AO VIVO

Rádio Vitório FM - Transmissão ao vivo

Sua rádio de todos os momentos

Higiene, alimentação balanceada, hidratação e o uso de medicamentos no horário correto. Essas são algumas das ações que ajudam a melhorar a vida dos pacientes da terceira idade, que representam 10,9% da população brasileira atualmente. De acordo com o Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (Elsi-Brasil), quase 40% dos idosos possuem uma doença crônica e 29,8% possuem duas ou mais. Ao total, cerca de 70% convivem com doenças crônicas.

O envelhecimento é um processo natural inevitável que se expressa por meio de características físicas, psicológicas, emocionais e sociais, permeado pela maior vulnerabilidade às doenças, o que pode interferir na autonomia e independência do indivíduo. Até 2025, o Brasil será o sexto país do mundo com maior número de pessoas idosas, devendo chegar a 76 milhões em 2050, algo em torno de 29% da população.

A fragilidade dos idoso pode abrir espaço para doenças, sendo algumas mais comuns na terceira idade. Entre elas, Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), Diabetes Mellitus, Osteoartrite, Mal de Parkinson, Alzheimer, doenças cardiovasculares, catarata, depressão, infecções urinárias e infecções respiratórias.

Por isso, é essencial que esses pacientes sejam acompanhados por uma equipe multidisciplinar, que envolvam as especialidades da gerontologia, especialidade que reúne profissionais de saúde de áreas como enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e terapia ocupacional.

Segundo a enfermeira assistencial do Jayme da Fonte e especialista na saúde dos idosos, Andréia Alves Medeiros, o apoio da família do idoso é crucial para o sucesso do tratamento e para a qualidade de vida dele. “A família precisa entender o diagnóstico do paciente, apesar de ser impactante, porque ela é o elo mais importante. Essa é a hora de devolver todo o carinho, amor e cuidado para os nossos pais e avós. O amor faz a diferença para o idoso e para o acompanhamento do profissional da saúde”, explica. Apesar dos diversos desafios, o tratamento em casa com familiares e cuidadores, sem a necessidade da internação hospitalar, apresenta melhores resultados e menores chances de infecção.

O cuidado precisa ser individualizado para cada pessoa da terceira idade, já que os problemas não são gerais. Porém, os principais alertas feitos pela equipe multidisciplinar estão relacionados aos medicamentos, que precisam ser tomados no horário certo para fazer o efeito esperado, e a mobilidade, já que os pacientes podem sofrer com a redução das funções motoras. Outro ponto importante para melhorar a qualidade de vida do paciente são as atividades simples e diárias, como ouvir uma música, assistir um filme e conversar.

Apesar da importância do tratamento em casa, o idoso deve ser levado a uma unidade hospitalar caso o uso de medicamentos não esteja diminuindo ou melhorando os sintomas das doenças. “Nós temos uma equipe multiprofissional de gerontologia para atender esses pacientes. Além de uma assistência de qualidade, também oferecemos um atendimento humanizado de qualidade, com paciência, cuidado, carinho e empatia. E assim, podemos superar todas as barreiras”, finaliza Andréia Alves Medeiros.

O Hospital Jayme da Fonte é referência no atendimento de urgência e emergência na área da geriatria. Consagrado no polo de saúde de Pernambuco, a unidade conta com uma equipe médica de excelência e dispõe de um moderno centro de diagnóstico, garantindo um atendimento humanizado, com conforto e segurança para todos os pacientes.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização, distribuição e uso de determinados lotes do detergente Ypê. Segundo o órgão, foi identificado o risco de contaminação biológica, que, de acordo com a fabricante, não oferece risco à saúde ou segurança do consumidor.

A agência informou que havia sido notificada pela empresa sobre o recolhimento voluntário do produto, mas não divulgou quando isso aconteceu. Segundo o órgão, o motivo foi a identificação de um “desvio” durante a análise de monitoramento da produção, o que poderia causar um “potencial risco de contaminação microbiológica”.

A determinação foi publicada no "Diário Oficial da União" e exige que todas as unidades do detergente produzidas entre julho, agosto, setembro, novembro e dezembro de 2022 com lote final 1 e 3 sejam suspensas. Estão incluídos detergentes de todos os tipos, dentro dessa identificação.

Em nota, a Química Amparo, empresa produtora do detergente Ypê, informou que fez o recolhimento dos itens há mais de um mês após análise interna que identificou em alguns lotes a "descaracterização em seu odor tradicional, sem risco à saúde ou segurança do consumidor, porém, em alguns casos perceptível ao olfato".

Veja a lista completa com todos os lotes divididos por marca abaixo:

  • DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ - CLEAR CARE

 

Lotes atingidos: 172051, 179054, 184054, 185054, 186054, 228054, 233011, 234011, 235011, 236011, 242054, 253011, 255011, 267051, 269051, 270051 ,278011, 279011, 280011, 281011, 282011, 283011, 302051, 303051, 304051, 314011, 315011, 316011 e 318011

  • DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ - COCO

 

Lotes atingidos: 029016, 030016, 036016, 038016, 057016, 058016, 148051, 149051, 151051, 212044, 213051, 215051, 216051, 217051, 218051, 219051, 220051, 221051, 228054, 232051, 233051, 236051, 238051, 243044, 248051, 249051, 256051, 257051, 258051, 272051, 273051, 274051, 275051, 276051, 277051, 284051, 286051, 288051, 289051, 290051, 291051, 298051, 299051, 300051, 301051, 317016, 331051, 333051, 33405, 031016, 188031, 225081, 226081, 227081, 239081, 270031, 281031, 282031, 283031, 295031, 323016, 324016, 327031, 328031, 329031 e 330031

  • DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ - CAPIM LIMÃO

 

Lotes atingidos: 225031, 226031, 242081, 314031, 323081, 325081, 060016, 173081, 174081, 175081, 176081, 177081, 178081, 223011, 224011, 239051, 240051, 242051, 271081, 272081, 273081, 299011, 300011, 302011, 303011, 326051, 327051, 336016, 337016, 338016, 346016 e 347016

  • DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ - LIMÃO

 

Lotes atingidos: 031016, 040016, 041016, 042016, 043016, 127011, 129011, 130011, 134081, 135081, 136081, 137081, 138081, 148011, 149011, 150011, 218011, 219011, 310011, 311011, 319016, 332016, 339016, 347016, 053016, 054016, 141031, 221081, 222081, 223081, 227081, 228081, 229081, 279081, 280081, 288031, 315031 e 325016

  • DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ - MAÇÃ

 

Lotes atingidos: 010016, 011016, 012016, 026016, 028016, 029016, 054016, 131011, 132011, 134011, 142011, 173011, 174011, 187011, 188011, 189011, 193011, 194011, 195011, 200051, 213011, 220011, 221011, 228011, 229011, 230011, 241011, 242011, 248081, 249081, 256011, 257011, 262011, 263011, 264011, 265011, 266011, 278061, 279061, 280061, 281061, 282061, 283051, 292011, 293011, 295011, 311011, 312011, 313011, 313061, 327011, 327016, 328011, 328016, 329011, 330011, 357016, 046016, 047016, 185081, 186081, 191081, 192081, 204101, 223081, 224081, 232081, 234081, 268031, 269031, 309031 e 310031

  • DETERGENTE LAVA LOUÇAS YPÊ - NEUTRO

 

Lotes atingidos: 019056, 020056, 037056, 038056, 039056, 054056, 055056, 173001, 174001, 186064, 188001, 211001, 212001, 225001, 226001, 228001, 228064, 237001, 239001, 272056, 320001, 321001, 322001, 324056, 325001, 325056, 326001, 326056, 327001, 331056, 336056, 338056, 356056, 236001, 016016, 017016, 024016, 025016, 026016, 038016, 039016, 040016, 172081, 172151, 173151, 174151, 175151, 176151, 177151, 178151, 188151, 207151, 208151, 209151, 210151, 211081, 212081, 225011, 226011, 227011, 228151, 229151, 230151, 232151, 233151, 234051, 234151, 235051.,235151, 236151, 239011, 241151, 279151, 282151, 283151, 317151, 318016, 318151, 321011, 322011, 325151, 326151, 327151, 328151, 333016, 342016, 346016, 349016, 048016, 049016, 050016, 051016, 176031, 177031, 207031, 208031, 227031, 229031, 236031, 237031, 238031, 282081, 316031, 317031, 318031, 319031, 323031, 325031, 326016, 327031, 353016, 355016, 052016, 171031, 173031, 174031, 209031, 230031, 232031, 233031, 234031, 235031, 239031 e 327016

O que diz a fabricante

 

Abaixo, leia a íntegra da nota da empresa Química Amparo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Química Amparo informa que os lotes de lava louças, objeto da ação voluntária de recolhimento informada pela Anvisa, haviam sido rastreados pelo controle de qualidade da empresa, que iniciou o recolhimento dos itens há mais de um mês, conforme plano previamente submetido à agência reguladora.

Após uma rigorosa análise interna identificou-se, em alguns lotes específicos, a possibilidade de descaracterização em seu odor tradicional, sem risco à saúde ou segurança do consumidor, porém, em alguns casos perceptível ao olfato.

Importante destacar que não há proibição de comercialização do produto e sim o bloqueio e recolhimento exclusivamente dos lotes específicos indicados na ação voluntária proposta pela própria empresa.

Além disso, a empresa reforça que a segurança, a qualidade de seus produtos e a atenção aos clientes e consumidores são prioridades desde sua fundação, há mais de 70 anos.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou o julgamento do senador Sérgio Moro (União Brasil) para as sessões dos dias 16 e 21 de maio.

O Ministério Público Eleitoral apresentou parecer ao TSE na terça-feira (7) defendendo rejeição dos recursos contra a absolvição de Moro da acusação de abuso do poder econômico durante a pré-campanha eleitoral de 2022.

Os recursos à decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que absolveu Moro, foram apresentados no mês passado pelo PL e pelo PT.

Acusação

A chapa de Moro foi acusada de caixa dois, utilização indevida de meios de comunicação social, além de abuso de poder econômico. As ações foram protocoladas pelo PL e pela Federação Brasil da Esperança em novembro e dezembro de 2022.

Em parecer emitido pela Procuradoria Regional Eleitoral do Paraná em dezembro de 2023, os procuradores Marcelo Godoy e Eloisa Helena Machado descartaram as acusações de uso indevido de comunicação social e de caixa dois.

No entanto, os procuradores entenderam que houve abuso de poder econômico devido ao gasto de pelo menos R$ 2 milhões durante a pré-campanha, feito com investimentos conjuntos do Podemos e do União Brasil.

Os procuradores também analisaram o fato de que a pré-campanha de Moro, em um primeiro momento, estava voltada para a corrida presidencial. Por fim, o parecer recomendou a cassação da chapa e a inelegibilidade de Sergio Moro.

Decisão do TRE-PR

Por maioria dos votos, o TRE-PR decidiu contra a cassação de Moro. Quatro desembargadores seguiram o voto do relator Luciano Carrasco Falavinha Souza e entenderam que as acusações não procedem. O julgamento foi finalizado no dia 9 de abril, em Curitiba.

Ao longo do julgamento, os desembargadores apresentaram diferentes interpretações de quais gastos informados nos processos deveriam ser considerados gastos de campanha e de pré-campanha.

Entre os valores estão, por exemplo, gastos com alimentação, contratação de escritórios de advocacia, empresas de comunicação, locação e aluguel de carros.

Dessa forma, houve divergência entre os membros da Corte quanto à soma a ser considerada dos valores gastos no período por Moro e, por consequência, se houve abuso de poder econômico.

Falavinha, relator do caso, entendeu que as acusações contra o senador por abuso de poder econômico na eleição de 2022 não procedem.

Ele destacou que despesas de eventos realizados por Moro em outros estados na pré-campanha à presidência foram consideradas como pré-campanha ao Senado pelos partidos autores das ações.

Ainda votaram contra a cassação os desembargadores Anderson Ricardo Fogaça, Sigurd Roberto Bengtsson, Guilherme Frederico Hernandes Denz e Claudia Cristina Cristofani.

Já os desembargadores José Rodrigo Sade e Julio Jacob Junior votaram a favor da cassação e pela inelegibilidade de Moro.

Após a decisão, Moro disse que a Corte preservou a "soberania popular" e "honrou os votos de quase 2 milhões de paranaenses".

Um golpe duplo causado pelo El Niño e pelas mudanças climáticas atingiu a América Latina e o Caribe em 2023, de acordo com um relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU), lançado nessa quarta-feira (8/5).

No Brasil, foram registrados 12 eventos climáticos extremos, sendo nove deles considerados incomuns e dois sem precedentes. Cinco ondas de calor, três chuvas intensas, uma onda de frio, uma inundação, uma seca e um ciclone extratropical foram reportados para a OMM.

Riscos climáticos recordes

A secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, afirmou que “infelizmente, 2023 foi um ano de riscos climáticos recordes na América Latina e no Caribe”.

Segundo a agência, o El Niño e as mudanças climáticas induzidas pelo homem exacerbaram muitos eventos extremos, causando grandes impactos na saúde, na segurança alimentar e energética e no desenvolvimento econômico.

Muitas ondas de calor intensas afetaram a região central da América do Sul no final de agosto a dezembro, causando temperaturas escaldantes em pleno inverno. Durante a segunda quinzena de agosto, as temperaturas em partes do Brasil ultrapassaram os 41 °C.

A onda de calor atingiu Rio de Janeiro e São Paulo, as cidades mais populosas do país.

Calor intenso e seca na Amazônia

A onda de calor que atingiu a Amazônia, em julho 2023, foi considerada sem precedentes e contribuiu para uma das piores secas já registradas. Segundo autoridades do Porto de Manaus, o nível do Rio Negro caiu para 12,70 m em 26 de outubro, o mais baixo já registrado desde que as observações começaram em 1902.

Outros rios importantes da Amazônia, incluindo Solimões, Purus, Acre e Branco, sofreram quedas extremas em algumas regiões e secaram completamente em outras.

O calor intenso afetou também a vida selvagem. No Lago Tefé, mais de 150 botos-cor-de-rosa foram encontrados mortos no final de setembro, com a temperatura da água atingindo um recorde de 39,1 °C.

Grandes incêndios florestais ocorreram nas regiões afetadas pelo calor no Paraguai, no Brasil e na Bolívia.

Na Amazônia, foram registrados 22.061 focos de incêndio em outubro, o pior recorde para o mês desde 2008, resultando em fumaça intensa impactando toda a população de Manaus, estimada em 2 milhões de pessoas.

Ciclone extratropical e chuvas torrenciais

O segundo evento sem precedentes registrado no Brasil em 2023 foi um ciclone extratropical no Rio Grande do Sul, que gerou chuvas volumosas, fortes rajadas de vento e causou impactos severos em muitas cidades.

Segundo a Defesa Civil, foram registradas 46 mortes, 46 desaparecidos e 340 mil pessoas afetadas. À medida que os rios inundavam, casas e pessoas eram arrastadas pela correnteza. As cidades mais afetadas estão na região do Vale do Taquari, como Muçum e Roca Sales. Um total de 92 municípios declararam estado de calamidade pública.

O relatório menciona também que pelo menos 65 pessoas perderam a vida após chuvas torrenciais provocarem enchentes e deslizamentos de terra na cidade de São Sebastião, no litoral do estado de São Paulo. De 18 a 19 de fevereiro, caíram 683 mm de chuva em 15 horas na cidade.

No estado do Acre, na Amazônia brasileira, fortes chuvas e o transbordamento do Rio Acre inundaram vastas áreas da capital Rio Branco, em 23 de março. A cidade registrou 124,4 mm de chuva em 24 horas.

Impactos econômicos

No Brasil, tanto o excesso de chuvas quanto a seca, ligados ao El Niño, atrasaram o plantio de soja. Além disso, mais de mil cabeças de gado morreram com uma onda de frio em Mato Grosso do Sul, causando um prejuízo estimado de R$ 3 milhões.

O relatório da OMM sobre o Estado do Clima na América Latina e no Caribe em 2023 confirmou que aquele foi o ano mais quente já registrado. O nível do mar continuou subindo a uma taxa superior à média global em torno da parte atlântica da região, ameaçando áreas costeiras e Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento.

A região da América Latina e do Caribe é cercada pelos oceanos Pacífico e Atlântico e o clima na região é, em grande parte, influenciado pelas temperaturas predominantes da superfície do mar e interferências na interação entre a atmosfera e o oceano, como o El Niño.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarca em Alagoas, nesta quinta-feira (09). Hoje, ele cumprirá agenda no Sertão do estado e amanhã, na capital alagoana, Maceió.

No Sertão, Lula irá autorizar o início das obras do Trecho 5 do Canal do Sertão, na região entre São José da Tapera e Delmiro Gouveia. A previsão é de que o evento no Sertão comece por volta das 16h.

Após cumprir esta parte da agenda, o presidente seguirá para Maceió, onde terá compromissos na manhã do dia seguinte, na sexta-feira (10). Lula fará a entrega de 900 unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, no conjunto Vila Mundaú, às margens da Lagoa Mundaú. O evento está previsto para começar às 10 horas.

 

Sobre o Canal do Sertão

O Canal do Sertão é um obra de infraestrutura hídrica de Alagoas, sendo considerada uma das maiores do Nordeste. A continuidade deste empreendimento está inclusa no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 3), do Governo Federal, em sua terceira fase.

O canal corta municípios alagoanos e foi iniciado no rio Moxotó, em Delmiro Gouveia. O primeiro, segundo e terceiro trechos do Canal do Sertão foram feitos ainda no governo Lula. Já o quarto trecho, foi iniciado durante o Governo Dilma e finalizado com recursos próprios.

O Trecho 5 do Canal do Sertão Alagoano irá se estender do Km 123,4 ao Km 150, abastecendo as milhares de famílias residentes nos municípios de São José da Tapera, Monteirópolis e Olho D’Água das Flores. “Conseguimos comprovar junto ao Governo Federal a necessidade de alocar recursos para o Trecho 5 do Canal do Sertão, uma obra importantíssima que vai mudar a realidade da região”, disse o secretário de Estado de Infraestrutura, Gustavo Torres.

De acordo com declarações dadas pelo governador, Paulo Dantas, a ordem de serviço para o trecho 5 do Canal do Sertão é um investimento de R$500 milhões e consta no plano de investimento do governo Federal, no novo PAC, que vai gerar mais de mil empregos nas obras.

Dados da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), responsável pela obra, mostram que a quinta fase da obra contempla 26,6 quilômetros de extensão e vai melhorar o abastecimento da região do Agreste e da Bacia Leiteira, dando condições de irrigar cerca de três mil hectares. Quando estiver concluída, a obra de infraestrutura hídrica alcançará a marca de 250 Km de extensão, ligando Delmiro Gouveia a Arapiraca.

*Com Assessorias

Por: Agência Brasil

Com a proximidade do Dia das Mães – 12 de maio - e o aumento na procura por presentes, o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) está alertando os consumidores com relação aos presentes a serem comprados.

Um dos principais pontos é relacionado a itens de vestuário, cama, mesa ou banho porque produtos inadequados podem causar alergia. Uma das orientações é a de prestar atenção ao que está escrito nas etiquetas porque essas informações são fundamentais e devem seguir critérios específicos.

“As etiquetas devem conter seis informações em português: três sobre o fabricante ou importador, incluindo uma marca, Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e o país de origem, e outras três informações sobre o produto - composição têxtil, símbolos de cuidados com a conservação do produto e a informação sobre o tamanho”, informou o Ipem-SP.

Na composição têxtil todos os tipos de fibras ou filamentos usados para a produção da peça, devem estar mencionados com a indicação percentual de cada um deles, inclusive forro - se houver - (70% algodão e 30% poliéster, forro 100% poliéster, por exemplo). Entretanto, é proibido o uso dos nomes das marcas comerciais ou em inglês (como nylon, popeline, lycra, lurex e rayon).

 

Roupas

O tamanho das roupas pode ser indicado por numeração ou letras (38, 40, 42; P, M, G, por exemplo), e a visualização dessa informação deve ser fácil. No caso de produtos embalados hermeticamente, a embalagem deve mostrar a composição têxtil, país de origem, tamanho e, quando apresentar mais de uma unidade, devem ser informados o número de unidades e a impossibilidade de serem vendidas separadamente.

“Nos produtos embalados de cama, mesa e banho deve constar a dimensão indicada por meio do SI (Sistema Internacional de Unidades) de cada componente da embalagem, além das informações da composição têxtil e país de origem”, explicou o Ipem-SP.

A etiqueta também deve conter orientação para a conservação e tratamento do item, o que pode ser indicado por símbolos ou textos. A sequência correta é a mesma usada por uma dona de casa para conservar os produtos têxteis, como lavagem, alvejamento (utilização de alvejantes a base de cloro ou de oxigênio), secagem em máquina ou ao natural, passadoria (ferro de passar) e limpeza profissional (lavagem a seco e/ou a úmido).

 

Eletrodomésticos

Para o caso de o presente ser um eletrodoméstico, a orientação é a de verificar se existe a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, que informa sobre o consumo de energia.

Já as lavadoras e fogões devem apresentar também dados sobre consumo de água e gás. No caso de eletrodomésticos – como secador de cabelo, chapinha e ferro de enrolar cabelo - é necessário que conste tanto no produto quanto na embalagem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

“O consumo de energia é indicado por uma escala colorida com letras de A a G, que apresentam os níveis de consumo do aparelho. Uma sete preta com a letra correspondente ao consumo daquele aparelho informa o seu nível de eficiência energética. Assim, é fácil saber, por exemplo, que um produto classificado com letra A é mais eficiente (gasta menos) do que um com a letra C”, afirmou o Ipem-SP.

A recomendação é a de que o consumidor compre esses itens em lojas formais, sempre pedindo a nota fiscal e a garantia de comprovação de origem do produto para uma eventual necessidade de denúncia. No caso de irregularidades, as empresas autuadas têm dez dias para apresentar defesa ao órgão. De acordo com a lei federal 9.933/99, as multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta (8), uma ação para aprofundar as investigações sobre suposto desvio de recursos públicos, corrupção, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro.
Esse esquema apurado pela Operação  Ipuçaba II seria operado por uma organização criminosa que atua principalmente em cidades do Sertão pernambucano.
A PF cumpriu 14 mandados de busca e apreensão, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal, e o sequestro de bens e valores dos investigados.
A  27ª Vara da Justiça Federal em Ouricuri  expediu mandados para serem cumpridos mandados também nas cidades pernambucanas  Santa Filomena, Dormentes e Salgueiro, além de Ilhéus (BA) e São Luís (MA).
A segunda fase da ação é um desdobramento de uma operação realizada em 2022.
Na época, a Ipuçaba I  cumpriu mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, além de outras medidas cautelares contra agentes públicos e empresários suspeitos de envolvimento no suposto desvio de recursos públicos federais destinados a uma prefeitura de um sertanejo.
Os recursos supostamente desviados eram destinados ao custeio de serviços de transporte escolar e locação de veículos para a Secretaria de Saúde do município.
 
Primeira etapa
No dia 2 de dezembro de 2022,  a Controladoria-Geral da União (CGU) e a PF deflagraram a Ipuçaba I.
O objetivo foi  apurar crimes relacionados a licitações e a aplicação de recursos públicos federais em Ouricuri (PE).
Análises iniciais sobre processos licitatórios realizados em Ouricuri apontaram indícios de direcionamento, restrição à competitividade, detalhamento insuficiente do objeto e prejuízo à transparência.
Os auditores verificaram que empresas de um mesmo grupo vêm se revezando na prestação dos serviços de transporte de alunos e locação de veículos e máquinas pesadas; e empresas de outro grupo têm se sucedido na prestação de serviços gráficos e de reprografias.
Também foram observadas possíveis irregularidades na execução dos contratos com ambos os grupos, cujos valores entre 2012 e 2021 superam os R$ 70 milhões. Adicionalmente, investigação da Polícia Federal identificou indícios de pagamentos de vantagens indevidas a agentes públicos.

As chuvas em Alagoas podem se estender até esta sexta-feira (10). É o que aponta a atualização da Secretaria do Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), divulgada nesta quarta (8).

O aviso meteorológico indica a "persistência de chuvas menos expressivas, mas que ainda podem elevar os acumulados já observados na metade leste do Estado de Alagoas, especialmente nas regiões ambientais do Litoral (incluindo a região metropolitana de Maceió), Zona da Mata, Baixo São Francisco e parte do Agreste".

A previsão aponta ainda para acumulado de chuva acima dos 90mm nas próximas 24 horas. "Atenção especial para o aumento dos acumulados de chuva no Litoral e Zona da Mata, bem como na Região Metropolitana de Maceió", diz o alerta.

Há risco para alagamentos, principalmente nas áreas com deficiência de drenagem urbana, e deslizamentos em áreas de encosta.

O Senado aprovou nesta quarta-feira (8) o projeto que determina a volta da cobrança do seguro para cobrir indenizações a vítimas de acidentes de trânsito, conhecido anteriormente como DPVAT.

Foram 41 votos favoráveis ao texto, o mínimo necessário. A proposta segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O pagamento, que acontecerá uma vez ao ano, será obrigatório para os donos de carros e motos. O valor da taxa e a data do primeiro pagamento ainda não foram definidos, mas o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que a equipe econômica estima uma tarifa entre R$ 50 e R$ 60, a partir de 2025.

A cobrança do DPVAT foi extinta durante o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). A última vez que os donos de veículos pagaram o seguro foi em 2020. Desde 2021, a gestão do saldo remanescente passou da seguradora Líder para a Caixa Econômica Federal.

Como vai funcionar

 

O seguro passará a se chamar Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidente de Trânsito (SPVAT) e funcionará da seguinte maneira:

  • o pagamento será obrigatório para quem tiver carro ou moto. Um fundo comum é criado para reservar as contribuições e os valores serão usados para cobrir indenizações por morte ou invalidez, pagas às pessoas que sofrerem acidentes.
  • o dinheiro também será usado no reembolso de despesas com tratamento médico, fisioterapia e próteses se esses serviços não estiverem disponíveis, via SUS, no município.
  • o seguro cobrirá despesas funerárias e reabilitação profissional de pessoas com invalidez. Não poderá receber auxílio quem já for assistido por seguro privado e plano de saúde;
  • os valores, tanto da taxa do seguro quanto das indenizações, ainda serão definidos. O pagamento do SPVAT pode mudar de acordo com o tipo de veículo;
  • o motorista que não pagar o seguro obrigatório estará sujeito a multa por infração grave. O presidente Lula pode vetar esse ponto;
  • terá direito à indenização quem sofreu acidente ou companheiro e herdeiros da vítima, em caso de morte. Mesmo que os veículos envolvidos no acidente estejam irregulares – ou seja, caso os donos não tenham pagado o seguro – as vítimas terão acesso aos recursos;
  • o pagamento da indenização deve ocorrer em um prazo de 30 dias;
  • o licenciamento do veículo só será concedido a partir do pagamento do SPVAT, assim como a transferência de proprietário e a baixa do registro do carro;
  • a Caixa vai cobrar o seguro, administrar o fundo e analisar os pedidos de indenização. O banco poderá contratar empresas terceirizadas para auxiliar na operação. Os recursos para pagar as empresas sairão diretamente do fundo;
  • os estados podem fechar convênio com a Caixa para que o pagamento do SPVAT seja feito junto com o licenciamento ou com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA);
  • os estados que efetuarem a cobrança poderão receber até 1% do montante arrecadado;
  • estados e municípios que oferecerem transporte público coletivo ainda vão receber de 35% a 40% do dinheiro arrecadado.

 

SPVAT financiará indenizações para vítimas de acidentes de trânsito. — Foto: Bruno Cecim / Ag.Par

SPVAT financiará indenizações para vítimas de acidentes de trânsito. — Foto: Bruno Cecim / Ag.Par

'Jabuti'

 

Parlamentares incluíram um "jabuti" – no jargão do Congresso, um assunto estranho ao tema original da proposta incluído durante a tramitação – com objetivo de adiantar as despesas que o governo fará neste ano. Durante a votação, senadores tentaram retirar o trecho do projeto, mas ele foi mantido por uma votação superior à do texto principal.

A mudança será feita na lei do novo regime fiscal, que vale desde 2023. O dispositivo antecipa a data em que o governo, caso registre um crescimento da receita em comparação ao ano passado, pode abrir crédito suplementar (extra).

A medida vai liberar mais de R$ 15 bilhões em gastos. Os recursos devem ser usados, por exemplo, para desfazer bloqueios no orçamento e garantir investimentos do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O interesse da cúpula do Congresso é, principalmente, na retomada de R$ 3,6 bilhões em emendas de comissão, vetadas pelo presidente Lula, com esses recursos.

Emendas são gastos que deputados e senadores fazem em seus redutos eleitorais, na forma de obras e projetos. Neste caso, das indicações feitas por comissões temáticas do parlamento, o governo não é obrigado a executar. Porém, as emendas servem de moeda de troca para que o Executivo viabilize projetos de seu interesse no Congresso.

O programa Moradia Legal, programa de regularização fundiária do Poder Judiciário de Alagoas beneficia, nesta quinta (9), noventa famílias do município de Igaci. A entrega dos títulos será realizada às 10 horas, no ginásio da Escola Municipal Padre Farias, Rua Divaldo Suruagy, S/N, Centro.

Os desembargadores Celyrio Adamastor e João Luiz Lessa participam da solenidade, que entrega a titularidade de imóveis a famílias de baixa renda de forma gratuita.

Moradia Legal

O programa, que está na sexta edição, é uma parceria entre TJAL, Corregedoria-Geral da Justiça, Anoreg/AL e Prefeituras. Desde o ano passado, mais de três mil pessoas já foram beneficiadas pelo programa social, que é coordenado pelo desembargador Carlos Cavalcanti.

Diretoria de Comunicação – Dicom TJAL TL

O levantamento do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS) mostra que Alagoas registrou 167 mortes em decorrência da violência no trânsito no primeiro trimestre deste ano. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (8).

Ainda de acordo com o ministério, o número de óbitos relacionados ao trânsito entre os meses de janeiro a março de 2024 mostra um aumento de 10,59%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Enquanto que no primeiro trimestre de 2024 foram 167 mortes, nos três primeiros meses de 2023 foram contabilizados 151.

Já em todo o ano passado, 580 falecimentos por acidentes de trânsito foram registradas em Alagoas. Desse total, 488 vítimas foram homens (84,14%). A faixa etária de 20 a 39 anos foi a que mais concentrou os óbitos, com 47% dos registros.

Além disso, entre as vítimas, 232 pessoas morreram antes da chegada do resgate. Pelo menos 253 chegaram a ser resgatadas com vida para hospitais, porém, não resistiram aos ferimentos. Do total de óbitos registrados no trânsito em 2023, 59,3% foram de motociclistas.

Diante dos dados, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) está utilizando a Campanha Maio Amarelo para reforçar a importância de os condutores de veículos, bem como, os pedestres, respeitarem as normas de trânsito.

"Isso porque, os acidentes de trânsito aumentam o número de pacientes atendidos nas unidades hospitalares, impactam nos custos de tratamento, causam sequelas graves nas vítimas, além de centenas de óbitos anualmente, o que poderia ser evitado. Por isso, a importância de conscientizar a população sobre a segurança no trânsito, protegendo, deste modo, os pedestres, ciclistas, motoristas e motociclistas", frisou o órgão.

*com informações da assessoria.

O Real Madrid está na final da Liga dos Campeões. Com uma virada incrível sobre o Bayern de Munique, o time espanhol venceu por 2 a 1 no Santiago Bernabéu e se classificou para a decisão da competição europeia. O adversário da final será o Borussia Dortmund.

Em casa, o Real Madrid começou diferente o segundo jogo da semifinal contra o Bayern. O time espanhol se lançou ao ataque desde o primeiro minuto e pressionou a todo momento a saída de bola dos alemães. Em uma dessas, com direito a polêmica de arbitragem, Vinicius Junior colocou a bola na trave de Neuer. O goleiro fez outras defesaças para impedir o gol merengue em finalizações brasileiras de Rodrygo e Vini. Na maior chance do Bayern, Kane acertou um belo chute e viu Lunin defender com a ponta dos dedos.

Na segunda etapa, a história começou parecida. Só mudou quando Davies encontrou espaço pela esquerda e soltou uma bomba com a perna ruim para abrir o placar aos 22 minutos. Depois do golaço do Bayern, os treinadores começaram a mexer nos times. Enquanto Ancelotti colocava o Real para frente, Tuchel recuou os alemães. Depois de ser o nome do primeiro tempo, Neuer falhou em chute de Vini Jr. e deu a bola nos pés de Joselu, que deixou tudo igual. Quatro minutos depois, na base do abafa, o Real Madrid conseguiu a virada. Rüdiger cruzou na área, e Joselu estava lá novamente para concluir a virada histórica.

Agora, Ancelotti tem três finais no comando do Real Madrid (2014, 2022 e 2024) e três pelo Milan (2003, 2005 e 2007). O italiano, que faz 65 anos em junho, busca o quinto título. Com quatro taças, ele já ocupa o topo nessa lista. E pode ampliar a margem.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (8) aponta que 50% dos entrevistados aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Por outro lado, 47% desaprovam. Esta é a primeira vez que o percentual dos que aprovam e desaprovam empata tecnicamente. Outros 3% não souberam ou não responderam.

O levantamento encomendado pela Genial Investimentos ouviu 2.045 pessoas, em 120 municípios, entre os dias 2 e 6 de maio. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A aprovação do trabalho de Lula oscilou um ponto percentual para baixo e a reprovação um ponto para cima em relação à última pesquisa, realizada em março. À época, 51% dos entrevistados aprovavam o trabalho do presidente, enquanto 46% desaprovavam.

Aprovação do trabalho que o presidente Lula está fazendo:

  • Aprova: 50%
  • Desaprova: 47%
  • Não sabe ou não respondeu: 3%

 

Pesquisas de opinião realizadas em março pelos institutos Datafolha, Quaest e Ipec apontam que a popularidade de Lula está em tendência de queda em 2024.

Em abril, o governo lançou uma campanha com viagens pelo país e inauguração de obras para tentar melhorar a popularidade do presidente, que conta também com uma tentativa de aproximação ao eleitorado religioso. Segundo apuração do blog da Andreia Sadi, também faz parte da estratégia do governo mirar o público que considera a gestão como “regular”.

Avaliação por setores

 

"A aprovação parou de cair, muito porque [a avaliação de Lula] parou de piorar no Sul e entre os evangélicos. As pessoas ainda têm uma percepção negativa da economia, acham que Lula não está entregando o que prometeu", afirma Felipe Nunes diretor da Quaest.

 

A pesquisa indica que, entre os evangélicos, o índice de desaprovação de Lula agora é de 58% (era de 62% em março), se igualando ao percentual observado entre os católicos (que se manteve estável em 58% entre as pesquisas).

Já a aprovação entre os evangélicos passou de 35% para 39% no mesmo período. A margem de erro máxima para esse grupo é de 4 pontos percentuais.

A maior variação na avaliação positiva do trabalho de Lula entre março e maio aconteceu na região Sul, subindo sete pontos percentuais, de 40% para 47%. Já a rejeição, que era de 57% (a maior entre as regiões), passou para 52%. A margem de erro máxima nesse recorte da pesquisa é de 6 pontos percentuais.

Avaliação geral do Governo Lula

 

A Quaest também perguntou como os entrevistados avaliam o governo Lula de forma geral.

Segundo o levantamento, 33% avaliam o governo de forma positiva, mesmo percentual dos que avaliam de forma negativa. Não souberam ou não responderam somam 3%.

Na comparação com a pesquisa anterior, a avaliação positiva do governo oscilou 2 pontos percentuais para baixo (antes era 35%). Já a avaliação negativa oscilou 1 ponto para baixo (era de 34%). Os que consideram o governo regular subiram de 28% para 31%.

Avaliação geral do governo Lula:

  • Positiva: 33%
  • Negativa: 33%
  • Regular: 31%
  • Não sabem/Não responderam: 3%

    Os entrevistados também foram questionados sobre se o país está indo na direção certa ou errada. Para 49%, o país está na direção errada, contra 41% que consideram que a direção é correta. Já 10% não souberam ou não responderam.

    Sobre as intenções de Lula, 51% responderam que consideram o presidente bem-intencionado. Já 42% disseram que Lula não é bem-intencionado. Outros 7% não souberam ou não responderam.

    Em relação às promessas de campanha, 63% consideram que Lula não tem conseguido fazer aquilo que prometeu. Já 32% consideram que o presidente tem conseguido fazer o que prometeu, e 6% não souberam ou não responderam.

Atualizado na noite desta terça-feira (07), pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), o alerta hidrológico mantém a possibilidade de transbordamento de alguns rios que cortam o estado de Alagoas, na capital e nos municípios de Coruripe, Jequiá da Praia, Feliz Deserto, Joaquim Gomes, Matriz de Camaragibe e Passo de Camaragibe.

O alerta se dá em razão do aumento nos volumes dos rios, devido às chuvas intensas que caem desde a madrugada desta terça-feira (07).

Conforme o aviso atualizado, os rios Jequiá e Conduípe permanecem com tendência de elevação e já contam com pontos de transbordamento em Jequiá da Praia e Feliz Deserto, respectivamente. Os riachos Jacarecica e Silva também apresentam elevação e mantêm essa tendência, com possibilidade de transbordamento nas próximas horas, devido ao escoamento das águas a montante e continuidade das chuvas na região Metropolitana.

Os rios Coruripe e Piauí continua com elevação no volume de águas, mantendo essa tendência em decorrência do escoamento das águas a montante.

Em comunicado enviado à imprensa na tarde de ontem, a Prefeitura de Coruripe informou que a Defesa Civil Municipal está trabalhando desde a madrugada desta terça (07)  para diminuir os transtornos causados pelas fortes chuvas que atingiram toda a região, também com a presença da Defesa Civil do Estado.

O aviso ainda chama atenção para a situação do Rio São Miguel que está em elevação lenta e contínua, com cota atual de 329 cm. Segundo o órgão, se alcançar a cota de 340cm, existe possibilidade de início de transbordamento em localidades do município.

Estabilização do nível dos rios

De acordo com o boletim da Semarh, atualizado na noite desta terça-feira (07), no município de Marechal Deodoro, o nível da Lagoa Manguaba apresenta elevação lenta, com nível de 221 cm e com tendência de estabilização, sem atingir a cota de transbordamento que é de 270 cm.

No município de Pilar, o nível da Lagoa Manguaba também já apresenta tendência de estabilização.

Persistência das chuvas até esta quarta-feira (08)

O alerta da Semarh, emitido na noite da segunda-feira (06), aponta para a possibilidade das chuvas persistirem até esta quarta-feira (8). Os acumulados mais expressivos estão no norte do litoral, incluindo a região metropolitana de Maceió e da Zona da Mata alagoana.

Nas demais regiões, em particular no Agreste e Baixo São Francisco, também há previsão de elevados acumulados de chuva neste período, completa o alerta. Além de alagamentos, principalmente nas áreas com deficiência de drenagem urbana, as chuvas aumentam o risco de deslizamento em áreas de encosta.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu quatro alertas para o estado: um amarelo, de acumulado de chuvas para o sertão alagoano; e três de perigo, com acumulados de chuvas que podem variar entre 30 milímetros (mm) e 60 mm/h ou 50 a 100 mm/dia, com risco de alagamentos, deslizamento de encostas, transbordamento de rios nas regiões com áreas de risco.

O alerta, que também se refere a partes dos estados de Pernambuco e Sergipe, vale até esta quarta-feira (08).

O mais recente boletim da Defesa Civil do Rio Grande do Sul traz que subiu para 107 número de mortos em razão dos temporais que atingem o estado. A atualização desta quinta-feira (9) aponta que há um óbito sendo investigado. O estado registra 136 desaparecidos e 374 feridos.

Mortes confirmadas: 107

  • Bento Gonçalves (6)
  • Boa Vista do Sul (2)
  • Bom Princípio (1)
  • Canela (2)
  • Canoas (4)
  • Capela de Santana (1)
  • Capitão (2)
  • Caxias do Sul (5)
  • Cruzeiro do Sul (8)
  • Encantado (2)
  • Esteio (1)
  • Farroupilha (1)
  • General Câmara (1)
  • Forquetinha (2)
  • Gramado (7)
  • Itaara (1)
  • Lajeado (5)
  • Montenegro (1)
  • Pantano Grande (1)
  • Paverama (2)
  • Pinhal Grande (1)
  • Porto Alegre (4)
  • Putinga (1)
  • Roca Sales (2)
  • Salvador do Sul (2)
  • Santa Cruz do Sul (2)
  • Santa Maria (6)
  • São João do Polêsine (1)
  • São Leopoldo (3)
  • São Vendelino (2)
  • Segredo (1)
  • Serafina Corrêa (2)
  • Silveira Martins (1)
  • Sinimbu (1)
  • Sobradinho (1)
  • Taquara (2)
  • Três Coroas (3)
  • Vale do Sol (1)
  • Venâncio Aires (3)
  • Vera Cruz (1)
  • Veranópolis (5)

 

Há 232,1 mil pessoas fora de casa. Desse total, são 67.542 em abrigos e 164.583 desalojados (pessoas que estão nas casas de familiares ou amigos).

O RS tem 425 dos seus 497 municípios com algum relato de problema relacionado ao temporal, com 1,476 milhão de pessoas afetadas. Veja abaixo os impactos nos serviços, educação e transportes.

 

Vista aérea das ruas completamente alagadas no bairro Menino Deus, em Porto Alegre, nesta segunda-feira, 06 de maio de 2024, em razão do transbordamento do Lago Guaíba. — Foto: MAX PEIXOTO/DIA ESPORTIVO/ESTADÃO CONTEÚDO

Vista aérea das ruas completamente alagadas no bairro Menino Deus, em Porto Alegre, nesta segunda-feira, 06 de maio de 2024, em razão do transbordamento do Lago Guaíba. — Foto: MAX PEIXOTO/DIA ESPORTIVO/ESTADÃO CONTEÚDO

A previsão de chuva para a partir da metade desta semana em áreas já castigadas por temporais volta a deixar o estado em alerta. Imagens feitas pelo satélite Amazônia 1, operado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e obtidas com exclusividade pelo g1 mostram uma visão em escala do antes e depois da maior tragédia do Rio Grande do Sul.

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), recomendou que moradores dos bairros Cidade Baixa e Menino Deus deixem a região. O aviso foi feito na tarde desta segunda-feira (6), após a água começar a subir no local.

A Arena do Grêmio, em Porto Alegre, afirmou que não tem mais estrutura para acolher desabrigados. Além do gramado alagado, a administração afirma que está sem água e luz e, por isso, faz o translado de mais de 300 pessoas a abrigos municipais.

Hospitais de campanha foram montados pelo governo federal para auxiliar pessoas feridas e desabrigadas. No momento, os municípios de Estrela, Canoas e São Leopoldo foram contemplados pelas estruturas.

Pelo menos cinco municípios alagoanos registram uma situação mais preocupante em relação aos alagamentos e risco de queda de barreiras, segundo a Defesa Civil de Alagoas. Tratam-se de Roteiro, Jequiá da Praia, Coruripe, Penedo e Feliz Deserto. Nesses pontos, o órgão pediu mais atenção e apoio dos municípios nesta terça-feira (7).

Em relação aos rios, o coordenador estadual da Defesa Civil Moisés Melo declarou que, até o momento, não há transbordamento. Em algumas cidades já há registro de desabrigados e desalojados.

Comunicado divulgado nesta terça (7), pelo monitoramento hidrometeorológico da Superintendência de Prevenção em Desastres Naturais de Alagoas, alerta para o aumento de volume de rios em municípios de Coruripe e Jequiá, além de Maceió, nesse caso, os riachos Jacarecica e Silva.

O superintendente de Prevenção em Desastres Naturais da Semarh, Vinicius Pinho, também informou que o nível da Lagoa Manguaba está em elevação.

contato@vitoriofm.com.br
Vitório FM 104,9 - Todos os direitos reservados
linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram