
O youtuber Jon Vlogs foi detido na Croácia após se envolver em uma briga em uma casa noturna. Além dele, outras três pessoas também foram presas. O amigo do influenciador, Henrique Silva, conhecido como Fontinelle, relatou o ocorrido durante uma transmissão ao vivo na Twitch.
Em sua live, Fontinelle explicou os acontecimentos. "A gente estava saindo da festa, todo mundo alterado […] na hora de ir embora, eu não sei o que aconteceu, só ouvi uns gritos", contou, lembrando que Jon o chamou naquele momento.
"Quando olhei, vi o Mark enlouquecido quebrando garrafas para enfrentar os caras, seguranças revidando com socos. Que cena... teve troca de agressões com os seguranças, a polícia apareceu e entrou na confusão também", descreveu. "A briga foi feia", relatou.
Ele contou que os policiais retiraram Jon e os demais da balada, imobilizando-os e algemando todos. Fontinelle mostrou o documento recebido das autoridades e informou que Jon Vlogs terá que pagar uma multa e responder judicialmente pela confusão.
Natanael Cesário dos Santos, o Nattan, e Natanzinho Lima estão brigando pelo registro da marca Nattanzinho. O pedido consta no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e, atualmente, está sendo analisado o mérito dos dois cantores.
Nattanzinho, atualmente, é detentor do registro oficial e conta com os direitos de uso comercial e artístico da marca. Entretanto, Lima tenta comprovar que utilizava o nome famoso há mais tempo e que, portanto, teria prioridade para ter o direito sobre a alcunha.
Até o momento, não há decisão sobre o caso. Paralelo ao processo, os dois cantores seguem fazendo shows pelo Brasil e lançando canções e projetos musicais.
O Metrópoles entrou em contato com as assessorias de Nattan e Natanzinho Lima, mas não recebeu resposta até a publicação da reportagem. O espaço segue aberto.
Veja a matéria completa em Metrópoles
Desde que tomou posse, o presidente da Argentina, Javier Milei, vem repetindo que, para solucionar os problemas econômicos do país, sobretudo sua eterna inflação, o governo precisaria realizar "cortes drásticos" dos gastos públicos.
O presidente libertário é o primeiro economista a liderar a segunda maior economia da América do Sul. Ele chegou a ilustrar sua intenção com uma ferramenta que deixava muito claro seu objetivo – e ficou famoso ao fazer sua campanha empunhando uma motosserra.
Ao assumir o poder, Milei cumpriu sua promessa.
O governo atual é o primeiro da história da Argentina a apresentar superávit fiscal desde o princípio. Ou seja, desde janeiro de 2024, o país arrecada mais do que gasta.
A ampla maioria dos economistas concorda que o saneamento das contas púbicas foi fundamental para que a inflação caísse de mais de 210% ao ano, no final de 2023, para 47,3% anuais, que é o último número oficial, anunciado em maio deste ano. E muitos esperam que este número continue baixando.
Para este ano, o Fundo Monetário Internacional (FMI) – que acaba de emprestar à Argentina mais US$ 20 bilhões (cerca de R$ 112,9 bilhões), em reconhecimento ao governo de Milei – prevê que a inflação caia para 35,9%.
O FMI também projeta que, em 2025, o país terá o maior crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) da América Latina. A expansão prevista é de 5,5%, que representa mais que o dobro da média da região, de 2%.
Mas os argentinos estão pagando um custo enorme por esta correção econômica. Funcionários públicos perderam seu trabalho com a redução do quadro estatal em cerca de 10%, segundo o governo. E professores não conseguem continuar lecionando nas universidades estatais, devido aos baixos salários.
Isso sem falar no grave estado de muitas estradas e em outros tipos de infraestrutura afetados pela eliminação quase total dos gastos em obras públicas.
Mas existem outros setores prejudicados que protagonizaram grandes manifestações contra o governo argentino. Eles organizaram um protesto conjunto, em frente ao Congresso, na última quarta-feira (4).
Quais são estes setores? E por que eles contam com um apoio popular cada vez maior?

1. Médicos
Poucos anos atrás, eles eram os "heróis da pandemia". Hoje, o setor de saúde pública da Argentina enfrenta um dos piores momentos da sua história.
O maior símbolo da crise é a situação do principal hospital pediátrico do país, o Hospital Garrahan, em Buenos Aires. Financiado pelo Estado, ele oferece cerca de 600 mil consultas e realiza cerca de 10 mil cirurgias todos os anos.
Crianças de todas as partes do país vêm se tratar neste que é o centro especializado em assistência infantil de maior prestígio do país.
Os funcionários do hospital convocaram uma passeata na semana passada e outra na segunda-feira (2). Eles denunciam que o governo está "desfinanciando" a instituição.
Os médicos residentes do Hospital Garrahan lideram os protestos. Eles entraram em greve, afirmando que seus salários (menos de US$ 700, ou cerca de R$ 3.950) estão abaixo da linha da pobreza.
Representantes dos cerca de 1,8 mil residentes também afirmaram que, desde a posse de Milei, dezenas de médicos se demitiram para trabalhar em hospitais particulares.
O governo ofereceu um aumento salarial de cerca de US$ 400 (cerca de R$ 2.260) aos médicos residentes, embora ainda não tenha oficializado a proposta. O governo argentino também afirmou que o hospital mantém o dobro de funcionários administrativos, em relação ao número de médicos.
Mas o site de verificação Chequeado refutou esta informação. Citando dados do Departamento de Estatísticas do Hospital Garrahan, o portal demonstrou que quase 70% dos funcionários da instituição trabalham na assistência aos pacientes.
O Centro de Dados do Chequeado afirma que, "durante o primeiro ano de gestão do governo de Javier Milei, as transferências de dinheiro do Estado para o Hospital Garrahan aumentaram em cerca de 10%, em termos reais (ou seja, considerando a inflação), em relação a 2023."
"Mas, como o orçamento nacional de 2025 foi prorrogado, os fundos para este ano são os mesmos de 2024."
Na prática, com o aumento dos custos causado pela inflação, isso equivale "a uma queda de 30%, em termos reais, sobre o ano anterior".
Os protestos dos trabalhadores do Hospital Garrahan são os que contam com o maior apoio da população. Eles geraram incontáveis demonstrações de apoio e uma petição na plataforma Change.org que superou 240 mil assinaturas em poucos dias.
Mas esta é uma dentre várias instituições de saúde pública que estão em crise atualmente na Argentina.

2. Pessoas com deficiência
Outro setor que conta com enorme simpatia popular é o das famílias que possuem pessoas com algum tipo de deficiência. Elas também levaram às ruas suas reclamações contra o governo.
Quando assumiu o poder, Milei ordenou auditorias em massa, que levaram à suspensão de milhares de aposentadorias por incapacidade.
Segundo o governo, trata-se de pessoas saudáveis que cometiam fraudes. Foram mencionados como exemplos os casos de algumas cidades em que um grande percentual da população recebia aposentadorias por incapacidade para o trabalho.
Mas as famílias defendem que o governo usa esta desculpa para reduzir o financiamento da Agência Nacional para Pessoas com Deficiência (Andis, na sigla em espanhol).
Elas também denunciam o congelamento dos valores pagos aos profissionais que cuidam de pessoas com deficiência. Seus ganhos não são atualizados desde novembro de 2024, apesar da inflação de mais de 2% ao mês.
Na última quinta-feira de maio (29), familiares e prestadores de serviços se associaram aos funcionários do Hospital Garrahan para protestar em frente ao Congresso argentino. Os protestos prosseguiram na quarta-feira seguinte (4), ao lado de outros setores críticos ao governo.
Houve também mobilizações nas províncias, buscando pressionar os parlamentares a declarar emergência nacional no setor.
Esta medida estabeleceria um mecanismo de ajuste mensal, para que os prestadores de serviços recebam pagamentos adequados, e garantiria o acesso a aposentadorias por incapacidade, sem necessidade de contribuição anterior.
Mas o governo já adiantou que irá vetar este projeto, se for aprovado pelo Congresso.
Milei foi criticado não só pelos cortes nesta área, mas também pela sua falta de empatia e seus comentários discriminatórios contra pessoas com deficiência. Ele chegou a usar a palavra "inválido" para desqualificar militantes de esquerda.
"À retirada de financiamento, soma-se a crueldade. Existe um enfurecimento", denunciou a atriz Valentina Bassi, mãe de uma criança com autismo, à rádio El Destape, de Buenos Aires.
3. Cientistas
Outra área muito atingida pelos cortes dos gastos públicos na Argentina é a ciência.
Nos últimos anos, governos de centro-esquerda (kirchneristas) e de centro-direita (macristas) priorizaram os investimentos neste setor. A Argentina se orgulha de ter produzido cinco prêmios Nobel, mais do que qualquer outro país da região.
Mas a prestigiada ciência argentina foi um dos primeiros setores a sofrer o ataque da afiada motosserra de Milei.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação foi um dos organismos que ficaram de fora do novo organograma estatal do presidente libertário. Ele reduziu os cargos pela metade.
Esta decisão chegou a levar 68 vencedores do prêmio Nobel a expressar sua "preocupação" com a "dramática desvalorização da ciência argentina". Agora, os cientistas do país alertam que o governo comete um "cientificídio", com a falta de investimentos.
No último dia 28 de maio, organizações de cientistas se vestiram de "eternautas", em referência ao herói dos quadrinhos argentino que protagoniza uma das séries mais famosas da Netflix.
Eles se mobilizaram em todo o país para denunciar a perda de mais de 4 mil postos de trabalho no setor, segundo dados oficiais analisados pelo centro de estudos Economia Política Ciência (EPC).
Um terço destes cargos pertencia ao renomado Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet). O número de pesquisadores da instituição foi reduzido pela primeira vez em 17 anos.
"Entre dezembro de 2023 e abril de 2025, frente a uma inflação acumulada de 204,9%, os salários dos pesquisadores do Conicet caíram em 34,7%, em termos reais", segundo a Rede de Autoridades de Institutos de Ciência e Tecnologia (Raicyt, na sigla em espanhol).
4. Aposentados
Os idosos formam um dos grupos mais prejudicados pelas políticas de Javier Milei.
O sistema de previdência social representa o maior gasto do Estado argentino. E também foi quem prestou a maior colaboração a esta inédita redução de quase um terço do orçamento nacional, que eliminou o déficit fiscal da Argentina.
Um relatório recentemente publicado pelo Centro de Economia e Política Argentina (Cepa) indica que a perda do poder aquisitivo das aposentadorias e pensões representa 19,2% do ajuste dos gastos estatais em 2024.
O governo do país conseguiu este ajuste "diluindo" as aposentadorias no primeiro trimestre (ou seja, aumentando seu valor abaixo da inflação) e mantendo congelado até hoje o bônus extraordinário recebido pela maioria dos aposentados desde o governo do ex-presidente Alberto Fernández (2019-2023).
Este bônus foi criado como solução paliativa para a perda de poder aquisitivo pelos aposentados.
Com o congelamento, o bônus perdeu grande parte do seu poder de compra. Mas as perdas dos aposentados não se restringem à sua receita.
O governo também diminuiu a quantidade de medicamentos gratuitos oferecidos pela assistência social estatal aos aposentados e pensionistas. Esta medida atingiu ainda mais os bolsos dos idosos, que gastam uma parte considerável dos seus recursos com a manutenção da saúde.
Por tudo isso, os aposentados realizam protestos em frente ao Congresso argentino todas as quartas-feiras. Estas manifestações costumam contar com o apoio de outros grupos críticos ao governo.
Em muitas ocasiões, os protestos terminaram em repressão por parte da polícia, que aplica o "protocolo de segurança" criado pelo governo. As novas normas proíbem o bloqueio das ruas, que era uma forma habitual de protesto no passado.
A passeata da quarta-feira (4) buscou pressionar os legisladores para aprovar um aumento das aposentadorias e a prorrogação da chamada "moratória previdenciária" – um sistema criado há duas décadas pelo kirchnerismo, que permitiu que milhões de idosos, principalmente donas de casa, se aposentassem, mesmo sem terem realizado colaborações anteriores.
A última moratória venceu em março do ano passado.
Em 2024, o governo vetou uma lei sancionada pelo Parlamento, que pretendia aumentar o valor mínimo das aposentadorias, ressaltando que qualquer aumento colocaria em xeque seu objetivo de "déficit zero".
"O sistema estabelece hoje que existe um [trabalhador] ativo e meio para cada aposentado, o que, obviamente, não se pode pagar", declarou o chefe de Gabinete do governo, Guillermo Francos, à rádio Rivadavia, de Buenos Aires.
"Por mais que pretendam fixar um aumento dos valores, se não houver recursos, não será possível aprovar, de nenhuma forma."
O corpo do major da PM Pedro Silva, acusado de fazer a família refém e matar o cunhado e o filho de 10 anos dentro de uma casa na Rua Manaus, no Prado, foi enterrado, na manhã desta segunda-feira (9), em um cemitério na parte alta de Maceió.
Pedro Silva, de 58 anos, estava preso desde janeiro por violência doméstica contra sua ex-mulher. No entanto, ele conseguiu escapar da prisão e cometeu os homicídios. O major também morreu durante o sequestro, após intervenção do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).
Um sobrinho do acusado contou que o tio era bastante agressivo com a ex-mulher e com outras com quem namorou e casou, inclusive, já tendo atirado na perna de uma delas. Diversos episódios violentos foram vivenciados pela família em Palmeira dos Índios.
Arrisson Luan Galvão, filho de uma das vítimas do major, relatou como foi o início da ação que resultou na morte da criança e do pai dele.
"Minha mãe e a minha tia conseguiram correr para se trancar no quarto, e, nesse quarto, tinha uma janela que dava para a cozinha. Meu tio começou a quebrar a janela para entrar por lá. Nesse momento, ele usou as crianças para fazer chantagem emocional com a mãe delas, cortando o cabelo dos meninos e passando a mutilar o de 10 anos, passando a faca no braço dele. As crianças não estavam entendendo a situação", explicou Arrisson ao acrescentar que o filho do major era muito inteligente, carinhoso, afetivo e tinha um futuro brilhante.
As autoridades agora investigam as circunstâncias da fuga e os motivos que levaram o major a cometer os assassinatos.
O humorista italiano Khaby Lame, uma das maiores estrelas do TikTok, foi detido por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, em inglês) na sexta-feira (6).
A detenção aconteceu no Aeroporto Internacional Harry Reid em Las Vegas. Segundo o ICE, Lame entrou nos EUA no dia 30 de abril e "estourou o prazo determinado no seu visto para estadia no país".
Ele foi liberado no mesmo dia e deixou os EUA voluntariamente, ainda conforme o ICE. Lame não havia comentado o episódio até a publicação desta reportagem.
Quem é Khaby Lame
Lame, de 25 anos, é dono de um perfil no TikTok com mais de 162 milhões de seguidores. Ele se tornou o criador mais seguido da plataforma em 2022, de acordo com a revista "Variety".
Lame nasceu no Senegal, mas sua família se mudou para a Itália quando ele tinha somente um ano de idade. Apesar de viver na Itália a vida toda, foi somente em 2022 que ele recebeu a cidadania italiana.
Até março de 2020, Khaby trabalhava como operador de máquinas em uma fábrica nos arredores de Turim. Após perder o emprego durante os primeiros meses da pandemia, ele começou a criar vídeos no TikTok, inicialmente dançando e reagindo a videogames.
Sua popularidade disparou com vídeos silenciosos que ridicularizam "life hacks" desnecessariamente complicados. Ele simplifica a tarefa e, sem dizer uma palavra, conclui com seu gesto icônico de mão aberta.
"É meu rosto e minhas expressões que fazem as pessoas rirem", disse Lame ao The New York Times. Para ele, suas reações falam "uma linguagem global".
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Khaby Lame: quem é estrela do TikTok detida por imigração dos EUA
Influenciador é o mais seguido do mundo no TikTok. Segundo o ICE, Lame estourou o prazo determinado no seu visto para estadia no país. Ele foi liberado no mesmo dia e deixou os EUA voluntariamente.
Por Redação g1
09/06/2025 08h07 Atualizado há 2 horas
Khaby Lame é detido pela imigração dos EUA — Foto: Divulgação
Khaby Lame é detido pela imigração dos EUA — Foto: Divulgação
O humorista italiano Khaby Lame, uma das maiores estrelas do TikTok, foi detido por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, em inglês) na sexta-feira (6).
A detenção aconteceu no Aeroporto Internacional Harry Reid em Las Vegas. Segundo o ICE, Lame entrou nos EUA no dia 30 de abril e "estourou o prazo determinado no seu visto para estadia no país".
Ele foi liberado no mesmo dia e deixou os EUA voluntariamente, ainda conforme o ICE. Lame não havia comentado o episódio até a publicação desta reportagem.
Quem é Khaby Lame
Lame, de 25 anos, é dono de um perfil no TikTok com mais de 162 milhões de seguidores. Ele se tornou o criador mais seguido da plataforma em 2022, de acordo com a revista "Variety".
Lame nasceu no Senegal, mas sua família se mudou para a Itália quando ele tinha somente um ano de idade. Apesar de viver na Itália a vida toda, foi somente em 2022 que ele recebeu a cidadania italiana.
Até março de 2020, Khaby trabalhava como operador de máquinas em uma fábrica nos arredores de Turim. Após perder o emprego durante os primeiros meses da pandemia, ele começou a criar vídeos no TikTok, inicialmente dançando e reagindo a videogames.
Sua popularidade disparou com vídeos silenciosos que ridicularizam "life hacks" desnecessariamente complicados. Ele simplifica a tarefa e, sem dizer uma palavra, conclui com seu gesto icônico de mão aberta.
"É meu rosto e minhas expressões que fazem as pessoas rirem", disse Lame ao The New York Times. Para ele, suas reações falam "uma linguagem global".
Em 2022, ele entrou para a lista "40 Under 40" da Fortune e "30 Under 30" da Forbes. Segundo o empresário Alessandro Riggio, que agencia o influenciador, ele ganha cerca de 750 mil dólares por publicação.
Há três anos, Khaby chegou a gravar vídeos com o influenciador baiano Luva de Pedreiro, quando ele estava na Itália.
Lame também já apareceu no filme "Bad Boys: Até o Fim" e criou uma série chamada "Khaby is Coming to America", de 2024, que retratava alguns passeios do influenciador pelos EUA em busca de um novo lar.
Atualmente, ele também é Embaixador da Boa Vontade da Unicef - com o objetivo de usar as redes sociais para ajudar a aumentar a conscientização sobre os direitos das crianças em todo o mundo.

Um homem envolvido em organização criminosa investigada na Operação Firewall, em Alagoas, foi preso por policiais civis no bairro São Cristóvão, em Salvador. Ele estava foragido da Justiça desde setembro de 2024. A prisão foi realizada na sexta-feira (06) e divulgada pela Polícia Civil alagoana (PC-AL) nesta segunda (09).
A operação deflagrada pela Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) da PC-AL investiga um grupo criminoso suspeito de furtar equipamentos de transmissão de sinal de internet, conhecidos como OLTs (Optical Line Terminal), de torres de telefonia móvel.
Os dispositivos, que possuem alto valor comercial, estavam sendo subtraídos e vendidos ilegalmente no mercado clandestino para pequenos provedores de internet, principalmente na Bahia e em outras regiões do país.
A prisão do homem aconteceu devido ao trabalho conjunto entre as polícias civis de Alagoas e da Bahia. A equipe de agentes da Delegacia de Furtos e Roubos de Salvador recebeu informações sobre o paradeiro do suspeito e fez a captura.
O homem vai responder pelos furtos e pelo envolvimento com a organização criminosa. Não houve divulgação de material apreendido.
Durante patrulhamento em Rio Largo, nesse domingo (8), policiais do 8º Batalhão da Polícia Militar foram acionados para averiguar a presença de um grupo armado. Ao chegar ao local indicado, a guarnição se deparou com cinco homens, sendo que três deles dispararam contra os militares. Um dos suspeitos foi atingido durante o confronto.
O ferido foi socorrido pelos próprios policiais ao Hospital Ib Gatto Falcão, onde chegou com vida, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo informações preliminares, ele seria um dos líderes do tráfico de drogas na região.
Com o suspeito, os policiais apreenderam uma pistola. Outros dois integrantes do grupo conseguiram fugir por uma área de mata. Uma segunda arma de fogo foi abandonada no local, enquanto uma terceira foi levada pelos fugitivos.
Além das duas pistolas, a PM apreendeu 118 munições, porções de maconha, crack e cocaína, três motocicletas — duas com registro de roubo —, dois celulares e duas balanças de precisão. Todo o material foi encaminhado para os procedimentos cabíveis. As buscas pelos suspeitos que fugiram continuam, de acordo com a Polícia Militar.
“Minha filha era... ela era tudo”. O desabafo é de Silvio Ferreira das Neves, pai de Ana Luiza Neves, uma adolescente de 17 anos que morreu no último domingo (31), na Grande São Paulo, após comer um bolo envenenado. O doce foi entregue em casa, com balas e um bilhete afetuoso, por um motoboy. O presente, no entanto, escondia uma substância letal: trióxido de arsênio, um veneno conhecido há séculos, mas ainda de venda livre no Brasil.
Silvio ainda tenta entender o que aconteceu, já que a jovem que envenenou sua filha é uma adolescente de 17 anos que frequentava a sua casa e era amiga da família, tendo dormido na casa da vítima no fim de semana do envenenamento.
No quarto da filha, Silvio tenta entender: “Eu continuo perguntando: por que tanta crueldade?”
Silvio ficou em choque com a revelação da polícia. “Eu não acreditei. Achei que fosse outra pessoa. Ela vinha pra cá, comia, dormia, usava as maquiagens das minhas filhas.”
Segundo ele, a adolescente dormiu na casa da filha no fim de semana em que tudo aconteceu e chegou a acompanhá-lo ao hospital. “Me abraçou e falou: ‘Tio, vai ficar tudo bem’. Ela é fria. Cruel.”
Suspeita de envenenamentos em série - Após a notícia da morte de Ana Luiza, outra família procurou a polícia: Kamilly, também de 17 anos, tinha sobrevivido a uma situação semelhante apenas 15 dias antes. A jovem recebeu uma entrega no trabalho. O motoboy citou o nome da loja, dela, e um código — enviado por SMS. “Eu fui pegar o celular para ver se alguém da minha família tinha mandado, aí chegou o código. Entreguei pro motoboy e recebi a encomenda.”
Um perfil fake de um menino que trocava mensagens com Kamilly disse que tinha enviado a encomenda. "Se chegar algum presente aí, é pra você. kkk", diz a mensagem.
Ela comeu o bolo e logo passou mal: “Fui perdendo minhas forças, fui ficando gelada.” A mãe, Kátia Miranda, correu com ela para o hospital: “Cheguei gritando: minha filha foi envenenada!” Exames detectaram uma substância anormal no organismo, mas não foi possível identificá-la, porque o bolo já havia sido consumido. “A gente jogou o pote fora. O lixeiro já tinha levado”, disse Kátia.
Na época, sem provas, a família não registrou ocorrência. Mas ao saber do caso de Ana Luiza, decidiu falar. “A partir do momento que uma jovem perdeu a vida, eu falei: Ká, não podemos ficar caladas. Foi uma vida.”
Autoria e confissão - Com os dois relatos, a polícia cruzou informações. Os bilhetes enviados às jovens tinham grafia semelhante. Os dois bolos foram entregues por motoboy, com mensagens assinadas por um “admirador secreto”.
O entregador foi localizado e levou os investigadores até o endereço onde pegou o doce. No local, vivia uma família com três filhas. Uma delas coincidia com a descrição do motoboy. A adolescente foi levada à delegacia com a mãe. O entregador a reconheceu imediatamente. “Não teve nenhuma dúvida em afirmar que ela era a mesma pessoa que havia entregue o bolo”, disse o delegado Vitor Santos e Jesus.
A jovem confessou. Disse que agiu por ciúmes, que queria apenas que as vítimas passassem mal, e afirmou estar enfrentando problemas psicológicos. “Conversando com ela, ela acabou por admitir a autoria dos dois fatos. Mas em nenhum momento demonstrou um grande arrependimento”, relatou o delegado
A mãe da adolescente ficou abalada. “Ao se deparar com a mãe chorando, ela também entrou em prantos”, afirmou o delegado.
Veneno vendido pela internet - O trióxido de arsênio é uma substância química altamente tóxica, utilizada na indústria e no tratamento de doenças como leucemia. Mas seu nome também está entre os mais antigos da história da toxicologia. “Foi uma das primeiras substâncias utilizadas em crimes de envenenamento”, explicou Rafael Lanara, farmacêutico bioquímico e presidente da Sociedade Brasileira de Toxicologia.
Apesar disso, a venda do arsênio não é controlada no Brasil. “Infelizmente o arsênio não é uma substância controlada. Não é proibido”, afirmou Lanara. A jovem que envenenou Ana e Kamilly comprou o produto pela internet.
“O arsênio deveria ser controlado. Frente a esses casos que estão aumentando, é de suma importância que a gente tenha controle da venda desse produto, principalmente pela internet”, alertou Rafael Lanara. O pai de Ana também questiona: “Como é que ela comprou essa substância tão perigosa?”
Centros de intoxicação de várias regiões do país têm registrado casos semelhantes com arsênio e também com o chumbinho — que é proibido.
Houve casos envolvendo alimentos como açaí, baião-de-dois e ovos de Páscoa. No Rio Grande do Sul, quatro pessoas morreram após consumir um bolo envenenado com a mesma substância. Dois projetos de lei foram apresentados para regulamentar a venda.
Sistema de saúde despreparado - Além do fácil acesso ao veneno, o Brasil enfrenta outro desafio: a escassez de antídoto para intoxicação por arsênio. “A gente recomenda que os centros de toxicologia, o Ciatox, sejam consultados na suspeita de intoxicação. Tem que ter antídoto, caso contrário é difícil reverter”, afirmou Lanara.
Mas a realidade nos hospitais é outra. “Hoje nós temos dificuldade de ter esse antídoto na prateleira de uma farmácia dentro de uma unidade de saúde. Não está normatizado e não tem disponível para pronto atendimento”, alertou Patrícia Drummond, médica toxicologista e diretora da Associação Brasileira dos Centros de Intoxicação.
Em nota, o Ministério da Saúde disse que está prevista a implantação de uma linha de cuidados para pessoas intoxicadas até 2030.
Kamilly, a jovem que sobreviveu, ainda se recupera. “Infelizmente, eu e ela não tivemos o mesmo destino. É muito triste saber. Somos jovens, muitos sonhos pela frente. Infelizmente o dela acabou por ali.”
A jovem que confessou os dois envenenamentos está internada na Fundação Casa. Por ser menor de idade, pode cumprir até três anos de reclusão.
O presidente Donald Trump atropelou o governador da Califórnia, Gavin Newsom, ao assinar uma ordem que mobiliza dois mil soldados da Guarda Nacional no estado para reprimir os protestos de manifestantes contra as batidas policiais em locais de trabalho, realizadas por agentes de imigração.
Alvo frequente do presidente, o democrata Newsom definiu como inflamatória a sua decisão de federalizar a Guarda Nacional, tomada sem que ele tenha solicitado a assistência do governo.
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“A ordem foi motivada não pela escassez de agentes da lei, mas porque Trump quer um espetáculo. Não deem um motivo a ele. Fiquem calmos e pacíficos”, apelou o governador. Pelo terceiro dia, os confrontos e as prisões, tanto de manifestantes quanto de imigrantes, se multiplicam em Los Angeles.
Os dois mil soldados convocados pelo governo federal representam o dobro do número designado pelas autoridades locais em 2020 para conter os protestos na cidade, após o assassinato de George Floyd, no primeiro mandato de Trump.
Em 1992, o governo também transferiu o controle da Guarda Nacional para o âmbito federal, durante os violentos confrontos ocorridos após o espancamento de Rodney King pela polícia de Los Angeles. O presidente era George H.W. Bush, que atendeu ao pedido do governador da Califórnia, Pete Wilson.
Desta vez é diferente. Sem o consentimento do governador, o presidente interfere de forma autoritária na gestão das autoridades estaduais, visando ao estado comandado por um adversário político. Ele invocou um artigo do código dos EUA, que permite ao presidente assumir a autoridade de um governador sobre a Guarda Nacional e federalizar as tropas, se achar necessário, para repelir uma invasão ou reprimir uma rebelião.
“Se o governador Gavin Newscum, da Califórnia, e a prefeita Karen Bass, de Los Angeles, não puderem fazer o seu trabalho, então o governo federal intervirá e resolverá o problema”, justificou Trump na sua rede social, referindo-se, mais uma vez, a Newsom por um trocadilho que significa “nova escória”.
O governador democrata alegou que a polícia estadual tinha a situação sob controle até Trump intervir e sugeriu que a violência dos protestos foi patrocinada por ele. O entorno do presidente, por sua vez, endossou o envio de tropas para as ruas, deixando claro que a meta é seguir adiante. O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, chamou os manifestantes de Los Angeles de insurrecionistas.
Vale lembrar que em 6 de janeiro de 2021, quando simpatizantes de Trump — estes sim insurrecionistas — invadiram e depredaram o Capitólio para protestar contra a certificação de Joe Biden, o presidente relutou o quanto pôde a mobilizar a Guarda Nacional.
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, cogitou estender a medida de Trump ao envio de fuzileiros navais para conter os protestos. Sem descartar o governador e a prefeita de Los Angeles, o czar da fronteira, Tom Homan, amplificou as ameaças: avisou que autoridades da Califórnia poderão ser presas, se atrapalharem a operação federal em Los Angeles.
No seu entender, Newson e Bass fazem de Los Angeles um santuário para criminosos por se recusarem a cooperar com os agentes de imigração.

"É crime abrigar e ocultar conscientemente um estrangeiro ilegal. É crime impedir que as autoridades policiais façam seu trabalho", assegurou o czar. Newsom desafiou Homan no X: "Venha me pegar, valentão. Eu não dou a mínima. Isso não vai me impedir de defender a Califórnia."
Neste segundo mandato, Trump solta as amarras que o impediram em seu governo anterior de implementar o lema da lei e da ordem e de usar a força militar para reprimir protestos ou caçar imigrantes sem documentos, conforme prometeu insistentemente em sua campanha. A oportunidade para um confronto direto do presidente com seus rivais políticos finalmente surgiu.
Nesta próxima semana, cinco cidades do interior alagoano passarão por trabalhos de manutenção preventiva nas redes de abastecimento de água. Entre os dias 11 e 13, as cidades de Igaci, Inhapi, Jaramataia, Porto Real do Colégio e São Luís do Quitunde receberão as equipes das respectivas concessionárias.
Em Igaci, Inhapi, Jaramataia e Porto Real do Colégio, os serviços de limpeza de reservatórios acontecerão na quarta-feira (11) com o objetivo de maximizar o processo de tratamento de água.
Na cidade ribeirinha de Porto Real do Colégio, a manutenção acontece no povoado Tapera do Itiúba, das 8h às 16h. Na cidade de Jaramataia será no reservatório bypass, na zona urbana, das 8h às 17h. No mesmo horário, em Inhapi, acontece a limpeza do reservatório elevado da zona urbana e, em Igaci, os trabalhos acontecem no reservatório do povoado Lagoa do Félix, das 8h às 18h. Já em São Luís do Quitunde, a manutenção será realizada na sexta-feira (13) na rede elétrica da região de um dos poços da cidade. Os trabalhos estão programados para iniciar às 10h, com previsão de conclusão às 16h.
De acordo com as concessionárias, o abastecimento ficará temporariamente suspenso nos locais e períodos citados e deve ser retomado de forma gradativa logo após as conclusões dos serviços.
Confira abaixo a programação detalhada:
- Porto Real do Colégio: limpeza do reservatório elevado Tapera do Itiúba, das 8h às 18h.
Áreas afetadas: povoado Tapera do Itiúba Concessionária responsável: Conasa Águas do Sertão
- Jaramataia: Limpeza do reservatório elevado Jaramataia Bypass, das 8h às 17h
Áreas afetadas: zona urbana Concessionária responsável: Conasa Águas do Sertão
- Inhapi: Limpeza do reservatório apoiado Inhapi 02, das 8h às 17h
Áreas afetadas: zona urbana Concessionária responsável: Conasa Águas do Sertão
- Igaci: limpeza do reservatório apoiado Lagoa do Félix, das 8h às 18h
Áreas afetadas: povoado Lagoa do Félix Concessionária responsável: Conasa Águas do Sertão
- São Luís do Quitunde: manutenção da rede elétrica do poço 15, das 10h às 16h
Áreas afetadas: zona urbana Concessionárias responsáveis: Equatorial e Verde Alagoas
Uma mulher denunciou o próprio pai por agressão, na madrugada desta segunda-feira (9), no bairro Cidade Universitária, em Maceió. A vítima estava com o rosto machucado e bastante ensanguentado.
Segundo informações do relatório da Polícia Militar (PM), a mulher se deslocou até a Base Comunitária da Santa Maria, ao lado da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, para denunciar o genitor. O caso mobilizou guarnições do 12º BPM.
Segundo o Boletim de Ocorrência, a vítima relatou que o pai estava embriagado e bastante alterado dentro de casa, momento em que a agrediu. A guarnição deslocou-se até o endereço indicado e encontrou o suspeito tentando fugir em uma moto. Ele desobedeceu à ordem de parada e fugiu em alta velocidade, trafegando pela contramão em diversas ruas do bairro.
A perseguição terminou quando o homem perdeu o controle da moto, colidiu com o meio-fio e caiu em um canteiro. Ainda alterado, tentou agredir os policiais durante a abordagem. Ele foi encaminhado à UPA para atendimento médico e, em seguida, levado à Central de Flagrantes, onde ficou preso sob custódia da Polícia Civil.
O caso foi registrado como lesão corporal dolosa no contexto de violência doméstica, conforme previsto na Lei Maria da Penha.
Pierre Victor Pereira Silva, de apenas 10 anos, foi uma das vítimas da tragédia registrada no último sábado (7), no bairro do Prado, em Maceió. Ele era filho do major Pedro Silva e morreu enquanto era mantido refém dentro de casa. O caso resultou em três mortes e está sendo investigado pelas autoridades.
Pierre era estudante do Centro Educacional Agostiniano de Palmeira dos Índios, que publicou uma nota de pesar lamentando a perda do aluno. A escola o descreveu como uma criança de "energia contagiante e sorriso fácil", destacando a alegria e a leveza que ele levava ao ambiente escolar.
“A energia contagiante e o sorriso fácil do Pierre preenchiam nossos espaços, e sua ausência deixará uma saudade imensa em nossos corredores e salas de aula. Ele tinha um jeito único de ver o mundo, e o brilho da sua curiosidade fará muita falta”, diz a nota emitida pela instituição.
O velório de Pierre está previsto para ocorrer até esta terça-feira (10), em Palmeira dos Índios, onde ele vivia com a mãe. O crime ocorreu durante o sequestro feito pelo pai, que havia fugido da prisão, onde estava detido por violência doméstica. Além de Pierre, o major também matou o cunhado e acabou morrendo após a chegada da polícia.
O caso segue em investigação.
O mês de junho é tradicionalmente associado às festas juninas, que não apenas celebram a cultura popular, mas também impulsionam o consumo de produtos típicos e movimentam a economia paulista. A temporada de São João foi oficialmente aberta, trazendo consigo bandeirinhas coloridas, caldos quentes, quentão, touro mecânico e muito arrastapé. As festas juninas, reconhecidas como uma manifestação cultural nacional, ganharam ainda mais destaque em 2025 com a campanha “Conheça o turismo junino” do Ministério do Turismo. Diferente de eventos com data fixa, como o carnaval, o São João é celebrado durante todo o mês de junho, com destaque para os dias de Santo Antônio, São João e São Pedro. Em São Paulo, centenas de festas ocorrem, incluindo o famoso São João de Nóis Tudim, no Centro de Tradições Nordestinas (CTN), que espera atrair 360 mil pessoas até 27 de julho.
No CTN, os visitantes encontram uma variedade de comidas típicas, desde caldinhos servidos pela chefe Silvia Mara de Rico até pratos nordestinos como o acarajé da chefe Flora Diniz. O evento atrai visitantes de diversas regiões, como Carlos Eduardo Pinheiro, de Piracaia, que veio especialmente para dançar forró. Segundo o Centro de Inteligência da Economia do Turismo, cerca de 520 mil turistas devem participar das festas juninas em São Paulo, gerando um impacto econômico de R$ 89 milhões nos municípios do litoral e interior.
O Instituto Locomotiva aponta que mais da metade dos brasileiros pretende gastar até R$ 200 nas festividades deste ano. Com tanta animação e tradição, as festas juninas prometem ser um sucesso, não apenas como uma celebração cultural, mas também como um motor econômico significativo para a região. As festividades de junho, com suas cores, sabores e ritmos, continuam a encantar e unir pessoas de todas as idades, reafirmando a importância das tradições populares no coração do Brasil.
O senador Miguel Uribe, 39, que foi baleado no sábado (7) em um comício em Bogotá, passou por uma cirurgia na cabeça e na coxa esquerda e está na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Fundação Santa Fé da capital colombiana.
Segundo boletim médico divulgado pela instituição de saúde neste domingo (8), seu estado de saúde "é de máxima gravidade" e a evolução é considerada incerta, com o "prognóstico reservado".
"Após realizadas todas as avaliações por diversas especialidades, [Uribe] foi levado imediatamente à cirurgia para o controle inicial dos danos. Concluídos os procedimentos neurocirúrgico e na coxa esquerda, foi transferido para a unidade de terapia intensiva para sua estabilização pós-operatória", diz o comunicado.
O prefeito da capital colombiana, Carlos Fernando Galán, havia dito anteriormente que o senador entrou nas "horas críticas" de recuperação. A mulher de Uribe, Maria Tarazona, agradeceu pela solidariedade e anunciou que a Fundação Santa Fé será a "única responsável" por informar a evolução de saúde do seu marido.
"Peço, por favor, que aceitem e respeitem nosso silêncio", acrescentou. Em um áudio compartilhado com a imprensa mais cedo neste domingo, ela afirmou que Uribe "está lutando por sua vida".
Uribe, que é pré-candidato à Presidência da Colômbia nas eleições previstas para maio de 2026, estava fazendo um discurso diante de várias pessoas quando foi atingido. Vídeos do momento do ataque foram compartilhados nas redes sociais.
O Ministério Público da Colômbia informou que um suspeito, um adolescente de 14 anos, foi detido "portando uma arma de fogo tipo pistola Glock (9mm)". Segundo testemunhas, ele teria chegado em uma moto e disparado três vezes contra Uribe, antes de ser baleado na perna por um dos seguranças do senador.
Inicialmente a polícia havia dito que o adolescente tinha 15 anos. Segundo informações do jornal El Tiempo, o adolescente disse aos investigadores do caso que forneceria informações e números de telefone das pessoas que teriam ordenado o ataque.
De acordo com jornal El País, a Secretaria de Saúde de Bogotá informou, em um comunicado, que os outros três feridos durante o atentado não correm risco de vida. Um deles é o suspeito, que "encontra-se estável".
Os outros dois são um homem de 20 anos e uma mulher de 36 anos que passavam pelo local. Ele foi atingido de raspão por uma bala e já recebeu alta. Já ela sofreu uma lesão em uma perna e está estável, mas precisará passar por uma cirurgia.
O presidente Gustavo Petro abriu uma investigação para descobrir quem ordenou o ataque.
Os paramédicos que atenderam Uribe declararam à imprensa que o senador foi atingido por três tiros, dois na cabeça e o outro na perna. O político foi levado ao hospital Fundação Santa Fé de Bogotá. Dezenas de pessoas se reuniram do lado de fora do local.
O atentado ocorreu por volta das 17h30 do horário local (20h30 de Brasília) durante um evento organizado em um bairro popular da zona oeste de Bogotá. Vídeos mostram o senador discursando diante de várias pessoas quando se ouvem disparos.
Em outra imagem, Uribe aparece deitado sobre um veículo, com o corpo ensanguentado, sendo amparado por um grupo de homens, que parecem tentar estancar um sangramento em sua cabeça.
Em outubro do ano passado, Uribe anunciou a pré-candidatura à Presidência, no pleito que definirá o sucessor de Petro, de quem é um forte crítico.
Em um comunicado gravado, Petro condenou o ataque em um discurso na noite de sábado e prometeu "caçar" os responsáveis. "O que mais importa hoje é que todos os colombianos devem concentrar a energia de nossos corações [...] para que o doutor Miguel Uribe continue vivo", afirmou.
"Nenhum recurso deve ser poupado, nem um único peso ou um único momento de energia, para encontrar o cérebro [do atentado] - Onde quer que eles vivam, seja na Colômbia ou no exterior", disse o presidente. Ele rechaçou o que classificou como "tentativas de uso político" do episódio.
"Os padrões do crime repetem os padrões da morte da maioria dos líderes políticos da Colômbia."
Uribe é membro do Centro Democrático, partido liderado pelo ex-presidente Álvaro Uribe os dois não são parentes, apesar do sobrenome em comum. A legenda afirmou em um comunicado que atiraram no senador "pelas costas".
Personalidades da direita colombiana, como o ex-presidente Andrés Pastrana, que governou o país de 1998 a 2002, associaram o crime a Petro por supostamente "semear o ódio" e "incitar a violência" contra a oposição.
O discurso foi reproduzido pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, que condenou "nos termos mais veementes" o ataque.
"Trata-se de uma ameaça direta à democracia e do resultado da retórica violenta da esquerda, vinda dos mais altos escalões do governo colombiano. Tendo testemunhado em primeira mão o progresso da Colômbia nas últimas décadas para consolidar a segurança e a democracia, o país não pode se dar ao luxo de voltar aos dias sombrios da violência política.
O presidente Petro precisa moderar a retórica inflamatória e proteger as autoridades colombianas", afirmou Rubio.
O Itamaraty divulgou um comunicado em "condena firmemente" e presta solidariedade à família de Uribe. "O governo brasileiro manifesta seu mais veemente repúdio a qualquer forma de violência política. O Brasil saúda a pronta detenção do suspeito pelas autoridades colombianas e confia na plena apuração do caso", afirma a nota.
Os governos de Equador, Chile, México, Espanha e Paraguai repudiaram o atentato, assim como regime da Venezuela e a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado.
UM POLÍTICO TRADICIONAL
O senador é membro de uma família de longa tradição política. Ele é neto do ex-presidente Julio César Turbay Ayala, que governou a Colômbia de 1978 a 1982. Sua mãe, a jornalista Diana Turbay, foi sequestrada em 1990 por Pablo Escobar e morta no ano seguinte.
A história é contada no livro "Notícia de um Sequestro", do escritor e jornalista colombiano Gabriel García Márquez (1927-2014).
Antes de ocupar uma vaga no Senado, Uribe foi secretário de governo de Bogotá e vereador da cidade. Também foi candidato à prefeitura, mas foi derrotado em 2019.
Bruna Biancardi, que está à espera de sua segunda filha com Neymar, surpreendeu os seguidores ao revelar que já é casada com o jogador. A informação foi compartilhada em resposta a uma caixinha de perguntas no Instagram, nesse sábado, 7.
"Quando vocês vão se casar?", perguntou um seguidor. "Já somos casados no papel", respondeu Bruna.
A influenciadora digital e o atleta não deram detalhes sobre o casamento. Também não se sabe se o casal pretende realizar alguma cerimônia simbólica futuramente.
Os rumores sobre um possível namoro entre os dois começaram no fim de 2021, mas a primeira foto pública do casal foi compartilhada por Bruna apenas em abril de 2022.
Entre idas e vindas, incluindo polêmicas envolvendo traições do jogador, eles tiveram a primeira filha juntos, Mavie, em outubro de 2023. Em dezembro do ano seguinte, anunciaram a segunda gravidez da influenciadora, que espera mais uma menina, Mel, prevista para nascer no início do segundo semestre.
Um homem foi preso suspeito de posse ilegal de arma e ameaça no bairro Poço, em Maceió, nesse domingo (08).
O homem estaria usando um revólver para ameaçar o vizinho de morte. A Polícia Militar foi acionada ao local e, após diligências, conseguiu localizar o suspeito e a arma citada pela vítima.
Os envolvidos foram levados à Central de Flagrantes, no Tabuleiro do Marins, onde o denunciado foi autuado por posse ilegal de arma de fogo e emaeça.
O homem preso deve passar por audiência de custódia nesta segunda-feira (09). O motivo do desentendimento entre os vizinhos não foi informado pela Polícia Militar.
