
Um homem de 30 anos, identificado como Luan foi vítima de uma tentativa de homicídio, na tarde de ontem, domingo, 30, na Rua Bráulio Montenegro, bairro Vila Maria, em Palmeira dos Índios. Luan é tio de Leonardo Veiga de Oliveira, 23 anos, que foi sequestrado e morto na semana passada.
Leia aqui a matéria sobre o crime contra Leonardo Veiga: Homem sequestrado em Palmeira é encontrado morto entre Coité do Nóia e Igaci
Polícia Civil irá analisar câmeras de segurança para identificar autores de sequestro e morte de homem em Palmeira dos Índios
Segundo informações da mãe de Luan,repassadas para a polícia, o autor do crime parou na porta da residência, onde Luan estaria bebendo, trocou algumas palavras e em seguida efetuou os disparos contra a vítima. Luan foi socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. Ele foi baleado na altura do abdômen e levado para o Hospital de Emergência do Agreste, em Arapiraca.
Posteriormente, agentes do Pelopes conseguiram localizar o autor do crime e prendê-lo. O suspeito do crime, um jovem de 21 anos, estava portando um revólver calibre 38, com três munições deflagradas e uma pinada. Ele estava bastante alterado e foi preciso o uso de algema.
Em relato para a polícia, o suspeito do crime afirmou que pediu Luan para acender um cigarro, momento em que Luan teria começado a o xingar e, por isso, ele efetuou os tiros. O suspeito foi levado para a Central de Polícia de Arapiraca, onde foi autuado por tentativa de homicídio.
Já na Central de Polícia, ao ser levado para a cela, o suspeito agrediu outro preso com uma cabeçada, onde foi iniciada uma briga entre os detentos, sendo necessário que os agentes colocassem o suspeito em uma cela separada.
Um jovem que saiu de moto da própria festa de casamento para comprar algo e logo retornar acabou colidindo em um carro na tarde desta quarta-feira (19) na Avenida Rotary no Bairro Palmeira de Fora, na cidade de Palmeira dos Índios.
Imagens de câmeras de segurança mostraram o momento da colisão. O automóvel estava saindo de uma residência e entrando na via, quando o motociclista colide contra o veículo.
Segundo informações do 10º Batalhão de Polícia Militar de Alagoas (10º BPM), o condutor da moto foi removido para a unidade de Pronto Atendimento por uma guarnição de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL).
Porém, informaçoes dão conta que foi transferido para o Hospital de Emergência em Arapiraca onde está em estado grave. Ele quebrou o maxilar devido ao impacto da queda e apresentou sangramento no ouvido.
O condutor do automóvel não sofreu nenhum tipo de lesão, somente danos materiais. As partes responsáveis pelos veículos entraram em acordo e cada um arcará com os danos causados aos respectivos veículos.
Um dos únicos entre os grandes bancos que faltava para entrar no Desenrola, o Nubank confirmou, nesta quarta-feira, que irá entrar no programa de renegociação de dívidas do governo federal.
Em comunicado, o banco informou que "dará baixa na negativação das pessoas com dívidas de até R$ 100 e compartilhará mais detalhes de sua adesão conforme avançar no processo".
O banco digital também informou que irá apresentar as condições e critérios para renegociação dentro do programa, assim como canais de atendimento disponibilizados. Nesta fase do Desenrola, que contempla inadimplentes com dívidas até R$ 20 mil, a negociação acontece diretamente com os bancos.
Uma mulher foi atingida por um meteorito enquanto tomava café e conversava com uma amiga na varanda de sua casa em Schirmeck, na França. O caso aconteceu em 6 de julho, uma quinta-feira, por volta das 4 da manhã no horário local. Ela diz ter ouvido um barulho vindo do telhado antes do fragmento cair em cima dela.
À imprensa local, disse ter sentido "um choque nas costelas". Apesar do susto, ela afirma não ter ficado ferida. No início, a mulher, que não foi identificada, pensou que se tratava de um animal ou pedaço de cimento, mas ficou intrigada pela cor do objeto. Ela então resolveu levá-lo para ser examinado por um telhadista.
Após entrar em contato com o profissional, ela foi informada que o material não era feito de cimento e parecia um meteorito. Dias depois, ela entregou o objeto ao geólogo Thierry Rebmann, que esclareceu que a rocha parecia conter uma mistura de ferro e silício, e poderia mesmo ser um. Ao todo, o fragmento encontrado possui pouco mais de 100 gramas.
— Encontrar um meteorito já é raro, mas ele cair do céu sobre si é algo quase único — afirmou Rebmann. — Há décadas não tínhamos isso em nossas regiões. Esta pedra parece uma rocha vulcânica. Atravessa a atmosfera terrestre e é torrada devido ao oxigênio e ao atrito. É o que chamamos de estrelas cadentes.
Quedas de meteoritos, conforme explicou o geólogo à imprensa local, não são incomuns. No entanto, casos de impacto em seres humanos são "extremamente raros, com chances estimadas em uma em bilhões". O primeiro caso confirmado ocorreu nos Estados Unidos há quase 70 anos. Ann Hodges, do Alabama, foi atingida por um meteorito de 3,5 quilos. O impacto a deixou com hematomas graves.
Uma mulher de 23 anos procurou a Justiça nessa terça-feira, 18, para denunciar que havia sido vítima de violência doméstica no município de Igaci, no interior alagoano. A vítima contou que foi agredida com sandália após discussão com o esposo, de 33 anos, motivada por uma crise de ciúmes do mesmo, depois de ela ter ido tomar vacina em uma unidade de saúde e conversado com um homem que estava na entrada do local.
No Fórum de Igaci, a jovem foi recebida por um promotor de Justiça, e posteriormente, foi ouvida por policiais militares do 10º Batalhão. Ela afirmou que, por volta das 9h de ontem, foi até a maternidade da cidade para tomar uma vacina, sem especificar qual, e um homem que estava na frente da unidade de saúde a abordou para avisar que o pneu da moto que ela veio aparentava estar furado. O companheiro, que a acompanhava, percebeu o diálogo, ficou com ciúmes e fez ameaças contra a mulher, como: "Quando chegar em casa, você vai ver".
A vítima destacou que ao chegar na residência, uma discussão com o marido teve início e ele a agrediu no rosto com uma sandália. A mulher então partiu para cima dele para revidar a agressão. Ela usou uma chave para feri-lo no rosto. Após o golpe, a violência teria continuado e o marido a atacado mais uma vez. Ao promotor, a jovem mostrou um arranhão no braço esquerdo que havia sofrido do suspeito.
A polícia saiu em buscas do homem, e o encontrou na entrada da casa dos pais dele, que fica vizinho ao imóvel onde o casal reside. Ele foi detido e conduzido à Central de Polícia Civil de Arapiraca, para os procedimentos cabíveis. O homem fica agora à disposição do Poder Judiciário.
Um idoso que estava internado em um hospital de Umuarama, no noroeste do Paraná, foi dado como morto na noite de segunda-feira (17), mas funcionários de uma funerária descobriram que ele estava vivo durante preparação para o velório.
A Umuprev, empresa que presta serviço funerário, informou que recebeu o corpo da Administração de Cemitérios e Serviços Funerários de Umuarama (ACESF), após o Hospital Nossa Senhora Aparecida atestar o óbito do paciente.
Ao chegar à funerária, os funcionários avaliaram o corpo antes de iniciar o procedimento de preparação para o velório, quando foram identificados sinais vitais do idoso.
Segundo a empresa funerária, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado.
Durante o atendimento, o homem foi socorrido e encaminhado para o mesmo hospital que estava internado.
Em nota, o Hospital Nossa Senhora Aparecida informou que os profissionais envolvidos foram afastados das atividades e uma sindicância interna foi aberta para apurar o fato.
O estado de saúde e a identificação do paciente não foram divulgados até a publicação desta reportagem.
A Polícia Civil disse que vai abrir um inquérito.
A Delegacia Regional de Palmeira dos Índios já está investigando o assassinato de um homem, identificado como Léo Veiga, de 23 anos, supostamente sequestrado, na segunda-feira (17), naquela cidade, e que teve o corpo encontrado no município de Coité do Nóia, com marcas de tiros.
O agente Diogo Martins, chefe de Operações da delegacia, informou que familiares da vítima disseram que ela estava próximo a sua casa, no bairro Palmeira de Fora, e teria sido levada por quatro homens encapuzados que estavam em um automóvel Palio, de cor verde e sem placas.
A família contou ainda que a vítima não se queixara de haver entrado em qualquer tipo de confusão.
Segundo o policial, um inquérito está sendo instaurado para apurar o fato. “Vamos ouvir testemunhas e tentar identificar possíveis câmeras que mostrem o suposto sequestro”, concluiu.
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Um homem foi espancado durante um show da banda Sepultura em Fortaleza, Ceará, no último dia 8 de julho. Segundo testemunhas, ele teria feito uma saudação nazista e apologia ao racismo durante a apresentação musical.
A Polícia Civil do Ceará investiga o caso e, em nota, afirma que investiga as circunstâncias de uma ocorrência de lesão corporal e crime de racismo e apologia ao nazismo.
As imagens viralizaram na internet no último fim de semana, e mostram o possível autor da saudação nazista sendo agredido por outros presentes na apresentação, que aconteceu no festival Metal Weekend.
Durante show do Sepultura em Fortaleza, no último dia 8, um espectador fez saudação nazista e disparou palavras racistas contra o vocalista Derrick Green. O público resolveu o problema da maneira CORRETA. pic.twitter.com/UKBZk6w5ef
— Van do Halen - #Bolsonaronacadeia (@VanDoHalen) July 17, 2023
Na publicação que viralizou, a narradora e possível testemunha afirma que o suspeito estava fazendo gestos nazistas, proferindo um grito de "Heil Hitler" e "falando que banda que tem negro como vocalista não é banda", numa referência ao vocalista do Sepultura, o americano Derrick Green.
A mulher não-identificada alega que o homem estava "batendo nos outros sem motivo" e "puxando briga". De acordo com ela, os seguranças tentaram retirá-lo do local, mas ele foi agredido por demais presentes e saiu de lá "quase morto".
Créditos: UOL.
Um trabalhador rural de 42 anos foi encontrado morto após ser filmado bebendo uma garrafa de cachaça em Santo Antônio do Rio Verde, distrito de Catalão, no sudeste goiano. Ao g1, uma testemunha, que preferiu não se identificar, disse que o homem havia entrado em uma aposta em um bar.
“Apostaram duas caixinhas de cerveja. Ele virou 1 litro de pinga, mas não aguentou”, contou a testemunha.
O caso aconteceu no último domingo (16). Segundo a Polícia Militar (PM), o trabalhador foi encontrado morto na calçada do bar. O dono do estabelecimento contou à PM que o homem estava bebendo com amigos desde cedo, quando saiu e se deitou na calçada e não se levantou mais.
No vídeo, após o trabalhador beber toda a cachaça, é possível ouvir pessoas falando "bebeu, ganhou, pode trazer a caixinha de cerveja".
O caso foi registrado como morte natural. Por isso, de acordo com o delegado David Felício, não deve ser investigado, por enquanto.
A PM disse que orientou que os familiares acionassem o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), para o recolhimento do corpo, já que não havia evidência de crime.
Populares encontraram, na tarde de ontem, segunda-fEira, 17, o corpo de um homem em uma área rural. O corpo foi localizado após o povoado Lagoinha, zona rural de Coité do Noia, na rodovia que dá acesso à cidade de Igaci, no Agreste de Alagoas. A vítima foi identificada como Leonardo Veiga de Oliveira.
O corpo da vítima estava algemado, com os braços para trás e com um disparo de arma de fogo na região da cabeça. Moradores da região afirmaram para a polícia que não escutaram nenhum barulho de tiro.
Segundo o pai de Leonardo, que esteve no local, o filho havia sido retirado a força de casa, localizada no bairro Palmeira de Fora, em Palmeira dos Índios, por quatro criminosos que estavam em um Fiat Palio de cor verde e sem placa. Após o sequestro, o grupo criminoso seguiu destino à AL 115, sentido Igaci.
As Polícias Militar e Civil estiveram no local e acionaram o Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML), para perícia e recolhimento do corpo.
O número de contas vazadas tem crescido globalmente, mas o Brasil se destaca pela redução da violação de dados
Mais de 421 milhões de pessoas sofreram vazamentos de dados em 2022, de acordo com levantamento mundial do Centro de Recursos contra Roubo de Identidade (ITRC). A violação de dados de grandes empresas cresceu 42% em comparação ao ano anterior, com o Twitter sendo responsável pela exposição de informações de mais de 221 milhões de usuários.
No Brasil, houve uma melhoria significativa para evitar esses ataques, possivelmente refletindo o amadurecimento da implantação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A empresa SurfShark identificou o vazamento de dados de 8,7 milhões de contas no ano passado, número quatro vezes inferior ao de 2021, quando registrou 33 milhões de contas violadas. Ainda assim, o país ocupa a 12a posição entre os países mais atingidos.
Os casos têm alarmado a população sobre a segurança de seus dados pessoais, como senhas, endereços, telefones, dados bancários e até mesmo localizações registradas por GPS. Esses dados podem ser usados de forma maliciosa e ainda gerar multas para as empresas que apresentam vulnerabilidades.
Os ataques maliciosos são a principal causa de vazamento de dados, segundo uma pesquisa da IBM que envolveu 524 empresas em 17 países. No entanto, outras vulnerabilidades, como erro humano ou falhas do desenvolvimento de software, podem ser a origem da divulgação de informações sigilosas.
A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor em setembro de 2020 e tem como objetivo proteger a privacidade e os dados pessoais dos cidadãos. A legislação estabelece que as empresas são responsáveis pela proteção dos dados pessoais que coletam, armazenam e utilizam, garantindo a privacidade e a segurança das informações.
A LGPD prevê multas que podem chegar a até 2% do faturamento para as organizações que permitem o vazamento de dados, limitado a R$ 50 milhões por infração. A legislação também prevê sanções como a publicização da infração, bloqueio ou eliminação dos dados relacionados à infração e suspensão parcial do funcionamento do banco de dados.
As medidas são aplicadas pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), responsável por fiscalizar o cumprimento da LGPD. O órgão tem o poder de realizar investigações e inspeções em empresas e realizar acordos e cooperações com outras autoridades de proteção de dados nacionais e internacionais.
O profissional de segurança cibernética é o principal responsável por evitar o vazamento de dados de uma organização, e deve conscientizar todos os colaboradores das medidas necessárias para proteger o negócio de uma possível divulgação de dados sigilosos.
Entre as ações que devem ser realizadas para evitar a violação de dados, estão:
Para identificar possíveis violações de dados em sua organização, é necessário estar atento a alguns sinais de alerta. É importante verificar a atividade de login e acesso aos sistemas para detectar atividades incomuns, como tentativas malsucedidas de acessar os dados fora do horário de trabalho.
Configurar alertas de atividade incomum, como o download de grandes quantidades de dados, também pode ajudar a detectar possíveis violações. Além disso, é importante implementar ferramentas de proteção e incentivar os funcionários a seguir as políticas de segurança aplicadas pela empresa.
Dona exclusiva da marca no Brasil desde 2019, a norte-americana CrossFit Inc tem travado –e vencido- disputas judiciais contra academias que usam o nome da prática sem autorização.
O programa de treino de força e condicionamento físico que costuma levar pessoas aos chamados “boxes” para praticar a modalidade funciona em um esquema de filiação. Só pode usar a marca e oferecer o treinamento quem for licenciado.
As academias e unidades que não pagam podem ser alvos na Justiça. Em caso de uso indevido do nome, há possibilidade de condenação ao pagamento de indenização por danos morais e patrimoniais, além de multa se ficar constatado descumprimento de decisão judicial.
A afiliação à CrossFit custa R$ 12.000 por ano e há a possibilidade de parcelar o valor em 12 vezes de R$ 1.000. Desde setembro de 2022, o pagamento pode ser feito em real. É preciso também que o proprietário ou representante conclua um curso de treinamento. Hoje são cerca de 600 academias afiliadas à CrossFit no Brasil.
O pedido de registro da marca no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) foi feito em 2010. O órgão negou inicialmente a solicitação, por entender se tratar de “expressão de uso comum para o segmento”.
A decisão foi revertida em recurso e a concessão da marca pelo INPI saiu em janeiro de 2019. A partir daí, abriu-se o caminho para que a companhia acionasse academias pelo país requerendo a retirada de nomes de empresas e seu uso em fachadas, sites, redes sociais e uniformes. Há decisões convergentes nos tribunais brasileiros.
Justiça
Em dezembro de 2020, a 1ª Câmara de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decidiu rejeitar o recurso de uma academia e manter a decisão de primeira Instância, proibindo o uso do nome “CrossFit” em qualquer meio: nome, website, redes sociais, publicidade, fachada e roupas.
Segundo voto do desembargador Fortes Barbosa, relator do caso, a expressão “CrossFit” não pode ser “tida como de uso comum”.“A marca em questão possui proteção legal e, para seu uso legítimo, faz-se necessário licenciamento e pagamento de uma retribuição ajustada (“royalties”), não podendo ser acolhido o argumento da recorrente de vulgarização da expressão ‘Crossfit’”, afirmou o magistrado.
A academia argumentou no processo que, no Brasil, o nome CrossFit ficou conhecido como “designativo da atividade funcional de alto impacto” e que não se pode confundir a marca com a metodologia de treino, “pois seria como possibilitar o registro da marca ‘futebol’ e proibir seu uso”. Outro ponto levantado é que o nome teria caído no linguajar popular, citando inclusive termos derivados, como “crossfiteiro”.
Outra decisão, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), manteve uma condenação por danos morais de R$ 10 mil a uma academia que também usava o termo sem licença. A empresa condenada disse não haver evidências de que o uso do nome tenha causado danos à CrossFit.
Também afirmou que é uma “academia de bairro” sem filiais e que foi “veementemente afetada pelos atos governamentais originários da pandemia que teve em seu contexto a missão de manter o isolamento social, impondo o fechamento da academia por longo período”.
A argumentação não prosperou. Em decisão de outubro de 2021, a 10ª Câmara Cível entendeu que a expressão “CrossFit” não se refere ao nome do serviço prestado e nem ao gênero dele, mas a uma modalidade específica de treinamento físico.
Em seu voto, o desembargador Bernardo Moreira Garcez Neto disse que a academia “se limitou a alegar que a marca ‘CrossFit’ não teria mais o requisito da distintividade e, por isso, os efeitos da proteção do registro deveriam ser afastados”.“Se aplicarmos interpretação lógico-sistemática, veremos que o que a apelante pretende a invalidade do registro da marca no INPI”, declarou.
Proteção da marca
Para a professora Kone Prieto Furtunato Cesário, o tempo para o INPI aprovar o registro da marca no país, de nove anos, pode ter colaborado para a popularização do termo e a proliferação do uso por academias.
“Essa demora do INPI tinha levado todo mundo a sair usando, e achando que aquilo era o nome de uma prática esportiva, quando não era. Era uma marca criada por um sujeito com registros em outras partes do mundo”, disse à CNN.
Cesário é professora de Direito Comercial e Propriedade Intelectual na Faculdade Nacional de Direito da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e na Academia de Propriedade Intelectual, Inovação e Desenvolvimento do INPI. Ela foi uma das responsáveis por elaborar um parecer encomendado pela CrossFit para fortalecer o recurso que tramitava no INPI, na disputa pelo registro da marca.
Para a especialista, por mais que pareça “comum e dicionarizado”, o termo CrossFit é inventado. “É uma palavra inventada, junção de outras, mas inventada”. Segundo Cesário, a investida judicial dos norte-americanos pelo uso do nome se justifica pela proteção da marca e manutenção de um padrão de qualidade na prestação do serviço.
Isso vale, segundo ela, mesmo para academias de pequeno porte.“Mesmo a empresa sendo pequena, a ação é importante para a proteção da marca”, afirmou. “Alguém está pagando para os americanos para licenciar. Se todo mundo usar, não vão querer pagar mais”.
Conforme a especialista, buscar resguardar o uso do nome também evitaria possíveis danos aos consumidores e atletas, que poderiam colocar a saúde em risco caso treinem com profissionais não habilitados para a prática.
A norma que regula os direitos e obrigações envolvendo marcas é a Lei de Propriedade Industrial, de 1996. A lei proíbe a reprodução de marcas registradas por quem não tenha direitos, seja de forma parcial ou com acréscimos, com intuito de evitar que o consumidor seja levado a erro.
A Justiça brasileira também tem decisões sobre termos aproximados com o original. Em setembro de 2022, o juiz Luiz Alberto Carvalho Alves, da 3ª Vara Empresarial do TJ-RJ, deu uma decisão liminar (provisória) proibindo academias a usar o nome CrossFit e “quaisquer variações, a exemplo de CROWN.FIT, CROSSFT, CFT, CF, CFIT”.
Se por um lado as empresas contam com a proteção legal, por outro, essa segurança não é ilimitada. Um risco que marcas populares correm é a chamada “degeneração”.O fenômeno é um processo que culmina com a marca passando a corresponder com o produto ou serviço que fornece. Quando isso ocorre, a marca vira sinônimo da coisa que representava, e passa a constar em dicionários, por exemplo.
“Há esse risco de degenerescência, de diluição, que é uma marca, uma expressão fantasiosa, que acaba se tornando sinônimo do produto”, afirmou Cesário.“Com o próprio uso que a sociedade vai dando, linguisticamente. Quando o dicionário incorpora, isso quer dizer que se tornou sinônimo. E aí tem um processo de perda de direitos sobre a marca, quando deixa de ser marca e passa a ser sinônimo do produto”.
Posicionamentos
A CNN procurou a ACAD (Associação Brasileira de Academias) mas a entidade disse que não iria se manifestar sobre o tema.
Em nota à CNN, a representação brasileira da CrossFit disse que não tem autorização para informar sobre processos judiciais em andamento, mas que obteve “100% de êxito” nas ações sobre uso da marca já ajuizadas.
A empresa também disse que o registro no INPI garante a exclusividade do uso da marca e de suas abreviações no Brasil.“Isso significa que outras empresas ou indivíduos não podem usar a marca CrossFit ® ou sinais semelhantes, para identificar produtos ou serviços idênticos ou afins sob o risco de gerar confusão, ou associação indevida com a empresa CrossFit, LLC e seus consumidores no mercado”.
“Caso um estabelecimento não afiliado utilize o nome CrossFit® sem a devida autorização e de forma inadequada, bem como anunciando aulas de CrossFit®, expondo o nome em fachadas, uniformes, vestuários ou sinalizações internas, pode estar sujeito a ações legais”, declarou.
“A proteção da marca registrada é fundamental para a CrossFit®, LLC, na medida em que ajuda a preservar a integridade da marca, sua reputação e a qualidade dos produtos e serviços associados a ela. Além disso, proporciona aos consumidores a garantia de que estão recebendo produtos e serviços autênticos e reconhecidos pela empresa”.
QUARTA 16 DE AGOSTO
Grupos de Louvores Locais
Anderson Freire
QUINTA 17 DE AGOSTO
Andreá Moraes
Roupa Nova
Calcinha Preta
SEXTA 18 DE AGOSTO
Grupo os Caboclos
Alcione
Xand Avião
SÁBADO 19 DE AGOSTO
Grupos de Louvores Locais
Pe.Fábio de Melo
DOMINGO 20 DE AGOSTO
Art' Nossa
Mano Walter
Dilsinho
Uma mulher foi vítima de uma tentativa de homicídio, cometida pelo ex-genro, na madrugada de ontem, domingo, 16. O caso ocorreu no estabelecimento comercial da vítima, no Conjunto Habitacional Sônia Coco, mais conhecido como 369 Casas, no bairro Caraibeirinhas, em Delmiro Gouveia, Sertão de Alagoas.
A vitima, identificada como Marleide da Conceição, 44 anos, teria se recusado a permanecer com o estabelecimento comercial aberto por mais tempo, por isso se desentendeu com o ex-genro, um homem de 27 anos. Com raiva, o suspeito armou-se com uma faca e golpeou a vítima na região do pescoço.
Ferida, Marleide foi levada para o hospital da cidade, onde informou do crime para os agentes do Pelotão de Operações Policiais Especiais (Pelopes)
Testemunhas informaram para a guarnição policial que o suspeito estava na casa de uma tia. Ele foi localizado e preso. No depoimento, o suspeito afirmou que esfaqueou a vítima para se defender, visto que os dois têm problemas familiares e que ela teria tentado agredi-lo.
O ex-presidente da República, José Sarney, 93 anos, passa por exames e segue internado nesta segunda-feira (17). Ele sofreu um acidente doméstico em casa, em São Luís, no Maranhão, no fim de semana.
Segundo a filha dele, a deputada federal Roseana Sarney, o ex-presidente tropeçou e sofreu uma queda dentro de casa no domingo (16).
"Olá pessoal, passando para informar que hoje de manhã nós levamos um susto muito grande. Meu pai tropeçou, caiu, enfim, levamos para o hospital, mas, graças a Deus, os exames já foram concluídos e ele está muito bem. Se Deus quiser ele vai ficar bom logo, logo", disse Roseana Sarney.
Segundo a família, apesar do quadro de saúde estável, ele segue internado nesta segunda-feira, aguardando novos exames.
