de improbidades na Sesau

 

 

Os promotores dos núcleos da Fazenda Pública e de Defesa do Patrimônio Público no Ministério Público Alagoas investigam as denúncias feitas pelo deputado Davi Maia (DEM), que acusou os gestores da Secretaria de Estado da Saúde e o governador Renan Filho (MDB) de pagar folha paralela de R$ 1 milhão, com gratificações de até R$ 70 mil/mês para plantões fantasmas; salários de servidores da articulação política do governo, de vereadores e de cabos eleitorais. O MPE recebeu extratos de pagamentos e instaurou Inquérito Civil Público.

Os promotores que investigam as supostas “improbidades administrativas” pediram mais explicações à Saúde. As denúncias foram protocoladas no ano passado, também em outros órgãos federais e estaduais de fiscalização e controle. O deputado solicitou aos colegas parlamentares ajuda nas investigações do “escândalo”. Porém, não conseguiu apoio nem para abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito, porque o governador tem apoio da maioria dos 27 parlamentares.

As investigações em curso no MPE envolvem cinco promotores de Justiça e de Contas. Um dos inquéritos em andamento está com o coordenador do Núcleo da Fazenda Pública do MPE, promotor Jamil Barbosa. No ano passado, o promotor cobrou, oficialmente, informações da Sesau a respeito das denúncias protocoladas pelo deputado contra um servidor fisioterapeuta que exerce cargo de coordenação na pasta. As respostas da Sesau demoram a ser remetidas ao MPE. “O trabalho de investigação em curso pelo Núcleo da Fazenda Pública envolve o pagamento de um servidor que exercia cargo de coordenação e foi acusado de acumular indevidamente supostas vantagens a título de pagamento de plantões, está em andamento. As informações solicitadas chegaram e estão sendo analisadas”, disse o promotor Jamil Barbosa.

Outra investigação que analisa novos documentos da Saúde está com os promotores de Justiça da Fazenda Pública Norma Medeiros e José Carlos Castro, esse último coordenador do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público. Eles investigam supostos pagamentos de plantões fantasma por um servidor que ocupa cargo de subsecretário de saúde, trabalhava em três plantões simultâneos no mesmo dia, mesmo horário, em hospitais diferentes, Samu e ao mesmo tempo participava de solenidades públicas no palácio do governo. Apesar de o Executivo ter teto salarial de R$ 26 mil [que corresponde ao salário do governador], o servidor conseguia receber R$70 mil/mês.

Os promotores destacados investigam também a existência de uma suposta folha paralela na Saúde de R$1 milhão, para pagar vereadores, cabos eleitorais e outros servidores “estranhos à pasta da saúde”, revelou uma fonte do MPE. Em nota endereçada à imprensa no período das denúncias do deputado na Assembleia Legislativa, o secretário da Saúde, Alexandre Ayres, rebateu as acusações. Esclareceu que “não correspondiam a verdade”.

Segundo o secretário, as denúncias tratam de ilações políticas com o interesse de criar narrativas perturbadoras ao pleno e eficiente que realizam todos os profissionais da saúde de Alagoas. Ayres destacou também os resultados da gestão com construção de novos hospitais e unidade de pronto atendimento, sem citar, porém, que parte dos recursos utilizados [mais de R$ 200 milhões] saíram do Fundo de Combate e Erradicação a Pobreza - Fecoep, lembra o deputado Davi Maia (DEM).

Fonte: Gazetaweb.

Casos confirmados de Covid-19 disparam na cidade de Arapiraca

 

 

Semanalmente, a Secretaria Municipal de Saúde publica o Boletim Epidemiológico de síndromes gripais. Dentre os principais dados divulgados, está o aumento significativo nos casos positivos de Covid-19 em Arapiraca, quando feita a comparação da última semana de 2021 e as duas primeiras de 2022.

No último boletim de dezembro, foram registrados apenas 3 casos positivados de Covid-19. O número saltou para 17 na primeira semana de 2022 e, em seguida, para 56 casos.

Quando analisadas a última semana de dezembro e a segunda semana de janeiro, o aumento é de mais de 1800%.

No último sábado (15), foi realizado o Dia D de Vacinação contra a Covid-19, uma espécie de mutirão de imunização. Os dois postos de vacinação, localizados no Ginásio da Escola Pedro Reis e no Ginásio João Paulo II funcionaram de forma ampliada, das 8h às 18h, e com mais equipes atuando.

Além disso, a Unidade Básica de Saúde Erasmo Galdino, localizada no bairro Batingas, também esteve aberta durante o sábado para a vacinação dos moradores daquela região.

Segundo a Coordenação de Doenças Imunopreveníveis, foram quase duas mil doses aplicadas durante o mutirão. “Nosso objetivo durante o Dia D foi alcançado. Foram 756 doses aplicadas no Ginásio do Pedro Reis, outras 722 no João Paulo II e mais 478 na UBS das Batingas”, disse a coordenadora Mônica Suzy, reforçando que outros mutirões já estão sendo planejados.

Segundo relatório encaminhado por ela, também é possível perceber aumento na procura pela primeira dose da vacina contra a Covid-19. Durante o mutirão, foram aplicadas 191 primeiras doses, 711 segundas doses e 1.054 doses de reforço/adicionais.

Ocupação Hospitalar

Outro dado que também vem sendo analisado pela Secretaria Municipal de Saúde é o da ocupação de leitos hospitalares destinados ao pacientes com Covid-19 ou Influenza.
Segundo o boletim, a ocupação de leitos clínicos é de 56,7%. Dos 30 leitos clínicos disponibilizados em Arapiraca, 17 estão ocupados, sendo quatro deles por arapiraquenses.

Já sobre os leitos de UTI Covid/Influenza, o percentual de ocupação é bem maior e já chega a 80%. Dos 20 leitos disponibilizados, apenas 4 estão desocupados.

Fonte: Todo Segundo.

Hospital Santa Rita presta última homenagem ao médico Wilson Costa

 

 

Foi com muita comoção que mordomos, direção e colaboradores do Hospital Santa Rita prestaram suas últimas homenagens ao médico ginecologista e obstetra Dr. Wilson Vieira Costa. O Cortejo fúnebre foi aguardado por todos em frente ao hospital onde os amigos se solidarizaram com os familiares diante da imensurável perda.

“Lamentamos profundamente e expressamos condolências aos familiares, amigos e a classe médica que compartilham a dor da partida de um profissional que fez parte do Santa Rita e contribuiu muito para a medicina de Palmeira dos Índios e de Alagoas” disse o Dr. Pedro Gaia – Provedor do HRSR.

Dr. Wilson Costa prestou atendimento médico durante décadas na Maternidade do Hospital Santa Rita, foi Provedor e fez parte da Mordomia.

Recebeu homenagem ainda em vida quando foi construída a Unidade Transfusional do Santa Rita e o prédio ganhou o seu nome. Dr. Wilson Costa foi o médico responsável pela realização da primeira transfusão de sangue em Palmeira dos Índios.

O prefeito de Palmeira dos Índios – Júlio Cezar esteve presente e decretou luto oficial de três dias no município.

A Deputada Ângela Garrote, representantes do Rotary Clube, do poder legislativo municipal por meio dos vereadores Pedrinho Gaia e Sheila Duarte e vários amigos também prestaram suas condolências aos familiares do médico.

Dr. Wilson Costa faleceu nesta terça-feira (18/01/2022), aos 89 anos, seu sepultamento será amanhã, quarta-feira (19), às 17h no Campo Santo Parque do Agreste.

Fonte: Todo Segundo.

Estudante da Ufal integra equipe finalista de competição global da Huawei

 

 

Chegar à final de uma competição é sempre emocionante, mas quando envolve projetos que têm como objetivo a construção de um futuro melhor, através da tecnologia, a motivação aumenta. E como se não bastasse o envolvimento de estudantes em nível global, a final da disputa tem uma equipe brasileira, do projeto Digital4People, composta por 11 estudantes de diferentes estados, dentre eles Warley Vital, do Instituto de Computação (IC) da Universidade Federal de Alagoas.

Tudo começou na sétima edição do Seeds For The Future, programa global de intercâmbio cultural e profissional da Huawei, em setembro de 2021, quando estudantes de todo o Brasil foram selecionados para participar do programa on-line Tech4Good, que aconteceu entre os dias 22 e 29 de setembro de 2021. Foram selecionados estudantes de todo o Brasil para participar do programa on-line, que envolveu palestras e outros eventos, desafiando-os a desenvolverem ideias cujo uso da tecnologia impactasse a sociedade de forma benéfica. “Nessa fase, meu grupo venceu, o que nos permitiu submeter nossa solução para a competição global”, explica Warley Vital.

Em janeiro de 2021, o projeto Digital4People foi selecionado e ficou entre os top 10 finalistas globais. As equipes receberam, então, mentorias nas áreas de storytelling e revisão tecnológica, por exemplo, para aperfeiçoamento das propostas; e agora a disputa está no âmbito da votação popular para, juntamente com o júri técnico, definir a classificação final. A disputa está acirrada na enquete publicada no perfil da Huawei no Twitter. Atualmente, a votação está entre os projetos Digital4People, do Brasil; Binary Brains, da Líbia; e SA-Tech, da

A votação estará disponível até às 23h59 desta quarta-feira, 19 de janeiro.

Digital4People

O projeto Digital4People foi idealizado para sanar o problema de milhares de famílias nordestinas que não têm água encanada e dependem do abastecimento de água em suas cisternas por meio de carros-pipas. “Atualmente, o programa federal ‘Cisterna para todos’ não tem um gerenciamento ideal: a água demora a chegar e há casos de interferências no processo, por exemplo. Por isso, propomos o desenvolvimento de um hardware que seria instalado diretamente nas cisternas e mediria, em tempo real, o nível de água. As informações seriam passadas por uma rede de baixo custo aos nossos sistemas, o que permitiria um melhor gerenciamento e o atendimento das demandas automaticamente”, explica Warley Vital.

Além disso, os estudantes também previram a criação de uma plataforma pra sincronização das rotas dos caminhões. “Os tripeiros teriam um aplicativo e seriam cadastrados em uma rota específica. À medida que abastecessem as cisternas e cumprissem a meta, os dados já seriam sincronizados com o nosso sistema. Este é o grande diferencial: acabar com a espera das famílias por caminhões-pipas para abastecer suas cisternas. É um problema grave e que pode ser fatal, afinal a água é a nossa vida. Usar a tecnologia e a criatividade para resolver problemas sociais importantes é extremamente gratificante”, finaliza Vital.

Fonte: Gazetaweb.

Pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400 e do Auxílio Gás começa hoje

 

 

O Auxílio Brasil começa a ser pago nesta terça-feira (18) a 17,5 milhões de pessoas, após a inclusão de 3 milhões de famílias a partir deste mês. Vão receber hoje os integrantes do programa com NIS (Número de Identificação Social) final 1. O calendário vai até o dia 31, para as pessoas com NIS final 0.

Além do repasse mínimo de R$ 400, 5,4 milhões de beneficiários receberão o Auxílio Gás. O valor de R$ 52 corresponde a 50% da média do preço do botijão de 13 kg de gás liquefeito de petróleo (GLP). Esse dinheiro será concedido a cada dois meses, por cinco anos.

Em dezembro, os recursos foram antecipados para 108.368 famílias residentes em cem municípios que decretaram estado de calamidade por causa das chuvas na Bahia e em Minas Gerais.

O investimento para o pagamento do Auxílio Brasil supera R$ 7,1 bilhões, segundo o Ministério da Cidadania. Os estados com maior número de famílias inscritas no programa são a Bahia, com 2,16 milhões, seguida por São Paulo (2,14 milhões), Pernambuco (1,39 milhão), Minas Gerais (1,38 milhão), Rio de Janeiro (1,28 milhão) e Ceará (1,27 milhão).

Já o pagamento total do Auxílio Gás é de quase R$ 285 milhões. O Nordeste é a região com o maior número de beneficiados pela ajuda federal, com cerca de 2,74 milhões. Em seguida, vem o Sudeste com 1,78 milhão, o Norte com 535,7 mil, o Sul com 349,77 mil e o Centro-Oeste com 167,65 mil.

Fonte: Todo Segundo.

Nubank perde o posto de banco mais valioso da América Latina

 

 

Ao fechar o pregão da semana passada em queda de 6,37%, a US$ 8,12 (R$ 44,93), o Nubank perdeu o posto de instituição financeira mais valiosa da América Latina para o Itaú Unibanco.

Com uma desvalorização dos papéis de cerca de 9,8% desde o IPO (abertura de capital, na sigla em inglês) na Bolsa de Nova York (Nyse), a fintech chegou a um valor de mercado de aproximadamente US$ 37,422 bilhões (R$ 207,1 bilhões), ante algo como US$ 41,478 bilhões (R$ 229,5 bilhões) na estreia, no início de dezembro.

Os papéis não são negociados nesta semana em razão do feriado nos Estados Unidos em homenagem ao ativista negro Martin Luther King.

Quem se deu bem com o desempenho recente do Nubank acabou sendo o Itaú. Desde que a fintech fez sua abertura de capital nos EUA, as ações do Itaú acumulam uma alta de aproximadamente 9,5%.

E, com os ganhos de 0,5% dos papéis do conglomerado negociados no exterior na sexta passada, o maior banco privado do país retomou sua posição também como o mais valioso da América Latina, posto que havia sido perdido para o Nubank.

O Itaú, que na semana passada comprou a corretora digital Ideal, soma hoje um valor de mercado de cerca de US$ 39,059 bilhões (R$ 215,02 bilhões), ante US$ 36,504 bilhões (R$ 202,02 bilhões) quando ocorreu o IPO da fintech.

Papéis de tecnologia como do Nubank têm estado de modo geral sob intensa pressão por parte dos investidores em escala global ao longo das últimas semanas. Um dos fatores que mais contribui para o menor entusiasmo dos agentes de mercado é o início do ciclo de alta dos juros nos Estados Unidos.

Muitas dessas empresas, como é o caso do banco digital, ainda enfrentam dificuldades para conseguir lucrar. E, com juros mais altos à frente, esse desafio pode ser ainda maior, apontam especialistas.

No início do ano, os analistas do Itaú BBA divulgaram relatório com uma avaliação para o desempenho dos papéis do Nubank abaixo da média de mercado [underperform], e preço alvo de US$ 8 (R$ 44,27) em 12 meses.

"Vemos desafios estruturais para o potencial de monetização dos clientes no Brasil, e esperamos que o ciclo de inadimplência à frente possa gerar dificuldades para a empresa. Acreditamos que esse cenário pode desencadear uma correção nas ações e diminuir a percepção do mercado sobre o potencial de rentabilidade do banco", aponta o relatório do Itaú BBA.

Segundo os analistas, o Banco Inter é o nome predileto no campo dos bancos digitais, por negociar em patamares mais atraentes.

OS 5 MAIORES BANCOS DA AMÉRICA LATINA

US$ 39,059 bilhões (R$ 215,02 bilhões)

US$ 37,422 bilhões (R$ 206,01 bilhões)

US$ 33,528 bilhões (R$ 184,57 bilhões)

  • Santander Brasil

US$ 21,413 bilhões (R$ 117,88 bilhões)

  • Banorte

US$ 20,726 bilhões (R$ 114,10 bilhões)

Fonte: Gazetaweb.

Veja os municípios que mais vacinam e os que menos aderem à imunização em Alagoas

 

 

Belém, município do Agreste de Alagoas, é a cidade com maior adesão à vacinação contra a Covid-19 no Estado, de acordo com a atualização diária da cobertura vacinal, com base nos dados da plataforma Localiza SUS, do governo federal. Do outro lado, está a cidade de Joaquim Gomes, que foi a que menos aderiu à imunização.

A ideia do ranking é incentivar a vacinação e fortalecer as ações de combate à Covid-19, contabilizando o percentual de imunização na população no geral e na vacinável.

Os dados da vacinação no geral dependem da quantidade de pessoas residentes no município, por isso, o percentual de vacinadas é maior quando calculado a partir da população vacinável em comparação com a população geral. O percentual de vacinados na população geral é menor, já que desconsidera a faixa etária que ainda não pode se vacinar. Belém lidera o 1º lugar com 147,6% no geral e 177,2% na população vacinável.

Pelo ranking da vacinação da plataforma Localiza SUS, atualizada nessa segunda-feira (17), os dez municípios com maior percentual em Alagoas, depois de Belém, são: Jacaré dos Homens com 89% no geral e 112% da população vacinável; Mar Vermelho com 88,7% no geral e 106,5% da vacinável. Na 3ª posição dos dez, vem Quebrangulo com 82,9% no geral e Santana do Mundaú com 103,1% da vacinável; na 4ª, Tanque d’Arca com 82,4% no geral e Quebrangulo com 101,4% da vacinável; na 5ª, Santana do Mundaú com 82,2% no geral e Maravilha com 100,3% da vacinável; na 6ª, Maravilha com 80,8% no geral e Água Branca com 100,2% da vacinável; na 7ª, Maribondo com 80,3% no geral e Tanque d'Arca com 99,7% da vacinável; na 8ª, Coité do Nóia com 79,4% no geral e Maribondo com 97,5% da vacinável; na 9ª, Água Branca com 79,0% no geral e Coité do Nóia com 96,9% da vacinável; na 10ª posição, Santa Luzia do Norte com 77,6% no geral e Coqueiro Seco com 95,3% de da vacinável.

OS QUE MENOS VACINARAM

Ainda de acordo com a plataforma Localiza SUS, os dez municípios alagoanos com os menores percentuais de vacinação, em ambas as tabelas, são: Joaquim Gomes, 1º lugar, com 38,2% da população geral e 49,9% da população vacinável; 2º lugar, Campo Alegre com 39,8% no geral e 50,5% da vacinável; 3º, Campo Grande com 41,5% no geral e 51,3% da vacinável; 4º, São Luís do Quitunde com 42,1% no geral e Junqueiro com 53,6% da vacinável; 5º, Maragogi com 42,7% no geral e São Luís do Quitunde com 54,3% da vacinável; 6º, Novo Lino com 42,9% no geral e Maragogi com 54,4% da vacinável; 7º, Colônia Leopoldina com 43,5% do geral e Novo Lino com 55,1% da vacinável; 8º, Junqueiro com 43,9% do geral e Colônia Leopoldina com 55,6% da vacinável; 9º, Matriz de Camaragibe com 48,4% do geral e Limoeiro de Anadia com 59,5% da vacinável; 10º, Ibateguara com 48,9% do geral e Matriz de Camaragibe com 61,0% da vacinável.

Fonte: Gazetaweb.

Insegurança: mais uma moto é tomada de assalto na AL-115 em Igaci

 

 

A sensação de insegurança faz parte da rotina dos condutores que trafegam pela rodovia AL-115, trecho que liga a zona rural dos municípios de Palmeira dos Índios e Igaci.

Quem vive na região conta que vários assaltos já foram registrados, principalmente entre os povoados lagoa do Felix, (zona rural de Igaci) e Santo Antônio, (zona rural de Palmeira dos Índios), e nenhum suspeito foi preso.

O caso mais recente ocorreu na noite desta segunda-feira (17), foram duas vítimas que não tiveram seus nomes revelados. Eles contam que trafegavam pela rodovia, em uma moto Honda Start 160 de cor vermelha, quando foram abordados por dois criminosos, que também estavam em uma moto 150 de cor preta.

Segundo as vítimas, além da moto, os assaltantes ainda tomaram dois aparelhos de celular, o valor de R$ 1.000,00 reais em espécie, documentos pessoais e cartões bancários, e que após o assalto, os criminosos fugiram com destino ao Povoado Lagoa do Felix.

Aa vítimas foram orientadas a confeccionar um Boletim de Ocorrência (BO) junto à Polícia Civil.

Fonte: Todo Segundo.

Campus da Ufal em Maceió tem surto de Covid-19 e suspende atividades presenciais

 

 

A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) detectou que o Campus A.C. Simões, localizado em Maceió, está passando por um surto de Covid-19, onde cerca de 34 testes tiveram resultados positivos.

O surto foi detectado após testagens realizadas dentro do campus. Segundo informações da Universidade, dos 24 testes realizados nessa segunda-feira (17), naqueles que apresentavam sintomas de síndrome gripal, 18 positivaram para o vírus. Também, na semana anterior, foram realizados 90 testes aleatórios e 16 foram positivos.

Enfatizando a gravidade da situação, a universidade continua com a maior parte de suas atividades suspensas e, seguindo o protocolo de Biossegurança, deverá suspender todos os trabalhos presenciais considerados não essenciais a partir desta data até o dia 23 de janeiro de 2022.

A Ufal alerta ainda sobre a importância da vacinação e reitera a obrigatoriedade do uso de máscara para aqueles que circulam pelo campus.

Fonte: Gazetaweb.

Inscrições para trabalhar no Censo 2022 termina na sexta-feira (21)

 

 

Termina nesta sexta-feira (21) o prazo para se inscrever no processo seletivo do Censo Demográfico 2022 que reserva vagas para recenseador e agente censitário. Somente em Alagoas, o IBGE está ofertando quase três mil vagas, distribuídas em todos os 102 municípios do estado. As inscrições podem ser feitas online, no site da FGV.

Os aprovados nos certames serão convocados para atuar na preparação e coleta do Censo 2022, a maior operação de recenseamento já organizada no país. No Brasil, são oferecidas mais de 204 mil vagas. Em Alagoas serão 2.638 vagas para o cargo de recenseador, 247 para agente censitário supervisor, cuja remuneração é de R$ 1,7 mil, e 80 para agente censitário municipal, com retribuição mensal de R$ 2,1 mil.

As provas serão realizadas em todos os municípios onde houver vagas. O candidato poderá fazer a prova em local diferente do que ele selecionar para trabalhar no ato da inscrição. O IBGE reforça que as inscrições para os processos seletivos de 2020 e 2021 não serão válidas para o Censo 2022. O pedido de reembolso dos processos cancelados pode ser feito clicando aqui.

Os recenseadores do IBGE atuarão diretamente na coleta das informações. O ACM gerencia o trabalho do posto de coleta, enquanto o ACS, subordinado ao ACM, tem como principal função orientar os recenseadores durante a execução dos trabalhos de campo. Como as vagas de agente censitário terão inscrição única, ao candidato com melhor classificação será oferecida a vaga de ACM. Os demais terão direito às vagas de ACS, de acordo com a ordem de classificação.

A taxa de inscrição para recenseador é de R$ 57,50, e de R$ 60,50 para agente censitário, e pode ser paga até 16 de fevereiro. Com a prorrogação dos prazos, as provas foram adiadas de 27 de março para 10 de abril. Os candidatos podem concorrer aos dois processos seletivos, já que as provas dos recenseadores serão realizadas no turno da manhã e a dos agentes censitários na parte da tarde. As provas objetivas serão aplicadas presencialmente seguindo os protocolos sanitários de prevenção da Covid 19 que constam em edital. O candidato que descumprir as medidas de proteção será eliminado do processo seletivo.

Remuneração do recenseador

Na seleção para recenseadores, os candidatos devem escolher, no ato da inscrição, a área em que desejam trabalhar. Como os recenseadores são remunerados por produtividade, o IBGE preparou um simulador online, que calcula quanto o profissional vai receber de acordo com a quantidade de residências visitadas e pessoas recenseadas, considerando ainda a taxa de remuneração de cada setor censitário, o tipo de questionário preenchido (básico ou amostra) e o registro no controle da coleta de dados. A jornada de trabalho recomendável para os recenseadores é de, no mínimo, 25 horas semanais. A previsão é que os aprovados trabalhem por até três meses na coleta domiciliar.

Isenção de taxa para pessoas de baixa renda

Os processos seletivos para o Censo 2022 permitem a solicitação da isenção do pagamento da taxa de inscrição para pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, o CadÚnico.

Para recenseador, o pedido deverá ser feito até o dia 21 de janeiro. Após o envio dos dados, a solicitação passará por uma análise da organizadora. O resultado preliminar dos pedidos de isenção de taxa será no dia 2 de fevereiro, cabendo recursos nos dias 3 e 4 de fevereiro. No dia 15 de fevereiro, sai o resultado definitivo. Caso o pedido de isenção seja indeferido, o candidato poderá pagar a taxa até o dia 16 de fevereiro.

Fonte: Todo Segundo.

CRB, CSA e ASA já sabem quem vão enfrentar na 1ª fase da Copa do Brasil; veja quem são os adversários!

 

 

Nesta segunda-feira (17), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sorteou os confrontos da primeira fase da Copa do Brasil de 2022, que vai para sua 34ª edição. Representando Alagoas,CSA, CRB e ASA já sabem quem enfrentarão nesta etapa do torneio, previsto para começar no próximo domingo (23) e terminar dia 19 de outubro.

Assim, conforme o sorteio, o CSA vista o Atlético-BA, no Estádio Antônio Carneiro; o CRB encara a Portuguesa-RJ, no Luso Baresileiro, e o ASA recebe o Cuiabá-MT, no Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca.

Se o Azulão avançar, enfrenta Trem ou Paysandu; caso o CRB se classifique, pega Operário-MT ou Sampaio Corrêa. Nesta hipótese, ambos vão jogar a segunda fase na condição de mandante. E se o Gigante sair vencedor, vai encarar Lagarto ou Figueirense, fora de casa.

Para definir os duelos, a entidade esportiva baseou-se nas posições das equipes no Ranking Nacional de Clubes (RNC) mais atualizado, com 80 times divididos em oito potes com dez cada.

O CSA e o CRB ficaram no Pote B e formaram as chaves 8 e 16, mutuamente. Já o ASA ficou Pote F e na chave 10 da disputa. Das três equipes, somente os dois maiores campeões alagoanos vão disputar a classificação longe de Maceió.

Vale lembrar que esta fase inicial será decidida em jogo único com a equipe melhor ranqueada atuando fora de casa e com a vantagem de se classificar em caso de empate no tempo normal. A fase segunte segue o mesmo formato, porém com decisão nos pênaltis em caso de igualdade nos 90 minutos.

A partir da 3ª fase, haverá jogos de ida e volta, e daí por diante, serão feitos novos sorteios. O campeão garante vaga na Libertadores em 2023. Na temporada passada, o Atlético-MG faturou mais de R$ 70 milhões com o título.

Fonte: Gazetaweb.

Técnica que usou doses erradas em crianças diz que não foi treinada

 

 

Em depoimento ao MPF (Ministério Público Federal), a técnica de enfermagem responsável por vacinar pelo menos 48 crianças contra a Covid-19 com doses destinadas a adultos alegou ter recebido instruções de aplicar o imunizante em todos os públicos, uma vez que o insumo estaria prestes a vencer. Obtido pelo R7 na íntegra, o relato mostra, ainda, que a profissional não recebeu treinamento para realizar a imunização em crianças, tampouco era supervisionada de perto.

Tanto o MPF quanto o Ministério da Saúde investigam o caso, que é considerado um "erro vacinal" pelo ministro Marcelo Queiroga. As aplicações foram realizadas no município de Lucena, na Paraíba, antes mesmo da chegada da dose pediátrica contra a Covid-19 ao Brasil. A responsável por injetar as vacinas foi afastada em 14 de janeiro, uma semana depois de ter imunizado indevidamente as crianças.

De acordo com a técnica, as vacinações equivocadas foram feitas tanto na UBS-V do município quanto em uma unidade âncora localizada no assentamento Outeiro de Miranda. Em 7 de janeiro, a profissional relata ter imunizado ao menos 36 crianças no assentamento. Já em 29 de dezembro de 2021 e em 11 de janeiro deste ano, o atendimento ocorreu na UBS.

A depoente alegou ter se queixado à chefe de imunização do município de "que estava sozinha na vacinação, sem coordenadora, enfermeira, médica nem dentista, acompanhada somente de uma ACS (agente comunitária de saúde) e do motorista". A chefe teria sido a responsável direta por dar aval à instrução de vacinar a todos. Além de ter respondido "sim" ao ser questionada, por mensagem de texto, a chefe de imunização teria "ligado para a depoente confirmando que era para vacinar todas as pessoas porque as vacinas iriam vencer".

Além da chefe de imunização, vinculada à Secretaria de Saúde de Lucena, a técnica de enfermagem ainda teria tido contato com a secretária adjunta da pasta e com a chefe da UBS-V, mas não especificou ao MPF se recebeu dessas pessoas orientação sobre a vacinação. A depoente ainda alegou que ela só realizava a aplicação e que a agente comunitária é quem preenchia as fichas. A parceira de vacinação teria, inclusive, vacinado a própria filha, de 5 anos.

Apesar da indicação de outros nomes, a técnica relata que só ela foi afastada. Além de alegar falta de assistência, a profissional relatou que "não houve capacitação da prefeitura sobre a vacinação de Covid para adultos e crianças [...], que ninguém lhe repassou nenhuma informação sobre diferenças de volumes [entre vacinas para adultos e crianças]", e que, por isso, imunizou a todos com a mesma dosagem.

A reportagem tentou contato com a prefeitura de Lucena e aguarda retorno. Ao R7, a assessoria de imprensa do MPF da Paraíba afirmou que ainda é prematuro atribuir responsabilidades, uma vez que as pessoas envolvidas ainda estão sendo ouvidas. "A responsabilização que o MPF está apurando não é apenas no âmbito individual da pessoa que aplicou as vacinas, mas também do agente público, do município."

"No momento, o que mais preocupa o Ministério Público são as vacinações futuras, o acompanhamento das crianças, e mostrar que esse fato isolado no município de Lucena não atrapalha em nada a vacinação pediátrica aplicada de maneira adequada", completou o órgão.

Fonte: R7.

Vacinação completa um ano com 68% da população com duas doses

 

 

Motivo principal para que o Brasil parasse de perder mais de 2.000 vidas por dia para a Covid-19 ao longo de quase dois meses, a vacinação completa um ano no país nesta segunda-feira (17).

Prestes a alcançar 70% da população brasileira com as duas doses (ou dose única), a campanha de imunização foi — e ainda permanece — a responsável pela queda substancial no número de óbitos — hoje, com média próxima a 130 por dia — e hospitalizações pelo vírus, o que desafogou os hospitais lotados e amenizou, aos poucos, o estado de colapso que a saúde pública enfrentou no ano passado.

Objeto de embates entre políticos e de campanhas de desinformação, a vacinação começou com calendário atrasado em relação a outros países, como Argentina, México e Chile. Porém, evoluiu graças à adesão de uma população já acostumada a outros programas de vacinação de sucesso nas últimas décadas.

No entanto, além das quase 130 mortes diárias nas últimas semanas, o rápido avanço da variante Ômicron por todo o país preocupa, com riscos de novo colapso na saúde, sinalizando a importância de que a população conclua o esquema vacinal — mais de 20 milhões não voltaram para tomar a segunda dose —, e que os públicos elegíveis procurem pela dose de reforço.

Após decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no mês passado, as crianças de 5 a 11 anos também estão aptas a se imunizar, com os calendários de vacinação começando a partir desta semana em várias capitais brasileiras.

Alvo de atritos na política, imunização começou com atraso

Tal qual outros assuntos relacionados à pandemia, a vacinação contra a Covid-19 no Brasil já era alvo de embates políticos antes de seu início entre gestores que buscavam reconhecimento pela negociação dos imunizantes e governantes que questionavam sua eficácia mesmo após resultados promissores mostrados por estudos.

À época, o presidente Jair Bolsonaro chegou a questionar a CoronaVac, hoje uma das vacinas contra o vírus mais aplicadas nos brasileiros, devido ao seu local de origem. “Da China não compraremos. Não acredito que ela transmita segurança para a população pela sua origem. Esse é o pensamento nosso”, disse Bolsonaro um dia após desautorizar a compra de 46 milhões de doses do imunizante da fabricante Sinovac.

Até a primeira dose, aplicada na enfermeira Mônica Calazans em 17 de janeiro, em Itaquera, zona leste de São Paulo (SP), a demora para a compra das vacinas da Pfizer — com uma recusa à compra de 70 milhões de doses em 2020 — e da Janssen, na entrega de insumos da AstraZeneca e na aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aos imunizantes fez o país largar atrasado em relação ao resto do mundo.

Naquele momento, em meados de janeiro, mais de 50 países já haviam aplicado suas primeiras doses, alguns inclusive entre novembro e dezembro do ano anterior, como Argentina, Chile e México.

Para Gonzalo Vecina Neto, médico sanitarista, fundador e ex-diretor-presidente da Anvisa, o atraso teve influência significativa em muitas mortes evitáveis. “Infelizmente, muitas pessoas morreram porque a vacinação no Brasil começou tarde demais e demorou muito para engrenar. A única arma que havia era de fato a vacina”, afirma Vecina. Há um ano, diz o sanitarista, começar a vacinação o quanto antes significava reduzir a mortalidade.

O médico ainda cita como exemplo um estudo da UFPel (Universidade Federal de Pelotas) e da Universidade Harvard, dos Estados Unidos, que apontou que a vacinação evitou a morte de 43.082 idosos no país.

“Poderíamos ter começado com um volume alto. Os países desenvolvidos começaram em dezembro, e nós em janeiro com uma quantidade muito limitada de vacinas. Nossa capacidade é de aplicar de 30 a 40 milhões de vacinas por mês, apertando seriam até 70 milhões, por termos 38 mil unidades de saúde. Temos condição de já ter vacinado esses 160 milhões de adultos com as duas doses, mas terminamos o ano e ainda não terminamos de vaciná-los”, considera.

Além do atraso na imunização, o país assistiu a uma série de casos de fura-filas de vacinas em todo o país. Nas semanas posteriores à primeira aplicação, eram rotineiras as notícias de funcionários públicos, políticos, empresários e seus familiares se imunizando — mesmo não pertencendo a grupos de risco, aqueles que por determinação das autoridades eram prioridade no calendário vacinal.

Houve, ainda, erros de logística do governo federal, ao enviar em fevereiro 78 mil doses ao Amapá, que deveria receber 2.000, e 2.000 ao Amazonas, que deveria receber 78 mil.

Também marcante foi o chamado Caso Covaxin, uma investigação do MPF (Ministério Público Federal), em 16 de junho, que encontrou indícios de irregularidades na aquisição, pelo Ministério da Saúde, de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin.

O valor dos imunizantes, segundo o órgão, seria 1.000% superior ao previsto no início. O ministério cancelou o contrato no fim de julho e anunciou que utilizaria a quantia prevista para contratar vacinas de outros fabricantes. Semanas antes, a Polícia Federal havia instaurado um inquérito para investigar Jair Bolsonaro por suspeita de prevaricação no caso da compra das doses.

Apesar de atrasos, adesão da população acelerou vacinação no país

À parte as discussões políticas — e apesar do atraso para o início do calendário de vacinação —, a resposta da população brasileira foi rápida e, atualmente, a adesão do país aos imunizantes contra o coronavírus é considerada alta: 68% da população receberam as duas doses ou dose única, e 76% receberam ao menos a primeira dose.

Em proporção, a taxa da população brasileira completamente imunizada é superior à de Estados Unidos, Rússia e México, por exemplo, que começaram antes a vacinar suas populações, e, mesmo com o atraso, próxima à de países como Alemanha, Reino Unido e França — pouco acima dos 70%, de acordo com a plataforma World in Data.

País com o menor índice de rejeição à vacina contra a Covid na América Latina — 3% de rejeição, contra 8 % de média, segundo estudo do Banco Mundial —, o Brasil tem em sua história recente campanhas de vacinação de sucesso, como no combate à varíola, a poliomielite (paralisia infantil) e no combate à epidemia de febre amarela. Essa tradição colaborou para a adesão dos brasileiros aos imunizantes contra o coronavírus, aponta Gonzalo Vecina.

“Nossa tradição foi fundamental para que o sucesso que temos e ainda teremos, espero, fosse alcançado. Vamos conseguir agora com a produção do IFA no Brasil pela Fiocruz, ter mais vacinas aqui. Espero que o Butantan consiga chegar ao mesmo estágio, com a fábrica que deve estar pronta em fevereiro, além dos testes da Butanvac. Temos ainda conquistas a fazer, e é importante que a gente perceba a evolução da nossa capacidade de produzir vacinas através do nosso desenvolvimento tecnológico, que foi feito apesar do governo brasileiro”, diz o sanitarista.

A aceitação entre os brasileiros foi suficiente para superar a desinformação produzida no meio político e pela sociedade de modo geral. No mundo todo, as fake news sobre os imunizantes acompanharam o processo de imunização desde o início.

Aqui no Brasil, por exemplo, especulou-se que as vacinas baseadas em RNA, como a da Pfizer, alterariam o DNA daqueles que fossem imunizados, que seus efeitos colaterais seriam perigosos, ou até que as doses implantariam microchips nas pessoas. Todos os boatos foram devidamente desmentidos pelos cientistas e as autoridades sanitárias.

No entanto, embora tenha sido bem recebida no país, a vacinação avançou de forma desigual, sobretudo entre estados da região Norte, nos primeiros meses da pandemia. Alguns desses, inclusive, ainda estão com a imunização atrasada em relação ao restante do país, como Roraima, Amapá, Acre, Tocantins e Amazonas — todos abaixo de 65% de suas populações com o esquema vacinal completo.

“Alguns estados e governantes foram menos competentes em conseguir uma cobertura vacinal mais adequada. Nos estados mais pobres, particularmente do Norte, como Amazonas, Rondônia, Roraima e Amapá, a situação vacinal é pior que a do restante do país. A porcentagem de segundas e terceiras doses está muito abaixo do que deveria”, avalia Vecina.

Para ele, essa baixa cobertura vacinal, com a chegada da Ômicron, deverá implicar num aumento expressivo no número de casos. “Temos uma explosão de casos e quase colapso de novo na rede hospitalar de Manaus. Uma parte desse componente se deve à baixa cobertura vacinal”, conclui.

Hoje com quase 70% da população imunizada, país viu queda no número de mortes e hospitalizações

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Findado o primeiro ano do calendário de vacinação contra a Covid-19 no país, pouco mais de 68% dos brasileiros concluíram o esquema vacinal, 75% foram vacinados com ao menos a primeira dose e 15% já receberam o reforço.

média móvel de 129 mortes diárias pelo vírus, registrada na última semana, representa 4% dos 3.125 óbitos por dia em 12 de abril de 2021, a pior média registrada no país durante a pandemia. Entre 17 de março e 10 de maio, o país ficou 55 dias com a média acima de 2.000 mortes diárias.

A queda gradativa no número de mortes e hospitalizações, acompanhada pelo avanço da imunização no país, foi resultado da adesão da população às vacinas. No sentido oposto, aqueles que não se imunizaram são maioria entre os atuais internados em hospitais e UTIs em decorrência do vírus, como afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na última quinta-feira (13).

Ao longo do ano passado, estudos de vacinação em massa em cidades de menor população ou comunidades, como em Serrana (SP), Botucatu (SP), Viana (ES) e na Ilha de Paquetá, no Rio, já mostravam a efetividade da vacinação para reduzir significativamente as mortes e hospitalizações pelo novo coronavírus.

Botucatu, por exemplo, viu os casos dispararem 604% após a chegada da variante Ômicron no início de 2022, mas registrou uma morte nos últimos dois meses e tem uma pessoa internada pelo vírus, em leito de enfermaria.

Gonzalo Vecina comemora a boa adesão à campanha no país, mas acredita que ela não tenha sido acompanhada de uma divulgação adequada por parte do Ministério da Saúde, dos estados e municípios, a fim de chamar as pessoas à vacinação.

“Infelizmente temos alguns milhões de pessoas que ainda não foram receber a segunda e a terceira doses. A terceira dose é fundamental para fortalecer a possibilidade da produção de anticorpos. Alguns países, como Israel, já estão aplicando a quarta. Já demonstramos que existe adesão da população brasileira, não temos esse clima de negacionismo como existe na Europa e Estados Unidos, com a mesma importância que lá”, pondera.

Crianças de 5 a 11 anos começam a ser imunizadas

Se a imunização já havia sido foco de embates entre políticos e de desinformação, não foi diferente no caso das vacinas para as crianças de 5 a 11 anos. Além das críticas de Jair Bolsonaro à medida, a própria autorização por parte da Anvisa demorou.

Embora a Pfizer tivesse divulgado, em outubro passado, a segurança e a eficácia de 90,7% da vacina para essa faixa etária, a agência brasileira autorizou a aplicação somente em 16 de dezembro, em meio a críticas e até ameaças por conta da decisão.

Uma semana depois, quando ao menos 1.148 crianças de até 9 anos já haviam morrido em decorrência do vírus na pandemia, Bolsonaro voltou a fazer críticas relacionadas ao assunto: “Não está havendo morte de criança que justifique algo emergencial”.

Com a aprovação da Anvisa e a compra e envio das doses pediátricas da Pfizer pelo governo federal aos estados e municípios, as primeiras aplicações já começaram em várias capitais e prosseguem nesta semana. Estados como São Paulo, Ceará, Maranhão e Minas Gerais já deram o pontapé inicial na imunização infantil.

“É importante lembrar que já aplicamos 340 milhões de doses sem mortes evidenciáveis. Houve efeitos colaterais, mas não tivemos mortes. Isso é importante, e agora continuar vacinando particularmente as crianças abaixo dos 12 anos”, diz Gonzalo Vecina.

Ao todo, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 20,5 milhões de crianças de 5 a 11 anos vivem no país, e o governo brasileiro encomendou, até o momento, 20 milhões de doses pediátricas.

Fonte: R7.

Fifa entrega prêmio The Best nesta segunda-feira (17); Lewa, Messi e Salah na disputa

 

 

A Fifa anuncia nesta segunda-feira o vencedor do prêmio de melhor jogador do mundo na temporada 2020/21. Lewandowski, Messi e Salah são os finalistas da vez no The Best, que terá cerimônia sem presença de público em Zurique, na Suíça.

Antes da decisão oficial, o ge perguntou a 50 jornalistas da redação da Globo quem deveria ficar com o tão cobiçado prêmio. Em disputa muito acirrada com Messi - que ganhou mais votos para o primeiro lugar -, Lewandowski levou a melhor na pontuação. Salah ficou em terceiro.

O camisa 9 do Bayern de Munique foi o vencedor do The Best 2019/20. Com esta nomenclatura, o prêmio é entregue desde 2016. Cristiano Ronaldo ganhou duas vezes, e Modric e Messi uma cada. O argentino venceu a Bola de Ouro 2021 e tem outros cinco prêmios de melhor do mundo no currículo.

Melhores do mundo eleitos pela Fifa

O período de avaliação estipulado pela Fifa vai de outubro de 2020 a agosto de 2021. Fazem parte da votação técnicos e capitães representantes de seleções, jornalistas e público.

Vezes em que cada um foi citado por posição em votação no GE:

Além do prêmio de melhor jogador no futebol masculino, a Fifa também anuncia a melhor jogadora, os melhores técnicos, o melhor goleiro e a melhor goleira. O vencedor do prêmio Puskás de gol mais bonito também será conhecido. Confira os outros nomes na disputa:

Melhor jogadora

Melhor goleiro

Melhor treinador

Prêmio Puskas (gol mais bonito)

Melhor goleira

Melhor treinador(a) - futebol feminino

  • Lluis Cortés (Barcelona)
  • Emma Hayes (Chelsea)
  • Sarina Wiegman (seleção holandesa e seleção inglesa)
Fonte: Globo Esporte.
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