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Um homem foi preso por agredir a companheira na noite dessa quinta-feira (12), no bairro do Antares, em Maceió. A vítima foi encontrada pela polícia com uma lesão aparente no nariz depois de levar um soco do agressor.

A mulher relatou à Polícia Militar que o homem teve uma crise de ciúmes e passou a enforcá-la após uma discussão. Depois, ele deu um soco no rosto dela. O agressor ainda quebrou o aparelho celular da companheira.

O autor da violência foi encaminhado para a Central de Flagrantes, onde foi autuado por lesão corporal com base na Lei Maria da Penha.

O QUE FAZER EM CASO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA?

Se você está sofrendo violência doméstica, seja ela física ou psicológica, ou conhece alguém que esteja passando por isso, você pode pedir ajuda.

No número 180, é possível denunciar à Central de Atendimento à Mulher. Ela funciona em todo o país e no exterior, 24 h por dia. A ligação é gratuita. O serviço recebe denúncias, dá orientação de especialistas e faz encaminhamento para serviços de proteção e auxílio psicológico. O contato também pode ser feito pelo WhatsApp no número (61) 9610-0180.

A denúncia pode ser feita ainda às autoridades locais pelo 190 e nas Delegacias Distritais de sua cidade.

Já as Delegacias da Mulher podem ser procuradas em Maceió e em Arapiraca. Veja os contatos:

Delegacias da Mulher – Maceió

Mangabeiras:
Fone: (82) 98882- 9799
E-mail: deddm1@pc.al.gov.br
Funciona 24 horas

Salvador Lyra
Fone: 3315-4327
E-mail: deddm2@pc.al.gov.br
Funcionamento: 08:00 às 18:00 horas

Delegacia da Mulher – Arapiraca
Fone: 3521-6318
End: Rodovia AL 110, s/n, Bairro Jardim Tropical
E-mail: deddma@pc.al.gov.br

Sala Lilás Terminal Rodoviário de Maceió – Feitosa/ Maceió
Funcionamento: de segunda à sexta-feira,  das 8h às 18h
Atendimento por Whatsapp/ 24 horas:  9 8833 4250.

O governo cubano decidiu liberar 51 pessoas condenadas à prisão nos próximos dias após conversas com o Vaticano, informou o Ministério das Relações Exteriores na quinta-feira (12/3).

“Em espírito de boa vontade e considerando as estreitas e fluidas relações entre o Estado cubano e o Vaticano, com os quais se mantém historicamente um diálogo sobre a revisão e a libertação de presos, o governo cubano decidiu libertar 51 pessoas condenadas à prisão nos próximos dias. Todas cumpriram uma parte significativa de suas penas e mantiveram boa conduta na prisão”, disse o comunicado.

Segundo Cuba, a prática é comum no sistema de justiça, que concedeu indultos a 9.905 detentos desde 2010.

“Esta decisão soberana é uma prática comum em nosso sistema de justiça criminal e tem caracterizado a trajetória humanitária da Revolução, que desta vez coincide com a aproximação das celebrações religiosas da Semana Santa”, disse.

No fim do mês passado, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, reuniu-se com autoridades do Vaticano.

“Sou profundamente grato a Sua Santidade Leão XIV pela honra de ter me recebido em audiência como Enviado Especial do Presidente da República de Cuba”, disse Parrilla pelas redes sociais após o encontro.

Ilha sofre pressão dos EUA

Os EUA têm aumentado a pressão econômica na ilha nos últimos dias. Na segunda-feira (9/3), o presidente Donald Trump ameaçou uma tomada de controle do país de forma “amigável” ou não.

Segundo o líder norte-americano, Cuba enfrenta uma grave situação humanitária. Por isso, autoridades locais estão pressionadas para fazer um acordo com os EUA.

“Pode ser uma tomada de controle amigável, pode não ser uma tomada de controle amigável”, disse Trump. “Não importa, porque eles estão realmente no fim, como dizem. Eles não têm energia, eles não têm dinheiro. Eles estão com grandes problemas a nível humanitário”.

A prefeita de Palmeira dos Índios, Tia Júlia, cumpriu agenda institucional nesta quinta-feira (12), em Maceió, onde se reuniu com o superintendente regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em Alagoas, Elizeu José Rêgo. A pauta do encontro foi a inclusão do município no programa de incentivo à produção de sementes e mudas por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

A prefeita esteve acompanhada do secretário de Estado Júlio Cezar, do deputado estadual Silvio Camelo, do técnico agrícola Jairo Barbosa e do líder quilombola da comunidade Tabacaria, Elson Paulino.

Durante a reunião, foi apresentada uma proposta técnica elaborada por Jairo que prevê a participação de 40 famílias quilombolas na produção de sementes crioulas e mudas. Cada família poderá receber até R$ 14.900 pela produção, dentro de um projeto estimado em cerca de R$ 600 mil. A produção será destinada à doação para três associações, beneficiando aproximadamente 3 mil famílias.

O secretário Júlio Cezar ressaltou a importância da articulação institucional.
“Essa é uma iniciativa que une inclusão social, produção agrícola e segurança alimentar. Estamos trabalhando para garantir que Palmeira dos Índios seja contemplada com esse importante programa da Conab”, disse o secretário.

Já o deputado Silvio Camelo destacou o impacto social da proposta. “É um projeto que fortalece as comunidades quilombolas e leva desenvolvimento para quem vive da agricultura familiar. Nosso mandato está à disposição dos agricultores familiares”, afirmou o deputado.

A prefeita destacou a importância da iniciativa para fortalecer a agricultura familiar e valorizar as comunidades tradicionais. “Esse projeto representa oportunidade de renda para as famílias quilombolas e, ao mesmo tempo, ajuda outras comunidades com a doação de sementes e mudas. Viemos buscar essa parceria com a Conab para fortalecer a agricultura familiar em Palmeira dos Índios”, afirmou Tia Júlia.

 

As internações de mulheres para tratamento de endometriose em Alagoas cresceram 127% nos últimos dois anos, cenário que coloca o estado em terceiro lugar no ranking nacional, segundo dados do Ministério da Saúde. No Dia Nacional de Luta contra a Endometriose, nesta sexta-feira (13), especialista esclarece dúvidas sobre o tratamento e alerta para a importância do diagnóstico precoce da doença.

Os dados são do Datasus: em 2025, o Brasil registrou 20.815 internações para tratamento da endometriose, número 30% maior que o contabilizado em 2023, quando houve 15.962 procedimentos. Em Alagoas, o aumento foi quatro vezes superior à média nacional: passaram de 144 internações no primeiro ano para 328 no ano passado, crescimento percentual de 127%.

O ginecologista e obstetra da Unimed Maceió, Vitor Costa, explica que a endometriose é uma doença inflamatória caracterizada pelo crescimento de um tecido semelhante ao endométrio, camada que reveste o interior do útero, fora da cavidade uterina. “As causas da endometriose ainda não são totalmente conhecidas, mas existem algumas hipóteses, como a chamada menstruação retrógrada, quando parte do fluxo menstrual retorna pelas trompas e se deposita na cavidade abdominal. Também há fatores genéticos e alterações do sistema imunológico que podem favorecer o surgimento da doença”, detalha o médico.

Entre os sintomas mais comuns estão cólicas menstruais intensas, dor pélvica frequente, dor durante a relação sexual, dor ao evacuar ou ao urinar durante o período menstrual e dificuldade para engravidar. O diagnóstico costuma envolver avaliação clínica e exames de imagem, como ultrassom especializado e ressonância magnética. Já o tratamento, explica o ginecologista, depende da intensidade dos sintomas, da idade da paciente e do desejo de engravidar. As opções incluem medicamentos hormonais, cirurgia e até mudanças no estilo de vida, como a prática de exercícios físicos e a adoção de uma dieta com menor potencial inflamatório.
Especialista em endometriose, Vitor Costa ressalta que o acompanhamento médico é fundamental. “Cada caso precisa ser avaliado individualmente. Apesar de ser uma condição crônica, a endometriose pode ser controlada, e a qualidade de vida pode ser mantida com diagnóstico precoce e tratamento adequado. Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de controlar os sintomas e evitar complicações. A mulher não precisa conviver com dor como se fosse algo normal”, afirma.
Mobilização
O Dia Nacional de Luta contra a Endometriose foi instituído por lei em 2022 e é celebrado em 13 de março. A data busca chamar a atenção para os impactos provocados pela doença. De acordo com a Sociedade Brasileira de Endometriose (SBE), a condição atinge cerca de 7 milhões de mulheres no país, aproximadamente uma em cada dez em idade reprodutiva. O levantamento aponta ainda que mais de 60% das mulheres desconhecem os sintomas do problema.

Uma carga de flores transportada sem documentação fiscal foi identificada na noite desta quarta-feira (11), no bairro do Feitosa, em Maceió. Equipes da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-AL) flagraram a carga, avaliada em R$ 104 mil, durante o monitoramento de um veículo que seguida para o estado do Rio Grande do Norte, mas que operava em desacordo com as normas tributárias vigentes.

Durante a verificação, foi constatado que as mercadorias eram destinadas a um estabelecimento com a Inscrição Estadual (IE) suspensa, o que, por lei, impede a realização de quaisquer atividades comerciais. Após a contagem dos itens, os auditores registraram a falta de documentos fiscais dos produtos.

A pendência foi constatada por meio do Trânsito Inteligente, projeto elaborado pela Sefaz que utiliza tecnologia de cruzamento de dados e informações de monitoramento do fluxo de veículos em tempo real.

Aplicativo 

Além do projeto, os auditores fiscais também podem consultar um aplicativo desenvolvido em parceria com o Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas (Detran-AL) que permite identificar automóveis que possuem débitos, promovendo maior transparência e segurança nas rodovias.

Com a identificação das pendências, o responsável poderá responder administrativamente, ficará sujeito às penalidades previstas na legislação e deverá regularizar a situação junto ao fisco estadual.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença renal crônica (DRC) é uma causa relevante de morbimortalidade no Brasil e no mundo. A entidade estima que a condição afeta cerca de 10% da população mundial, aproximadamente 850 milhões de pessoas. No entanto, muitos nem sabem que convivem com a doença, pois os sintomas são silenciosos

Segundo a Dra. Maristela Carvalho da Costa, responsável pelo setor de Nefrologia do Hospital Santa Catarina – Paulista, a ausência de sintomas contribui para o diagnóstico tardio. “Muitos pacientes só descobrem a doença quando a função renal já está bastante comprometida. A inclusão dos exames de urina e creatinina nos check-ups de rotina, especialmente em pessoas com fatores de risco, pode mudar esse cenário”, afirma.

Sintomas de problemas nos rins

A Dra. Maristela Carvalho da Costa explica que alguns sinais podem indicar que algo não vai bem com os rins e merecem atenção médica. São eles:

  1. Inchaço nas pernas, tornozelos, pés ou ao redor dos olhos, causado pela retenção de líquidos;
  2. Alterações na urina, como espuma excessiva, mudança de cor, presença de sangue ou diminuição do volume urinário;
  3. Cansaço excessivo e fraqueza, mesmo sem esforço físico intenso;
  4. Pressão arterial difícil de controlar, mesmo com uso de medicação;
  5. Falta de apetite, náuseas ou vômitos frequentes.

A médica destaca, no entanto, que a ausência desses sintomas não significa rins saudáveisA investigação apurada é essencial para a detecção precoce da doença renal crônica, que contribui não apenas para preservar a função renal e a qualidade de vida, mas também para reduzir a necessidade de tratamentos de alta complexidade, como a hemodiálise.

Copo de vidro sendo cheio com água
Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, hidratação adequada e controle do peso ajudam a manter a saúde dos rins (Imagem: Cozine | Shutterstock)

Fatores de risco e de proteção

Além do diagnóstico precoce, hábitos saudáveis são importantes fatores de proteção para a saúde dos rins, como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, hidratação adequada e controle do peso. Por outro lado, o tabagismo é um fator de risco relevante e está associado ao aumento da incidência e da progressão das doenças renais.

Embora o diabetes e a hipertensão arterial respondam pela maior parte dos casos de doença renal crônica, a Dra. Maristela Carvalho da Costa ressalta que outras doenças renais também merecem atenção, como as doenças glomerulares, que afetam principalmente adultos jovens e podem evoluir de forma rápida se não forem diagnosticadas e tratadas precocemente.

“Por isso, pessoas com diabetes, hipertensão, histórico familiar de doença renal, obesidade, fumantes ou pertencentes a faixas etárias mais jovens com alterações urinárias devem ter atenção redobrada à saúde dos rins, com acompanhamento médico regular e exames periódicos”, conclui a médica.

Uma influenciadora de moda chinesa conhecida como Irmã Wang Zha morreu dez minutos depois de encerrar uma transmissão ao vivo nas redes sociais, na última segunda-feira (9). Wang Zha demonstrou desconforto na cabeça em vários momentos durante a live até que, em certo ponto, desistiu e pediu para que chamassem uma ambulância. A influencer foi socorrida, mas já chegou morta ao hospital.

Wang Zha morava na província chinesa de Shanxi e cultivou um grande público nas redes sociais ao vender roupas para mulheres em transmissões ao vivo. A chinesa acumulava 130 mil seguidores nas redes sociais e tirava toda a sua renda das vendas on-line.

De acordo com relatos de pessoas próximas, a influenciadora dormia pouco e trabalhava intensamente para manter os seguidores e bater suas metas de vendas.

Na segunda-feira (9), Wang Zha começou sua transmissão, como de costume, às 8h da manhã. Durante o trabalho, a chinesa começou a se sentir mal, demonstrando grande desconforto na cabeça, como se estivesse com uma enxaqueca forte e constante.

No vídeo, ela admitiu: "Estou me sentindo mal". Ela chegou a deixar a transmissão por um momento para tentar se recuperar, mas voltou ainda se sentindo mal.

Até que, antes de sair pela última vez, ela disse: "Não aguento mais. Liguem para o 120 (número de emergência na China). Vou cair!".

Quando a equipe médica chegou à residência da influenciadora, ela já não estava mais consciente. Segundo o laudo do hospital, Wang Zha teve um AVC (acidente vascular cerebral) e teria morrido dez minutos depois de encerrar a live e chamar a ambulância.

No enterro, realizado na quarta-feira (11), os amigos de Wang Zha a elogiaram muito, afirmando que ela trabalhava duro para sustentar a família. Ninguém do círculo próximo da influenciadora sabia de qualquer doença ou problema de saúde recente que pudesse ter influenciado no AVC.

Como acontece um AVC?

Especialistas afirmam que um acidente vascular cerebral é resultado do rompimento de vasos sanguíneos do cérebro devido à hipertensão na região.

Entre 40% e 50% dos pacientes com o quadro morrem antes mesmo de chegarem a um hospital. Os números aumentam para 60% em caso de hemorragia no tronco encefálico.

O tabagismo é o maior fator de risco para AVCs: o hábito aumenta as chances em até três vezes. Histórico de hipertensão, colesterol alto, glicemia alta e falta de sono também são considerados fatores que contribuem para a ocorrência de rompimento de vasos sanguíneos do cérebro.

O mês de março é conhecido por ser o período no qual a luta em defesa dos direitos das mulheres é intensificada, sendo o dia 8 a data específica que alude ao tema. No entanto, foi nesta quarta-feira (11) que a Polícia Militar realizou o lançamento do aplicativo “Botão do Pânico” e, para isso, contou com a presença da prefeita Tia Júlia, que compareceu ao auditório do Cesmac -Faculdade do Sertão, onde ocorreu a solenidade. Na oportunidade, a chefe do Poder Executivo integrou a frente de honra do evento e parabenizou à PM pela iniciativa.

O evento teve início com uma agradável apresentação da banda da Polícia Militar, seguida por uma palestra da Soldado Rocha sobre a presença feminina dentro da Segurança Pública. Para além das apresentações, houve a exibição de um vídeo institucional sobre o funcionamento do aplicativo. De acordo com o Tenente Calheiros, que é o responsável pelo desenvolvimento e implantação do app, a criação, a princípio, será usada pelas mulheres que possuem medidas protetivas ativas. “Na verdade, o botão do pânico é uma das funcionalidades de um aplicativo maior, chamado Íris. Ao desenvolvermos esta ferramenta, buscamos facilitar o atendimento a possíveis vítimas”, esclareceu.

No vídeo institucional exibido no telão, quem esteve presente pôde conferir uma demonstração da funcionalidade do aplicativo, que – aliás – já foi responsável pelo atendimento a duas mulheres. Conforme explicou o Capitão Jesus, do 10º Batalhão, ao ser acionado o app mostra com exatidão a localidade onde a provável ocorrência está acontecendo e, assim, é evitada a perda de tempo na hora de atender as vítimas.

Além da prefeita Tia Júlia e dos representantes da Polícia Militar, participaram do evento o Comandante-Geral da PM Paulo Amorim, o Comandante da Guarda Municipal de Palmeira dos Índios Adriano Dantas, os secretários municipais dos Povos Originários Selmo, da Mulher Rosângela Monteiro, de Educação Renilda Pereira, as secretárias-adjuntas de Saúde Ivone Basílio, de Assistência Social Mônica Alves, de Educação Ana Holanda e de Agricultura Jenifer Monteiro.

Para a prefeita Tia Júlia o lançamento do “Botão do Pânico” representa um importante avanço no combate à violência contra a mulher. “Hoje damos mais um passo significativo no fortalecimento da luta da violência contra as mulheres, que, infelizmente, atinge várias famílias. Esse aplicativo será de suma importância para ampliar a segurança das mulheres no nosso município”, disse a gestora municipal.

A mídia estatal do Irã afirmou nesta quinta-feira (12) que Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, viúva do aiatolá Ali Khamenei, está viva. Segundo o jornal The Wall Street Journal, as informações iniciais de que ela teria sido morta no ataque dos EUA e Israel que vitimou o aiatolá e vários membros de sua família seriam falsas, disse a agência semioficial Fars News.

Não há informações sobre o estado de saúde da mulher de 79 anos. Em um comunicado do líder aiatola Mojtaba Khamenei nesta quinta, ele disse estar em luto pelo seu pai, irmã e esposa, mas não sua mãe.

Uma mulher registrou em vídeo, nessa quarta-feira (11/3), o momento em que um homem se masturbava dentro de um ônibus, em plena luz do dia, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Na gravação, o homem aparece sentado em um assento na última fileira do ônibus, ao lado da janela, enquanto a vítima está sentada na outra ponta. Em determinado momento, o suspeito passa a tocar o próprio órgão genital, fazendo movimentos repetitivos.

A jovem que compartilhou a gravação relatou que voltava da escola quando o suspeito subiu no ônibus na região da Rocinha e se sentou ao seu lado. Segundo ela, apenas os dois viajavam no transporte coletivo no momento da importunação.

“Percebi que ele estava se masturbando e me olhando fixamente. Imediatamente, gravei o momento e desci do ônibus na passarela da Barra. Antes de eu sair, ele ainda tentou me impedir de descer, dizendo algo”, desabafou.

Criado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)o cardiômetro contabiliza o número de mortes por doenças do coração em todo o país no período de um ano. Desde 1° de janeiro até esta quinta-feira (12/3), mais de 78 mil pessoas morreram em decorrência de algum quadro cardiovascular. Segundo a instituição, as condições que afetam o órgão central do sistema circulatório são as que mais matam no Brasil.

De acordo com o cardiologista Wendel Silva Issi, os hábitos — praticar atividade física, manter uma alimentação saudável, dormir bem, não fumar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas — atuam de forma conjunta e se complementam na proteção do coração. Desse combo, o médico pontua as duas medidas que mais favorecem a saúde do órgão.

Cardiologista cita os 2 hábitos que mais beneficiam a saúde do coração - destaque galeria

Parar de fumar está entre as medidas indicadas pelo médico

Outro hábito benéfico é a prática de atividade física com regularidade
O coração e os vasos sanguíneos são afetados pelo consumo de bebidas alcoólicas

Com base na literatura científica, o especialista explica que parar de fumar e praticar atividade física regularmente estão entre as medidas que geram benefícios mais rápidos e significativos na redução do risco de morte por doenças cardiovasculares, como infarto.

Conforme o cardiologista, após abandonar o cigarro, o risco cardiovascular “começa a cair rapidamente e, ao longo dos anos, pode se tornar semelhante ao de pessoas que nunca fumaram”. Com relação à atividade física regular, ele esclarece que os exercícios, quando realizados em intensidade moderada a vigorosa, também têm grande impacto na saúde do coração.

Getty ImagesIlustração colorida de coração em esqueleto humano - Metrópoles
Doenças relacionadas ao coração estão entre as que mais matam no Brasil

Wendel salienta sobre a prática de atividade física com constância ajudar a reduzir a pressão arterialo colesterol ruim (LDL), o excesso de gordura corporal e o risco de infarto e outras doenças cardiovasculares. “Por isso, é considerada uma das mudanças de estilo de vida com maior impacto na saúde do coração”, reforça o especialista do Centro Clínico Saint Moritz.

“As diretrizes internacionais recomendam pelo menos 150 a 300 minutos de atividade física moderada por semana — como caminhada rápida — ou 75 a 150 minutos de exercícios mais intensos. Quanto maior a regularidade da prática, maiores tendem a ser os benefícios”, frisa o médico.

O cardiologista destaca: “É importante reforçar que não existe um único hábito milagroso”. Ele argumenta que a “melhor proteção cardiovascular” envolve a combinação de um estilo de vida saudável, que inclui alimentação equilibradasono adequado, atividade física e evitar o tabagismo.

Cientistas da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, descobriram uma bactéria presente no intestino que pode estar relacionada com a perda de memória. A pesquisa, feita a partir de experimentos com ratos, foi publicada nessa quarta-feira (11/3) na revista Nature.

O trabalho indica que o microrganismo identificado como Parabacteroides goldsteinii interfere na comunicação entre o intestino e o cérebro, prejudicando o funcionamento de circuitos envolvidos na memória e no aprendizado.

O estudo foi realizado em camundongos jovens e sugere que alterações específicas na microbiota intestinal — o conjunto de bactérias que vivem no sistema digestivo — podem influenciar diretamente o funcionamento do cérebro.

A ligação entre intestino e cérebro

O intestino abriga trilhões de microrganismos que participam de diversas funções do organismo, como digestão, metabolismo e defesa do corpoNos últimos anos, cientistas também passaram a investigar o chamado eixo intestino-cérebro, um sistema de comunicação que conecta o sistema digestivo ao nervoso.

Essa comunicação ocorre por diferentes caminhos, incluindo hormônios, substâncias produzidas por bactérias e sinais transmitidos por nervos que ligam diretamente o intestino ao cérebro. Alterações nesse equilíbrio podem afetar não apenas a digestão, mas também funções neurológicas.

No estudo, os cientistas observaram que a Parabacteroides goldsteinii se torna mais abundante com o envelhecimento dos camundongos.

Para chegarem aos resultados, os cientistas introduziram essa bactéria em camundongos jovens e os animais passaram a apresentar déficits de memória semelhantes aos observados em ratos mais velhos.

Isso sugere que a bactéria não apenas aparece junto com o envelhecimento, mas pode contribuir diretamente para o declínio cognitivo observado nos experimentos.

De acordo com os autores, embora os experimentos tenham sido feitos apenas em camundongos, a descoberta reforça uma linha crescente de pesquisas que investigam como a microbiota intestinal pode influenciar o cérebro.

Segundo os pesquisadores, compreender melhor essa relação pode ajudar no futuro a desenvolver novas estratégias para lidar com a perda de memória associada à idade. No entanto, ainda serão necessários estudos adicionais — inclusive em humanos — para confirmar se mecanismos semelhantes também ocorrem nas pessoas.

Uma supernova observada a mais de um bilhão de anos-luz da Terra chamou a atenção de cientistas por apresentar um comportamento incomum. Em vez de só atingir um pico de luminosidade e depois perder o brilho de forma gradual — como acontece na maioria desses eventos — a explosão teve pequenas variações repetidas de luz.

O fenômeno foi identificado durante o acompanhamento da SN 2024afav, classificada como uma supernova superluminosa rara, podendo ser dezenas de vezes mais brilhante que uma supernova comum.

Depois de analisar dados vindos de telescópios, os pesquisadores perceberam que o padrão de brilho da supernova era regular demais para ser aleatório. Isso levou os cientistas a considerar que um objeto extremamente energético pode estar escondido no centro da explosão.


O que é uma supernova?


Brilho variado e possível presença de um magnetar

Ao observar a supernova com telescópios diferentes, os astrônomos perceberam que o brilho da explosão não era constante. Em vez de diminuir de forma contínua, a luminosidade apresentava algumas variações ao longo do tempo.

Outro ponto que chamou a atenção é que essas oscilações começaram a ocorrer em intervalos cada vez menores, com as mudanças no brilho acontecendo cada vez mais rápido.

Com o comportamento incomum, os cientistas chegaram na hipótese de que um magnetar poderia ter se formado no centro da supernova.

Magnetars são um tipo extremo de estrela de nêutrons que surge depois do colapso de uma estrela massiva. Apesar de terem cerca de 20 quilômetros de diâmetro, podem concentrar mais massa que o Sol.

Além disso, possuem campos magnéticos extremamente intensos, trilhões de vezes mais fortes que o da Terra, capazes de liberar enormes quantidades de energia.

Reprodução/Nasa/ESAFoto da supernova 1987a (centro), dentro de uma galáxia vizinha à nossa Via Láctea - Supernova rara com brilho irregular intriga astrônomos. Entenda - Metrópoles.
A energia liberada em uma explosão de supernova equivale a explodir 1 decilhão de bombas nucleares simultaneamente

Disco de matéria pode explicar o fenômeno

Os cientistas acreditam que parte do material lançado pela estrela durante a explosão pode ter sido puxado de volta pela gravidade. O material passou a girar ao redor do magnetar e formou uma espécie de anel achatado de gás e detritos — estrutura conhecida como disco de matéria.

Se esse disco não estiver alinhado com o eixo de rotação do objeto, ele pode começar a oscilar enquanto gira no espaço. Esse movimento pode ocorrer devido a um fenômeno previsto pela relatividade chamado precessão de Lense–Thirring.

Na prática, isso faz com que o disco se mova de forma irregular e balance enquanto gira — de maneira parecida com o movimento de um pião.

Em resumo, quando o disco de matéria se mexe ao redor do magnetar, ele pode bloquear ou desviar parte da energia liberada pelo objeto. Isso faz com que o brilho da supernova varie ao longo do tempo — exatamente o que os telescópios observaram.

Para os pesquisadores, esse tipo de observação ajuda a entender melhor como funcionam as supernovas superluminosas, um dos fenômenos mais energéticos e ainda pouco compreendidos do Universo.

Ao analisar uma coleção de fósseis, cientistas brasileiros encontraram uma nova espécie e gênero de peixe extinto. Os fragmentos fossilizados foram achados há cerca de 20 anos atrás na estado de Alagoas e estavam armazenados na Coleção de Fósseis da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. O exemplar foi batizado de Gondwanacanthus decollatus.

“O nome é uma mistura interessante: Gondwana’ refere-se ao supercontinente antigo; ‘acanthus’ significa espinho, típico desse grupo, e ‘decollatus’ quer dizer, literalmente, ‘decapitado’. Demos esse nome curioso porque o holótipo, o fóssil principal usado na descrição, não tem a cabeça, devido a um corte feito durante a coleta original da rocha, cerca de 20 anos atrás”, explicam os autores do artigo, Alexandre Cunha Ribeiro e Flávio Bockmann, em entrevista ao Jornal da USP.

O animal primitivo pertence ao grupo Acanthomorpha, no qual possui 18 mil espécies atualmente, e tinha atributos semelhantes aos exemplares modernos com espinhos nas nadadeiras, como bacalhau, a corvina, a garoupa, o linguado e o robalo.

Análises mostraram que o peixe viveu há cerca de 125 milhões de anos, quando o mundo estava unido através do supercontinente Gondwana e o Oceano Atlântico estava no início de sua formação.

Essa é a primeira evidência de que os peixes com raios espinhosos nas nadadeiras já estavam presentes no mundo há cerca de 20 a 25 milhões de anos antes que a ciência acreditava. “Isso preenche uma lacuna enorme na história evolutiva desse grupo”, afirmam os cientistas.

Todas as descobertas foram lideradas por pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Os resultados foram publicados na revista Papers in Palaentology em fevereiro.

Detalhes sobre peixe fóssil alagoano

De acordo com os pesquisadores, o peixe primitivo tinha um corpo alto e arredondado, tendo aproximadamente 24 cm de comprimento na parte que estava preservada. Ele possuía escamas grandes do tipo ‘espinoide’, ou seja, haviam projeções espinhosas na região.

“O traço mais marcante, que nos permitiu classificá-lo, é a presença de espinhos verdadeiros e não segmentados nas nadadeiras dorsal e pélvica. Além disso, a posição das nadadeiras pélvicas é ‘torácica’, mais à frente no corpo, o que é uma característica anatômica importante desse grupo”, contam os pesquisadores.

Algumas características presentes no animal antigo são compartilhadas até com os peixes modernos com espinhos nas nadadeiras, o que torna ele um parente primitivo da maioria dos exemplares espinhosos atuais.

O achado demonstra a importância das bacias sedimentares brasileiras para estudos relacionados à evolução das espécies quando houve a separação dos continentes.

Reduzir ou parar de consumir açúcar é uma mudança comum em dietas, mas o corpo pode reagir de diferentes formas nas primeiras semanas. Segundo especialistas, a adaptação envolve alterações no metabolismo, no funcionamento do cérebro e até no nível de energia ao longo do dia.

De acordo com a endocrinologista Alexandra Saliba, que atende em Brasília, a retirada do açúcar adicionado da alimentação pode trazer benefícios metabólicos já no curto prazo. Entre eles estão a redução de inflamação no organismo, menor produção de colesterol e diminuição dos picos de glicose no sangue.

“Essas mudanças levam a uma menor liberação de insulina e podem reduzir o acúmulo de gordura visceral, que é aquela localizada na região abdominal e associada a maior risco cardiovascular”, explica a médica.

Sintomas do corte de açúcar nas primeiras semanas

Apesar dos benefícios, algumas pessoas podem sentir efeitos temporários quando diminuem drasticamente o consumo de açúcar. O motivo está ligado ao funcionamento do cérebro.

Segundo Alexandra, o consumo frequente de alimentos açucarados estimula a liberação de dopamina, neurotransmissor ligado à sensação de prazer e recompensa. Quando o açúcar é retirado de forma abrupta, pode ocorrer uma redução dessa atividade cerebral. Por isso, nas primeiras semanas podem surgir sintomas como dor de cabeça, irritabilidade, dificuldade de concentração e queda na motivação.

A nutricionista Beatriz Fausto, também de Brasília, explica que o organismo precisa aprender a usar outras fontes de energia.

“Quando reduzimos o consumo de açúcar, diminui a quantidade de glicose disponível no sangue, que é uma fonte rápida de energia. O corpo passa então a utilizar mais carboidratos complexos, proteínas e gorduras como combustível”, afirma.

açúcar presente nos refrigerantes
O excesso de açúcar faz muito mal para a pele, acelerando o envelhecimento, causando flacidez, rugas e acne

Mudanças no metabolismo

Com o tempo, a redução do açúcar tende a melhorar o funcionamento metabólico do organismo. A endocrinologista Joana Dantas, que atende no Rio de Janeiro, destaca que a mudança pode favorecer o controle da glicose e reduzir o risco de doenças.

Segundo ela, diminuir açúcares adicionados ajuda a melhorar o perfil metabólico, o que pode diminuir a probabilidade de pessoas com pré-diabetes desenvolverem diabetes tipo 2.

Além disso, a perda de cerca de 5% a 10% do peso corporal, algo que pode ocorrer quando há melhora na alimentação, em muitos casos já é suficiente para reduzir esse risco.

Benefícios a médio e longo prazo

A médio prazo, a redução do açúcar pode trazer uma série de efeitos positivos para a saúde. Entre eles estão a diminuição da gordura no fígado, melhora do perfil lipídico, com redução de triglicerídeos e colesterol LDL, e menor inflamação no organismo.

Essas mudanças reduzem o risco de doenças metabólicas e cardiovasculares, como infarto e AVC. Além disso, segundo especialistas, diminuir alimentos ultraprocessados ricos em açúcar também pode melhorar a saúde intestinal e reduzir o risco de cáries.

Açúcar adicionado é o principal problema

Apesar dos claros benefícios, especialistas alertam que cortar todos os açúcares da dieta não é necessário nem recomendado.

Beatriz explica que muitos alimentos naturais contêm açúcares importantes para o funcionamento do organismo.

“Frutas, legumes, verduras, grãos integrais e leguminosas fazem parte de uma alimentação saudável. O problema principal está no açúcar adicionado, presente em refrigerantes, sucos industrializados, doces e alimentos ultraprocessados”, afirma.

Para a endocrinologista Joana, o mais importante é buscar equilíbrio. Dietas extremamente restritivas podem ser difíceis de manter e até prejudicar a relação com a alimentação. Reduzir o açúcar adicionado e priorizar alimentos naturais costuma ser a estratégia mais eficaz para melhorar a saúde

Dormir mal por longos períodos pode ter consequências que vão além do cansaço e da dificuldade de concentração. Um estudo publicado em 23 de janeiro na revista científica Nature Mental Health investigou a relação entre a insônia e processos biológicos associados ao desenvolvimento da doença de Alzheimer.

Os resultados indicam que distúrbios persistentes do sono podem estar ligados a alterações no cérebro que aumentam a vulnerabilidade à doença. Segundo os autores, compreender melhor essa relação pode ajudar a identificar novos caminhos para prevenir ou retardar o declínio cognitivo.

A pesquisa feita por cientistas da Universidade do Kentucky, nos Estados Unidos, reforça uma linha crescente de estudos que apontam o sono como um fator importante para a saúde do cérebro ao longo da vida.

Relação entre sono e Alzheimer

Para entender a ligação entre insônia e Alzheimer, os pesquisadores analisaram dados genéticos e informações de grandes bancos de dados biomédicos.

O objetivo era verificar se pessoas com maior predisposição genética à insônia também apresentavam maior probabilidade de desenvolver processos relacionados à doença. Esse tipo de análise permitiu investigar possíveis relações de causa e efeito entre diferentes condições de saúde.

Ao comparar dados genéticos associados à insônia com aqueles relacionados ao Alzheimer, os cientistas puderam avaliar se os distúrbios do sono poderiam contribuir para o risco da doença.

Os resultados indicaram que a predisposição à insônia pode estar associada a mudanças biológicas ligadas ao Alzheimer, sugerindo que o sono pode ter papel importante nos mecanismos da doença.

Sono e a saúde do cérebro

De acordo com o estudo, o sono é essencial para o funcionamento adequado do sistema nervoso. Durante a noite, o cérebro passa por processos fundamentais de manutenção, consolidação da memória e regulação de diversas funções cognitivas.

Pesquisas anteriores já mostraram que noites mal dormidas podem prejudicar esses processos e afetar áreas cerebrais responsáveis pela memória e pelo aprendizado.

Além disso, o sono também participa da remoção de resíduos metabólicos acumulados no cérebro ao longo do dia. Quando a qualidade do descanso é comprometida, esse processo pode se tornar menos eficiente, o que pode favorecer alterações associadas a doenças neurodegenerativas.

Os cientistas ressaltam que a relação entre sono e Alzheimer não é simples. Em alguns casos, a insônia pode contribuir para alterações no cérebro; em outros, os próprios processos iniciais da doença podem afetar as regiões responsáveis pelo controle do sono.

Por isso, os pesquisadores apontam que a ligação entre as duas condições pode ser bidirecional: o sono ruim pode aumentar o risco da doença, e o avanço da doença também pode piorar os distúrbios do sono.

Embora os resultados indiquem uma associação entre insônia e Alzheimer, os autores destacam que ainda são necessários mais estudos para compreender completamente como essa relação acontece.

Mesmo assim, a pesquisa traz luz sobre a importância de cuidar da qualidade do sono. Problemas persistentes para dormir devem ser investigados por profissionais de saúde, já que podem afetar diferentes aspectos do organismo.

Para os cientistas, entender melhor como o sono influencia o cérebro pode abrir caminho para novas estratégias de prevenção e cuidado com doenças neurodegenerativas no futuro.

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