
A atriz Marilu Bueno, 82, morreu na tarde desta quarta-feira (22), depois de passar três meses internada no Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon, zona sul do Rio. Ela havia sido hospitalizada para se submeter a uma cirurgia no abdômen e, na sexta-feira passada (17), teve uma piora no estado de saúde.
Marilu foi transferida então para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital, onde seguia sedada, fazendo uso de um respirador. "Lamentamos informar que a paciente Maria Luiza Bueno, conhecida como Marilu Bueno, faleceu na tarde desta quarta-feira, 22 de junho. Ela estava internada na unidade desde o final de maio e vinha recebendo todos os cuidados indicados para o quadro", diz a nota oficial divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
Marilu é carioca e coleciona uma vasta lista de personagens marcantes em mais de 60 anos de carreira, principalmente na TV e no teatro. Sua estreia frente às câmeras aconteceu em 1960, no filme "O cupim", dirigido por Carlos Manga.
Sua primeira novela, "O bofe" (1972), abriu caminho para várias outras produções de teledramaturgia. Marilu interpretou papéis de destaque em "O Noviço" (1975), "Sem Lenço, Sem Documento" (1977), "Guerra dos Sexos" (1983), "A Gata Comeu" (1985) e "Sítio do Picapau Amarelo (2003). Em 2016, foi Narcisa no folhetim "Êta Mundo Bom!", de Walcyr Carrasco. Quatro anos depois, voltou à televisão em "Salve-se Quem Puder", seu último trabalho na TV.
Fonte:
O suspeito de ter matado a facadas a adolescente Alessandra Maria de Araújo, de 15 anos, em Junqueiro, Agreste de Alagoas, pode ter agido de forma criminosa por causa de um amor platônico que tinha pela vítima, conforme aponta relatório policial desta quinta-feira (23). O crime aconteceu na noite dessa quarta-feira (22), e o suspeito, que também é menor de idade, foi apreendido.
Conforme consta no relatório do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp), o suspeito teria se encontrado com a vítima e uma colega dela na saída da escola da menor, fazendo o percurso no ônibus escolar com ambas, usando a desculpa de que sua avó residia próximo à casa delas.
No entanto, ao chegar próximo à casa de seus parentes, o suspeito abraçou a vítima como forma de se despedir e, em seguida, desferiu golpes de faca contra a adolescente, fugindo posteriormente.
A menor ainda chegou a ser socorrida até um hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.
Já o suspeito foi apreendido enquanto se aproximava do Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) da cidade. Ao ser detido, ele confessou o crime.
A identidade dele não foi divulgada.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil (PC).
Fonte: GazetaWeb

Segundo o superintendente da Polícia Federal no Amazonas, a arma do indigenista não foi encontrada pela força-tarefa | Foto: Divulgação/PF
Em entrevista à Rádio Gaúcha nesta terça-feira (21/6), o superintendente da Polícia Federal no Amazonas, Eduardo Fontes, disse que as investigações sobre o caso da morte do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips indicam que o primeiro chegou a dar cinco tiros após ser baleado pela primeira vez, no na viagem que faziam quando desapareceram.
A informação consta em depoimentos dos suspeitos do crime colhidos pela PF. Segundo o superintendente, a arma que Bruno teria usado foi perdida no rio. Após ser baleado pela segunda vez, o indigenista teria perdido o controle da lancha em que estavam, e a pistola de Bruno teria caído na água e não foi encontrada. Ele tinha porte de arma.
Dom e Bruno foram mortos por armas de caça, segundo a perícia. Esses armamentos também teriam sido descartados no rio. Estão presos três suspeitos do crime: Amarildo Oliveira, que admitiu ser autor dos disparos; Jefferson da Silva Lima, também um assassino confesso; e Oseney Oliveira, irmão de Amarildo, o Pelado, que nega o envolvimento nos assassinatos.
Além deles, outros cinco nomes foram identificados e são acusados de ajudar na ocultação dos cadáveres
Bruno recebeu dois tiros no abdômen e um na cabeça. Dom também levou tiros no tórax. A previsão é de que os corpos sejam liberados ainda nesta semana.
Veja a cronologia dos fatos a partir do desaparecimento da dupla:
Fonte: Metrópoles
O ex-ministro da Educação Milton Ribeiro foi preso preventivamente, nesta quarta-feira (22), em Santos. O mandado foi expedido no âmbito de uma operação da Polícia Federal (PF) deflagrada nesta quarta.
De acordo com a PF, a operação “Acesso Pago” tem o objetivo de investigar a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC).
O mandado de prisão preventiva expedido contra Milton Ribeiro cita os crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.
O juiz federal Renato Borelli determinou que o ex-ministro seja levado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, e que a audiência de custódia seja realizada ainda nesta quarta (22) durante a tarde.
Além do mandado contra o ministro, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro mandados de prisão, distribuídos pelos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal. Além disso, há medidas cautelares, como a proibição de contatos entre investigados e envolvidos.
“O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal”, informou a PF.
“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados”, informou a PF em nota.
Os policiais basearam a investigação em documentos, depoimentos e no “relatório final da investigação preliminar sumária” da Controladoria-Geral da União (CGU).
“Foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, afirma a PF.
Fonte: CNN Brasil
Um enfermeiro que passou dois anos prestando serviços no Instituto Bíblico de Brasília, na Asa Norte, entregou à Arquidiocese de Brasília dossiê com vários vídeos e conversas no WhatsApp revelando que o local sagrado foi transformado numa espécie de motel pelo padre Brás Costa (foto em destaque). Apesar de o caso não configurar crime no Código Penal Brasileiro, a prática fere o Código de Direito Canônico da Igreja Católica e abala a confiança dos fiéis que acompanhavam as missas celebradas pelo sacerdote.
Ao tomar conhecimento do escândalo, o arcebispo de Brasília, dom Paulo Cezar Costa, enviou nota ao Metrópoles dizendo que sua “decisão é contrária à permanência do padre Brás no território da Arquidiocese de Brasília”. (Leia a manifestação completa no fim desta reportagem).
Chantagem, coação, ameaças e a garantia de emprego em troca de transas profanas movimentavam a rede sexual mantida dentro do instituto entre 2019 e 2021, segundo um ex-funcionário revelou à reportagem. O enfermeiro relatou que começou a ser “agradado” por Brás Costa, então conselheiro e professor de hebraico e latim da unidade durante esse período. O Instituto Bíblico encerrou suas atividades no último dia 12 e, desde então, o religioso exercia suas funções eclesiásticas numa paróquia do Riacho Fundo.
O profissional de saúde contou que as primeiras abordagens vinham acompanhadas de elogios ao seu corpo atlético, além de apalpadas nos braços, nas nádegas e até no pênis dele. “Além do padre Brás, quase todos os seminaristas do instituto sabiam e muitos participavam das sessões de sexo. Eu acabei cedendo às investidas”, disse o rapaz, que é bissexual.
De acordo com o enfermeiro, havia uma espécie de pressão para que ele cedesse aos joguetes sexuais conduzidos pelo religioso. “Ficava muito claro que eu poderia perder o meu emprego caso não aceitasse. Acabei mantendo relações sexuais com esse padre durante dois anos. Isso acabou com a minha vida: tive depressão e até tentei suicídio”, relatou.
Ele ainda revelou que não havia dia nem hora para realizar os desejos sexuais do clérigo. As transas ocorriam dentro dos quartos, nos banheiros, corredores e até depois da celebração de missas, sempre dentro do prédio cristão. “Tudo era combinado pelo WhatsApp e, em alguns momentos, eu recebia dinheiro do padre Brás.”
O que diz o padre
Procurado pelo Metrópoles para comentar as denúncias, o padre Brás Costa negou que tivesse mantido relacionamento sexual com o enfermeiro dentro ou fora do Instituto Bíblico de Brasília. Segundo o pároco, o rapaz tentou chantageá-lo. “Ele prestou serviço no instituto e, há alguns meses, quis me extorquir com essas fotos. Como não cedi, ele procurou a imprensa”, defendeu-se.
Confrontado com o vídeo em que ele elogia o pênis do enfermeiro, o padre respondeu à coluna que “só disse que [o pênis dele] era bonito”. Em seguida, o pároco encerrou a conversa, garantindo que colocaria seu advogado em contato com a equipe do portal.
Arquidiocese se manifesta
Procurada para comentar as denúncias entregues à Cúria, a Arquidiocese revelou já ter se posicionado em relação ao caso. Uma das primeiras deliberações foi pedir ao bispo da Diocese de Lugano, na Suíça, que tome providências “pela situação canônica e religiosa”. Tal medida se justifica devido ao fato de Brás Costa ter sido ordenado padre no país europeu.
Leia a nota na íntegra da Arquidiocese de Brasília:
“O Sr. Arcebispo Dom Paulo Cezar Costa tomou conhecimento acerca da situação do Instituto Bíblico de Brasília.
Diante das circunstâncias que conheceu, considerando tradições e peculiaridades próprias da Igreja Católica, instituiu a Visita Canônica ao referido Instituto no mês de Nov/2021, designando responsáveis para apurar eventuais irregularidades, de modo que pudesse decidir a respeito do futuro institucional da entidade, cujo resultado foi ‘encerrar as atividades’.
Quanto aos fatos apontados pelo Sr. F., importante dizer que a Arquidiocese de Brasília, na pessoa do Sr. Arcebispo o acolheu, ouvindo suas declarações e lhe prestando assistência, encaminhando as providências próprias que lhe cabe no âmbito religioso.
Entretanto, no que toca ao sentimento de assédio por parte do denunciante, não cabe a Igreja trazer definições. Pois aquele que se sentir lesado em sua honra tem o direito de buscar o Poder Judiciário para sanar o dano que supostamente lhe tenha sido causado por outrem. Recomenda-se que o denunciante busque solucionar esta situação perante a Justiça Civil do País, isso porque foge a jurisdição canônica da Igreja.
Quanto ao Pe. Brás Ivan Costa Santos, importante destacar que ele não faz parte do Clero de Brasília, dessa forma, a responsabilidade pela situação canônica e religiosa do padre compete ao Bispo da Diocese de Lugano, na Suíça, onde o mesmo foi ordenado padre e se encontra incardinado.
Dom Paulo Cezar já pediu providências ao Bispo de Lugano, na Suíça, informando sua decisão contrária à permanência do Pe. Brás Ivan no território da Arquidiocese de Brasília. Além disso, o Arcebispo de Brasília continuará empenhando todos os esforços, dentro de suas competências canônicas, para resolver a situação”.
Fonte: Coluna Na Mira/Metrópoles
A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (22) um prêmio acumulado e estimado em R$ 70 milhões.
As seis dezenas do concurso 2.493 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, na cidade de São Paulo.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
De acordo com a Caixa, caso apenas um apostador acerte o prêmio principal e aplique todo o valor na poupança, receberá R$ 468,5 mil de rendimento no primeiro mês.
Fonte: Agência Brasil
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que deve chover acima de 60 mm/h ou mais que 100 mm/dia entre as 13h desta quarta-feira (22) e as 10h da quinta-feira (23) em 57 municípios alagoanos.
Com o alerta vermelho emitido pelo Inmet, essas cidades podem apresentar grandes alagamentos e transbordamento de rios e lagoas. Além disso, há risco para as famílias que moram em áreas de encosta devido aos possível deslizamentos de barreira.
Veja a lista de cidades:
Anadia
Atalaia
Barra de Santo Antônio
Barra de São Miguel
Belém
Boca da Mata
Branquinha
Cacimbinhas
Cajueiro
Campestre
Campo Alegre
Capela
Chã Preta
Coité do Nóia
Colônia Leopoldina
Coqueiro Seco
Dois Riachos
Estrela de Alagoas
Flexeiras
Ibateguara
Igaci
Jacuípe
Japaratinga
Joaquim Gomes
Jundiá
Limoeiro de Anadia
Maceió
Maragogi
Marechal Deodoro
Maribondo
Mar Vermelho
Matriz de Camaragibe
Messias
Minador do Negrão
Murici
Novo Lino
Palmeira dos Índios
Paripueira
Passo de Camaragibe
Paulo Jacinto
Pilar
Pindoba
Porto Calvo
Porto de Pedras
Quebrangulo
Rio Largo
Santa Luzia do Norte
Santana do Mundaú
São José da Laje
São Luís do Quitunde
São Miguel dos Campos
São Miguel dos Milagres
Satuba
Tanque D'Arca
Taquarana
União dos Palmares
Viçosa
Fonte: Já é noticia
Pernambucano de Pesqueira, no Agreste, morreu nesta quarta-feira (22) o cantor e compositor Paulo Diniz, autor de músicas como "Pingos de Amor" e "Bahia Comigo". O artista faleceu em casa, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.
De acordo com a produção de Paulo Diniz, a morte ocorreu por volta das 7h, em decorrência de causas naturais. O velório e enterro serão restritos para amigos e familiares e estão previstos para ocorrer na quinta-feira, às 10h. O local não foi divulgado.
Paulo Lira de Oliveira, nome de batismo de Paulo Diniz, deixou uma filha, duas enteadas e a esposa, Iluminata Rangel, além de três netos e dois bisnetos. Ele nasceu em Pesqueira, no dia 24 de janeiro de 1940.
O artista fez sucesso principalmente nos anos 1970, época em que morava no Rio de Janeiro, e onde compôs e lançou alguns de suas obras mais conhecidas. "Pingos de Amor", lançada em 1971, chegou a ser regravada por diversos artistas, incluindo Paula Toller, do Kid Abelha, em 2000.
Paulo Diniz tinha 56 anos de carreira. Mudou-se para o Rio de Janeiro nos anos 1960, para trabalhar no rádio. Seu maior sucesso, "Pingos de Amor", foi composto em parceria com o compositor Odibar, um grande parceiro de sua carreira.
Com Odibar, ele também compôs "Um Chope para Distrair" (1971) e "Ponha um Arco-íris na sua Moringa" (1970). O primeiro sucesso de Paulo Diniz foi "O Chorão" (Edson Mello e Luiz Keller, 1966). Um ano depois, ele lançou a canção "O Chorão no Dentista" (1967), em alusão à primeira.
O produtor musical Saulo Aleixo, que trabalhava com Paulo Diniz, disse que, na última fase da vida, o artista ainda compunha e tinha projetos não lançados. Já na pandemia, ele chegou a tentar aprovar projetos na prefeitura do Recife e governo do estado, por meio da Lei Aldir Blanc, mas eles não foram aprovados.
"Ele tinha dado uma pausa na carreira em 2016, mas estava compondo, tem coisa gravada. Só não sabemos como vai ser, ainda, porque a família é quem vai decidir sobre isso. Ele tinha muita vontade de trabalhar, mas a pandemia deu uma afastada geral, até porque não podíamos ir com frequência à casa dele nos reunir, para evitar que ele pegasse Covid", afirmou.
Pesar
Por meio de nota, o governador Paulo Câmara (PSB) lamentou a morte de Paulo Diniz e disse que "Pernambuco perdeu um grande nome da música popular"
"Fez carreira no sudeste trabalhando ao lado de grandes nomes da música brasileira, mas sempre manteve as raízes fincadas no seu estado natal, para onde retornou consagrado. Quero externar meu pesar e minha solidariedade aos seus familiares, amigos e muitos fãs, neste momento de profunda tristeza", afirmou.
A vice-governadora Luciana Santos (PCdoB) também manifestou pesar pela morte do cantor.
"Esse pernambucano querido escreveu uma das músicas mais belas e conhecidas do nosso cancioneiro. 'Pingos de Amor' atravessa gerações, mas não foi a única composição genial da sua lavra. Daqui, nossa homenagem nessa despedida e um abraço fraterno e solidário a Iluminata, sua esposa, e toda família, amigos e fãs — como eu — deste grande ícone da música brasileira", escreveu.
Fonte: Já é notícia
Uma mulher foi presa nesta terça (21) pela Polícia Civil após ser acusada pelos irmãos de ter assassinado duas pessoas em 2014. Os crimes foram cometidos no bairro Francês, em Marechal Deodoro.
A prisão foi realizada no Povoado Ouricuri, em Atalaia, e o mandado foi expedido pela 2ª Vara Cível e Criminal de Marechal Deodoro.
O irmão da mulher cometeu suicídio após denunciá-la e o paradeiro da irmã dela é desconhecido. Eles afirmaram que as mortes de Jeanderson Dias e João Paulo foram ordenadas pelo companheiro da acusada na época.
O detalhe é que esse homem responde em liberdade por envolvimento no tráfico de drogas da região. Uma das vítimas da mulher chegou a ter o braço arrancado, conta a chefe de operações do 17° Distrito Policial.
Fonte: Já é notícia
A Família Addams nasceu da imaginação de Charles Addams, um sujeito nascido em Nova Jersey em 1912. Filho de pais amorosos e dedicados, Addams era uma criança que adorava fazer uma boa piada e pregar peças. E, ao longo de seu desenvolvimento, criou um apreço por tudo o que era macabro.
No ensino médio, Charles Addams começou a se envolver cada vez mais com a ilustração. Logo, passou a vender seus desenhos para revistas importantes, como a The New Yorker. Isso lhe fez construir uma carreira glamourosa e uma vida cercada de pessoas importantes - só de curiosidade, ele chegou a ter um namorico com Jackie Kennedy.
Charles Addams desenhou vários personagens, mas foi a família que leva o seu sobrenome que o levou à glória. Os Addams sempre foram retratados como muito amorosos e acolhedores, embora sempre macabros. Os 6 membros principais — Morticia, Gomez, Vandinha, Feioso, Tio Chico, Mãozinha, Primo It - se tornaram queridos pelos americanos e logo pularam para a TV.
Em 1964, os Addams estrearam como seriado de televisão na ABC, dando um salto na popularidade da família. Ainda que eles já existissem desde 1932, o programa foi uma resposta da emissora a outra série, The Munsters, da CBS, que também apostava na exibição de uma família assustadora.
Na TV, os Addams se tornaram menos sombrios que nos quadrinhos, mas também mais malucos. E o mais curioso: eles se tornaram mais "bonitos" que sua versão desenhada. Estas mudanças deixaram Charles Addams insatisfeito — tanto que dizem que ele nem assistiu à série — mas também bem mais rico.
Além disso, os Addams foram retratados sob forma de animação. Em 1973, uma série sobre eles foi feita pelo famoso estúdio Hanna-Barbera, e em 1992 foi feito um novo desenho, que chegou a passar no Brasil no SBT.
Em 1991, eles chegariam ao cinema com o filme A Família Addams, dirigido por Barry Sonnenfeld, que traria a cara mais popular do clã. Nele, os apaixonados Morticia e Gomez são interpretados por Anjelica Houston e Raul Julia, Christopher Lloyd vive o tio Fester e Christina Ricci cria uma icônica Vandinha. O filme teve uma sequência em 1993, realizada pelo mesmo diretor.
Muita gente fascinada por essa família tenta entender o que os personagens têm de tão interessante. E há algumas respostas. Uma delas é que os Addams foram construídos como uma espécie de oposto ao chamado "sonho americano", que compreenderia umconjunto de valores que seriam inerentes à cultura americana, como a busca pela liberdade e pela prosperidade a partir do esforço individual.
Assim, os Addams traziam alguma subversão aos modelos americanos de sucesso - tanto familiar quanto profissional. Há alguns elementos importantes que aparecem nas histórias e que deixam isso claro. Para começar, a dinâmica entre o pai e a mãe, Gomez e Morticia. Extremamente apaixonados, eles deixavam claro que tinham uma vida sexual bem ativa — o que, de alguma forma, era o exato oposto de como as figuras dos pais nos lares americanos.
Os filhos, por outro lado, eram obedientes aos pais, mas brincavam com instrumentos de tortura medievais. Não sabemos qual a profissão do pai, ou mesmo se ele trabalha, tirando o foco do progenitor como centro da família.
Os macabros Addams, na verdade, têm poucos conflitos entre si - os desconfortos aparecem em relação ao mundo externo, que os olha com estranhamento. Mas a graça da Família Addams é justamente essa: eles não se acham esquisitos. São felizes em seu jeito mórbido de ser.
Fonte: megacurioso
O general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas foi exonerado do cargo de assessor especial do ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Augusto Heleno. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União nesta terça-feira, 21.
O documento assinado pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, aponta que a decisão atende a 'pedido', sem apontar de quem.
Villas Bôas, que sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA) --doença do sistema nervoso que enfraquece os músculos e afeta as funções físicas--, estava na função desde janeiro de 2019, a pedido do presidente Jair Bolsonaro.
Em 2015, o general foi convidado pela então presidente Dilma Rousseff para assumir o comando do exército, cargo que ocupou por quatro anos.
Fonte: Terra
Quando um sofisticado jato russo Su-25 foi abatido sobre a região de Donbas em maio, surgiu uma série de questionamentos sobre a morte do piloto.

© Fornecido por BBC News O major-general Kanamat Botashev (aposentado) era um piloto experiente e respeitado
Por que um homem de 63 anos estava usando um armamento tão avançado?
O que um militar aposentado, que havia deixado as forças armadas russas cerca de dez anos antes, fazia no avião? Por que mais um general russo perdeu a vida na linha de fogo? E exatamente quantos generais russos já foram mortos nesta guerra?
Desvendar esse mistério nos diz muito sobre a situação militar da Rússia e o custo humano da guerra — com morte até mesmo de oficiais de alta patente.
O major-general Kanamat Botashev era um piloto russo altamente qualificado e respeitado e, apesar de sua patente, idade avançada e status de aposentado, ele estava de volta aos céus naquele dia fatídico.
A BBC conversou com três de seus ex-subordinados que disseram que ele "não conseguia ficar longe" da "operação militar especial" — termo que a Rússia usa para a invasão da Ucrânia.
"Ele era um piloto com P maiúsculo", disse um dos ex-colegas de Botashev à BBC. "Há poucas pessoas na Terra tão obcecadas com os céus quanto ele era."

Presidente Arthur Lira durante a votação do último destaque antes do 2• turno da PEC dos Precatórios - Foto: Igo Estrela/Metrópoles
Mal havia concluído a votação de nova medida para conter a alta dos combustíveis – o teto das alíquotas de ICMS, um imposto estadual –, o Congresso Nacional foi surpreendido por um novo anúncio de aumento de preços pela Petrobras. A decisão da estatal de repassar a alta nos preços internacionais dos combustíveis ao valor cobrado às distribuidoras no Brasil inflamou senadores e deputados, principalmente os aliados ao governo Jair Bolsonaro, e abriu uma corrida para se achar soluções mais rígidas e imediatas para obrigar a empresa a segurar – mesmo que artificialmente – a escalada dos preços de gasolina, diesel e gás de cozinha.
Tão logo houve o anúncio do novo aumento, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), foi às redes sociais comunicar que convocaria líderes das bancadas da Casa para discutir uma alternativa frente aos sucessivos crescimentos no preço dos combustíveis. No leque, surgiram desde a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) até a possibilidade de dobrar o imposto sobre o rendimento líquido da empresa.
O encontro ocorreu na Residência Oficial nessa segunda-feira (20/6) e contou com a participação de técnicos dos ministérios de Minas e Energia e da Economia. Além dos servidores, também foi convidado a comparecer o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O senador esteve presente e, de acordo com Lira, irá se comprometer a levar as sugestões dos deputados para discussão com líderes da Casa.
Para além dos discursos esbravejantes de Lira e Bolsonaro contra a Política de Paridade de Importação (PPI) dos preços da Petrobras, duas propostas surgem como as alternativas mais viáveis para tentar contornar a crise. A primeira busca promover modificações na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para todas empresas de óleo e gás.
O objetivo é aumentar ou dobrar o tributo sobre o rendimento líquido da petroleira e demais empresas do ramo, permitindo ampliar essa contribuição a 16% até o fim deste ano. Atualmente, a CSLL da Petrobras é de 9%.
Na prática, a medida, ao ampliar a captação de tributos pela União, permitirá bancar fora do teto de gastos o custo dos combustíveis importados, como o diesel, por exemplo. Além disso, a arrecadação extraordinária abriria margem para financiamento de eventual subsídio, na forma de auxílio para caminhoneiros, motoristas de aplicativo e taxistas, e famílias de baixa renda para aquisição de gás de cozinha.
A expectativa é de que a questão sobre o CSLL seja incluída na discussão da Proposta de Emenda à Constituições (PEC) dos Combustíveis, que está em tramitação no Senado Federal e foi criada para viabilizar o ressarcimento integral aos estados e municípios que zerarem as alíquotas de ICMS sobre gasolina, gás e etanol.
O texto ainda está sendo construído líder do governo, Carlos Portinho (PL-RJ), e não há previsão de quando irá à votação. A conversa entre Lira e Pacheco prevista para a tarde dessa segunda-feira buscava, inclusive, discutir a viabilidade da adição da mudanças no CSLL já nesta PEC e sua respectiva aceitação entre senadores. A reunião, porém, acabou sem decisão. Novas conversas serão realizadas nos próximos dias.
A segunda alternativa ventilada pelos deputados é a criação de um imposto de exportação sobre o petróleo bruto. Neste caso, o surgimento do novo tributo daria mais uma fonte de receita para a União, que poderia usar a verba para financiar os respectivos subsídios ou absorver a flutuação dos preços, sem repassar o impacto diretamente ao consumidor.
A criação do novo tributo já foi discutida e descartada pelos senadores no âmbito da construção do projeto de lei que busca criar um Fundo de Estabilização para Combustíveis, em razão da falta de acordo com líderes das bancadas da Casa, que entenderam a medida como inconstitucional.
O próprio projeto de lei aprovado em fevereiro pelo Senado também é cogitado por parte dos deputados como uma boa solução à mesa para a crise. A proposta, contudo, segue parada na Câmara e não possui boa aceitação do presidente da Casa e da base governista.
De autoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE), o projeto trata, em síntese, da criação de uma espécie de “poupança” para amortização dos preços, que ajudaria a conter as altas do combustível no mercado nacional e minimizará os impactos da Política de Paridade de Importação, da Petrobras.
De acordo com a proposta, a alíquota do imposto de exportação deverá variar de acordo com a cotação do barril de petróleo no mercado internacional e passará a incidir somente quando o preço superar US$ 45 por barril. Ou seja, até esse valor, as operações ficarão livres do tributo. Para preços acima desse valor, a alíquota seria de ao menos 2,5%, podendo chegar a até 20% caso a cotação ultrapasse US$ 100, cenário semelhante ao do atual momento.
Fonte: Metrópoles
Um policial militar da reserva de 55 anos está sendo apontado como suspeito de estuprar dois adolescentes, de 17 e 15 anos, que são irmãos, em Alagoas, sendo que um dos casos teria sido cometido em Marechal Deodoro, Região Metropolitana de Maceió.
Em depoimento à TV Gazeta, a mãe dos dois adolescentes disse que registrou um Boletim de Ocorrência contra o militar - que seria amigo da família - e mostrou um laudo que constata que o crime ocorreu. Não há informações sobre se um inquérito policial foi aberto. A Gazetaweb tenta contato com as autoridades policiais de Marechal Deodoro.
Ainda de acordo com o relato da mãe, que não quis se identificar, o próprio filho de 17 anos relatou com detalhes a situação. Segundo ela, o filho foi abordado pelo PM no canteiro da guarda-municipal, na parte baixa de Maceió, oferecendo carona. No entanto, em vez de seguir em direção à casa dela, o policial pegou a direção sentido ao bairro da Ponta Grossa, onde comeu com o adolescente.
No entanto, após comerem - relata a mulher - o homem teria dito que iria para outro lugar pegar algo e que "era coisa rápida", seguindo em direção a Marechal Deodoro. "Entrou numa rua de barro, que só tem mato. E lá ele bateu no rosto do meu filho, que meu filho chegou em casa machucado. Não foi só uma, duas, três vezes, foram várias vezes que meu filho apanhou", conta a mãe.
De acordo com o relato dela, o filho contou que o policial tirou uma arma de fogo na parte inferior do carro "e botou na cabeça do meu filho e disse ao meu filho que ele não estava pedindo, estava mandando meu filho tirar roupa. Meu filho contou detalhes de tudo o que ele fez com ele, dentro carro e apanhando", diz a mulher à TV Gazeta.
De acordo com as informações repassadas pela mãe, o filho mais novo, de 15 anos, também teria sido abusado pelo policial.
"O meu filho perguntou a ele: 'Velho, o que você fez comigo hoje, você fez com meu irmão?' Ele riu e disse: 'O que é que você acha?' Durante sete meses ele fazia isso e foi exatamente no mesmo local que ele levou o de 17", diz.
A família procurou a Justiça e registrou um Boletim de Ocorrência. O adolescente de 17 anos fez exame de corpo delito, que constatou o crime. Os dois estão recebendo assistência psicológica.
"O meu filho de 15 anos só vai para o colégio se o pai for levar ele e buscar e o de 17 trabalhava, saiu do trabalho", completa a mãe.
O Ministério Público está acompanhando o caso e já oficiou a corregedoria da Polícia Militar, pedindo explicações. Segundo a promotora que acompanha o caso, Karla Padilha, o militar pode responder de duas formas:
"Apesar de estar na reserva, ele pode ser punido pela corregedoria da PM administrativamente e também, em caso de indiciado em inquérito policial, através de uma condenação criminal, precedida de uma denúncia feita por um promotor de Justiça natural. Como há possibilidade que um dos fatos tenha ocorrido no município de Marechal, iremos também enviar para os promotores que atuam naquele município para que eles possam acompanhar e já terem ciência de um eventual inquérito policial que possa ser remetido para lá posteriormente", afirma a promotora, que acrescenta:
"Oficialmente não recebemos nenhuma informação, mas informalmente, tivemos notícias que há outros adolescentes que podem ter sido vítimas de um mesmo agressor", informa a promotora de Justiça.
A TV Gazeta entrou em contato com a corregedoria da Polícia Militar e com o próprio policial militar, mas não obteve retorno.
Fonte:
O WhatsApp começou a liberar opções mais refinadas de privacidade. Em uma atualização distribuída nesta semana, o mensageiro possibilitou ocultar detalhes como "Última vez visto" e publicações no Status para contatos específicos.
A nova alternativa "Meus contatos, exceto..." é ideal para evitar atenção de pessoas específicas da lista de contatos. A novidade foi encontrada na seção Configurações > Conta > Privacidade dentro das opções de visibilidade dos recursos do mensageiros: "Visto por Último", "Foto de perfil", "Recado" e "Status".
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Now you can select who from your contact list can see your Profile Photo, About, and Last Seen status. For more information follow this link: https://t.co/UGMCx2n70h
— WhatsApp (@WhatsApp) June 15, 2022
Ao escolher uma exceção, as informações em questão serão ocultadas somente daquele contato, algo semelhante ao "Ocultar Stories" do Instagram. Vale ressaltar que a pessoa escolhida não saberá que foi adicionada à lista de nenhuma forma.

Novidade permitirá definir exatamente quem não pode saber quando você foi visto por último (Imagem: Douglas Ciriaco/Canaltech)
A implementação da lista de exceções foi prevista há meses, quando o recurso entrou na versão de testes do mensageiro. A adição, embora simples, é importantíssima para aprimorar o controle do usuário sobre quem pode (ou, neste caso, quem não pode) ver suas informações pessoais.
Assim como outras novidades, a lista de exceções do WhatsApp deve ser distribuída aos poucos. Se as opções mais refinadas não aparecem no seu aparelho, vale conferir na Play Store e na App Store se há atualizações pendentes.
Fonte: canaltech
