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A manhã desta terça-feira (11) foi marcada por mais uma importante conquista para a saúde em Palmeira dos Índios. Agora, além do atendimento médico presencial, a população conta com uma sala de telessaúde equipada com uma TV de 43 polegadas, um computador específico para este tipo de atendimento, além de um ambiente climatizado. O ambiente é fruto de uma parceria entre e Prefeitura de Palmeira dos Índios e o Governo Federal e o local fica situado na UBS Edval Gaia.

Para celebrar esta vitória, a prefeita Tia Júlia esteve na UBS, acompanhada da secretária municipal de Saúde Zoé Duarte, da adjunta da pasta Ivone Basílio, além dos secretários municipais de Educação Renilda Pereira, de Planejamentoi Marcos Rêgo, de Comunicação Henrique Romeiro, de Agricultura Alexandre Lima, entre outros representantes do Governo Municipal.

Para a secretária municipal de Saúde Zoé Duarte, a inauguração da sala representa um importante avanço na qualidade do atendimento prestado à população. “A partir de agora, as pessoas poderão também passar por atendimento em suas residências, tanto com o médico da unidade, como também com especialistas de outras cidades ou estados. Em breve divulgaremos o protocolo para que tudo isso seja acessível à população”, disse a secretária.

Já a prefeita Tia Júlia fez questão de ressaltar a importância da recepção destes equipamentos e de que o acesso da população seja cada vez mais ampliado. “Como gestora e cidadã, fico feliz de poder participar da entrega desta sala e espero que ela traga muitos benefícios aos nossos cidadãos”, declarou a gestora municipal.

 

Ansiedade e depressão são condições complexas, influenciadas por diversos fatores, e a alimentação não deve ser vista como causa única ou tratamento isolado. Porém, algumas deficiências nutricionais podem interferir no funcionamento cerebral e, em determinadas situações, contribuir para o surgimento ou agravamento de sintomas como cansaço, alterações de humor, dificuldade de concentração e baixa disposição.

Nutrientes como vitamina B12, folato, ferro, vitamina D, magnésio, zinco e ômega-3 participam de processos importantes para o sistema nervoso, incluindo produção de neurotransmissores, metabolismo energético e controle da inflamação. Por isso, dietas muito restritivas, alimentação pouco variada, perdas de peso importantes ou condições que prejudicam a absorção de nutrientes merecem atenção, principalmente quando acompanhadas de sintomas persistentes.

Isso não significa que suplementar vitaminas ou minerais, por conta própria, vá tratar ansiedade ou depressão. O mais importante é investigar individualmente possíveis deficiências e entender o contexto clínico de cada pessoa. Cuidar da saúde mental também envolve olhar para o corpo como um todo: alimentação adequada, sono, atividade física, acompanhamento psicológico e, quando necessário, tratamento médico caminham juntos.

 

O nascimento de Lavínia Soares Montaleone, em Vitória, no Espírito Santo, ganhou um registro para lá de especial. A bebê veio ao mundo ainda envolta pela bolsa amniótica e chamou a atenção ao aparecer com o queixo apoiado sobre as duas mãos, como se estivesse fazendo uma pose fofa para a câmera.
O parto aconteceu no dia 27 de julho, após 37 semanas e dois dias de gestação. Lavínia nasceu por meio de uma cesárea de emergência em uma maternidade da capital capixaba. Antes dela, nasceu o irmão gêmeo, Levi.
A condição em que Lavínia nasceu é conhecida como nascimento empelicado. Ela ocorre quando o bebê é retirado do útero ainda envolto pela bolsa amniótica, estrutura que contém o líquido amniótico e protege o bebê durante a gestação.
Aos 27 anos, a mãe Natália Soares diz ao Terra que passou por uma gravidez tranquila. O que não foi tranquilo, segundo ela, foi controlar a ansiedade para finalmente conhecer os filhos. "Então, foi só uma espera muito, muito grande".
Quando o momento finalmente chegou, porém, a emoção foi ainda maior do que ela imaginava. Natália conta que passou boa parte do parto chorando e que ficou impressionada ao ver os filhos pela primeira vez.
"Foi muito emocionante, eu não imaginava que seria tão incrível. Eu só sabia chorar de emoção e fiquei, assim, muito maravilhada com aquela perfeição saindo de mim, vindo até mim, encostando. Eles são perfeitos".
A cena de Lavínia dentro da bolsa tornou tudo ainda mais especial. Natália só conseguiu entender o que havia acontecido quando viu as imagens depois do parto. "Ela vindo fazendo posezinha dentro da bolsa. Quando eu vi a imagem depois eu nem acreditava. A primeira coisa que eu pensei foi como Deus é perfeito, como Deus me proporcionou isso".
O pai também não conseguiu esconder a emoção. Durante o nascimento, Natália conta que ouviu o marido chorando e sorrindo ao mesmo tempo. "E ele ficou muito feliz também. Eu escutei assim ele chorando. Eu não conseguia ver. Mas depois quando eu vi falei 'agora, sim, tudo faz sentido'. Deus é maravilhoso. Foi muito, muito, muito melhor do que eu poderia imaginar".
E a emoção acabou contagiando quem estava na sala. Segundo Natália, a equipe que acompanhou o parto também ficou feliz e surpresa com a chegada dos bebês. "A equipe também ficou muito feliz. Foi incrível".
O momento foi registrado pela storymaker Ellen Vieira, contratada pela família para acompanhar o parto. Ela conta que, embora já tenha registrado outros partos, nunca havia filmado um nascimento com direito a pose.
"Os médicos ficaram muito empolgados. Na hora eles já me chamaram para mudar de posição para gravar direitinho".

Ter o peso considerado normal não significa necessariamente estar livre de um risco cardiovascular aumentado. Um estudo publicado nesta terça-feira (11/8) no Journal of the American College of Cardiology (JACC) mostra que a concentração de gordura na região abdominal pode revelar riscos que o índice de massa corporal (IMC) não identifica sozinho.

Pesquisadores analisaram mais de 260 mil pessoas, acompanhadas por cerca de 20 anos, em média. Eles compararam o IMC com a circunferência da cintura e a relação cintura-quadril e observaram a ocorrência de nove desfechos, incluindo infarto, AVC, insuficiência cardíaca e mortes por doenças cardiovasculares.

Pessoas com IMC normal ou sobrepeso, mas com medidas abdominais elevadas, apresentaram risco de 15% a 50% maior para a maioria dos problemas avaliados.

Por que olhar para a barriga?

O IMC relaciona peso e altura, mas não mostra onde a gordura está concentrada. Duas pessoas com o mesmo índice podem, portanto, apresentar distribuições de gordura bastante diferentes.

A circunferência da cintura e a relação cintura-quadril ajudam a identificar a chamada adiposidade central, que é a concentração de gordura na região abdominal.

As medidas não determinam diretamente a quantidade de gordura ao redor dos órgãos, mas acrescentam informações sobre o risco que o IMC sozinho pode deixar escapar.

“Nossas descobertas enfatizam o papel fundamental de identificar a adiposidade central elevada, mesmo em indivíduos com IMC normal ou na faixa de sobrepeso”, afirmou Zeina A. Dardari, principal autora do estudo, em comunicado do American College of Cardiology (ACC).

 


O que o estudo encontrou


Os pesquisadores responsáveis pelo estudo destacaram que algumas pessoas consideradas dentro do peso normal apresentavam adiposidade central elevada e maior risco para a maioria dos problemas avaliados.

IMC ainda tem utilidade

O estudo não indica que o IMC deva ser abandonado ou que uma fita métrica seja suficiente para determinar o risco de uma pessoa. A conclusão é que medir a distribuição da gordura pode complementar a avaliação baseada no IMC.

O trabalho também é observacional. Portanto, identifica associações, mas não permite afirmar que a gordura abdominal tenha causado diretamente os problemas cardiovasculares registrados.

Entre as limitações, os pesquisadores não tinham informações sobre atividade física, alimentação e risco genético para obesidade. Além disso, cintura e relação cintura-quadril foram medidas apenas uma vez, impedindo avaliar mudanças na gordura abdominal ao longo dos anos.

Ainda assim, os resultados mostram que olhar somente para peso e IMC pode deixar parte do risco cardiovascular escondida. A região onde a gordura se concentra também pode trazer informações importantes sobre a saúde do coração.

Ter o peso considerado normal não significa necessariamente estar livre de um risco cardiovascular aumentado. Um estudo publicado nesta terça-feira (11/8) no Journal of the American College of Cardiology (JACC) mostra que a concentração de gordura na região abdominal pode revelar riscos que o índice de massa corporal (IMC) não identifica sozinho.

Pesquisadores analisaram mais de 260 mil pessoas, acompanhadas por cerca de 20 anos, em média. Eles compararam o IMC com a circunferência da cintura e a relação cintura-quadril e observaram a ocorrência de nove desfechos, incluindo infarto, AVC, insuficiência cardíaca e mortes por doenças cardiovasculares.

Pessoas com IMC normal ou sobrepeso, mas com medidas abdominais elevadas, apresentaram risco de 15% a 50% maior para a maioria dos problemas avaliados.

Por que olhar para a barriga?

O IMC relaciona peso e altura, mas não mostra onde a gordura está concentrada. Duas pessoas com o mesmo índice podem, portanto, apresentar distribuições de gordura bastante diferentes.

A circunferência da cintura e a relação cintura-quadril ajudam a identificar a chamada adiposidade central, que é a concentração de gordura na região abdominal.

As medidas não determinam diretamente a quantidade de gordura ao redor dos órgãos, mas acrescentam informações sobre o risco que o IMC sozinho pode deixar escapar.

“Nossas descobertas enfatizam o papel fundamental de identificar a adiposidade central elevada, mesmo em indivíduos com IMC normal ou na faixa de sobrepeso”, afirmou Zeina A. Dardari, principal autora do estudo, em comunicado do American College of Cardiology (ACC).

 


O que o estudo encontrou


Os pesquisadores responsáveis pelo estudo destacaram que algumas pessoas consideradas dentro do peso normal apresentavam adiposidade central elevada e maior risco para a maioria dos problemas avaliados.

IMC ainda tem utilidade

O estudo não indica que o IMC deva ser abandonado ou que uma fita métrica seja suficiente para determinar o risco de uma pessoa. A conclusão é que medir a distribuição da gordura pode complementar a avaliação baseada no IMC.

O trabalho também é observacional. Portanto, identifica associações, mas não permite afirmar que a gordura abdominal tenha causado diretamente os problemas cardiovasculares registrados.

Entre as limitações, os pesquisadores não tinham informações sobre atividade física, alimentação e risco genético para obesidade. Além disso, cintura e relação cintura-quadril foram medidas apenas uma vez, impedindo avaliar mudanças na gordura abdominal ao longo dos anos.

Ainda assim, os resultados mostram que olhar somente para peso e IMC pode deixar parte do risco cardiovascular escondida. A região onde a gordura se concentra também pode trazer informações importantes sobre a saúde do coração.

O Brasil registrou uma queda de 75% nos casos prováveis de dengue nos primeiros meses de 2026, mas especialistas e gestores de saúde alertam que o cenário ainda exige atenção. A redução, vista como um alívio após o ano anterior, também cria uma janela para preparar o sistema de saúde diante de uma possível nova alta.

Entre janeiro e 11 de abril, foram 227,5 mil casos, contra 916,4 mil no mesmo período de 2025. Mesmo com a diminuição, o avanço do El Niño pode mudar esse quadro ao longo dos próximos meses.

Clima favorece circulação do mosquito

O fenômeno climático já está em curso e deve se intensificar até o fim do ano, com chance elevada de continuar no início de 2027. Temperaturas mais elevadas e alterações no regime de chuvas criam condições que aceleram o ciclo do Aedes aegypti e aumentam a formação de criadouros.

O biólogo Filipe Abreu, professor do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) apoiado pelo Instituto Serrapilheira, explica que o aumento da temperatura interfere diretamente no comportamento do mosquito e do vírus.

“Temperaturas mais elevadas podem acelerar o desenvolvimento do Aedes aegypti e reduzir o tempo necessário para o vírus se desenvolver dentro dele”, diz.

Segundo Abreu, as mudanças no regime de chuvas também influenciam a dinâmica da doença. Em algumas regiões, o acúmulo de água favorece a criação de novos focos. “Dependendo da região, essas alterações podem aumentar a disponibilidade de criadouros e o risco de transmissão”, afirma.

Mosquito vetor de doenças tropicais que pica a pele humana e suga sangue, conhecido transmissor de chikungunya, dengue e febre amarela, no Brasil é comumente chamado de mosquito da dengue. Metrópoles
Aedes aegypti é a principal espécie que transmite os vírus da dengue, da chikungunya e da zika.

O especialista aponta ainda que o aquecimento global pode ampliar a área de circulação do mosquito. “O aumento das temperaturas pode tornar regiões antes menos favoráveis mais adequadas à presença do vetor, contribuindo para a expansão do risco”, explica.

Apesar disso, ele ressalta que o efeito não é uniforme. “Em algumas áreas, períodos mais secos ou frios podem reduzir as populações de mosquitos”, completa.

Manaus aposta em monitoramento contínuo

Diante desse risco, algumas cidades já reforçam estratégias de vigilância. Em Manaus, a prefeitura começou a implantar um sistema de monitoramento com armadilhas para mapear a presença do mosquito antes do aumento de casos.

Ao todo, serão instaladas 960 ovitrampas em diferentes regiões da cidade. Os dispositivos atraem as fêmeas do Aedes e permitem identificar onde há maior concentração de ovos. As coletas são feitas a cada poucos dias, e os dados alimentam mapas que orientam as ações de campo.

A estratégia prioriza bairros com maior vulnerabilidade e permite direcionar visitas e medidas de controle antes que a transmissão aumente.

“Estamos usando tecnologia para antecipar os riscos e chegar primeiro aos bairros mais vulneráveis”, afirma o prefeito da cidade, Renato Junior.

Sintomas e sinais de alerta

dengue é uma doença febril de início rápido e costuma durar cerca de uma semana. Entre os sintomas mais comuns estão febre alta, dor no corpo, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, cansaço, náuseas e manchas na pele.

“A dengue classicamente dura em torno de sete dias, por ser uma doença autolimitada. Porém, nas formas graves, as complicações podem durar mais tempo”, explica o infectologista André Bon.

Alguns sinais indicam agravamento e exigem atendimento imediato, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sonolência e alterações de consciência. A transmissão ocorre pela picada do mosquito infectado. Em muitos casos, a picada passa despercebida. “Na maioria das vezes, a picada não dói e pode nem coçar”, afirma a infectologista Melissa Falcão.

Apesar de avanços na vacinação, a proteção contra a dengue ainda depende, principalmente, do controle do mosquito e da eliminação de criadouros.

De acordo com um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, em abril deste ano, um novo exame de sangue desenvolvido por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) pode ser, no futuro, um rastreador de múltiplos tipos de câncer, doenças hepáticas e sinais de danos a órgãos antes que eles se tornem mais difíceis de tratar.

O exame, chamado de MethylScan, utiliza uma tecnologia de baixo custo que é capaz de analisar fragmentos do DNA que circulam na corrente sanguínea por meio de uma única amostra.

Ele funciona da seguinte forma: é realizado um teste com foco na metilação do DNA, que reflete com precisão o estado de saúde dos tecidos, diferente de outras biópsias líquidas tradicionais.

Assim, para eliminar o ruído de fundo causado pelas células sanguíneas, a equipe utilizou enzimas e um painel genômico para selecionar apenas o DNA metilado de órgãos sólidos, garantindo a sensibilidade do teste com menos sequenciamento. Isso traria uma economia, baixando o custo para cerca de 20 dólares por amostra.

Segundo a autora principal do estudo, Jasmine Zhou, professora de patologia, medicina laboratorial e pesquisadora do Centro Oncológico Abrangente Jonsson da UCLA Health, a detecção precoce dessas doenças é fundamental.

“As taxas de sobrevivência são muito maiores quando os cânceres são detectados antes de se espalharem. Se o câncer for identificado no estágio 1, os resultados são dramaticamente melhores do que no estágio 4”, destacou ao ScienceDaily.


Destaques do estudo


Testes analisaram amostras de pacientes saudáveis e com diferentes doenças

Para realizar o estudo, os pesquisadores analisaram amostras de 1.061 pessoas, entre pacientes saudáveis e outros diagnosticados com diferentes doenças.

Com a ajuda de algoritmos de aprendizado de máquina, o método alcançou 98% de especificidade, detectando aproximadamente 63% dos cânceres em todos os estágios, inclusive 80% dos casos de tumores de fígado em pacientes de alto risco.

A ferramenta também permitiu que os pesquisadores entendessem a origem exata do sinal anormal e rastreassem qual órgão estava doente, orientando os médicos a realizar exames de imagem mais direcionados.

Em relação às condições hepáticas, o teste conseguiu classificar quase 85% das hepatites virais e distúrbios metabólicos, o que, num futuro próximo, pode diminuir a necessidade de biópsias invasivas no órgão.

Apesar dos resultados positivos, os autores acreditam que ainda sejam necessárias pesquisas prospectivas e de maior porte para validar o rastreamento no mundo real. No entanto, as descobertas representam um avanço em direção à obtenção de um teste universal para detectar precocemente essas doenças.

Apesar dos fatores genéticos terem influência sobre algumas das doenças cardíacas mais incidentes, a maior parte delas está relacionada ao estilo de vida. A afirmação é do cardiologista Roberto Yano, que destaca para a coluna que poucas horas de sono por noite, alimentação rica em ultraprocessados, falta de atividade física, estresse crônico e tabagismo são a receita para o desenvolvimento de problemas cardiovasculares a longo prazo.

Esses fatores costumam andar juntos, o que, de acordo com o médico, aumenta as chances de desenvolver quadros evitáveis de hipertensão, colesterol alto, diabetes e outros exemplos que podem ser fatais para o sistema cardiovascular.

“O coração sofre diretamente com esses hábitos. O aumento dos níveis de estresse, sedentarismo e dieta desbalanceada cria no organismo um ambiente propício para o desenvolvimento de infarto, insuficiência cardíaca e outras doenças cardiovasculares”, explica o medico.

 

Imagem mostra mão em close de uma mulher segurando um cigarro. Conceito de tabagismo. Metrópoles
De acordo com a OMS o tabagismo é a principal causa de morte evitável do mundo

Como o estresse crônico pode sobrecarregar o coração

Quando estresse é crônico, as chances aumentam ainda mais ainda mais pois o corpo entra em um estado de fuga constante.

Com isso, ocorre um aumento de frequência cardíaca, pressão arterial e liberação contínua de hormônios que favorecem processos inflamatórios e comprometem a saúde dos vasos sanguíneos. “O organismo não foi preparado para permanecer nesses estado de alerta. Quando isso acontece por longos períodos, o sistema cardiovascular fica sobrecarregado”, reforça o cardiologista Roberto Yano.

Ilustração em preto e branco com ênfase de cor vermelha ao coração - Metrópole.s
As doenças cardíacas podem evoluir de forma silenciosa por anos

Em uma análise ainda mais preocupante, o cardiologista destaca que algumas doenças cardiovasculares costumam evoluir silenciosamente, o que contribui para o aumento da letalidade das doenças.

“Hipertensão, colesterol ato e até a obstrução nas artérias podem permanecer sem sintomas por anos, sendo descobertos apenas após eventos graves como infartos e acidentes vasculares cerebrais”, destaca.

Por onde começar os hábitos preventivos

De acordo com o médico, não são necessárias mudanças radicais para proteger o coração. Os hábitos mais saudáveis podem ser adquiridos de forma gradual.

“O coração trabalha continuamente durante toda a nossa vida. Cuidar dele significa investir em qualidade de vida, longevidade e bem-estar. Pequenas escolhas feitas todos os dias têm um impacto enorme na saúde cardiovascular ao longo dos anos”, diz o médico.

Os exames de rotina também devem fazer parte das medicas preventivas. Quanto a periodicidade, ele explica que não existe uma regra única.

“Para quem não tem fator de risco, uma avaliação cardiológica anual já costuma ser suficiente. Mas quem tem hipertensão, diabetes, colesterol alto, histórico familiar ou já teve algum evento cardíaco precisa de acompanhamento mais frequente, às vezes a cada três ou seis meses. O ideal é o cardiologista definir esse intervalo de forma individual, olhando o risco de cada paciente”, conclui.

A inclusão da gestação de alto risco elevou para 18 o número de doenças e afecções no rol de condições médicas que isentam os segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) do cumprimento do período de carência.

Essa lista dispensa o pagamento mínimo de 12 contribuições mensais para a concessão de benefícios por incapacidade.

A medida passou a valer a partir de 24 de julho, data de publicação da portaria interministerial 15, assinada conjuntamente pelos ministros Wolney Queiroz, da Previdência Social, e Alexandre Padilha, da Saúde.

Histórico de alterações e regras gerais

A Lei nº 8.213, de 1991, que instituiu originalmente a lista de enfermidades isentas de carência, só sofreu modificações em duas oportunidades recentes:

A primeira ocorreu em 2022, com a inserção do acidente vascular encefálico agudo e do abdome agudo cirúrgico (quando classificados como graves), e a segunda agora em 2026, com a adição da gestação de alto risco.

Nesses casos específicos, o trabalhador pode obter o auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) ou a aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez) sem ter completado as 12 contribuições mínimas exigidas por regra geral.

Apesar de estarem desobrigados de cumprir a carência de 12 meses, os segurados ainda precisam preencher outros requisitos legais:

Manter a qualidade de segurado perante o INSS;

Comprovar a existência da enfermidade por um período mínimo de 15 dias.

Além disso, a legislação prevê isenção de carência para os profissionais (sejam autônomos ou contratados sob o regime da CLT) que sofram acidentes de qualquer natureza ou causa, bem como aqueles acometidos por doença profissional ou do trabalho.

Nos demais cenários, a carência padrão de 12 pagamentos continua obrigatória para a liberação do benefício por incapacidade.

Veja a lista completa das 18 doenças e afecções isentas de carência:

Vale pontuar que o acidente vascular encefálico agudo e o abdome agudo cirúrgico são enquadrados como isentos de carência apenas se apresentarem quadro de evolução aguda e atenderem a critérios de gravidade.

Como funciona a solicitação

Para obter o benefício, o trabalhador deve solicitar uma avaliação médica. O cidadão não escolhe diretamente entre auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez; cabe ao médico perito determinar se a incapacidade constatada é temporária ou permanente.

Nos casos de incapacidade temporária, o segurado pode utilizar o sistema Atestmed, que possibilita a liberação do auxílio-doença sem a necessidade de realizar perícia médica presencial.

O pedido é feito inteiramente de forma digital, enviando o atestado médico ou odontológico digitalizado por meio do aplicativo ou site Meu INSS.

Se o cidadão preferir, o agendamento para a perícia presencial também pode ser solicitado por telefone, ligando para o número 135.

Requisitos obrigatórios do atestado para o Atestmed

Para que o benefício seja analisado e concedido via internet, o atestado fornecido pelo profissional de saúde deve cumprir as seguintes exigências:

A Polícia Militar prendeu um homem durante a Operação Arcan, na noite dessa terça-feira (11), após o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em um sítio na zona rural de Atalaia, em Alagoas.

Segundo a PM, as guarnições motorizadas Rotam 90 e Rotam 01 cumpriram a determinação judicial contra um indivíduo investigado por organização criminosa e suspeito de posse de arma de fogo e entorpecentes.

Durante as buscas no imóvel, os policiais localizaram uma pistola Taurus 938, de numeração KVL12113, com um carregador e cinco munições intactas.

Diante da localização da arma, foi dada voz de prisão ao investigado, em tese, pelo crime de posse ilegal de arma de fogo de calibre permitido. Os direitos constitucionais foram informados e assegurados ao conduzido.

O homem foi encaminhado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica. Segundo a PM, não foi necessário atendimento. Posteriormente, ele foi levado à Central de Flagrantes para a adoção das providências cabíveis.

Ainda de acordo com a polícia, foram utilizadas algemas para preservar a integridade física da guarnição e do conduzido.

A família de Joviana Evelyn Iankovski, de 19 anos, passou dias acreditando que a estudante estava se comunicando normalmente por mensagens, até que a inconsistência nos contatos levantou suspeitas. A jovem foi encontrada morta na segunda-feira (10), dentro do quarto do namorado, em Sangão, no Sul de Santa Catarina.

Segundo Livia Iankovski, irmã da vítima, a mãe recebeu mensagens atribuídas a Joviana desde a sexta-feira (7). Em uma delas, a jovem teria informado que passaria a noite na casa do namorado, de 21 anos.

Com o passar dos dias, porém, os familiares perceberam que havia algo errado. A comunicação continuou, mas os horários e as informações repassadas à mãe despertaram desconfiança. Diante da situação, a família procurou a polícia.

Joviana havia começado o curso de Biologia no segundo semestre de 2026. De acordo com a irmã, na quinta-feira (6), ela saiu de casa dizendo que iria a um bar para conhecer e se divertir com novos colegas da faculdade.

“Quinta-feira, minha irmã saiu a caminho do bar falando que ia se divertir com os novos amigos da faculdade. Na sexta, ela entrou em contato com minha mãe falando que dormiu na casa do ‘namorado’ e iria passar o fim de semana lá. No domingo à noite, falou para minha mãe que preferiu dormir lá mais um dia e, de manhã cedo, já estaria em casa”, relatou Livia.

A família só descobriu posteriormente que, segundo a investigação, Joviana já estaria morta desde a madrugada entre quinta e sexta-feira. O delegado Murilo da Cunha, responsável pelo caso, aguarda os resultados da perícia para confirmar a cronologia e esclarecer as circunstâncias da morte.

O namorado da estudante confessou o crime e foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio. Segundo o depoimento apresentado à polícia, ele teria aplicado um golpe conhecido como mata-leão durante uma discussão entre o casal.

Corpo foi encontrado em quarto trancado

Após receber a denúncia, policiais foram até a residência de José Gustavo, no bairro Santa Apolônia, na segunda-feira. O imóvel estava vazio no momento da chegada da equipe.

Os agentes perceberam que um dos quartos estava trancado e precisaram arrombar a porta. Joviana foi encontrada morta no local, enrolada em cobertores.

A estudante apresentava ferimentos no rosto. Conforme informações da Polícia Militar, a Polícia Científica avaliou inicialmente que ela poderia estar morta havia mais de 24 horas.

A causa e o horário exatos da morte ainda dependem dos exames periciais.

Em uma publicação nas redes sociais, Livia lamentou a forma como a família foi enganada durante os dias em que acreditava estar falando com Joviana.

“Como ficar em paz? Como acolher minha mãe que acreditou nas mensagens desse sangue frio?”, escreveu a irmã.

A procura por procedimentos estéticos tem seguido uma tendência mais natural, com menos exageros e maior valorização dos traços individuais. Mas, para alcançar resultados discretos e harmoniosos, é fundamental priorizar a segurança.

Abaixo, o dermatologista Dr. Humberto Ponzio, professor da Afya Educação Médica de Porto Alegre, lista os cuidados essenciais para quem deseja fazer um preenchimento facial e prevenir riscos. Confira!

1. O seu passado importa (e muito!)

Se você fez algum procedimento estético há 10, 20 ou 30 anos, avise seu médico. Produtos antigos e permanentes utilizados no passado, como o PMMA (polimetilmetacrilato) ou silicone, continuam na sua pele e podem reagir mal a novas aplicações de ácido hialurônico.

2. O perigo dos produtos definitivos

Substâncias permanentes como o PMMA podem apresentar complicações e rejeições até 10 anos após a aplicação. O preenchedor fica lá para sempre, mas o seu rosto continua mudando, o que pode deformar o resultado com o tempo.

Uma médica idosa, de jaleco branco, realiza um procedimento estético facial em uma paciente deitada. Ela segura um transdutor de ultrassom na testa da paciente, enquanto uma máquina branca com tela está sobre um carrinho ao lado.
Mapear vasos e procedimentos antigos antes da aplicação de um preenchimento pode ajudar a aumentar a segurança do procedimento (Imagem: BearFotos | Shutterstock)

3. Exija um “raio-x” do seu rosto

Hoje já é possível realizar uma ultrassonografia dermatológica de alta frequência antes de injetar qualquer agulha ou cânula. Esse ultrassom mapeia onde estão as suas artérias, veias e preenchimentos antigos, evitando que o médico perfure locais perigosos e cause necroses.

4. Fuja da “receita de bolo”

Uma boa harmonização deve estudar a sua estrutura facial e restabelecer o volume que você perdeu com os anos, preservando os seus traços originais. Desconfie de técnicas que deixam todas as pessoas com a mesma aparência (a chamada uniformização).

O condutor de uma cinquentinha ficou ferido após se envolver em um acidente com outros dois veículos na tarde desta terça-feira (11), na Avenida Deputada Ceci Cunha, no bairro Itapoã, em Arapiraca, no Agreste de Alagoas. A colisão aconteceu nas proximidades de um supermercado e deixou o trânsito congestionado na região.

Segundo informações apuradas pelo TNH1 no local, o homem seguia pela Rua Nossa Senhora da Salete quando tentou acessar a Avenida Ceci Cunha pelo lado direito. Nesse momento, o ciclomotor bateu na lateral de um jipe que trafegava pela avenida.

Com o impacto, o condutor da cinquentinha perdeu o controle do veículo e atingiu um terceiro automóvel, que estava estacionado. O carro sofreu pequenos danos.

O homem sofreu escoriações e recebeu os primeiros atendimentos de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Em seguida, foi encaminhado ao Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca. Até a publicação desta matéria, não havia informações atualizadas sobre o estado de saúde dele.

A Polícia Militar confirmou que foi acionada para prestar apoio à ocorrência e informou que o acidente envolveu uma motocicleta e um carro. A corporação também confirmou que o caso aconteceu em um trecho da Avenida Deputada Ceci Cunha, mas informou que a ocorrência ainda estava em andamento e não havia outros detalhes oficiais sobre a dinâmica da colisão.

Trânsito ficou congestionado

Por causa do acidente, o fluxo de veículos ficou congestionado na Avenida Ceci Cunha. Uma equipe da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) esteve no local para organizar a circulação e orientar os motoristas.

O Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) também foi acionado para atender à ocorrência e realizar os procedimentos necessários.

Um procedimento usado no tratamento de colesterol alto pode reduzir substâncias poluentes no sangue, segundo um estudo publicado na revista Brain Health em 4 de agosto. A técnica, chamada aférese terapêutica, é indicada para casos em que os remédios não conseguem controlar o colesterol.

No trabalho, pesquisadores observaram que o filtro utilizado no processo também reteve compostos químicos persistentes, conhecidos como PFAS, além de indícios de microplásticos.

Como funciona o procedimento

A aférese consiste em retirar o sangue do paciente, separar o plasma e filtrá-lo antes de devolvê-lo ao organismo. O objetivo é remover partículas ligadas ao colesterol que aumentam o risco cardiovascular.

Durante o processo, o plasma passa por filtros capazes de reter estruturas maiores, como lipoproteínas. A equipe suspeita que alguns poluentes acabam sendo removidos junto com essas partículas ou ao se ligarem a proteínas presentes no sangue.

“O procedimento foi desenvolvido para tratar doenças cardiovasculares, mas também observamos redução de PFAS e sinais de retenção de microplásticos”, afirmou a pesquisadora Charlotte Steenblock, da Universidade Técnica de Dresden, ao ScienceAlert.

Queda nos níveis de PFAS

Os PFAS (substâncias per- e polifluoroalquiladas) — compostos químicos sintéticos chamados de “produtos químicos eternos” — são usados em produtos como panelas antiaderentes, tecidos impermeáveis e embalagens. Essas substâncias permanecem no ambiente e no corpo por longos períodos e já foram associadas a alterações hormonais, imunológicas e a alguns tipos de câncer.

No estudo, 14 pacientes passaram por sessões de plasmaférese com dupla filtração. Após o procedimento, quatro tipos comuns de PFAS apresentaram redução de até 25% no sangue.

Em uma análise separada com outro método, feita em quatro pacientes, a queda média variou entre 43,5% e 75,8% para cinco tipos desses compostos. Os autores destacam que os resultados não podem ser comparados diretamente por causa das diferenças entre os grupos e as técnicas utilizadas.

Resultados ainda incertos para microplásticos

Os dados sobre microplásticos foram menos consistentes. Em alguns casos, houve redução de certos tipos de plástico no sangue após o procedimento, mas outros aumentaram.

Uma das explicações levantadas é que parte dessas partículas pode ter vindo dos próprios materiais usados durante o tratamento, como tubos e bolsas plásticas. Além disso, os exames medem apenas o que está circulando naquele momento, sem indicar o total acumulado no corpo.

Os pesquisadores afirmam que encontraram microplásticos nos filtros após o uso, o que indica retenção dessas partículas. Ainda assim, isso não permite concluir que o procedimento reduza de forma estável a quantidade total no organismo.

Limitações e próximos passos

O estudo envolveu poucos participantes e utilizou métodos diferentes de análise, o que limita as conclusões. Também não foi avaliado por quanto tempo a redução dos poluentes se mantém nem se há benefícios diretos para a saúde.

Por isso, os autores defendem estudos maiores, com acompanhamento mais longo e técnicas padronizadas, antes de considerar o uso da aférese para lidar com esse tipo de exposição. Hoje, o procedimento segue indicado apenas para condições específicas, sob acompanhamento médico.

A corrida de rua nunca foi tão popular no Brasil. Em 2025, o número de provas oficiais realizadas no país cresceu 85% em relação ao ano anterior, passando de 2.827 para 5.241 eventos, segundo levantamento da Associação Brasileira de Organizadores de Corridas de Rua e Esportes Outdoor (ABRACEO). Em Alagoas, o avanço foi ainda mais expressivo: o estado saiu de quatro provas em 2024 para 36 em 2025.

O crescimento reflete um movimento observado também entre os praticantes. De acordo com o relatório anual do Strava, a corrida segue como a atividade mais popular da plataforma e continua atraindo novos adeptos, principalmente entre os iniciantes e o público mais jovem.

Com mais pessoas interessadas em participar de provas, especialistas reforçam que o entusiasmo deve vir acompanhado de cuidados com a saúde. A recomendação é ainda mais importante para quem pretende estrear em eventos como o Circuito Santa Casa.

Segundo o cardiologista da Santa Casa de Maceió, George Toledo, a corrida é uma das atividades físicas mais completas para a prevenção de doenças cardiovasculares, mas iniciar a prática sem conhecer as próprias condições de saúde pode representar riscos.

“A corrida oferece inúmeros benefícios para o coração, melhora o condicionamento físico, ajuda no controle da pressão arterial e do peso. Mas, antes de pensar em desempenho, é preciso garantir que o organismo esteja preparado para esse esforço”, afirma.

De acordo com o especialista, pessoas com menos de 35 anos, sem doenças cardiovasculares conhecidas e sem fatores de risco, geralmente podem começar a correr de forma gradual, respeitando os limites do corpo e aumentando a intensidade dos treinos progressivamente.

Já quem tem mais de 35 anos ou convive com hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo ou histórico familiar de doenças cardíacas deve procurar um cardiologista antes de iniciar os treinos.

“Muitas doenças cardíacas evoluem de forma silenciosa e só são descobertas durante uma avaliação médica. Fazer um check-up antes de começar a correr é uma forma de reduzir riscos e praticar atividade física com mais segurança”, explica.

A investigação pode incluir consulta clínica, exames laboratoriais, eletrocardiograma e, quando necessário, teste ergométrico para avaliar como o coração responde ao esforço físico.

Outro ponto de atenção é a intensidade dos treinos. Segundo George Toledo, um dos erros mais comuns entre iniciantes é tentar acompanhar corredores mais experientes ou buscar desempenho logo nas primeiras semanas.

“O corpo precisa de tempo para se adaptar. O ideal é começar em um ritmo confortável, respeitando a frequência cardíaca adequada para o seu condicionamento. A evolução acontece de forma gradual, e isso diminui o risco de lesões e de complicações cardiovasculares”, orienta.

O cardiologista também recomenda que corredores experientes mantenham acompanhamento periódico, especialmente à medida que aumentam a intensidade dos treinos ou avançam na idade.

“A avaliação anual permite acompanhar a saúde cardiovascular e identificar alterações precocemente. Cuidar do coração é um investimento para continuar praticando esporte com segurança por muitos anos.”

Além dos benefícios físicos, a corrida também contribui para a saúde mental, melhora a qualidade do sono e reduz os níveis de estresse. Para George Toledo, esses ganhos só são plenamente aproveitados quando a prática é realizada com responsabilidade.

“O objetivo não deve ser apenas completar uma prova. A maior conquista é transformar a atividade física em um hábito permanente. Quem respeita os próprios limites e cuida da saúde do coração consegue aproveitar todos os benefícios que a corrida oferece.”

Com caminhada e percursos de 5 km e 10 km, o Circuito Santa Casa será realizado em setembro e reunirá participantes com diferentes níveis de experiência. Para quem pretende estrear na modalidade, a prova pode ser o incentivo para adotar um estilo de vida mais ativo, desde que esse primeiro passo comece com um cuidado essencial: a saúde do coração.

O Circuito Santa Casa será realizado no dia 12 de setembro, com concentração em frente ao Memorial à República, no bairro de Jaraguá. A programação inclui caminhada, corridas de 5 km e 10 km e Corrida Kids, reunindo participantes de diferentes idades em uma celebração pelos 175 anos da Santa Casa de Maceió. As inscrições devem ser feitas pela plantaforma Ticket Sports.

A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (10), um homem de 65 anos suspeito de matar a namorada a facadas no bairro do Veloso, em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, no último sábado (8).

A vítima tinha 43 anos e foi encontrada caída na rua por policiais militares. Após o crime, o homem fugiu.

No sábado (8), a corporação foi acionada ao local da ocorrência após o chamado de testemunhas do crime. A mulher foi socorrida por uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com o boletim de ocorrência, antes de fugir, o homem ainda tentou atacar o filho da vítima.

O caso foi registrado no 8º Distrito Policial de Osasco como feminicídio, onde o suspeito está preso à disposição da Justiça.

 

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