
Policiais Civis da 5ª Delegacia Regional de Polícia (5ª DRP), com apoio da equipe do Segmento de Homicídios e Proteção à Pessoa de Palmeira dos Índios, prenderam, nessa quarta-feira (23), na cidade de Palmeira dos Índios, um homem de 25 anos, acusado de diversos crimes sexuais contra um menino de 10 anos.
A vítima reside em São Paulo e os crimes foram cometidos por meio de um aplicativo de mensagens.
O autor enviava nudes e pedia nudes à vítima.
O inquérito policial foi instaurado e o acusado vai responder pelos crimes de estupro de vulnerável virtual, armazenamento e produção de pornografia infantil, que envolve intimidade do menino.
Um homem suspeito de crimes de homicídio e tráfico de drogas morreu após trocar tiros com a polícia durante uma operação realizada por equipes de Alagoas e Sergipe, nessa quarta-feira (23). Ele chegou a ser socorrido para o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), mas não resistiu.
A ação ocorreu no município de Santo Amaro das Brotas (SE), durante o cumprimento de mandados de prisão no âmbito da Operação Renorcrim.
O alvo da força-tarefa era procurado por diversos crimes, incluindo um homicídio cometido em novembro de 2024, no centro de Aracaju, quando atirou contra um homem após uma discussão em plena luz do dia. Além do crime em Sergipe, ele era investigado pela Polícia Civil de Alagoas por envolvimento com o tráfico de drogas, o que motivou a expedição de um mandado de prisão preventiva naquele estado.
Segundo as autoridades, o suspeito já havia escapado no início deste mês da Operação Epílogo, deflagrada pela Polícia Civil de Alagoas. Desde então, as investigações continuaram e culminaram na sua localização nessa quarta-feira.
A operação envolveu equipes do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) da Polícia Civil de Alagoas.
A Polícia Civil reforça que a população pode colaborar com as investigações por meio do Disque-Denúncia 181. O sigilo é garantido.
Após a onça-pintada que matou o caseiro, Jorge Ávalo, 60 anos, em Aquidauana (MS), retornar ao local de ataque, o parente da vítima fez alerta sobre novos ataques do felino, na região do Pantanal. Segundo ele, a onça pode matar mais pessoas, caso não seja capturada.
Em áudio enviado a outros moradores da região, ele conta que a onça retornou atrás da caça e revirou o local do ataque e invadiu a peixaria onde Jorge atuava
“Revirou tudinho onde largaram o restante do Jorge no plástico, passou por cima, foi la onde estava as coisas [cérebro] da cabeça dele, andou tudo lá. Ela vai comer gente lá ainda se não der um jeito”, diz o parente.
Um homem de 30 anos foi preso, nesta quarta-feira (23), após lançar pedras na residência da ex-companheira e ameaçá-la de morte, no bairro Salvador Lyra, na parte alta de Maceió. A prisão foi realizada por agentes da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM2), sob o comando da delegada Kelly Kristynne.
De acordo com as investigações, o acusado já havia descumprido a medida protetiva de urgência em outras ocasiões. Em fevereiro, ele foi até a casa da vítima, uma jovem de 19 anos, com a justificativa de ver a filha do casal. Na ocasião, fez ameaças afirmando que “se ela não fosse dele, não seria de mais ninguém”.
Um dos episódios ocorreu em 16 de março, quando o homem retornou ao imóvel, atirou pedras contra a residência da ex-companheira e permaneceu do lado de fora, mesmo proibido por ordem judicial. Além do dano ao patrimônio, ele voltou a ameaçá-la de morte.
O suspeito foi conduzido ao sistema prisional e ficará à disposição da Justiça.
A empresária alagoana Giuliana Omena, que tem uma loja de roupas em Maceió, capital alagoana, denunciou o ex-marido e sócio Igor Fabiano Santana, por violência doméstica, física, psicológica e patrimonial. Devido aos episódios de agressão e por temer por sua vida, a mulher decidiu fugir do país.
Em vídeos viralizados nas redes sociais, Giuliana expôs que durante o relacionamento com Igor Fabiano, ela sofreu traições, teve que conviver com outras mulheres dentro da casa e da loja do casal e sumiço de dinheiro. Ela tem 33 anos e é empreendedora desde os 17, mesma época em que começou a namorar Igor.
“Eu temo pela minha vida, do que pode acontecer. Eu vivi um relacionamento abusivo durante muitos anos. Apesar de ser completamente contrário do que vocês viam nas redes sociais e do que eu mostrava. E até eu mesmo demorei a entender as nuances do que é um relacionamento abusivo, do que é uma violência doméstica, na minha cabeça eu achava que eu vivia episódios isolados. O que definitivamente não foi", contou Giuliana.
Segundo a empresária, em quase 16 anos de relacionamento os abusos aconteceram centenas de vezes. Mas ela conta que não enxergava que vivia um relacionamento abusivo, já que não sofria agressão física.
O g1 tentou localizar a defesa de Igor Santana, mas não havia conseguido até a última atualização dessa reportagem.
Em mensagens divulgadas pela empresária, ela relata que o ex-marido jogou uma cadeira para atingir a mãe dela, dentro da loja onde tinha funcionários, inclusive uma grávida, e clientes.
“O meu ex-marido quebrar meu escritório enquanto a minha loja estava aberta, em pleno funcionamento, em dezembro do ano passado, já era uma violência. Todos os meus colaboradores ouviram o que aconteceu. Clientes ouviram os chutes e socos na porta e a gerente da minha loja, que é familiar do meu ex-marido, disse que estávamos tendo uma obra. E eu só pensava que não queria passar vergonha de, depois de tantos anos trabalhando e me dedicando, eu não queria que uma viatura chegasse na porta da minha loja e levasse [ele] preso. Essa não era a minha intenção. A obra era o meu escritório sendo quebrado e eu sendo intimidada”, informou Giuliana.
Nas imagens é possível ver a parede próxima à porta com rachaduras e objetos quebrados.
A reportagem do g1 entrou em contato com a advogada de Giuliana, que explicou que ela está muito abalada com a situação. Segunda Amanda Montenegro, a empresária passou 15 dias fora do país e já está de volta a Maceió para prestar depoimento na próxima sexta-feira (25). Giuliana voltou para Alagoas na última terça (22).
"Muito abalada psicologicamente, precisou sair do país. Inclusive ele estava até passando a conta pessoal dele para receber valores. Desviando valores. Queremos que ele seja condenado com o rigor da lei e que ela tenha restituído o patrimônio, quebra de sigilo bancário em um sistema orquestrado com ajudas de terceiros dentro da loja", disse a defesa.
A advogada informou também que Igor só passou a integrar o quadro societário da empresa em 2023, após Giuliana assinar um documento sem ter ciência. Há relatos que uma cunhada de Igor, que é gerente da loja, recebe altos valores com o dinheiro desviado da loja e com venda de patrimônios de Giuliana, como carros.
Durante o relato, Giuliana Omena também informou que chegou a adoecer por acreditar que não haveria nada que pudesse salvá-la. Segundo ela, o ex-marido chegou a jogar um celular para atingi-la no rosto, além de uma agressão dias após a empresária passar por uma cirurgia.
A mulher disse que pessoas que estavam ao redor dela e do ex-marido corroboravam com a situação, dizendo que as agressões eram comuns e ações como "fazer café da manhã" e "dar rosas" era uma troca justa e equilibrada para compensar a violência. Ela contou que se sentia culpada quando ouvia essas coisas.
“Com quatro dias que eu estava operada de uma cirurgia de grande porte, eu fui chacoalhada, toda costurada, na frente da minha colaboradora que trabalhava comigo há anos, na minha casa. Eu pedi para ela pegar um dinheiro que eu tinha na minha bolsa, R$ 235, porque se de alguma forma ele me ameaçar, ameaçar a minha integridade física sem que eu possa me defender, você pede um carro por aplicativo e me ajuda a fugir. E foi muito triste para mim viver isso durante muitos anos e não reconhecer”, lamenta Giuliana.
A empresária também denuncia casos de violência patrimonial, que é um dos cinco tipos de violência previstos na Lei Maria da Penha, que protege vítimas de agressões doméstica e familiar. Diferente de outros tipos de violência, a patrimonial não é tão divulgada.
A legislação diz que esse tipo de abuso acontece quando “qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades".
Ela afirmou que esse tipo de violência é a que mais a amedronta. Giuliana afirmou ainda que, apesar das contas serem no nome dela, ela não tinha controle sobre a movimentação, chegando até a precisar comprar pão e não ter dinheiro.
“Eu nunca tive acesso a nenhuma conta bancária. Eu nunca tive acesso a um pix. Hoje eu entendo que isso também foi uma forma de controle. Não tinha cartão de crédito, não tinha nada. Eu não tinha autonomia. Eu posso falar das centenas de vezes que a minha colaboradora, que trabalhava comigo na minha casa, comprou pão para a gente tomar café da manhã porque eu não tinha dinheiro”, disse a empresária.
Giuliana contou também que apesar das conquistas materiais, ela nunca teve acesso efetivamente a um bem.
“Se eu comprasse um apartamento eu não sabia quanto custou, em que andar ele era, qual era o número do apartamento, e muitas pessoas corroboraram com isso. Eu tinha uma empresa para gerir e o financeiro da minha empresa era terceirizado. Mas toda vez que eu buscava informações a respeito do setor financeiro da minha empresa, me era negado. Eu era humilhada”.
Segundo ela, a última briga aconteceu porque um prestador cobrou um serviço realizado e que já tentava contato com o ex-marido dela há cerca de um mês. Ao ser cobrada, ela se sentiu envergonhada e pediu para o ex-companheiro fazer o pagamento e deixar ela em paz.
“Ele insistiu, insistiu [para que eu perdesse o controle]. Quando eu grite, ele pegou o celular me filmou e disse ‘eu vou mostrar para todo mundo que você é uma louca, é uma desequilibrada’. E aí vem, talvez, a parte mais decepcionante de tudo isso, que foi mais um motivo que me fez sair do Brasil e vir para cá. Ele pretendia me internar em uma clínica psiquiátrica e já tinha externado [essa vontade] para terceiro, inclusive para a minha melhor amiga. Ele estava tentando conseguir um laudo meu de insanidade mental”.
A empresária contou que era um costume do ex-marido sair de casa ir para um outro imóvel deles sempre que os dois brigavam. Durante esse período ele não exerceria as funções da empresa que deveria, o que fez ela aguentar muita coisa calada para não jogar o trabalho no lixo.
“Ele saiu e casa e me deixou sem nem um real, com 30 dias de operada. Eu estava sem carro, sem cartão de crédito, não tinha pix e nem dinheiro ‘vivo’ [em espécie]. Isso foi em um sábado à noite e no domingo eu achei que não dava mais para aguentar tudo e tomei coragem para contar para o meu irmão tudo o que eu passava. Meu irmão parou a vida dele para segurar na minha mão e me dizer que eu conseguiria sair disso. Eu não acreditava que tinha saída”,desabafa.
Empresário mostrou a porta do escritório dela que foi quebrada durante discussão com ex-marido — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Giuliana Omena disse que ex-marido tentou alegar que ela sofria problemas psicológicos — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Nesta quarta-feira (23/4), um terremoto de magnitude 6,2 na escala Richter atingiu Istambul, capital da Turquia. Além dele, uma série de pelo menos cinco tremores também afetou diversos bairros do país, gerando preocupação e alerta na população.
Segundo o Serviço Geológico dos EUA (USGS, na sigla em inglês), o fenômeno natural ocorreu a uma profundidade de 21 km, e os tremores foram sentidos na maior cidade da Turquia às 12h49 (6h49, no horário de Brasília).
Além disso, diversos prédios balançaram na capital por conta dos tremores, resultando na evacuação de pessoas que estavam nos edifícios. O epicentro do fenômeno foi em Silivri, um distrito da cidade. Segundo o governo da Turquia, pelo menos 151 pessoas ficaram feridas – várias ao pular de janelas ou sacadas por conta do medo.
De acordo com o Centro Sismológico Euromediterrâneo (ESMC), também foram registrados outros 51 tremores secundários, e, entre os mais potentes, dois tiveram magnitude 5,0 e o terceiro, 4,5.
Por meio da rede social X (antigo Twitter), o ministro dos Transportes e Infraestrutura, Abdulkadir Uraloğlu, informou que as inspeções não revelaram danos ou problemas em metrôs, rodovias, aeroportos ou trens.
“Nossas equipes continuam realizando atividades gerais de varredura e controle em campo. Que Deus proteja nosso país e nossa querida nação de todos os tipos de desastres”, escreveu.
O ministro do Interior da Turquia afirmou que “a Presidência de Gestão de Desastres e Emergências (AFAD) e todas as equipes de instituições relevantes iniciaram as varreduras na região”
O CSE vive um momento de instabilidade e insegurança jurídica, com dois grupos disputando o comando da diretoria do clube. De acordo com a nota, o estádio está passando por melhorias e os repasses estão suspensos.
"A Prefeitura de Palmeira dos Índios vem a público informar que está suspendendo, temporariamente, o repasse de recursos públicos para o CSE e vai aguardar que a Justiça Comum, Desportiva, Federação Alagoana de Futebol ou até mesmo a CBF possam assegurar a legitimidade de quem verdadeiramente e/ou legitimamente, representa o Clube Tricolor"- informa um trecho da Nota.
Leia na integra
Nota Pública
A Prefeitura de Palmeira dos Índios informa:
Considerando o momento de instabilidade e insegurança jurídica entre os grupos que disputam o comando da diretoria do Clube Sociedade Esportiva (CSE);
Considerando o fato de não haver entendimento entre os dois grupos que se declaram diretores e o impasse entre quem realmente representa o CSE junto ao Poder Público e teria acesso às contas bancárias para honrar compromissos com atletas e fornecedores;
Considerando as denúncias feitas de ambos os lados sobre a utilização “indevida” de recursos do CSE, inclusive recursos públicos para o incentivo ao desporto e lazer, entre outros;
Considerando que o acesso às contas do CSE está bloqueado, momentaneamente, devido aos impasses acima mencionados e a falta de entendimento entre os diretores do clube,
A Prefeitura de Palmeira dos Índios vem a público informar que está suspendendo, temporariamente, o repasse de recursos públicos para o CSE e vai aguardar que a Justiça Comum, Desportiva, Federação Alagoana de Futebol ou até mesmo a CBF possam assegurar a legitimidade de quem verdadeiramente e/ou legitimamente, representa o Clube Tricolor.
Informa ainda que devido ao clima de animosidade e, para preservar a segurança e a integridade de todos, o Estádio Municipal Juca Sampaio passará por manutenção e ajustes, visando garantir as condições mínimas do Estádio para os dias dos jogos do time no sub-20 ou outro campeonato de base. Portanto, o acesso será controlado e limitado temporariamente. A medida visa conter e evitar a escalada de disputas, insultos ou violência nas dependências do Estádio Municipal que é patrimônio do município.
Por fim, torce que este momento de indefinições, disputas, acusações e insultos seja superado e que o CSE volte a dar alegrias à torcida e a Palmeira dos Índios, escrevendo em sua biografia novas histórias no futebol alagoano e brasileiro.
Publique-se
Cumpra-se
Registre-se
Arquive-se
Atenciosamente,
Prefeitura de Palmeira dos Índios, 23 de abril de 2025
O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, foi afastado da sua função nesta quarta-feira (23) após operação da Polícia Federal (PF) que investiga fraudes na entidade.
Ele é alvo de buscas por parte dos investigadores. Segundo a PF, entidades que representavam aposentados e pensionistas descontaram irregularmente parte de mensalidades associativas aplicadas sobre benefícios previdenciários.
A operação é considerada uma das mais importantes e delicadas da PF. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius Carvalho, — os dois órgãos estão juntos na operação — avisaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a operação ser deflagrado.
Isso simboliza o tamanho do problema que o INSS vai enfrentar . E como o governo precisará reagir , diante do tamanho da fraude e da necessidade e proteger os aposentados de situações como essa. A reunião foi no Alvorada. Neste momento uma segunda reunião está em andamento no ministério da Justiça.
A maioria das pessoas, 36,7%, avalia o governo como “péssimo” e 11,3% consideram “ruim”. Os pesquisados que avaliam a gestão como“ boa” ou “ótima” são, respectivamente, 18,8% e 7,8%. Os outros 24,4% entendem a gestão como “regular”. Por fim, 1% dos entrevistados não sabem/não opinaram.
Foram entrevistadas 2.020 pessoas de 16 a 19 de abril de 2025 em 160 municípios e nos 27 entes federativos. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de grau de confiança. Eis a íntegra (PDF – 386 kB)
Lula perde para Bolsonaro
Na 3ª feira (22.abr) o Paraná Pesquisas mostrou Jair Bolsonaro (PL) à frente da corrida pelo Palácio do Planalto em 2026. Segundo o estudo, ele venceria Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 1º e no 2º turnos, caso seja liberado para concorrer. Hoje, o ex-presidente está inelegível por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Na 1ª simulação estimulada, com 6 candidatos, Bolsonaro tem 38,5% das intenções de voto, contra 33,3% de Lula. O ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) aparece em 3º lugar, com 9,7%. Eis a íntegra (PDF – 509 kB).
Já no 2º cenário, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) ocupa o lugar do marido. Ela tem, segundo o estudo, 31,7% dos votos e empata tecnicamente com o atual presidente da República, que pontua 33,7%.
A pesquisa ouviu 2.020 pessoas em 160 municípios das 27 unidades da Federação de 16 a 19 de abril de 2025, em entrevistas presenciais. A margem de erro do estudo é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%.
Um homem identificado como Arthur Ramalho Lima, de 31 anos, morreu, nesse domingo (21), no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca, após sofrer um acidente de trabalho no último sábado (20), em um lava a jato no município de Delmiro Gouveia, onde morava.
De acordo com informações de familiares, Arthur estava trabalhando quando escorregou e caiu dentro de um dique, batendo a cabeça. Ele foi socorrido e levado inicialmente ao hospital de Delmiro Gouveia, mas devido à gravidade do ferimento, precisou ser transferido para o hospital em Arapiraca.
Os reús Mary Jane Araújo Santos e Karlo Bruno Pereira Tavares, conhecido como “Bruninho” irão a júri popular sob acusação do homicídio de Roberta Dias, ocorrido em 2012. O julgamento ocorre nesta quarta-feira (23), a partir das 9h e deve durar até sexta-feira (25). O júri será conduzido pelo magistrado Lucas Dória, titular da 4ª Vara da Comarca de Penedo.
Roberta Costa Dias desapareceu em abril de 2012, quando tinha 18 anos. O motivo do crime seria a criança que ela estava esperando do filho de Mary Jane. Saullo, com quem Roberta teve um relacionamento, tinha 17 anos e a gravidez era indesejada por sua família. Ele e a mãe teriam atraído a vítima para uma rua nas proximidades do posto de saúde, onde a jovem tinha ido se consultar.
A ossada de Roberta Dias só foi encontrada nove anos depois do assassinato, na Praia do Pontal do Peba, na cidade de Piaçabuçu. Foi a mãe dela que, após saber que um crânio foi localizado naquela região, providenciou uma escavadeira para recolher os restos mortais da filha. Pouco depois, a polícia foi chamada e acionou a Perícia Oficial, que comprovou, após realização de exame, que se tratava, de fato, de Roberta Dias.
Julgamento
No primeiro dia do júri, 23, serão ouvidas as oito testemunhas de acusação arroladas pelo MPAL. Em seguida, dia 24, será a vez dos depoimentos das testemunhas de defesa e, na sequência, o interrogatório dos réus. Os debates entre o promotor Sitael Jones Lemos e os advogados de Karlo Bruno e Mary Jane ocorrerão no dia 25. Acusação e defesa terão, cada um, duas horas e meia e fala, com a possibilidade de irem à réplica e tréplica.
Os dois réus foram denunciados por homicídio triplamente qualificado – motivo torpe (mãe e filho não aceitavam a gravidez e planejaram o assassinato), meio cruel (morte por asfixia) e sem chance de defesa à vítima, além de aborto provocado por terceiro, que ocorre quando há perda do feto provocada por outra pessoa, que não a genitora. Eles também respondem pelos crimes de ocultação de cadáver e corrupção de menores, uma vez que envolveram Saullo, o adolescente infrator, na trama.
O terceiro envolvido, Saullo não foi denunciado, pois era menor de idade, e foi representado na Vara da Infância e da Juventude.
Áudio de confissão
Um áudio confessando o crime voltou a circular na internet nesta semana foi divulgado em 2016 e periciado pela Polícia Federal no mesmo ano. No registro de voz, Karlo Bruno admite como matou Roberta e detalha a participação de Saullo no crime.
“A gente foi lá né, aí pegamos uma enxada. Uma enxada do cabo até pequeno, assim, que cabe na mala. Uma enxada e uma pá. E a extensão de som, que já era né a arma. E eu já saí daquela casa, ele botou o carro, o golzinho de ré, ali, e eu já saí dali na mala”, diz Bruno em trecho do áudio.
Tese do Ministério Público
Representando o Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) no papel da acusação, estará o promotor de Justiça Sitael Jones Lemos, 4ª Promotoria de Justiça de Penedo, o mesmo autor da denúncia ajuizada em 2018.
“Os autos mostram que a Roberta foi atraída por Saullo, namorado dele à época, ao local do seu desaparecimento, nas proximidades do posto de saúde onde a vítima tinha ido para consulta de pré-natal, uma vez que estava no 3º mês de gestação. Ele estava em um veículo Gol, de cor preta, que escondia no porta-malas o outro criminoso, o Karlo, responsável por enforcar a Roberta com um fio. O assassinato foi premeditado e contou com a participação tanto de Mary Jane Araújo Santos, mãe de Saullo, quanto do próprio adolescente infrator, filho dela. Eles não aceitavam a gravidez e, diante da negativa da vítima em fazer um aborto, resolveram assassinar mãe e o feto”, argumentou o promotor Sitael Jones.
Ainda conforme a ação penal proposta pelo MPAL, Mary Jane teria procurado Roberta nos dias anteriores à data do seu desaparecimento para convencê-la a provocar o aborto, o que foi descartado pela vítima.
“Assim, revoltada, ela contratou Karlo Bruno para executar o homicídio. Roberta foi asfixiada com um fio de som automotivo, na presença de Saullo de Thasso Araújo dos Santos – filho de Mary Jane – com quem manteve um relacionamento amoroso e de quem estava grávida de três meses”, detalha a ação penal.
Um homem de 44 anos foi detido nessa terça-feira (22), acusado de danificar objetos da residência e tentar agredir a própria mãe, na Vila Aparecida, zona rural de Tanque d'Arca, interior de Alagoas. A ocorrência foi registrada pela guarnição da Rádio Patrulha 04, do 10º Batalhão da Polícia Militar (10º BPM), após denúncia feita por um popular.
De acordo com o boletim de ocorrência, a irmã do suspeito relatou à guarnição que ele quebrou diversos itens dentro da casa, tentou arrombar a porta do imóvel e agredir a mãe. A mulher teria interferido para evitar as agressões, momento em que a PM foi acionada.
A Justiça de Alagoas determinou que o Estado e município de União dos Palmares adotassem medidas cabíveis e removessem do local do acidente, em um prazo de 72 horas, o ônibus que pertencia à frota escolar municipal e tombou na Serra da Barriga, no dia 24 de novembro de 2024, deixando 20 vítimas fatais e outras 18 feridas. A liminar foi solicitada pelo Ministério Público de Alagoas e foi acatado pelo juiz Vinicius Garcia Modesto.
Na ação civil, a promotora de Justiça Ariadne Dantas destaca que “é direito das vítimas, direta e indiretas, assim como de toda a sociedade local, saber as causas desse trágico acidente cujas consequências reverberarão por anos”. Para ela, a omissão do Estado e do Município em providenciar o içamento e a preservação do veículo, mesmo diante de solicitação formalizada pelo Ministério Público configura violação ao dever de proteção à vida, à segurança pública e à efetividade da persecução penal e cível.
A preocupação da representante do MPAL é com a proximidade das chuvas, o que poderá acarretar em eliminação de vestígios e comprometer, dessa forma, o laudo técnico e, consequentemente, não elucidar o caso.
“Passaram-se quatro meses e é nítida a inércia da Prefeitura de União dos Palmares e do Estado de Alagoas em atender à solicitação. Estamos diante de um caso grave, de um trágico acidente que enlutou vinte famílias e causou sofrimento a outras dezoito. A ação é justamente em respeito a elas, para que possamos salvaguardar a reparação das vítimas, provar as verdadeiras causas e aplicar a devida responsabilização. O inquérito policial para apurar as causas do acidente foi instaurado, porém nada evoluiu no sentido de identificar criminalmente o culpado, ou os culpados, pois não houve a realização da perícia mecânica.
Outro ponto destacado no documento assinado por Ariadne Dantas foi a possibilidade de a permanência do ônibus no local desencadear um foco de poluição ambiental, pois há risco de vazamento de combustíveis, óleos lubrificantes, fluidos hidráulicos e resíduos sólidos, substâncias altamente nocivas à fauna, à flora e ao lençol freático da região. Isso se agrava diante da possibilidade de o local integrar área de preservação ou conter mananciais hídricos.
Em sua decisão, o magistrado afirma que: “ Dessa forma, assiste razão ao Ministério Público ao sustentar a ilegalidade da omissão dos entes públicos na promoção dos meios necessários para a efetivação da perícia. No que tange ao perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo, constato que está evidenciado pela permanência do veículo em local de difícil acesso, exposto às intempéries e à ação do tempo, o que pode acarretar deterioração dos elementos materiais necessários à perícia técnica “.
Deferida a tutela de urgência, conforme pede a ação ministerial, o juiz determinou que o Estado e o Município, solidariamente ou em regime de cooperação, providenciasse, no prazo de 72 horas a conta da intimação, o içamento do ônibus da área de mata na Serra da Barriga, com acompanhamento de peritos do Instituto de Criminalística, bem como sua adequada guarda e preservação para fins de perícia Técnica.
Vale ressaltar que na ocasião do acidente o veículo estava sendo utilizado indevidamente, claramente com desvio de finalidade, pois deveria circular exclusivamente transportando estudantes na ida para as unidades de ensino e no retorno às suas residências.
O caso
No dia 24 de novembro de 2024, no município de União dos Palmares, um ônibus cedido pela Prefeitura local para levar público gratuitamente ao evento denominado “Por do Sol na Serra”, perdeu o controle da direção na subida da Serra da Barriga resultando em um trágico acidente com 20 vítimas fatais e 18 feridos.
À época, a viúva do motorista do ônibus relatou à reportagem da TV Pajuçara que o marido, Luciano de Queiroz Araújo, havia identificado problemas no veículo no dia do acidente. Luciano tinha 47 anos e morreu no acidente.
O veículo tentava chegar ao destino com lotação acima de sua capacidade, que era de 37 pessoas, além de ter ultrapassado, também, o limite temporal para trafegar como transporte escolar, já que foi fabricado em 2008. Conforme a Instrução Normativa nº1 do Detran/AL, em seu Art. 9º , a idade operacional dos veículos usados no transporte de escolares não poderá ultrapassar a 15 (quinze) anos, desde que aprovado na inspeção semestral, sendo que para inclusão ou substituição será no máximo de 10 anos.
A Justiça de São Paulo determinou que o ator Henri Castelli seja indenizado no valor de R$ 55 mil após ser vítima de agressões na Barra de São Miguel, município do interior de Alagoas, em dezembro de 2020.
A decisão é da juíza Luciane Cristina Silva Tavares e foi publicada nessa terça-feira (22), mais de cinco anos após o episódio que foi amplamente repercutido em Alagoas e ganhou a mídia nacional.
Conforme a decisão, o ator deve receber R$ 40 mil por danos morais e R$ 15 mil por danos estéticos. O valor deve ser dividido igualmente entre o empresário Guilherme Accioly Ferreira e o corretor de imóveis Bernardo Malta de Amorim, acusados das agressões.
"Deve a indenização, por um lado, ser suficiente para desestimular práticas semelhantes e, por outro, compensar a vítima pelos prejuízos decorrentes da conduta do ofensor. Há que se observar, então, parâmetros que envolvam a reparação do enorme sofrimento suportado pelo requerente, efeitos pedagógicos ao ofensor e as condições pessoais dos litigantes, sem proporcionar à parte ofendida situação econômica que, por sua força, não alcançaria, ou impor ao ofensor ônus impossível de suportar", pontuou a magistrada.
A juíza também determinou que o empresário e o corretor de imóveis arquem com as custas processuais e honorários da defesa de Henri Castelli. A decisão, no entanto, ainda cabe recurso.
O TNH1 não conseguiu contato com as defesas do empresário e do corretor de imóveis mas deixa o espaço aberto para eventuais manifestações.
Relembre o caso - Henri Castelli deu entrada na Santa Casa de Misericórdia de Maceió após se envolver em uma briga e fraturar a mandíbula. Inicialmente, o ator contou que sofreu um acidente, mas não demorou até que ele desmentisse a própria versão de que teria se machucado durante uma atividade física e confirmou que teve uma fratura exposta na mandíbula após ser agredido em uma festa de fim de ano, em Alagoas.
À época, o ator gravou um longo vídeo chorando e afirmando que foi agredido covardemente. "A verdade é que não foi um acidente e também não foi na academia. Fui agredido covardemente, sem que pudesse reagir ou me defender. O que aconteceu foi que eu estava com alguns amigos e do nada fui puxado pelas costas, jogado no chão e fui agredido. Vítima de chutes e socos no rosto, que levaram a uma fratura exposta na minha mandíbula", contou o ator no Instagram.
Um homem foi preso na noite dessa terça-feira (22) por importunação sexual dentro de um ônibus interestadual que fazia o trajeto entre Propriá (SE) e Maceió (AL). O caso foi registrado na Rodoviária João Paulo II, no bairro do Feitosa, e resultou na prisão do suspeito em flagrante.
Segundo relato de uma das passageiras, ela estava dormindo durante a viagem quando acordou com o homem tocando suas partes íntimas. Apesar da recusa imediata, ele teria insistido no ato e, ao perceber a reação da vítima, afastou-se e tentou repetir o comportamento com outra mulher que também estava no veículo
