
O Ministério da Gestão divulgou nesta quinta-feira (23), a nova data para o Concurso Público Nacional Unificado (CNPU), que ficou conhecido como o 'Enem dos concursos'. As avaliações vão acontecer dia 18 de agosto, em 228 cidade do país.
A prova reunirá mais de 2,1 milhões de candidatos e oferecerá 6.640 vagas para 21 órgãos da administração pública federal. Segundo o ministério da gestão, cronograma completo será divulgado em breve.
As avaliações foram adiadas por conta das enchentes no Rio Grande do Sul.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/AL) e o Ministério Público do Estado de Alagoas, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagraram três operações conjuntas, nas primeiras horas desta quinta-feira (23). Até o momento, 18 pessoas já foram presas e um revólver calibre 38, além de munições e drogas foram apreendidas.
As ações integradas acontecem em Maceió, Rio Largo, Arapiraca e outros cinco municípios do interior alagoano. Além de Alagoas, os mandados, todos expedidos pela 17ª Vara Criminal da capital, também estão sendo cumpridos na cidade de Pomerode, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. As investigações visam combater o tráfico de entorpecentes e o porte ilegal de arma de fogo.
Do total de prisões, 13 foram na Operação Caroá e ocorreram nos municípios de Dois Riachos (03 prisões), Santana do Ipanema (04 prisões), Craíbas (01 prisão), Arapiraca (01 prisão), Maceió (03 prisões), Pomerode/SC (01 prisão).
Na operação Sucessão, cinco pessoas foram presas, sendo três em Rio Largo e duas em Maceió.
Operação SUCESSÃO
A operação Sucessão cumpre 14 mandados de prisão e 21 de busca e apreensão nas cidades de Maceió e Rio Largo. Segundo as investigações coordenadas pelo Gaeco e pela 65a Promotoria de Justiça de capital, por meio da promotora de Justiça Martha Bueno, SSP/AL e 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM), o grupo atuava especialmente na região da Mata do Rolo e nos bairros da capital que ficam próximos aquela localidade.
A operação ganhou este nome em razão do líder da organização criminosa ter recebido uma espécie de “espólio do crime”, em razão do aprisionamento de seu irmão, tido como uma das principais lideranças do tráfico de drogas na região, havendo, portanto, uma sucessão de ativos criminosos (“herança do crime”).
Para dar cumprimento aos mandados judiciais foram empregados policiais militares do 8º BPM, do Batalhão de Polícia Militar de Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (Rotam), Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) e da Companhia Independente de Choque (CPM/I-Choque), além de policiais civis do Tático Integrado de Grupos de Resgates Especiais (Tigre), NI, Serb e Secor da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), Delegacia de Narcóticos (DNARC) e equipes da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit).
Operação CAROÁ
A ação desarticula uma organização criminosa que atua no Sertão, Agreste e também na capital alagoana e cumpre 12 mandados de prisão e outros 25 de busca e apreensão nos municípios de Maceió, Santana do Ipanema, Dois Riachos, Arapiraca, Craíbas e, ainda, em Pomerode, no estado de Santa Catarina.
As investigações foram realizadas através de uma atuação conjunta entre o Gaeco, a 65a Promotoria de Justiça, a SSP/AL e o 7º Batalhão de Polícia Militar (BPM). O nome da operação se dá em razão de “Caroá” ser uma planta nativa da Caatinga, vegetação típica do Sertão, onde a Orcrim iniciou suas atividades delituosas. Os líderes do grupo também são nativos da região, apesar de alguns já terem se mudado para Maceió e para fora de Alagoas.
Os mandados estão sendo cumpridos por policiais do 3º, 7º, 9º, 10º e 11º Batalhões da PM, Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), 1ª, 3ª e 6ª Companhias Independentes de Polícia Militar e pela Companhia Independente de Operações Policiais Especiais do Sertão (Copes). Também participam da ação policiais civis da Diretoria de Polícia Judiciária da Área 3 (DPJ-3) e da 2ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), além do Comando de Aviação do Estado da SSP (Comave).
Operação CAMUXINGA
O trabalho integrado entre as Polícias Civil e Militar é coordenado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e cumpre sete mandados de busca e apreensão nas cidades de Santana do Ipanema, Senador Rui Palmeira, Poço das Trincheiras e São José da Tapera.
A investigação, que ficou a cargo da SSP/AL, Dracco e 7º BPM, visa desarticular uma organização criminosa que atua no tráfico de entorpecentes no Sertão alagoano. A ação ganhou o nome de “Camuxinga” em referência ao principal bairro da área de atuação do grupo criminoso, localizado em Santana do Ipanema.
Para dar cumprimento aos mandados judiciais, também expedidos pela 17ª Vara, foram empregados policiais militares do 7° e 9° Batalhões da PM, Copes e Canil.
*Com assessoria
Em meio às fortes chuvas que atingem o Rio Grande do Sul, o número de mortos subiu para 162 e o número de pessoas desaparecidas caiu de 85 para 75, segundo o boletim divulgado pela Defesa Civil, às 18h desta quarta-feira (22/5). A Defesa Civil também reportou um aumento no número de municípios afetados, que agora são 467. Até o momento, são 581 mil pessoas desalojadas, 2,3 milhões afetadas e 806 feridos.
Devido ao acúmulo de água nas ruas, os casos de leptospitose estão aumentando, doença transmitida pela urina de ratos que se mistura na água suja. Nessa terça-feira (21/5), a Prefeitura de Venâncio Aires, cidade do Vale do Rio Pardo a 133 km de Porto Alegre, confirmou a morte de um homem de 33 anos que teve contato com a água contaminada na cheia que atingiu a região ocorrida no dia 17 de maio. Na segunda-feira (22/5), um homem de 67 anos, residente do município de Travesseiro, no Vale do Taquari, também veio a óbito devido a doença.
O Centro de Atendimento de Doenças Infecciosas (Cadi) de Venâncio Aires informou que outros dois casos positivos de leptospirose foram registrados, porém os pacientes já estão recuperados.
- Municípios afetados: 467;
- Pessoas em abrigos: 68.345;
- Desalojados: 581.633;
- Afetados: 2.342.460;
- Feridos: 806;
- Desaparecidos: 75;
- Óbitos confirmados: 162;
- Óbitos em investigação*: 0;
- Pessoas resgatadas: 82.666;
- Animais resgatados: 12.358;
- Efetivo: 27.708;
- Viaturas: 4.069;
- Aeronaves: 18;
- Embarcações: 265.

Dr. Dênio Calixto e Dr. Lenildo Amorim em parceria estratégica
A união das Unimed’s de Palmeira dos Índios e Arapiraca vai revolucionar o segmento no Estado de Alagoas. Ao assumir a carteira de clientes da Unimed Palmeira dos Índios, a Unimed Metropolitana do Agreste atuará em 56 municípios. Essa iniciativa consolida sua posição no mercado, fortalecendo ainda mais o acesso à saúde de qualidade. A colaboração estratégica entre as duas Unimed’s foi cuidadosamente desenvolvida ao longo do último ano, momento propício para ambas as cooperativas, onde todos ganham.
O presidente da Unimed Metropolitana do Agreste, Dr. Lenildo Amorim, esteve em Palmeira dos Índios nesta quarta-feira, 22, em reunião com colaboradores, médicos cooperados e a Diretoria da Unimed local representada pelo Dr. Dênio Calixto e assegurou a vantagem do acordo, ressaltando que a decisão ocorreu antecipando-se a uma tendência nacional de consolidação, onde operadoras se fundem para propor o melhor aos clientes.
A expertise acumulada ao longo dos anos será crucial para fortalecer ambas as cooperativas, proporcionando crescimento e satisfação a médicos e clientes.
A partir de 01 de junho a Unimed Palmeira dos Índios passará a ser Unimed Prestadora, mantendo sua identidade e autonomia. A parceria estabelecida busca acima de tudo, aprimorar ainda mais a qualidade dos serviços prestados.
Para os beneficiários não haverá mudanças, e sim uma integração potencializando benefícios e proporcionando uma experiência assistencial cada vez mais positiva.
Todos os cartões serão trocados e a partir de 01/06/2024, serão iniciadas as orientações para os clientes baixarem o cartão virtual que é mais prático e sustentável. Os clientes que preferirem, receberão o cartão físico e o atual, encerrará em 31/05/2024. O novo cartão iniciará com a codificação 0199.
Absolutamente nada será alterado para os conveniados/beneficiários, uma vez que todos os contratos e regras serão mantidos, assim como os valores e vencimentos dos boletos. A data de reajuste sempre é disponibilizada pela Agência Nacional de Saúde - ANS.
Não haverá mudanças para autorização de exames, cirurgias, já que nada mudará para o cliente Unimed. Os clientes Unimed Palmeira dos Índios deverão contactar com a Unimed Metropolitana do Agreste que orientará como proceder. Os canais para o cliente obter informações são através do 0800 212 1010 e através dos portais das Unimed’s https://www.unimed.coop.br/site/web/metropolitanadoagreste e https://www.unimed.coop.br/site/web/palmeiradosindios
Nada mudará também com a cobertura oficialmente contratada. Tudo que estiver no rol de procedimentos ANS, considerado de baixo risco, a autorização será imediata. Se o plano for de abrangência Nacional, nada mudará, mas se for plano Estadual ou Municipal, o ideal é fazer contato com a Unimed Metropolitana do Agreste que irá verificar as diretrizes. Todos os serviços credenciados a Unimed Palmeira dos Índios, sejam estes médicos, clínicas e laboratórios, fisioterapia e ambulatório permanecerão disponíveis na rede de atendimento.
Link de acesso ao cartão virtual:
https://portalbeneficiario.sgusuite.com.br/acessar/primeiro-acesso?utm_campaign=novo_portal_do_beneficiario&utm_medium=email&utm_source=RD%20Station


Reunião ocorreu na sede da CGJAL. Foto: Niel Rodrigues
A população alagoana terá a possibilidade de quitar dívidas por meio dos cartórios de protesto, antes que os procedimentos entrem no litigioso. Esse modelo de conciliação será possível por meio do programa “Desjudicializando”, da Corregedoria Geral da Justiça (CGJAL), que será ampliado para todo o estado.
Para garantir a efetividade desse novo serviço, nesta quarta-feira (22), um termo de cooperação foi assinado por representantes do Judiciário alagoano, da Procuradoria Geral do Estado (PGE), Secretaria da Fazenda (Sefaz), Associação dos Notários e Registradores (Anoreg/AL) e Fundo Especial de Modernização do Poder Judiciário (Funjuris).
Para o juiz Anderson Passos, auxiliar da CGJAL, a utilização de mecanismos extrajudiciais de conciliação e composição contribui para que o Poder Judiciário possa funcionar, para a população alagoana, de forma mais efetiva, rápida e eficiente.
“A ideia é que possamos utilizar as serventias extrajudiciais, que têm uma capilaridade muito grande, para promover a conciliação com o pagamento facilitado dos débitos para com o estado. Dessa maneira, haverá uma diminuição considerável de processos no Judiciário e, consequentemente, celeridade ao cidadão”.
De acordo com o subprocurador-geral, Luis Fernando Damartine Souza, as expectativas quanto à expansão do programa são as melhores possíveis, uma vez que o objetivo é melhorar a cobrança de créditos em todo o estado, de forma pacífica.
“A gente acredita que com esse trabalho feito em conjunto com a Corregedoria, nós teremos uma efetividade muito boa. Também será de grande valia para o Estado recuperar seus créditos”.
De acordo com o presidente do Fundo Especial de Modernização do Poder Judiciário (Funjuris), Sóstenes Andrade, entre outras medidas, a desjudicialização de procedimentos objetiva diminuir a quantidade de processos do Poder Judiciário.
“Esse aditivo vai auxiliar o Judiciário, porque quando é colocado para o cartório, inclusive, com uma fase de conciliação antes do protesto em todo o estado de Alagoas, evita-se que uma demanda judicial aporte no Poder Judiciário”, comentou o presidente do Funjuris.
A reunião foi conduzida pelo juiz Anderson Passos e também contou com a presença da coordenadora da Procuradoria da Fazenda Estadual, Emmanuelle de Araújo Pacheco Marroquim, dos representantes da Anoreg/AL, Manuel Vilar Malta e Felipe Cajueiro, dos superintendentes da Sefaz, Alexandra Vieira e Luiz Augusto.
Os titulares dos cartórios extrajudiciais que têm competência de conciliar dívidas receberão capacitação pela Escola Superior da Magistratura (Esmal), para garantir que o procedimento seja efetivado de forma célere, sem ajuizamento da execução fiscal.
Niel Rodrigues – Ascom CGJ/AL
Segundo a Polícia Federal da Bahia, o dono da loja de armas Comercial Taurus de Arapiraca, recebeu R$ 700 mil em um ano de um dos investigados por tráfico de armas.
A investigação apontou também que a compra de munição ilegal do empresário ocorria há, pelo menos, três anos.
A decisão judicial que autorizou a operação diz que a quebra de sigilo telefônico e telemático dos investigados apontou de forma clara uma organização criminosa especializada no comércio ilegal de armas de fogo, munições e itens balísticos, constando que armas de fogo de uso restrito, como fuzis e espingardas calibre 12 semiautomáticas, também são negociadas pelo grupo criminoso.
Ainda segundo as investigações, esses armamentos são utilizados frequentemente em assalto a carros fortes e instituições financeiras, além de serem empregados em ações denominadas domínio de cidades, modalidade conhecida como "novo cangaço".
Suspensão de lojas de armas
Foi definida a suspensão das atividades econômicas das lojas Sport Tiro e Comecial Taurus. Segundo a decisão, os estabelecimentos "por meio de prepostos e sócios, facilitaram sobremaneira a circulação de armas e munições ilegais com inserção de dados fictícios referentes aos respectivos compradores".
Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, comercialização ilegal de armas e munições, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, com penas somadas que podem chegar a 35 anos de reclusão.
A operação foi denominada "Fogo Amigo". De acordo com a PF, o nome faz alusão ao fato de que os policiais integrantes da organização criminosa vendem armas e munições de forma ilegal para criminosos faccionados e que acabam sendo utilizadas contra os próprios órgãos de segurança pública.
Há vários pontos positivos sobre nossa mente imperfeita. Na imagem, uma silhueta humana de frente para o céu. — Foto: Getty Images (via BBC)
“A memória”, escreve o neurocientista Charan Ranganath em seu novo livro Why We Remember ("Por que nos lembramos", em tradução livre), “é muito, muito mais do que um arquivo do passado; é o prisma através do qual vemos a nós mesmos, aos outros e ao mundo”.
Ranganath é professor de psicologia na Universidade da Califórnia, na cidade de Davis, e passou os últimos 30 anos explorando os processos cerebrais por trás da nossa capacidade de recordar, de lembrar — e de esquecer.
Ele argumenta que muitas das nossas suposições comuns sobre a memória são equivocadas; suas aparentes falhas muitas vezes surgem de seus recursos mais úteis, criando uma flexibilidade cognitiva que tem sido essencial para a nossa sobrevivência.
Ele conversou com David Robson, jornalista especializado em ciência, a respeito desse conhecimento de ponta sobre o cérebro e as maneiras através das quais podemos usar esse saber para fazer melhor uso de nossas mentes perfeitamente imperfeitas.
- BBC - Seu livro está cheio de noções contraintuitivas. Vamos começar com a ideia da “aprendizagem baseada em erros”. Por que aprendemos melhor quando nos permitimos cometer erros?
Charan Ranganath - As memórias são formadas por meio de mudanças na força das conexões entre os neurônios. Algumas destas ligações não serão tão boas, enquanto outras serão mais fortes e eficazes.
O princípio da aprendizagem baseada em erros significa que, quando você tenta recuperar essas memórias, sua lembrança sempre será um pouco imperfeita.
E assim, quando o cérebro tenta extrair essa memória e você a compara com a informação real, essas redes podem enfraquecer os vínculos ruins e fortalecer os vínculos bons.
A implicação é que extrair o material que você está tentando aprender é a melhor maneira de aprender mais, porque expõe essas fraquezas e, portanto, dá ao seu cérebro a chance de otimizar essas memórias.
É por isso que técnicas de aprendizagem ativa — como dirigir por um bairro em vez de apenas procurá-lo no Google Maps, ou atuar em uma peça em vez de ler o roteiro repetidas vezes — são tão eficazes.
Nossa memória maravilhosamente falha faz parte da nossa identidade. — Foto: Getty Images (via BBC)
- BBC - Muitos de nós nos sentimos frustrados com as lacunas em nossa memória, mas você propõe que o esquecimento costuma ser benéfico. Por quê?
Ranganath - Uma analogia que gosto de fazer é imaginar que vou até sua casa e questiono: Por que você não é acumulador? Por que você simplesmente não guarda tudo?
Se não esquecêssemos nada, estaríamos acumulando memórias e você nunca conseguiria encontrar o que deseja, quando deseja.
No momento, estou hospedado em um hotel e não faria sentido lembrar o número deste quarto daqui a duas semanas. Da mesma forma, pense em todas as pessoas por quem você passa na rua. Você realmente precisa memorizar todos os seus rostos?
- BBC - Por que nos tornamos mais esquecidos à medida que envelhecemos?
Ranganath - O problema, à medida que envelhecemos, não é necessariamente que não possamos formar memórias, mas que não nos concentramos nas informações que precisamos lembrar.
Tornamo-nos mais distraídos e todas essas coisas fúteis surgem às custas do que importa. E assim, quando tentamos recordar essas memórias, não conseguimos encontrar a informação que procuramos.
- BBC - Que estratégias podemos usar para evitar isso e melhorar a qualidade das nossas memórias?
Ranganath - Existem três princípios básicos. Um deles é a distinção. Nossas memórias competem entre si e, portanto, quanto mais você conseguir fazer algo se destacar, melhor.
Memórias vívidas associadas a imagens, sons e sentimentos únicos — são elas que vão ficar por aqui. Portanto, focar nos detalhes sensoriais, em vez de ficarmos presos na cabeça, realmente nos ajuda a lembrar melhor.
A segunda estratégia é encorajar uma maior organização das suas memórias de uma forma que as torne mais significativas. No livro, discuto o método do “palácio da memória”, que envolve associar a informação que você deseja aprender com a informação que você já possui.
Em terceiro lugar, podemos criar pistas. Procurar uma memória é muito trabalhoso e algo sujeito a erros; é melhor que as memórias surjam em nossa cabeça. Criar dicas pode ajudar que isso aconteça.
Sabemos, por exemplo, que as músicas podem evocar naturalmente memórias de períodos específicos da sua vida. E há muitas outras dicas do dia a dia que você pode usar.
Se estou tentando me lembrar de levar o lixo para fora, vou me imaginar caminhando até a porta e depois olhar para a lata de lixo. Como resultado, quando eu chegar à porta na vida real, isso servirá como uma dica de que devo levar o lixo para fora.
'Pistas' no dia a dia podem turbinar a memória. — Foto: Getty Images (via BBC)
- BBC - Além de perdermos memórias, podemos eventualmente descobrir que nossas lembranças incluem detalhes falsos que não correspondem aos acontecimentos reais. Por que isso ocorre?
Ranganath - Temos “esquemas” que nos ajudam a lembrar com menos esforço.
Imagine que você acabou de ir ao banco. Você já tem muito conhecimento sobre os tipos de eventos que acontecem no banco e os tipos de coisas que não acontecem.
Isso permite restringir o alcance das informações que você precisa lembrar. Os esquemas atuam como o tecido conjuntivo que permite pegar esses novos [dados] e aplicá-los. Mas às vezes os esquemas preenchem muitos espaços em branco, com detalhes errados.
A segunda razão é que as memórias mudam com o tempo. Isso é muito importante, porque é desejável atualizar as memórias.
Se você viu um parente que não via há muito tempo e seu rosto mudou em relação à primeira vez que você o viu, você precisa criar uma memória mais precisa da aparência dele. Mas às vezes a nossa imaginação pode infiltrar-se na memória.
- BBC - De que forma a memória é um processo colaborativo?
Ranganath - Quando compartilhamos memórias com outras pessoas, isso pode fazer com que as memórias sejam atualizadas. Quando estou explicando um acontecimento para você, o ato de te contar aquela história pode mudar a maneira como me lembro dela.
Suas reações à maneira como conto a história, por exemplo, moldarão minha memória dela mais tarde; pode se tornar mais engraçada.
Ou você pode até me dar algumas informações adicionais — mas errôneas — que podem penetrar na minha memória: fico confuso entre o que realmente aconteceu e o que você me disse enquanto eu explicava o que aconteceu.
Eu diria que muitas das nossas memórias já não são [puramente] nossas: são memórias coletivas.
- BBC - Como sua pesquisa científica moldou sua relação com suas próprias memórias?
Ranganath - Escrever o livro, em particular, deu-me um incentivo para preservar a minha memória. Agora, estou tentando fazer exercícios regularmente e estou muito atento à minha dieta, para garantir que manterei minha saúde cognitiva na velhice.
Na prática o senador vai manter o mandato parlamentar.
Prevaleceu o voto do relator, ministro Floriano de Azevedo Marques. Votaram na linha do relator os ministros André Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Nunes Marques, Isabel Gallotti, Raul Araújo e o presidente da Corte,Alexandre de Moraes.
Após a decisão, Moro publicou uma mensagem em uma rede social onde comemorou a decisão. Segundo ele, diante do resultado, os votos que recebeu foram respeitados (leia texto completo no fim desta reportagem).
É possível recorrer no próprio TSE com os chamados embargos de declaração ou, se houver questão constitucional, ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Marques iniciou seu voto afirmando que o dever do julgador é se pautar por isenção e objetividade. Ao longo de uma hora e quarenta de voto, o ministro analisou cada acusação.
O relator sustentou que, em relação às condutas que levam à inelegibilidade e tratam de irregularidades de gastos, elas ficam configuradas quando há "gravidade" e "relevância jurídica do fato apurado".
Em relação a uma das acusações — de irregularidades em gastos eleitorais — o ministro pontuou que "a aprovação das contas de um candidato com ressalvas não acarreta necessariamente cassação e inelegibilidade".
Marques considerou que não houve provas do uso indevido dos meios de comunicação.
"Não restou caracterizada nos autos a caracterização do uso irregular ou abusivo dos meios de comunicação".
Sobre a suposta compra de apoio político, o ministro pontuou que, "em que pese as suspeitas sobre estes pagamentos, nem as alegações dos recorrentes, nem provas colhidas permitem um juízo isento de dúvida razoável sobre o fato".
Marques também não viu provas do desvio de finalidade, que teria ocorrido no suposto repasse irregular de recursos dos fundos partidário e de campanha.
"Não há prova clara e convincente no tocante às alegações do desvio de finalidade".
"Condenar alguém pela prática de caixa 2 ou lavagem de dinheiro baseado apenas em suposições tampouco é conduta correta condizente à boa judicatura", completou.
O ministro André Ramos Tavares foi o segundo a votar. Seguiu o relator.
"Registro que o caso em julgamento é permeado por elemento probatório que, a meu ver, é frágil", declarou o ministro.
A ministra Cármen Lúcia apresentou o terceiro voto. Seguiu o posicionamento de Marques. Ressaltou, no entanto, os gastos realizados na pré-campanha.
"O quadro que se mostra não é exatamente um modelo ético de comportamento na pré-campanha, que precisa ser levado em consideração", declarou.
"É preciso apenas alertar que esté período não é algo tolerável para qualquer tipo de comportamento", completou.
Cármen Lúcia pontuou, no entanto, que não há comprovação de irregularidades.
"Não se pode ter como comprovada, acima de qualquer dúvida nem que tenha havido gastos excessivos, nem que tenha havido lesão a erário público, ou mesmo abuso dos meios de comunicação, menos ainda dolo eventual eleitoral neste caso", pontuou.
O voto de Nunes Marques consolidou a maioria contra os recursos. Para o ministro, não há provas suficientes de irregularidades. Na sequência, os ministros Raul Araújo e Isabel Gallotti se associaram à maioria.
O presidente Alexandre de Moraes iniciou seu voto afirmando que é necessária uma alteração no sistema eleitoral brasileiro sobre a pré-campanha. Defendeu que é preciso uma "regulamentação melhor". O ministro também apontou que não há indícios de irregularidades.
Na prática, o tribunal regional manteve o mandato de Moro como senador.
O caso começou a ser julgado na última quinta-feira (16). Na ocasião, o relator, ministro Floriano de Azevedo Marques, apresentou um resumo do andamento do caso.
Na sessão desta terça, antes do voto do relator, os advogados dos envolvidos do processo e o Ministério Público Eleitoral apresentaram seus argumentos.
A disputa jurídica começou no Paraná, com a apresentação de duas ações de investigação eleitoral contra Moro e seus suplentes – Luis Felipe Cunha e Ricardo Augusto Guerra. Esse tipo de processo pode levar políticos à inelegibilidade por oito anos, ou seja, a proibição de concorrer a cargos eletivos nesse período.
Sergio Moro (União Brasil) durante a campanha de 2022, alvo das ações. — Foto: Amanda Menezes/RPC
Nas ações, o PL e a Federação Brasil da Esperança acusaram o grupo de irregularidades nos gastos realizados na pré-campanha e nos repasses de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral.
Para as siglas, houve abuso de poder econômico, uso indevido dos meios de comunicação, compra de apoio político e arrecadação ilícita de recursos na pré-campanha. O grupo pediu a cassação dos mandatos, a aplicação da inelegibilidade e nova eleição para cargo de senador no estado.
Ao recorrer ao TSE, o PL a Federação Brasil da Esperança reforçaram acusações de irregularidades e os pedidos para a condenação de Moro e de seus suplentes.
Já a defesa do parlamentar negou atos ilícitos e pediu a manutenção da decisão do tribunal no Paraná.
Após a decisão, Moro publicou um texto em uma rede social em que comemorou a decisão do TSE. Segundo o senador, dessa forma, os votos que recebeu foram respeitados.
"Os boatos sobre a cassação de meu mandato foram exagerados. Em julgamento unânime, técnico e independente, o TSE rejeitou as ações que buscavam, com mentiras e falsidades, a cassação do meu mandato. Foram respeitadas a soberania popular e os votos de quase dois milhões de paranaenses. No Senado, casa legislativa que integro com orgulho, continuarei honrando a confiança dos meus eleitores e defendendo os interesses do Paraná e do Brasil", escreveu o senador.
Enquanto ocorria a votação do TSE, Moro permaneceu em seu gabinete, no Congresso. Só saiu do local após o resultado da votação, mas não deu declaração. Enquanto caminhava em direção ao elevador, disse apenas: "temos que elogiar a independência do judiciário brasileiro."
O senador estava acompanhado de sua esposa, a deputada Rosangela Moro (União-SP).
A deputada também publicou um texto nas redes sociais após o resultado. Ela classificou o julgamento como " mais uma dura batalha" na vida dos dois.
“Vencemos! Mais uma dura batalha em nossas vidas. O TSE honrou os votos de quase dois milhões de eleitores do Paraná e reconheceu a absoluta correção da campanha eleitoral do senador Sergio Moro. Hoje é dia para enaltecer a justiça, agradecer aos familiares, amigos, eleitores e equipes que nos acompanharam a cada dia nessa jornada de injustiças. Que venham as próximas batalhas. Que os perdedores aprendam a aceitar a derrota, pois essa é a verdadeira essência da democracia", escreveu Rosangela.
A aprovação de forma simbólica acontece quando não há o registro individual de votos, porque o presidente da sessão pede aos parlamentares favoráveis à matéria que permaneçam como se encontram, cabendo aos contrários manifestarem-se. Esse tipo de votação acontece geralmente quando há acordo para a votação das matérias.

Senadores aprovam relatório final pedindo indiciamento — Foto: Agência Senado
Após a votação, o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), pediu para que o documento fosse encaminhado para a Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao diretor-geral da Polícia Federal (PF), ao Ministério Público Federal (MPF), e à Defensoria Pública e Ministério Público de Alagoas (MP-AL).
O relator da CPI, senador Rogério Carvalho, afirmou que a comissão teve como base três eixos centrais: a investigação das causas do afundamento do solo; a caracterização de Maceió como caso para avaliação de todo sistema de regulação das atividades minerárias no Brasil; a realização da justiça para 60 mil pessoas atingidas pelo crime ambiental.
"Quero aqui registrar a importância do Grupo de Trabalho [GT] de Alagoas, que inclui o Ministério Público Estadual, [o Ministério Público] Federal e as Defensorias [Pública]. É fundamental que este Grupo de Trabalho continue cumprindo o seu papel e que o Ministério Público possa, diante desse relatório, dar continuidade às atividades dessa CPI", declarou o senador.
Além dos três pontos, Carvalho registrou ainda um quarto ponto: o da importância da necessidade da urgência de uma nova consciência sobre a fragilidade humana diante da natureza.
"Dói principalmente reconhecer, nos depoimentos, as muitas histórias que ouvimos durante este inquérito parlamentar. Gente que lutou décadas para construir uma casa que teve que abandonar de um dia para o outro. Gente que nasceu e sempre viveu no mesmo bairro, hoje transformado em cidade fantasma. Gente que teve de deixar para trás os vizinhos, a identidade e toda uma história. E por que? No caso de Maceió, porque algumas pessoas inconsequentes em busca do lucro rápido e fácil acreditaram que poderiam escavar a terra de qualquer jeito, sem se importar com a população que morava em cima" , disse Rogério Carvalho.
As primeiras rachaduras nos imóveis e ruas do bairro do Pinheiro sugiram em 2018. O problema se agravou, afetou outros quatro bairros e levou à evacuação dos locais atingidos. No dia 10 de dezembro de 2023, uma das 35 minas da Braskem ruiu sob a Lagoa Mundaú, no Mutange.
A Comissão também recomendou no relatório medidas como a revisão de contratos firmados entre as vítimas e a mineradora.
Recomendações da CPI aos órgãos públicos
- Revisão do Acordo de Compensação Financeira e Apoio à Realocação
- Ampliação do Mapa de Linhas e Ações Prioritárias
- Redefinição da propriedade da área afetada
- Reestruturação e provisionamento da Agência Nacional de Mineração (ANM)
- Realocação da unidade da Braskem da região do Pontal da Barra
- Conservação e despoluição do complexo estuarino-lagunar Mundaú-Manguaba
- Elaboração imediata do Plano Diretor de Maceió e do Plano de Mobilidade Urbana Municipal
- Instalação de memorial à cidade atingida pela mineração
- Revisão do valor venal dos imóveis vizinhos à área de risco
- Revisão dos financiamentos imobiliários da área vizinha
- Acompanhamento da aplicação dos recursos recebidos pela Prefeitura de Maceió
- Acompanhamento do Hospital da Cidade
- Marcelo de Oliveira Cerqueira, diretor-executivo da Braskem desde 2013, e atualmente vice-presidente executivo de Manufatura Brasil e Operações Industriais Globais;
- Alvaro Cesar Oliveira de Almeida, diretor industrial de 2010 a 2019;
- Marco Aurélio Cabral Campelo, gerente de produção;
- Galileu Moraes, gerente de produção de 2018 a 2019;
- Paulo Márcio Tibana, gerente de produção de 2012 a 2017;
- Paulo Roberto Cabral de Melo, gerente-geral da planta de mineração de 1976 a 1997;
- Adolfo Sponquiado, responsável técnico da empresa no local de mineração entre 2011 e 2016;
- Alex Cardoso da Silva, responsável técnico em 2007, 2010, 2017 e 2019.
Além dos indiciados citados nominalmente pelo Senado Federal, a CPI recomendou o indiciamento de três engenheiros por apresentarem, segundo o relator Rogério Carvalho, um laudo enganoso ou falso. Essa prática é prevista como delito na Lei de Crimes Ambientais.
A CPI também recomendou que a Braskem e outras duas empresas ligadas à ela fossem indiciadas. Os nomes dessas empresas também não foram divulgados.

Universidade Federal de Alagoas (UFAL) lança edital de concurso público — Foto: Reprodução/TV Gazeta
A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) publicou, nesta terça-feira (21), o edital de concurso público para cargos de nível médio e superior. Os salários chegam a até R$4.556,92.
O certame oferta 33 vagas (veja lista de cargos mais abaixo). As provas foram marcadas para o dia 4 de agosto (clique para baixar o edital).
- Início: 27/05/2024
- Fim: 26/06/2024
- R$130,00 (médio)
- R$160,00 (superior)
Cargos de nível superior, quantidade de vagas e salários
- Assistente social - 1 vaga - R$ 4.556,92
- Enfermeiro -- 1 vaga - R$ 4.556,92
- Engenheiro/Área Florestal -- 1 vaga - R$ 4.556,92
- Médico/ Área: Medicina do Trabalho -- 1 vaga - R$ 4.556,92
- Médico/ Área: Ortopedia -- 1 vaga - R$ 4.556,92
Cargos de nível superior, quantidade de vagas e salários
- Assistente em Administração - 25 vagas - R$ 2.667,19
- Técnico de Laboratório/ Área: Biologia - 1 vaga - R$ 2.667,19
- Técnico de Laboratório/ Área: Química - 1 vaga - R$ 2.667,19
- Técnico de Laboratório/ Recursos Pesqueiros - 1 vaga - R$ 2.667,19

Um acidente envolvendo um carro de luxo, uma BMW Z-4 avaliada em meio milhão de reais, e um caminhão-guincho foi flagrado, nesta terça-feira (21), em um trecho da BR-423, no município de Delmiro Gouveia, em Alagoas.
De acordo com informações, o veículo, que era uma premiação da Rifa dos Gêmeos, estava sendo guinchado para o estado da Bahia, onde seria entregue ao ganhador da rifa.
Segundo testemunhas, o caminhão que levava a BMW acabou se desgovernando, que gerou danos expressivos tanto ao veículo de luxo, quanto ao caminhão-guincho.
Ainda é desconhecido o motivo da perda de controle, porém acredita-se que o motorista do caminhão tenha cochilado no volante. A causa exata ainda será investigada.
O condutor foi levado ao Hospital Regional do Alto Sertão (HRAS) onde está internado para a realização dos procedimentos médicos. Segundo publicação dos "Gêmeos" o motorista manteve contato e está bem.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que foi acionada até o local e confirmou a ocorrência.
Policiais militares da Bahia e Pernambuco, CACs e lojistas são alvos de uma operação da Polícia Federal (PF) realizada nesta terça-feira (21) por suspeita de integrar uma organização especializada em vender armas e munições ilegais para facções criminosas nos dois estados e em Alagoas.
Durante a operação, são cumpridos 20 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão.
A ação integrada é realizada pela PF e pelo Ministério Público da Bahia. A operação conta com apoio da Polícia Civil da Bahia, das polícias Militar da Bahia e de Pernambuco, além do Exército Brasileiro.
As cidades onde os mandados são cumpridos são Juazeiro (BA); Salvador (BA); Santo Antônio de Jesus (BA); Porto Seguro (BA); Lauro de Freitas (BA); Petrolina (PE); Arapiraca (AL).
Foi determinado também o sequestro de bens e bloqueio de valores de até R$ 10 milhões dos investigados, além da suspensão da atividade econômica de três lojas localizadas em Juazeiro, Petrolina e Arapiraca, que comercializavam material bélico de forma irregular.
Durante a deflagração da operação, o Exército Brasileiro fiscalizou outras lojas que vendem armas, munições e acessórios controlados nos municípios de Juazeiro, no norte da Bahia, e Petrolina, no sertão de Pernambuco.
Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, comercialização ilegal de armas e munições, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, com penas somadas que podem chegar a 35 anos de reclusão.
DENOMINAÇÃO
A operação foi denominada "Fogo Amigo". Segundo a PF, o nome faz alusão ao fato de que os policiais integrantes da organização criminosa vendem armas e munições de forma ilegal para criminosos faccionados, que acabam sendo utilizadas contra os próprios órgãos de segurança pública.
A Polícia Federal informou que o caso continuará a ser investigado na tentativa de descobrir a real amplitude da suposta organização criminosa e identificar outros integrantes.

Foto: Redes Sociais
Atualização às 08h20, 21/05.
Faleceu nesta segunda, 20, o empresário Gilson Veiga. A informação foi confirmada através das redes sociais pelo filho de Gilson, Gerson Neto. "Te amo hoje e sempre meu pai!", postou Neto.
Gilson era filho do saudoso empresário Gerson Raimundo, irmão do ex-deputado Gervásio Raimundo.
Gerson Raimundo foi um empresário e agropecuarista bem-sucedido nas décadas de 1980 e 1990, quando manteve a Loja Frigidaire, no Calçadão da Fernandes Lima, no centro de Palmeira dos Índios. Gilson administrava a empresa junto ao pai.
Foi Presidente do CSE na década de 90. O Clube divulgou nota nas redes sociais manifestando condolências aos familiares. Sempre com o espírito empreendedor, Gilson passou a trabalhar na locação de máquina agrícolas. Administrou um lava-jato nas proximidades da feira livre. Nos últimos anos cuidou de empreendimentos pessoais na zona rural.
A Rádio Vitório FM, externa os sentimentos aos amigos e familiares.
O velório está acontecendo no Campo Santo, onde acontecerá o sepultamento às 15h00 desta terça, 21.
Desembargadores Orlando Rocha, Márcio Roberto e Carlos Cavalcanti conduziram as entregas nesta segunda (20). Fotos: Cortesia
O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJA) entregou, nesta segunda (20), mais 548 títulos do programa de regularização fundiária, Moradia Legal. Foram beneficiadas 195 famílias em Girau do Ponciano, 127 em Estrela de Alagoas e 226 em Joaquim Gomes.
O vice-presidente do TJAL, desembargador Orlando Rocha Filho, conduziu a entrega da documentação na cidade de Estrela de Alagoas, o coordenador do programa Moradia Legal, desembargador Carlos Cavalcanti entregou em Joaquim Gomes, e o desembargador Márcio Roberto Tenório realizou a entrega em Girau do Ponciano.
A sexta edição do programa Moradia Legal entregou 4.932 títulos em 33 municípios alagoanos.
Foram eles: São Miguel dos Campos (286 títulos), Palmeira dos Índios (280), Tanque D’arca (26), Campo Alegre (151), Japaratinga (44), Girau do Ponciano (475), Rio Largo (380), Delmiro Gouveia (122), Capela (72), Major Isidoro (08), Viçosa (140), São Miguel dos Milagres (53), Piranhas (114),
Taquarana (109), São José da Laje (173), Colônia de Leopoldina (130), Igaci (89), Coqueiro Seco (85), Arapiraca (230), Craíbas (43), Maragogi (120), Cajueiro (60), Coruripe (55), Chã Preta (104), Quebrangulo (53), Feliz Deserto (37), Girau do Ponciano (280 na 1ª fase e 195 na 2ª fase), Estrela de Alagoas (127) e Joaquim Gomes (226).
Em 2023, foram entregues 1.140 títulos e participaram do programa os municípios de Marechal Deodoro (136), Quebrangulo (200), Teotônio Vilela (521) e Arapiraca (283).
Rural Legal
Instituído na atual gestão pelo Ato Normativo Conjunto nº 5 de 30 de maio de 2023, o projeto Rural Legal entregou a documentação de propriedades rurais dos municípios de Pão de Açúcar (73), São José da Tapera (20) e Paulo Jacinto (76), totalizando 169 títulos.
Diretoria de Comunicação – Dicom TJAL
Nesta segunda-feira (20), a BRK Ambiental divulgou que está com cinco vagas abertas para as áreas de administração contratual, comercial, sustentabilidade e manutenção de redes. As inscrições podem ser realizadas até a próxima segunda (27).
De acordo com a empresa, todas as oportunidades são elegíveis para Pessoas Com Deficiência (PCDs) e estão disponíveis no link www.brkambiental.com.br/trabalhe-conosco. O processo de seleção será conduzido por meio de triagem curricular, análise de requisitos e entrevista. Também poderão ser aplicados testes adicionais.
"Além do salário, a BRK oferece uma série de benefícios aos funcionários, como plano de saúde nacional, plano odontológico, vale-refeição ou alimentação, seguro de vida, previdência privada com aporte da empresa, vale transporte, programa online de saúde, nutrição e psicoterapia, day off de aniversário, licença maternidade e paternidade estendida, participação nos lucros e resultados, entre outros", explicou a BRK.
Confira o passo a passo para fazer a inscrição:
1. Acesse o link www.brkambiental.com.br/trabalhe-conosco;
2. Desça até a opção ‘Nossas Vagas’ e clique em ‘Recrutamento externo – Sou candidato’ no final da página;
3. No campo ‘Estado’, selecione a opção ‘Alagoas’ para visualizar as vagas disponíveis para a Região Metropolitana de Maceió;
4. Escolha a vaga desejada e clique em ‘Inscrever-se’;
5. Preencha as informações solicitadas para criar um login com e-mail e senha pessoal. O candidato estará habilitado para seguir com a inscrição somente após o cadastro;
6. Cadastre seu currículo, siga os passos para efetivar a inscrição e acompanhe a evolução do processo seletivo.