
Uma diarista de 33 anos foi presa em flagrante na última sexta-feira (13), sob suspeita de furtar o apartamento onde trabalhava e utilizar o dinheiro para apostar em jogos de azar, no Setor Oeste, em Goiânia. O valor estimado do prejuízo para as vítimas ultrapassa R$ 500 mil.
A investigação da Polícia Civil começou na quinta-feira (12), quando os moradores do apartamento comunicaram o desaparecimento de joias e dinheiro. Segundo eles, os furtos vinham ocorrendo há cerca de quatro meses, desde o início da prestação de serviços da funcionária.
A prisão aconteceu no momento em que a suspeita cometia mais um furto no local. Ela foi abordada ao sair do prédio, ainda em posse de dinheiro, joias e bijuterias que havia acabado de roubar. Os objetos foram reconhecidos pelas vítimas.
Em depoimento, a mulher confessou os furtos, revelando que vendia os itens para alimentar seu vício em apostas online, especialmente em jogos de azar como o popular "tigrinho".
A Polícia Civil do Rio de Janeiro procura Zhaohu Qiu, de 35 anos, conhecido como “Xau”, suspeito de envolvimento na morte de Marcelle Júlia Araújo da Silva, de 18 anos.
Na noite deste domingo (15), o Disque Denúncia divulgou um cartaz com a imagem do investigado para obter informações que levem à sua localização e prisão.
O corpo da jovem foi encontrado no sábado (14), por volta das 14h, dentro de uma residência situada na Rua São Fidélis, na Comunidade Beira Rio, na Pavuna, zona norte do Rio.
A casa, de propriedade de Zhaohu Qiu, estava desocupada no momento, em razão de obras. O cadáver foi localizado enrolado em uma lona azul e apresentava sinais de mutilação causados por cães da raça Pit Bull.
De acordo com familiares, Xau era conhecido da família há cerca de cinco anos e frequentava a casa com regularidade. Marcelle até o ajudava, às vezes, no trailer de yakisoba, no qual é dono, na praça Jardim América. Os parentes afirmam que nunca desconfiaram de qualquer comportamento suspeito por parte dele.
Dois irmãos, Celma e Isac Lopes dos Reis, ambos de 39 anos, morreram em um acidente na BR-135, em Bocaiuva, no norte de Minas Gerais, enquanto seguiam de São Paulo para o velório da mãe em Pedras de Maria da Cruz. A tragédia aconteceu na noite de terça-feira (10/6) e chocou as redes sociais.
O carro em que eles viajavam colidiu com uma carreta carregada de calcário e um caminhão de manutenção da Ecovias Norte Minas. Além dos dois irmãos, outros três ocupantes estavam no veículo e foram socorridos com ferimentos. Todos foram levados para hospitais da região.
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Lar de obras famosas como “La Gioconda (Mona Lisa)”, “A Liberdade Guiando o Povo” e “A Jangada da Medusa”, o Museu do Louvre, em Paris, fechou temporariamente as portas nesta segunda-feira (16/6), após uma greve de funcionários motivada pela superlotação e pelas condições de trabalho.
Visitantes que aguardavam para entrar formaram longas filas sob a pirâmide de vidro que marca a entrada do museu. Muitos estavam com ingressos em mãos, mas acabaram barrados. Segundo relatos, houve pouca comunicação com o público e falta de explicações no local.
A paralisação começou de forma inesperada, durante uma reunião interna de rotina. Atendentes, bilheteiros e seguranças decidiram não assumir seus postos, em protesto contra o excesso de visitantes, a escassez de funcionários e o que um sindicato classificou como “condições de trabalho insustentáveis”.
O fechamento do Louvre é um evento raro e só ocorreu em momentos de grande exceção, como durante a Segunda Guerra Mundial, na pandemia de Covid-19 e em algumas greves pontuais, incluindo outra relacionada à superlotação, em 2019.
Atos contra turismo em massa na Europa
A paralisação no museu ocorre um dia após manifestações contra o turismo de massa em várias cidades do sul da Europa. Milhares de pessoas foram às ruas em Palma de Maiorca, Barcelona, Veneza e Lisboa, criticando o impacto social e urbano causado pelo fluxo excessivo de turistas.
No Louvre, a maior preocupação dos funcionários é com o número de visitantes muito acima da capacidade. Em 2023, o museu recebeu 8,7 milhões de pessoas.
Apesar de um limite diário de 30 mil entradas, os trabalhadores relatam problemas como falta de banheiros, poucos espaços de descanso e calor intenso, agravado pelo efeito estufa gerado pela pirâmide de vidro.
A Mona Lisa, uma das atrações mais procuradas, é o principal foco de concentração de público. Cerca de 20 mil pessoas visitam diariamente a sala onde o quadro está exposto.
Para muitos visitantes, a experiência é marcada por empurrões, disputas por selfies e pouco contato real com as obras ao redor.
Nova Renascença do Louvre
O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou em janeiro deste ano um plano de 10 anos chamado “Nova Renascença do Louvre”, com objetivo de resolver problemas estruturais e melhorar o controle de público. O projeto deve ser concluído até 2031.
Entre as propostas estão a criação de nova entrada pelo rio Sena e uma sala exclusiva para a Mona Lisa, com visitação por horário marcado.
O plano de renovação prevê investimentos vindos de bilheteria, doações privadas, recursos do governo e royalties gerados pelo Louvre Abu Dhabi. Também está prevista uma elevação no preço dos ingressos para visitantes de fora da União Europeia ainda este ano.
No entanto, os funcionários reclamam que o governo tem reduzido os subsídios ao museu nos últimos anos, mesmo com o aumento de visitantes.
Um memorando interno da presidência do Louvre alerta que parte do prédio “não é mais à prova d’água” e que variações de temperatura colocam em risco obras de valor incalculável. Também foram apontadas falhas em itens básicos de acolhimento, como alimentação e sinalização.
Quando o Louvre reabrirá?
Há a possibilidade de uma reabertura parcial do museu nas próximas horas desta segunda-feira (16/6), permitindo acesso a algumas das principais obras, como a Mona Lisa e a Vênus de Milo.
Os ingressos comprados para segunda-feira poderão ser reutilizados. O Louvre permanecerá fechado nesta terça (17/6), dia em que tradicionalmente não abre ao público.
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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que assegura às mulheres o direito à meia-entrada em ingressos de partidas de futebol em todo o país. Para ter acesso ao benefício, será necessário apresentar documento oficial.
O texto aprovado é um substitutivo da relatora, deputada Helena Lima (MDB-RR), ao Projeto de Lei 168/23, apresentado pela deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP). O projeto original previa a criação de uma nova lei, mas o substitutivo altera a Lei 12.933/13, já estabelece a meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda entre 15 e 29 anos.
A lei atual também limita o benefício a 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento.
Pouca presença nos estádios
Helena Lima afirma que as arquibancadas ainda são pouco acolhedoras para as mulheres. O estudo Mulheres & Futebol, do W.LAb, de abril de 2024, revelou que, embora 94% das mulheres torçam para algum time, apenas um terço assiste aos jogos presencialmente. Os principais motivos para essa ausência são a falta de segurança (40%) e o custo dos ingressos (23%).
“Incentivar a presença feminina nas arenas desportivas por meio da concessão de meia-entrada é uma medida que desnaturaliza a exclusão das mulheres desses espaços”, conclui a deputada.
Próximos passos
A proposta será analisada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
Já imaginou encontrar um urso negro dormindo na área externa da sua casa, após um banho de hidromassagem? Foi exatamente isso que aconteceu com uma família em Punta Gorda, cidade no sudeste da Flórida, Estados Unidos. O caso inusitado terminou com a polícia sendo acionada para retirar o "invasor" do imóvel.
O morador da casa, Lynn Martin, foi quem descobriu o animal no quintal. Ele estranhou a bagunça e, ao verificar as câmeras de segurança, viu o urso dormindo no sofá. "Ele simplesmente tirou as almofadas e estava tirando uma soneca. Acredito que dormiu umas seis horas", contou Martin à CBS.
A polícia local acionou a Comissão de Peixes e Vida Selvagem da Flórida (FWC), que foi até o local e instalou armadilhas para tentar afastar o urso. A primeira tentativa falhou: o animal acabou subindo numa árvore em um terreno baldio próximo. Foi apenas com o uso de iscas de donuts -rosquinhas populares nos EUA-que ele desceu e pôde ser capturado. O urso foi então realocado com segurança para seu habitat natural.
Segundo a reportagem da CBS, a Flórida abriga atualmente mais de 4.000 ursos negros, espécie que já esteve ameaçada na região. Os moradores de áreas rurais no norte e centro do estado têm encontrado esses animais com frequência nos últimos tempos. Por isso, a FWC disponibiliza um mapa interativo para registrar e monitorar avistamentos.
A entidade também divulgou recomendações para a população da Flórida em caso de encontros com ursos: "O mais importante é manter a calma e não correr. Apresente-se como um ser humano, fale com o urso de forma tranquila. Não se finja de morto. Pegue crianças pequenas ou cachorros no colo. Em vez de fugir ou tentar uma solução pacífica, a orientação é tentar afastar o animal com firmeza."
A Polícia Civil de Alagoas está investigando as causas de um acidente de trânsito que terminou com a morte da motociclista Renata Maria Lima Silvério, de 28 anos, que estava grávida de dois meses. Ela foi atropelada por uma caminhão na Avenida Fernandes Lima, na parte alta da capital alagoana, no último dia 7, após cair da motocicleta.
De acordo com o delegado Carlos Reis, coordenador da Delegacia de Trânsito, a principal linha de investigação indica que a vítima perdeu o equilíbrio após ser atingida por um objeto, que estava sendo transportando por um passageiro de uma outra motocicleta.
"O Inquérito Policial está instaurado. Já ouvimos o esposo da vítima, a senhora Renata Maria Silvério, e uma das principais testemunhas do caso. O que está se configurando é que uma motocicleta, que vinha por trás da moto da vítima, deixou cair um pacote que estava com o rapaz na carona, passageiro, e esse pacote caiu em cima da motocicleta da senhora Renata. Com isso, ela perdeu o equilíbrio, caiu e o caminhão veio a passar por cima dela, tirando sua vida", explicou o delegado.
Ainda segundo Carlos Reis, as informações sobra a dinâmica do acidente foram colhidas a partir do depoimento de uma testemunha que presenciou o momento do acidente. O condutor da motocicleta envolvida no caso ainda não foi identificado.
"Estamos no início da investigação, coletando todos os depoimentos. Ainda é muito cedo para a gente entender em qual situação se encontrará o responsável pelo delito. Estamos verificando a questão se o condutor da motocicleta que provocou possivelmente a queda da dona Renata é habilitado, em que circunstância a coisa se processou, para que a gente possa efetivamente responsabilizar criminalmente quem provocou aquele acidente. Estamos aguardando a finalização da identificação dele. Estou com equipe nas ruas para tentar localizá-lo. Por enquanto vamos ter um pouco de cautela", completou.
Suspeita de assédio não é descartada
Em entrevista ao TNH1, o delegado explicou que a hipótese de que Renata Maria Silvério teria perdido o controle da direção após, supostamente, ter sido assediada por um homem ainda não foi descartada pela polícia.
"A questão do assédio está sendo analisada também. Nada impede que pode ter ocorrido assédio por parte deste motociclista ou por parte de outro veículo que vinha sendo conduzido por outra pessoa. Temos que ter muita cautela neste momento, porque no final da investigação nós apontaremos os responsáveis ou responsável pelo cometimento deste delito", finalizou.
A sede de uma TV estatal do Irã foi bombardeada por Israel nesta segunda-feira (16). O ataque atingiu a emissora durante a transmissão ao vivo de um jornal.
O governo do Irã afirmou que o ataque à emissora constituiu um crime de guerra.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um míssil israelense atinge a sede da TV estatal IRIB, um canal de notícias do governo iraniano. A apresentadora que falava ao vivo abandona então o estúdio, que é tomado por fumaça.
As Forças Armadas de Israel também confirmaram o ataque e acusaram a TV de ser usada como "cobertura civil para conduzir operações militares secretas.
"A Força Aérea Israelense, com orientação precisa do braço de inteligência do exército, teve como alvo o centro de mídia de propaganda do regime, que estava sendo usado pelas forças armadas iranianas para fins militares", disse o Exército israelense. "Este edifício era usado sob cobertura civil para conduzir operações militares secretas com equipamentos e ativos do governo'.
A TV estatal iraniana afirmou que o ataque interrompeu a programação, mas que a transmissão já foi retomada. E acusou Israel de "silenciar a voz do Irã" ao atacar a emissora. Pelas redes sociais, moradores locais compartilharam vídeos mostrando o que disseram ser o prédio da IRIB, rodeado por destroços.
A IRIB, além da Press TV e a agência de notícias iraniana Tasmin News afirmaram que houve mortos e feridos, mas autoridades de Teerã ainda não haviam informado se houve vítimas até a última atualização desta reportagem.
Segundo a rede britânica BBC, um funcionário da IRIB afirmou que houve mortos, mas não especificou o número. Ele disse que as vítimas trabalharam até o último minuto e mostrou ao vivo, após a retomada da programação, um pedaço de papel manchado de sangue, ainda de acordo com a BBC.
Nas redes sociais, circula outro vídeo de um repórter da emissora ao vivo diante do prédio da IRIB em chamas:
Mais cedo, as Forças Armadas de Israel bombardearam uma base militar em Teerã, segundo a agência de notícias iraniana Fars.
O Irã busca estabelecer uma relação com o governo do presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, para que a guerra contra Israel possa ser encerrada. Informações nesse sentido foram compartilhadas por Seyed Abbas Araghchi, ministro de relações exteriores do Irã, nesta segunda-feira (16/6).
“Se o presidente Trump for genuíno em relação à diplomacia e estiver interessado em acabar com essa guerra, os próximos passos são importantes”, escreveu o ministro em publicação no X.
Araghchi apontou que bastaria uma ligação telefônica de Washington para interromper as ações de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, o que poderia abrir caminho para um retorno à diplomacia.
O que está acontecendo?
Na última quinta-feira (12/6), as Forças de Defesa de Israel dispararam uma “ofensiva preventiva” contra o programa nuclear do Irã.
O governo israelense já vinha, antes do ataque, subindo o tom contra o regime do aiatolá Ali Khamenei, com ameaças ao programa nuclear.
Nos últimos anos, o avanço nuclear do Irã incomodou a comunidade internacional. Israel, que é uma potência nuclear, via o avanço como uma ameaça.
Embora ambos os países sejam rivais históricos, o ataque levou ao aumento da instabilidade no Oriente Médio.
Apesar disso, Seyed Abbas Araghchi reforçou o discurso de que Netanyahu é um criminoso de guerra e que os atos do governo israelense não podem ficar sem resposta. O ministro também apontou que as ações de Israel também buscam atrapalhar acordos entre Irã e Estados Unidos.
Além disso, de acordo com a agência de notícias Reuters, o governo iraniano está em tratativas com Catar, Arábia Saudita e Omã para que ajudem na pressão a Trump a fim de que os EUA usem sua influência sobre Israel para concordar com um cessar-fogo imediato.
Dessa forma, o Irã seria mais flexível em relação às negociações sobre temas nucleares.
EUA envia porta-aviões nuclear para zona de guerra
Os EUA enviaram, nesta segunda-feira (16/6), o porta-aviões USS Nimitz ao Oriente Médio, em meio à escalada do confronto entre Israel e Irã, segundo informações do site Marine Traffic, que monitora a movimentação de navios militares pelo mundo.
A embarcação, movida a propulsão nuclear, estava no mar do sul da China e deixou a região em direção ao Oriente Médio, cancelando uma escala planejada no Vietnã. Ao mesmo tempo, mais de 30 aviões-tanque de reabastecimento aéreo da Força Aérea dos EUA decolaram de bases morte-americanas, rumo ao leste, através do Atlântico.
Com este porta-aviões, sobe para dois o número de navios norte-americanos desse tipo na região. O USS Harry S. Truman está no Oriente Médio desde maio.
Autoridades dos EUA descreveram alguns desses movimentos como rotineiros ou relacionados a exercícios da Otan na Europa. O Departamento de Estado negou qualquer envolvimento direto dos país em ataques aéreos israelenses contra o Irã e enfatizou que o apoio dos EUA a Israel se limita a medidas defensivas.
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A morte de dois israelenses que estavam em um quarto seguro de seu apartamento na periferia de Tel Avivi, nesta madrugada de segunda (16), ampliou a ansiedade entre os moradores do Estado judeu desde que Binyamin Netanyahu iniciou seus ataques ao Irã, na sexta (13).
"A gente sempre achou que estaríamos seguros na hora do ataque", disse por mensagem Yonatan Chaim, tradutor em Jerusalém. Ele já se diz impressionado pelas vezes com que tem de ir para o quarto seguro de seu prédio, que é mais antigo e não vem com um cômodo próprio.
Quase todo edifício ou casa em Israel tem uma acomodação do tipo, com paredes e teto de concreto reforçado e porta de aço. Nas edificações mais antigas, eles são coletivos ou, ainda, bunkers subterrâneos.
No ataque desta segunda, um míssil iraniano atingiu em cheio o quarto andar de um prédio em Petah Tikva, a leste de Tel Aviv. Os quartos seguros mais novos são feitos para suportar a onda sísmica e os destroços de explosões, mas não um impacto direto com explosivos.
"É um pesadelo", conta Yifat Fouchs, que mora a cerca de 10 km do ponto da explosão, em Ramat Aviv, bairro de Tel Aviv. "Na noite passada, eu fui com meu marido e meus três filhos pequenos para o quarto seguro. Nossa vida estava estável até o Irã começar a atacar áreas civis", afirmou.
O Comando da Frente Doméstica de Israel comentou o episódio desta segunda. Disse que os quartos seguros ainda são a melhor opção durante um ataque aéreo, e que bunkers em casas antigas são tão ou mais eficazes do que eles.
No sábado, por exemplo, uma explosão sobre um prédio mais velho em Ramat Gan, Tel Aviv, destruiu apartamentos, mas o porão do local não sofreu danos e os moradores saíram vivos.
Acostumados a anos de conflitos, os israelenses usualmente são estoicos quando o assunto é resistir a ataques. Além dos quartos seguros e dos já famosos sistemas de alerta de ataque por aplicativo de celular, há bunkers em prédios públicos.
A violência inaudita dos ataques iranianos tem, de todo modo, assustado. "Nunca vimos algo assim", disse Chaim. Mesmo sua cidade, que usualmente não era alvejada diretamente pelo ar dado seu caráter sagrado para o islamismo, agora entrou em estado constante de atenção.
"A moral ainda é alta, porque sabemos exatamente o motivo de estarmos lutando. Eu espero que um dia ambos os países possam viver lado a lado, mas até lá não vamos desistir de tentar viver em segurança", disse Yifat, que é jornalista.
Concordam com ela 85% dos israelenses, segundo as mais recentes pesquisas, que questionaram o apoio aos ataques para tentar anular o programa nuclear iraniano.
O levantamento do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostra que Maceió registrou o sábado (16) mais chuvoso do país no último fim de semana. A capital alagoana aparece com quase 80mm de chuvas. Os dados foram atualizados no domingo (15), levando em consideração a precipitação das 24 horas anteriores.
Maceió ficou na frente de duas cidades do Rio Grande do Sul, que contabilizaram 65mm e 58mm, respectivamente.
As fortes chuvas provocaram diversos prejuízos, como acidentes de trânsito, queda de árvores e ruas alagadas.
O temporal também chegou às cidades do interior de Alagoas. Os principais rios e lagoas monitorados pelo Estado no litoral registraram elevação significativa em seus níveis. Os demais seguem com níveis altos, mas permanecem dentro de suas calhas.
Em Capela, um homem chegou a ficar ilhado em uma área de difícil acesso. Ele foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros.
Clientes da Caixa Econômica Federal relatam que valores transferidos via Pix desde a manhã de domingo (15) estão sendo debitados das contas, mas não chegam ao destinatário nem aparecem em seus extratos bancários. O problema persiste nesta segunda-feira (16), data em que são liberados os pagamentos do Bolsa Família e do abono salarial do PIS.
Segundo relatos nas redes sociais, os valores são descontados do saldo disponível, mas não há registro da operação nem comprovação de que o Pix tenha sido efetivado. Em alguns casos, o débito foi feito há mais de 24 horas, sem que o dinheiro tenha sido devolvido ou a transação concluída.
Procurada pela reportagem, a Caixa informa que, neste domingo (15), alguns aplicativos do banco tiveram instabilidade, que os serviços foram restabelecidos e estão operando normalmente.
"Eventuais pendências de transações serão regularizadas", afirma, em nota. O banco não informou quantos clientes foram afetados.
Na tarde do último domingo, o Downdetector, site que monitora falhas em aplicativos, registrou um pico de 648 reclamações às 12h52. Nesta segunda-feira, o número chegou a 222 queixas às 12h21.
Alguns usuários relataram que chegaram a ir até agências do banco estatal, mas foram orientados a aguardar até o fim do dia, quando a falha deveria ser normalizada.
"Fiz um Pix de R$ 1.000 ontem no Caixa Tem e o dinheiro sumiu. Não aparece nem o comprovante. Consta que saiu da conta, mas não chegou ao destinatário", relatou um dos usuários.
Um policial militar da reserva foi assassinado com cinco tiros pelas costas dentro de casa, na cidade de Macaíba, no Rio Grande do Norte, no último sábado (14). O principal suspeito do homicídio é o próprio filho da vítima, um jovem de 22 anos, que foi preso em flagrante.
O crime aconteceu em um imóvel onde o sargento reformado da Polícia Militar João Maria Matias vivia com outros familiares. O militar foi baleado e não teve chance de defesa. Ele morreu no local. Após o crime, o suspeito foi conduzido à delegacia.
De acordo com os primeiros levantamentos feitos por policiais, testemunhas relataram que o jovem estaria envolvido com o tráfico de drogas, o que pode ter gerado conflitos recorrentes com o pai.
O caso é investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, que tenta esclarecer a dinâmica do crime e a motivação do assassinato. O corpo do sargento foi encaminhado ao Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), onde passa por exames.
Festas juninas também é momento de reflexão e conscientização. A quadrilha alagoana Amanhecer no Sertão está abordando a violência contra a mulher em suas apresentações deste ano. Sem perder o brilho e encantamento do espetáculo junino e usando uma linguagem teatral, o grupo tem emocionado o público apresentando o tema “Até que a morte nos separe”, inspirado em histórias reais.
Estão no roteiro o machismo do homem que não aceita o fim do relacionamento, as agressões físicias e a mulher que se encoraja e denuncia a violência.
Bruno Melo, um dos diretores, fala do impacto que o espetáculo tem causado por onde passa. “Tem sido uma experiência muito forte para todo mundo que faz parte do grupo. Desde as primeiras apresentações, a gente percebeu o impacto que esse espetáculo estava causando. E não é só o público que se emociona. Durante a própria apresentação, não são poucos os momentos em que a gente vê os próprios dançarinos chorando em cena. A história toca cada um de um jeito, porque infelizmente é uma realidade que ainda está presente na vida de muitas pessoas”, contou, em entrevista ao TNH1.
“A grande maioria das pessoas tem demonstrado apoio e reconhecimento. São muitos relatos sobre a importância da mensagem que estamos trazendo. Muitas mulheres estão contando que já passaram por situações como as que mostramos no espetáculo. E muita gente está destacando também a importância de divulgar formas de denúncia, de mostrar que há caminhos para romper o ciclo da violência. A gente sabia que era um tema delicado, mas ver tanta gente se identificando, se sentindo representada e acolhida, só reforça que estamos no caminho certo”, ressalta.
Assista a um trecho do espetáculo.
A estacolha do tema – Bruno Melo diz que a temática deste traz a conexão com o público que a “Amanhecer no Sertão” carrega em seu DNA.
“A gente sempre teve essa preocupação de se conectar com o público por meio do nosso espetáculo. E, depois da pandemia, isso ficou ainda mais forte. A gente entendeu que era importante trazer temas que realmente fazem parte do nosso dia a dia e que impactam diretamente as nossas vidas. Em 2022, por exemplo, já tínhamos colocado a figura da mulher no centro do enredo, destacando a urgência de que elas ocupem todos os espaços que são seus por direito”, explica.
“Agora, em 2025, o nosso projetista, David Perdigão, trouxe a proposta de falar sobre violência contra a mulher. Desde o início, a gente sabia que seria um tema delicado, mas também muito urgente. Infelizmente, essa é uma realidade que ainda atinge muitas mulheres e que está cada vez mais presente nas notícias. A gente escolheu encarar esse desafio porque acredita que a cultura popular também é lugar de reflexão. Mesmo em meio à festa, a gente precisa lembrar que muitas mulheres ainda não têm o direito de viver e celebrar com segurança. Então, o nosso espetáculo também é por elas”, acrescenta.
Próxima apresentações
E como junho está só começando, ainda dá tempo de conferir o espetáculo da “Amanhecer”e de outras quadrilhas alagoanas.
Além de espetáculos privados, o grupo vai se apresentar em espaços públicos. Confira a agenda:
Dia 18 - Grande festival de Quadrilhas Juninas (Mercado 31 - Jaraguá, Maceió)
Dia 26 - Ginásio do Colégio Fantástico (etapa do circuito alagoano)
Dia 28 - Lar São Domingo ( etapa do circuito alagoano).
A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de junho do Bolsa Família 2025 nesta segunda-feira (16). Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (veja mais abaixo o calendário completo)
O dinheiro vai ser disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.
Confira o calendário do Bolsa
Confira o calendário do Bolsa Família para junho de 2025:
Final do NIS: 1 - pagamento em 16/6
Final do NIS: 2 - pagamento em 17/6
Final do NIS: 3 - pagamento em 18/6
Final do NIS: 4 - pagamento em 20/6
Final do NIS: 5 - pagamento em 23/6
Final do NIS: 6 - pagamento em 24/6
Final do NIS: 7 - pagamento em 25/6
Final do NIS: 8 - pagamento em 26/6
Final do NIS: 9 - pagamento em 27/6
Final do NIS: 0 - pagamento em 30/6
Ao longo do ano, a previsão de pagamentos é:
Julho: de 18/7 a 31/7;
Agosto: de 18/8 a 29/8;
Setembro: de 17/9 a 30/9;
Outubro: de 20/10 a 31/10;
Novembro: de 14/11 a 28/11;
Dezembro: de 10/12 a 23/12.
Um estudo recente publicado na revista The Lancet Planetary Health aponta um risco de uma endemia de dengue e chikungunya na Europa, impulsionada pelas mudanças climáticas. O aquecimento global tem facilitado a proliferação de mosquitos, incluindo o mosquito tigre asiático, que se tornou um vetor significativo de contágio no continente. Este mosquito, diferente do encontrado no Brasil, já conseguiu estabelecer-se em várias regiões europeias, aumentando o potencial de casos dessas doenças.
A pesquisa, realizada em 17 países europeus entre 2010 e 2020, utilizou modelos estatísticos para analisar a ocorrência de surtos. Os resultados indicam que a presença do mosquito tigre asiático pode dobrar o número de casos possíveis de dengue e chikungunya. O risco é ainda maior durante os meses mais quentes, de junho a outubro, quando as temperaturas sobem entre 1 e 5ºC, multiplicando o risco de transmissão de três a cinco vezes. Este aumento nas temperaturas cria um ambiente propício para a reprodução e disseminação dos mosquitos, ampliando a área de risco para essas doenças.
