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Incendios florestais entre Miranda e Corumbá BR 262 e MS 184

Câmara dos Deputadosnesta segunda-feira (2) deu um importante passo na luta contra a criminalidade ambiental ao aprovar um projeto de lei que endurece as penas para aqueles que provocam incêndios em florestas e outras formas de vegetação. A proposta, que ainda aguarda análise do Senado, prevê um aumento significativo na pena de reclusão, passando de 2 a 4 anos para 3 a 6 anos, além da aplicação de multas. Além disso, o texto estabelece que os infratores ficarão impedidos de contratar com o poder público por cinco anos após o trânsito em julgado da sentença. O relator do projeto, deputado Patrus Ananias (PT-MG), enfatizou que a medida busca uma penalização mais adequada para os crimes ambientais, abrangendo responsabilização penal, administrativa e econômica dos infratores.

A criminalidade ambiental tem impactos profundos no desenvolvimento econômico sustentável, agravando desigualdades sociais e prejudicando a saúde pública devido à emissão de poluentes e à destruição de ecossistemas essenciais. Nesse cenário, a intervenção do direito penal é vista como uma medida necessária e proporcional para desestimular essas práticas e garantir a reparação dos danos causados. O projeto, no entanto, faz uma ressalva importante ao não prever punição para casos de queima controlada e prescrita, nem para usos tradicionais e adaptativos que visem o manejo ambiental adequado.

A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Senado para que possa entrar em vigor. A expectativa é que, com a aprovação, haja um desestímulo significativo às práticas de incêndio criminoso, contribuindo para a preservação ambiental e a promoção de um desenvolvimento mais sustentável. A medida é vista como um passo crucial na luta contra a criminalidade ambiental no país, reforçando o compromisso com a proteção dos recursos naturais e a saúde do planeta.

 

A polícia desarticulou, nessa segunda-feira (02), pontos de desmanche clandestino de automóveis durante operação no bairro Cidade Universitária, na parte alta de Maceió. Um suspeito foi preso em flagrante.

De acordo com a Polícia Civil, os veículos e as peças automotivas tinham origem ilícita. Nestes galpões, o grupo criminoso desmontava e armazenava esses materiais e comercializava as peças. Veja algumas imagens dos locais de desmanche:

"A operação visa desarticular organizações criminosas que atuam no roubo e desmanche de veículos na região, além de combater o comércio ilegal de peças. O desmanche ilegal pode envolver crimes como receptação, adulteração de veículos, comércio ilegal de peças e fraudes em documentos", disse a polícia.

O homem preso foi encaminhado para a sede Divisão de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DRFV), onde foi autuado por receptação e adulteração do sinal identificador de veículo automotor.

“Essa operação, deflagrada pela Polícia Civil, impacta na repressão dos crimes de furto, roubo e receptação de veículos automotores, além da desarticulação de grupos criminosos”, reforçou a polícia.

 

Portugal anunciou na segunda-feira (2/6) que está expulsando 33.983 imigrantes que haviam solicitado residência no país, mas que tiveram seus pedidos rejeitados.

Deste total, 5.368 são brasileiros —que receberão notificação para deixar Portugal.

Desde o ano passado, quando a Aliança Democrática (AD), do primeiro-ministro Luís Montenegro, chegou ao poder, o governo tem implementado uma força-tarefa para analisar os pedidos de residência de imigrantes estrangeiros.

Segundo o governo, havia quase meio milhão de pedidos feitos à Agência para Integração, Migrações e Asilo (Aima) com base em um mecanismo de imigração que foi agora extinto pelo governo.

O número de pedidos rejeitados quase duplicou em um mês.

No balanço anterior, apresentado no começo de maio, a Aima havia dito que havia 18 mil estrangeiros notificados — agora são quase 34 mil.

O governo de Portugal disse que está notificando cerca de 2 mil estrangeiros por dia.

Aqueles que receberem a notificação devem fazer seus próprios planos para deixar Portugal em 20 dias.

Segundo o ministro Antonio Leitão Amaro, do Conselho de Ministros (um órgão ligado à Presidência de Portugal), a notificação "permite o abandono voluntário e só leva ao abandono coercivo depois de um novo procedimento". O ministro disse que forças de segurança podem ser acionadas para expulsão dos notificados.

Brasil lidera pedidos de residência — e aprovações

Os brasileiros lideram a lista das nacionalidades que mais pediram residência em Portugal.

Foram 73 mil pedidos de residência por parte de brasileiros analisados pelo governo português até agora. Mas o país também lidera a lista de aprovações: 68 mil brasileiros tiveram seus pedidos aprovados. Os 5.386 que tiveram seus pedidos reprovados receberão notificação agora.



				Por que Portugal está expulsando 5 mil brasileiros? Entenda
5.368 brasileiros receberão notificação para deixar Portugal.. — Foto: Getty Images via BBC

A taxa de rejeição de brasileiros — quantos pedidos foram negados em relação ao montante de pedidos analisados — foi de 7,3%.

A Índia lidera as rejeições. De 28 mil indianos que tiveram seus pedidos de residência em Portugal analisados pelo governo, 46,6% (13 mil) foram rejeitados.

No caso de cidadãos de Bangladesh, Paquistão e Nepal, a rejeição foi de um pedido para cada quatro analisados, ou cerca de 25%.

O que mudou na imigração para Portugal?

Portugal tinha até o ano passado um mecanismo para incorporar cidadãos estrangeiros, chamado de "manifestação de interesse". Pessoas que estivessem em Portugal para estudar ou em busca de trabalho podiam solicitar residência permanente no país.

No ano passado, o governo acabou com o mecanismo de interesse. Assim, estrangeiros que queiram morar em Portugal precisam primeiro ter um contrato de trabalho no país, ou uma oferta de vaga.

A mudança faz parte da plataforma política do Partido Social Democrata (PSD), de centro-direita, que prometeu maior controle das fronteiras — e criticou fortemente o que chamava de política de "portas escancaradas" do governo anterior, do Partido Socialista, de esquerda.

A "manifestação de interesse" foi extinta em 3 de junho de 2024, mas o governo ainda trabalha com pedidos atrasados, que ainda estão válidos por lei.

Na segunda-feira (2/6), o governo português disse que havia 446 mil pedidos de manifestação de interesse sob análise até junho do ano passado — dos quais 165 mil foram extintos por falta de pagamento.

O governo de Portugal disse que montou uma "operação administrativa sem precedentes" para analisar esses pedidos atrasados, com a criação de 25 centros de atendimentos e o envolvimento de 1,4 mil funcionários públicos e parceiros para multiplicar por sete a capacidade do Estado de lidar com os pedidos.

Até o momento, 184 mil pedidos já foram analisados — ainda faltando analisar outros 68 mil pedidos.

Destes, 150 mil pedidos de residência foram aprovados — ou seja, os imigrantes poderão residir legalmente em Portugal. E outros 34 mil foram rejeitados. São esses 34 mil estrangeiros que agora começam a ser notificados de que terão de deixar o país.

Por que Portugal está mudando seus processos de imigração?

A imigração e a integração cultural dos imigrantes em Portugal esteve no centro das últimas eleições realizadas em Portugal no mês passado, que resultou em um avanço da direita radical.

Portugal vem enfrentando um aumento enorme no fluxo de imigrantes para o país — o que gera conflitos culturais e ondas de resistência à imigração, inclusive com episódios de xenofobia.

Na entrevista coletiva do governo português na segunda-feira, o ministro Leitão Amaro disse que a grande chegada de imigrantes é "a maior mudança demográfica da nossa história democrática".

Cerca de 1,5 milhão de estrangeiros residem em Portugal, aproximadamente o triplo do número de uma década atrás e representando cerca de 14% da população total.



				Por que Portugal está expulsando 5 mil brasileiros? Entenda
Governo de Luís Montenegro mudou políticas de imigração de Portugal.. — Foto: Getty Images via BBC

"Quadriplicou o número de imigrantes estrangeiros em Portugal, o número de alunos estrangeiros nas escolas públicas, a procura de cuidados de saúde primária, os contribuintes estrangeiros para a segurança social", disse o ministro do governo.

Entre 2015 e 2023, sob o Partido Socialista, de esquerda, Portugal teve um dos regimes migratórios mais abertos da Europa.

O aumento de chegada de imigrantes — do Brasil, mas também de países asiáticos — gerou um sentimento anti-imigração.

"Essa mudança quantitativa foi também acompanhada de uma transformação significativa de natureza", disse Leitão Amaro.

"Nossa história de imigração sempre tinha estado marcada essencialmente por populações de imigrantes vindas de países que falavam a mesma língua, partilhavam a mesma tradição e raízes culturais, históricas, linguísticas e religiosas."

Número de brasileiros em Portugal disparou

Nos últimos anos, Portugal viu saltar o número de brasileiros que residem no país.

Segundo dados da pesquisa do Itamaraty com comunidades brasileiras no exterior, hoje há mais de meio milhão de brasileiros morando em Portugal.

Isso faz de Portugal o segundo país com a maior comunidade brasileira no mundo, atrás só dos Estados Unidos, que têm mais de 2 milhões de brasileiros. Ainda assim, Portugal possui quase o dobro da quantidade de brasileiros do Reino Unido, o segundo país europeu com mais brasileiros.

O que chama a atenção é que apenas em quatro anos — entre 2020 e 2023 — o número de brasileiros em Portugal cresceu 85%. O número de brasileiros em Portugal foi de 276 mil em 2020, no começo da pandemia, para 513 mil em 2023.

Portugal atrai brasileiros pelo clima, maior segurança, uma moeda mais forte (o euro), o idioma em comum e a também facilidade burocrática — já que existem muitos protocolos para validação de diplomas brasileiros, por exemplo.

Uma pesquisa do site LinkedIn do ano passado mostrou que Portugal é o segundo destino mais escolhido por brasileiros que procuram trabalho fora do país, atrás apenas dos EUA.

Especialistas apontam que essa migração acontece em várias camadas sociais: desde entre quem busca de empregos de mais baixa renda, como na construção civil, até profissionais especializados, em setores de tecnologia, medicina ou advocacia.

Um homem foi preso suspeito de agredir a esposa grávida de sete meses e também o filho dela, nessa segunda-feira (02), no município de Arapiraca, no Agreste de Alagoas.

De acordo com informações da Polícia Militar, a mulher relatou que o esposo passou a noite de domingo (1º) ingerindo bebidas alcoólicas e fazendo uso de drogas ilícitas. Quando acordou na segunda, o homem a agrediu com um soco no rosto.

Em seguida, ele mandou o filho dela se ajoelhar, deu um soco no rosto dele e também bateu nele com o cabo de carregador de celular. A mulher tentou separar e também foi agredida com o cabo do celular.

Quando encontrada pelos militares, ela estava com o olho direito inchado e marcas nos braços. Ela e o filho foram levados para o Instituto Médico Legal (IML), onde realizaram exame de corpo de delito.

O suspeito foi encaminhado para a Central de Polícia, onde foi preso e autuado por violência contra mulher.

O QUE FAZER EM CASO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA?

Se você está sofrendo violência doméstica, seja ela física ou psicológica, ou conhece alguém que esteja passando por isso, você pode pedir ajuda.

No número 180, é possível denunciar à Central de Atendimento à Mulher. Ela funciona em todo o país e no exterior, 24 h por dia. A ligação é gratuita. O serviço recebe denúncias, dá orientação de especialistas e faz encaminhamento para serviços de proteção e auxílio psicológico. O contato também pode ser feito pelo WhatsApp no número (61) 9610-0180.

A denúncia pode ser feita ainda às autoridades locais pelo 190 e nas Delegacias Distritais de sua cidade.

Já as Delegacias da Mulher podem ser procuradas em Maceió e em Arapiraca. Veja os contatos:

Delegacias da Mulher – Maceió

Mangabeiras:
Fone: (82) 98882- 9799
E-mail: deddm1@pc.al.gov.br
Funciona 24 horas

Salvador Lyra
Fone: 3315-4327
E-mail: deddm2@pc.al.gov.br
Funcionamento: 08:00 às 18:00 horas

Delegacia da Mulher – Arapiraca
Fone: 3521-6318
End: Rodovia AL 110, s/n, Bairro Jardim Tropical
E-mail: deddma@pc.al.gov.br

Sala Lilás Terminal Rodoviário de Maceió – Feitosa/ Maceió
Funcionamento: de segunda à sexta-feira,  das 8h às 18h
Atendimento por Whatsapp/ 24 horas:  9 8833 4250.

Na abertura da Semana Nacional Sede de Aprender, o Ministério Público de Alagoas (MPAL) encontrou irregularidades graves em escolas públicas nos municípios de Capela e Marechal Deodoro, incluindo problemas no abastecimento e potabilidade da água, além de falhas no saneamento e na estrutura dos banheiros.

As vistorias foram realizadas nessa segunda-feira (2), na Escola Municipal João de Deus, em Capela, e no Centro Educacional Bambini, em Marechal. Em ambas as unidades, os promotores de Justiça constataram situações que comprometem a saúde e a dignidade de alunos e professores. Os casos serão formalizados por meio de recomendações do MP às gestões municipais.

“Analisamos o abastecimento, a qualidade da água, o esgotamento sanitário e a infraestrutura geral. O que encontramos será confrontado com os dados oficiais do Censo Escolar para que providências sejam cobradas”, afirmou o promotor Lucas Sachsida, coordenador do Núcleo de Defesa da Educação do MPAL e um dos criadores do projeto.



				Água imprópria e problemas sanitários: MPAL encontra irregularidades em Capela e Marechal
Fiscalização do MP em escolas públicas. Assessoria

Outras cidades também serão alvo de fiscalização

As inspeções seguem durante a semana em outros municípios alagoanos:

A ação é coordenada nacionalmente pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em parceria com a Atricon e o Instituto Rui Barbosa (IRB). O projeto, lançado pelo MPAL em 2021, tornou-se referência nacional em 2023 e envolve os 27 Tribunais de Contas do Brasil.

INICIATIVA

O projeto Sede de Aprender nasceu com o objetivo de fiscalizar e garantir o acesso à água potável e ao saneamento básico nas escolas públicas. Mas vai além: estimula uma mudança de cultura sobre o uso e preservação da água, fomenta a educação ambiental e promove a reflexão sobre saúde, cidadania e qualidade de vida dentro e fora das salas de aula.

A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, reforçando que educar também é garantir estrutura mínima para aprender com segurança e dignidade.

Uma grávida de 8 meses foi morta por um crocodilo enquanto estava na cozinha de casa preparando comida.

Munirah, de 28 anos, estava cuidando do almoço na sua casa, em Kalimantan do Norte (Indonésia), que havia sido inundada na última terça-feira (27/5). O imóvel havia sido inundado por causa das fortes chuvas que tinham caído na região nos dias anteriores.

A mulher, em estado avançado de gravidez, identificada apenas pelo primeiro nome, foi subitamente mordida numa das pernas pelo réptil e arrastada.

A presa gritou quando crocodilo começou executar um rolamento mortal com ela. A irmã da jovem ouviu os gritos de outro cômodo e correu para ajudar, encontrando Munirah desesperadamente agarrada a um galho de árvore.

Quando ela encontrou uma arma para repelir o animal, já era tarde demais: sua irmã havia sido arrastada para a água e morreu. Os moradores procuraram pela vítima em vão ao longo do rio Mambulu.

Vários homens que faziam parte das buscas encontraram o crocodilo e dispararam contra ele, mas ele nadou para longe nas águas turvas. Cerca de meia hora depois, o corpo sem vida de Munirah foi encontrado flutuando na enchente, relatou o "Daily Mail". O bebê que ela esperava não sobreviveu.

Outro caso na região

Em dezembro do ano passado, um crocodilo matou uma mulher enquanto ela trabalhava em uma plantação de óleo de palma em

Kalimantan Ocidental. O animal perseguiu a vítima de 44 anos, mordeu uma das suas pernas e a arrastou para uma vala próxima.

Após uma hora e meia, restos mortais da trabalhadora foram encontrados. Eles ainda estavam nas garras do crocodilo não muito longe do local do ataque. O animal soltou o corpo da mulher estraçalhado quando os socorristas se aproximaram.

A Prefeitura de São Miguel dos Campos anunciou, na noite dessa segunda-feira (2), nas redes sociais, o cancelamento do tradicional evento "São João é São Miguel". A medida, tomada em atendimento à recomendação do Ministério Público Estadual (MPAL), visa redirecionar os recursos públicos para áreas essenciais, como saúde, educação, assistência social e infraestrutura.

O comunicado da gestão municipal reconhece o impacto cultural e econômico da suspensão da festa, que reúne todos os anos milhares de famílias miguelenses em torno da música, da tradição e da alegria popular. No entanto, a administração reforça que, diante do cenário de crise econômica nacional, é necessário fazer escolhas responsáveis.

“Não podemos permitir a interrupção do transporte universitário para mais de 1.100 estudantes, nem a falta de cestas básicas para mais de 4 mil famílias em situação de vulnerabilidade”, destacou a Prefeitura em nota oficial. A decisão, segundo a gestão, foi tomada com serenidade, priorizando o cuidado com a população e o bem-estar coletivo.

O cancelamento segue a mesma linha de outras cidades alagoanas que já optaram por suspender suas festividades juninas.

Satuba e Rio Largo

No último dia 23, o prefeito de Satuba, Diógenes Neto, também anunciou o cancelamento das festas juninas e do evento de emancipação política da cidade, previsto para agosto. A decisão, assim como em São Miguel, atende à recomendação do MPAL e leva em consideração o estado de calamidade provocado pelas fortes chuvas que atingiram a região.

Já o município de Rio Largo oficializou o cancelamento dos festejos juninos no dia 30 de maio. Segundo o prefeito Carlos Gonçalves, o foco neste momento deve ser o atendimento à população afetada pelos temporais, priorizando ações emergenciais e assistência às famílias atingidas.

 

 

A Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP) realiza, nesta terça-feira (03), a Operação Saint Louis contra integrantes de duas facções criminosas: Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC), que possuem núcleos nos municípios de São Luís do Quitunde e Paripueira, ambos municípios de Alagoas. Três pessoas foram presas e uma morta, depois de reagir à abordagem policial.

Ao todo, 40 mandados judiciais estão sendo cumpridos, sendo 12 de prisão e 28 de busca e apreensão. Os mandados foram expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital, com base em provas técnicas produzidas durante a apuração.

Durante a ação, uma espingarda, um revólver de calibre 38 e munições foram apreendidos. A quarta pessoa que seria presa, mas reagiu à abordagem policial, ficou ferida durante a troca de tiros e não resistiu aos ferimentos ao dar entrada em hospital. Veja a ação dos policiais durante a operação:

 

De acordo com informações da SSP, as investigações revelaram que as facções atuavam principalmente nas localidades do Alto do Redentor, na parte alta de São Luís do Quitunde, e na Rua do Dendê e região do Quitunde, na parte baixa da cidade.

A operação 

A operação mobilizou equipes da Polícia Militar das unidades BOPE, ROTAM, BPRv, RPMon, 2º, 6º e 14º BPMs, 8ª CPM/I, CPChoque e CPRaio. Pela Polícia Civil, participaram agentes da DRACCO, do CORE e da Diretoria de Polícia Judiciária da Área 2 (DPJ-2). A ação também contou com apoio aéreo do Departamento Estadual de Aviação (DEA).

Também participam da ação o chefe da Inteligência da SSP, delegado Gustavo Henrique; o diretor da Dracco, delegado Igor Diego e o comandante da 8ª CPM/I, Major Gonzaga.

“A SSP reforça que o enfrentamento ao crime organizado é uma prioridade permanente e destaca a importância da colaboração da população. Denúncias anônimas podem ser feitas gratuitamente pelo Disque Denúncia 181. O sigilo é garantido”, divulgou a assessoria.

Em um dos mais ousados ataques contra a Rússia desde o início da guerra, a Ucrânia destruiu 41 aviões com capacidade nuclear na Sibéria no último domingo (1º) — em uma operação estilo "cavalo de Troia" com drones camuflados em compartimentos escondidos em contêineres, transportados por caminhões que pareciam estar levando carga inofensiva.

A Rússia considerou os ataques da Ucrânia, chamados de Operação Teia de Aranha, como um ato terrorista.

O ataque surpreendeu pelos locais, a mais de 4.000 km do front da guerra, e pelo método de ação inédito na guerra entre Ucrânia e Rússia.

Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, os drones danificaram aviões e causaram incêndios em quatro bases aéreas da região de Irkutsk, a 4.300 km da Ucrânia e próximo da Mongólia, e em cidades do norte russo, como Murmansk.

Diferentemente de mísseis, que podem ser substituídos com facilidade, os aviões não devem ser repostos tão cedo pela Rússia.

Segundo o jornal "Financial Times", citando a inteligência ucraniana, os ataques causaram mais de US$ 7 bilhões em danos, e 34% da frota de aeronaves estratégicas de transportes de mísseis foi atingida.

Conheça os modelos destruídos pelo ataque ucraniano:

Beriev A-50



				Superaviões russos destruídos por drones: veja como eram os modelos destruídos pela Ucrânia
Aeronave Beriev A-50 de fabricação russa. — Foto: Sergey Lutsenko, Timofey Nikishin/Mil.ru/Wikimedia Commons

O modelo é originalmente um Il-76, fabricado pela companhia soviética Ilyushin, convertido para atuar como um sistema aéreo de alerta e controle, uma espécie de centro de comando voador.

O A-50, modificado pela empresa Beriev, voou pela primeira vez em 1978 e colocado em serviço em 1985. Estima-se que cerca de 40 modelos do tipo tenham sido fabricados até o fim da produção, em 1992.

Essas aeronaves são conhecidas como AEW&C (sistema aéreo de alerta e controle inicial, na sigla em inglês). Elas costumam carregar um grande radar preso à fuselagem que, em altitude, pode detectar aviões, navios, veículos e até mísseis hostis a longa distância.

As AEW&C também funcionam como centros de comando que coordenam ações militares aéreas.

A perda dessas aeronaves prejudica a capacidade da Rússia de monitorar o espaço aéreo e gerenciar a defesa aérea de forma eficaz.

Tupolev Tu-22M



				Superaviões russos destruídos por drones: veja como eram os modelos destruídos pela Ucrânia
Aeronaves Tupolev Tu-22M3 da Força Aérea Russa. — Foto: Alexander Beltyukov/Wikimedia Commons

Um modelo idealizado pela Tupolev no fim dos anos 1960, perto do auge da Guerra Fria, o Tu-22M é um bombardeiro supersônico de longo alcance, capaz de atingir mais de 2.300 km/h, cerca de duas vezes a velocidade do som.

A aeronave esteve em produção entre 1972 e 1993, com nada menos que 497 unidades fabricadas. No entanto, segundo a Inteligência ucraniana, a Força Aérea Russa teria apenas 27 dessas aeronaves em condição de operar antes do ataque do último domingo.

O Tu-22M já foi usado em missões de ataque ao território da Ucrânia e desempenha um papel importante na capacidade da Rússia de exercer poder além de suas fronteiras.

Tupolev Tu-95



				Superaviões russos destruídos por drones: veja como eram os modelos destruídos pela Ucrânia
Tupolev Tu-95 voa em Moscou durante parada militar. — Foto: Sergey Kustov/Wikimedia Commons

O Tu-95 é um bombardeiro estratégico que cruza os céus há mais de 70 anos: seu primeiro voo foi realizado em 1952, sendo que ele entrou em operação quatro anos depois.

A aeronave é um turboélice equipado com quatro motores Kuznetsov NK-12, capazes de atingir uma velocidade comparável à dos jatos modernos. Cada um deles conta com duas hélices que giram em sentidos contrários.

Nos anos 1950, a União Soviética pediu a seus fabricantes de aeronaves um bombardeiro capaz de carregar até 11.000 kg de material bélico até o alvo, com autonomia de voo de 8.000 km sem necessidade de reabastecimento.

As exigências tornavam o avião capaz de decolar do território soviético, atacar alvos estratégicos nos EUA e retornar à base.

Seu uso mais conhecido foi o carregamento de artefatos nucleares ativados — foi um Tu-95 o responsável por lançar, em um teste no Ártico, a Tsar Bomba, o artefato nuclear mais poderoso já explodido na história.

Passada a Guerra Fria, o Tu-95 foi modernizado e também participou de ataques à Ucrânia.



				Superaviões russos destruídos por drones: veja como eram os modelos destruídos pela Ucrânia

A Guarda Municipal de Palmeira dos Índios prendeu, na noite desta segunda-feira (2), um homem identificado como "Neguinho", conhecido por envolvimento em arrombamentos e furtos no município. Ele foi localizado durante um patrulhamento de rotina.

Ao reconhecerem o suspeito, os agentes realizaram a abordagem e, após consulta junto à Polícia Civil, foi confirmado que havia um mandado de prisão em aberto contra ele. Diante da confirmação, foi dada voz de prisão, e o indivíduo foi conduzido ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP).

No local, o suspeito foi apresentado à Polícia Civil, autoridade responsável pelos trâmites legais. Ele permanece à disposição da Justiça.

 

 

Após quatro dias preso, Marlon Brandon Coelho, o MC Poze, teve seu pedido de habeas corpus concedido pela Justiça do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (2).

A coluna de Mirelle Pinheiro, do Matrópoles, teve acesso ao documento. Na decisão, o desembargador Peterson Barroso, da Primeira Vara Criminal de Jacarepaguá, destacou que a medida de prisão não se sustentava, pois “não ficou demonstrada a imprescindibilidade da prisão para a investigação.”

À coluna, a Secretaria de Administração Penitenciária informou que, até o início da noite desta segunda (2), ainda não tinha sido notificada da decisão e o MC continuava no presídio de Bangu 3, no Complexo de Gericinó.

Saiba mais no site Metrópoles, clicando aqui.

 

Em Alagoas, 130.647 eleitores e eleitoras ainda não possuem a biometria eleitoral coletada, conforme dados do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL). Este número representa 5,34% do eleitorado estadual, que é composto por 2.442.894 pessoas. A coleta biométrica é uma tecnologia que oferece mais segurança no processo eleitoral do país.
O cadastramento, que havia sido suspenso em 2020 devido à pandemia e que só retornou em julho de 2023, impactou especialmente as pessoas que solicitaram o alistamento eleitoral (1º título) depois da suspensão da biometria em 2020.
O atendimento nos cartórios eleitorais em todo o Estado acontece de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30. Em Maceió, existe ainda a possibilidade de atendimento nos postos da Central Já do Maceió Shopping e Benedito Bentes, na parte alta da cidade, das 8h às 17h, de segunda a sexta.
A identificação biométrica torna o processo eleitoral mais seguro e reduz fraudes, pois evita que uma pessoa vote no lugar de outra, auxilia na verificação de registros duplicados no cadastro eleitoral e torna o processo de identificação no local de votação mais célere.
Atendimento virtual só é concluído com a coleta biométrica
Os eleitores que solicitarem o alistamento eleitoral virtualmente, no portal do TRE ou do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), terão 30 dias para comparecer presencialmente aos cartórios eleitorais ou postos de atendimento ao eleitor para efetivar o atendimento com a coleta biométrica. Caso não compareçam dentro do prazo, a solicitação não será concluída.
O serviço é gratuito e a data-limite para a coleta de biometria será o dia 06 de maio de 2026. Conforme estabelece a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), o cadastro eleitoral fica fechado durante os 150 dias anteriores à data da votação.
Para o cadastro biométrico, a Justiça Eleitoral coletará as impressões digitais de todos os dedos das mãos da pessoa, a assinatura e a foto digitalizadas, além de atualizar os dados biográficos. No dia do atendimento, é necessário levar comprovante de endereço e documento oficial com foto.

Mais de 650 embalagens com entorpecentes foram apreendidas neste domingo (1º), em duas ações distintas realizadas pelo canil do 3º Batalhão da Polícia Militar, na cidade de Arapiraca. Um homem e uma mulher foram detidos em flagrante por tráfico de drogas.

Na primeira ocorrência, equipes em patrulhamento nas imediações do Mercado Público abordaram uma mulher de 53 anos que demonstrou comportamento suspeito ao tentar esconder uma sacola. Durante a busca, foram encontrados 233 pedras de crack e 50 pinos de cocaína. A suspeita foi conduzida à delegacia, onde foram realizados os procedimentos cabíveis.

Já no bairro Canafístula, durante outra ronda, os militares avistaram dois homens consumindo drogas em um terreno baldio. Ao serem abordados, um dos indivíduos afirmou ser usuário, enquanto o outro confessou ser responsável pelo comércio do entorpecente.

No local, foram apreendidos 154 pinos de cocaína, 196 pedras de crack e 22 bombinhas de maconha. O responsável pelo material ilícito foi levado à delegacia para os devidos procedimentos legais.

OITAVO CONFRONTO:

Botafogo x Red Bull Bragantino

SÉTIMO CONFRONTO (E UM CLÁSSICO!):

Corinthians x Palmeiras

SEXTO CONFRONTO:

CSA x Vasco

QUINTO CONFRONTO:

CRB x Cruzeiro

QUARTO CONFRONTO:

Fluminense x Internacional

TERCEIRO CONFRONTO:

Retrô x Bahia

SEGUNDO CONFRONTO:

Atlético-MG x Flamengo

PRIMEIRO CONFRONTO:

São Paulo x Athletico

A obesidade é um grave problema de saúde pública, em toda a sua complexidade, que envolve não somente o peso corporal, o funcionamento dos órgãos, a regulação hormonal e a vida social. Por outro lado, os desafios que ela impõe podem gerar inúmeras histórias de superação, inovação e até de empreendedorismo.

Em Maceió, não faltam casos em que a luta contra essa doença se tornou o ponto de partida para histórias de criatividade e negócios com propósito. Thaís Borges e Paula Marinho, duas mulheres determinadas, transformaram desafios pessoais ligados à obesidade e à cirurgia bariátrica em empreendimentos que hoje impactam positivamente a vida de muitas pessoas e fomentam a economia local.

Thaís, 46 anos, viu na necessidade do marido, que perdeu 70 kg após a cirurgia bariátrica, a oportunidade de inovar no mercado de alimentação saudável. Já Paula, nutricionista de 57 anos, foi motivada pelas dificuldades enfrentadas pela irmã no pós-operatório para criar alimentos que realmente atendessem às necessidades do paciente bariátrico, respeitando a cultura e o paladar brasileiros.

Essas trajetórias estão inseridas em um contexto preocupante: em Maceió, cerca de 22% das mulheres e 17,5% dos homens vivem com obesidade, segundo dados da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO). Diante desse cenário, iniciativas locais como as dessas duas empreendedoras mostram que é possível transformar dor em missão de vida e sucesso nos negócios.

O peso dos números

A obesidade no Brasil afeta mais de 31% da população adulta, segundo o Atlas Mundial da Obesidade 2025. O número de cirurgias bariátricas cresce a cada ano. Em 2022, mais de 70 mil procedimentos foram realizados em todo o país. Em Alagoas, a situação segue essa tendência, com cerca de 20% da população adulta acima do peso.

Além dos impactos na saúde, o custo econômico também é significativo. Estima-se que, até 2035, os gastos relacionados ao tratamento da obesidade ultrapassem US$ 75 milhões, incluindo despesas hospitalares, medicamentos e perda de produtividade.

Thaís Borges e Barulhinho Bom: quando o cuidado vira negócio e conquista o Brasil

“Quando meu marido passou pela cirurgia bariátrica, percebi que encontrar alimentos saudáveis, acessíveis e sem culpa era muito difícil”, relembra Thaís Borges. Durante uma viagem à terra natal do casal, em Cuiabá (MT), ele se lembrou de um snack da infância: o chips de banana verde.

“Ele trouxe alguns desses chips de lá, e então eu convidei a mulher que fazia esse produto em Cuiabá para vir até Alagoas me ensinar. Foi assim que aprendi a produzir o chips de banana verde sem casca”, conta Thaís. Na época, ela já estava estruturando uma pequena indústria em Marechal Deodoro (AL) e, após aprender essa primeira receita, seguiu sozinha no desenvolvimento de chips de outros ingredientes, como batata-doce e macaxeira.

 

Thaís e o esposo: apoio após bariátrica/ Thaís e suas matérias-primas
“Ela não sabia fazer esses outros. Então, passei três meses testando, errando e criando até chegar ao ponto certo”, explica. Diferente dos chips tradicionais, seus produtos são semidesidratados e passam por um choque térmico, o que garante crocância, selagem, sabor e preservação das propriedades nutricionais.
Matéria-prima colhida no campo

 

O que nasceu de uma necessidade familiar virou missão. Thaís, que já empreendia há 11 anos no setor de hotelaria, deixou tudo para se dedicar à Barulhinho Bom, uma marca de snacks saudáveis, livres de glúten, lactose e com baixo teor de sódio, feitos com matérias-primas da agricultura familiar de Alagoas. “Eu não estava apenas vendendo chips; estava oferecendo uma solução saudável, que gera impacto social e valoriza nossa cultura”, reflete.

O apoio do Sebrae Alagoas foi essencial para transformar o projeto em um negócio estruturado. Thaís participou do programa Sebrae Delas, recebeu mentorias, consultorias e fez parte de missões empresariais, como a visita à feira Naturaltech, em São Paulo. “Foi na Naturaltech que percebi que nossos produtos, com raiz alagoana, tinham mais sabor e mais identidade. Ali, entendi que a Barulhinho Bom não era só para Alagoas, era para o Brasil e para o mundo”, afirma.

Esse caminho levou Thaís ao Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, no qual, em 2022, conquistou o prêmio nacional, o mais importante reconhecimento para mulheres empreendedoras no país.

Thaís recebendo o Prêmio Sebrae Mulher e ao lado expondo seus famosos chips

 

Hoje, além dos chips, Thaís prepara a expansão da marca com o Barulhinho Bom Granel, um modelo de lojas em contêineres, onde os clientes poderão montar seus próprios potes com snacks e outros produtos naturais.

Mais do que um negócio de sucesso, a Barulhinho Bom é uma rede de impacto social. Atualmente, gera 16 empregos diretos e beneficia 21 famílias da agricultura familiar, todas envolvidas na produção, desenvolvimento e entrega de produtos que carregam sabor, saúde e propósito.

 

Equipe: 21 famílias envolvidas na produção, desenvolvimento e entrega de produtos
Paula Marinho: transformando pesquisa em caldos funcionais para o pós-operatório

Paula Marinho, nutricionista, viu de perto a complexidade do pós-operatório da cirurgia bariátrica dentro da própria família. Quando sua irmã passou pela cirurgia e enfrentou dificuldades alimentares no pós-operatório, Paula percebeu que faltava no mercado um alimento adequado, nutritivo e que também fizesse sentido dentro da cultura alimentar brasileira.

Os caldos de Paula e a publicidade nas redes sociais

“Comecei a pesquisar alternativas junto com minha colega Caterine Frazão. Ela tinha uma amiga do Norte do Brasil que havia produzido um e-book sobre alimentação para esse público e, a partir desse material, começamos a adaptar as receitas, ajustando ingredientes, sabores e consistência para a nossa realidade”, explica Paula.

Foi assim que nasceram os caldos da BariNutri, desenvolvidos para oferecer nutrição, praticidade e acolhimento em um dos momentos mais desafiadores da jornada do paciente bariátrico. Produzidos em uma cozinha profissional na região metropolitana de Maceió, os caldos passam por rigorosos testes de qualidade, são feitos com ingredientes naturais e pensados para as diferentes fases da recuperação.

“A ideia é que cada pote seja um ‘abraço líquido’, que ajude na cicatrização, na manutenção da energia e no bem-estar do paciente”, reforça Paula.

Assim como Thaís, ela também contou com o suporte do Sebrae Alagoas, que foi fundamental na profissionalização do negócio. “O Sebrae trouxe para mim e para minha sócia conhecimento sobre gestão, controle financeiro, formalização e estratégias de venda. Foi uma virada de chave”, destaca.

Além dos caldos, Paula criou a Estação Pudim, uma linha de sobremesas saudáveis, e prepara o lançamento do Platô Bariátrico, um prato pensado especialmente para pacientes que passaram pela cirurgia há anos e agora enfrentam o desafio do reganho de peso, oferecendo uma refeição equilibrada, saborosa e nutricionalmente adequada para esse público.

Nutrição no pós-operatório: mais do que alimentação, é cuidado e recuperação
Jane Viana, nutricionista e educadora física, passou pela cirurgia bariátrica e, mesmo conhecendo os desafios, sentiu na prática como o pós-operatório exige atenção. “Os caldos da BariNutri foram um verdadeiro abraço. Ajudaram-me a manter a nutrição, sem enjoos, e facilitaram minha rotina”, conta.

A nutricionista Marianna Moura, que acompanha Jane, reforça que o sucesso da bariátrica vai muito além da cirurgia. “O acompanhamento nutricional é fundamental para corrigir deficiências e adaptar a alimentação em cada fase, garantindo segurança na recuperação e resultados sustentáveis.” Ela destaca ainda que estratégias como o uso dos caldos da BariNutri e snacks saudáveis, como os da Barulhinho Bom, tornam o processo mais leve, prático e nutritivo.

Jane Viana nutrição no pós-operatório acompanhada pela nutricionista Marianna Moura

 

Mais do que dieta, o cuidado inclui hidratação, saúde mental, atividade física e acompanhamento com uma equipe multidisciplinar.

Empreender para fazer a diferença

No Brasil, 67% da população adulta está envolvida em alguma atividade empreendedora, e mais de 405 mil novas empresas foram abertas em 2022, segundo dados do Sebrae e do IBGE. Esse movimento impulsiona não só a economia, mas também a criação de soluções inovadoras para problemas sociais e de saúde.

Empresas como Barulhinho Bom e BariNutri ilustram como empreender pode ser um caminho para gerar impacto positivo, valorizando a cultura local e promovendo saúde.

O Sebrae Alagoas, que tem uma atuação forte no apoio a pequenos negócios, oferece consultorias, capacitações e mentorias que vão desde o planejamento financeiro até o desenvolvimento de estratégias de marketing e inovação. Thaís e Paula atribuem o crescimento dos seus negócios à orientação técnica e ao suporte contínuo que receberam.

Mais do que números, o que essas histórias revelam é o poder de transformar desafios pessoais em oportunidades coletivas. O empreendedorismo em Alagoas mostra que é possível, com criatividade, dedicação e suporte adequado, construir negócios que mudam vidas, dos fundadores, das famílias e da comunidade.

Thaís e Paula transformaram desafios em propósito e paixão
Essas mulheres provaram que o caminho para o sucesso pode começar em um momento difícil e que a verdadeira força está em transformar esse desafio em algo maior, com propósito e paixão.

A Agência Nacional de Segurança Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (2/6), a apreensão do produto clandestino Repelex Spray Citronela, que está circulando em embalagem sem informações do fabricante e de origem desconhecida.

Segundo a agência, o produto traz o mesmo nome de uma marca conhecida e regularizada no mercado, mas em embalagem diferente e sem informações sobre sua origem. Dessa forma, não há qualquer garantia sobre o seu conteúdo e segurança de uso.

A Anvisa destaca que repelentes para uso na pele devem ser registrados na agência, já que esses produtos trazem um grau de risco maior para o consumidor.

Leia a matéria completa no g1

 

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