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Um homem foi preso na noite desse domingo (11), em Arapiraca, no Agreste de Alagoas, suspeito de ameaçar um casal de morte, danificar o carro das vítimas e tentar invadir a residência.

De acordo com informações da Polícia Militar, a mulher relatou que o suposto autor de ameaça estava com sinais de embriaguez. Ele teria ido para a frente da casa e quebrado todos os vidros do carro com um pedaço de madeira.

O casal foi para a porta da residência para entender o que estava acontecendo, quando o homem passou a ameaçar o marido da denunciante de morte.

Populares que estavam próximos conseguiram conter o agressor, o amarraram e acionaram a polícia. Quando os militares chegaram ao local, o suspeito continuava com as ameaças: “Pode passar um ano ou dois, mas eu ainda vou pegar vocês. Vocês vão se lascar”. Ainda não se sabe a motivação das ameaças.

O homem assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por dano e ameaça, foi liberado e orientado a não retornar ao local.

No entanto, pouco tempo após a saída da polícia, ele voltou e tentou forçar o portão da residência para invadir a casa. Uma equipe da PM foi chamada novamente, mas o suspeito já tinha fugido do local. Buscas foram realizadas na região, mas ele segue foragido.

 

A Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Qualificação de Alagoas (Seteq) anunciou nesta segunda-feira (12) um recorde no número de oportunidades de emprego disponíveis através do Sine Alagoas: são 2.697 vagas com carteira assinada em diversos setores, abrangendo 30 cargos diferentes.

O destaque desta semana vai para as 2.000 vagas destinadas a trabalhadores rurais em duas usinas localizadas no município de Porto Calvo, no interior do estado. Além disso, há 200 vagas para Operador de Telemarketing em regime de home office, e outras 200 exclusivas para pessoas com deficiência (PCDs), também na função de telemarketing.

Outras oportunidades incluem cargos como Auxiliar de Produção (51 vagas), Carpinteiro (32), Ajudante de Carpintaria (30), Armador (30), Ajudante de Armação (30), Auxiliar Operacional (10), Auxiliar de Cozinha (15), Serviços Gerais (10), entre outros.

A capital, Maceió, concentra 330 vagas em áreas como construção civil, serviços, comércio e atendimento. Entre elas, estão funções como Pedreiro (20 vagas), Servente (30), Recepcionista de Restaurante (5) e Supervisor de Vendas (2).

Capacitação profissional

Também nesta segunda-feira teve início uma nova turma do programa Emprega Mais Alagoas Digital, voltado para jovens em Maceió. O curso oferecido é de Produção de Conteúdo e Gestão de Redes Digitais, com aulas realizadas na sede da ADBrás Alagoas, no bairro Antares. Todas as 100 vagas foram preenchidas.

O objetivo da capacitação é preparar os alunos para atuar no crescente mercado digital, ensinando técnicas de criação, edição, publicação e gerenciamento de conteúdo em redes sociais.

Como acessar as vagas

O Sine Alagoas opera com 12 unidades de atendimento em todo o estado, oferecendo serviços como cadastramento de currículo, orientação para emissão da Carteira de Trabalho Digital, habilitação do Seguro-Desemprego e consultoria para empresas.

Empresas interessadas em divulgar vagas ou cidadãos que desejem mais informações podem entrar em contato com o Sine Alagoas pelo WhatsApp (82) 98884-8974, pelo e-mail vagas.sinealagoas@gmail.com ou pelo Instagram @seteqalagoas.

 

Nos 18 dias entre a morte do papa Francisco e a eleição do papa Leão 14, uma religiosa brasileira passou a viver na Itália uma história que parece ter saído de um romance de Dan Brown, autor de "O Código da Vinci". Foi deposta do seu alto cargo na Igreja após ser denunciada ao papa em uma carta anônima. E sua saída causou a debandada de mais onze freiras, deixando o monastério pela metade. Agora, essa freira brasileira afirma que vai lutar por justiça.

Até o dia da morte de Francisco, Aline Pereira Ghammachi era madre-abadessa do Mosteiro San Giacomo di Veglia, uma construção de pedra centenária que fica perto de Veneza. Nascida no Amapá e formada em administração de empresas, irmã Aline dedicou sua vida à religião. Foi tradutora de documentos sigilosos e intérprete de eventos da Igreja. Até que, em fevereiro de 2018, foi indicada para chefiar o mosteiro. Tinha 33 anos e era a madre-abadessa mais jovem da Itália.

A comunidade que encabeçava tinha pouco mais de 20 religiosas. Desde que Aline assumiu o lugar, as freiras abriram as portas para a comunidade: passaram a oferecer auxílio para mulheres vítimas de violência e criaram uma horta comunitária para pessoas com autismo, além de plantarem uvas para a produção de prosecco.

Até que, dois anos atrás, irmã Aline foi denunciada em uma carta anônima que foi enviada ao papa Francisco. "Disseram que eu destratava e manipulava as irmãs." A denúncia anônima também afirmava que Aline ocultava o orçamento do mosteiro. Após a carta chegar a Francisco, começou uma auditoria do mosteiro. A primeira inspeção foi em 2023. Durou semanas e, após ela, sugeriu-se que o caso fosse arquivado, em um documento a que a Folha de S.Paulo teve acesso.

Mas o caso foi reaberto meses depois. "Acredito que tenha sido a pedido de frei Mauro Giuseppe Lepori", diz a freira. Lepori é abade-chefe da ordem que dirige o mosteiro, e Aline havia trabalhado com ele por anos. "Ele dizia que eu era bonita demais para ser abadessa, ou mesmo para ser freira. Falava em tom de piada, rindo, mas me expôs ao ridículo."

Em 2024, o Vaticano mandou outra visitadora apostólica até o mosteiro. "Ela não fez nenhum teste conosco, não fez absolutamente nada, apenas teve uma conversa. E chegou à conclusão de que eu era uma pessoa desequilibrada e que as irmãs tinham medo de mim."
Quase um ano depois da visita, enquanto o papa Francisco convalescia, irmã Aline ficou sabendo da decisão: ela havia perdido seu cargo, e uma nova madre-abadessa assumiria a comunidade.

A nova abadessa, de 81 anos, chegou no dia da morte do papa argentino. Afirmou que estava lá em nome dele, inclusive. "Isso aconteceu num dia de luto para a Igreja, e num dia em que nós não poderíamos recorrer a ninguém. Chega essa comissária e se diz representante de uma pessoa que não existe mais."

Aline afirma ter ouvido que precisaria sair do mosteiro e ficar isolada em outra comunidade católica. "Disseram que eu teria de fazer um caminho de amadurecimento psicológico."
Ela não aceitou a mudança. "Primeiro, porque eu não sabia a razão de ter sido mandada embora do mosteiro. E segundo porque não existiu uma denúncia formal ou um julgamento."
Aline partiu do Mosteiro San Giacomo di Veglia no dia 28 de abril, uma semana após a morte do papa.

No dia seguinte, cinco irmãs fugiram do mosteiro e foram até uma delegacia de polícia da cidade. Afirmavam que foram embora só com o hábito do corpo, sem levar os próprios documentos, por não aguentar a pressão que se criou no lugar com a intervenção. Outras freiras e noviças também deixaram a comunidade desde então. Onze das 22 mulheres que viviam no mosteiro saíram desde que irmã Aline se foi. "As que ficaram são as irmãs anciãs, de 85 anos, 88 anos", diz a brasileira.

Uma das freiras que fugiu se manifestou publicamente para defender a ex-abadessa brasileira. "Foi inaugurado um tratamento medieval, um clima de calúnias e acusações infundadas contra a irmã Aline que, por sua vez, é uma pessoa muito séria e escrupulosa e que nos últimos anos se tornou o ponto de referência para a comunidade", disse a freira Maria Paola Dal Zotto ao jornal Gazzettino.

A Igreja não se pronuncia sobre o caso. Mas frei Mauro Giuseppe Lepori comentou os acontecimentos com o jornal. Lepori escreveu em uma mensagem: "A ex-abadessa está se libertando, acreditando que pode recuperar o poder e a vaidade por meio de mentiras e manipulação da mídia".

Desde que saiu do mosteiro, Aline passou alguns dias na casa da sua irmã (de sangue) em Milão e, na semana do conclave, foi até o Vaticano, para tentar recorrer do que considera uma injustiça. "Eu não tive direito de defesa. Fui colocada para fora do mosteiro, sem motivação. Estamos até recorrendo no Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica. Por que aconteceu? Porque eu sou mulher, porque eu sou jovem e porque, principalmente nesse contexto, sou brasileira."

O caso ganhou as manchetes da imprensa italiana. A RAI, um dos principais canais de televisão da Europa, fez uma reportagem especial sobre o tema. Um repórter foi até a região e entrevistou moradores. A chamada da matéria era: "Freira em fuga: bela demais para ser abadessa?". O jornal Corriere del Veneto noticiou na última quarta-feira (7) que uma produtora audiovisual da Alemanha já planeja transformar essa história em um filme.

Irmã Aline diz que sua aparência não deveria ser um fator levado em conta numa questão profissional. Mas concorda que sua origem, sua idade e mesmo sua feição podem ter tido peso nessa história. "Aí mostra a questão sexista, machista. Porque uma pessoa jovem e bonita deve ser burra. Não pode ser inteligente, tem que ficar calada."

Ela afirma que não vai se calar. Nem parar de trabalhar. Um benfeitor do mosteiro colocou à disposição das irmãs uma villa, uma mansão onde as freiras que fugiram vão poder continuar seu serviço social. No dia em que o novo papa foi eleito, irmã Aline falou à Folha de S.Paulo. Estava a caminho do novo abrigo, que precisa ser mobiliado antes de ser aberto para a comunidade. Ela ainda não se reencontrou com as outras irmãs que saíram do mosteiro.
Mesmo que as 11 freiras em fuga sigam sua obra, elas vão ter de se afastar do cargo.

"Infelizmente, vai haver uma ruptura. Nós vamos ter que pedir a dispensa de votos, que é uma obrigação canônica, mas queremos continuar nossa vida de trabalho e de oração. Nós amamos a Igreja. Vamos começar do zero. Mas com uma visão de futuro, de talvez começar de novo, em outra congregação".

A freira brasileira vê com bons olhos a eleição de Leão 14 como papa. "Eu acredito que seja positivo, porque ele luta pelos direitos humanos. E ele é um papa canonista, ou seja, é formado em direito canônico. Então, ele vai entender a lei. Isso para mim já fala muito. Eu não estou pedindo nada mais do que a lei."

 

Na manhã desta segunda-feira (12), um acidente envolvendo uma van de transporte complementar e um veículo Fiat Uno foi registrado na Rodovia AL-110, nas proximidades do Sítio Mocó, zona rural de Arapiraca, Agreste de Alagoas.

De acordo com informações apuradas no local, os dois veículos seguiam no mesmo sentido quando o Uno tentou realizar uma conversão para acessar uma distribuidora. A manobra acabou provocando a colisão entre os veículos.

Na van estavam dez passageiros, todos oriundos da cidade de Taquarana. Duas passageiras sofreram escoriações e foram encaminhadas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca.

"Eu vinha atrás dele, ele vinha devagar, mas eu não achei que ele iria entrar. De repente, ele entrou de vez. Eu buzinei, mas eu só pensei em me livrar de bater no poste", disse o motorista da van.

O motorista do Uno relatou à Rádio Gazeta que estava deixando uma funcionária na distribuidora e que ambos são moradores de Palmeira dos Índios. Apesar do susto, ele não sofreu ferimentos graves.

 

 

O papa Leão XIV removeu os selos e reabriu o apartamento papal do Palácio Apostólico no Vaticano, nesse domingo (11/5). O local estava selado desde a morte de Francisco, em abril. O pontífice ainda não revelou onde vai morar durante seu papado.

O local foi reaberto após a retirada de selos que haviam sido colocados pelo protocolo da Igreja Católica. Sediários pontifícios retiraram os selos e depois Leão XIV abriu as portas com uma chave. Em seguida, o pontífice caminhou pelo local, que conta com aposentos como uma capela privada e um escritório, além do quarto.

Conforme a Santa Sé, a reabertura ocorreu na presença do camerlengo da Santa Igreja Romana, cardeal Kevin Joseph Farrell; do secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin; do substituto para os Assuntos Gerais, dom Edgar Peña Parra; do secretário para as Relações com os Estados e Organizações Internacionais, dom Paul Richard Gallagher; e do regente da Casa Pontifícia, monsenhor Leonardo Sapienza.

Aposentos do papa

Tradicionalmente, o papa reside no Palácio Apostólico, onde ficam os suntuosos apartamentos particulares do pontífice, juntamente com o escritório de onde ele despacha.

Francisco, no entanto, não morou no Palácio Apostólico durante seu papado. Ele ficou instalado, por decisão própria, na Casa Santa Marta, em um apartamento que é considerado mais modesto e que serve de hospedagem para membros do clero em visita a Roma e utilizada pelos cardeais eleitores do conclave durante o isolamento.

O papa também visitou a Capela Sistina novamente no domingo, após primeira missa dominical com fiéis na Praça de São Pedro.

Leão XIV, o ex-cardeal Robert Prevost, é o primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos e era relativamente desconhecido no cenário mundial antes de sua eleição. Ele atuou por décadas como missionário no Peru antes de se tornar cardeal e assumir um cargo de alto escalão no Vaticano há dois anos.

O papa Leão XIV explicou o motivo para a escolha de seu nome em um encontro com cardeais, na manhã deste sábado (10/5). De acordo com o novo pontífice, a decisão faz referência ao papa Leão XIII, conhecido por abordar os desequilíbrios sociais no contexto da revolução industrial.

“Há várias razões, mas principalmente, o papa Leão XIII com a encíclica histórica Rerum Novarum, abordou a questão social no contexto da primeira Grande Revolução Industrial. Hoje, a igreja oferece a todos o seu patrimônio de doutrina social para responder a outra revolução industrial e o desenvolvimento da inteligência artificial, que apresenta novos desafios para a defesa da dignidade humana, da justiça e do trabalho”, esclareceu Leão XIV.

Nascido Robert Francis Prevost, o pontífice foi anunciado papa na última quinta-feira (8/5), no segundo dia do conclave. O líder religioso de 69 anos sucede Francisco, que esteve à frente da Santa Sé por 12 anos. Durante a conversa com os cardeais, Leão XIV fez menção ao seu antecessor.

“Neste momento, ao mesmo tempo triste e alegre, providencialmente envolto pela luz da Páscoa, gostaria que olhássemos juntos para a partida do saudoso Papa Francisco e para o Conclave como um evento pascal, uma etapa do longo êxodo pelo qual o Senhor continua a nos guiar rumo à plenitude da vida; e, nessa perspectiva, confiamos ao ‘Pai misericordioso e Deus de toda consolação’ a alma do Pontífice falecido e o futuro da Igreja”, disse.

 

Uma semana após o homicídio que abalou Delmiro Gouveia, a comoção em torno da morte de Markley Silva continua mobilizando a população local. Amigos, familiares e moradores da cidade se organizam para realizar, neste domingo (11), uma manifestação em memória da vítima, pedindo justiça e agilidade nas investigações.

O ato está previsto para começar às 8h30, com concentração na Vila 25 e caminhada até a sede da Prefeitura. A passeata será silenciosa, marcada por cartazes com frases de apelo, como “Esse crime não pode ficar assim”, repetida por aqueles que conviviam com Markley e ainda tentam lidar com a dor da perda.

A mobilização também tomou conta das redes sociais, onde a hashtag #JustiçaPorMarkley ganhou destaque e se tornou símbolo da indignação popular. Durante o percurso, os manifestantes pretendem chamar a atenção das autoridades para o sentimento de impunidade que paira sobre o caso.

“Markley era querido por todos, trabalhador e alegre. Não vamos descansar enquanto esse crime não for esclarecido”, declarou um parente da vítima, resumindo o sentimento que tomou conta da cidade desde o último domingo (4), dia em que o crime ocorreu.

Em entrevista, a esposa de Markley, visivelmente abalada, contestou as alegações feitas pelos suspeitos, que disseram ter agido por se sentirem ameaçados. “Meu esposo era um homem de bem, não fazia mal a ninguém. É tudo mentira deles. Ele não andava com nada. Foi atraído para um local escuro e morto covardemente”, afirmou.

Ela também fez um apelo por justiça. “Eles estão aí soltos. Eu tô revoltada. Eles falam o que querem. Eu só quero justiça.”

O caso segue sob investigação, enquanto a comunidade se une na luta para que a morte de Markley Silva não seja esquecida nem fique impune.

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu à Justiça Federal nesta sexta-feira (9) o bloqueio de bens de mais seis empresas e oito pessoas investigadas por descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O órgão entrou com pedido de mudança na ação cautelar ajuizada na quinta-feira (8) contra as associações investigadas.

A medida atende a pedido da Controladoria-Geral da União (CGU), que identificou a necessidade de incluir novas pessoas jurídicas e físicas no pedido de indisponibilidade de bens e ativos financeiros. Com base na Lei nº 12.846/2013, conhecida como Lei Anticorrupção, a AGU também solicitou o bloqueio das atividades financeiras e a suspensão dos sigilos bancários e fiscal dos investigados.

As empresas e seus sócios que figuram no novo pedido são acusados de serem intermediárias de pagamentos de vantagens indevidas a agentes públicos vinculados ao INSS e a outras pessoas físicas a elas relacionadas. Até o momento, informou a AGU, o repasse de valores indevidos a esses agentes públicos está estimado em R$ 23,8 milhões.

“As investigações em curso revelam fortes indícios de que as empresas mencionadas participaram diretamente da intermediação de valores milionários”, informou a AGU na petição de aditamento. “Essa engenharia financeira sustentava o esquema criminoso, que consistia em repassar os valores indevidamente descontados pelas associações e pagar vantagens ilícitas a agentes públicos que permitiam ou facilitavam esses descontos.”

Em relação ao bloqueio de bens dos sócios das empresas citadas, a AGU baseia-se no argumento de que “as pessoas jurídicas foram utilizadas como instrumento para práticas ilícitas de natureza penal, administrativa e civil, servindo como meio para captação de vantagens provenientes de recursos indevidamente extraídos dos benefícios de aposentados e pensionistas”.

No caso dos agentes públicos investigados na Operação Sem Desconto, a AGU instaurou procedimento preparatório para ajuizar ação por improbidade administrativa.

Na petição original da ação cautelar proposta na quinta-feira, a AGU requereu, além dos R$ 23,8 milhões, o bloqueio de R$ 2,56 bilhões em bens móveis e imóveis e a quebra de sigilos bancário e fiscal de 12 entidades associativas e seus dirigentes.

Um carro ficou destruído após incêndio na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes de Brito, no bairro de Cruz das Almas, em Maceió. O chamado para o combate do fogo no veículo foi registrado pelo Corpo de Bombeiros na noite de sexta-feira (09). Não houve registro de pessoas feridas.

Imagens do incêndio logo ganharam as redes sociais. Nos vídeos - veja a seguir - foi possível perceber que as chamas altas e por cima do teto do automóvel. A população ficou afastada e acompanhou o trabalho dos militares que tentaram controlar o fogo com água.

Ainda não há informações sobre as circunstâncias do incêndio. Uma perícia deve ser solicitada pelo dono do carro para maiores detalhes.

O trânsito na orla de Cruz das Almas foi afetado com a situação e uma longa fila de veículos pôde ser vista a partir das 19h.

Seis pássaros silvestres mantidos em cativeiro foram resgatados durante uma ação da Polícia Militar, nessa sexta-feira (9), no território indígena Wassu Cocal, em Joaquim Gomes, Zona da Mata alagoana. Um jovem de 22 anos foi detido.

Equipes policiais do 14º Batalhão realizavam patrulhamento pela BR-101 quando a população denunciou a criação e a comercialização de aves silvestres na localidade.

Diante das informações passadas pelas testemunhas, os militares se dirigiram à residência do suspeito de crime ambiental, que admitiu manter seis pássaros em cativeiro no interior do imóvel.

Durante a busca domiciliar, os policiais encontraram os animais em gaiolas. O flagrante levou o rapaz a ser conduzido à delegacia de Novo Lino, onde foi autuado por crime ambiental.

O Papa Leão XIV sinalizou neste sábado (10) que pretende dar continuidade à visão e às reformas do Papa Francisco. Durante o primeiro encontro do pontífice americano com todos os cardeais, ele ressaltou que seu antecessor deixou um "legado precioso", que deve ser levado adiante.

"Vamos assumir este legado precioso e continuar a jornada", afirmou.

Ele citou o foco de Francisco em “um diálogo corajoso e confiante com o mundo contemporâneo em seus diversos componentes e realidades.”

Veja outros destaques:

REFORMAS - Leão também pediu aos altos clérigos que renovem o compromisso com as principais reformas da Igreja Católica instituídas pelo histórico Concílio Vaticano II, na década de 1960. Segundo ele, são medidas que foram acolhidas "com maestria e de forma concreta" por Francisco.

Isso inclui celebrar a missa em línguas locais, em vez de usar apenas o latim, e promover o diálogo com outras religiões.

RISCOS DA IA - Segundo a Reuters, ele ainda declarou que a Igreja tem a responsabilidade de assumir a liderança ética diante dos riscos representados pela inteligência artificial. O papa alertou que as novas tecnologias podem comprometer a dignidade humana, aprofundar desigualdades sociais e desestabilizar o mundo do trabalho.

Um homem foragido da Justiça de Sergipe por homicídio foi preso nesta sexta-feira (9), no município de Piaçabuçu, Litoral Sul de Alagoas, após apresentar um documento falso com o nome do irmão gêmeo. A prisão foi realizada por policiais militares, que desconfiaram da atitude do suspeito e confirmaram sua verdadeira identidade após consulta ao sistema de segurança.

Segundo a Polícia Militar, o homem também é investigado por envolvimento com o tráfico de drogas. Ele foi localizado na Rua do Chafariz, no bairro Paciência, com um saco preto contendo 20 pedras de crack e R$ 100 em espécie. Ainda tentou fugir ao avistar os policiais, mas foi alcançado.

Ao ser abordado, apresentou um documento que, após verificação, revelou pertencer ao irmão gêmeo — uma tentativa frustrada de despistar os militares. A consulta ao sistema confirmou que havia contra ele um mandado de prisão em aberto por um assassinato cometido no início deste ano.

Assassinato em Sergipe

O crime ocorreu no dia 2 de março de 2025, domingo de Carnaval, no município de Santa Luzia do Itanhy, em Sergipe. A vítima, identificada como Daniel, conhecido popularmente como "Gago", foi atingida por vários disparos de arma de fogo após uma confusão.

Desde então, o suspeito estava foragido. Com a prisão em Alagoas, ele agora responderá por tráfico de drogas e uso de falsa identidade, além de ficar à disposição da Justiça sergipana para responder pelo homicídio.

O homem foi encaminhado pelos policiais à Delegacia Regional de Penedo, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.

A briga entre um proprietário de pousada e um hóspede acabou na delegacia nessa sexta-feira (09). O caso aconteceu no bairro de Pajuçara, área nobre de Maceió.

Segundo informações passadas pelo 1º Batalhão da PM, no relatório de ocorrências divulgado pela Secretaria de Segurança Pública de Alagoas, a equipe foi acionada para averiguar uma denúncia de ameaça.

O dono da pousada disse que o hóspede o atacou com palavras agressivas e também usou tom de ameaça. De acordo com o relato, o homem teria quebrado a porta do quarto durante o comportamento agressivo. Os policiais presenciaram a situação e foram vítimas de desacato.

O homem denunciado foi levado para a Central de Flagrantes, onde foi autuado por crimes de dano, desacato e ameaça.

 

Uma briga no trânsito ganha repercussão nas redes sociais desde sexta-feira (09). Uma pessoa que se apresentou como vítima disse que, enquanto aguardava outro veículo sair de um posto de combustível para acessar local com o seu carro, foi surpreendida pelo motorista agressivo que passou a buzinar e atacá-la verbalmente. O caso aconteceu em Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo, e foi registrado como injúria e lesão corporal pela Polícia Civil.

O motorista de um carro de luxo, este avaliado em cerca de R$ 300 mil, também jogou um jato de spray de pimenta na mulher durante discussão. A briga teria acontecido na tarde de sexta. Abaixo, você confere o diálogo:

— “Do que você me xingou?”, questiona a mulher.

— “Xinguei, sim”, responde ele.

— “Do quê?”, ela pergunta.

— “Vagabundas não respeitam o trânsito”, diz o motorista.

A mulher, então, foi até a frente do carro para registrar a placa do agressor e voltou a ficar ao lado da porta do motorista. Neste momento, ele jogou um jato de spray em direção ao rosto da vítima e arrancou com o carro.

Segundo relatado às autoridades e em conversa com o g1, a jornalista Janaina Oliveira disse que conduzia seu veículo na rua Caiubi, em Perdizes, na Zona Oeste, e deu seta para entrar em um posto de combustíveis. O motorista do carro que vinha atrás começou a buzinar, mas ela ficou alguns momentos parada porque precisava aguardar um carro sair do posto para entrar no local.

A mulher contou que o homem continuou buzinando e passou a xingá-la de “vaca, galinha, puta, arrombada”. Ele também fez gestos obscenos.

“Os xingamentos foram pela minha condição de gênero. Me custa crer que ele chamaria um homem de ‘vaca, galinha, puta’ e outras coisas que eu, infelizmente, ouvi desde antes de começar o registro com o celular. Além de o trânsito em São Paulo oferecer os riscos que traz no dia a dia para qualquer pessoa da cidade, para mulheres, há um componente a mais de violência. Foi isso que ficou explícito pra mim”, lamentou Janaina.

Ela disse que ficou com o olho inchado e irritado durante cerca de uma hora. “Eu sou super alérgica a vários componentes, medicamentos. Já tive choque anafilático na adolescência. Imagina o risco de algo assim fazer mal? Felizmente, não foi o caso por esse aspecto. Mas foi um risco”, afirmou.

Janaina registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal e injúria e fez exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).

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A jornalista disse que ficou indignada com a situação e com a “violência gratuita de usar um spray contra uma pessoa que não oferece qualquer risco”. “Foi muito pesado. Acabou com um momento de lazer nosso, que era a preparação pra visitar minha mãe pelo dia das mães”.

“Se fosse uma arma de fogo, o que ele teria feito?”, questionou.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi registrado como injúria e lesão corporal no 23° DP (Perdizes) e que as diligências para identificar o suspeito estão em andamento.

O g1 entrou em contato com o motorista, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

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O que diz a SSP

“Uma mulher, de 44 anos, foi vítima de injúria e agressão na tarde de sexta-feira (9), na Rua Caiubi, no bairro de Perdizes, zona oeste da capital paulista.

A vítima compareceu à delegacia na tarde do mesmo dia e contou que conduzia seu veículo pela via quando sinalizou a intenção de entrar em um posto de combustíveis. Neste momento, o condutor de um automóvel que vinha logo atrás passou a buzinar insistentemente e a ofendê-la com xingamentos.

A mulher também contou que ao tentar registrar a agressão com o celular, o homem utilizou spray de pimenta contra ela, fugindo do local logo em seguida.

O caso foi registrado como injúria e lesão corporal no 23° DP (Perdizes). As diligências para identificar o suspeito estão em andamento.”

O segundo suspeito de participação no latrocínio que vitimou o sargento reformado Cícero Irineu dos Santos, de 72 anos, morreu em confronto com a Polícia Militar de Alagoas.

Segundo a PM, equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) localizaram o suspeito no Residencial Maceió I. Durante a abordagem, ele resistiu e trocou tiros com os policiais, sendo baleado. Apesar de ter sido socorrido e levado ao Hospital Geral do Estado (HGE), não resistiu aos ferimentos.

A ação é resultado de um trabalho integrado entre guarnições ordinárias e setores de inteligência da corporação, que conseguiram identificar e localizar os envolvidos em menos de 24 horas após o crime.

O primeiro suspeito, de 18 anos, havia sido preso ainda na sexta-feira (9) por equipes da Polícia Civil, após dar entrada ferido no HGE. Durante o interrogatório, ele confessou participação no crime e revelou ser usuário de drogas. Disse ainda que foi convidado pelo comparsa — morto neste sábado — para cometer os assaltos.

O sargento Cícero Irineu foi abordado por dois criminosos enquanto aguardava transporte em um ponto de ônibus. O crime ocorreu nas primeiras horas da sexta-feira (9), no Conjunto Salvador Lyra, em Maceió. Houve reação e troca de tiros. O militar foi atingido no tórax e morreu no local.

Após o confronto, os criminosos fugiram, inicialmente em uma motocicleta, que apresentou falha mecânica. Em seguida, roubaram uma van, obrigando o motorista a abandoná-la.

Durante os levantamentos periciais, a Polícia Civil encontrou cápsulas de munição de calibres .380 e .38, além de projéteis, uma balaclava, um coldre e dois celulares — um deles com registro de roubo.

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (10) que Índia e Paquistão concordaram com um cessar-fogo "completo e imediato". Os governos dos dois países confirmaram a informação — e devem se reunir novamente em 12 de maio, segunda-feira.

“O Paquistão sempre lutou pela paz e segurança na região, sem comprometer sua soberania e integridade territorial”, escreveu o ministro das relações exteriores do país, XIshaq Dar. O espaço aéreo do território foi reaberto nesta manhã.

Trump parabenizou as duas nações pela decisão.

"Após uma longa noite de negociações mediadas pelos Estados Unidos, tenho o prazer de anunciar que a Índia e o Paquistão concordaram com um CESSAR-FOGO COMPLETO E IMEDIATO. Parabéns a ambos os países por usarem o bom senso e grande inteligência," disse Trump, em uma postagem no Truth Social.

Os dois países viveram uma escalada de tensão na última semana e protagonizaram os confrontos mais violentos em 20 anos entre as potências nucleares vizinhas.

A tensão explodiu em 22 de abril, com um atentado na cidade turística de Pahalgam, na parte da Caxemira administrada pela Índia— 26 pessoas morreram, a maioria, hindus.

Veja os últimos desdobramentos:

Na sexta-feira (9), a Índia prosseguiu com os ataques contra o Paquistão, na fronteira da disputada região da Caxemira. Segundo as autoridades paquistanesas, cinco civis morreram e outros 29 ficaram feridos após um bombardeio indiano.

Os balanços mais recentes divulgados pelas duas partes apontam que as hostilidades provocaram pelo menos 49 mortes de civis — 36 do lado paquistanês e 13 do lado indiano.

No mesmo dia, o exército indiano informou que o Paquistão atacou a região com bombas e drones.

A região de maioria muçulmana está dividida entre os dois países desde a independência do Reino Unido, em 1947, e é cenário de um movimento de insurgência que pede a independência ou anexação ao Paquistão.

A Índia acusa o Paquistão de apoiar grupos insurgentes e vincula o ataque do dia 22 de abril ao grupo jihadista Lashkar-e-Taiba (LeT), radicado no país e designado como terrorista pela ONU.

Na última quarta-feira, o Exército indiano anunciou que havia destruído nove "acampamentos terroristas" no Paquistão, com "ataques aéreos de precisão" na Caxemira e na região fronteiriça de Punjab, onde moram mais da metade dos 240 milhões de habitantes do país vizinho.

Pouco depois dos bombardeios, os exércitos iniciaram um fogo cruzado ao longo da fronteira na Caxemira que, segundo as Forças Armadas indianas, prosseguiu até sexta (9).

"O exército paquistanês efetuou disparos não provocados com armas pequenas e artilharia, aos quais o exército indiano respondeu de forma proporcional", afirma um comunicado militar de Nova Déli.

"Vamos vingar até a última gota de sangue dos mártires", prometeu, na noite desta quarta-feira, o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif.

As Forças Armadas do Paquistão reivindicaram na véspera a derrubada de cinco caças de combate indianos na parte da Caxemira administrada por Nova Délhi.

As autoridades indianas não confirmaram oficialmente as perdas, mas uma fonte das forças de segurança, que pediu anonimato, informou à AFP que três aviões militares caíram em seu território.

O bombardeio mais letal da aviação indiana atingiu um centro de estudos islâmico perto da cidade de Bahawalpur, na região de Punjab. Segundo o exército paquistanês, 13 pessoas morreram no local.

 

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