
Há quase 500 anos, o cartógrafo flamengo Gerardus Mercator produziu um dos mapas mais importantes do mundo.
Certamente não foi a primeira tentativa de se criar um atlas mundial, e tampouco era particularmente preciso: a Austrália está ausente, e as Américas estão apenas esboçadas.
Desde então, os cartógrafos produziram versões cada vez mais precisas desse nosso arranjo continental, corrigindo os erros de Mercator, assim como os vieses entre hemisférios e latitudes criados por sua projeção.
Mas o mapa de Mercator, junto a outros produzidos por seus contemporâneos do século 16, revelou uma imagem verdadeiramente global das massas terrestres do nosso planeta — uma perspectiva que, desde então, povoa a mente das pessoas.
O que Mercator não sabia é que os continentes nem sempre foram organizados desta maneira. Ele viveu cerca de 400 anos antes de a teoria das placas tectônicas ser confirmada.
Ao olhar para a posição dos sete continentes em um mapa, é fácil supor que são fixas. Durante séculos, os seres humanos têm travado guerras e selado acordos de paz para conquistar esses territórios, supondo que a terra deles — e de seus vizinhos — sempre esteve e sempre estará lá.
Da perspectiva da Terra, no entanto, os continentes são folhas à deriva em um lago. E as preocupações humanas são uma gota de chuva na superfície da folha.
Os sete continentes já estiveram reunidos em uma única massa, um supercontinente chamado Pangeia. E, antes disso, há evidências de outros que remontam a mais de três bilhões de anos: Panótia, Rodinia, Columbia/Nuna, Kenorland e Ur.
Os geólogos sabem que os supercontinentes se dispersam e se juntam em ciclos: estamos na metade de um agora.
Então, que tipo de supercontinente poderia existir no futuro na Terra? Como as massas terrestres que conhecemos hoje vão se reorganizar no longo prazo?
Há pelo menos quatro trajetórias diferentes possíveis pela frente. E elas mostram que os seres vivos da Terra um dia residirão em um planeta muito diferente, que mais parece um mundo alienígena.
Para o geólogo João Duarte, da Universidade de Lisboa, em Portugal, o caminho para explorar os futuros supercontinentes da Terra começou com um evento incomum no passado: um terremoto que sacudiu Portugal numa manhã de sábado em novembro de 1755.
Foi um dos terremotos mais poderosos registrados nos últimos 250 anos, com um total de 60 mil mortos e provocando um tsunami no Oceano Atlântico. Mas o que fez dele particularmente estranho foi sua localização.
"Não deveria haver grandes terremotos no Atlântico", diz Duarte. "Foi estranho."
Terremotos dessa magnitude geralmente acontecem em (ou perto de) grandes zonas de subducção, em que as placas oceânicas mergulham sob os continentes, sendo derretidas e consumidas no manto quente. Envolvem colisão e destruição.
O terremoto de 1755, no entanto, aconteceu ao longo de uma borda "passiva", em que a placa oceânica subjacente ao Atlântico se transforma suavemente nos continentes da Europa e da África.
Em 2016, Duarte e seus colegas propuseram uma teoria para o que poderia estar acontecendo: as "costuras" entre estas placas podem estar se desfazendo e uma grande ruptura pode estar se aproximando.
"Pode ser uma espécie de mecanismo infeccioso", explica. Ou como o vidro se fragmentando entre dois pequenos orifícios no para-brisa de um carro.
Se for isso mesmo, uma zona de subducção poderia estar prestes a se espalhar do Mediterrâneo ao longo da África Ocidental e talvez até a Irlanda e o Reino Unido, gerando vulcões, formação de montanhas e terremotos nessas regiões.
Duarte percebeu que, se isso acontecer, pode levar, num futuro distante, ao fechamento do Atlântico. E se o Pacífico continuar a encolher também — o que já está acontecendo ao longo do "Anel de Fogo" que o rodeia —, um novo supercontinente acabaria se formando.
Depois que Duarte publicou sua proposta sobre a Aurica, ele se perguntou sobre outros cenários futuros. Afinal, a sua não era a única trajetória de supercontinente que os geólogos haviam proposto.
Ele começou então a conversar com o oceanógrafo Matthias Green, da Universidade de Bangor, no País de Gales. Os dois perceberam que precisavam de alguém com habilidades computacionais para criar modelos digitais.
"Essa pessoa tinha que ser alguém um pouco especial, que não se importasse de estudar algo que nunca aconteceria em escalas de tempo humanas", explica.
Acabou sendo sua colega Hannah Davies, outra geóloga da Universidade de Lisboa.
"Meu trabalho consistia em transformar desenhos e ilustrações de geólogos do passado em algo quantitativo, georreferenciado e em formato digitalizado", diz Davies.
A ideia era criar modelos que outros cientistas pudessem desenvolver e aperfeiçoar.
Mas não foi simples. "O que nos deixava nervosos é que é um tema incrivelmente blue sky (em que as aplicações do "mundo real" não são imediatamente aparentes). Não é o mesmo que um artigo científico comum", afirma Davies.
"Queríamos dizer: 'Ok, entendemos muito sobre as placas tectônicas depois de 40 ou 50 anos (de pesquisas científicas). E entendemos muito sobre a dinâmica do manto e todos os outros componentes do sistema. Até onde podemos levar esse conhecimento para o futuro?'"
Isso levou a quatro cenários. Além de delinear uma imagem mais detalhada da Aurica, eles exploraram três outras possibilidades, cada uma delas projetando o futuro cerca de 200 a 250 milhões de anos a partir de agora.
A primeira foi o que poderia acontecer se o status quo continuar: o Atlântico permanece aberto, e o Pacífico fecha. Nesse cenário, o supercontinente que se formará vai se chamar Novopangeia.
"É o mais simples e mais plausível com base no que entendemos agora", diz Davies.
No entanto, também pode haver eventos geológicos no futuro que levem a arranjos diferentes.
Um exemplo é um processo chamado "ortoversão", em que o Oceano Ártico se fecha, e o Atlântico e o Pacífico permanecem abertos.
Isso muda as orientações dominantes da expansão tectônica, e os continentes se movem para o norte, todos dispostos ao redor do Polo Norte, exceto a Antártida.
inalmente, também é possível que a expansão do fundo do mar no Oceano Atlântico possa desacelerar. No meio do oceano, há uma crista gigante que divide duas placas, atravessando a Islândia até o Oceano Antártico. Aqui, uma nova litosfera está se formando, como uma esteira rolante.
Se essa expansão diminuir ou parar, e se uma nova borda de placas de subducção se formar ao longo da costa leste das Américas, teremos um supercontinente chamado Pangeia Ultima, que parece um enorme atol:
Estes quatro modelos digitais agora significam que os geólogos têm uma base para testar outras teorias.
Por exemplo, os cenários podem ajudar os cientistas a entender os efeitos de diferentes arranjos supercontinentais nas marés, assim como no clima num futuro distante — como seria o clima em um mundo com um enorme oceano e uma massa terrestre gigante?
Os apostadores têm até as 19h (horário de Brasília) de hoje (16) para apostar na Dupla Sena de Páscoa. O primeiro concurso especial do ano das Loterias Caixa tem prêmio estimado em R$ 30 milhões e não acumula.

As apostas podem ser feitas nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país e também pelo portal www.loteriasonline.caixa.gov.br ou pelo app Loterias Caixa.
O sorteio do concurso 2.355 da Dupla Sena será realizado, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, na Avenida Paulista nº 750, na capital. O sorteio terá transmissão ao vivo pelas redes sociais das Loterias Caixa no Facebook e canal Caixa no YouTube.
Segundo a Caixa, se ninguém acertar as seis dezenas, o prêmio será dividido entre os acertadores da quina, e assim sucessivamente. Caso apenas um apostador acerte as dezenas e aplique todo o valor do prêmio na poupança, ele renderia R$ 192,6 mil no primeiro mês.
Esta é a sexta edição do concurso especial da Dupla Sena. O maior prêmio da modalidade foi de R$ 31,4 milhões em 2021. Quatro apostas de Belém (PA), Bauru (SP), Guarulhos (SP) e São Paulo (SP) acertaram as seis dezenas e dividiram o prêmio principal.
Como apostar - Com apenas um bilhete da Dupla Sena, o apostador tem o dobro de chances: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios. O apostador deve escolher de 6 a 15 números entre os 50 disponíveis.
O preço da aposta simples, com seis números, é R$ 2,50. Nas lotéricas, a aposta pode ser feita tanto no volante do concurso especial quanto no volante regular da Dupla Sena. O apostador também tem a opção de solicitar a Surpresinha no terminal.
Bolão da Dupla de Páscoa - Para aumentar as chances de ganhar, os apostadores podem participar de bolões. Basta formar um grupo, escolher os números da aposta, marcar a quantidade de cotas e registrar em qualquer lotérica. Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante que, em caso de premiação, pode resgatar sua parte individualmente.
O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio. Nesse caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.
Na Dupla Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10. Cada cota não pode ser inferior a R$ 2,50. É possível fazer um bolão de, no mínimo, duas e, no máximo, 50 cotas. É permitida a realização de, no máximo, dez apostas por bolão. Em caso de bolão com mais de uma aposta, elas deverão conter a mesma quantidade de números de prognósticos.
FONTE: TNH1
Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1951, a Igreja Matriz dos Santos Cosme e Damião, considerada a mais antiga em funcionamento no Brasil, foi reaberta esta semana, depois de dois anos em obras de restauração. Construída a partir de 1535, a pedido do donatário da capitania hereditária de Pernambuco à época, Duarte Coelho, a igreja constitui o ponto mais visitado do sítio histórico de Igarassu, município situado na região metropolitana de Recife. A edificação tem estilo maneirista, que em arquitetura significa uma transição entre os estilos renascentista e barroco, e passa a abrigar, a partir de agora, um espaço expositivo em sua casa paroquial.

As obras tiveram o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A instituição destinou R$ 4,2 milhões, em recursos não reembolsáveis, para o projeto. Além do restauro das edificações, os investimentos incluíram a implantação de sistemas de prevenção, detecção e combate a incêndio; recuperação de toda a rede elétrica; e adaptação de forma a ampliar a acessibilidade a portadores de necessidades especiais.
O diretor de Crédito Produtivo e Socioambiental do BNDES, Bruno Aranha, destacou que a cidade de Igarassu possui um rico patrimônio histórico, que narra parte relevante da formação territorial e econômica do país. “O projeto apoiado pelo BNDES devolve à sociedade um patrimônio restaurado e equipado para contar essa história. Com ações voltadas para educação patrimonial e desenvolvimento de um programa turístico do centro histórico, vamos contribuir para qualificar o turismo e dinamizar a economia na região”, disse o diretor.
Novo espaço - Instalado no primeiro andar da casa paroquial, o novo espaço expositivo e educativo conta a formação da capitania de Pernambuco, a história da própria Igreja dos Santos Cosme e Damião e da cidade de Igarassu. O público poderá conferir, em um mapa, os demais equipamentos culturais do município. No local, foi instalado um café, cuja receita será revertida para a manutenção da igreja e do próprio espaço expositivo. Os dois espaços passarão a receber visitas com guias especialmente treinados para essa finalidade e terão agendamento para escolas, faculdades e agências de turismo.
De acordo com informação da prefeitura de Igarassu, foram restaurados o altar-mor e parte da estrutura da igreja, anteriormente danificados. As peças do Museu de Arte Sacra, ligado à igreja, receberam medidas de conservação preventiva, devido ao seu elevado valor histórico, sobretudo por retratar diversos acontecimentos marcantes do passado, como as invasões holandesas no Brasil.
A obra foi planejada pelo Instituto de Desenvolvimento Humano (IDH).
Fonte: TNH1
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A motociata desta sexta-feira (15) em São Paulo com o presidente Jair Bolsonaro (PL) em pré-campanha à reeleição reuniu cerca de 3.700 motos, segundo o sistema de monitoramento de pedágios da rodovia dos Bandeirantes.
O sistema registrou a passagem média de 3.703 veículos nas praças de pedágio de Campo Limpo, Itupeva e Sumaré, no momento em que a rodovia estava liberada apenas para as motos do evento e alguns carros de apoio ao presidente.
Na motociata de junho de 2021, foram 6.661 registros de veículos, uma redução agora de 44%.
Nesta sexta, bolsonaristas promoveram nas redes sociais o assunto #MaiorMotociataDoMundo. O deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, escreveu: "O que vão inventar agora para diminuir a maior motociata de um político da história mundial provavelmente?"
Obtidos pela Folha, os dados das praças de pedágio da AutoBAn, concessionária que administra a rodovia, são coletados pelo Sistema de Monitoramento de Informações de Pedágio (MIP) e foram concedidos pela Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo).
A motociata desta sexta-feira teve cerca de 130 km, entre as cidades de São Paulo e Americana, e bloqueou a Bandeirantes por cerca de cinco horas. O reforço no policiamento para a motociata deverá custar cerca de R$ 1 milhão aos cofres públicos do estado, segundo o governo paulista.
O ato reuniu motoqueiros portando bandeiras do Brasil e entoando gritos de apoio ao presidente. O ex-ministro Tarcísio de Freitas, pré-candidato ao Governo de SP, também participou da motociata.
Com o nome de Acelera para Cristo, a motociata teve entre seus organizadores o empresário Jackson Vilar, que também se apresentou como o organizador da primeira edição do evento, no ano passado, em São Paulo.
As motociatas em apoio ao presidente já custaram ao menos R$ 5 milhões aos cofres públicos, segundo levantamento realizado pela Folha a partir de mais de 50 pedidos via Lei de Acesso à Informação.
A soma leva em conta as despesas com o cartão de pagamento do governo federal, informadas pela Secretaria-Geral da Presidência, e os gastos assumidos pelos estados para garantir a segurança da população e da comitiva de Bolsonaro.
Em junho do ano passado, quando Bolsonaro participou de motociata também em direção ao interior, o sistema de monitoramento da rodovia registrou 6.661 passagens de veículos no primeiro pedágio dentro do trecho bloqueado para a motociata, o que indica o número de participantes.
Apoiadores do presidente falaram à época em 1,3 milhão de motos no evento e que tal número havia entrado para o livro dos recordes, informação falsa logo desmentida pelo Guinness World Records.
Já o governo paulista estimou que o ato contou com a presença de 12 mil motos. O cálculo teve como base recursos de mapa e de georreferenciamento, a partir de imagens registradas pelo helicóptero da Polícia Militar.
Fonte: MSN Folha
As “poison pills” (ou pílulas de veneno, em tradução livre) são mecanismos de proteção para acionistas minoritários de empresas de capital aberto contra tentativas de aquisição por outro investidor.
A tentativa de compra do Twitter pelo bilionário Elon Musk tornou-se um exemplo perfeito de como funciona o mecanismo.
Com uma oferta de US$ 41,5 bilhões, o empresário pretendia dar um “prêmio” em relação ao valor que os acionistas da empresa carregavam em troca da posse integral do Twitter. Investidores, contudo, esperam retornos maiores no longo prazo.
É nesse momento que entram as poison pills, que dificultam esse processo de aquisição forçada. No jargão de mercado financeiro, a atitude de Musk é chamada de oferta hostil de controle (ou “hostile takeovers”, em inglês).
As poison pills determinam que investidores possam adquirir um limite máximo de ações da empresa.
São várias modalidades, mas, no caso do Twitter, assim que esse número é atingido, o detentor das ações precisa revender parte de sua carteira aos demais acionistas, e com desconto em relação ao preço de mercado.
Na rede social, foi aprovada uma pílula que coloca como teto que um único acionista possua até 15% da empresa. Nos EUA, a regra pode vir de outorga do Conselho de Administração — e foi o que aconteceu.
Fonte: g1
A partir deste sábado (16), a conta de luz pode ficar mais barata, com o fim a bandeira de escassez hídrica que resultava em uma taxa extra na conta de energia elétrica de R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida, que encarecia os custos da energia elétrica, estava em vigor desde setembro de 2021.

A redução estimada pelo governo nas contas de luz para o consumidor é de cerca de 20%. Isso será possível porque, com os reservatórios de quatro das cinco regiões do país mais cheios, é possível, ao operador do sistema elétrico nacional, dispensar o uso de termelétricas, que têm custo maior do que o das hidrelétricas. Apenas os reservatórios da Região Sul estão baixos, devido à estiagem que atinge a região.
“Para garantir a segurança no fornecimento de energia elétrica, o país utilizou todos os recursos disponíveis e o governo federal teve que tomar medidas excepcionais. Com o esforço dos órgãos do setor, o país conseguiu superar esse desafio, os reservatórios estão muito mais cheios que no ano passado e o risco de falta de energia foi totalmente afastado”, informou, em nota, a pasta.
De acordo com o ministério, o reservatório da usina de Furnas terminou o mês de março acima de 80% de seu volume útil. Em entrevista concedida no início da semana ao programa A Voz do Brasil, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o secretário de Energia Elétrica do ministério, Christiano Vieira, disse que atualmente os reservatórios estão, em média, com 70% de níveis de armazenamento, o que, segundo ele, “é muito relevante nessa época do ano”.
“Não dispomos de níveis assim desde 2012. Temos uma condição de segurança muito considerável. Na prática, significa que pouca geração termelétrica será necessária, o que se traduz em uma expectativa de bandeira verde até o final do ano”, disse.
FONTE: TNH1
Açude do Goiti....antes um cartão postal, hoje uma fossa a céu aberto, no centro da cidade, com área de mais de 1 hectare onde se misturam, fezes, esgotos, degetos de toda ordem, inclusive carcaça putrefaticas de animais, urubus, cachorros, jacares, disputam tudo que pode ser comido.
A população não sabe mais pra quem apelar para resolver o problema uma vez que a prefeitura abandonou a obra que se arrasta há mais de 4 anos.
Fonte: Vitóriofm
Lixão no centro da cidade. Próximo ao Aero Clube. Laboratório Remy Maya. No cruzamento das ruas Sebastião Ramos com a Graciliano Ramos e José Pinto de Barros. Próximo a Igreja Batista, escritório de advocacia, supermercado, lanchonetes e residências.
Muito lixo, descarte de material orgânico, muitos oriundos da feira do peixe e do mercado de carne municipal, presença constante de ratos, baratas, escorpiões, ratazanas, urubus, cachorros, enfim, um verdadeiro descaso com o patrimônio público e particulares da região.
Feito por vitório Fm 14/04/2022
A cerimônia de posse do novo presidente da Petrobras, José Mauro Ferreira Coelho, ocorrerá na tarde de hoje (14) na sede da empresa, no centro do Rio de Janeiro, informou há pouco a assessoria de imprensa da companhia.![]()
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A assembleia geral de acionistas da Petrobras confirmou na noite de ontem (13) o nome de José Mauro Ferreira Coelho para o Conselho da Administração da estatal.
José Mauro Coelho foi secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia e seu nome foi indicado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, para substituir o general Joaquim Silva e Luna.
FONTE: TNH1

Food trucks da Avenida Doutor Antônio Gouveia, na Pajuçara, funcionavam antes no antigo Alagoinhas - Foto: Edilson Omena
Proprietários de food trucks atribuem pedido de retirada e reordenamento do setor, feito pelo Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL) à Prefeitura de Maceió, a insatisfação de alguns comerciantes da Avenida Doutor Antônio Gouveia, na Pajuçara.
Segundo eles, a realocação dos food trucks, que ficavam próximos ao antigo Alagoinhas, para um trecho da avenida, próximo à feirinha do artesanato, causou a insatisfação de alguns donos de restaurantes, que alegam redução da clientela.
Alessandra Mundim de Carvalho é uma das proprietárias de food truck ao lado da feirinha de artesanato da Pajuçara. “Os problemas iniciaram com a nossa relocação. Antes ficávamos nas proximidades do Alagoinhas. A mudança desagradou alguns proprietários de restaurantes das proximidades, que alegam que tiveram queda no faturamento”, relata.
Alessandra disse ainda que “o argumento desses donos de restaurantes não procede. Quem passa por aqui à noite vê que o movimento deles não diminuiu. É sempre tudo lotado. O nosso público vem com destino certo. Nós não concorremos com eles de forma alguma. Tenho quatro funcionários, mas, caso essa solicitação do Ministério vigore, a estimativa é que duas mil pessoas fiquem desempregadas”, afirma.
A solicitação do MP/AL à Prefeitura Municipal de Maceió é para que, em um prazo de 30 dias, o Município inicie a retirada de todos food trucks da capital, cujos proprietários não possuam permissão para atuarem e também dos que mesmo tendo a autorização estejam ocupando vias públicas.
O pedido do MP/AL vem causando preocupação aos negociantes do setor. Emerson Nicoletti de Araújo é proprietário de um food truck no bairro da Ponta Verde. “Não tem como ficar calmo diante da ameaça de perdermos nosso ganha pão”.
O comerciante afirmou que emprega sete pessoas no seu negócio. “São sete famílias que ficarão sem essa renda”, diz ele. Emerson ressalta que os food trucks deram vida ao local. “A maioria dos moradores dos prédios da redondeza são nossos clientes. Se deixamos de abrir um dia, eles afirmam que sentiram a nossa falta. Quando cheguei aqui, o local era frequentado para uso de drogas e os moradores não caminhavam por medo de serem assaltados. A nossa chegada trouxe vida ao local”, disse ele.
Emerson disse também que cumpre com todas às exigências do Município, mantendo todas as condições de higiene no local. “É nosso interesse manter toda qualidade para prestar um excelente serviço. Não tem porque ser diferente”, declara.
A Secretaria Municipal de Segurança Comunitária e Convívio Social (SEMSCS) confirmou por meio de nota que recebeu o ofício do MP/AL solicitando o reordenamento dos food trucks de Maceió e que o órgão está analisando a melhor forma para o cumprimento da determinação, sem que haja prejuízo para os comerciantes informais e a comunidade que se beneficia dos serviços de alimentos e bebidas oferecidos pelo setor.
O promotor de Justiça Jorge Dórea diz que o desejo do MP/AL com o reordenamento do setor é garantir a ordem urbanística e o uso dos espaços públicos pela comunidade. “Existe uma lei municipal disciplinando a atividade, uma atividade interessante, importante, mas de uma forma organizada. O que se vê hoje é uma proliferação desses pontos de comércio nas calçadas, nas praças, nas vias públicas, de uma forma descompassada com o que diz a lei. Isso traz uma imagem negativa para ordem urbanística da cidade”.
Dórea ressalta ainda que “o Ministério Público não é contra essa atividade, ela existe no mundo todo, é salutar, mas tem que ser desenvolvida em conformidade com o ordenamento jurídico, e especialmente em proteção a ordem urbanística. Tem que haver delimitação dos espaços, número de food trucks, locais adequadamente estabelecidos, e que a atividade funcione sim, mas da melhor forma e garantindo o direito de todos, de quem exerce a atividade e das pessoas de uma forma em geral, que precisam dos seus espaços preservados. Os bens de uso comum do povo pertencem ao povo”, afirma.
“O Ministério Público não é o criador da lei, nós fiscalizamos e pedimos que as normas sejam cumpridas. O Município de Maceió deve disciplinar e regulamentar a comercialização de alimentos em vias públicas. O artigo 4º, por exemplo, é claro quando diz que é obrigatório o recolhimento, ao final do expediente, dos veículos automotores, ou food trucks, das vias públicas”, destaca ainda o promotor.
FONTE: TRIBUNA HOJE.COM
Um homem foi baleado dentro da casa onde mora, na cidade de Maribondo, na noite desta quarta-feira (13). Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O criminoso entrou no local após uma criança, que é neta da vítima, abrir o portão.
O criminoso foi até a vítima, fez os disparos e fugiu. A esposa disse aos policiais militares que a motivação do crime é uma rixa familiar que existe há mais de 10 anos. A PM não informou se já identificou algum suspeito.
O homem baleado foi encaminhado para uma unidade de Saúde de Maribondo, mas faleceu.
Equipes das polícias Civil e Científica foram ao local para dar início às investigações. O corpo do homem foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal para ser necropsiado.
Crédito: G1
Em nota divulgada nesta quarta-feira (13), o Itamaraty demonstrou reprovação ao convite feito pelo TSE para que representantes da União Europeia acompanhem as eleições de outubro deste ano como observadores.
Os observadores internacionais de pleitos têm acesso aos centros de votação e às instalações da Justiça Eleitoral e produzem relatórios com todas as informações colhidas durante as missões.
Segundo o ministério, o Brasil não tem tradição em ser avaliado por organização internacional da qual não faz parte. Reportagem de O Globo nesta terça (12) dizia que o convite à UE havia sido acertado num encontro entre Edson Fachin, que preside o TSE, e o chanceler Carlos França.
Foto: terra brasil notícias
Um acidente envolvendo uma ambulância e um carro derrubou três postes, na AL-101 Norte, em Guaxuma, nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (14). O trânsito no local ficou lento.
Segundo informações repassadas à TV Gazeta, a ambulância vinha de um evento em Santa Luzia do Norte, quando, naquele trecho, foi “trancada” por outro veículo - de modelo não divulgado -, vindo, assim, a colidir em um poste.
Por causa da pancada, outros dois postes tiveram suas estruturas danificadas, o que afetou o fornecimento de energia elétrica da região.
Apesar do susto, o motorista da ambulância não ficou ferido. Outra pessoa seguia no veículo e, felizmente, não se feriu.
Crédito: Gazeta Web

Em fevereiro, 5,6 milhões de brasileiros receberam o benefício, no valor de R$ 52 | Foto: Reprodução
Começa nesta quinta-feira (14), o pagamento de mais uma parcela do auxílio gás. Os primeiros a receber são os beneficiários que possuem final de número de inscrição social (NIS) 1.
O benefício foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro em novembro do ano passado para ajudar famílias de baixa renda a comprar o botijão de gás de 13 kg. O pagamento do benefício é bimestral e o valor corresponde a 50% da média do preço do botijão de 13 kg de gás liquefeito de petróleo (GLP).
Neste ano, os pagamentos são feitos nos meses pares, nas mesmas datas das parcelas do Auxílio Brasil – que se baseiam no final de número de inscrição social (NIS). Com isso, confira o calendário de pagamentos para o mês de abril, de acordo com o número final do NIS:
Quem tem direito
Qual o valor? - Os beneficiários recebem, a cada dois meses, o valor correspondente a pelo menos 50% do preço médio nacional de revenda do botijão de 13 kg.
Para averiguação do valor do benefício, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publica em seu site mensalmente, até o décimo dia útil do mês, o valor da média dos seis meses anteriores referentes ao preço nacional do botijão de 13kg de GLP. Em fevereiro, o auxílio no valor de R$ 52 foi pago a 5,58 milhões de famílias, o que representou um repasse de R$ 279 milhões.
O programa tem duração de 5 anos. Assim, como o pagamento será a cada dois meses, a previsão é de que sejam pagas 30 parcelas.
Como é feito o pagamento - O pagamento é feito dentro do mesmo cronograma do Auxílio Brasil, levando em conta o último dígito do Número de Identificação Social (NIS).
Os cartões e senhas utilizados para o saque do Auxílio Brasil podem ser utilizados para o recebimento do vale gás. O saque pode ser feito nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e terminais de autoatendimento. O benefício pode ainda ser pago em poupança social digital do Caixa Tem.
A validade da parcela do benefício do Programa Auxílio Gás é de 120 dias, contados da data em que for disponibilizado o benefício na opção de pagamento.
É possível consultar a situação do benefício pelo aplicativo Auxílio Brasil, aplicativo Caixa Tem e Atendimento Caixa, pelo telefone 111. Em caso de dúvidas o beneficiário pode entrar em contato com o Ministério da Cidadania pelo telefone 121.
FONTE: G1

Lula e Jair Bolsonaro são candidatos competitivos para a eleição presidencial de 2022.
Foto: Antonio Cruz e Valter Campanato/Agência-Brasil / Estadão
Com a saída do ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro (União Brasil) da corrida presidencial, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou 40% das intenções de voto para o primeiro turno, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) somou 35%, segundo pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira.
Neste cenário, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) tem 5% e o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) outros 3%, mesmo índice do deputado André Janones (Avante). A senadora Simone Tebet (MDB) obteve 2% das intenções de voto.
Doria e Simone Tebet são dois nomes que buscam se viabilizar como o candidato da chamada terceira via com o objetivo de fazer frente à polarização Lula-Bolsonaro.
Embora não seja possível comparar com a sondagem anterior, o levantamento indica que a saída de Moro da corrida presidencial beneficiou Bolsonaro. Quinze dias atrás, o presidente tinha 32%, enquanto Lula aparecia com 41%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.
No confronto de segundo turno, a diferença entre Lula e Bolsonaro foi reduzida. O ex-presidente tem 47% e o atual chefe do Executivo, 38%. Segundo o instituto, é a menor diferença em um ano --em março de 2021 era 41% para o petista e 36% para o presidente. Na virada de agosto para setembro do ano passado, ela chegou a ser de 25 pontos percentuais --55% para Lula e 30% para Bolsonaro.
A nova pesquisa foi feita por telefone entre os dias 10 e 12 de abril, tendo entrevistado por telefone 3 mil pessoas em 322 municípios nas 27 unidades de Federação.
FONTE: Terra
Numa sessão marcada pela estabilidade no mercado global, o dólar fechou hoje (13) com pequena valorização após oscilar ao longo do dia. A bolsa de valores (B3) teve o primeiro ganho após três quedas consecutivas.
O dólar comercial encerrou esta quarta-feira vendido a R$ 4,689, com alta de 0,26%. A cotação iniciou o dia em baixa, caindo para R$ 4,65 no início das negociações, mas depois passou a alternar altas e recuos ao longo da sessão. Na máxima do dia, por volta das 10h45, chegou a R$ 4,70.
Essa foi a primeira alta após três quedas seguidas. Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula queda de 1,52% em abril. Em 2022, a divisa recua 15,91%. Em todo o planeta, o dólar operou com relativa estabilidade, esperando a reunião de amanhã (14) do Banco Central Europeu para definir os juros na zona do euro.
O mercado de ações teve um dia de recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 111.782 pontos, com alta de 0,55%. Essa foi a primeira subida no indicador após três sessões de queda.
A bolsa brasileira seguiu as bolsas norte-americanas, que fecharam em alta após vários dias de baixa. No fator interno, contribuíram para a recuperação do Ibovespa a alta nas ações da Petrobras, cujo Conselho de Administração se reuniu hoje para definir o novo presidente da estatal, e o crescimento nas vendas do comércio em fevereiro, o que impulsionou as ações de empresas varejistas.
