
Levantamento do Comando de Policiamento da Região Metropolitana (CPRM) mostra que o bairro do Clima Bom, na parte alta da cidade, está há 50 dias sem registrar homicídios.
O ano de 2025 também apresentou uma redução de mais de 52% no total de homicídios no bairro, em comparação aos cinco primeiros meses de 2024. Foram oito homicídios, contra 17 registrados no mesmo período do ano anterior.
A marca é resultado da estratégia de reforço na segurança adotada pela PM desde o ano passado, quando a localidade foi alvo de uma onda de violência.
Segundo o comandante do CPRM, coronel Hiraque Agnes, a integração entre as equipes policiais, em parceria com o serviço de inteligência, foi fundamental para alcançar o sucesso na redução dos índices.
“A partir da análise da mancha criminal da localidade, desenvolvemos uma estratégia de reforço no policiamento, especialmente em regiões mais sensíveis, como os conjuntos Rosane Collor e Colibri. Então, direcionamos nossas viaturas para os horários de maior incidência de crimes”, destaca o oficial.
A redução no número de homicídios também foi observada nos demais bairros da capital e nas cidades da Região Metropolitana que fazem parte da área de atuação do CPRM. Números do anuário estatístico de 2024 da corporação mostram que o Grande Comando registrou uma diminuição de 8% nos registros de mortes violentas em relação a 2023.
São Paulo — O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou 18 policiais militares (PMs) ao Tribunal de Justiça Militar do estado (TJMSP) por envolvimento no caso Gritzbach – delator do Primeiro Comando da Capital (PCC), morto com 10 tiros de fuzil em 8 de novembro na área de desembarque do Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo.
A denúncia foi apresentada na última sexta (9/5). Caso seja aceita, os PMs se tornarão réus crimes previstos no Código Penal Militar.
PMs e policiais civis indiciados
Em abril, a Corregedoria da PM indiciou 16 policiais por escolta ilegal e envolvimento no assassinato do empresário Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, jurado de morte pelo PCC por supostamente ter ordenado a execução de dois integrantes da facção em 2021.
E em fevereiro, a Polícia Federal (PF) indiciou 14 pessoas por envolvimento no caso, sendo cinco policiais civis, dentre eles o delegado Fábio Baena e o investigador Eduardo Monteiro, que atuava na 3ª Delegacia de Repressão a Homicídios Múltiplos do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Os dois foram presos no dia 17 de dezembro, como resultado da delação premiada de Gritzbach.
Réus na Justiça comum
Também em fevereiro deste ano, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) aceitou uma denúncia do MPSP e tornou réus 12 pessoas, entre elas, oito policiais civis, empresários e um advogado. São eles:
Ademir Pereira de Andrade: empresário suspeito de ser operador financeiro do PCC foi denunciado por por organização criminosa e extorsão;
Ahmed Hassan Saleh: conhecido como Mude, o advogado foi denunciado por organização criminosa, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas;
Eduardo Lopes Monteiro: investigador da Polícia Civil foi denunciado por organização criminosa, corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro;
Fabio Baena Martin: delegado da Polícia Civil foi denunciado por organização criminosa, peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro;
Marcelo Marques de Souza: conhecido como Bombom, o investigador da Polícia Civil foi denunciado por organização criminosa e lavagem de dinheiro;
Marcelo Roberto Ruggieri: conhecido como Xará, o investigador da Polícia Civil foi denunciado por organização criminosa e lavagem de dinheiro;
Robinson Granger de Moura: conhecido como Molly, o empresário foi denunciado por organização criminosa e lavagem de dinheiro;
Rogerio de Almeida Felicio: conhecido como Rogerinho, o policial civil foi denunciado por organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro;
Alberto Pereira Matheus Junior: delegado da Polícia Civil foi denunciado por lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção passiva;
Danielle Bezerra dos Santos: esposa de Rogerinho e viúva de um gerente do PCC foi denunciada por organização criminosa e lavagem de dinheiro;
Valdenir Paulo de Almeida: conhecido como Xixo, o policial civil foi denunciado por organização criminosa e corrupção passiva;
Valmir Pinheiro: conhecido como Bolsonaro, o policial civil foi denunciado por organização criminosa.
Execução de Gritzbach
Vinícius Gritzbach foi executado no dia 8 de novembro no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, quando estava retornando de uma viagem que fez para Maceió, em Alagoas.
Enquanto o delator passava pela área de desembarque, um carro parou no local. Do veículo, desceram dois homens vestindo capuzes e coletes à prova de balas. Eles também portavam fuzis.
Assim que Gritzbach se aproximou, os dois começaram a atirar. Foram 29 disparos, dos quais 10 atingiram o delator, que morreu no local. Pelo menos um dos tiros acertou o rosto do empresário.
Além dele, um taxista também foi morto. Outras duas pessoas foram feridas pelos disparos.
Câmeras de segurança do aeroporto registraram o momento da execução.
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São Paulo — O motorista de uma carreta perdeu o controle e atingiu a marquise de um banco no centro de Sorocaba, interior de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (12/5).
Segundo a Secretaria de de Mobilidade (Semob), o acidente ocorreu por volta das 4h da manhã. Após a batida, o homem fugiu do local, e não há registro de feridos.
Uma parte do veículo ficou atravessado, impedindo a passagem pela rua. A Semob foi acionada para coordenar o fluxo de trânsito no local, que permanece parcialmente interditado.
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shley Edelman, um ex-stripper da Inglaterra, compartilhou sua emocionante história de superação e mudança de vida. O jovem deixou seu país de origem, a Austrália, aos 22 anos para trabalhar no Reino Unido. Chegando lá, iniciou a carreira como stripper.
Edelman contou que começou no exército aos 17 anos e sempre teve dificuldades com a confiança, e foi isso que o fez se tornar stripper. “Naquela época, a bebida mascarava minha ansiedade social. Então, quando tive a chance de me despir, pensei: ‘eu costumava ficar nu para me divertir no exército de graça — pelo menos eu poderia ganhar dinheiro para isso'”, diz o relato, divulgado pelo Newsweek.
Os pais de Ahsley não sabiam sobre o trabalho do filho até que uma foto dele em um show apareceu no Facebook. “Minha mãe, que achou que eu trabalhava como segurança, viu. Ela disse que ‘não estava chateada, apenas decepcionada’. Isso doeu”, relembrou.
O trabalho, no entanto, não atendeu às expectativas do jovem, e ele acabou se dedicando a ajudar nos bastidores de shows em Londres. “Essa oportunidade se transformou em algo muito maior: me tornei artista de um dos maiores shows itinerantes de striptease do Reino Unido. Tínhamos coreografias, apresentações em grupo e até um final que incluía dançar sob chuva artificial no palco.”
Ao mesmo tempo, ele estava se dedicando ao fisiculturismo, treinando pesado, participando de competições e tomando esteroides, além de outras drogas. Após algum tempo, ele se cansou e quis tomar outro rumo.
“Em 2018, cheguei ao fundo do poço e pedi demissão. Afastei-me da indústria adulta e do caos que a acompanhava. Quando meu casamento terminou em 2022, retornei brevemente, mas algo não parecia certo. Senti como se estivesse vendendo minha alma. Não me arrependo — serviu ao seu propósito — mas, com o tempo, comecei a desafiar meus próprios limites apenas por dinheiro”, declarou.
Novos caminhos
Nesse meio tempo, ele começou a explorar a respiração, o desenvolvimento pessoal e a espiritualidade. Esse caminho o levou até um mosteiro — um edifício de habitação, oração e trabalho de uma comunidade de monges e freiras que é construído fora da malha urbana de uma cidade —, em Chiang Mai, na Tailândia, em setembro do ano passado.
“Acordava às 4h da manhã, cantava, meditava, fazia tarefas domésticas e assistia a aulas de Dharma. Tive experiências espirituais profundas, incluindo visões — ou o que chamo de ‘downloads’ — que me disseram que eu deveria me mudar para Dubai e ser uma presença de apoio para os outros. Dois dias depois de deixar o monastério, me disseram que eu precisava desocupar minha casa. Tudo se alinhou perfeitamente.”
Atualmente, Ashley mora no Oriente Médio, medita todos os dias por aproximadamente uma hora, dá aulas de respiração, treina clientes e ajuda pessoas a regular o sistema nervoso e a remover crenças limitantes. “Vivo em resistência zero. Sinto-me calmo, equilibrado e autoconsciente de uma forma que jamais imaginei ser possível”, ressaltou.
Hoje, ele usa as redes sociais para compartilhar a jornada do dia a dia, com o objetivo de inspirar outras pessoas. “Muitas pessoas sofrem em silêncio. Elas acham que estão sozinhas. Mas todos nós passamos pelas mesmas coisas de maneiras diferentes, e a transformação é possível”, finalizou.
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Entre 2013 e 2023, o Brasil teve um total de 51.608 mortes com características condizentes com assassinatos, mas que acabaram registradas nos sistemas do Ministério da Saúde como sendo sem causa fosse determinada.
O cálculo é do Atlas da Violência, estudo publicado nesta segunda-feira (12) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Os autores do Atlas classificam esses casos como homicídios ocultos. São ocorrências cadastradas no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do governo federal, como mortes violentas por causa indeterminada a princípio porque não era possível determinar se ocorreram por acidente, homicídio ou suicídio, mesmo que os detalhes apontem para um caso de assassinato.
Para conseguir classificar cada caso, o Ipea compilou as características de todas as mortes violentas no país desde 1996, reunindo milhões de registros. Cada um deles contém dados sobre o local da ocorrência, instrumento usado na morte, idade da vítima, sexo, cor da pele, escolaridade e estado civil, por exemplo.
Com isso, o instituto conseguiu traçar os padrões de homicídios, suicídios e acidentes de cada região do país. Isso foi feito por meio de programas de computador que analisaram os dados de todas as ocorrências, para identificar as características mais comuns dos homicídios.
Sexo masculino, adolescente ou jovem adulto, pele negra, baixa escolaridade, morto em via pública e com arma de fogo, por exemplo, são características que aumentam muito as chances de tratar-se de homicídio doloso. A metodologia do Atlas da Violência classifica um caso como homicídio oculto quando mais de um desses detalhes são encontrados num mesmo caso.
Segundo o estudo, os homicídios correspondem a 38% das 135.407 mortes violentas por causa indeterminada registradas em todo o período a analisado. Em média, 4.692 homicídios deixaram de ser contabilizados por ano.
"Para que se possa entender a magnitude do problema, o somatório de homicídios ocultos entre 2013 e 2023 foi maior do que os homicídios registrados no último ano analisado", diz trecho do estudo. "Tais homicídios cujas causas básicas o Estado não identificou correspondem a tragédias invisibilizadas correspondentes à queda de 100 Boeings 747-8i totalmente lotados, sem sobreviventes."
O Atlas também aponta que o problema não é aleatório e está concentrado nos dados de alguns estados. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia têm 66% das mortes violentas por causa indeterminada no SIM.
Tanto o número absoluto de homicídios ocultos quanto a proporção deles no total de mortes violentas no país passaram a crescer a partir de 2018, mantendo-se num patamar mais elevado em comparação a anos anteriores. Em 2023, segundo o estudo, foram 3.755 homicídios ocultos em todo o país - redução de 37% em relação ao ano anterior.
Desde 2018, uma portaria do então Ministério da Segurança Pública (hoje incorporado ao Ministério da Justiça) determina que mortes com indício de crime ou sinal de agressão externa qualificada como "encontro de ossada", "encontro de cadáver", "morte a esclarecer", "morte suspeita", "morte por causa desconhecida" e similares devem ser classificadas como homicídio. O número de homicídios ocultos, no entanto, cresceu após a publicação dessa regra.
"Existe uma grande heterogeneidade na forma como esses dados são classificados e são colocados no sistema", disse o pesquisador Daniel Cerqueira, um dos coordenadores do Atlas da Violência, à Folha de S.Paulo. "Pelo que me consta, ainda não se conseguiu obter uma padronização adequada desses dados provenientes do registro de [boletins de] ocorrência. Então cada estado, muitas vezes, termina classificando de uma forma ou de outra, o que gera algumas diferenças."
O estado de São Paulo teve 2.277 homicídios ocultos em 2023, o que corresponde a 60% dos casos no país, ainda de acordo com o Atlas. Além disso, eles cresceram 130% num período de 11 anos, apesar de uma pequena queda (5,5%) entre 2022 e 2023.
O número de homicídios ocultos no estado em 2023 é próximo, por exemplo, à população de São João do Pau d'Alho, no oeste de SP, que tem 2.242 habitantes, e é maior do que a população de outros 29 municípios paulistas.
Homicídios ocultos em 2023 - Números se referem a casos com causa indeterminada, mas com características de assassinato
Brasil - 3.755
São Paulo - 2.277
Minas Gerais - 358
Ceará - 251
Bahia - 138
Paraná - 129
Rio de Janeiro - 122
Pará - 78
Pernambuco - 50
Rio Grande do Norte - 50
Alagoas - 40
Mato Grosso - 36
Maranhão - 35
Goiás - 29
Amazonas - 20
Rio Grande do Sul - 20
Distrito Federal - 19
Mato Grosso do Sul - 18
Rondônia - 17
Santa Catarina - 17
Acre - 12
Piauí - 9
Espírito Santo - 7
Paraíba - 7
Tocantins - 6
Sergipe - 5
Amapá - 3
Roraima - 2
Um casal britânico morreu após a Ferrari em que estavam, avaliada em 300 mil libras (cerca de R$ 2,3 milhões), sair da estrada e cair em um rio na Espanha, durante um rali.
Casal estava na estrada N-621, conhecida por suas paisagens e curvas perigosas no caminho. Eles viajavam com um grupo com cerca de 20 carros da marca e participavam de um rali, no sábado, na província de León, a cerca de 2h20 de Madri.
Durante o trajeto, o motorista perdeu o controle, saiu da pista e caiu no rio Yuso. A Ferrari 488 GT Modificata ficou completamente destruída com o impacto e parte do veículo ficou submersa.
Um homem de 78 anos e uma mulher de 58 morreram no acidente, segundo a imprensa britânica. As identidades deles não foram reveladas. Os bombeiros demoraram cerca de 6 horas para realizar a operação de resgate dos corpos.
O casal viajava em grupo com cerca de 20 outros proprietários de Ferraris, todas com placas do Reino Unido. Ainda conforme a imprensa britânica, eles haviam chegado à cidade de León, próxima ao local do acidente, no dia anterior.
A atriz Micheli Machado, de 43 anos, perdeu o bebê que esperava do ator Robson Nunes, de 42, com quem é casada. A artista, que estava na reta final da gravidez, e o marido também são pais de Morena, de 13 anos.
"É com profunda tristeza que divulgamos o falecimento do bebê dos atores Micheli Machado e Robson Nunes. A atriz, que estava em estágio final de sua gravidez, percebeu a ausência de movimentos fetais na sexta-feira passada. Ao chegar à maternidade para um atendimento de urgência, foi constatado que não havia batimentos cardíacos, indicando que o bebê havia falecido. Micheli foi internada para a realização de uma cesariana de emergência no sábado, dia 10, para dar à luz o bebê. A família agradece as mensagens de apoio e orações recebidas neste momento difícil, e pede que sua privacidade seja respeitada enquanto vivem o luto", informou a nota assinada pela assessoria de comunicação da atriz.
O casal, que havia anunciado a gestação em fevereiro deste ano, recebeu muitas mensagens de força e carinho dos amigos. "Sintam o meu amor, meu abraço, que Deus conforte os seus corações", postou a atriz Cacau Protásio. Meus sentimentos! Muita força, amores!", escreveu a apresentadora Angélica. "Todo o meu amor pra vocês! Eu sinto muito", postou a atriz Jeniffer Nascimento. "Sinto muito. Vibrando muito amor para vocês", escreveu a atriz Bárbara Borges.
Em entrevista ao jornal britânico The Times, o irmão de Kate Middleton, James, comentou a respeito dos desafios que o diagnóstico de câncer da princesa de Gales trouxe para a família. Ela anunciou ter um tumor em fevereiro do ano passado, quando se afastou dos deveres públicos. Em janeiro deste ano, a próxima rainha consorte do Reino Unido comunicou que a doença entrou em remissão.
Na conversa, James detalhou que o câncer da irmã impactou bastante o clã Middleton. “Para ela e sua família [marido e filhos], foi um momento desafiador; e eu sei que para nós e nossa família [pais e irmãos de Kate], foi um momento desafiador, mas acho que se trata de comunicação e de oferecer apoio e ajuda sempre que possível”, destacou.
Ao longo do bate-papo, o irmão de Kate Middleton frisou quanto à necessidade de respeitar os limites de uma pessoa em tratamento contra um câncer: “Estar presente para alguém é uma parte muito importante, e não precisa necessariamente ser nos seus termos, e não deveria ser nos seus termos. Deveria ser nos termos da outra pessoa; incondicional".
“Não estou fazendo isso por algo em troca. Estou fazendo isso porque te amo”, ressaltou James Middleton sobre apoiar a irmã durante a jornada de tratamento da doença. Na avaliação do empresário, o câncer de Kate fez com que a família se unisse e seguisse um ciclo de “aprender a ver, processar e entender” a situação.
Vale destacar que após a princesa de Gales anunciar o diagnóstico da doença publicamente, James postou uma mensagem nas redes sociais para a irmã: “Ao longo dos anos, escalamos muitas montanhas juntos. Em família, vamos subir esta com você também”. O empresário escolheu uma imagem em que ele e Kate eram crianças.
O cantor Marrone, que faz dupla com Bruno, precisou ser submetido a uma cirurgia após cair do palco durante um show em Goiânia no final de semana.
De acordo com a assessoria do artista, Marrone fraturou a mão esquerda, o que motivou a cirurgia. Além disso, o sertanejo também sofreu um corte próximo ao supercílio e exames identificaram cinco costelas trincadas, segundo a equipe.
Marrone segue internado no Hospital Albert Einstein, em Goiânia. A assessoria informou que o cantor está consciente. "Ainda sem previsão de alta e passa bem", diz a nota enviada ao UOL.
Queda do palco foi no fim da apresentação. A equipe de Marrone deu detalhes sobre o ocorrido. "Ao se despedir do público, Marrone se desequilibrou ao pisar em falso e acabou sofrendo o acidente".
Próximo show da dupla será comandado por Bruno. "A apresentação marcada para nesta segunda-feira (12), na cidade de Itaquirai/MS, será realizada somente por Bruno", informa a nota oficial.

Francisco de Assis Pereira, 57, mais conhecido como Maníaco do Parque, está preso há 27 anos e tem soltura prevista para 2028 sem ter passado por análise psicológica desde a época do crime. A advogada do serial killer, Caroline Landim, explica que o detendo foi diagnosticado com transtorno de personalidade antissocial, que não tem cura. No entanto, ele não recebeu nenhum acompanhamento que o preparasse para a liberdade.
Francisco foi condenado em 1998 e nunca teve laudos médicos atualizados, segundo ela. Preso em 4 de agosto daquele ano, ele é réu confesso do assassinato de 11 mulheres e responde por sete mortes, acusado de homicídio qualificado, estupro, ocultação de cadáver e atentado violento ao pudor. Na época dos crimes, explica Landim, ele passou por um teste psicológico que trouxe o diagnóstico de transtorno de personalidade antissocial. Esse seria o último laudo da condição psicológica dele.
"Ele não recebeu nenhum acompanhamento psicológico, médico, odontológico ou jurídico, então não sabemos qual é a real situação dele hoje. Em 2028 vai completar 30 anos da sua prisão [o tempo máximo para um detendo, segundo a lei] e não sabemos qual é a situação dele hoje. É uma doença que não possui cura e o tratamento é uma questão paliativa, que nunca aconteceu", disse Caroline Landim, advogada que representa Francisco.
Ele poderá ser solto em 2028. Apesar de condenado a mais de 280 de prisão, o Código Penal brasileiro limita o tempo de cumprimento da pena. Na época da condenação, o tempo máximo de cumprimento de pena no Brasil era de 30 anos. Em 2019, uma mudança no artigo 75 do Código Penal aumentou o limite de cumprimento de pena para 40 anos. A nova regra, porém, só se aplica aos crimes cometidos a partir da vigência da lei, em 2020, e não tem efeito sobre condenações anteriores. Por isso, há a possibilidade de Francisco deixar a cadeia em agosto de 2028.
"Como ele está em poder do sistema penitenciário e não tinha nenhum advogado, não foi pedido por aconselhamento médico. Não teve nenhum profissional habilitado para fornecer novos laudos. Ele também nunca pediu e nem foi favorável a isso, mas entende que precisava ter tido esse acompanhamento. Era um dever do Estado, mas que nunca teve", disse Caroline Landim, advogada que representa Francisco.
Francisco ficou por mais de dez anos sem receber visitas ou acompanhamentos legais. Ele cumpre pena na penitenciária de Iaras, em São Paulo. Landim explica que os últimos advogados que representaram Francisco trabalharam à época do julgamento dele. Desde então, ele não tinha representantes legais, o que mudou em meados de 2023 quando a fonoaudióloga Simone Lopes Bravo decidiu trocar cartas com o assassino para um projeto literário em que buscava investigar patologias mentais em reclusos. Para conseguir conversar com ele presencialmente, ela teve que contratar uma advogada -Caroline Landim.
"Fui contratada por ela para auxiliar juridicamente. Ela que me procurou e falou sobre o projeto, mas nunca mencionou para que eu atuasse na soltura dele, até porque ela nem sabia disso. O principal sempre foi a assistência jurídica, mas acabei ajudando em outras questões que ele me pediu. Como ele ficou muito tempo sem receber visitas, tinham algumas necessidades escassas, como produtos de higiene, alimentação, vestimenta. Então, eu fazia essa ponte, seja conversando com funcionários, com a diretoria, ou acionando a Justiça, como quando ele pediu para ser transferido de penitenciária para ficar mais próximo da família. Mas nunca esteve no meu escopo atuar para a soltura dele", disse Caroline Landim, advogada que representa Francisco.
Ele também teve problemas com atendimentos médicos, o que fez com que ele arrancasse todos os dentes. Landim diz que ele tem um problema odontológico congênito, que lhe causou muita dor. Para aliviar, ele decidiu arrancar os dentes com linha de costura de bola.
"Ele quem fez a extração. Até pediu para ser atendido, mas provavelmente não houve uma estrutura para atender a demanda. Como houve demora e ele sentia dor, decidiu arrancar sozinho. Depois ele pediu por implantes, mas queria dentes de porcelana, o que é muito oneroso", disse Caroline Landim, advogada que representa Francisco.
A advogada diz que ainda não se sabe como ocorrerá a soltura de Francisco. Ela afirma que não deve atuar nesse pedido de liberação porque, até agora, essa não é uma demanda que consta no contrato. A advogada ainda explica que, segundo a lei, ele deve ser posto em liberdade. No entanto, há dispositivos judiciais que possam intervir na forma em que essa liberdade ocorra.
"Segundo a lei, ele precisaria ser posto em liberdade porque é o tempo de cumprimento de pena. Mas como o Ministério Público atua como um fiscal, é do interesse da entidade que a sociedade esteja protegida, então o MP pode fazer um pedido para saber a real situação dele e ver se tem condição de retornar à sociedade ou não. A partir disso, o caso teria que ir para uma esfera civil. Se ele não possui condições, teria que fazer uma interdição, cujas normas seriam determinadas por um juiz. São muitas variáveis", disse Caroline Landim, advogada que representa Francisco.
Para ela, é essencial que exista um novo teste psicológico para a soltura de Francisco. A advogada afirma que a Constituição Federal prevê que é dever do Estado oferecer saúde aos reclusos, mas como isso não ocorreu, um novo teste é essencial para fins de soltura.
"Gostaria que, enquanto uma advogada de defesa, que ele passasse por acompanhamento médico e descobrisse a real situação dele hoje", disse Caroline Landim, advogada que representa Francisco.
Francisco tem expectativa de ser solto, afirma Landim. Ela diz que ele aguarda ser posto em liberdade e que não fala muito sobre os crimes que cometeu.
"O que ele se apegou nesse tempo todo é a religião. Ele tenta demonstrar ali uma melhora, uma mudança de personalidade, mas sabemos que é muito comum isso acontecer. Ele tem expectativa de ser solto, mas não fica falando muito sobre isso. Ele diz que, ao ser colocado em liberdade, tem projetos para 'dar voz a nova pessoa' que se transformou e ao seu renascimento. Esses são os discursos dele", disse Caroline Landim, advogada que representa Francisco.
Larissa Ferrari voltou a polemizar no último sábado (10) ao detalhar seu relacionamento com Dimitri Payet, do Vasco. Após o acusar de agressões físicas e psicológicas, ela contou ter penetrado o atleta várias vezes, o adjetivando como submisso.
Em entrevista à coluna de Fábia Oliveira, no Metrópoles, a advogada relembrou às vezes que precisou 'comer' o craque, mas sem chegar o machucar nenhuma vez: "Sim! Passivo, submisso. Ele também gostava de penetração nele. E eu nunca o machuquei. Nunca saiu sangue, ficou com hematomas e nem agressividade. Era só ele que me machucava”, revela.
“Eu sempre levava plugs, vibradores, e coisas assim”, detalha Larissa. “As agressões nunca foram recíprocas, mesmo quando ele era passivo e submisso. Mesmo usando ‘brinquedos’, nunca houve machucados. Mesmo com penetração nunca o machuquei”, detona.
Bacharel em Direito, a mulher também criticou os responsáveis pela defesa do jogador no processo que corre na Justiça: “Eles [advogados] querem minimizar a gravidade dos fatos já que ele admitiu nosso relacionamento”.
Nos stories de seu Instagram, a ex-amante de Dimitri Payet também publicou capturas de tela de conversas com o atleta, onde ele supostamente di ter ficado satisfeito ao ter sido penetrado por ela. “Adorei como você comeu à noite”, escreveu.
“O Dimitri também era submisso e nunca se machucou. O Dimitri também praticava coisas que, ao meu ver, são nojentas, mas ele achava, naquele momento, que aquilo o animava”, contou Larissa aos milhares de seguidores.

FAMA DE PAYET
Dimitri Payet é um talentoso meio-campista francês, nascido na Ilha da Reunião. Com uma carreira profissional que se iniciou no Nantes e passou por clubes como Saint-Étienne, Lille e Olympique de Marseille, o atleta se destacou por sua habilidade técnica e capacidade de criação de jogadas. Teve passagens marcantes pelo West Ham United na Inglaterra, antes de retornar ao Marseille. Atualmente, em 2025, Payet defende as cores do Vasco da Gama no futebol brasileiro. Pela seleção francesa, disputou 38 partidas e marcou 8 gols, chegando a ser vice-campeão da Eurocopa em 2016.

Uma jovem de 25 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio registrada nesse domingo (11), na Grota da Boa Esperança, no bairro do Benedito Bentes, parte alta de Maceió. A mulher foi baleada e agredida em seguida.
A guarnição motorizada Rocom 03, pertencente ao 5° BPM, foi acionada para prestar apoio ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após a ocorrência.
A vítima foi atingida por um disparo de arma de fogo na região da perna direita e apresentou múltiplas lesões na cabeça causadas por golpes com um pedaço de madeira.
Segundo relato da mulher, os autores do crime seriam dois indivíduos identificados como "Dudu", responsável pelo disparo, e "Everton", vulgo "Prikitinha". Ambos residiam no Beco da Padaria, nas proximidades da Grota Boa Esperança.
A guarnição da Rondas Ostensivas com o Apoio de Motocicletas (Rocom) realizou a escolta da viatura do Samu até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de onde ela foi transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE) para receber tratamento médico.
A motivação e as circunstâncias do crime são desconhecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil (PC).
Um homem foi flagrado por câmeras de segurança invadindo uma loja de roupas infantis e furtando objetos na Avenida Doutor Antônio Gomes de Barros, a antiga Amélia Rosa, no bairro da Jatiúca, em Maceió. O caso foi registrado na madrugada do último sábado (10).
Em imagens enviadas ao TNH1, o homem aparece sentando na porta do estabelecimento, colocando um papelão e um cone na frente para disfarçar enquanto quebrava os cadeados. Em seguida, o suspeito de furto consegue fazer uma pequena abertura e se arrasta para dentro da loja
A dona da loja, Thaialla Santa Rosa, disse, em entrevista à TV Pajuçara, que o homem levou um aparelho de celular iPhone e o dinheiro do caixa. O prejuízo dos portões quebrados ainda não foi calculado.
“A minha loja eu consegui com muita batalha e com muito suor. Não é fácil [...] Hoje eu fecho minha loja, mas eu não sei se amanhã ela vai estar do mesmo jeito”, afirmou emocionada.
A proprietária afirmou que o homem invadiu um salão de beleza depois de sair da loja dela. Lá, ele teria levado chapinha, secador e outros objetos. Não se sabe se a dona do salão registrou boletim de ocorrência.
Qualquer informação sobre a identidade ou localização do suspeito pode ser fornecida para a polícia através do Disque Denúncia (telefone 181).
Um homem de 36 anos é suspeito de agredir a companheira, destruir os móveis da casa e incendiar o colchão do casal. O caso aconteceu nesse domingo (11) no município de Delmiro Gouveia, no Sertão de Alagoas. Ele continua foragido.
De acordo com informações da vítima, passadas para a Polícia Militar, o companheiro estava embriagado, a agrediu e ainda a ameaçou com uma faca. Além disso, ela afirmou que o homem colocou fogo no colchão e quebrou móveis e eletrodomésticos da residência. Veja como ficou local:
Os militares foram até o local e conseguiram conter as chamas, porém o marido da mulher já havia fugido. Já a vítima foi para a casa de uma vizinha e solicitou uma medida protetiva de urgência contra o homem.
Qualquer informação sobre a localização do suspeito pode ser repassada para a polícia através do Disque Denúncia (telefone 181). O anonimato é garantido.
Três pessoas da mesma família foram encontradas mortas dentro de um apartamento, no bairro Barro Preto, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, na última sexta-feira (9). A Polícia Civil investiga as circunstâncias das mortes.
Os corpos de avó, filha e neta estavam em cima de uma cama. Funcionários do condomínio disseram que não viram as vítimas depois de 3 de maio.
Veja, abaixo, tudo o que se sabe sobre o caso:
Como a família foi encontrada?
Na tarde da última sexta-feira (9), policiais militares encontraram avó, filha e neta mortas dentro de um apartamento na capital mineira. O imóvel fica no 13º andar de um prédio da Rua Mato Grosso, no bairro Barro Preto, na Região Centro-Sul.
As três vítimas estavam em cima de uma cama com quatro cachorros também sem vida. Segundo o boletim de ocorrência, todos os corpos apresentavam avançado estado de decomposição.
Quem chamou a polícia?
A Polícia Militar foi acionada pela síndica do condomínio após uma ligação da avó paterna da bebê, que dizia não estar conseguindo falar com a família.
“Ela entrou em contato comigo muito preocupada, talvez sentindo que algo de ruim tivesse ocorrido. Eu disse que estava chegando no prédio e que iria até o [13º] andar onde elas moravam. Logo que cheguei no andar, senti um odor muito forte e chamei a polícia”, relatou a síndica.
Na quinta-feira (8), a familiar já teria ido ao prédio para buscar informações sobre o "paradeiro" das três.
À PM, funcionários do prédio afirmaram que não viram as vítimas depois de 3 de maio.
Como o apartamento estava?
Os policiais precisaram arrombar a porta para entrar no apartamento. O imóvel estava trancado, com todas as janelas fechadas.
No local, os militarem acharam três bandejas com carvão queimado. A polícia não informou se isso pode ter relação com as mortes.
Quem são as vítimas?
De acordo com a Polícia Militar, as vítimas foram identificadas como:
À corporação, o pai da bebê afirmou que a filha tinha um grave problema de saúde, caracterizado pela falta de ligação do esôfago com o estômago. Ele e a mãe da criança não mantinham mais um relacionamento.
O corpo de Giovanna Antonini Vasconcelos foi velado e enterrado no Cemitério Parque Terra Santa, em Sabará, na Grande BH, no último sábado (10). Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre o sepultamento de Cristina Lúcia Bastos Teixeira e Daniela Teixeira Antonini.
Qual a causa das mortes?
A Polícia Civil apura o caso. Em nota, a instituição informou que enviou uma equipe de perícia ao apartamento para realizar a coleta de elementos que irão subsidiar a investigação.
Ainda conforme a PC, os corpos das vítimas foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte e submetidos a exames. Ainda não se sabe as circunstâncias e as causas das mortes.
"A PCMG aguarda a conclusão dos laudos periciais para atestar as circunstâncias e as causas das mortes", completou.
Pesquisadores conseguiram transformar chumbo em ouro. O experimento foi feito em um acelerador de partículas na Europa, onde foi forçada a colisão de núcleos de chumbo em alta velocidade. (Entenda mais abaixo)
Transformar chumbo em ouro era o sonho dos alquimistas do século 17, que buscavam formas de converter metais comuns em metais preciosos. Agora, cientistas do CERN — o laboratório europeu de física de partículas, na Suíça — conseguiram fazer isso. Ainda que por apenas alguns microssegundos.
➡️ Há séculos, estudiosos tentavam essa transformação, mas a dificuldade estava na diferença entre o número de prótons nos dois elementos. Os prótons são as partículas que ficam no núcleo do átomo. O chumbo tem 82 prótons, enquanto o ouro tem 79.
O que os pesquisadores fizeram foi expulsar prótons do núcleo do chumbo até que ele tivesse a mesma quantidade do ouro.
🔎 Como isso foi feito:
Eles miraram feixes de chumbo uns contra os outros.
O experimento foi realizado no acelerador de partículas do laboratório.
Com isso, os núcleos foram empurrados para o choque a uma velocidade próxima à da luz.
Durante o processo, o núcleo do chumbo acabou ejetando três prótons. Ou seja, restando apenas 79 prótons. Com isso, ele se tornou ouro. A transformação durou apenas um microssegundo — muito mais rápido que um piscar de olhos e impossível de se perceber a olho nu.
O experimento foi repetido diversas vezes entre 2015 e 2018. Nesse período, foram criados cerca de 86 bilhões de núcleos de ouro, o que corresponde a apenas 29 trilionésimos de grama.
A maioria desses átomos de ouro era instável e durou cerca de um microssegundo antes de colidir com os equipamentos ou se fragmentar em outras partículas — deixando de ser ouro.
