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© Abdias Pinheiro/SECOM/TSE

 

A partir de hoje (15), municípios com eleitorado superior a 100 mil pessoas devem habilitar locais de votação convencionais ou específicos para  o recebimento do voto em trânsito, permitido somente nessas localidades. A data está prevista no calendário eleitoral. 

A medida deve ser cumprida para permitir que o eleitor possa solicitar o voto em trânsito, cujo prazo começa na próxima segunda-feira (18) e vai até o dia 18 de agosto. Na ocasião, o cidadão poderá indicar o local, fora de seu domicílio eleitoral, onde pretende votar.

O voto em trânsito é permitido somente para eleitores que estão com o título regularizado. Quem estiver fora de seu estado poderá votar somente para presidente da República. O eleitor que estiver fora de sua cidade, mas em um município localizado no mesmo estado, poderá votar para todos os cargos em disputa.

Essa modalidade não vale para urnas eletrônicas instaladas no exterior, porém, o eleitor brasileiro que mora fora do país, mas estará no Brasil no período de eleições poderá solicitar o voto em trânsito.

O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Um eventual segundo turno para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro.

 

Fonte:  Agência Brasil

Policial matou seis pessoas da própria família - Foto: Reprodução

Sete pessoas foram assassinadas a tiros por um policial militar nas primeiras horas desta sexta-feira (15), nas cidades paranaenses de Toledo e Céu Azul. Seis vítimas eram da família de Fabiano Júnior Garcia, que após os crimes acabou se matando.

De acordo com as informações da Polícia Militar, três filhos dele, a mãe, a esposa e um irmão foram mortos, além de uma pessoa que estava apenas caminhando na rua. Informações preliminares apontam que talvez um outro pedestre possa ter sido vítima do autor.

Em nota, a PM afirmou que o agente do 19° Batalhão "não tinha histórico de problemas psicológicos e atuava como motorista do Coordenador do Policiamento da Unidade" e também lamentou o caso.

Ele teria assassinado primeiro dois filhos de 4 e 9 anos em Céu Azul, após o fim do expediente. Retornando para Toledo, as vítimas foram a filha de seu primeiro casamento, a mãe e o irmão. Indo para casa, matou ao menos um pedestre no meio da rua e por último a própria esposa.

Em nota, a PM afirmou que o agente do 19° Batalhão "não tinha histórico de problemas psicológicos e atuava como motorista do Coordenador do Policiamento da Unidade".

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. Leia a nota abaixo:

Nota da PM

"A Polícia Militar está consternada e lamenta profundamente o ocorrido nas cidades de Toledo-PR e Céu Azul-PR.

O policial militar que prestava serviços no 19º Batalhão em Toledo não tinha histórico de problemas psicológicos e atuava como motorista do Coordenador do Policiamento da Unidade.

Desde dezembro de 2020 a região conta com o apoio do programa PRUMOS, que disponibiliza atendimento psicológico aos militares, com profissionais contratados para atuar nas Organizações Policiais Militares."

Deolane Bezerra Advogada estaria sendo investigada por lavagem de dinheiro - Foto: Reprodução

Um mandado de busca e apreensão foi cumprido, nessa quarta-feira (13), a pedido do Ministério Público de São Paulo, na casa da advogada e influencer Deolane Bezerra, em Alphaville, região nobre da capital paulista.

Segundo o boletim de ocorrência, Deolane é investigada por crime contra a economia popular e associação criminosa, o que indica possível envolvimento com lavagem de dinheiro, segundo o colunista Leo Dias.

Ainda de acordo com a coluna, foram apreendidos um Porsche, uma Mercedes Cabriolet 2021 e uma Land Rover Evoque 2021/2022. Dois relógios das marcas Rolex e Bvulgari também foram apreendidos, mas segundo Deolane os objetos seriam réplicas.

Além dos itens já citados, o Ministério Público também recolheu sete cadernos com anotações, quatro notebooks e registros de contabilidade. Um celular iPhone 13 Pro Max também foi levado. Um dos carros apreendidos vale cerca de R$ 1 milhão.

De acordo com a investigação, a lavagem de dinheiro estaria se dando por meio da compra e venda de veículos de uma loja localizada no Tatuapé, Zona Leste da capital paulista.

 

Fonte: já é noticia

Suspeito foi levado para a Delegacia de Delmiro Gouveia - Foto: Reprodução

Um homem foi preso nesta quinta-feira (14), na cidade de Delmiro Gouveia, suspeito de abusar sexualmente da própria filha, menor de idade. O crime ocorreu em 2016, quando a menina tinha 13 anos, no município de Pariconha.

O crime foi denunciado pela mãe da garota no dia 10 de setembro de 2016, de acordo com o delegado Rodrigo Rocha Cavalcante, responsável pelo caso.

Segundo a mãe, a filha – na época – contou que o pai vinha abusando dela durante a noite, quando todos da casa dormiam. Os abusos duraram cerca de dois meses. A criança morava com a mãe em outro bairro e o pai a buscava para ficar na casa dele, no povoado Marcação.

Ela explicou ainda que a filha contou que acordava com o órgão genital doendo, com o pai por cima dela, e o pênis exposto. A menina chegou a tentar pedir socorro uma vez, mas foi impedida pelo genitor.

O suspeito nega as acusações, porém, as provas apresentadas pela polícia ao Poder Judiciário levaram à prisão preventiva do dele.

 

Fonte: Já é noticia

Reprodução/TV Globo

O médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra dormiu a primeira noite em Bangu 8 após passar por audiência de custódia e ter a prisão em flagrante convertida em preventiva. A unidade, cujo nome oficial é Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, é destinada a presos que têm nível superior.

Segundo apurou a TV Globo, por volta das 21h15, quando chegou ao local, detentos do presídio Pedrolino Werling de Oliveira, o Bangu 8, começaram a sacudir as grades, vaiar e xingar o anestesista, como forma de protesto.

Seguindo o protocolo, ele passou a primeira noite isolado.

Além de ter sido filmado estuprando uma mulher na mesa de parto, ele é investigado por mais cinco possíveis atos como este cometidos no nas unidades em que trabalhou, entre elas o Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti.

A unidade já recebeu outros presos de casos conhecidos, como Jairinho, que aguarda julgamento pelo caso da morte do enteado, Henry Borel. Outro que também passou pelo local é o delegado Marcos Cipriano, preso na Operação Calígula, que mirou a exploração ilegal de jogos de azar pelo bicheiro Rogério de Andrade.

Os presos da operação Lava Jato também já estiveram na unidade. Um deles foi o ex-governador Sérgio Cabral, que cumpriu parte da pena na cadeia, antes de ser transferido para o Batalhão Especial Prisional da PM, em Niterói, em setembro do ano passado.

Prisão preventiva foi decretada - Giovanni, de 31 anos, teve sua prisão convertida de flagrante para preventiva nesta terça-feira (12). O médico foi preso pelo estupro de uma mulher na hora do parto, e a delegada Bárbara Lomba, da Delegacia de Atendimento à Mulher, investiga se há pelo menos mais cinco vítimas.

“A gravidade da conduta é extremamente acentuada. Tamanha era a ousadia e intenção do custodiado de satisfazer a lascívia, que praticava a conduta dentro de hospital, com a presença de toda a equipe médica, em meio a um procedimento cirúrgico. Portanto, sequer a presença de outros profissionais foi capaz de demover o preso da repugnante ação, que contou com a absoluta vulnerabilidade da vítima, condição sobre a qual o autor mantinha sob o seu exclusivo controle, já que ministrava sedativos em doses que assegurassem a absoluta incapacidade de resistir”, afirmou a juíza Rachel Assad.

A magistrada destacou ainda o trauma gerado para a vítima.

“Em um parto onde a mulher, além de anestesiada, dava luz ao seu filho – em um dos prováveis momentos mais importantes de sua vida – o custodiado, valendo-se de sua profissão, viola todos os direitos que ela tinha sobre si mesma. Portanto, o dia do nascimento de seu filho será marcado pelo trauma decorrente da brutal conduta por ele praticada, o que será recordado em todos os aniversários”, completou.

Com a mudança do status da prisão, o médico ficará preso por tempo indeterminado, tendo sua situação reavaliada se ultrapassar 90 dias. Neste tempo, o inquérito policial poderá ser concluído e entregue ao Ministério Público que decidirá pela denúncia ou não, e pela manutenção da prisão.

 

Fonte: G1

A princípio, caso é tratado como latrocínio - Foto: Divulgação/PC AL

O empresário João José Matias, encontrado sem vida em um motel da cidade de Coruripe, no litoral Sul de Alagoas, foi morto por golpes de arma branca, é o que concluiu o laudo do Instituto Médico Legal de Alagoas (IML), divulgado na tarde desta terça-feira (12). O crime aconteceu na manhã dessa segunda, 11 de julho.

Segundo o relatório, o empresário foi assassinado com ‘objeto perfuro-cortante’.

De acordo com o portal TNH1, que entrevistou o delegado Alexandre César, responsável pelo inquérito, a investigação ainda está em fase inicial e o caso está sendo tratado como latrocínio - roubo seguido de morte -, porém, outras linhas de investigação não foram descartadas e testemunhas estão sendo ouvidas.

O delegado acredita, ainda, que pela quantidade de pertences roubados, o crime tenha sido cometido por mais de uma pessoa. “Uma pessoa sozinha dificilmente levaria os pertences que foram roubados, pela quantidade. Foram levados um frigobar, televisão, as câmeras... Como também o carro. Então é de se entender que o crime teria sido praticado por mais de um suspeito", disse ao TNH1.

 

Fonte: Já é noticia

Vídeo de pastor com ‘oração’ invocando maldição para ministros do STF viraliza: “Que não morram de causas naturais”
O pastor Tupirani da Hora Lores fez oração desejando morte dolorosa a ministros do STF - Foto: Reprodução

 

Um vídeo do pastor Tupirani da Hora Lores viralizou nas redes nesta terça-feira (12). Vestindo uma camisa com a frase “não sou vacinado”, o religioso prega durante um culto à morte com requintes de crueldade a ministros do STF.

“Deus, que aqueles juízes não morram de causas naturais”, diz, exaltado. Ao fundo, fiéis dão gritos de “aleluia”. Em outro momento, o pastor deseja que os magistrados percam os movimentos do corpo e precisem se locomover em cadeiras de rodas.

Apesar da repercussão, o vídeo é antigo e o religioso Tupirani da Hora Lores foi preso em fevereiro deste ano. No fim de junho, Tupirani foi condenado pela Justiça Federal a 18 anos e 6 meses de prisão por crimes de racismo e ódio contra judeus. Isso porque, em culto transmitido pela internet, o pastor afirmou que judeus “deveriam ser envergonhados como foram na 2ª Guerra Mundial”.

Em outras oportunidades, o pastor também já proferiu discurso de ódio contra religiões de matriz africana, negros e pessoas LGBTQIA+.

Confira o vídeo que circula nas redes:

Um seita satanista ou uma igreja cristã?
Bom dia pra vc que tem fé mas não é cego. pic.twitter.com/4eM5OdXR36

— Paulinho Serra (@PaulinhoSerra) July 12, 2022

 

Fonte: Já é noticia

Padre Márcio Cândido dos Santos, pároco da Paróquia de São José, da cidade de Canapi - Foto: Reprodução

O padre Márcio Cândido dos Santos, que teve o veículo de sua paróquia levado e a quantia de aproximadamente R$ 24 mil roubada utilizou as redes sociais para esclarecer como tudo ocorreu.

Ele, que atua na Paróquia de São José, da cidade de Canapi, no Sertão de Alagoas, conta que estava em Caruaru (PE), para um retiro. Ao se sentir mal, precisou ir a um hospital, quando foi abordado por um homem, aparentemente drogado e armado, que lhe pediu uma carona até o Centro da cidade.

O padre disse, ainda, que largou o carro com o homem dentro e correu para a unidade de saúde, e que o suspeito teria trancado o veículo e ficado com a chave. Horas depois, o homem volta ao local com um comparsa e leva o veículo, com o dinheiro de doação de fiéis.

O padre explicou ainda por que andava com uma quantia tão alta de dinheiro em espécie. "Meus irmãos, não é quarenta mil reais e nem sessenta mil reais, o dinheiro que estava lá, em um bolsa, é R$ 24 mil. Além disso, eu apresento a todos vocês a minha agenda de compromissos da segunda-feira. Eu tenho um boleto de camisas da peregrinação de Padre Cícero, que vai acontecer nos próximos dias, no valor de R$ 11.872,50. Eu também estava levando dinheiro para pagar a cúria, R$ 6 mil reais, que corresponde a três meses que eu estava devendo e três meses de pagamento adiantado. Estava levando R$ 4 mil reais, para pagar quatro meses de UVS. Já o restante do dinheiro que eu estava levando era para comprar uma mesa de som e uma caixa para as capelas", disse o religioso.

 

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Fonte: Já é noticia

 

A Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) informa que, devido a uma parada emergencial no fornecimento de energia elétrica da Equatorial, os dois sistemas de abastecimento de água, da região Agreste, foram afetados e estão paralisados nesta quarta-feira (6).

Tanto o Sistema Coletivo do Agreste (SCA), que tem captação em São Brás, quanto o Sistema Adutor do Agreste (SAA), que capta água em Traipu, estão sem funcionamento, prejudicando o abastecimento de 10 cidades. São elas; Arapiraca, São Brás, Olho D’água Grande, Campo Grande, Feira Grande, Lagoa da Canoa, Girau do Ponciano, Coité do Nóia, Craíbas e Igaci.

Segue abaixo o posicionamento da Equatorial Alagoas sobre a situação:

Nota de esclarecimento:

Tanto o Sistema Coletivo do Agreste (SCA), que tem captação em São Brás, quanto o Sistema Adutor do Agreste (SAA), que capta água em Traipu, estão sem funcionamento, prejudicando o abastecimento de 10 cidades. São elas; Arapiraca, São Brás, Olho D’água Grande, Campo Grande, Feira Grande, Lagoa da Canoa, Girau do Ponciano, Coité do Nóia, Craíbas e Igaci.

Segue abaixo o posicionamento da Equatorial Alagoas sobre a situação:  b    vb
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Sistema Coletivo do Agreste - Foto: Ascom Casal

A Equatorial Alagoas informa que devido um problema constatado no regulador de tensão da Distribuidora o sistema de captação da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) no município de São Brás foi afetado. Equipes técnicas da companhia de energia elétrica já se encontram no local trabalhando para a resolver a situação o mais breve possível.este (SCA), que tem captação em São Brás, quanto o Sistema Adutor do Agreste (SAA), que capta água em Traipu, estão sem funcionamento, prejudicando o abastecimento de 10 cidades. São elas; Arapiraca, São Brás, Olho D’água Grande, Campo Grande, Feira Grande, Lagoa da Canoa, Girau do Ponciano, Coité do Nóia, Craíbas e Igaci.

Segue abaixo o posicionamento da Equatorial Alagoas sobre a situação:

Nota de esclarecimento:

A Equatorial Alagoas informa que devido um problema constatado no regulador de tensão da Distribuidora o sistema de captação da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) no município de São Brás foi afetado. Equipes técnicas da companhia de energia elétrica já se encontram no local trabalhando para a resolver a situação o mais breve possível.zlçll llllçç

 

Fonte: Já é noticia

Pílula que promete curar ressaca esgotou um dia após seu lançamento - Foto: Imagem ilustrativa

 

Os britânicos acabaram com o estoque de uma pílula que promete acabar com a ressaca, apenas um dia após o seu lançamento.

A previsão era de que o lote de lançamento do medicamento durasse ao menos seis meses, mas a pílula Myrkl está esgotada seja em farmácias físicas ou para venda online, mesmo com a restrição de vender somente uma caixa com 30 pílulas para cada consumidor, pelo preço de 30 libras (R$ 195).

"Estamos trabalhando o mais rápido possível para assegurar que as pessoas possam voltar a fazer pedidos online”, disse Hakn Magnusson, CEO da Myrkl, ao jornal inglês Daily Mail.

Como funciona?

É necessário tomar duas pílulas uma hora antes de começar a beber. A Myrkl contém bactérias que decompõem o álcool em água e dióxido de carbono e, dessa maneira, não sobrecarrega o fígado na tentativa de eliminar o álcool do sangue, fazendo com que a ressaca não apareça.

A pílula ainda contém vitamina B12 que, segundo a fabricante, deixará a pessoa revigorada na manhã seguinte.

 

Fonte: Isto É

Modelo garante ficar com pele de bebê com tratamento - Foto: Reprodução

A modelo e influencer Mimi Boliviana, de 33 anos, revelou um truque diferente para manter a pele do rosto firme e jovem. Ela incluiu o sangue menstrual para fazer uma máscara em sua rotina de skincare.

"É bom para se manter jovem", afirma, garantindo que apostou na ideia após fazer pesquisas e acompanhar relatos de outras influencers.

A modelo também contou sobre a rotina de uso da máscara facial com o próprio sangue de menstruação.

"Eu costumo aplicar a máscara umas duas vezes durante o ciclo, usando um pincel. Faço a coleta por meio do copo coletor e o diluo com um pouco de água filtrada", explica Mimi.

Para quem tem curiosidade em relação ao odor, ela garante que é quase imperceptível.

"Ao contrário do que pensam, o cheiro não é forte, tem apenas o odor do ferro - desde que você tenha uma alimentação saudável.", ressalta.

Mesmo que a técnica não tenha a sua eficácia comprovada cientificamente, Mimi Boliviana garante sentir mudanças no rosto. "Parece uma pele de bebê. Hidratada e rejuvenescida."

 

Fonte: UOL

Foto: Gazeta do Povo

Levantamento do Real Time Big Data para o Governo da Alagoas, divulgado nesta quarta-feira (6), mostra o atual governador Paulo Dantas (MDB) e os senadores Fernando Collor (PROS) e Rodrigo Cunha (União Brasil) empatados pelo limite da margem de erro na liderança da pesquisa.

Com uma margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, Dantas aparece com 26% das intenções de voto, enquanto Collor e Cunha somaram 20% no levantamento.

Na sequência aparece o ex-prefeito de Maceió Rui Palmeira (PSD), com 13% das intenções de voto. Votos brancos e nulos somaram 8%, enquanto eleitores indecisos e que não responderam representaram 11% do levantamento.

O Real Time Big Data ainda simulou a disputa por uma vaga no Senado Federal com os eleitores alagoanos. O ex-governador Renan Filho aparece à frente, com 45% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Ronaldo Lessa (PDT) e pelo deputado estadual Davi Davino Filho (Progressistas), ambos com 13%.

 

Fonte: Gazeta do Povo

A deputada estadual Fátima Canuto percorreu diversos municípios atingidos pelas chuvas, como Atalaia, Capela, Pilar e Marechal Deodoro, entre outros.

Profundamente preocupada com as gravíssimas consequências, Fátima Canuto acionou o Governo do Estado e prefeituras na implantação de medidas urgentes em defesa da população, a mais afetada pelo excesso de águas que submergiram milhares de casas em Alagoas e deixaram famílias inteiras desabrigadas.

Atenta e acompanhando pari-passu as ações governamentais e municipais, Fátima Canuto se destaca na luta pela reconstrução de vidas dos alagoanos e alagoanas.

Fonte: Geovan Benjoino/Jornalista

Rio transborda em Murici e afeta abastecimento de água tratada na cidade — Foto: Reprodução/TV Gazeta

O abastecimento de água nas regiões afetadas pelos temporais do último fim de semana começou a ser normalizado. O serviço é retomado gradativamente na maioria das 44 cidades que ficaram sem água tratada, mas sete continuam desabastecidas nesta quarta-feira (6) (veja mais abaixo quais são).

De acordo com a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), a falta de água persiste por causa da qualidade da água dos mananciais de captação e dos danos causados pelas enchentes em equipamentos da Companhia.

Cidades que continuam sem serviço de água tratada:

Onde o abastecimento começou a ser normalizado

  • Quebrangulo - as equipes técnicas repararam a adutora Caranguejinha. O abastecimento está voltando aos poucos para a cidade.
  • Palmeira dos Índios - O abastecimento da cidade deverá voltar parcialmente até esta quarta-feira (6). Foi colocada uma bomba de captação no Sistema Carangueja
  • Bacia Leiteira - O sistema coletivo foi reativado, mas com vazão reduzida em função da qualidade da água bruta do Rio São Francisco. O abastecimento está sendo retomado aos poucos para todas as 18 cidades atendidas.
  • Região Agreste - os dois Sistemas Coletivos foram reativados, mas também com vazão reduzida em virtude das dificuldades do tratamento. O abastecimento de Arapiraca e outras nove cidades do entorno começou a ser retomado de forma gradativa na terça (5).

Nas cidades atendidas pela Parceria Público-Privada (PPP) com a Agreste Saneamento, o abastecimento foi retomado aos poucos.

Atualmente, o Sistema Coletivo do Agreste (SCA) que atende as cidades de Arapiraca, Coité do Nóia, Igaci, Craíbas, Feira Grande, Lagoa da Canoa, Girau do Ponciano, Campo Grande, Olho D'água Grande, São Brás encontra-se com 50% da sua capacidade de produção, com previsão de ampliação para 90%.

Rompimento de adutora em Piaçabuçu

Além das cidades afetadas pelas chuvas, o abastecimento de água em Piaçabuçu, no interior de Alagoas, também foi temporariamente suspenso nesta quarta (6) por causa do rompimento na adutora que abastece a região. A Casal informou que o problema não tem relação com as cheias.

O rompimento foi identificado no trecho que passa pelo povoado Penedinho. O reparo está previsto para ser feito durante a tarde, mas o abastecimento será normalizado de forma gradativa.

Fonte: g1 AL

Dayanand Gosain fingiu ser o filho perdido de um dono de terras e viveu com a família por 41 anos | Ronny Sen via BBC

Um tribunal na Índia decretou a prisão de um homem que fingiu ser o filho de um rico dono de terras por 41 anos.

Em fevereiro de 1977, um adolescente desapareceu no caminho da escola para casa, no Estado de Bihar, no leste do país. Kanhaiya Singh era o único filho homem de um zamindar (dono de terras) próspero e influente.

Sua família comunicou o desaparecimento à polícia. Os esforços para encontrar o menino não tiveram resultado.

Seu pai idoso entrou em depressão e começou a consultar curandeiros. Um xamã da aldeia disse a ele que seu filho estava vivo e "apareceria" em breve.

Em setembro de 1981, um homem com pouco mais de 20 anos de idade chegou a uma aldeia a cerca de 15 km de onde vivia Singh. Ele estava vestido de amarelo, cantava e pedia esmolas para viver. Ele disse aos moradores que era "filho de uma pessoa importante" de Murgawan - a aldeia do menino desaparecido.

O que aconteceu em seguida não ficou totalmente esclarecido. Mas o que se sabe é que, quando Kameshwar Singh ouviu os rumores de que seu filho desaparecido havia retornado, ele viajou até a aldeia vizinha para ver por si próprio.

Alguns dos vizinhos que acompanhavam Singh disseram a ele que o homem realmente era seu filho, e o pai o levou para casa. Segundo os registros policiais, Singh disse aos vizinhos: "Meus olhos não estão bons e não consigo vê-lo com clareza. Se vocês dizem que ele é meu filho, eu aceito."

Quatro dias depois, as notícias do retorno do filho chegaram à esposa de Singh, Ramsakhi Devi, que estava visitando a capital do Estado, Patna, com sua filha Vidya. Ela correu de volta à aldeia e, ao chegar, percebeu que o homem não era seu filho.

Ela disse que Kanhaiya tinha "um corte no lado esquerdo da cabeça" que o homem não tinha. Ele também não reconheceu um professor da escola do menino. Mas Singh estava convencido de que o homem era seu filho.

Poucos dias depois do incidente, Ramsakhi Devi apresentou uma queixa por falsa identidade. O homem foi rapidamente preso por um mês e solto sob fiança.

Pelas quatro décadas seguintes, o que houve foi uma impressionante história repleta de mentiras, na qual o homem fingiu ser o filho perdido do dono de terras e se infiltrou na casa da família.

Mesmo quando estava sob fiança, ele assumiu a nova identidade, frequentou a faculdade, casou-se, formou família e forjou diversos documentos falsos.

Com esses documentos, ele votou, pagou impostos, forneceu dados biométricos para um cartão de identidade nacional, obteve porte de armas e vendeu 15 hectares de terra de Singh.

Ele se recusou continuamente a fornecer uma amostra de DNA para comparar com a da filha do dono de terras para comprovar que eles eram irmãos. E, em uma decisão que surpreendeu o próprio tribunal, chegou a tentar "matar" sua identidade original com uma certidão de óbito falsa.

A história do impostor é uma demonstração sombria da incompetência dos órgãos oficiais e da morosidade dos processos judiciais na Índia. Cerca de 50 milhões de ações estão pendentes nos tribunais do país - mais de 180 mil delas, há mais de 30 anos.

Nos registros oficiais, o homem é curiosamente registrado como Kanhaiya Ji - um título honorífico da Índia. Mas, segundo os juízes que declararam o homem culpado de falsa identidade, fraude e conspiração e o condenaram a sete anos de prisão, seu nome verdadeiro era Dayanand Gosain e ele vinha de uma aldeia no distrito de Jamui, a cerca de 100 km de distância do seu lar "adotivo".

Quem era Gosain? - Uma fotografia em preto e branco de Dayanand Gosain no seu casamento em 1982 - um ano depois de passar a morar na casa de Singh - mostra um homem respeitável com um fino bigode. Com olhar distante, ele usa um véu solto decorativo.

Muitos dos fatos sobre ele antes de entrar na residência dos Singh são incertos.

Seus documentos oficiais têm diferentes datas de nascimento. Seu histórico do ensino médio diz janeiro de 1966; sua cédula de identidade nacional indica fevereiro de 1960; e seu título de eleitor menciona 1965.

Um cartão do governo local emitido em 2009 para fornecer acesso a alimentos básicos menciona sua idade como sendo na época 45 anos, o que indicaria que ele teria nascido em 1964. E a família de Gosain afirma que ele teria "cerca de 62 anos", o que coincidiria com a data de nascimento da cédula de identidade.

O que os pesquisadores conseguiram confirmar foi que Gosain era o mais jovem de quatro filhos de um agricultor de Jamui; que ele cantava e pedia esmolas para viver; e que saiu de casa em 1981. Chittaranjan Kumar, policial sênior de Jamui, afirma que Gosain casou-se cedo, mas sua esposa o deixou logo em seguida.

"O casal não teve filhos, e sua primeira esposa casou-se de novo e se restabeleceu", segundo Kumar. Ele também encontrou um homem da aldeia que havia reconhecido Gosain no tribunal durante o caso. "Sabia-se razoavelmente na sua aldeia natal que Gosain estava vivendo com a família de um proprietário de terras em Nalanda", escreveu o juiz Manvendra Mishra, no seu veredicto.

'Como você pode não confiar no seu pai?' - Singh fez com que Gosain se casasse com uma mulher da sua mesma casta de donos de terra um ano depois que ele entrou em sua casa. Segundo um documento da família, Gosain se formou em Inglês, Política e Filosofia em uma faculdade local, tendo sido aprovado com grau "satisfatório".

Ao longo dos anos, Gosain teve dois filhos e três filhas. Depois da morte de Singh, ele herdou metade de uma mansão de dois andares, construída há cerca de um século, em Murgawan. A outra metade, separada por um muro baixo, pertence a outro ramo da família de Singh.

Em frente a um grande tanque de água, circundada por mangueiras e goiabeiras e protegida por um portão de ferro sem pintura e muros de tijolos, a casa tem um ar decadente.

Gautam Kumar conta que a família nunca discutiu o "caso de falsa identidade" com seu pai. "Ele é o nosso pai. Se o meu avô o aceitou como seu filho, quem somos nós para questioná-lo? Como você pode não confiar no seu pai?", pergunta ele.

"Agora, depois de todos esses anos, nossas vidas e identidades estão sendo questionadas, porque a identidade do meu pai foi questionada. Vivemos em muita ansiedade", afirma Kumar.

'Eu sou Kanhaiya' - No tribunal, o juiz Mishra perguntou a Gosain onde e com quem ele havia vivido durante os quatro anos em que ficou desaparecido.

As respostas de Gosain foram evasivas. Ele contou ao juiz que havia ficado com um homem santo no seu ashram (retiro espiritual) em Gorakhpur, no Estado vizinho de Uttar Pradesh. Mas ele não tinha testemunhas que comprovassem sua afirmação.

Gosain também disse aos juízes que nunca havia afirmado que era o filho perdido do dono de terras. Ele afirmou que Singh "apenas me aceitou como seu filho e me levou para casa".

"Eu não enganei ninguém. Eu sou Kanhaiya", afirmou ele.

A residência tem 16 quartos e já foi cheia de vida, com três gerações vivendo sob seu teto. Agora, um misterioso silêncio toma conta do local. O quintal está descuidado, e uma máquina descascadora de trigo deteriora-se em um dos cantos.

O filho mais velho de Gosain, Gautam Kumar, afirma que seu pai geralmente ficava em casa e cuidava de cerca de 12 hectares de terra para cultivo. Ele produzia arroz, trigo e leguminosas, principalmente com trabalhadores contratados.

Sua única fotografia remanescente - tirada em estúdio, em preto e branco e danificada por grampos no processo judicial - mostra Kanhaiya Singh, com seus cabelos bem repartidos e vestindo uma camisa de cor clara, emergindo da câmera.

O irônico é que Kanhaiya, que tinha 16 anos quando desapareceu, nunca foi esquecido em Murgawan, uma pacata aldeia onde vivem cerca de 1,5 mil hindus, principalmente de castas superiores, a cerca de 100 km de distância de Patna.

Gopal Singh, advogado sênior da Suprema Corte e membro da família, lembra-se de Kanhaiya como um menino "amável e acanhado".

"Nós crescemos juntos, costumávamos brincar juntos. Quando ele desapareceu, houve muitos protestos. E, quando o homem apareceu, quatro anos depois, ele não lembrava Kanhaiya em nada. Mas seu pai insistia que era seu filho perdido. O que podíamos fazer?"

Kameshwar Singh morreu em 1991 e era um importante dono de terras. Uma estimativa indicou que ele era dono de mais de 24 hectares. Ele foi eleito líder do conselho da aldeia por cerca de quatro décadas e tinha advogados da Suprema Corte e um parlamentar entre seus parentes próximos.

Singh tinha sete filhas e um filho (Kanhaiya), de dois casamentos. O menino era o mais jovem e, segundo todos os relatos, seu favorito e herdeiro natural.

O interessante é que o dono de terras doente defendia Gosain e nunca procurou a Justiça. "Eu disse aos vizinhos", declarou Singh à polícia, "se descobrirmos que este homem não é meu filho, nós o devolveremos."

O julgamento - O processo demorou quatro décadas e foi analisado por mais de uma dezena de juízes. Por fim, um tribunal procedeu ao julgamento por 44 dias ininterruptos, começando em fevereiro de 2022 até o veredicto, no início de abril.

O juiz declarou Gosain culpado. E, em junho, um tribunal superior confirmou a decisão e condenou Gosain a sete anos de prisão.

O tribunal considerou que nenhuma das sete testemunhas de defesa era confiável. "Nós nunca levamos este processo a sério. Deveríamos ter recolhido melhor as evidências. Nunca achamos que houvesse qualquer dúvida sobre a identidade do meu pai", afirma Gautam Kumar.

O clímax do drama no tribunal ocorreu quando a defesa apresentou uma certidão de óbito, declarando que Dayanand Gosain estava morto. Mas a certidão estava repleta de inconsistências. Sua data era de maio de 2014, mas afirmava que Gosain havia morrido em janeiro de 1982.

O policial Chittaranjan Kumar conta que verificou os registros locais, mas não encontrou a morte de Gosain. Autoridades locais disseram a ele que a certidão era "claramente falsa". Kumar afirma que "é muito fácil conseguir documentos falsificados aqui".

O tribunal perguntou à defesa por que uma certidão de óbito seria emitida 32 anos depois da morte da pessoa e descartou-a como falsificada. "Para provar que era Kanhaiya, Gosain se matou", afirmou o juiz.

A evidência final contra Gosain foi sua recusa em fornecer uma amostra de DNA, que a acusação tentou conseguir pela primeira vez em 2014. Ele se negou por oito anos e, somente em fevereiro de 2022, apresentou uma declaração por escrito recusando-se a fornecer a amostra.

"Com isso, nenhuma outra prova é necessária", afirmou o tribunal. "O acusado sabe que o teste de DNA exporia sua fraude." O juiz acrescentou que "o ônus da prova recai sobre o acusado, que deve provar sua identidade".

Advogados afirmam que a condenação de Gosain poderá ser a ponta do iceberg. O tribunal acredita que tenha havido uma conspiração maior, envolvendo diversas pessoas de Murgawan que ajudaram a "plantar" Gosain na família de Singh como seu filho perdido.

O juiz suspeita que essas pessoas possam ter comprado terras de propriedade de Singh e posteriormente vendido para Gosain como seu herdeiro natural. As duas acusações ainda precisam ser investigadas.

"Houve uma enorme conspiração planejada contra minha família [para apropriar-se das] nossas propriedades, aproveitando-se das condições de saúde e das dificuldades de visão do meu marido", afirmou Ramsakhi Devi ao tribunal. Ela morreu em 1995.

Existem ainda muitas questões a serem respondidas nesta história de fraude e dissimulação. O que acontece com a terra vendida por Singh usando sua identidade falsa? Os terrenos serão retomados dos compradores e distribuídos entre as filhas sobreviventes, que são as herdeiras naturais? Que destino terão as identidades falsas de Gosain?

E - o mais importante - onde está Kanhaiya? Segundo as leis indianas, uma pessoa desaparecida por mais de sete anos é considerada morta. Por que a polícia não encerrou o caso? Estaria ele vivo?

 

Fonte: BBC Brazil News

Foto: Reprodução

Basta uma passada rápida pelas redes sociais para perceber que o podcast "A Mulher da Casa Abandonada" é o assunto do momento. O programa criado e apresentado pelo jornalista Chico Felitti para o jornal Folha de S. Paulo está repercutindo tanto que tem levado as pessoas às ruas em busca de pistas e informações sobre a tal mulher da casa abandonada.

A "mulher da casa abandonada" é Margarida Bonetti, que vive em um casarão com ares de abandono e descaso no tradicional bairro Higienópolis, um dos mais caros de São Paulo.

No podcast, Chico investiga o que levou a mulher, que se apresentou a ele como Mari, a levar a vida que leva, de forma bastante excêntrica, no bairro paulistano.

No entanto, o que poderia ser apenas um mergulho na vida da elite paulistana por trás das cortinas se transforma em algo a mais: o programa revela que Margarida está foragida do FBI há mais de duas décadas, por ter mantido uma mulher em condições análogas a escravidão nos Estados Unidos.

O podcast foi lançado no início do mês de junho. O primeiro episódio, "A Mulher", foi publicado no dia 8 nas plataformas digitais, e começa a narrativa explicando quem é a mulher que chama atenção no bairro por andar com uma pomada branca cobrindo o rosto e morar em uma casa caindo aos pedaços (uma das únicas sobreviventes em meio a prédios e condomínios modernos).

Logo nos episódios seguintes, a narrativa revela por que Margarida Bonetti se esconde e por que sua história é muito mais sombria do que imaginava-se inicialmente.

Há mais de 20 anos, ela e seu então marido, Renê Bonetti, foram indiciados por manterem uma mulher trabalhando na residência do casal em condições análogas à escravidão, nos Estados Unidos. Procurada pelo FBI, ela fugiu para o Brasil e se mantém escondida no país desde então.

No programa, Chico explica que o Brasil não expatria seus cidadãos nacionais para serem julgados em outros países. Ou seja, mesmo sabendo onde Margarida vive, a mulher não poderia ser presa e levada aos EUA para cumprir pena. Renê Bonetti, por sua vez, já estava naturalizado como cidadão americano quando o caso foi deflagrado.

Como tudo começou?- Casados no Brasil, Margarida e Renê decidiram se mudar para os EUA, e levaram com eles a empregada doméstica, uma mulher brasileira e analfabeta, que antes trabalhava na casa dos pais da mulher e foi dada como "presente" ao casal. Isso aconteceu no final da década de 1970.

Desde então, a mulher, que prefere não ter sua identidade revelada, foi mantida pelo casal sem receber pagamento pelo seu serviço, sem direito a folgas e férias e sendo vítima constante de agressões e humilhações. Nas ocasiões em que ela foi lesionada, teve atendimento médico negado apesar de fraturas e ossos quebrados.

A situação só chegou ao fim quando a vítima conseguiu fugir durante uma viagem de férias do casal. Ela recebeu ajuda de uma vizinha, que deu abrigo e denunciou a situação à polícia. Isso aconteceu no início dos anos 2000.A partir disso, o FBI começou a investigar o caso. Enquanto Renê foi indiciado pelos crimes e condenado a seis anos de prisão, Margarida conseguiu fugir para o Brasil ainda durante as investigações. Por isso, ela nunca respondeu à Justiça e decidiu ficar na casa que era de seus pais em Higienópolis.

Sensação nas redes e 'turismo' - A popularidade do podcast nas redes sociais gerou uma onda de turismo em volta da mansão abandonada em Higienópolis. Páginas criadas por fãs acumulam-se no Instagram movidas por curiosos que tentam reunir mais informações sobre a mulher e seu estilo de vida. Um perfil com mais de 100 mil seguidores até a publicação desta matéria se descreve como "criado por fofoqueiros obcecados em pesquisar tudo", e anuncia que aquele que tiver informações pode enviá-las através de mensagem direta.

Durante o fim de semana, o Instituto Luísa Mell entrou nos jardins da casa para resgatar as duas cachorras que eram mantidas por Margarida. A entrada aconteceu após denúncia de que os animais haviam sido abandonados após a mulher ter supostamente fugido do local.

Segundo o delegado Bruno Lima, que entrou na residência junto a profissionais do instituto, a Vigilância Sanitária e o Controle de Zoonoses também foram acionados para verificar o local. "Falamos com vários vizinhos aqui do entorno, Isso aqui é um problema antigo do bairro. Isso é um celeiro de doenças, na verdade. É um problema de zoonose", afirmou.

Fonte:  Uol

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