
O corpo do cantor Anderson Leonardo, do Molejo, foi enterrado neste domingo (28), no Cemitério Jardim da Saudade de Sulacap, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O cortejo do corpo foi animado e contou com músicos tocando sucessos do Molejo.
O velório começou por volta das 11h e contou com a participação de diversos artistas, além dos integrantes do Molejo. Andrezinho disse que um trabalho com releituras e músicas inéditas vai ser lançado no segundo semestre.
O artista morreu na última sexta-feira (26), por consequência de um câncer na região inguinal.
Cortejo de Anderson Leonardo canta sucessos do Molejo
O corpo do cantor Anderson Leonardo, do Molejo, foi enterrado neste domingo (28), no Cemitério Jardim da Saudade de Sulacap, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
O cortejo do corpo foi animado e contou com músicos tocando sucessos do Molejo.
Anderson Leonardo é enterrado ao som de músicas do Molejo
O velório começou por volta das 11h e contou com a participação de diversos artistas, além dos integrantes do Molejo. Andrezinho disse que um trabalho com releituras e músicas inéditas vai ser lançado no segundo semestre.
O artista morreu na última sexta-feira (26), por consequência de um câncer na região inguinal.
Publico veio em grande número ao velório e enterro do cantor Anderson Leonardo — Foto: Mariana Bispo/TV Globo
Os integrantes do Molejo afirmaram que Anderson Leonardo precisa ser relembrado com alegria e positividade. Andrezinho afirmou que isso aparecia mesmo nos momentos mais difíceis enfrentados pelo grupo.
"A gente tem que, mesmo na adversidade, lembrar que o Molejo leva alegria para o público, e o Anderson é a representatividade disso no contexto geral. Anderson é a alegria personalizada, e ele conseguiu transmitir isso durante todos esses anos. Temos que lembrar do Anderson com alegria, com positividade, com coisa boa", disse Andrezinho.
O pai do cantor, o produtor musical Bira Haway, fez uma homenagem ao filho através das redes sociais.
“Filho sua alma foi recolhida com nobreza, me sinto triste por não mais te abraçar; mais meu conforto e meu orgulho é ter sido seu pai e ter te tornado um ícone, um profissional completo, um pai maravilhoso para os seus, um filho sensacional, um amigo extraordinário e principalmente pelo ser humano iluminado e inesquecível", disse Bira Haway, pai do cantor, que no enterro se disse muito abatido com a perda do filho.
O produtor musical Milton Manhães, que lançou Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal e Almir Guineto, também foi responsável pelo início da carreira de Anderson Leonardo. Ele disse que o legado deixado pelo vocalista do Molejo é "muito grande".
O vocalista Mumuzinho disse que "o samba está de luto", e que fez uma homenagem a Anderson Leonardo em um show. "Era um pilar do samba, uma viga forte. Era um cara muito completo, ficava assustado com o conhecimento musical que ele tinha", definiu.

Filho de Anderson Leonardo, Rafael chora durante velório do pai — Foto: Reprodução/TV Globo
Rafael, filho de Anderson, descreveu o pai como uma pessoa humilde, alegre e ligado à família, "sempre com um cavaquinho na mão":
"Não tem como falar coisas tristes dele porque o Molejo é só felicidade. É um legado eterno que vai ser sempre lembrado, com aquele sorriso que nós sempre conhecemos", disse Rafael.
Mais conhecido como Anderson Molejão, por causa da conexão com o grupo Molejo, o cantor fez história com seus sucessos animados e bem-humorados.
Nascido no Rio de Janeiro, Anderson foi um dos fundadores do grupo carioca de pagode, junto com Andrezinho, Claumirzinho, Lúcio Nascimento, Robson Calazans e Jimmy Batera.
Anderson estava internado no Hospital Unimed, na Barra da Tijuca, e seu quadro vinha piorando desde domingo (21).
Neste sábado, 27, a PM prendeu uma mulher denunciada por espancar o filho de quatro anos na Zona Rural de Palmeira dos Índios, segundo relatório da Secretaria de Segurança Pública (SSP/AL).
Ela se defendeu, dizendo que as agressões foram cometidas pelo companheiro, na noite da sexta-feira. Ele teria deixado a residência do casal alguns segundos antes da chegada da guarnição do 10° Batalhão, pulando o muro dos fundos da casa.
Os policiais foram acionados pelo Conselho Tutelar de Palmeira dos Índios. Inicialmente, a mulher, de 25 anos, disse que não havia acontecido nada quando foi questionada pela guarnição, informando que o menino estava na casa de uma colega.
No endereço da colega, o conselheiro entrou com a autorização da moradora e observou que a criança apresentava inchaço e falta de firmeza na coxa direita, além de hematomas e escoriações pelo corpo.
"Outras pessoas também se encontravam no local, perplexas com o estado da criança. De imediato, a criança foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento", diz o relatório. O laudo médico apontou fraturas no fêmur e nas costelas.
A mãe foi conduzida até a Central de Polícia Civil de Arapiraca, onde apontou que o companheiro foi o autor do crime. Ela ficou presa por maus-tratos com lesão corporal grave como resultado.
Fonte: Tribuna do Sertão
Dos 3,2 milhões de domicílios em situação de insegurança alimentar grave no Brasil, quase metade (46% — que corresponde a 1,5 milhão) é chefiada por pessoas com ensino fundamental incompleto.
Esses dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua): Segurança Alimentar 2023, publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo retrata a condição de segurança alimentar nos domicílios do país, usando a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia).
Em 1.473.840 de casas em situação de fome, o responsável pelo domicílio não conseguiu completar o ensino fundamental. Ainda nesse recorte por nível de escolaridade, 679.248 residências (21,2%) são chefiadas por pessoas formadas no ensino médio.
A parcela de domicílios com insegurança alimentar grave lideradas por pessoas sem instrução e com ensino fundamental incompleto ou completo é de 67,4% (2.159.496 casas).
Apenas 92.916 domicílios (2,9%) com insegurança alimentar grave têm responsáveis pela renda da família com ensino superior completo. Na sequência, há 67.284 residências (2,1%) chefiadas por pessoas com ensino superior incompleto.
Dos 3,2 milhões domicílios em situação de fome:
Com isso, a Pnad Contínua mostra que domicílios com responsáveis com baixa escolaridade tendem a ter maior participação na insegurança alimentar. Mas por que isso acontece? O Metrópoles conversou com especialistas para entender os impactos.
Nathalie Beghin, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), afirma que a baixa escolaridade é “uma das múltiplas causas da fome, pois revela um amplo espectro de outras carências”. “A fome e a miséria são a expressão de falta de Estado, o que resulta na violação de direitos de parte da população, especialmente a empobrecida”, afirma.
“Sem emprego, sem renda ou com pouca renda, não conseguem se alimentar. Ou seja, o analfabetismo ou a baixa escolaridade estão acompanhados de outras carências, uma não vem sem a outra”, explica.
Ela destaca que a situação é “mais grave” entre os grupos populacionais considerados excluídos, como mulheres e pessoas negras. “A combinação do racismo e do patriarcado com a pobreza produz uma fome com cor e sexo.”
Para Beghin, a única forma de superar esse quadro no Brasil é com a aplicação de “políticas públicas de qualidade” nos setores de educação, saúde, assistência social, habitação social, saneamento básico, segurança alimentar e nutricional, entre outras.
Lorena Gonçalves Chaves Medeiros, professora do curso de nutrição do Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos (Uniceplac), diz que que o nível de escolaridade gera impactos no grau de segurança alimentar, devido à renda, à concorrência dentro do orçamento familiar com outras contas da casa e à falta de conhecimento sobre alimentação saudável.
Segundo a professora, o nível de instrução também é “crucial” para manter uma rotina de cuidado com a própria saúde: “Ter conhecimento sobre hábitos alimentares mais saudáveis proporciona maior autonomia para fazer escolhas alimentares conscientes”.
“Assim, um maior nível de educação não apenas está ligado à renda, mas também influencia diretamente a capacidade das pessoas de fazerem escolhas alimentares que promovam uma vida mais saudável”, afirma.
O Ministério do Trabalho e Emprego informou que pretende acabar com o saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, em seu lugar, criar um empréstimo consignado ao trabalhador por meio do E-Social. O anúncio foi feito nesta semana, em audiência pública da Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados.
Segundo o ministério, o aumento de operações do saque-aniversário ameaça a sustentabilidade do FGTS. A estimativa é que, até 2030, essa modalidade de saque vai consumir R$ 262 bilhões, valor que daria para financiar 1,3 milhão de moradias, uma das funções do FGTS.
O saque-aniversário, criado em 2019, permite que o trabalhador saque uma parte do seu saldo de FGTS no seu aniversário; mas, em caso de demissão, ele fica só com a multa de 40%. As regras também permitem a contratação junto aos bancos de operações de antecipação dos saques.
O secretário de Proteção ao Trabalhador do Ministério do Trabalho e Emprego, Carlos Augusto Simões, disse que, em substituição ao saque-aniversário, o novo consignado em estudo poderá ter taxas semelhantes às oferecidas pelas operações de antecipação de saques.
A ideia é que o trabalhador escolha a melhor oferta de taxas de juros entre 80 bancos e faça o empréstimo por meio de aplicativo. “Nós vamos apresentar uma taxa que seja a mais próxima possível da antecipação. Com a vantagem de o trabalhador poder contar com o sonho de ter uma moradia no futuro. Hoje, esse sonho está em risco”, disse o representante do ministério.
Carlos Augusto Simões afirmou ainda que 66,3% dos trabalhadores que têm contas ativas no FGTS possuem saldo de até quatro salários mínimos, ou R$ 5.648,00. Quase metade deles está no saque-aniversário.
Já o deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), que solicitou a audiência, disse que vai requerer do governo informações sobre os cálculos atuariais do FGTS que evidenciem a insustentabilidade do fundo com a manutenção do saque-aniversário. Para o deputado, o saque-aniversário tem sido importante para atender diversas necessidades do trabalhador, mas pode passar por aperfeiçoamentos.
Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Renato Correia, o saque-aniversário pode inviabilizar o financiamento de moradias para famílias de baixa renda. Ele disse que os trabalhadores contratam operações bancárias de antecipação dos saques com juros de 23% ao ano e deixam de ter a oportunidade de usar os recursos para a compra da casa própria a 4% ao ano.
Representantes dos bancos presentes na reunião ressaltaram, porém, que 57% dos trabalhadores utilizam os créditos para pagar dívidas mais caras e que a arrecadação do FGTS vem crescendo. Eles defenderam inclusive a possibilidade de o trabalhador que usa o saque-aniversário poder sacar o seu saldo em caso de demissão sem justa causa.
O diretor da organização Euroconsumers-Brasil, Henrique Lian, afirmou que 75% dos beneficiados por operações de antecipação de saque-aniversário estavam negativados ao contratar os empréstimos. Ele disse que essas pessoas podem ser recusadas pelos bancos no novo empréstimo consignado.
Henrique Lian defendeu o direito de escolha do trabalhador. “Cada vez que o princípio da livre iniciativa é ferido, fere-se também o princípio da defesa do consumidor. Portanto, no presente caso, se o Estado quer apresentar a sua solução para capitalizar os consumidores, que o faça sem acabar com uma ótima solução de mercado”, declarou.
Já o representante da bancada dos trabalhadores no Conselho Curador do FGTS, Clóvis Scherer, disse que é preciso rever o saque-aniversário porque alguns trabalhadores fazem até 28 operações de antecipações de saques, comprometendo quase todo o saldo. Ele ressaltou que os juros cobrados pelos bancos nas antecipações são excessivos, porque não existe risco para o recebimento.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Pierre Triboli
Fonte: @camaradeputados
O Ministério do Trabalho e Emprego informou que pretende acabar com o saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, em seu lugar, criar um empréstimo consignado ao trabalhador por meio do E-Social. O anúncio foi feito nesta semana, em audiência pública da Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados.
O saque-aniversário, criado em 2019, permite que o trabalhador saque uma parte do seu saldo de FGTS no seu aniversário; mas, em caso de demissão, ele fica só com a multa de 40%. As regras também permitem a contratação junto aos bancos de operações de antecipação dos saques.
O secretário de Proteção ao Trabalhador do Ministério do Trabalho e Emprego, Carlos Augusto Simões, disse que, em substituição ao saque-aniversário, o novo consignado em estudo poderá ter taxas semelhantes às oferecidas pelas operações de antecipação de saques.
A ideia é que o trabalhador escolha a melhor oferta de taxas de juros entre 80 bancos e faça o empréstimo por meio de aplicativo. “Nós vamos apresentar uma taxa que seja a mais próxima possível da antecipação. Com a vantagem de o trabalhador poder contar com o sonho de ter uma moradia no futuro. Hoje, esse sonho está em risco”, disse o representante do ministério.
Carlos Augusto Simões afirmou ainda que 66,3% dos trabalhadores que têm contas ativas no FGTS possuem saldo de até quatro salários mínimos, ou R$ 5.648,00. Quase metade deles está no saque-aniversário.
Já o deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), que solicitou a audiência, disse que vai requerer do governo informações sobre os cálculos atuariais do FGTS que evidenciem a insustentabilidade do fundo com a manutenção do saque-aniversário. Para o deputado, o saque-aniversário tem sido importante para atender diversas necessidades do trabalhador, mas pode passar por aperfeiçoamentos.
Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Renato Correia, o saque-aniversário pode inviabilizar o financiamento de moradias para famílias de baixa renda. Ele disse que os trabalhadores contratam operações bancárias de antecipação dos saques com juros de 23% ao ano e deixam de ter a oportunidade de usar os recursos para a compra da casa própria a 4% ao ano.
Representantes dos bancos presentes na reunião ressaltaram, porém, que 57% dos trabalhadores utilizam os créditos para pagar dívidas mais caras e que a arrecadação do FGTS vem crescendo. Eles defenderam inclusive a possibilidade de o trabalhador que usa o saque-aniversário poder sacar o seu saldo em caso de demissão sem justa causa.
O diretor da organização Euroconsumers-Brasil, Henrique Lian, afirmou que 75% dos beneficiados por operações de antecipação de saque-aniversário estavam negativados ao contratar os empréstimos. Ele disse que essas pessoas podem ser recusadas pelos bancos no novo empréstimo consignado.
Henrique Lian defendeu o direito de escolha do trabalhador. “Cada vez que o princípio da livre iniciativa é ferido, fere-se também o princípio da defesa do consumidor. Portanto, no presente caso, se o Estado quer apresentar a sua solução para capitalizar os consumidores, que o faça sem acabar com uma ótima solução de mercado”, declarou.
Já o representante da bancada dos trabalhadores no Conselho Curador do FGTS, Clóvis Scherer, disse que é preciso rever o saque-aniversário porque alguns trabalhadores fazem até 28 operações de antecipações de saques, comprometendo quase todo o saldo. Ele ressaltou que os juros cobrados pelos bancos nas antecipações são excessivos, porque não existe risco para o recebimento.
Fonte e foto: Estadão Alagoas.
Josival Ferreira da Silva, 65, funcionário aposentado do Banco do Brasil, foi encontrado morto dentro da casa onde morava em Palmeira dos Índios, nesta segunda-feira (1). O fato ocorreu na Rua Adolfo Pinto, centro da cidade.
Segundo informações, Josival foi encontrado morto dentro do quarto por familiares. A vítima morava sozinha no centro da cidade, quando colegas que trabalham em uma loja abaixo do apartamento, deram por falta e procuraram familiares para abrir a porta da residência.
Josival era muito conhecido e querido em Palmeira dos Índios. Nas redes sociais, colegas lamentaram o acontecido.
A família ainda não informou local de velório e nem de sepultamento.
Os vereadores que querem mudar de partido para se candidatar nas eleições 2024, sem o risco de perder o mandato, têm até a próxima sexta-feira (05). O período que permite a troca na "janela partidária", começou no dia 07 de março.
O prazo de um mês está previsto na Lei 9.096/1995, Artigo 22-A). Segundo a legislação, a janela se abre todo ano eleitoral, sempre seis meses antes do pleito.
A regra somente se aplica aos mandatos eletivos proporcionais, como os de deputados e vereadores. O entendimento é de que, nesses casos, os assentos nas casas legislativas pertencem ao partido e não aos ocupantes dos cargos.
Em Palmeira dos Índios, a semana deve ser movimentada nos bastidores, mas a poucos dias do fim da janela partidária, parte dos vereadores com mandato já definiram em que legenda vão disputar as eleições de outubro.
A maior bancada é do MDB do prefeito Júlio Cezar, com pelo menos 5 dos 15 vereadores, incluindo o líder do governo na Câmara, Salamão Torres.
Além de Salomão, o MDB deve receber: Pedrinho Gaia, Dindô, Maxwell Feitosa e Adelaide França. Outros nomens ainda devem migrar para o partido.
A troca partidária
A janela foi regulamentada e inserida no calendário eleitoral na minirreforma de 2015, para permitir a reacomodação dos partidos antes do teste nas urnas.
Fora da janela partidária, um vereador (ou deputado, cargo que não está em disputa neste ano), só pode mudar de partido nestas situações:
Em 6 de outubro, os eleitores vão às urnas em 5.568 municípios do país, para eleger novos prefeitos e vereadores. Caso necessário, o 2º turno ocorrerá em 27 do mesmo mês (em municípios com mais de 200 mil eleitores).
Fonte: Todo Segundo.
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) iniciará nesta segunda-feira (01), o julgamento das ações que podem levar à cassação do senador Sergio Moro (União Brasil), ex-juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, de onde partiam as decisões da Operação Lava Jato. A sessão terá transmissão ao vivo a partir das 14h.
Moro foi denunciado por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação em duas ações, movidas por adversários. Uma delas é do PL de Bolsonaro. A outra da Federação Brasil da Esperança, que reuniu PT, PV e PCdoB.
Embora comece na segunda, o processo deve passar pela sessão do dia 3 de abril e acabar na terceira rodada, em 8 de abril. Caso o TRE-PR decida pela cassação da chapa, Moro, que é ex-juiz da Operação Lava Jato, ficará inelegível por oito anos.
Moro não comparecerá fisicamente às sessões. Pelo contrário, será representado pelos seus advogados conforme é prática comum na Justiça Eleitoral.
Moro se lançou para a vida pública como o juiz responsável pelos processos oriundos da Operação Lava Jato, do Ministério Público Federal de Curitiba.
Após colocar Lula na prisão em 2018 e abrir o caminho para a eleição de Bolsonaro, foi nomeado ministro da Justiça pelo presidente de extrema direita.
Acabou demitido após discordar do mandatário a respeito de quem seria o nomeado para a superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, e, depois disso, viu toda a trama da Lava Jato cair por terra. Elegeu-se senador pelo Paraná em 2022 e agora está prestes a ter sua ‘morte política' decretada.
Fonte: Todo Segundo.
Homem foi morto a tiros em bar
Uma briga em um bar terminou com uma pessoa morta, nesse domingo (31), na cidade de Taquarana, em Alagoas.
Militares do 3° Batalhão foram acionados à ocorrência, sendo o fato constatado no local. Segundo populares, após um desentendimento entre dois indivíduos, que estariam bebendo no bar, um deles sacou uma arma de fogo e efetuou disparos contra a vítima de 55 anos, que foi a óbito no local.
De acordo com a polícia, ninguém soube informar a motivação do desentendimento e o suspeito fugiu do local, sem mais detalhes de sua identificação.
O fato foi registrado por volta das 13h30. O corpo da vítima foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML).
Fonte: Gazetaweb.
Um homem conhecido por “Baiano” foi morto a tiros na tarde deste domingo (31), em um bar localizado, no Sítio Miracema, em Coité do Nóia, Agreste de Alagoas.
De acordo com testemunhas, Baiano estava bebendo com um amigo por nome de Adriano Santos, quando ouve uma discussão e xingamentos entre ambos.
Segundo testemunhas, em meio à confusão, a vítima teria chamado o suspeito de ‘corno’ e acabou sendo morta com vários tiros, inclusive na região da cabeça.
A Polícia Militar foi acionada, mas o suspeito fugiu após o crime não foi localizado.
Peritos do Instituto de Criminalística (IC) foram acionados e estiveram no local para recolher elementos que possam ajudar nas investigações. Após a perícia local, o corpo da vítima foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca.
Fonte: Todo Segundo.
Os corpos das vítimas foram levados para o Instituto Médico Legal do município - Foto: Arquivo / Todo Segundo.
A cidade de Arapiraca, segue com sua onda de violência assustadora. Os casos mais recentes foram registrados entre o sábado (30), e este domingo (31), quando três pessoas foram assassinadas a disparos de arma de fogo e uma foi baleada.
Na tarde do sábado, Rian dos Santos Oliveira, foi morto a tiros enquanto participava de uma bebedeira no Residencial Agreste e houve um desentendimento. Após isso, Rian se evadiu do local em uma moto, mas foi perseguido pelos criminosos e atingido pelos disparos. A vítima morreu no local.
Já na noite de sábado, Alan Berg Souza Silva, 28 anos, foi morto a tiros no povoado Cangandu, zona rural. Ele estava numa moto, junto com um amigo, próximo à Unidade Básica de Saúde (UBS) da comunidade quando foi alvejado.
Alan não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Já seu amigo sobreviveu e foi socorrido, enquanto e encaminhado para o Hospital de Emergência do Agreste.
Na manhã deste domingo, o vendedor de picolés, José Maciel Barros da Silva, 31 anos, foi morto a tiros, também no Residencial Agreste. Ele estava sentado na porta de casa quando os criminosos chegaram e efetuaram os disparos.
Baleado, Maciel ainda correu para o interior da residência, mas foi alcançado na sala e recebeu outros tiros. A vítima não resistiu e morreu dentro do imóvel.
Em todos os casos, guarnições do 3º Batalhão de Polícia Militar foram acionadas, mas ainda não há informações sobre prisões dos suspeitos.
Fonte: Todo Segundo.
A Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio das secretarias municipais de Infraestrutura e de Serviços Públicos e Convívio Urbano, iniciou uma nova fase em obras para a implantação da Via Sacra de Palmeira dos Índios. As plataformas já estão sendo erguidas para receber as 14 estações, que será mais um elemento no universo do Turismo Religioso na Serra do Goiti, onde também estão os santuários do Cristo Redentor e da Mãe do Amparo.
Até dezembro, a prefeitura entregará a obra, de acordo com as estimativas da empresa responsável pelos serviços. “Nada é tão forte ou mais forte do que a fé do nosso povo. Por isso, temos dado uma atenção toda especial à religião e aos elementos que são importantes para o povo católico. Depois que tudo ficar pronto, as 14 estações da Via Sacra reforçarão os símbolos de fé do nosso povo, junto com os santuários do Cristo Redentor e Mãe do Amparo, na Serra do Goiti”, afirmou o prefeito Júlio Cezar.

Em Palmeira do Índios, a organização do evento ficou a cargo da gerente de Pessoas e Organização. - Foto: Assessoria
A Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) iniciou nesta semana as ações alusivas ao Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio, que este ano tem como tema “Que tal mudar o dia de alguém?”, que busca a reflexão e o engajamento dos funcionários da empresa.
Nessa quarta-feira (20), as atividades foram realizadas em Arapiraca, no auditório do escritório regional do Agreste, no horário da manhã, e reuniu aproximadamente 20 trabalhadores. Já à tarde foi a vez de Palmeira dos Índios, onde cerca de 30 colaboradores estiveram presentes no auditório da regional Serrana.
Nos dois locais foram realizadas dinâmicas de grupo e palestras sobre diversos assuntos – depressão, sofrimento, isolamento, medo e perda de interesse generalizada – pertinentes ao tema, com os psicólogos Marcílio Bernardo e Ítala Luana. Ao final de cada evento, foram sorteados brindes, distribuídos bombons e servido lanche aos participantes.
Em Arapiraca as atividades foram conduzidas pela gerente de Parcerias, Maria Aparecida Torres, pelo coordenador Administrativo e Finaceiro, José Nunes Júnior, pelo supervisor de Bem-Estar Social (Suptbes/Surhu), Elenildo Santos, e pela secretária da Ascom, Maitê Vieira. Enquanto que em Palmeira do Índios, a organização do evento ficou a cargo da gerente de Pessoas e Organização (Gepor), Jane Gleide Torres Calixto, do coordenador Administrativo e Financeiro, Jairo Cerqueira, e da secretária Karla Brito.
Na Casal, Setembro Amarelo é realizado pela Superintendência de Recursos Humanos (Surhu), com apoio da Assessoria de Comunicação, Marketing e Ouvidoria (Ascom) e das Unidades Regionais (UR’s). Até o final do mês a campanha vai chegar a outros setores da Companhia no interior e na capital. Nesta quinta (21), o encontro ocorreu no auditório da Gerência de Manutenção Eletromecânica (Gemem), no Complexo Farol, e nesta sexta-feira (22), a reunião será na Estação de Tratamento de Água Josué Palmeira (ETA Pratagy), onde funcionam as superintendências Zona da Mata e Litoral (ZML) e Região Metropolitana de Maceió (RMM). A programação segue com ações na terça-feira (26), nas cidades de Delmiro Gouveia e Santana do Ipanema, e será encerrada no dia 28 (quinta-feira) no prédio-sede da empresa.
Na noite desta quinta-feira (21), uma mulher chegou em casa após o dia de trabalho e notou que diversos objetos foram furtados dentro do imóvel no povoado Bálsamo, em Arapiraca.
O local fica em frente a um posto de gasolina e nas proximidades de uma indústria de concreto.
"Se deparou com a porta da casa arrombada, sendo furtados do local bolsas com roupas, documentos e cartão de crédito", diz trecho do relatório de ocorrências da Secretaria de Segurança Pública (SSP/AL).
Ela foi orientada a registrar um boletim de ocorrência na Central de Polícia Civil de Arapiraca.
A Defesa Civil de Maceió realizou vistorias em residências no bairro do Bom Parto, onde foi identificada pelos agentes a ocorrência de água minando do solo dos imóveis. O órgão acompanha a situação desde 2022, quando foram atendidos os primeiros chamados dos moradores para verificar a situação e identificar o que estaria causando o problema.
O geólogo de engenharia da Defesa Civil Municipal, Eduardo Bontempo, explica o que pode estar ocorrendo na região. “O Bom Parto é uma região que se encontra em um ambiente geológico de deposição flúvio-lagunar, o que torna importante considerar a influência da laguna Mundaú nas residências próximas, ocasionando algumas consequências, como água aflorando do solo, levando em consideração o nível do lençol freático e o tipo de solo”, enfatiza.
A Defesa Civil tem considerável registro de ocorrências na região, atendendo chamados da população para casos como inundação e residências com problemas estruturais. “É importante ressaltar que se deve observar também o método construtivo, principalmente a questão da impermeabilização do solo que, se feita de forma rudimentar, pode contribuir para este afloramento de água do lençol freático”, completa o geólogo de engenharia da Defesa Civil.
Não houve chamados recentes da população sobre desdobramentos do problema e/ou continuação do mesmo. “Sempre reforçamos para os moradores que nos acionem em casos de necessidade, pois a pessoa que está no dia a dia na residência pode observar se há agravamento da situação e nos chamar para fazermos novas vistorias”, acrescenta Abelardo Nobre, coordenador-geral do órgão.
Cientes da persistência do afloramento de água, por meio de informações veiculadas na imprensa, a Defesa Civil enviará ofício solicitando aos órgãos competentes para identificar a causa do problema e a melhor solução.
O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central seguiu a estratégia anunciada no encontro anterior e reduziu nesta quarta-feira (20) a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, de 13,25% para 12,75% ao ano. Todos os nove integrantes votaram pelo corte.
O Copom voltou a mencionar a questão fiscal em seu comunicado, reforçando a importância de o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumprir as metas estabelecidas. No encontro de agosto, o risco fiscal tinha sido retirado do comunicado pela primeira vez em mais de três anos.
"Tendo em conta a importância da execução das metas fiscais já estabelecidas para a ancoragem das expectativas de inflação e, consequentemente, para a condução da política monetária, o Comitê reforça a importância da firme persecução dessas metas", disse.
A equipe econômica tem como objetivo zerar o déficit primário já no ano que vem -meta considerada ambiciosa por economistas e vista com ceticismo até por membros do próprio governo, incluindo ministros, técnicos e congressistas.
O colegiado do BC antecipou que a prevê novos cortes na mesma intensidade -ou seja, de 0,5 ponto percentual- nas reuniões seguintes e disse que esse é o "ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário".
Esse foi o segundo corte consecutivo promovido pelo colegiado do BC, que levou os juros ao menor nível em 16 meses. Em maio de 2022, a Selic estava em 11,75% ao ano.
A autoridade monetária iniciou o processo de flexibilização de juros em agosto, em uma decisão com placar apertado (5 a 4), na estreia dos primeiros diretores indicados pelo governo Lula (PT) -Gabriel Galípolo (Política Monetária) e Ailton Aquino (Fiscalização).
O ciclo de cortes começou depois de o Copom ter mantido a Selic parada no patamar de 13,75% por um ano, a contragosto do presidente Lula, que disparou uma série de críticas à atuação do BC e fez pressão pela redução dos juros.
A decisão do Copom veio em linha com a projeção consensual do mercado financeiro. Levantamento feito pela Bloomberg mostrou que o corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica era a expectativa unânime entre os economistas consultados, com base na sinalização feita pelo próprio BC.
Diante de uma expectativa do mercado financeiro por uma aceleração do ritmo de cortes de juros, o Copom falou em "serenidade e moderação".
"A conjuntura atual, caracterizada por um estágio do processo desinflacionário que tende a ser mais lento e por expectativas de inflação com reancoragem parcial [em direção às metas], demanda serenidade e moderação na condução da política monetária", afirmou.
"O Comitê reforça a necessidade de perseverar com uma política monetária contracionista até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas", continuou.
