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Anunciado na terça-feira (20) pelo presidente Donald Trump, o americano "Golden Dome" ("Domo de Ouro") é um sistema de defesa antimísseis inspirado no "Domo de Ferro" de Israel.

O projeto é avaliado em US$ 175 bilhões, o equivalente a R$ 1 trilhão, e está em desenvolvimento pelo Pentágono. Trump disse que quer concluí-lo até o final do mandato, em 2029.

Em 2024, ele falou na construção de um "sistema de defesa antimísseis Domo de Ferro, para garantir que nenhum inimigo" pudesse atacar os EUA. Na ocasião, citou o domo de Israel.

Assim que assumiu o mandato, em janeiro de 2025, Trump assinou um decreto para levar o projeto adiante. Entre as justificativas, elencou que os EUA sofrem ameaça de ataques balísticos, hipersônicos e de cruzeiro e estabeleceu que o país adotaria o objetivo "da paz pela força".

O Domo de Ouro foi concebido para incluir capacidades terrestres e espaciais capazes de detectar e parar mísseis em todos os quatro estágios principais de um possível ataque:

detectá-los e destruí-los antes do lançamento

interceptá-los no estágio inicial do voo

pará-los no meio do caminho no ar

detê-los nos minutos finais enquanto descem em direção a um alvo

Segundo a agência de notícias Associated Press, uma fonte sob condição de anonimato revelou que, nos últimos meses, o Pentágono vem desenvolvendo opções para o projeto com base em um custo "médio, alto e extra alto".

A diferença entre as três versões teria como base, em grande parte, uma variação na quantidade de satélites e sensores, além de interceptadores espaciais, que seriam adquiridos pela primeira vez.

Especialistas do setor foram receosos quanto ao plano de Trump de concluir o projeto em 2029, tanto por eventuais resistências políticas quanto a eventuais dificuldades de financiamento.

"O novo ponto de dados é de US$ 175 bilhões, mas a questão permanece: por quanto tempo? Provavelmente serão 10 anos", disse Tom Karako, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, acrescentando que a expertise em software do Vale do Silício e dos EUA pode ser aproveitada para gerar avanços, além de utilizar os sistemas de defesa antimísseis existentes.

O financiamento do Golden Dome permanece incerto. Legisladores republicanos propuseram um investimento inicial de US$ 25 bilhões para o Golden Dome como parte de um pacote de defesa mais amplo de US$ 150 bilhões, mas esse financiamento está vinculado a um controverso projeto de lei que enfrenta obstáculos no Congresso.

"A menos que seja aprovado, os fundos para o Golden Dome podem não se materializar", disse um executivo do setor que acompanhou o programa. "Isso coloca todo o cronograma do projeto em risco."

O Escritório de Orçamento do Congresso estimou, este mês, que apenas os componentes espaciais do Golden Dome poderiam custar até US$ 542 bilhões nos próximos 20 anos. Trump solicitou um investimento inicial de US$ 25 bilhões.

Inspiração do Domo de Ouro, o Domo de Ferro de Israel foi desenvolvido com o apoio dos EUA. É usado para abater foguetes de curto alcance e já interceptou milhares deles desde que foi ativado no início da década passada.

Quando um ataque é identificado, a tecnologia calcula a trajetória do foguete inimigo e verifica se uma área urbana será bombardeada. O sistema, então, lança um míssil interceptor que explode o artefato inimigo ainda no ar.

A ferramenta é móvel, podendo funcionar e ser instalada em qualquer lugar do país. Além disso, as baterias com os mísseis interceptores podem ser instaladas em veículos militares.

Segundo o Ministério da Defesa israelense, o Domo de Ferro consegue interceptar cerca de 90% dos ataques inimigos.

Durante as ofensivas militares do país na Faixa de Gaza e no Líbano, a eficiência do sistema foi testada diversas vezes.

Em outubro do ano passado, por exemplo, durante um ataque de mísseis vindos do Irã, deixou apenas feridos sem gravidade e não houve registro de prédios ou residências atingidos. Mais de 180 foguetes foram lançados.

Além do domo, Israel possui ainda outros sistemas defensivos: A Seta, Estilingue de David, Viga de Ferro e Patriota. Veja como cada um deles funciona na reportagem do g1.

 

As fortes chuvas que atingem diversas regiões de Alagoas nos últimos dias forçaram 722 pessoas a deixarem suas residências, segundo dados da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, divulgados nesta quarta-feira (21). Do total, 267 pessoas estão desabrigadas — ou seja, sem moradia e dependendo de abrigos públicos — e 455 foram desalojadas, tendo se abrigado em casas de familiares ou amigos.

Os números refletem a situação crítica em 13 municípios alagoanos, sendo os mais afetados:

Outros municípios que também apresentaram registros foram Coqueiro Seco, Flexeiras, Igreja Nova, Joaquim Gomes, Marechal Deodoro, Matriz de Camaragibe, Passo de Camaragibe e Rio Largo.

Apesar do alto número de pessoas afetadas, não há registro de mortes até o momento, conforme o boletim oficial.

A Defesa Civil segue monitorando os principais rios e áreas de risco, emitindo alertas e orientações à população. A previsão para os próximos dias ainda indica a possibilidade de chuvas persistentes, o que mantém o estado em atenção máxima.

 

Após passar um longo período com preços nas alturas, o ovo de galinha deve dar algum alívio para o bolso do consumidor. Isso porque a iguaria já dá indícios de queda nas gôndolas dos supermercados. Algo que já era esperado com o fim da quaresma, que pressionou muito os preços do ovo no mês passado, e com a pressão do próprio mercado.

De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da USP, o ovo caiu pelo menos 13,7% desde a Semana Santa na região metropolitana de Belo Horizonte. Em 17 de abril, Quinta-feira Santa, a caixa com 30 dúzias de ovos brancos era negociada pelo preço médio de R$ 209,59, já na atualização mais recente, em 19 de maio, o preço da caixa estava em R$ 180,73. Se comparado com três meses atrás, a queda é de 28% - em 20 de fevereiro, a caixa estava em R$ 251,48.

A dúvida agora é se o preço pode cair ainda mais como consequência da gripe aviária. A redução de preços recente foi percebida também pela pesquisa do Mercado Mineiro em Belo Horizonte, que deve divulgar em breve os resultados do levantamento. De acordo com o administrador do Mercado Mineiro, Feliciano Abreu, é possível observar uma queda no preço do ovo desde antes de estourar a notícia sobre o primeiro caso de gripe aviária em granja comercial no Brasil - que gerou, a princípio, a expectativa de queda na exportação e uma possível “sobra” de produto no mercado interno.

Agora, a tendência é cair mais, mas por diversos motivos, entre eles pressão do próprio mercado. “Chegou ao limite. O ovo estava muito caro, e o mercado segura por si só”, contextualiza Feliciano. Para ele, a gripe aviária também deve provocar queda no preço, motivada por mais ofertas do produto, pelo menos no início.

A influência da gripe aviária no preço dos ovos, no entanto, ainda não está clara. O que se sabe é que há uma expectativa de queda de 20% nas exportações de frango, isso porque, União Europeia e China, por exemplo, interromperam a compra de carne de frango brasileira. Mas ainda não há menção sobre os ovos.

Além disso, o próprio cenário da gripe aviária no Brasil ainda é incerto, não sendo possível, segundo entidades do setor agropecuário, prever impactos diretos nos preços ao consumidor interno. Para o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, o país está preparado para enfrentar os casos pontuais de gripe. “A gente já vinha trabalhando e se prevenindo. É por isso que estamos preparados. Hoje você consegue controlar, você consegue fazer com que esse foco fique somente reduzido ao local onde aconteceu, fruto da biosseguridade”, explica. “Aqui no Brasil, nós podemos assegurar que não há risco de se espalhar porque estamos preparados já desde muito tempo para enfrentar esse desafio”, garante.

Ricardo Santin também dá esperanças de que, apesar das recentes sanções, as relações comerciais internacionais com o Brasil não sejam afetadas. “A gente espera que, desse episódio, a gente saia mais forte. A confiança que o mundo já tem no Brasil agora vai ser reforçada”, diz. “O mundo vai ver que o Brasil leva muito a sério e que cumpre as regras. E também, ao mesmo tempo, vai ver que nós temos biosseguridade para conseguir manter um surto isolado em um só lugar e que somos parceiros fortes e confiáveis do mundo na segurança alimentar”, afirma.

 

 

 

A Polícia Militar de Alagoas (PMAL) apreendeu duas armas de fogo, dentre elas, um rifle, e prendeu duas pessoas nessa terça-feira (20).

A ação contou com os trabalhos da guarnição motorizada do Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Craíbas, vinculada ao 3° Batalhão de Polícia Militar (3° BPM).

A ocorrência teve início após uma denúncia informando sobre um possível porte ilegal de arma de fogo por ocupantes de um veículo que se deslocava do município de Jaramataia com destino a Arapiraca.

Com base nas informações repassadas, a guarnição dirigiu-se ao povoado de Folha Miúda, onde localizou um automóvel com as características descritas na denúncia. Após a abordagem e revista pessoal nos ocupantes, nada de ilícito foi encontrado com os suspeitos. Contudo, durante a inspeção no interior do veículo, foram localizados um rifle calibre .36, desmuniciado, e um revólver calibre .38, municiado.

 Homens são presos com rifle e revólver em veículo na zona rural de Craíbas
Armas apreendidas pela PM. Foto: - cortesia

Diante do flagrante, os dois envolvidos foram conduzidos ao CISP de Craíbas, onde foi registrado o Boletim de Ocorrência por porte ilegal de arma de fogo, acessório ou munição de uso permitido. Os detidos permanecem à disposição da Justiça.

 

A chegada de Bernardo ficará marcada para sempre na memória da família. Afinal, o bebê enfrentou a baixa probabilidade de vir ao mundo, já que sua mãe usava o DIU quando engravidou. No entanto, outro detalhe chamou a atenção em seu nascimento, tornando o desfecho dessa história ainda mais surpreendente — o pequeno nasceu com o dispositivo Intrauterino colado em seu bumbum.

A obstetra e ginecologista Rafaela Frota (@drarafaelafrota), de Brasília (DF), compartilhou a história incrível em suas redes sociais e a publicação, rapidamente, viralizou. À CRESCER, a médica explicou que o DIU não ofereceu risco para a sua paciente ao longo da gestação.

A decisão para remover o dispositivo uterino durante a gravidez deve ser tomada com cautela pelos médicos. Segundo a especialista, quando o dispositivo intrauterino se encontra abaixo do local da implantação do embrião, é necessária a remoção. No caso da mãe do pequeno Bernardo, a obstetra optou pela não retirada para evitar a possibilidade de um aborto espontâneo.

A médica também revela que a mãe de Bernardo precisou passar por uma cesariana de emergência, que não teve ligação com o DIU. A paciente teve um descolamento prematuro de placenta. Como a bolsa da gestante rompeu antes da cirurgia, o bebê teve contato com o DIU devido ao vérnix — substância esbranquiçada e gordurosa que recobre a pele dos recém-nascidos. “Nunca tinha visto o DIU ficar nesse local. Então, quando fui entregar o Bernardo para o pediatra, fiquei surpresa. Achei diferente e pedi para o pai tirar uma foto”, a médica lembrou.

Rafaela não imaginava que sua imagem teria tanta repercussão nas redes sociais. “A ideia era mostrar que o DIU, como qualquer outro método, pode falhar, mas mesmo assim, é considerado um contraceptivo muito eficiente com taxa de falha de 0,2%”, a médica alertou.

É exclusivo . Os pais de Gabriel Lincoln Pereira da Silva, adolescente de 16 anos, morto com um tiro disparado por um policial militar durante uma perseguição no último dia 3 de maio, serão ouvidos nesta quinta-feira (22), pela Polícia Civil de Alagoas. O depoimento será realizado no Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Palmeira dos Índios, e será conduzido pelo delegado de homicídios João Paulo Canuto. O advogado da família, Gilmar Torres, acompanhará a oitiva.

O depoimento dos pais faz parte das diligências da investigação instaurada pela Delegacia de Homicídios da 5ª Delegacia Regional, que apura as circunstâncias da morte do adolescente. O caso gerou grande repercussão local e estadual, especialmente por envolver um menor, morto durante uma ação policial que segue sendo questionada por familiares e moradores.

Segundo a versão apresentada pela Polícia Militar, Gabriel desobedeceu a uma ordem de parada e, durante a perseguição, teria atirado contra os agentes, que revidaram. A PM afirma que o jovem estava portando um revólver calibre 38 com cinco munições intactas e uma deflagrada. Já a família contesta essa versão, alegando que o adolescente não estava armado e que a ação foi desproporcional.

De acordo com o advogado Gilmar Torres, o depoimento dos pais será fundamental para reforçar o perfil de Gabriel, descrito por parentes e amigos como um jovem tranquilo, trabalhador e sem histórico de envolvimento com atividades ilícitas. Gabriel havia iniciado recentemente um pequeno negócio de massas caseiras para ajudar nas despesas da casa.

“Os pais vão relatar quem era o Gabriel, sua rotina, seu comportamento. Isso é importante para contrastar com a imagem construída após a ação policial. Nosso objetivo é mostrar que ele foi vítima de um erro grave, ou até mesmo de um abuso de autoridade”, afirmou o advogado.

Gilmar Torres também informou ao Portal Todo Segundo que vem acompanhando o andamento do inquérito, com base no que determina a lei. Segundo ele, esse acesso é uma prerrogativa legal da advocacia, e tem sido essencial para garantir a transparência do processo investigativo.

A defesa da família já solicitou formalmente à Polícia Civil a reprodução simulada da ação policial, com o objetivo de reconstituir o que de fato aconteceu no momento em que Gabriel foi baleado. As armas dos policiais e a arma supostamente apreendida com o adolescente estão passando por perícia.

Enquanto isso, a comunidade segue mobilizada. Manifestações públicas, atos em redes sociais e pronunciamentos de lideranças políticas reforçam os pedidos de justiça e apuração rigorosa. Um novo protesto está marcado para a próxima sexta-feira (23), a partir das 8h, em frente ao CISP do município.

O inquérito ainda está em andamento, e não há previsão de conclusão. O Ministério Público de Alagoas acompanha o caso de perto. Os pais de Gabriel esperam que, por meio da justiça, a memória do filho seja respeitada e que eventuais responsáveis por excessos sejam responsabilizados.

Uma equipe da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) prendeu seis pessoas por suspeita de estelionato, na manhã dessa segunda-feira (19), em um hotel de luxo, localizado no bairro da Jatiúca, em Maceió.

Segundo o agente Adjeferson Pessoa, coordenador da Oplit, ação ocorreu após informações de que três casais estariam hospedados em quartos separados e utilizando cartões de crédito clonados ou obtidos de forma ilícita para realizar pagamentos pelas estadias. O alerta partiu do próprio hotel, que identificou uma movimentação suspeita durante o processo de renovação de diárias.

Um funcionário relatou que um dos cartões utilizados no pagamento da estadia do dia anterior havia sido contestado pelo verdadeiro titular, um cidadão espanhol, que entrou em contato com o estabelecimento informando que nunca havia estado no Brasil.

Divulgação / PCAL

 

Com base nas informações, os policiais se dirigiram ao hotel e fizeram a abordagem, identificando os seis suspeitos. O grupo foi conduzido à Central de Flagrantes, onde foram autuados por estelionato.

As investigações continuam para apurar a origem dos dados utilizados nos golpes e se há outras vítimas envolvidas.


A Polícia Civil de Alagoas, por meio da Delegacia do 53º Distrito Policial de Arapiraca, coordenada pelo delegado Edberg Oliveira, concluiu nesta terça-feira (20) o inquérito que investigava crimes de estelionato praticados contra diversas vítimas na cidade do Agreste. A investigação resultou no indiciamento de uma mulher, de 32 anos, que atuava como agente de campo de uma instituição de crédito com atuação na região.

Segundo as investigações, a suspeita utilizava documentos pessoais de clientes aos quais tinha acesso para fraudar contratos de empréstimo, sem qualquer autorização das vítimas. Com os dados em mãos, ela instalava o aplicativo da instituição em seu próprio celular e realizava o processo de solicitação de crédito, desviando os valores para sua conta por meio de transferências via PIX.

Cada vítima chegou a ter prejuízos que ultrapassam R$ 30 mil. Em somente um dos contratos fraudulentos, seis pessoas diferentes foram prejudicadas, tiveram seus nomes negativados e receberam notificações de protesto emitidas por cartório da cidade. As vítimas sequer se conheciam entre si, contrariando a lógica do modelo de concessão de crédito adotado, que normalmente agrupa pessoas próximas ou conhecidas.

O inquérito contou com a oitiva do coordenador local do projeto e de funcionários da instituição. Também participaram da investigação auditores vindos da sede nacional da empresa, que verificaram a autenticidade dos contratos e confirmaram a fraude após entrevistas com as vítimas.

Segundo o delegado Edberg Oliveira, a fraude iniciou em meados de 2023, mas as vítimas só tomaram conhecimento do crime entre os dias 27 e 28 de fevereiro de 2025, ao serem notificadas pelo cartório. A prática só foi interrompida após a demissão da investigada no início de abril deste ano. Em depoimento interno à empresa, a mulher teria confessado o crime alegando dificuldades financeiras, mas permaneceu em silêncio durante seu interrogatório oficial na delegacia.

A autoridade policial ressalta que o golpe é de difícil detecção pelas vítimas, uma vez que envolvia uma pessoa credenciada pela própria instituição. Somente em um contrato foram seis vítimas, todas cobradas por débitos superiores a R$ 30 mil. É estimado um prejuízo superior a R$ 120 mil apenas nesse grupo.

A Polícia Civil orienta que qualquer cidadão que tenha recebido cobranças indevidas referentes a esse tipo de empréstimo na cidade de Arapiraca deve procurar a Central de Polícia para registrar a devida representação. Como se trata de um crime de estelionato, nos casos em que a vítima tenha menos de 70 anos, o processo só é iniciado mediante solicitação da própria pessoa.

Uma equipe de pesquisadores liderada pelo astrobiólogo Trent Thomas, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, realizou um novo estudo sobre o Sistema Trappist-1.

De acordo com as observações, os sete planetas rochosos localizados a 40 anos-luz da Terra podem conter água, considerada essencial para a vida. A pesquisa foi publicada em pré-print e está disponível no arXiv desde maio.

Os sete planetas do sistema orbitam uma estrela anã vermelha do tipo M. Esse tipo de estrela é menor e mais fria que o nosso Sol, e também é conhecida por ter uma maior propensão à atividade de erupções.

Saiba mais no site Metrópoles, clicando aqui.

 

 

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta de grande perigo para 19 municípios de Alagoas, nesta quarta-feira (21). O aviso, válido das 5h18 até às 15h, aponta para a possibilidade de chuvas superiores a 60 mm por hora ou acima de 100 mm por dia, com risco elevado para alagamentos severos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas.

Diante da gravidade do cenário climático, o INMET recomenda que moradores desliguem aparelhos elétricos e o quadro geral de energia, observem qualquer alteração em encostas próximas e, se possível, permaneçam em locais abrigados. Em caso de inundação, é indicado proteger documentos e objetos importantes em sacos plásticos e acionar os serviços de emergência — Defesa Civil (199) e Corpo de Bombeiros (193).

O alerta afeta os seguintes municípios alagoanos da região Norte do estado.

Veja a lista:

Barra de Santo Antônio, Campestre, Colônia Leopoldina, Flexeiras, Ibateguara, Jacuípe, Japaratinga, Joaquim Gomes, Jundiá, Maragogi, Matriz de Camaragibe, Novo Lino, Paripueira, Passo de Camaragibe, Porto Calvo, Porto de Pedras, São Luís do Quitunde e São Miguel dos Milagres.

 

Maria Vitória, de apenas 14 anos, foi encontrada morta e com sinas de estupro, na noite dessa terça-feira (20), na região da Mata do Rolo, em Rio Largo. Ela estava desaparecida desde o último domingo (18), quando foi vista pela última vez em uma área próxima a uma venda de açaí.

Após não retornar para casa, a família iniciou buscas e registrou o desaparecimento junto às autoridades.

O corpo foi encontrado sem roupas e com marcas de perfurações nas costas, o que indica o uso de arma branca. Há também suspeita de abuso sexual, embora o laudo oficial do Instituto Médico Legal (IML) ainda não tenha sido divulgado.

Até o momento, a Polícia Civil (PC) não divulgou detalhes sobre possíveis suspeitos, motivações ou circunstâncias do crime. A Delegacia de Homicídios segue investigando o caso e colhendo depoimentos de familiares e moradores da região.

Uma operação da Polícia Civil de Alagoas prendeu, na manhã desta quarta-feira (21), três pessoas suspeitas de participação no assassinato das jovens Vitória Stefani da Silva e Micaela Araújo da Silva. O caso foi registrado em Barra de São Miguel, no Litoral sul de Alagoas.

Vitória e Micaela eram amigas e desapareceram no dia 16 de abril. Dois dias após o sumiço das jovens, o corpo de Vitória, de 25 anos, foi encontrado em um canavial na Barra de São Miguel. Já o corpo de Micaela foi localizado 9 dias após o desaparecimento.

Além das prisões, foram apreendidos celulares, documentos e outros materiais, que agora serão analisados para dar continuidade às investigações.

No dia 22 de abril, o namorado de Micaela, identificado como Vinícius Gomes Santos, foi preso. Ele é suspeito de ter participado no desaparecimento das jovens.

Ainda não há informações sobre a motivação do crime.

Uma influenciadora brasileira de 19 anos foi presa no domingo, 18, na Irlanda, suspeita de tráfico de drogas. Ela estava em um automóvel, na companhia do namorado, que também foi detido. Os dois levavam maconha, cocaína, ketamina e MMA (metilanfetamina), avaliadas em 6 mil euros (cerca de R$ 38 mil), segundo a polícia irlandesa.

O Ministério das Relações Exteriores, por meio da Embaixada do Brasil em Dublin, disse que acompanha o caso, em contato com as autoridades locais, e presta assistência consular. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do casal.

Segundo as autoridades irlandesas, a brasileira Laryssa Sales e seu namorado, identificado como Otávio Martin de Sousa, de 30 anos, foram parados em uma blitz em Dublin, capital irlandesa. O carro era dirigido por Sousa.

Como Laryssa apresentou nervosismo, inclinando-se em direção ao porta-luvas, os policiais fizeram buscas e encontraram as drogas, juntamente com 3 mil euros – cerca de R$ 19 mil. Havia também uma balança e embalagens.

O casal foi detido por suspeita de tráfico de entorpecentes. Nesta segunda-feira, 19, a defesa de Laryssa entrou com um pedido de fiança, alegando que a jovem está grávida e tem sérios problemas de saúde.

A justiça negou a concessão de fiança, alegando falta de provas da gravidez e das condições de saúde da brasileira. No entanto, concedeu a ela o benefício da assistência jurídica gratuita.

Os policiais que detiveram o casal alegaram ao juiz que Laryssa e seu acompanhante forneceram um endereço falso do local em que vivem e foram pouco colaborativos, o que pode ter influenciado a decisão da justiça.

Houve dúvidas, inclusive, sobre a verdadeira identidade da brasileira, já que ela não teria apresentado seus documentos. Laryssa tentou isentar o namorado de responsabilidade pela droga, alegando que era para seu próprio consumo.

A brasileira se apresenta como criadora de conteúdo digital em sua página no Instagram, onde tem 20,3 mil seguidores. Em outubro do ano passado, ela postou uma foto sua de malas no aeroporto com a legenda: “Um novo ciclo se inicia hoje na minha vida. Que essa oportunidade me permita alçar voos ainda mais altos para atingir meus objetivos. Partiu Europa!

A imprensa irlandesa deu destaque ao caso. A notícia estava listada como a mais lida na edição do jornal The Irish Times, desta terça-feira, 20. Segundo o jornal, o namorado de Laryssa é funcionário de uma empresa aérea irlandesa.

Eles foram detidos durante uma operação da Guarda Nacional da Unidade de Drogas, na Rua Kevin, em Dublin. Na segunda, após comparecerem perante o juiz Gerard Jones, no Tribunal Distrital de Dublin, os dois permaneceram presos. Eles são acusados formalmente de posse de cannabis (maconha), cocaína, cetamina MMDA e benzodiazepínicos para venda ou fornecimento.

Ao solicitar a fiança, Laryssa disse ao tribunal que havia viajado para a Irlanda no ano passado e que estava trabalhando e estudando. Ela prometeu que, se tivesse a fiança, compareceria à próxima audiência, mas o juiz avaliou que ela poderia fugir do país. O advogado de defesa alegou que seus clientes estavam radicados na Irlanda e planejavam voltar ao Brasil apenas para passar férias.

 

A Polícia Civil concluiu, nesta terça-feira (20), o inquérito que investigava crimes de estelionato praticados contra diversas vítimas em Arapiraca, município de Alagoas. Uma mulher de 32 anos, que atuava como agente de campo de uma instituição de crédito com atuação na região, foi indiciada.

De acordo com a investigação, a suspeita utilizava documentos pessoais de clientes aos quais tinha acesso para fraudar contratos de empréstimo, sem autorização das vítimas. Com os dados em mãos, instalava o aplicativo da instituição em seu próprio celular e realizava solicitações de crédito, desviando os valores para sua conta por meio de transferências via PIX.

Cada vítima chegou a acumular prejuízos superiores a R$ 30 mil. Em um único contrato fraudulento, seis pessoas diferentes foram prejudicadas, tiveram seus nomes negativados e receberam notificações de protesto emitidas por cartório da cidade. As vítimas não se conheciam entre si, o que contraria o modelo de concessão de crédito da instituição, que costuma agrupar pessoas próximas.

O inquérito contou com o depoimento do coordenador local do projeto, de funcionários da instituição e de auditores enviados pela sede nacional da empresa, que confirmaram a fraude após entrevistas com as vítimas e análise da autenticidade dos contratos.

A fraude teve início em meados de 2023, mas só foi descoberta entre os dias 27 e 28 de fevereiro de 2025, quando as vítimas foram notificadas pelo cartório. A prática criminosa foi interrompida após a demissão da investigada, no início de abril deste ano.

Em depoimento interno à empresa, a mulher teria confessado o crime, alegando dificuldades financeiras. No entanto, permaneceu em silêncio durante o interrogatório oficial na delegacia.

A apuração foi conduzida pela Delegacia do 53º Distrito Policial, sob coordenação do delegado Edberg Oliveira.

A nova atualização do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), nesta terça-feira (20), mostra que Maceió voltou a ocupar o primeiro lugar do ranking de cidades com maiores volumes pluviométricos. Entre esta terça (19) e hoje, a capital alagoana contabilizou 69,4 mm.

O estado de Alagoas tem registrado fortes chuvas desde a noite da última sexta-feira (17). Nas primeiras 24 horas do temporal, Maceió chegou a contabilizar 142,8 mm, ficando à frente de municípios em Roraima e Pernambuco.

No dia seguinte, Palmeira dos Índios, também em Alagoas, foi a cidade que apareceu na primeira posição, com 91 mm. Maceió ficou em terceiro lugar (76,4 mm).

Nesta terça (20), o topo do ranking pertence inteiramente a Alagoas: Maceió (69,4 mm), Palmeira dos Índios (50,4 mm) e a região do aeroporto do estado (50 mm).

ALERTA DE CHUVA

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) colocou 84 dos 102 municípios alagoanos em atenção redobrada para o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamento de rios, especialmente em áreas mais vulneráveis.

O alerta amarelo, válido até as 23h59 desta quarta-feira (21), prevê chuvas entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm por dia, com baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos.

Já o alerta laranja, de maior severidade, indica possibilidade de chuvas entre 30 e 60 mm por hora ou de 50 a 100 mm por dia, com risco real de desastres como deslizamentos e alagamentos.

Mais precisamente, 30 municípios estão sob alerta amarelo e 54 sob alerta laranja.

O cantor Latino, 52, fez um longo desabafo nas redes sociais na manhã desta terça-feira (20) e revelou que um de seus filhos, atualmente com 27 anos, é dependente químico. Além disso, o jovem também chegou a agredir a mãe, a atual madrasta, Raffa Rarbbie, 26, e extorquir o músico.

No vídeo, o artista disse que descobriu a paternidade quando o herdeiro tinha 18 anos e o levou para morar com ele, no entanto, o rapaz não se adaptou em nenhum emprego, e passou a causar diversos problemas. “Ele causou inúmeros situações pesadas, uma delas foi ter agredido a minha mulher, quando ela estava com as cordas vocais operadas. Ele trouxe a Covid para dentro de casa. […]”, começou.

“Ele tinha um problema mais sério: que era a dependência química. […] Existe uma dependência química psicológica, do que a gente chama de ‘pobre coitadismo’. As pessoas, por algum motivo, preferem mergulhar na bebida, nas drogas, para se aliviar ou justificar um passado, uma infância, uma adolescência, que ele não teve ao lado do pai. Eu não acho certo isso porque não tive pai presente e muitas vezes não tive minha mãe presente e nem por isso eu me tornei um cara mau-caráter”, continuou.

Na sequência, o artista deu detalhes da convivência com o jovem. “[…] Eu pude perceber esse desvio de caráter que ele tem na personalidade, na sua sociopatia, até que eu expulsei ele de casa. […] E aí ele causou inúmeras situações pesadas, desconfortos, e eu não podia mais ficar com ele aqui. Eu não podia estar ensinando o menino a dormir todos os dias meio-dia, trocando a noite pelo dia, sem querer estudar, sem querer trabalhar”, acrescentou.

Latino afirmou ainda que ele e a mãe do rapaz tentar ajudá-lo por diversas vezes, mas, o filho sempre se recusou a buscar a e aceitar o tratamento adequado. “[…] Chegou no fim da linha, ela [mãe biológica] pegou ele em um bar, bebendo, foi tirar satisfação, e ele a agrediu. Tentou agredir o padrasto em palavras, em gestos, fazendo escândalo no bar. Todo mundo olhando para a mãe dele, achando que ela era a víbora da história”.

Em outro trecho, o cantor abriu o jogo sobre a extorsão. “Eu estou cansado de ser extorquido pelo meu filho. Eu não aguento mais. Ele vivia dizendo que se ele quisesse abrir a boca para falar mal de mim, as pessoas iam acreditar nele. E eu passei a vida inteira dando dinheiro para ele porque eu não queria que as pessoas o julgassem, que o maltratassem, que ele passasse o que eu passei na minha vida”, garantiu.

Por fim, Latino afirmou que o filho se faz de “vítima da sociedade”. “Eu tive que parar porque o dinheiro estava indo para sustentar o vício dele. Estou sofrendo muito, porque eu queria muito poder ajudá-lo, mas eu entendo que nesse momento eu tenho que cortar de vez o laço e a pensão, porque eu estava destruindo o meu próprio filho”.

Em seu perfil no Instagram, Guilherme Rocha, também conhecido como Namentti, filho de Latino, rebateu ao pronunciamento do pai. “Esse é o exemplo de pai que me chamou de drogado nas redes sociais. Meu pronunciamento virá”, escreveu na legenda do vídeo em que o músico aparece fumando.

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