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O investimento na cultura de Palmeira dos Índios cresce a cada dia e, em uma demonstração clara do quanto a parceria entre os Governos Municipal e Estadual é importante para o crescimento do município, a Prefeitura de Palmeira dos Índios, em parceria com a Secretaria de Estado de Relações Federativas e Internacionais (Serfi), que atualmente é conduzida pelo ex-prefeito de Palmeira Júlio Cezar da Silva –  selecionou cinco artistas do município para participação nos principais eventos artísticos que ocorrem no Brasil em 2026.

De acordo com o secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico Júlio César Permínio, os artesãos foram escolhidos a partir de uma seleção prévia do Programa Estadual “Alagoas Feito à Mão” e terão a oportunidade de expor seu artesanato e venderem suas peças nos estados de Brasília, São Paulo, Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro. “Esta é uma grande oportunidade para que estas pessoas possam fazer novos contatos, ter acesso a novas técnicas e aperfeiçoar suas peças, além, claro de vender”, disse Júlio.

Para o artesão Neném, que desde a adolescência atua com artesanato em madeira e esculpe principalmente animais com detalhes que impressionam qualquer amante da arte, a oportunidade de participar de feiras nacionais é enriquecedora. “Eu me sinto reconhecido por ter a chance de participar destes espaços e poder levar um pouco da minha arte”, disse Neném, que hoje transmite seu conhecimento para o filho Wellington.

Aos 22 anos, o jovem Wellington já é fenômeno no instagram e coleciona quase 40 mil seguidores, além de muitas encomendas das peças talhadas à mão. “A primeira peça que meu pai me ensinou a fazer foi um pássaro. Segundo ele, esta é a peça mais difícil de se fazer, por causa dos detalhes mínimos. Eu tomei gosto e quero espalhar nossa arte para o mundo”, declarou. Outros artistas que foram selecionados foram Lucas Yguaratã, Mayra e Maria Rejane.

O início do julgamento de Jairo Souza Santos Júnior e Monique Medeiros, acusados pela morte de Henry Borel, foi interrompido nesta segunda-feira (23) após a bancada de defesa do ex-vereador abandonar o plenário do II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro.

Diante da conduta, a juíza Elizabeth Machado Louro dissolveu o conselho de sentença e deve remarcar a sessão.

Leniel Borel, pai da vítima e assistente de acusação, classificou a estratégia como "terrorismo" e afirmou sentir que "assassinaram o Henry pela segunda vez".

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, réu pelo feminicídio da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, foi acusado de assédio sexual por uma colega de trabalho.

De acordo com o advogado da família de Gisele, José Miguel da Silva Júnior, a policial militar formalizou a denúncia no Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) e pediu sigilo por medo de sofrer retaliações.

Ao Estadão, o advogado afirmou que, na denúncia, a mulher relatou que Neto tentou beijá-lamas foi rejeitado. Após a negativa, a policial afirma que passou a ser perseguida e foi transferida para outro batalhão, mesmo sem concordar com a mudança.

“Ele a transferiu para um lugar bem mais distante de onde ela morava, causando um prejuízo para ela”, disse José Miguel.

O episódio teria ocorrido no segundo semestre do ano passado, enquanto Neto ainda era casado com Gisele.

Procuradas, a Secretaria de Segurança Pública e a Polícia Militar do Estado de São Paulo não retornaram às tentativas de contato do Estadão. O espaço segue aberto.

Caso Gisele

Gisele foi encontrada morta em 18 de fevereiro, no apartamento onde morava, no Brás, na região central de São Paulo. O caso foi inicialmente registrado como suicídio, com base na versão apresentada por Neto no boletim de ocorrência. No entanto, mais de um mês depois, o tenente-coronel tornou-se réu por feminicídio e fraude processual.

Ele foi preso na última quarta-feira (18), em São José dos Campos A defesa de Neto nega que ele tenha matado a mulher.

Segundo um relatório da Polícia Civil, ao qual o Estadão teve acesso, Neto teria imobilizado Gisele por trás com a mão esquerdasegurado a mandíbula dela e, com a mão direita, efetuado um disparo contra a têmpora da vítima.

Ela foi baleada de frente para a janela, ao lado do sofá. Em seguida, ele colocou o corpo no meio da sala e acionou o superior hierárquico, o coronel Bueno, antes de ligar para o 190. A polícia foi acionada por volta das 7h57. Quando os dois primeiros policiais chegaram ao local, a vítima já estava sendo atendida por socorristas.

Gisele foi encaminhada para o Hospital das Clínicas, onde morreu às 12h04. Neto afirmou aos policiais que estava no banheiro quando ouviu um barulho e, ao sair, encontrou a mulher caída no chão, com a arma dele na mão. Ele alega que ela se matou após ele pedir o divórcio.

hepatologista Liz Marjorie explica que o fígado atua como “o centro que organiza e processa quase tudo o que entra no corpo”. “O órgão tem um papel duplo: algumas drogas precisam ser ativadas pela glândula para fazer efeito, enquanto outras têm de ser transformadas em formas mais simples para que se tornem menos tóxicas e possam ser excretadas pela urina ou pela bile”, detalha a médica sobre o papel do fígado após o consumo de um medicamento.

A mestra em gastroenterologia pela Universidade de Federal de São Paulo (Unifesp) pontua que o fígado tanto “ativa” quanto “desintoxica”. “Esse órgão é a peça-chave para que um medicamento funcione forma segura”, enfatiza Liz Marjorie, que atende em Juazeiro do Norte (CE). A coluna Claudia Meireles questionou a especialista a respeito do potencial hepatotóxico de fórmulas populares e usadas sem prescrição.

Dipirona ou paracetamol? Saiba qual medicamento afeta mais o fígado - destaque galeria
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O funcionamento do fígado pode ser prejudicado pela superdosagem de medicamentos

Quando o órgão não funciona adequadamente, ocorre um desequilíbrio do organismo
O fígado é responsável pela desintoxicação do organismo

Entre os medicamentos mais utilizados pelos brasileiros sem prescrição médica, constam o paracetamol, dipirona, ibuprofeno e diplofenaco. Segundo a hepatologista, a fórmula dessa lista com maior potencial de causar dano hepático em casos de superdosagem é o paracetamol, também chamado de acetaminofeno.

A gastroenterologista menciona que, em quantidades corretas, o paracetamol é “relativamente seguro”. “O problema ocorre quando se ultrapassa a dose máxima diária ou nas situações em que o paciente consome vários produtos diferentes para gripe e dor que contêm esse mesmo princípio ativo. No caso, há uma soma de dosagens sem perceber”, alerta a médica.

pessoa tomando suplementos
A superdosagem de paracetamol oferece perigo à saúde do fígado

A especialista enfatiza que a superdosagem medicamentosa “pode causar lesões graves” à saúde. “Em situações críticas, o órgão pode parar de funcionar, sendo necessário, em casos extremos e raros, até mesmo um transplante de fígado, esclarece Liz Marjorie.

Conforme a hepatologista, os anti-inflamatórios não esteroides, como o ibuprofeno e o diclofenaco, tendem a interferir na saúde do fígado e dos rins. Ela ressalta que isso pode ocorrer principalmente em pessoas idosas ou com doenças preexistentes, quando os medicamentos são usados por longos períodos sem acompanhamento especializado.

Foto colorida de maquete de fígado humano - Metrópoles

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta segunda-feira (23/3), que o Estreito de Ormuz será reaberto “imediatamente” caso Washington e Teerã cheguem a um acordo nas negociações em curso. Segundo o republicano, a retomada da navegação ocorreria sem demora e poderia incluir um modelo de “controle conjunto” entre os dois países.

“Isso [Estreito de Ormuz] será reaberto muito em breve, se tudo correr bem”, disse.

Questionado sobre quando a navegação poderia ser normalizada, caso o acordo seja alcançado, Trump respondeu: “Imediatamente”.

A declaração foi dada a jornalistas antes de uma viagem oficial, após questionamentos sobre o futuro da principal rota energética do mundo, responsável pelo escoamento de cerca de 20% do petróleo global.

Trump indicou que as conversas com o Irã têm sido “produtivas” e sugeriu que ele próprio poderia participar da supervisão da passagem ao lado do líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei.

Trump diz que Ormuz será reaberto “imediatamente” após acordo com Irã - destaque galeria
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 O conflito no Oriente Médio está no 19°  dia

Donald Trump afirmou que os EUA estão perto de  atingir seus interresses no Irã

Escalada do conflito


Irã nega negociações

Apesar do tom otimista de Washington, o governo iraniano nega qualquer negociação em andamento. Segundo uma agência de notícias ligada à Guarda Revolucionária, um alto funcionário de segurança afirmou que não há diálogo com os EUA e que a sinalização de recuo norte-americano estaria ligada à pressão dos mercados financeiros diante da escalada do conflito.

Mais cedo, Trump anunciou a suspensão, por cinco dias, de eventuais ataques a instalações energéticas iranianas, citando avanços nas conversas. Teerã, por sua vez, interpretou a decisão como resultado de ameaças militares “sérias e credíveis” feitas pelo país persa.

ois estudos publicados em 2026 na revista Nature indicam que a saúde do timo — um pequeno órgão localizado no peito — está associada à capacidade do organismo de se defender contra o câncer e outras doenças.

As pesquisas mostram que alterações na função do órgão ao longo da vida podem impactar o funcionamento do sistema imunológico. Embora os trabalhos não apontem uma relação de causa direta, os dados sugerem que o envelhecimento do timo pode influenciar o risco de doenças ao reduzir a eficiência das defesas do corpo.

O que é o timo ?

O timo é responsável pela maturação dos linfócitos T, células essenciais do sistema imunológico. Elas atuam no reconhecimento e na eliminação de agentes invasores e também de células anormais, como as que podem dar origem a tumores.

Esse órgão é mais ativo durante a infância e a adolescência. Com o passar dos anos, ele sofre um processo natural de redução de tamanho e atividade, conhecido como involução tímica. Os dois estudos adotaram abordagens complementares para investigar o papel do timo na saúde:

De forma consistente, os pesquisadores observaram que alterações associadas à menor atividade do timo estão ligadas a mudanças na imunidade. Segundo os autores, esses fatores podem influenciar a forma como o corpo reconhece e combate células com potencial cancerígeno.

Como o órgão se relaciona ao câncer

O sistema imunológico tem um papel central na identificação e eliminação de células defeituosas antes que elas se tornem tumores. Com o envelhecimento do timo, essa capacidade pode ser reduzida.

Os estudos sugerem que essa queda na vigilância imunológica pode contribuir, entre vários fatores, para o aumento do risco de doenças ao longo da vida, incluindo o câncer.

Os pesquisadores destacam que os resultados mostram uma associação, e não uma relação de causa e efeito. Ainda são necessários novos estudos para entender exatamente como o timo influencia o desenvolvimento de doenças.

As descobertas, no entanto, abrem caminho para futuras estratégias que busquem preservar ou restaurar a função do timo como forma de fortalecer o sistema imunológico.

Os estudos reforçam o papel do sistema imunológico no desenvolvimento de doenças e ajudam a trazer atenção para o timo, um órgão pouco conhecido, mas potencialmente importante na saúde ao longo da vida.

Morreu nesta segunda-feira (23), o dono do OnlyFans, o bilionário ucraniano-americano Leonid Radvinsky, aos 43 anos. A informação foi confirmada pela empresa à Bloomberg.

Nascido em 1982 em Odessa, cidade da Ucrânia que na época era parte da União Soviética, ele se mudou com a família para os EUA quando criança.

“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer”, disse a empresa em comunicado. “A família pediu privacidade neste momento difícil.”

Radvinsky era dono da plataforma desde 2018, quando comprou uma participação majoritária na empresa.

"Foi com a presença de Leonid na empresa que a plataforma se tornou um fenômeno cultural ao permitir que criadores de conteúdo cobrassem diretamente por seu conteúdo".

O OnlyFans foi fundado em 2016 e ganhou fama ao hospedar material que é considerado inapropriado na maioria das redes sociais, crescendo muito durante a pandemia.

De acordo com a Bloomberg, Radvinsky estava negociando vender uma participação da empresa, mas as conversas ainda estavam em estágio inicial.

Discreto nas redes sociais e avesso a entrevistas, Radvinsky morava na Flórida, nos EUA, e acumulava uma fortuna de 4,7 bilhões, segundo a revista Forbes, em seu ranking de bilionários de 2025. Ele despontava como a 870ª mais rica do mundo.

O negócio de Radvinsky começou quando ele ainda era estudante de economia da Northwestern University, nos Estados Unidos, e fundou, no fim dos anos 1990, uma empresa chamada Cybertania. Segundo a Forbes, ele comandava sites que disponibilizavam senhas hackeadas.

Em 2018, o ucraniano comprou uma participação na OnlyFans, fundado em 2016, e então pertencente à família Stokely, do Reino Unido.

 

A rádio Vitório FM comunica com pesar o falecimento de Aníbal Ferreira de Lima, Pai do nosso companheiro de trabalho Marcelo Lima.
O velório está acontecendo no campo santo parque do agreste e o sepultamento será as 16 horas no cemitério são Gonçalo.
Em nome de nossa equipe, externamos a toda a família nossos sentimentos e orações.
"Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós."

O diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, Tiago Sóstenes Miranda de Matos, suspeito de matar a namorada, a empresária alagoana Flávia Barros, de 38 anos, havia oficializado o relacionamento há apenas uma semana. O crime aconteceu nesse domingo (22), dentro de um hotel em Aracaju, no Estado de Sergipe. A vítima era natural de Piranhas (AL), mas residia há anos em Paulo Afonso (BA).

Segundo informações de pessoas próximas à vítima, o casal já se relacionava desde novembro do ano passado, mas o pedido de namoro foi feito no dia 15 de março, durante o aniversário de Flávia.

A empresária, que morava em Paulo Afonso, no norte da Bahia, viajou com Tiago para a capital sergipana, onde os dois assistiram a um show na noite do sábado (21).

De acordo com as primeiras informações, o crime ocorreu dentro do quarto de um hotel onde o casal estava hospedado. Após atirar contra Flávia, Tiago tentou tirar a própria vida. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), onde permanece internado em estado grave.

Ainda não há informações sobre o que teria motivado o crime. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Sergipe (PCSE).

O corpo de Flávia Barros, fundadora da FB Soluções Financeiras, foi velado ainda ontem, no Ginásio Esportivo Diamante Negro, em Canindé de São Francisco (SE). O sepultamento está previsto para esta segunda-feira (23), às 16h.

Uma série de sobrevoos de drones paralisaram a Base Aérea de Barksdale, na Louisiana (EUA), de 9 a 15 de março deste ano. Segundo o site norte-americano ABC News, não foi possível identificar os responsáveis pelos equipamentos.

O caso está sob investigação de agências federais dos Estados Unidos (EUA) e envolve drones sofisticados.

As autoridades da base suspenderam decolagens e pousos para proteger os equipamentos e o efetivo militar. O episódio é considerado sem precedentes: nem durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) a base sofreu paralisação semelhante, durante a escalada do conflito no Oriente Médio.


				Drones sobrevoam base aérea nos EUA e paralisam atividades

Relatórios indicam que entre 12 e 15 drones sobrevoaram áreas de segurança máxima, incluindo a linha de voo onde ficam os bombardeiros B-52 Stratofortress, usados em missões de longo alcance.

O Comando de Ataque Global da Força Aérea norte-americana afirmou que a interrupção teve caráter preventivo.

O Departamento de Defesa dos EUA afirmou que Barksdale continua como sede do Comando de Ataque Global e da 8ª Força Aérea, “desempenhando funções essenciais na manutenção e nos testes de mísseis balísticos intercontinentais”.

Após o período de alerta, as atividades foram retomadas integralmente.

Um ataque com mísseis do Irã contra uma base militar no Oceano Índico acendeu alerta em países europeus neste fim de semana. A ação, que atingiu a ilha de Diego Garcia, evidenciou a capacidade de alcance de até 4 mil quilômetros dos armamentos iranianos, sendo suficiente para atingir grandes cidades da Europa.

Segundo autoridades, dois mísseis balísticos foram lançados na noite de sexta-feira (20/3). Um deles falhou durante o trajeto e o outro foi interceptado por sistemas de defesa dos Estados Unidos, evitando danos à base — que é compartilhada com o Reino Unido.

Apesar de não ter causado destruição, o episódio foi interpretado como uma demonstração estratégica de força por parte de Teerã.

A agência iraniana Mehr News Agency classificou o ataque como um “passo significativo”, afirmando que o alcance dos mísseis do país supera estimativas anteriores.


				Irã lança mísseis a 4 mil km contra base militar e preocupa Europa
— Foto: Arte/Metrópoles

Contexto de escalada

Durante o final de semana que marca as vésperas de um mês de guerra, o conflito escalou consideravelmente.

No sábado (21/3), o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que os ataques contra o Irã serão “intensificados significativamente” nos próximos dias.

Segundo Katz, o objetivo é eliminar lideranças iranianas e enfraquecer capacidades estratégicas, com apoio dos Estados Unidos.

Apesar do discurso duro, Trump indicou que pode reduzir as ofensivas, afirmando que os EUA estão “perto de atingir seus objetivos”.

O republicano também indicou um prazo de 48 horas para que o Irã libere a passagem marítima crucial de petróleo do mundo, o Estreito de Ormuz. Em resposta ao ultimato, o país persa ameaçou fechar “completamente” o Estreito caso os Estados Unidos ataquem usinas de energia do país.

Alcance levanta preocupação na Europa

A distância entre o território iraniano e a base de Diego Garcia — cerca de 4 mil quilômetros — chamou a atenção de militares ocidentais. Esse raio coloca diversas capitais europeias dentro do possível alcance de armamentos semelhantes.


				Irã lança mísseis a 4 mil km contra base militar e preocupa Europa
— Foto: Arte/Metrópoles

Entre as cidades potencialmente atingidas estariam Paris e Londres, além de outras como Roma, Berlim e Viena.

Ainda assim, autoridades britânicas minimizaram o risco imediato. A secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Yvette Cooper, classificou a ação como “ameaças imprudentes”, mas destacou que não há avaliação concreta de um ataque iminente ao continente europeu.

A Polícia Militar de Alagoas, por meio da Companhia de Operações Policiais Especiais do Sertão (COPES), apreendeu mais de 650 kg de drogas em uma residência na manhã desta segunda-feira (23), em Arapiraca, no Agreste de Alagoas. A informação foi divulgada pela Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP).

Segundo a PM, após uma pesagem oficial, foi constatado que tinham no local 607,5kg de maconha e 43,8kg de cocaína. As drogas form avaliadas em aproximadamente em mais R$ 4 milhões e estavam em uma chácara às margens da rodovia AL 220.

O caso foi registrado após uma denúncia da Polícia Militar de Pernambuco. Um caminhão foi intercepado em uma rodovia do estado pernambucano com uma grande quantidade de drogas. A principal hipótese é que tenha sido o mesmo veículo que fez a entrega em Alagoas.

Em imagens divulgadas pelo órgão, é possível ver as drogas empacotadas e divididas em diversas caixas de papelão, além de baldes também contendo outros materiais. Assista: 

Uma pesquisa de 2010 comprovou que os sapiens e os neandertais cruzaram-se há milhares de anos. Um cruzamento entre espécies bem documentado desde então. A maioria das pessoas atualmente, na verdade, tem algum ancestral neandertal, refletido em fragmentos de seu DNA.

No entanto, há pouco ou nenhum traço desses ancestrais evolutivos no cromossomo X (as mulheres têm dois cromossomos X e os homens, um X e um Y). Se os humanos modernos e os neandertais tiveram filhos juntos, por que quase não há vestígios neandertais em nosso cromossomo X?

Presumia-se que isso fosse resultado da seleção natural: especialistas levantaram a hipótese de que esses genes eram biologicamente “tóxicos” para os humanos e que, com o tempo, foram eliminados pela seleção natural.

Mas um novo estudo publicado no final do mês passado na revista acadêmica Science, afirma ter resolvido o mistério. Pesquisadores geneticistas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugerem que o fenômeno tem uma origem mais social e que, na verdade, foi resultado de “preferências de acasalamento de longa data”.

Neandertais copulavam com mulheres sapiens

Segundo os resultados da pesquisa, os homens neandertais e as mulheres sapiens tinham uma inclinação particular para se reproduzir entre si. Já os machos humanos, por outro lado, não costumavam se reproduzir com as neandertais.

Isso explicaria o rastro genético que o cruzamento entre Homo sapiens e neandertais teria deixado tanto em nossa espécie quanto na deles. E comprova que ambas as espécies não eram biologicamente incompatíveis (caso contrário, o DNA não teria sobrevivido em seus cromossomos X).

Para os autores, a explicação mais plausível é o cruzamento entre espécies com viés sexual. Em sua análise, a equipe encontrou uma abundância de DNA humano moderno no cromossomo X dos neandertais – exatamente o oposto do que se observa nos sapiens.

O fluxo genético “ocorreu predominantemente entre machos neandertais e fêmeas humanas anatomicamente modernas”, explicou Alexander Platt, pesquisador sênior do estudo.

As fêmeas têm dois cromossomos X, e os machos neandertais têm um. Se ambos se cruzavam com maior frequência, mais cromossomos X humanos entrariam no conjunto genético neandertal. Em contrapartida, menos cromossomos X neandertais acabariam nas populações humanas.

Para os autores, os resultados do estudo mostram que a evolução não foi apenas “uma batalha de genes fortes contra genes fracos”, mas também o produto de interações sociais que moldaram o genoma dos humanos modernos.

Preferência ou sexo forçado?

Os pesquisadores afirmam que agora esperam analisar como esse padrão de acasalamento se desenvolveu. Entre as possibilidades está investigar as dinâmicas de gênero dentro da sociedade neandertal ou os hábitos de migração: por exemplo, talvez fosse mais provável que os machos deixassem suas comunidades enquanto as fêmeas permaneciam com suas famílias.

Em entrevista à agência de notícias EFE, o paleogeneticista do Instituto de Biologia Evolutiva (IBE) da Espanha, Carles Lalueza-Fox, afirma que a hipótese do estudo “poderia fazer sentido no contexto de uma população em declínio, como a dos neandertais”, na qual haveria dificuldades em encontrar parceiros reprodutivos.

No entanto, o paleogeneticista espanhol não descarta “que houvesse outros mecanismos sobrepostos, incluindo fatores culturais”. Ainda assim, o motivo exato permanece desconhecido: os neandertais e as humanas sapiens se atraíam ou a violência e a coerção poderiam ter estado envolvidas?

Não temos como saber se esse foi um cenário de conflito“, afirma Sarah Tishkoff, geneticista da Universidade da Pensilvânia e autora principal do estudo, destacando que a interação também poderia ter sido pacífica.

Delicadas, simétricas e muitas vezes quase invisíveis, as teias de aranha são verdadeiras obras de engenharia natural. O que parece um trabalho planejado ou até aprendido é, na realidade, resultado de milhões de anos de evolução. O padrão dessas estruturas está profundamente ligado ao instinto e à genética das aranhas.

Segundo o biólogo Feliphe de Freitas Novais, do Colégio Sigma, cada espécie já nasce com um tipo de “manual interno” que orienta a construção da teia.

“As aranhas constroem suas teias principalmente por instinto. Cada espécie possui um padrão de construção que está geneticamente programado, como se fosse uma receita que o animal segue automaticamente”, explica o biólogo.

Esse comportamento não é aprendido observando outras aranhas. Mesmo quando estão sozinhas, elas conseguem produzir estruturas complexas e eficientes para sobreviver.

Diferentes espécies, diferentes teias

Embora muitas pessoas imaginem apenas a clássica teia circular, existem diversos tipos de estruturas. O padrão varia de acordo com a espécie e com a estratégia de captura de presas.

Algumas aranhas produzem teias orbitais, que lembram uma roda com raios. Outras constroem redes tridimensionais mais irregulares, enquanto algumas fazem teias em forma de lençol ou utilizam fios espalhados pelo ambiente.

Além da caça, essas estruturas também têm outras funções importantes para os aracnídeos. As teias podem servir como abrigo, proteção contra predadores, construção de tocas e até sustentação de processos reprodutivos.

O professor de Biologia Chico Nery, do Colégio Galois, explica que a construção segue etapas relativamente organizadas.

“A construção da teia já está pré-programada no material genético da aranha. Geralmente ela cria primeiro um fio base, depois forma uma estrutura em Y, constrói os fios radiais e por último a espiral pegajosa que captura as presas”, afirma.

Quando o ambiente muda o padrão

Apesar de o comportamento ser instintivo, o ambiente também exerce influência sobre o padrão final da teia. Vento, espaço disponível, presença de obstáculos e até a quantidade de alimento podem levar a pequenas adaptações.

Se o local tiver muito vento, por exemplo, a aranha pode reforçar a estrutura ou alterar o espaçamento entre os fios para aumentar a resistência. Em ambientes menores, a teia pode ser construída em dimensões reduzidas, mantendo apenas o essencial para a captura de presas.

“As condições ambientais podem alterar o tamanho ou a distância entre os fios, mas o padrão básico da teia permanece porque está ligado à genética da espécie”, explica Chico Nery.

Sensores naturais

Mesmo com um cérebro pequeno quando comparado ao de outros animais, as aranhas possuem um sistema sensorial muito eficiente. Durante a construção da teia, elas utilizam estímulos como toque, visão, vibrações e sinais químicos para orientar cada etapa.

Essas vibrações também permitem que a aranha identifique o que acontece em sua rede. Pelo tipo de movimento no fio, ela consegue perceber se a teia capturou uma presa, se há perigo ou até se um predador está se aproximando.

Reconstrução e sobrevivência

Quando uma teia é destruída por chuva, vento ou por um animal maior, a aranha rapidamente percebe a alteração nas vibrações da estrutura e inicia a reconstrução.

Muitas espécies chegam a consumir a própria teia antes de produzir outra. O motivo é simples: a seda contém proteínas importantes, que ajudam o animal a recuperar parte da energia utilizada na produção dos fios.

Depois disso, a aranha volta a seguir o mesmo padrão instintivo de construção, ajustando apenas o que for necessário ao novo ambiente.

Predadoras essenciais

Além de despertarem curiosidade científica, as aranhas têm um papel fundamental no equilíbrio dos ecossistemas. Elas ajudam a controlar populações de insetos em ambientes urbanos, naturais e agrícolas.

“Aranhas são predadoras muito eficientes e fundamentais para o funcionamento dos ecossistemas”, destaca Feliphe de Freitas Novais.

Assim, por trás do delicado padrão das teias existe um sistema biológico sofisticado, moldado pela evolução e pela adaptação ao ambiente, uma demonstração de como a natureza pode criar estruturas extremamente complexas a partir de comportamentos instintivos.

Imagine estar em seu momento de paz e silêncio e de repente escutar um zumbido de mosquito? Sim, parece que eles estão em todas as partes, não importa onde estiver. Apesar de terem um papel ecológico importante, polinizando plantas e sendo fonte de alimento para outros animais, esses insetos, em especial as fêmeas, adoram dar aquela “picadinha” nos humanos, pois é isso que garante nutrientes para o desenvolvimento de seus ovos.

Quando o assunto é o ataque dos mosquitos, uma afirmativa bastante difundida pela internet é: “os mosquitos têm preferência por pessoas com sangue tipo O ou A”. No entanto, especialistas entrevistados pelo Metrópoles são unânimes: não há consenso científico sobre isso.

“Quando falamos em mosquito, estamos nos referindo a diversas espécies diferentes, cada uma com comportamentos e preferências próprias. De forma geral, não existem evidências científicas consistentes de que um tipo sanguíneo específico seja mais atrativo para todos eles”, afirma o biólogo parasitólogo Filipe Abreu, professor do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG).

Segundo Abreu, realmente foram realizados experimentos em laboratório de diferentes países, mas nenhum deles obteve resposta conclusiva e teve resultado divergente.

“Alguns estudos sugerem que o Aedes aegypti seria mais atraído por pessoas com sangue tipo B. Outros trabalhos indicam maior atração pelo tipo O. Há ainda pesquisas que não encontraram diferença significativa entre os tipos sanguíneos. Em alguns desses estudos, essa atração foi até correlacionada com a fecundidade das fêmeas, ou seja, com a quantidade de ovos que elas produzem após se alimentarem”, aponta o especialista apoiado pelo Instituto Serrapilheira.

O real mecanismo por trás da picada dos mosquitos

Atualmente, a teoria mais aceita para a atração humana a picada dos mosquitos tem relação com a composição química da pele, especialmente ao que é expelido através do suor. Por meio dos ácidos e substâncias voláteis liberadas, os animais são atraídos e nos atacam.

Jacob Wackerhausen/Getty ImagesSuor humano
São os compostos do suor que atraem os mosquitos

A bióloga Clair Aparecida Viecelli explica que a visão dos mosquitos tem como foco as cores, intensidade e a direção da luz e não a profundidade e formas, como a nossa. Por isso, eles possuem estruturas sensoriais chamadas de sensilas, que são bastantes desenvolvidas e localizadas especialmente nas antenas, aparelho bucal e pernas.

“Essas estruturas funcionam como órgãos sensoriais, permitindo ao mosquito detectar CO2, odores da pele e até vibrações sonoras. As sensilas são tão aperfeiçoadas que conseguem identificar nosso CO2 exalado na respiração a 100 metros de distância. É como se eles nos vissem como um grande alvo escrito: ‘aqui tem comida boa e grátis’”, exemplifica a bióloga membro do Conselho Federal de Biologia (CFBio).

Para Abreu, o cheiro corporal, a composição do suor, a microbiota da pele e outros fatores individuais têm mais influência na quantidade de picadas do que o tipo sanguíneo.

Situações em que a picada pode ser perigosa

Ao picar, o mosquito libera pequenas proteínas na pele. Como resposta, o corpo reage e solta anticorpos que provocam inchaço, vermelhidão e coceira mais intensa. Na maioria das vezes, o ataque é inofensivo, porém em alguns casos pode haver desdobramentos mais graves.

“Indivíduos muito sensíveis podem ter reações alérgicas mais graves, com inchaço extenso ou urticária generalizada. Também é importante lembrar que alguns mosquitos podem transmitir doenças virais, mas isso depende da espécie e da região, e não da reação cutânea individual”, alerta o dermatologista Joaquim Xavier, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília.

De acordo com Xavier, entre os principais cuidados dermatológicos para evitar irritações por picadas, estão:

Imagine olhar para o céu noturno e ver uma estrela repentinamente explodir em um clarão de luz mais brilhante do que qualquer outra coisa nas proximidades. Um clarão tão brilhante que ofusca brevemente uma galáxia inteira antes de desaparecer para sempre.

Esse destino violento é raro: menos de 1% das estrelas. São estrelas com uma massa aproximadamente oito vezes ou mais que a do Sol.

Essas explosões cósmicas, conhecidas como supernovas, naturalmente fascinam os astrônomos há séculos. Em 1572, por exemplo, o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe observou uma explosão de supernova tão brilhante que pôde ser vista a olho nu por dois anos.

Mas o que podemos ver com nossos olhos, ou mesmo com telescópios potentes, quando essas estrelas morrem é apenas uma pequena parte da história. Isso porque a maior parte da energia de uma supernova é transportada por neutrinos, partículas quase invisíveis frequentemente chamadas de “partículas fantasmas” porque atravessam quase tudo em seu caminho.

Os cientistas, porém, finalmente estão prestes a ver esses mensageiros cósmicos fantasmagóricos. Com a ajuda de um telescópio extremamente poderoso enterrado nas profundezas do subsolo no Japão, os astrônomos serão capazes de vislumbrar esses “fantasmas” estelares – e com eles os remanescentes de explosões de estrelas que morreram há 10 bilhões de anos.

Partículas de antes do tempo

E há uma chance muito boa de que os cientistas possam finalmente ver essas partículas fantasmas ainda este ano. Isso se deve em grande parte à atualização do observatório Super-Kamiokande do Japão, que aumentou significativamente sua capacidade de detectar neutrinos de supernovas.

Para mim, como astrofísico de partículas, essa provavelmente seria uma das conquistas científicas mais emocionantes da minha vida. Na verdade, isso significa que poderemos ver partículas que foram produzidas antes mesmo de a Terra existir, já que o telescópio agora é sensível o suficiente para captar o fraco “brilho” de todas as estrelas em explosão no Universo.

Tudo isso é possível porque os neutrinos quase nunca interagem com qualquer coisa. Eles não têm carga elétrica. Portanto, podem viajar pelo espaço — e até mesmo por planetas inteiros — sem serem absorvidos ou espalhados, de modo que quase nada pode detê-los.

Na verdade, bilhões dessas partículas fantasmagóricas estão passando pelo seu corpo a cada segundo — e você nem percebe —, e algumas delas viajam há mais de 10 bilhões de anos para chegar até aqui.

Quando uma estrela morre

Grandes ideias levam a grandes questões, e uma das questões que os astrofísicos estão tentando descobrir é o que resta após a explosão de uma estrela.

O núcleo em colapso se torna um buraco negro? Ou forma um tipo diferente de estrela conhecido como estrela de nêutrons, que então esfria lentamente com o tempo? Uma estrela de nêutrons é um objeto incrivelmente denso, com apenas cerca de 20 quilômetros de diâmetro, aproximadamente o tamanho de uma grande cidade ou o comprimento de Manhattan.

Se os cientistas conseguirem detectar o sinal combinado de todas as supernovas que já ocorreram, isso nos deixaria mais perto de responder a essas perguntas. Também nos permitiria estudar a morte das estrelas ao longo de toda a história do Universo, usando partículas que viajam em nossa direção há bilhões de anos sem nunca parar.

As supernovas são raras em nossa galáxia, ocorrendo apenas uma vez a cada poucas décadas. Mas, em todo o Universo, uma estrela maciça explode em uma supernova aproximadamente uma vez por segundo. Quando explodem, elas liberam uma energia enorme: apenas cerca de 1% é luz visível, enquanto 99% escapa na forma de neutrinos.

Embora esses neutrinos sejam quase invisíveis, eles carregam a história de todas as estrelas que já explodiram — e agora, pela primeira vez, seremos capazes de capturá-los.

Portanto, se 2026 realmente trouxer a primeira detecção clara, isso marcará uma nova era na astronomia. Pela primeira vez, não observaremos apenas as explosões brilhantes de estrelas próximas, mas a história coletiva de todas as estrelas maciças que já viveram e morreram.

E tudo começa com um telescópio enterrado nas profundezas do solo no Japão, observando pacientemente o brilho fraco e fantasmagórico das explosões mais antigas do Universo.

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