
A Rússia fechou o cerco aos últimos defensores da cidade portuária de Mariupol e está reforçando posições em trono do leste do país, movimentos que visam preparar a batalha que poderá levar a guerra na Ucrânia a uma conclusão –favorável ou não ao Kremlin.
Situada na costa sudeste do país, Mariupol é a peça que falta para o estabelecimento de um controle terrestre russo de uma faixa que liga o Donbass (o leste russófono) à Crimeia, península histórica da Rússia que foi anexada da Ucrânia em 2014.
A cidade está praticamente destruída, embora ainda haja moradores buscando sair –um novo corredor humanitário foi anunciado pelos russos nesta segunda (11). O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, disse ao Parlamento da Coreia do Sul por vídeo que já morreram lá "dezenas de milhares de pessoas".
Não é um dado aferível a essa altura, como praticamente tudo o que acontece dos dois lados deste conflito, embebido em exageros e fake news. Segundo a imprensa russa, as instalações do porto de Mariupol foram tomadas, encurralando os últimos resistentes.
A eventual queda de Mariupol completaria o cenário ao sul para a batalha do Donbass, já anunciada por Moscou como seu objetivo nesta fase da guerra. Para tanto, há reforços de tropas relatados em toda a região já ocupada por separatistas nas autoproclamadas repúblicas de Lugansk e Donetsk e ao norte de Kharkiv, segunda maior cidade ucraniana, já sob ataque desde o começo da guerra.
Segundo um analista militar russo, que pediu anonimato, Moscou deverá fazer um ataque que tente driblar a chamada linha de contato, a fronteira real entre as áreas tomadas por rebeldes pró-Rússia desde a guerra civil iniciada em 2014 e as principais forças ucranianas –cerca de 40 mil homens bem treinados.
Nos quase dois meses de guerra, os russos e seus aliados não conseguiram romper a linha em si. O bombardeio já em curso contra as cidades de Rubijne e Popasna indica esse movimento, engajando as forças ucranianas. Para o analista, Moscou irá enquanto isso deslocar forças para manobrar rumo sudoeste, circundando Kramatorsk para tentar envelopar os ucranianos.
Diferentemente da primeira fase da guerra, com múltiplas frentes e forças dispersas, a ação tende a ser mais focada e a ocorrer em campos menos congestionados por cidades. Se queria tomar a Ucrânia toda no susto, chegando às portas de Kiev com forças insuficientes no segundo dia da guerra, Putin fracassou.
Como nunca anunciou nada que não fosse a "desmilitarização, desnazificação e proteção do povo do Donbass" como objetivo ao lado de impedir a adesão da Ucrânia à Otan (aliança militar ocidental), o russo sempre poderá dizer que não tinha a intenção de conquistar Kiev.
A tática de manobrar para colocar os ucranianos dentro de um "caldeirão", sujeitos a fogo aéreo e de artilharia, já deu certo em menor escala na batalha entre separatistas e ucranianos que definiu o cessar-fogo de 2015. Fazer isso contra 40 mil homens, contudo, é outra história.
Do lado adversário, os sinais foram vistos. Autoridades do Pentágono disseram a repórteres que os russos podem dobrar ou triplicar o número de soldados ora posicionados no Donbass. E o governo em Kiev disse esperar a ofensiva "para os próximos dias".
A batalha insinua um ponto de inflexão, talvez final, da guerra. Putin nomeou para comandar a ação o general Aleksandr Dvornikov, de reputação implacável quando chefiou as forças russas na Síria.
Se os russos conseguirem ou destruir, ou fazer se retirarem as forças de Zelenski na região, poderão tomar as fronteiras anteriores à guerra civil das províncias de Lugansk e Donetsk. A situação militar poderá levar a uma negociação de paz efetiva, faltando aí saber como serão atendidas as expectativas de Kiev de terem proteção ocidental em troca de não aderir à Otan.
Se for uma vitória muito expressiva, Putin estará em condição de ditar mais termos. Por ora, segue a guerra: seu chanceler, Serguei Lavrov, disse que os combates não cessarão enquanto houver negociações de paz.
Mas o presidente pode, na opinião do analista, perder. O risco é o de falta de reservas: como não declarou guerra para manter a pantomima de uma "operação especial" para o público interno, não há acesso a forças disponíveis numa mobilização nacional. Neste caso, uma derrota terá de ser embalada como alguma vitória parcial, e o risco de uma escalada violenta não está descartado.
Assim, se decidirem ficar para a luta, os ucranianos têm uma chance. O problema deles é o provável desgaste de suas forças, que não é escrutinado com precisão devido ao apoio que a causa de Kiev tem de governos e também na mídia, obscurecendo as informações.
Além disso, até aqui as armas fornecidas pelo Ocidente, mísseis antiaéreos e antitanque portáteis, eram bastante eficazes para a guerra de emboscada nas periferias de Kiev e outras cidades. Em um campo de manobras, seriam precisos mais blindados, tanques e a cobertura aérea e de defesa antiaérea, o que não sobra para os ucranianos.
Ao contrário. A Rússia divulgou nesta segunda ter destruído o regimento de baterias antiaéreas S-300, de longo alcance, provavelmente o que foi doado pela Eslováquia à Ucrânia. Não há confirmação independente disso, mas segundo Moscou os lançadores estavam em Dnipro –o que lhes daria alcance (150 km) para atingir a aviação russa sobre o Donbass.
Londres prometeu a Kiev 120 blindados, e a empresa alemã Rheinmetall disse que poderia fornecer em dois meses alguns de seus 60 tanques Leopard-1 descomissionados, que estão em estoque, se Berlim permitir. Todos esses anúncios são praticamente simbólicos, em termos de fazer alguma diferença a tempo da batalha que está por vir.
FONTE: Folhapress
O entregador de aplicativo de 41 anos que denunciou ter sido ameaçado por uma delegada durante uma entrega em Goiânia disse que chorou após a situação e está muito abalado ainda. Ele contou que a policial, que tinha o nome parecido com a pessoa que receberia o pedido, se irritou ao achar que a encomenda fosse para ela, e sacou a arma. O caso aconteceu na sexta-feira (8).
“Eu não aguentei, eu chorei muito, estou nervoso até agora, não consegui dormir”, disse o homem, que não quer se identificar.
A encomenda que o entregador levava era para a servidora pública Gabrielle Perdigão. O homem contou que, ao chegar ao prédio indicado, foi abordado por uma mulher que se identificou como sendo a pessoa que receberia o pacote. A moradora era a delegada Gabriela Adas.
“Eu perguntei pelo código de verificação e eu vi que era diferente. Tentei explicar, mas ela colocou o celular na minha cara falando que era para ela. Eu levantei os braços reclamando e ela sacou a arma, disse que era polícia e podia me prender. Nessa hora eu virei de costas”, contou.
Depois da confusão com os nomes, o entregador subiu ao apartamento de Gabrielle. “Ele bateu na minha porta, estava tremendo, chorando, ele me entregou, eu ia fechar a porta e ele pediu: ‘pelo amor de Deus, desce comigo’. Ele disse que estava com medo dela [delegada] atirar nele e me contou o que tinha acontecido. Eu vi que ele estava tremendo demais e foi decisão minha chamar a polícia”, contou a moradora.
Em um vídeo feito por Gabrielle, a delegada aparece conversando com um policial militar e dizendo que não tinha sacado a arma. No boletim de ocorrências, a delegada disse que o entregador a ameaçou dizendo que tinha uma faca, o que ele nega.
O g1 tenta contato por telefone com a delegada Gabriela Adas desde sábado (9), mas as ligações não foram atendidas até a última atualização dessa reportagem.

Entregadores fazem protesto após entregador ser ameaçado por delegada durante entrega — Foto: Reprodução/TV Anhnaguera
A Polícia Civil informou que a Corregedoria está tomando as medidas necessárias para esclarecer a situação, apurando de maneira imparcial. O comunicado diz que as versões apresentadas pelos envolvidos têm contradições e, por isso, é preciso apurar para alcançar a verdade dos fatos.
Em nota, o iFood disse que repudia todo ato de agressão ou discriminação contra os entregadores. “Em casos como esse, o entregador conta com um canal de denúncias no próprio aplicativo para registrar os fatos que contribuirão para a investigação interna”. A empresa reforçou a importância de fazer o boletim de ocorrência e que está à disposição para colaborar com as investigações.
FONTE: G1 Goiás
Parece que foi ontem que Paolla Olivera estreou na TV roubando a cena em “Belíssima”, em 2005. De lá pra cá, muita água rolou na vida da atriz, que completa quatro décadas na próxima quinta-feira, “muito feliz e realizada”, como a mesma faz questão de frisar. Tanto na vida profissional quanto no amor. A musa vive há quase um ano um romance arrebatador com o sambista Diogo Nogueira, promete brilhar mais uma vez na Sapucaí como rainha de bateria e estrear sua 11ª novela e sua sétima protagonista de uma carreira de sucesso. O que ainda falta para ela?
“Pra mim, a vida é uma realização todos os dias. Acordar, ter um dia bom, não ter uma notícia ruim... Parece piegas, mas é exatamente o que eu acredito. Então, eu me sinto realizada, não tenho um grande sonho que ainda falte realizar. Não sinto que me falta nada. Pelo contrário, estou bem completa nesse momento. Têm coisas que são muito importantes: que são a minha família, meu coração preenchido, eu podendo viver do meu trabalho... Então, a minha maior realização é conseguir manter as coisas, pelo tempo que for possível, organizada e equilibrada”, reflete a atriz.
Paolla chega aos 40 anos ainda mais bela. Basta dar uma olhada nas fotos de biquíni que ela vira e mexe posta nas redes sociais, exibindo o resultado de uma variedade de exercícios, entre eles, a musculação, e uma alimentação equilibrada, sem carne vermelha e (acredite!) longe daquelas dietas mirabolantes.
“Me sinto ótima. Há algum tempo que eu falo sobre me sentir ótima com a idade que eu tenho, envelhecendo, vivendo... Eu acredito que o nosso dia melhor é sempre o de hoje, então, eu não tenho nenhum saudosismo dos meus 20 anos. E o que muda é que, quando eu estava para fazer 18, lembro de uma frase que eu falei: ‘porque eu vou fazer 18 anos...’, e nada mudou (risos). Eu devia umas responsabilidades na época e continuei devendo, e continuei vivendo a vida como se eu tivesse 17 ainda (risos). E assim foi. E que bom que a gente faz 40 anos quando a gente já viveu, já tem a experiência e mais discernimento sobre o que realmente é importante e que gente só pode envelhecer se a gente viver”, diz.
Ultimamente, Paolla tem mantido a forma sambando. No sábado, dia 23, ela reinará pela quarta vez à frente da bateria da Grande Rio, posto que ocupou em 2009, 2010 e em 2020, no seu retorno vestida de Cleópatra. Em maio, estreia em “Cara e coragem”, próxima novela das 7, na pele de Pat, uma dublê de ação e mãe de duas crianças.
Na vida real, Paolla — há 10 anos, ela acrescentou mais um “l” no nome, após uma consulta a um numerólogo — não pensa em ser mãe por enquanto. A atriz congelou os óvulos quando tinha 35 para preservar sua fertilidade.
“Meu desejo é que mais mulheres tivessem a oportunidade e ter isso como opção. Não quero ter filhos agora. Foi o que me fez congelar os óvulos. Tive a opção de congelar como opção de liberdade e como opção de que daqui a pouco as coisas possam mudar para mim", disse ela em setembro, em entrevista ao canal no YouTube “Seja Seu”.
Enquanto isso, a bela “treina” o lado mãezona com os quatro cachorros adotados que tem em casa, onde também já chegou a ter 11 gatos, uma das suas grandes paixões. A outra, como sabemos, é o relacionamento com o apaixonado cantor Diogo Nogueira, de quem ela até ganhou uma música chamada de “Flor de Caña”. Feliz no amor, não teria homenagem melhor para celebrar mais uma primavera, não é mesmo, Paolla?
“Sou muito feliz por estar fazendo 40 anos, me sentir bem e satisfeita muito mais agora do que já fui quando eu era mais jovem. Então, agradeço pelas coisas que eu aprendi e ressignifiquei na minha vida. Espero que as mudanças sejam compatíveis com a felicidade que me dar de ter chegado até aqui”.
FONTE: Extra

Estudantes de escola estadual no Recife passaram mal na tarde de sexta- feira (08). (Foto: Reprodução/ G1 PE)
Após mais de 25 alunos terem crise de ansiedade ao mesmo tempo em uma escola estadual no Recife, alguns pais detalharam a situação enfrentada pelos adolescentes.
“Minha filha saiu da escola com uma amiga. Ela disse que o cenário era de filme de terror, com correria e tumulto. Já no ônibus, ela me ligou dizendo que tinha deixado a escola e estava indo para a casa”, contou o pai, que preferiu não se identificar, ao G1 PE.
Ainda segundo o pai da menina, que cursa o primeiro ano do ensino médio, a filha não quer relembrar o ocorrido. “Ela diz que dá agonia de lembrar, diz que o olho escorre lágrimas”, afirma o homem. A adolescente de 14 anos relatou ao pai que algumas amigas estão com medo de voltar às aulas.
Após mais de 25 alunos terem crise de ansiedade ao mesmo tempo em uma escola estadual no Recife, alguns pais detalharam a situação enfrentada pelos adolescentes.
“Minha filha saiu da escola com uma amiga. Ela disse que o cenário era de filme de terror, com correria e tumulto. Já no ônibus, ela me ligou dizendo que tinha deixado a escola e estava indo para a casa”, contou o pai, que preferiu não se identificar, ao G1 PE.
Ainda segundo o pai da menina, que cursa o primeiro ano do ensino médio, a filha não quer relembrar o ocorrido. “Ela diz que dá agonia de lembrar, diz que o olho escorre lágrimas”, afirma o homem. A adolescente de 14 anos relatou ao pai que algumas amigas estão com medo de voltar às aulas.
Com falta de ar, tremor e crise de choro, os alunos saíram das salas da escola em pânico e foram atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
“A escola não entrou em contato comigo na hora. Um colega de sala da minha filha me ligou e fui até a escola. Chegando lá, vi seis ambulâncias e, na entrada, vários adolescentes, alguns desmaiados, alguns chorando bastante”, contou a mãe de uma adolescente de 15 anos, estudante do primeiro ano do ensino médio, que também não quis se identificar.
Questionada pelo G1, a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco informou que o retorno acontece normalmente na segunda-feira (11), mas que as provas não foram realizadas na sexta (8) e serão remarcadas.
Eles também frisaram que a escola realiza um trabalho voltado à educação emocional dos alunos, incluindo orientações dos jovens e dos responsáveis deles sobre esse tema. Os estudantes receberam atendimento médico na unidade escolar e foram liberados após a chegada dos parentes.
Os estudantes são da Escola de Referencia em Ensino Médio (Erem) Ageu Magalhães. Eles foram atendidos por 16 profissionais em seis ambulâncias e duas motocicletas mobilizadas pelo Samu. “Os jovens apresentaram sudorese, saturação baixa e taquicardia, foram atendidos no local e não precisaram de remoção para as unidades de saúde”, informou o serviço de saúde por meio de uma nota. As razões que levaram à crise coletiva de ansiedade ainda não foram esclarecidas.
FONTE: Yahoo Notícias
Um carro de passeio capotou e uma bebê de cinco meses morreu no local, na madrugada desta segunda-feira (11), na AL-210, no Povoado Dois Galhos, em Cajueiro, interior de Alagoas.
De acordo com o Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), o veículo, de modelo Corsa, seguia na rodovia, sentido Atalaia/Cajueiro, quando o condutor perdeu o controle da direção, vindo o carro a capotar posteriormente.
Não há informações se o condutor do carro, identificado como I.F.M., de 48 anos, ficou ferido, precisando, assim, de atendimento médico.
Já a criança, T.S.F., morreu antes mesmo dos primeiros socorros. Não foi divulgado se a vítima era parente do condutor, bem como se havia mais ocupantes no carro.
Uma equipe da 4° Companhia Independente também esteve no local da ocorrência, para a realização dos procedimentos cabíveis.
O corpo da criança foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML).
FONTE: GazetaWeb

Eustáquio Jamerson Santos Jorge, de 21 anos, executou a mãe Marta Cristina Santos Jorge, de 49, e a irmã, de 14, em Monte Azul, no Norte de Minas
(foto: Redes Sociais/Reprodução)
O jovem Eustáquio Jamerson Santos Jorge, de 21 anos, foi condenado a 29 anos e seis meses de prisão pelos assassinatos da própria mãe e da irmã na cidade de Monte Azul, no Norte de Minas. Marta Cristina Santos Jorge, de 49, e a adolescente, de 14, dormiam no momento em que foram executadas a facadas. Em seguida, o autor tentou suicídio, mas sobreviveu e se entregou à polícia.
A condenação aconteceu durante sessão plenária do Tribunal do Júri, no município mineiro, em 30 de março, mas só foi divulgada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) nessa sexta-feira (8/4). Conforme a peça acusatória da promotoria, Eustáquio, à época com 20 anos, esfaqueou a mãe e a irmã 36 e 49 vezes, respectivamente. Os crimes aconteceram durante a madrugada de 9 de junho de 2021.
De acordo com a denúncia oferecida pelo MPMG, o pai, caminhoneiro, e a mãe, que era manicure, viviam com os filhos, de 20 e 14 anos. Porém, a partir de 2019, as brigas entre o pai e o filho se tornaram constantes. O pai cobrava do jovem que arrumasse um trabalho, enquanto ele, cada vez mais agressivo, se recusava a sair de casa, alegando ter síndrome do pânico e outros problemas que o tornavam antissocial.
Na ocasião, a família propôs que o rapaz iniciasse um tratamento médico, mas ele recusou sob pretexto de não aceitar o dinheiro dos pais. Logo, como pontua o MP, o jovem criou “uma falsa armadilha mental”, na qual recusava-se a trabalhar por alegar síndrome do pânico e não aceitava o tratamento porque seria pago pelos pais. Logo, sem emprego, não poderia arcar com o tratamento do problema que alegava impedi-lo de ter um trabalho.

© BBC Andrei Illarionov, principal conselheiro econômico do presidente Putin de 2000 a 2005, diz que embargo total de energia seria…
Um "verdadeiro embargo" à energia de origem russa por parte de países ocidentais - como os da União Europeia - poderia parar a guerra na Ucrânia, disse Andrei Illarionov, ex-assessor econômico de Vladimir Putin.
Illarionov disse que a Rússia "não levou a sério" as ameaças de outros países de reduzir a compra de energia.
Apesar de tentar reduzir sua dependência de fontes russas, a Europa continua comprando petróleo e gás.
No ano passado, os preços em alta significaram que as receitas de petróleo e gás representaram 36% dos gastos do governo russo.
Grande parte dessa receita vem da União Europeia, que importa cerca de 40% de seu gás e 27% de seu petróleo da Rússia.
Esta semana, o representante da União Europeia Josep Borrell disse que "um bilhão de euros é o que pagamos a Putin todos os dias pela energia que ele nos fornece".
Illarionov disse que se os países ocidentais "tentarem implementar um embargo real às exportações de petróleo e gás da Rússia... aposto que provavelmente dentro de um mês ou dois, as operações militares russas na Ucrânia provavelmente serão encerradas, serão interrompidas".
"É um dos instrumentos muito eficazes ainda em poder dos países ocidentais", acrescentou.
Embora o comércio de petróleo e gás tenha continuado durante o conflito, sanções diversas levaram a um cenário em que muitas outras atividades econômicas pararam, muitas empresas estrangeiras se retiraram e as exportações foram interrompidas.
Uma pesquisa recente do próprio banco central da Rússia prevê que a economia encolherá 8% este ano, enquanto o Instituto Internacional de Finanças diz que pode cair até 15%.
Illarionov sugeriu que o presidente Putin estava preparado para suportar um golpe na economia e que ele mostra onde estão suas prioridades.
"Suas ambições territoriais, suas ambições imperiais, são muito mais importantes do que qualquer outra coisa, incluindo o sustento da população russa e da situação financeira do país... até mesmo o estado financeiro de seu governo", disse ele.
Na semana passada, em meio a tensões com a Europa sobre como o gás seria pago, Putin disse que os "indicadores-chave" da saúde da economia russa incluem a "criação de empregos, a redução da pobreza e da desigualdade, a melhoria da qualidade de vida das pessoas, a disponibilidade de bens e serviços".
Números do Banco Mundial apontam que quase 20 milhões de russos vivem na pobreza.
Nos últimos anos, Putin prometeu reduzir pela metade esse número.
Agora, Illarionov disse que "veremos provavelmente dobrar o número dessas pessoas, talvez até triplicar" à medida que a economia russa piora.
O Centro de Pesquisa Estratégica, think tank com sede em Moscou, estimou que dois milhões de empregos podem ser perdidos este ano, à medida que a taxa de desemprego aumenta após uma baixa recorde.
Essas preocupações são compartilhadas por Vladimir Milov, que é ex-vice-ministro da Energia da Rússia, mas agora faz parte do partido de oposição Rússia do Futuro, de Alexei Navalny.
"Muitas pessoas estão preocupadas em perder seus empregos, a maioria realmente não percebe a gravidade da situação econômica", disse.
A inflação, que já subiu para 15,7% por causa da guerra, significa que as pessoas podem parar de gastar dinheiro em coisas como academias e refeições em restaurantes e "isso é uma má notícia para muitas pequenas empresas", disse Milov.
Alguns alimentos básicos, como açúcar, cebola e repolho, tiveram alta de preço de mais de 40% desde o início deste ano.
Milov disse que qualquer queda perceptível nos padrões de vida ajudaria a causa de seu partido como oposição.
"Temos explicado às pessoas o tempo todo que a política de Putin levaria a Rússia a uma catástrofe, incluindo uma catástrofe social e econômica completa, incluindo uma deterioração dos padrões de vida que não vimos em décadas", disse ele.
"Devo dizer que isso tem um preço extremamente alto. Preferíamos não ver o que está acontecendo hoje."
No entanto, Milov, que fugiu para a Lituânia no ano passado, acredita que levará tempo para que a queda dos padrões de vida se traduza em mudanças políticas.
"A Rússia é um país com grande inércia na sociedade e muito medo instigado pelas autoridades. Especificamente, as pessoas realmente têm muito medo de protestar porque agora podem acabar na prisão por muito, muito tempo por fazer isso".
Ele acrescentou: "Mas eu diria que dentro de alguns meses de problemas econômicos reais e profundos, que não vimos em 30 anos, isso mudará o humor da sociedade. Mais pessoas começarão a reclamar em voz alta."
© Getty Images Andrei Illarionov assiste Putin fazer um discurso em 2004
Andrei Illarionov, que agora vive nos Estados Unidos, disse que uma mudança de governo é inevitável "mais cedo ou mais tarde".
Ele disse que "é absolutamente impossível ter qualquer futuro positivo para a Rússia com o atual regime político".
Sob o presidente Putin, ele sugeriu, "não há como esse país ser integrado de volta às relações internacionais, na economia mundial".
FONTE: BBC NEWS
O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi xingado por várias pessoas durante uma reportagem ao vivo da Globo, nesta sexta-feira (8). A jornalista Larissa Schmidt estava na Central do Brasil, no Rio de Janeiro, quando o político foi criticado.
Tudo aconteceu enquanto a repórter comentava a respeito da fiscalização da Polícia Militar e do Procon-RJ no serviço aos passageiros nos trens da concessionária responsável por operar na Região Metropolitana do Rio.
Passageiros, então, gritaram contra o presidente da República. “Bolsonaro, vai para a put* que pariu”, gritou uma mulher, enquanto outras pessoas comemoraram e puxaram um coro com a mesma frase. A repórter da Globo, porém, não deu atenção e continuou a sua fala.
As pessoas, no entanto, seguiram falando por cima dela. “Bolsonaro vai tomar no c*, filho da put*”, dispararam algumas pessoas. A Globo passou a mostrar imagens gravadas das fiscalizações nos trens.
https://twitter.com/GustavRamski/status/1512602275717517314?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1512602275717517314%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Frd1.com.br%2Fbolsonaro-e-xingado-durante-entrada-ao-vivo-em-telejornal-da-globo%2F
Sabina Simonato vai passar a ter mais espaço na emissora e vai integrar o rodízio de apresentadores do Bom Dia São Paulo, SP1 e SP2.
De acordo com informações do TV Pop, a jornalista já vai ser responsável por assumir a bancada dos noticiosos da hora do almoço e do horário nobre nos dias 15 (sexta-feira) e 16 (sábado) deste mês.
Sabina já teve a chance de mostrar seu talento à frente das notícias de tempo e trânsito no Bom Dia São Paulo, quando precisou substituir Gloria Vanique, há dois anos.
Além da repórter, o time do rodízio conta também com Fábio Turci e Carlos Tramontina, titular do SP2. A ideia da emissora, no entanto, é treinar outros profissionais para que também possam assumir os programas quando necessário.
Neste sábado (09), Isaura Gomes, dubladora de Dona Clotilde, personagem do programa ‘Chaves’, morreu em São Paulo, aos 83 anos. A vítima estava internada há um mês em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), conforme informações do Estado de Minas.
Além da dublagem como Dona Clotilde, Isaura também dublou Cascão, da Turma da Mônica. A artista ainda narrou o jogo League of Legends.
Uma testemunha afirmou ao Estado de Minas que Isaura estava internada na UTI, mas a causa da morte não chegou a ser revelada. “A Isaura não queria comer e acabou ficando fraca. A princípio ela ficou sendo alimentada por sonda nasal e internada para acompanhamento. No decorrer do tempo, foram surgindo intercorrências e outros problemas, como infecção de urina, a saturação não estava boa”, contou.
“A Isaura sempre foi muito ativa e continuou dublando enquanto conseguiu. Com a pandemia da Covid-19, ela precisou parar de trabalhar por conta do isolamento social e acabou ‘descobrindo’ alguns problemas, incluindo um de mobilidade”, completou a fonte.
FONTE: IstoÉ

De acordo com o levantamento da agência reguladora, o valor da gasolina comum registrou uma variação de R$ 6,719 a R$ 8,089 - Foto: Ailton Cruz
O preço da gasolina comum vendida em Alagoas rompeu a barreira dos R$ 8 em postos do interior do Estado, segundo boletim divulgado neste sábado (9), pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).
De acordo com o levantamento, feito em 58 postos alagoanos, o valor do combustível atingiu R$ 8,090 nas bombas de Delmiro Gouveia.
Na média, o preço da gasolina nas bombas alagoanas atingiu R$ 7,106 esta semana, uma estabilidade em relação aos R$ 7,115 em média registrados na semana anterior.
De acordo com o levantamento da agência reguladora, o valor da gasolina comum registrou uma variação de R$ 6,719 a R$ 8,089 — uma diferença de 20,3%. Em valores nominais, o consumidor pode ter uma economia de até R$ 1,37 por litro, dependendo do local em que abasteça.
Estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) Ageu Magalhães, na Tamarineira, Zona Norte do Recife, passaram mal na tarde desta sexta-feira (8). Com falta de ar, tremor e crise de choro, os alunos foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que informou que 26 alunos tiveram "crise de ansiedade". Nenhum deles precisou ser levado para o hospital.
Por nota, o Samu informou que 16 profissionais em seis ambulâncias e duas motocicletas foram mobilizados para o atendimento. "Os jovens apresentaram sudorese, saturação baixa e taquicardia, foram atendidos no local e não precisaram de remoção para unidades de saúde".
A comerciante Luciana Amorim, de 42 anos, ficou assustada quando o filho contou o que aconteceu na escola.
"Ele contou que tinha vários alunos passando mal e que estavam dizendo que era crise de ansiedade. Havia alunos deitados, tremendo, desmaiados", afirmou.
Segundo a comerciante, o filho, que tem 15 anos, não sentiu nada e foi liberado para ir para casa. "Eles fizeram uma refeição entre 15h e 15h30. Depois disso, começaram a passar mal. Falta de ar, muito choro, desmaio. De 15 a 20 alunos deitados no chão passando mal", contou.
A mulher soube que o diagnóstico dos alunos e ficou impressionada. "A gente não sabe, mas essa pandemia está mudando tudo e a gente fica sem saber. Para dar uma ansiedade em geral, é uma coisa muito nova. Na verdade é assustador".
Por nota, a Secretaria de Educação e Esportes informou que os estudantes receberam atendimento médico na unidade escolar e foram liberados após a chegada dos responsáveis.
A secretaria acrescentou que a escola realiza um trabalho voltou a educação socioemocional dos alunos, incluindo a orientação dos jovens e dos responsáveis sobre o tema.
A psicóloga Anna Paula Avelar, professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), disse que é impossível não relacionar o que aconteceu na escola com a pandemia da Covid-19.
Para ela, alguns fatores "encadeados" podem ter servido de motivo para que os estudantes tivessem crise de ansiedade.
Anna Paula Avelar lembrou que os alunos voltaram a estudar presencialmente após muito tempo tendo aulas e provas remotas e que voltaram a ter as mesmas cobranças de antes da pandemia.
A inflação não dá trégua ao bolso do consumidor.
No acumulado de 12 meses até março, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), alcançou 11,30% – a maior taxa em 18 anos, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Grande parte da alta é resultado direto da disparada dos preços dos combustíveis, que subiram em média 6,70% no mês – com destaque para a gasolina, que ficou 6,95% mais cara, depois que a Petrobras elevou o preço médio de venda para as distribuidoras em 18,77%.
As elevações recentes dos combustíveis também puxaram a subida de preços do transporte por aplicativo, que ficou mais de 40% mais caro no acumulado em 12 meses.
Com menor peso na inflação – mas maior no bolso dos mais pobres – os preços de alguns alimentos também seguiram em disparada. A alta da cenoura passou de 160% no acumulado em 12 meses, enquanto o tomate quase dobrou de preço no mesmo período.
Fonte: g1
Rodrigo Mussi, segundo eliminado do 'BBB22', estava na casa de uma amiga, em Osasco, antes de sofrer o acidente que lhe colocou em sedação profunda. A amiga em questão é a jogadora de vôlei Key Alves. A atleta confirmou a informação na noite de quinta-feira, 07. Em desabafo realizado nas redes, ela falou sobre como tem lidado com a culpa, em meio a uma derrota de seu time na Superliga Feminina.
"Key, como você pode estar saindo depois que perdeu o jogo e seu amigo sofreu um acidente assim que saiu da sua casa? Estou noites sem dormir preocupada com tudo, com o que eu posso postar, com o que vão falar, com a situação mais tensa que já vivi que foi perder as quartas de finais, em seguida recebe a notícia mais forte da minha vida que foi o acidente do meu amigo Rodrigo Mussi, minutos depois de sair da minha casa. Sério, o que eu posso fazer pra vocês sentirem o que eu estou passando é apenas escrevendo porque viver mesmo só eu", escreveu ela.
"O fato de eu ir ao um show, um restaurante, não quer dizer que não estou chateada por ter perdido o jogo ou pelo o que houve come Rodrigo Mussi, nada disso. Pelo contrário, eu passei nesses últimos dias uma das maiores pressões que já vivi. E tentar distrair a cabeça não me faz menos atleta ou que estou pouco me importando com o Rodrigo, pelo contrário, converso todo santo dia com o irmão dele. Não está sendo fácil pra ninguém e sim, carrego uma culpa dentro de mim que não desejo a ninguém, mas Deus sabe de tudo", complementou a atleta.
A jovem disse ainda ser muito nova para carregar toda a "pressão" do acidente de Rodrigo Mussi.
"Eu tenho apenas 22 anos para estar carregando uma pressão tão grande dentro de mim e tenho medo de que isso pode me causar, faz tempo que não durmo em paz, então por favor vivam intensamente a vida de vocês, pois dias atrás eu pude ver e sentir na pele que a vida é um sopro. Minha vontade era me desligar daqui das redes, mas não posso ou tenho trabalhos, contratos, seguidores fiéis comigo que preciso estar sempre aqui, pessoas que precisam de um bom dia, então entendam, estou tentando viver normalmente, mas sabendo de tudo e tentando acreditar que um dia vai voltar a ser como antes, leve e simples", finalizou.
FONTE: Terra
Assessores e ex-funcionários do vereador Gabriel Monteiro (PL) prestaram depoimento à polícia no âmbito das investigações contra o parlamentar que apura o vazamento de um vídeo íntimo do parlamentar com uma adolescente de 15 anos.
O vereador foi alvo de uma operação policial, que também mirou o chefe de gabinete de Monteiro, Rick Dantas, além do assessor Robson Coutinho, o ex-funcionários Heitor Monteiro, Matheus Souza e Fábio Neder e o empresário Rafael Sorrilha.
Em um dos depoimentos prestados, Fábio Neder - um dos ex-funcionários de Gabriel Monteiro - disse que levou uma pílula do dia seguinte para a casa da menor que aparece no vídeo, alvo do inquérito. Segundo Neder, a adolescente costumava a frequentar a residência do vereador. Ela chegava a visitá-lo com roupas da escola e, por vezes, ficava estudando lá. Assim como Neder, demais funcionários de Monteiro sabiam que a jovem era menor. As informações são da TV Globo.
O assessor Robson Coutinho acrescentou que o vereador dizia que sua “novinha” estava esperando quando a adolescente lhe fazia visita, deixando claro a ciência sobre sua idade. O ex-funcionário Matheus Souza relatou também que Monteiro mantinha um cofre com HDs de gravações em vídeo.
O suposto envolvimento do vereador com menores de idade foi citado em outro depoimento de um atual funcionários de Gabriel Monteiro. Também segundol a TV Globo, Vinícius Hayden, conhecido como Vinícius Ziza, costumava a fazer piadas sobre isso, chegando a dizer que “abriria uma creche” e relatando que depois dos 20 anos, as mulheres já eram “velhas” para ele.
Vinícius citou que festas com orgias eram organizadas na própria casa do vereador, com menores de idade marcando presença e uso de drogas. No depoimento, o funcionário afirmou ainda que flagrou meninas saindo chorando das festas, aparentemente após terem sido vítimas de abuso ou estupro.
O assessor informou também que a preocupação do vereador era fazer dinheiro com seus vídeos, e não a carreira política. Vinícius disse à polícia que Gabriel Monteiro chegava a ganhar R$ 300 mil por mês com visualizações de vídeos, ultrapassando – e muito – seu salário de R$ 14,3 mil como vereador.
Crédito: Terra
Duas pessoas ficaram feridas em um acidente ocorrido na manhã desta sexta-feira (8), em trecho da AL-101 Sul, em Marechal Deodoro. O Corpo de Bombeiros foi acionado para a ocorrência.
A colisão envolveu um veículo modelo Fiat Palio e uma motocicleta. De acordo com informações do CBM, uma das vítimas precisou ser levada ao Hospital Geral do Estado (HGE). Tratou-se de um pessoa do sexo masculino, de 36 anos, que estava consciente e com um corte contuso em um dos joelhos.
A outra pessoa que ficou ferida não precisou ser levada ao hospital.
Uma moradora do Jardim Campos Elíseos, em Campinas, colocou cacos de vidro na calçada do vizinho, sem autorização, para evitar que moradores em situação de rua dormissem no local. O proprietário do terreno registrou boletim de ocorrência e o caso é investigado pela Polícia Civil.
Os cacos forram colocados na Rua Justiniano de Melo Franco no último domingo (5). A mulher, moradora da casa ao lado do terreno, teria ficado incomodada com pessoas dormindo no espaço e colocou cacos de vidro para evitar a parada das pessoas na calçada.
Os cacos foram colocados na extensão do terreno, que pertence a uma empresa. Em imagens feitas pela EPTV Campinas, é possível ver que os pedaços de vidro foram inseridos no concreto, de forma pontiaguda, impedindo até a passagem pelo trecho da calçada.
CRIME
O delegado José Henrique Ventura, responsável pelo Deinter 2 (Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior), afirma que a mulher cometeu um crime e pode ser responsabilizada.
"O trecho de passeio é público, e ela ao fazer isso não atinge só às pessoas que quer atingir, ela atinge todos que transitam por ali, expondo a risco a saúde das pessoas. Ela não poderia fazer nem no dela, nem no de terceiros. Aliás, muito menos no de terceiros. É um crime que dá de três meses a um ano de detenção", afirmou.
A mulher foi procurada pela reportagem, mas não se pronunciou até o momento.
MEDO DE ACIDENTES
Os vidros foram cimentados em um trecho atrás do galpão e o proprietário do terreno foi avisado na última segunda-feira (6) sobre a obra irregular. Ele sinalizou o local colocando faixas para tentar evitar que pessoas não se machuquem ao passar pelo trecho.
As faixas levam os dizeres "obra irregular realizada pela vizinha", citando o número da casa ao lado.
O gerente da empresa do terreno conta que já procurou um advogado e tem receio de ser responsabilizado pela obra irregular. Ele disse que a mulher já vinha reclamando de pessoas que paravam no trecho desde dezembro, pedindo providências.
"Ela fala da segurança dela, mas está na via pública, eu não posso fazer nada", disse Renato Correia. "Acho uma coisa absurda, é inapropriado fazer uma coisa dessa, triste demais", acrescentou.
FONTE: ACidadeON Campinas
