
A Polícia Civil do Paraná apura as circunstâncias da morte de Ketlyn Pasztetnik (foto em destaque), de 18 anos, que morreu afogada durante uma festa em uma chácara de eventos no bairro Guarituba, em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba. A suspeita é de que a jovem tenha participado de um desafio perigoso na piscina, promovido por convidados, no último domingo (27/5).
Segundo relatos de testemunhas, cerca de 25 pessoas estavam no local para celebrar um aniversário. Amigos informaram que Ketlyn não fazia uso de drogas e que o ambiente, embora animado, não apresentava sinais aparentes de consumo de entorpecentes. A vítima, que trabalhava como vendedora no Centro de Curitiba, deixou uma filha de dois anos.
O caso ganhou atenção após declarações de convidados indicarem que uma brincadeira consistia em ver quem conseguia permanecer mais tempo submerso na água. Uma amiga da vítima relatou ter se ausentado por alguns minutos e, ao retornar, encontrou Ketlyn inconsciente. Populares tentaram reanimá-la, sem sucesso.
Imagens e publicações nas redes sociais mencionam o suposto desafio como uma “brincadeira de mau gosto”. A Polícia Civil investiga se houve negligência ou imprudência dos participantes da festa, e se a jovem foi incentivada ou coagida a participar da prática. Testemunhas relataram que Ketlyn estava na piscina com outros jovens quando parou de responder aos estímulos.
O dono do espaço, que também é o organizador da festa, informou que não conhecia a vítima pessoalmente. Ele foi ouvido pelas autoridades, assim como outras pessoas que estavam presentes. Segundo o relato, após o acidente, muitos convidados deixaram o local rapidamente.
O corpo da jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba, onde passou por exames. A causa da morte foi confirmada como afogamento. As investigações continuam para esclarecer se houve responsabilidade criminal por parte de quem organizou ou participou da atividade que pode ter levado à tragédia.
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O Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) encerraram a trégua que havia sido estabelecida em fevereiro, com o intuito de reduzir a violência e os custos associados ao conflito. A informação foi confirmada pelo promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Presidente Prudente, no interior do estado ao GLOBO, que apontou divergências internas e a falta de consenso entre as lideranças das facções, como Marcinho VP do CV, que se opôs à aliança. O PCC, em sua informe, repassado aos seus membros nesta segunda-feira (28), afirmou que a intenção da trégua era preservar vidas, mas deixou claro que não toleraria ações consideradas covardes contra familiares ou inocentes, indicando “questões que ferem a ética do crime”.
Por outro lado, o CV enfatizou que o respeito à vida deve ser prioritário e impôs uma proibição a seus membros quanto a assassinatos motivados por questões triviais, citando as mortes de jovens por fazerem gestos que poderiam ser interpretados como se fossem das gangues. “Não iremos ter mais trégua nem cessar-fogo com o PCC. A guerra está em aberto. Resumindo, o PCC é nosso inimigo até o fim. Irmãos, sem qualquer tipo de ideia ou diálogo, não vamos aceitar nenhum integrante do PCC no nosso solo sagrado e iremos eliminar todos que descobrirmos dentro do estado. A guerra é sem fim até a última gota de sangue. Não queremos ideia nenhuma com esta organização”, diz o comunicado.
O rompimento da aliança é atribuído a disputas por território no tráfico de drogas, uma vez que as duas facções operam com estruturas organizacionais distintas, enquanto o PCC opera com uma liderança centralizada, o CV atua com mais liberdade entre seus “franqueados”.
Antes do rompimento, relatórios de inteligência haviam detectado sinais de que a trégua estava sendo observada em nove estados do Brasil. No entanto, a nova declaração das facções reverteu essa situação, indicando um retorno à hostilidade entre os grupos.

Após 17 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reagiu bem à ingestão de água, chá e gelatina. Segundo o boletim médico divulgado nesta terça-feira (29), Bolsonaro mantém sinais de movimentos intestinais espontâneos e continua se alimentando pela veia, para obter todos os nutrientes e as calorias que precisa.
O documento também relata que o ex-presidente segue sem dor ou febre, com a pressão controlada e com melhora nos exames de fígado. Nas redes sociais, Bolsonaro compartilhou um vídeo em que seu médico retira a sonda nasogástrica.
Não há previsão de alta e visitas seguem restritas, apesar de o ex-presidente já ter recebido o pastor evangélico Silas Malafaia e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Nesse período de internação, Bolsonaro também concedeu entrevista à televisão e participou de uma live.
A live, inclusive, motivou o ex-presidente a ser intimado por uma oficial de Justiça na última quarta-feira (23), por entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que ele “demonstrou a possibilidade” de ser avisado da ação penal sobre a tentativa de golpe. No dia seguinte, conforme informou a equipe médica, Bolsonaro teve elevação na pressão arterial e piora nos exames hepáticos.
No dia 13, o ex-presidente foi submetido a uma cirurgia que durou 12 horas para retirar aderências no intestino e reconstruir a parede abdominal. O procedimento foi realizado após Bolsonaro passar mal, no dia 11, em uma agenda no interior do Rio Grande do Norte. A cirurgia, ainda em consequência da facada que ele levou durante a campanha presidencial de 2018, foi a mais delicada das quais foi submetido até agora.

Policiais civis da 132ª Delegacia de Polícia no município de Arraial do Cabo, região dos lagos do Rio de Janeiro, resgataram diversos animais que sofriam maus-tratos e viviam em situação de miséria. O médico que mantinha os animais nessa situação insalubre foi preso nessa terça-feira (29/04), em sua residência, no bairro Canaã. Além dos animais vivos, os policiais encontraram outros mortos, congelados dentro da geladeira do imóvel.
A investigação teve início após denúncias do próprio filho do autor que corroboraram os maus-tratos com fotos e vídeos. Diante dos fatos, a autoridade policial representou pela busca e apreensão no endereço, e o mandado foi cumprido.
No imóvel, os agentes encontraram os animais, tanto cães quanto gatos, em situação de grande insalubridade. Na cozinha do imóvel, foram encontrados no refrigerador corpos de cachorros adultos e filhotes, acondicionados em sacos pretos. Havia ainda diversos cachorros no mesmo cômodo, um apresentando lesões que o impediam de andar com as quatro patas, convivendo em meio a fezes e comidas estragadas.
Gatos trancados
Seguindo as diligências pela casa, em um dos banheiros, os policiais encontraram gatos trancados em meio a fezes e comida estragada. Quando os agentes abriram a porta, os animais, visivelmente assustados, se esconderam com a presença humana.
Em razão dos maus-tratos e dos animais mortos, o homem foi preso em flagrante. No imóvel, também foram encontrados anestésicos usados comumente por cirurgiões dentistas. Os nove animais resgatados, seis cães e três gatos, foram encaminhados para uma clínica veterinária.
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Da Itália para o Brasil. Depois de passar uns dias passeando com a filha pela Europa, Deborah Secco saiu de casa poderosíssima. A atriz escolheu um vestido de veludo com um decote profundo, que vai dos seios a barriga, para brilhar no show de 60 anos da TV Globo na segunda-feira (28).
A artista também reencontrou a amiga Vitória Strada, sua companheira de Salve-se Quem Puder, que esteve no BBB 25.
Deborah inclusive visitou a casa do BBB este ano, mas não é a primeira vez que a atriz visita a casa mais vigiada do Brasil. Deborah já visitou os brothers em 4 edições diferentes e pode até ser considerada uma ex-sister!

Um acidente ocorrido na manhã desta terça-feira (29), em trecho da BR-101, no município de Jequiá da Praia, deixou uma pessoa morta e interditou totalmente a rodovia, na altura do km 149.
O sinistro envolveu um caminhão-tanque, que tombou na pista, nas proximidades da ladeira da antiga Usina Sinimbu. Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) se deslocaram até o local e comunicaram a interdição da via, já que o caminhão ficou atravessado na pista.
O sentido Jequiá/ Campo Alegre já foi totalmente liberado para tráfego.
Ainda não se sabe como ocorreu o acidente e a identidade da vítima não foi revelada.

Uma mulher foi vítima de violência doméstica no bairro da Ponta Grossa, em Maceió, nessa segunda-feira (28).
Uma guarnição do 1º Batalhão da Polícia Militar foi acionada para averiguar uma situação de violência contra a mulher e, no local, o fato foi constatado.
Ao perceber a chegada da polícia, o suspeito tentou fugir, mas foi alcançado e preso.
Durante a abordagem, a vítima relatou ter sido agredida fisicamente, com marcas de arranhões pelo corpo, e psicologicamente, devido a ameaças recebidas por mensagens, conforme relatado.
A polícia verificou que já existiam vários boletins de ocorrência registrados contra o autor, além de uma medida protetiva em seu desfavor, que ele havia descumprido.
A vítima também relatou que, no mesmo dia, o agressor havia tentado invadir sua residência, proferindo palavras de baixo calão, como "rapariga" e "puta", e ameaçando matá-la caso fosse preso. Diante das circunstâncias, os envolvidos foram conduzidos à Central de Flagrantes, onde o delegado Antônio Carlos Machado Costa lavrou o Boletim de Ocorrência.
O agressor foi autuado pelos crimes de ameaça à mulher, lesão corporal, descumprimento de medida protetiva de urgência e violação da Lei Maria da Penha.

Um homem ficou ferido após ter o pulso cortado durante uma briga com outro homem nessa segunda-feira (28), no bairro Bom Sucesso, em Arapiraca, no Agreste de Alagoas.
A guarnição de Força Tarefa 11, do 3º Batalhão da Polícia Militar (3º BPM), foi acionada para atender uma ocorrência de possível vítima de arma branca e, no local, o fato foi constatado.
Ao chegar ao local, os policiais encontraram a vítima na calçada, com um pano envolvendo o pulso e a mão ensanguentada. Populares informaram que já haviam acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Segundo o relato da vítima, ela estava bebendo em um espetinho com um homem conhecido como "Neno", quando tiveram uma discussão. Depois, a vítima foi para sua residência, mas o autor foi até o local armado com uma faca.
"Ao abrir a porta, o agressor atacou a vítima, que tentou se defender com a mão e acabou cortando o pulso. Após o ataque, o homem correu e parou algumas quadras adiante, onde buscou ajuda", detalha o relatório da PM.
O Samu classificou o ferimento como leve e conduziu a vítima até o Hospital de Emergência do Agreste (HEA) para receber os devidos cuidados.

Um homem foi preso em flagrante na tarde desta segunda-feira (28) após protagonizar uma fuga arriscada com a esposa e a filha de apenas dois anos em uma motocicleta, na cidade de Rio Largo, região metropolitana de Maceió. Nenhum dos ocupantes utilizava capacete no momento da abordagem.
Segundo informações do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), as guarnições realizavam deslocamento para uma operação na cidade quando se depararam com o veículo transportando os três passageiros.
Ao receber ordem de parada, o condutor acelerou e iniciou uma fuga em alta velocidade, passando por faixas de pedestres e pelas imediações de uma escola, colocando em risco a própria vida, a da filha pequena, da esposa e de populares.
Durante a perseguição, o motociclista seguiu por uma área de mata e acabou caindo em uma vala. Ele foi contido pelas equipes policiais e preso. Na averiguação, os militares constataram que a motocicleta apresentava sinais de adulteração e, ao consultar o número do motor, verificaram que o veículo possuía queixa de roubo/furto.
O homem foi conduzido à Central de Flagrantes, onde foi autuado por conduzir veículo com sinais de adulteração de sinal identificador de automotor, receptação e por direção perigosa, agravada pela presença da criança.

A Faculdade Santa Marcelina decidiu expulsar 12 alunos de medicina que foram fotografados ao lado de um "bandeirão" com a frase "entra porra, escorre sangue" em março, durante um evento esportivo universitário. A expressão tem conotação violenta e remete ao crime de estupro.
Segundo a faculdade, "outros 11 estudantes receberam sanções regimentais que configuram suspensões e outras medidas disciplinares".
Em nota divulgada na noite desta segunda-feira no Instagram do estabelecimento, a Santa Marcelina informa que a decisão, em primeira instância, foi tomada após "sindicâncias instauradas no dia 21 de março de 2025 em decorrência dos fatos ocorridos em 15 de março, com integrantes da Associação Atlética Acadêmica e relacionados a torneio esportivo".
Ainda segundo o texto, a "Associação Atlética Acadêmica será mantida interditada por tempo indeterminado"
➡️ Atléticas são coletivos formados por universitários a fim de promover e participar de atividades esportivas e sociais, como campeonatos e festas.
onfira a íntegra da nota:
"A Faculdade Santa Marcelina comunica que as sindicâncias instauradas no dia 21 de março de 2025 em decorrência dos fatos ocorridos em 15 de março, com integrantes da Associação Atlética Acadêmica e relacionados a torneio esportivo, foram apreciadas em primeira instância nesta segunda-feira (28), sendo que 12 (doze) estudantes foram, nesta data, desligados da Instituição, e outros 11 (onze) estudantes receberam sanções regimentais que configuram suspensões e outras medidas disciplinares.
Além disso, a Associação Atlética Acadêmica será mantida interditada por tempo indeterminado.
Comprometida com a transparência, os princípios éticos e morais, a dignidade social, acadêmica e a legislação vigente, a Faculdade Santa Marcelina reafirma sua postura proativa e colaborativa em relação ao assunto, perante as autoridades competentes."
Investigação
Em março, a Polícia Civil havia identificado e iniciado a coleta de depoimentos de alunos que posaram com a faixa. Ao menos 24 estudantes aparecem em imagens ao lado dela.
Na terça (18), após denúncia revelada pelo g1, a autoridade policial instaurou um inquérito policial para apurar o caso.
Além da sindicância interna, a faculdade informou, na época, ter comunicado os fatos ao Ministério Público.
Em 17 de março, o caso foi alvo de protesto por parte do Coletivo Francisca — grupo feminista formado por alunas e ex-alunas de medicina da faculdade, que encaminhou uma denúncia formal à direção do curso.
A frase faz parte de um antigo “hino” da atlética da faculdade, que foi banido em 2017 e contém ainda mais referências de cunho sexual e machista. (Veja abaixo.)
"Além de extremamente violento, e com diversas alusões ao crime de estupro, o hino até mesmo faz menção a relações sexuais com membras da igreja que compõe o corpo docente da faculdade ('vem irmãzinha, pega no meu [censurado]'), denuncia o coletivo.
No documento, as integrantes do coletivo apontam que o ato pode ser entendido como apologia ao estupro e cobra medidas firmes da universidade em relação aos envolvidos.
Horas após a manifestação do Coletivo Francisca, a Faculdade Santa Marcelina utilizou a ferramenta de story no Instagram para se posicionar. Em nota, a instituição reconheceu a participação de alunos do curso no episódio e informou que iniciou um procedimento de sindicância interna para apuração dos fatos. (Leia íntegra abaixo.)
A faculdade garantiu que os alunos responsáveis pelos atos serão penalizados. “Entre as punições, estão advertências verbais e escritas, suspensão e até expulsão da faculdade”, diz a nota.
‘Cansada dessa cultura do estupro dentro da medicina’
Em entrevista ao g1, uma ex-aluna da faculdade, que preferiu não se identificar, disse que está “cansada dessa cultura do estupro que acontece dentro da medicina”.
“Esse hino foi revivido, cantado, e estava estampando uma bandeira que foi erguida pelos alunos após uma vitória no jogo de handebol masculino contra a Uninove. Gostaria de salientar que a atlética estava inspecionando todas as bandeiras que entravam”, afirmou.
“A cultura do estupro é algo muito presente nas faculdades de medicina”, salientou. “Hinos que degradam a mulher, ritos de passagem que incluem juramentos horríveis, trotes degradantes, em que calouras têm que ir limpar a casa e lavar a louça dos veteranos, são comuns em todas as faculdades de medicina”.
Segundo ela, a atuação do coletivo foi fundamental para que diversos desses comportamentos fossem banidos da faculdade.
“Mas o episódio de sábado nos faz questionar até quando isso vai acontecer. Pois algo banido há 8 anos voltou à tona agora, sendo que o curso de medicina dura 6”, lamentou.
Hino banido
Hinos e cânticos de atléticas são comumente usados em eventos esportivos com o intuito de provocar ou constranger equipes de universidades adversárias. Normalmente, as composições têm insultos de cunho sexual, homofóbico, machista e elitista.
Objeto da manifestação do coletivo, o “hino” da atlética de medicina da Santa Marcelina já havia sido questionado pelo grupo feminista em 2017.
À época, segundo a ex-aluna, após grande repercussão, “a coordenação teve que agir, deu advertência para os responsáveis, e o hino foi banido”.
Além do trecho que apareceu escrito no bandeirão durante o evento de handebol, a letra tem expressões como:
“Se no fundo eu não relo
As borda eu arregaço
Med Santa Marcelina
Arrancando seu cabaço”
“Se no cu minha piroca
Na buceta ou nas teta
Entra porra e sai sangue
Tu gritando igual capeta”
“Vai, medicina, bota pra fuder
Somos todos loucos e seu cu vamos comer”
Outro caso recente relacionado a um hino de atlética que faz menção ao estupro veio à tona em 2023, após estudantes do curso de medicina da Universidade Santo Amaro (Unisa) ficarem pelados e simularem masturbação durante um campeonato.
O hino da atlética de medicina fala em "enfiar o dedo" na vagina e "entrar mordendo". Um dos versos da composição diz "na rima do pudendo". Pudendo é o termo médico que designa a fissura formada pelos grandes lábios da vagina.
Neste caso, cinco alunos acabaram expulsos da faculdade.
O que diz a Faculdade Santa Marcelina
Em nota publicada no Instagram, a faculdade disse:
"A Faculdade Santa Marcelina se manifesta veementemente contrária ao ocorrido no último dia 15 de fevereiro, em uma competição esportiva que contou com a participação de estudantes do curso de Medicina, integrantes da Associação Atlética Acadêmica (AAAPV).
A instituição esclarece que, no ato de matrícula, o aluno aceita um compromisso formal com a faculdade, de respeito aos seus princípios éticos e morais, à dignidade acadêmica e à legislação vigente. Atitudes como essa constituem agravo à instituição e sua tradição, missão e valores e também à sociedade como um todo.
Nesse sentido, a Faculdade Santa Marcelina já iniciou um procedimento de sindicância interna para apuração dos fatos e os alunos da instituição responsáveis pelos atos (que ocorreram fora de suas dependências) serão penalizados conforme os princípios estabelecidos e a gravidade da infração. Entre as punições estão advertências verbais e escritas, suspensão e até desligamento (expulsão) da faculdade."
Denúncia do Coletivo Francisca
Abaixo, leia na íntegra o conteúdo da denúncia apresentada pelo coletivo feminista da faculdade:
"O Coletivo Feminista Francisca vem perante esta instituição comunicar fato grave que demanda investigação e punição.
Em 15/03/2025, na Intercalo (evento esportivo de competição entre calouros de faculdades de medicina), calouros do time de Handebol da Santa Marcelina foram vistos, em conjunto com membros da atlética, empunhando bandeirão com os seguintes dizeres: "entra [censurado], escorre [censurado]".
A frase em questão refere-se ao antigo "hino" da faculdade, proibido em 2017 após as denúncias deste mesmo coletivo à Diretoria.
Vejamos a letra do antigo hino:
"Se no fundo eu não relo, as bordas eu [censurado]
Med Santa Marcelina arrancando seu [censurado]
Minha bixete é exemplo, no [censurado] engole as bolas
Dá o [censurado] sem vaselina, ela é Santa Marcelina
Se no [censurado] minha [censurado], na [censurado] ou nas [censurado]
Entra [censurado] e sai [censurado], tu gritando igual [censurado]
Minha quebrada é Zona Leste, eu não deixo pra depois
Se mexer com a med santa vou comer seu [censurado] a dois
Um [censurado], um copo de água não se nega a ninguém
Já dizia Mr. Catra, vem, irmãzinha, vem
Vem irmãzinha, pega no meu [censurado]
Amor de [censurado] é ralo, antes chupa o meu [censurado]
Sou FASM Medicina e agora vou dizer,
Somos todos loucos e seu [censurado] vamos comer,
MED FASM"
Pecando pela obviedade, repisa-se que o referido hino faz diversas alusões ao estupro, em especial a parte eleita para constar na bandeira – "entra [censurado] e sai [censurado]" – isto é, o prazer de uma pessoa é relacionado à dor de outra.
O mesmo padrão é verificado na frase "arrancando seu [censurado]", no qual o uso da força (e falta de consentimento) é conectado à perda da virgindade de alguém.
Praticamente todas as frases do referido hino fazem alusão ao crime de [censurado].
Além de extremamente violento, e com diversas alusões ao crime de [censurado], o hino até mesmo faz menção a relações sexuais com membras da igreja que compõe o corpo docente da faculdade ("vem irmãzinha, pega no meu [censurado]").
Diante da situação exposta, rememora-se que a Lei Estadual nº 18.013/2024 proíbe o trote universitário, nos seguintes termos:
Artigo 1º - É vedada a realização de atividades de recepção de novos estudantes, ao longo do ano letivo, em instituições de educação técnica e superior que envolvam coação, agressão, humilhação, discriminação por racismo, capacitismo, misoginia ou qualquer outra forma de constrangimento que atente contra a integridade física, moral ou psicológica dos alunos.
Artigo 2º - Compete às instituições de ensino:
I - adotar medidas preventivas para coibir a prática das atividades a que se refere o artigo 1º, dentro e fora de suas dependências;
II - instaurar processo disciplinar contra os alunos e funcionários que descumprirem a vedação de que trata o artigo 1º, ainda que fora de suas dependências, e aplicar-lhes as penalidades administrativas, que podem incluir o desligamento da instituição, sem prejuízo das sanções penais e civis cabíveis.
Parágrafo único - A instituição de ensino que se omitir ou se mostrar negligente no cumprimento das competências previstas neste artigo será punida administrativamente pelo respectivo sistema de ensino, na forma do regulamento, sem prejuízo de eventuais sanções penais e civis aplicáveis aos seus dirigentes por cumplicidade.
Com base no diploma legal supracitado, demonstra-se, objetivamente, o objetivo desta denúncia: que a Faculdade Santa Marcelina investigue e puna os alunos responsáveis pela confecção do bandeirão e presentes na fotografia divulgada, sob pena de violação da legislação supracitada, bem como sob pena de, pedagogicamente, criar um ambiente permissivo com relação às violências contra as mulheres desta instituição.
Isto pois a fotografia comprova a presença de diversos calouros (vide cabelos raspados e coloridos, em especial na parte inferior da fotografia), em conjunto com veteranos, empunhando bandeira com os dizeres misóginos – e de hino sabidamente proibido desde 2017, em campeonato de calouros.
No mais, rememora-se que a ação supracitada encontra tipicidade no art. 287 do Código Penal (apologia de crime ou criminoso - dos crimes contra a paz pública):
"Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime".
O crime ao qual se faz apologia, sabidamente, é o crime de [censurado], previsto no art. 213 do Código Penal:
"Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso".
Sendo assim, resta claro que as ações praticadas pelo alunado merecem atenção, na medida que espelham condutas vedadas pela legislação pátria e estadual em nível criminal.
Roga-se pela investigação dos atos ocorridos, e por uma resposta institucional comprometida com a criação de um ambiente seguro para todas as alunas e alunos, pautadas pelo respeito coletivo e o decoro exigido pela profissão médica.
Além disso, embora saibamos que o órgão da Atlética trata-se de uma instituição independente, cujas eleições e escolhas de cargo sejam autoregradas, é necessário que a Instituição Santa Marcelina faça uma intervenção direta - caso o próprio órgão não se manifeste. Urge a deposição do aluno em questão do cargo vigente, uma vez que, inconsequentemente, assumiu um papel de representação estudantil esportiva. Mantê-lo neste cargo, é aceitar que esse tipo de atitude seja encorajada, sem medidas eficientes. Portanto, como uma das medidas tomadas, solicitamos que esta atitude seja urgentemente apurada e repassada para os demais discentes do órgão esportivo.
O Coletivo Francisca deposita sua confiança na resposta institucional da Faculdade Santa Marcelina e acredita que todo o ocorrido pode e deve ser resolvido nestas instâncias administrativas.
Coletivo Francisca, composto por 150 membras."

O proprietário de um depósito de sucata foi preso com quase 300 kg de fios elétricos furtados durante a Operação Equi-Cobre nessa segunda-feira (28), no município de Arapiraca, no Agreste de Alagoas.
De acordo com informações da Polícia Militar, durante a operação, foram realizadas fiscalizações em cinco estabelecimentos comerciais de Arapiraca. No quinto estabelecimento, foram encontrados 298,6 kg de cabos elétricos.
Técnicos da empresa acompanharam os militares para a análise do material e constatação se pertencia a Equatorial.
O dono do local foi conduzido para a Delegacia Central de Polícia Civil, onde foi autuado e preso pelo crime de receptação.
Operação
Ao todo, a Operação ‘Equi-Cobre’ desencadeada na manhã desta segunda-feira (28) apreendeu quase 600kg de cabos em dois estabelecimentos de vendas de sucata em Arapiraca e maceió.
Na capital alagoana, técnicos da distribuidora vistoriaram três estabelecimentos e em uma sucateira no Bairro Vergel do Lago foi encontrado aproximadamente 270kg de cabos.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (29/4), a Operação Narco Vela para desarticular organização criminosa voltada ao tráfico internacional de drogas, especialmente para o continente europeu e africano, com o uso de equipamentos satelitais e embarcações capazes de atravessar o oceano como barcos e veleiros.
Mais de 300 policiais federais e 50 policiais militares do estado de São Paulo dão cumprimento a quatro mandados de prisão preventiva, 31 mandados de prisão temporária e 62 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da 5ª Vara Federal de Santos, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão, Pará e Santa Catarina.
Além das prisões e buscas, a Justiça Federal também determinou o bloqueio e apreensão de bens até o valor de R$ 1,32 bilhões.
A investigação iniciou-se a partir de uma comunicação do DEA de uma apreensão de 3 toneladas de cocaína em fevereiro de 2023, dentro um veleiro brasileiro, em alto mar próximo ao continente africano, com a abordagem feita pela Marinha Americana. Outros carregamentos também foram interceptados em águas internacionais pela Guarda Civil Espanhola e Marinha Francesa.
Os investigados poderão responder, conforme suas condutas, pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e integração de organização criminosa.

Um homem, de 38 anos, foi assassinado com tiros na cabeça na madrugada desta terça-feira (29), no município de Igaci, no interior de Alagoas. O suspeito segue foragido.
De acordo com informações da Polícia Militar, uma testemunha relatou que estava deitada no quarto com a vítima, quando uma pessoa a chamou. O homem de 38 anos, então, se levantou e disse “deixa eu colocar uma roupa”.
Em seguida, um suspeito de baixa estatura e encapuzado abriu a porta do quarto e efetuou dois disparos. Após os tiros, o criminoso fugiu do local.
A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local, sendo encontrado nu pelos policiais na sala de casa com marca de tiro na cabeça.
O Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para realizar a perícia e a retirada do corpo. A Polícia Civil também esteve no local para iniciar as investigações.

Uma mulher foi vítima de tentativa de homicídio na manhã desta segunda-feira (28), no povoado de Santa Rita, em Marechal Deodoro, região metropolitana de Maceió. Segundo informações da Polícia Militar, a vítima foi atacada com quatro golpes de faca pelo ex-companheiro, que não aceitava o fim do relacionamento.
A guarnição foi acionada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) para dar apoio a uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que já se deslocava para o local. Ao chegar, os policiais encontraram a vítima ferida, que relatou o ataque e informou que o agressor fugiu logo em seguida.
A mulher recebeu atendimento inicial no local e, em seguida, foi encaminhada ao Hospital Geral do Estado (HGE). Ela apresentava três perfurações nas costas e uma no estômago. Foram realizadas buscas pela região, mas o suspeito não foi localizado.
O crime foi registrado em plena luz do dia, por volta das 9h20. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Em edição extra do Diário Oficial da União publicada nesta segunda-feira (28/4), o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos anunciou a inclusão do dia 2 de maio como ponto facultativo para órgãos da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. A medida altera a Portaria MGI nº 9.783, de 27 de dezembro de 2024.
De acordo com a nova portaria, o ponto facultativo no dia seguinte ao feriado do Dia do Trabalho, em 1º de maio (quinta-feira) será aplicado exclusivamente às unidades federais localizadas em estados, no Distrito Federal ou em municípios que também tenham decretado ponto facultativo para a mesma data.
Além do Executivo federal, o Senado Federal também decidiu aderir ao ponto facultativo no dia 2 de maio. Em Brasília, o Governo do Distrito Federal (GDF), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) igualmente decretaram ponto facultativo para seus servidores, emendando o feriado do Dia do Trabalhador com o fim de semana.
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Um homicídio foi registrado no bairro Feitosa, em Maceió, na madrugada desta terça-feira (29). A vítima, aparentemente um jovem do sexo masculino, foi encontrada caída com marcas de tiros na entrada de um imóvel próximo de uma escadaria. Ninguém foi preso pelo assassinato.
A Polícia Militar confirmou que recebeu chamado para uma tentativa de homicídio, porém ao chegar no local, a equipe encontrou o corpo da vítima, na posição em que as costas tocam o chão. A vítima vestia camisa azul, bermuda jeans e sandália branca.
A área foi isolada pelos militares para o trabalho das equipes do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal, com a perícia e o recolhimento do corpo, respectivamente.
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, da Polícia Civil, também esteve no local do assassinato para colher as primeiras informações sobre a morte. A autoria e a motivação são desconhecidas até o momento. O caso vai ser investigado.