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O Supremo Tribunal Federal (STF) tem marcada para a próxima quarta-feira (25) a retomada do julgamento sobre a responsabilidade das redes sociais por publicações ilegais feitas por usuários em suas plataformas.

Em sessão anterior neste mês, o plenário formou maioria de 7 a 1 pela possibilidade de responsabilização, na esfera cível, das empresas caso permitam que seus usuários publiquem mensagens que violem a lei.

Essas mensagens podem conter, por exemplo, conteúdos racistas, homofóbicos, misóginos, de ódio étnico, contra a honra ou antidemocráticos, entre outros tipos de crimes cometidos online.

O alcance real do entendimento da maioria e como ele deve ser aplicado são questões que ainda devem ser esclarecidas ao final do julgamento, uma vez que cada ministro votou de forma própria.

Na essência, porém, a maioria entende que as empresas de tecnologia têm responsabilidade pelo que é publicado em suas plataformas, podendo ser punidas a pagar indenizações. Votaram nesse sentido os ministros Dias Toffoli, Luiz Fux, Flavio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

O único a divergir até o momento foi André Mendonça, para quem as plataformas não têm responsabilidade pelo exercício da liberdade de expressão feito por seus usuários. Ainda devem votar os ministros Edson Fachi e Cármen Lúcia.

O plenário julga dois recursos que questionam o artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014). O dispositivo prevê que, "com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura", as empresas provedoras de aplicações na internet somente podem ser responsabilizadas civilmente por publicações de terceiros se descumprirem alguma ordem judicial prévia de retirada.

Os recursos em julgamento têm repercussão geral. Isso significa que o plenário do Supremo vai estabelecer uma tese vinculante, que deverá ser seguida obrigatoriamente por todos os tribunais do país ao julgar processos sobre o assunto.

Votos

Os primeiros a votar no julgamento do tema foram os relatores dos recursos, os ministros Dias Toffoli e Luiz Fux. Os dois entenderam que o artigo 19 do Marco Civil da Internet é inconstitucional, por conferir imunidade indevida às plataformas de redes sociais.

Para os relatores, não é necessário que as empresas aguardem uma ordem judicial para que sejam obrigadas a retirar do ar o conteúdo considerado ilícito, bastando para isso a notificação extrajudicial por alguém que se sinta vítima da publicação.

Presidente do Supremo, o ministro Luís Roberto Barroso votou de forma similar, ressalvando somente que nos casos de crimes contra a honra – injúria, calúnia e difamação – ainda seria preciso uma ordem judicial prévia para a derrubada de postagens dos usuários de redes sociais.

Flávio Dino votou de forma semelhante a Barroso, no sentido de que, em regra, seja aplicado o previsto no artigo 21 do Marco Civil da Internet. Por esse dispositivo, basta a notificação extrajudicial de vítima ou advogado para que um conteúdo ilícito seja removido. Nos crimes contra a honra, ainda seria aplicado o artigo 19.

Formando maioria, Gilmar Mendes previu em seu voto diferentes regimes de aplicação das regras do Marco Civil, desde uma aplicação geral do artigo 21 até uma aplicação residual do artigo 19 nos casos de crimes contra a honra e de responsabilização presumida nos anúncios e impulsionamentos ilegais aceitos pelas plataformas.

Alexandre de Moraes foi o sétimo a se juntar à maioria. Para ele, as big tech que atuam no ramo das redes sociais podem ser equiparadas a empresas de mídia, sendo assim responsáveis pelo que é publicado em suas plataformas.

Outro lado

O julgamento é acompanhado de perto pelas chamadas big tech - grandes empresas de tecnologia que dominam o mercado de redes sociais, como Google e Meta. No início do julgamento, em sustentação oral, representantes do setor defenderam a manutenção do Marco Civil da Internet como está, protegendo as aplicações do uso que é feito por seus usuários.

Representantes das redes sociais defenderam a manutenção da responsabilidade somente após o descumprimento de decisão judicial, como ocorre atualmente. As redes socais sustentaram que já realizam a retirada de conteúdos ilegais de forma extrajudicial e que o eventual monitoramento prévio do que é publicado pelos usuários configuraria censura.

A família da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que está desaparecida após cair em um vulcão durante um percurso de trilha guiada no Monte Rinjani, localizado na ilha de Lombok, na Indonésia, informou que o resgate foi interrompido nesta segunda-feira, 23, às 16h (horário local) por condições climáticas.

"Um dia inteiro e eles avançaram apenas 250 metros abaixo, faltavam 350 metros para chegar na Juliana e eles recuaram. Mais uma vez! Mais um dia", escreveu a família em uma publicação em um perfil sobre o caso no Instagram.

"Nós precisamos de ajuda, nós precisamos que o resgate chegue até Juliana com urgência", acrescentou.

Os familiares também relataram que não tem informações sobre o estado de saúde da brasileira e que ela segue sem água, comida e agasalhos por três dias.

"O parque segue com a sua atividade normalmente, turistas continuam fazendo a trilha enquanto Juliana está precisando de socorro. [...] Juliana vai passar mais uma noite sem resgate por negligência", disse.

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, disse, nesse domingo (22/6), que o país persa não vai se render e que não teme as ameaças realizadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração do iraniano é a primeira manifestação dele, depois que forças militares norte-americanas bombardearam três instalações de enriquecimento de urânio do país, no sábado (21/6).

Em resposta ao presidente dos EUA, Khamenei criticou as falas de Trump, chamando-as de “ridículas”:

“Ele ameaça e, com uma declaração ridícula e inaceitável, pede explicitamente à nação iraniana que venha e se renda a mim. Quando uma pessoa observa essas coisas, fica verdadeiramente surpresa. (…) Dizer à nação iraniana para se render não é uma atitude sensata. Pessoas inteligentes que conhecem o Irã, conhecem a nação iraniana, conhecem a história do Irã, jamais diriam tal coisa. Render-se a quê? A nação iraniana não é de se render”, enfatizou Khamenei.

Ameaça de “danos irreparáveis”

O aiatolá do Irã indicou ainda que a ação militar dos Estados Unidos pode trazer “danos irreparáveis” aos próprios norte-americanos. “O que eles sofrerão nesse sentido é muito maior do que o que o Irã pode sofrer. O dano que os Estados Unidos sofrerão se entrarem militarmente neste campo será, sem dúvida, irreparável”.

Em complemento ao pronunciamento, o perfil do líder iraniano no X também fez uma publicação direcionada a Israel, em tom ameaçador: “O inimigo sionista cometeu um grande erro, um grande crime; deve ser punido e está sendo punido; está sendo punido neste exato momento”.

O texto está acompanhando pela imagem de uma caveira sendo bombardeada, com referência à bandeira de Israel.

EUA ameaçam novos ataques

No sábado, depois de atacar o Irã, Donald Trump realizou um pronunciamento na Casa Branca, onde afirmou que caso o Irã não siga o caminho da paz, os militares norte-americanos poderão realizar novas ofensivas.

“O Irã, o tirano do Oriente Médio, precisa agora fazer a paz. Se não o fizer, os ataques futuros serão muito maiores e muito mais fáceis”, disse Trump. “Isso não pode continuar. Ou haverá paz, ou haverá uma tragédia para o Irã, muito maior do que a que testemunhamos nos últimos oito dias. Lembrem-se de que ainda há muitos alvos”, acrescentou.

A Convenção de Genebra veda ataques a usinas nucleares, visto o alto risco de perdas civis, em resultado a ações radioativas.

Não é de hoje que o primeiro-ministro de Israel pressiona os Estados Unidos para tentar frear a produção nuclear do Irã. Em 2015, Benjamin Netanyahu se dirigiu ao Congresso norte-americano para interferir nas negociações entre o então presidente Barack Obama e o Irã. Segundo ele, o programa nuclear iraniano seria capaz de construir uma infraestrutura capaz de fabricar uma bomba atômica.

“Um Irã mais perigoso, um Oriente Médio cheio de bombas atômicas e uma contagem regressiva para um pesadelo nuclear em potencial”, defendeu Netanyahu na época.

Em 13 de junho deste ano, Israel iniciou novos ataques contra o Irã, só que dessa vez com mísseis. A ofensiva de Netanyahu contra o território iraniano tinha como justificativa pôr fim ao programa nuclear do Irã, que, de acordo com Israel, estaria próximo da fabricação de uma bomba nuclear. O Irã, por outro lado, nega que o programa é utilizado para fins militares.

A Receita Federal abre nesta segunda-feira (23), às 10h, consulta a mais um lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física de 2025, o maior da história em número de contribuintes e em valor. Esse é o segundo dos cinco lotes de 2025 e também contempla restituições residuais de anos anteriores.

Ao todo, 6.545.322 contribuintes receberão R$ 11 bilhões. Todo o valor, informou o Fisco, irá para contribuintes com prioridade no reembolso.

As restituições estão distribuídas da seguinte forma:

4.764.634 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;

1.044.585 contribuintes de 60 a 79 anos;

496.650 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;

148.090 contribuintes acima de 80 anos;

91.363 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.

Embora não tenham prioridade por lei, os contribuintes que usaram dois procedimentos em conjunto, pré-preenchida e Pix, passaram a ter prioridade no recebimento da restituição neste ano. Neste lote, não haverá pagamento a contribuintes sem prioridade.

A consulta poderá ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

O pagamento será feito em 30 de junho, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessar o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo "Solicitar restituição não resgatada na rede bancária".

Na tarde desse domingo (22), um corpo foi localizado em uma barragem no município de Palestina, no Sertão de Alagoas, após um suposto afogamento.

A ocorrência foi registrada na Rua Palestina, onde guarnições da Polícia Militar (PM) e do Corpo de Bombeiros (CB) foram acionadas para atender à situação.

Uma equipe formada por quatro bombeiros foi mobilizada para realizar buscas pelo corpo, mas durante o deslocamento da equipe, foi informada que a vítima já havia sido encontrada.

As circunstâncias que levaram ao afogamento, bem como a identidade da vítima, são desconhecidas.

O Corpo foi periciado pelo Instituto de Criminalística (IC) e recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) para o exame de necropsia.

 

Durante uma reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU, o Irã manifestou severas críticas à atuação do chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi. O representante iraniano expressou seu descontentamento com a postura de Grossi, alegando que ele não tomou medidas adequadas diante das ameaças às instalações nucleares pacíficas do país. Segundo o representante, o silêncio de Grossi compromete tanto a autoridade quanto a credibilidade da agência. Esta crítica surge em um contexto de acusações de que os Estados Unidos estariam envolvidos em uma guerra ilegal, o que agrava ainda mais a situação.

Em resposta às críticas, Rafael Grossi afirmou em entrevista à Al Jazeera que não há indícios de que o Irã esteja próximo de desenvolver uma arma nuclear. Ele destacou que as inspeções realizadas estão em conformidade com os critérios estabelecidos pela AIEA. No entanto, Israel e os Estados Unidos argumentam que muitas instalações nucleares iranianas permanecem inacessíveis a órgãos internacionais, onde o Irã supostamente estaria enriquecendo urânio em níveis elevados, próximos ao necessário para a fabricação de uma arma nuclear.

A situação se complica ainda mais com a intervenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que criticou a diretora de inteligência nacional, Tulsey Gabbard, por afirmar que não há indícios de que o Irã esteja próximo de desenvolver uma arma nuclear. Trump afirmou possuir outras fontes de inteligência que provam o contrário. Este cenário reflete a complexidade das narrativas e informações contraditórias sobre o programa nuclear iraniano, com parte da inteligência europeia e israelense acreditando que o Irã está a poucos anos de obter uma arma nuclear, enquanto o Irã e a AIEA negam essas acusações. Caso os Estados Unidos decidam intervir militarmente, será necessário apresentar evidências sólidas para justificar tal ação no âmbito das Nações Unidas e do direito internacional.

Um homem foi morto a facadas após se desentender com o vizinho durante bebedeira, na madrugada deste sábado, 21, na Barra Nova, em Marechal Deodoro, região Metropolitana de Maceió.

Familiares da vítima contaram aos policiais militares que os dois vizinhos estavam bebendo, mas que em determinado momento houve uma briga e a vítima foi esfaqueada. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado e constatou o óbito no local.

O suspeito fugiu e ainda não foi preso até a publicação desta matéria.

A Polícia Científica recolheu o corpo e fez a perícia criminal, enquanto a Polícia Civil deu início às investigações. As identidades dos envolvidos não foram divulgadas.

 

Um grave acidente de trânsito resultou na morte de um motociclista na madrugada deste sábado (21), na zona rural de Estrela de Alagoas, município localizado no Agreste do estado.

De acordo com informações da Polícia Militar, a guarnição da Rádio Patrulha 08 foi acionada via Copom para atender a uma ocorrência de acidente motociclístico no Sítio Lagoa da Areia dos Marianos. Ao chegar ao local, os policiais encontraram um homem caído na via pública, já sem vida.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também estiveram no local e constataram o óbito. Segundo relatos, o motociclista, que conduzia uma moto de cor azul, perdeu o controle do veículo e acabou colidindo violentamente contra o muro de uma residência.

Além dos danos na motocicleta, a cena do acidente apresentava marcas de frenagem, o que indica que a vítima ainda tentou evitar o impacto antes da colisão.

O Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para realizar os procedimentos de perícia e remoção do corpo.

Após os levantamentos iniciais, a motocicleta foi liberada e entregue à esposa da vítima. As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

Na noite desta sexta-feira (20), por volta das 19h46, a Polícia Militar flagrou um motociclista realizando manobras perigosas e conduzindo um veículo de forma irregular no centro de Palmeira dos Índios. O caso foi registrado pela guarnição do Tático Rural 01, que realizava patrulhamento de rotina na cidade.

O condutor, que pilotava uma motocicleta Honda CG 150 Titan com o escapamento adulterado e produzindo barulho excessivo, foi avistado inicialmente na Avenida Rotary. De acordo com os policiais, ele trafegava em zigue-zague entre os veículos, colocando em risco sua própria segurança e a dos demais motoristas. A abordagem só foi possível na Avenida Capitulino Vasconcelos, devido ao intenso fluxo de veículos no local.

Durante a verificação, os militares constataram que o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e que a motocicleta estava com o sistema de escapamento irregular. Diante da situação, a guarnição lavrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) com base no Artigo 42 da Lei das Contravenções Penais, que trata sobre perturbação do sossego, embasado na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (RHC 146.646/MG).

Além do TCO, foram aplicadas as multas cabíveis. As pendências foram regularizadas no local e a motocicleta foi liberada para um condutor habilitado.

A ação reforça a importância da fiscalização contínua para coibir práticas que colocam em risco a segurança no trânsito e o sossego da população.

Um homem foi preso suspeito de trocar tiros com policiais militares, na noite dessa sexta-feira, 20, e tentar fugir entrando em um bueiro no bairro Cidade Universitária, na parte alta de Maceió.

Os militares realizavam patrulhamento quando três suspeitos perceberam a presença da Polícia Militar e começaram a fugir. Um deles atirou contra os policiais, que revidaram. Foi nesse momento que um deles tentou fugir pelo bueiro e acabou sendo preso.

Segundo a ocorrência, o suspeito portava um revólver com munições deflagradas, cocaína, crack e maconha.

Ele foi preso por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. O homem ainda precisou ser levado para a Unidade de Pronto Atendimento da Santa Lúcia para avaliação médica e depois foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde ficou à disposição da Justiça.

Dois homens foram presos nessa sexta-feira (20), no centro de Maceió, suspeitos de receptação de celulares sem procedência comprovada. A ação foi resultado de um trabalho conjunto entre a equipe de inteligência da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e policiais da Rotam, que investigavam a comercialização de aparelhos possivelmente roubados na região.

A abordagem ocorreu em um estacionamento, onde os dois suspeitos foram encontrados com seus respectivos veículos: um Hyundai HB20 branco e uma Fiat Toro. Durante a revista pessoal, um deles portava dois celulares sem nota fiscal e sem saber informar a origem dos itens. O segundo carregava outros três aparelhos nas mesmas condições.

Na busca veicular, os policiais encontraram, dentro do HB20, uma sacola plástica contendo mais 16 celulares, totalizando 21 aparelhos apreendidos. Um deles estava envolto em papel alumínio — técnica comumente usada para dificultar o rastreamento de dispositivos móveis.

Após serem conduzidos para avaliação médica em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), os dois foram levados à Central de Flagrantes, onde foi constatado que um deles possuía mandado de prisão em aberto expedido pela 16ª Vara Criminal. Além disso, ele já havia sido preso por crimes como furto, corrupção ativa e receptação, com registros entre 2020 e 2025.

Os veículos utilizados pelos suspeitos foram recolhidos e permanecem sob custódia da Polícia Civil. O caso segue sob investigação para identificar a origem dos aparelhos e possíveis vítimas de furto ou roubo.

 

Um balão tripulado despencou do céu após pegar fogo e deixou mortos e feridos, de acordo com o Corpo de Bombeiros. O acidente aconteceu na manhã deste sábado (21) em Praia Grande, no extremo sul de Santa Catarina, famoso destino para a prática do balonismo.

Segundo os Bombeiros, pelo menos 22 pessoas estavam no voo e quatro morreram no local. Não há informação sobre o número total de mortos e feridos.

Nota oficial do Corpo de Bombeiros, atualizada às 9h35:

"O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), está neste momento atendendo a uma ocorrência de queda de balão no município de Praia Grande, no sul do estado, ocorrido na manhã deste sábado 21/06. A corporação confirma 4 óbitos no local e as demais vítimas estão sendo atendidas, procuradas e avaliadas por nossas equipes".

Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram o balão no alto em chamas. Pelas imagens é possível ver quando o cesto cai ao chão. Equipes de socorro estão mobilizadas na região.

Outro acidente

O acidente de balão em Santa Catarina ocorre menos de uma semana após a morte de uma mulher em um passeio de balão no interior de São Paulo.

A mulher que morreu foi identificada como Juliana Alves Prado Pereira, de 27 anos. Ela estava no passeio com o marido, Leandro de Aquino Pereira, com quem comemorava o Dia dos Namorados. Era psicóloga e natural de Pouso Alegre (MG). Mais de 30 pessoas estavam a bordo do balão e 11 ficaram feridas.

 

Um levantamento feito para o relatório semestral Global de Tendências de Fraude Omnichannel da TransUnion mostrou que 40% dos brasileiros já foram alvo de fraudes por e-mail, internet, telefone ou mensagens de texto e 10% dos pesquisados disseram ter caído nos golpes. As perdas atingiram uma média de R$ 6.311.

Os dados mostram ainda que 53% dos entrevistados globalmente foram alvo de esquemas fraudulentos por canais como e-mail, internet, telefone e mensagens de texto entre agosto e dezembro de 2024. E ao menos 47% dos entrevistados disseram não reconhecer que foram alvos desses golpes.

Segundo o levantamento, o golpe mais relatado é o vishing, quando os criminosos realizam ligações telefônicas simulando representar empresas legítimas, como operadoras de celular, planos de saúde ou instituições financeiras, para induzir a vítima a fornecer dados confidenciais, como senhas bancárias, números de cartão de crédito, CPF, entre outras informações pessoais.

Pelo menos 29% dos entrevistados (13.387 adultos em 18 países e regiões) relataram prejuízos financeiros em decorrência de golpes no último ano, com uma perda média de US$ 1.747, o que equivale a R$ 10.683, na cotação do dia da pesquisa.

A Geração Z, os nascidos entre 1997 e 2010, foi a que mais relatou perdas (38%), enquanto os Baby Boomers,os nascidos entre 1946 e 1964, foram os que menos relataram (11%) perdas.

"A evolução das fraudes exige que as empresas estejam sempre um passo à frente, inclusive ajudando a conscientizar sobre golpes como o vishing. É importante destacar que, assim como em outros golpes de engenharia social, o objetivo final dos fraudadores é obter informações ou acessos privilegiados para cometer fraudes financeiras", explicou o gerente de Soluções de Prevenção à Fraude da TransUnion Brasil, Wallace Massola.

O estudo também revelou que houve o aumento de 11% nas transações financeiras suspeitas de tentativa de fraude digital em 2024, na comparação com 2023. Entre os tipos de fraude digital com crescimento mais acelerado a invasão de conta foi o mais relatado, com aumento de 20% ante o ano anterior.

Segundo Massola, com os modelos de prevenção a fraudes transacionais se tornando cada vez mais eficazes após anos de aprimoramento, os fraudadores têm mudado seu foco para processos de invasão de contas.

“Esse tipo de fraude representa um desafio crescente para as empresas. Para enfrentar essa ameaça, é essencial investir em tecnologias avançadas de monitoramento e autenticação, além de considerar soluções robustas de avaliação de risco de dispositivos e behaviour analytics", disse.

O índice de fraude digital do Brasil foi de 5,4% em 2024, acima da média global, ficando ao lado de países como Canadá, Colômbia, República Dominicana, Hong Kong, Índia e Filipinas.

A taxa média de tentativas suspeitas de fraude em transações realizadas por consumidores dentro do Brasil foi de 6,1% em 2024, a sexta mais alta entre os quase 20 mercados analisados.

De acordo com o documento, 59% dos consumidores entrevistados afirmaram que trocariam de empresa em busca de uma experiência digital melhor, incluindo segurança de dados. Para 77% dos entrevistados, ter confiança de que seus dados pessoais não serão comprometidos é um fator muito importante na hora de escolher com quem fazer negócios ou comprar online.

O relatório aponta ainda que 34% dos entrevistados no mercado global realizaram mais da metade de suas transações pela internet (mesmo percentual de 2023). Outros 62% afirmaram que preocupações com fraudes são o principal motivo para não voltarem a usar um site. Quase metade (48%) relatou ter abandonado um carrinho de compras online por suspeita de fraude ou preocupações com segurança.

No caso de aplicações para obter produtos financeiros ou de seguros feitas online, a maioria (51%) das pessoas disse ter desistido por razões que envolvem tanto segurança quanto experiência na jornada de compra, com 46% desistindo após excesso de informações solicitadas, 41% por não confiarem na segurança dos dados pessoais e 38% por acharem o processo frustrante.

No Brasil, 40% das pessoas disseram que não confiaram na segurança dos dados ou consideraram excessivo o volume de informações exigidas e, por isso, deixaram de comprar ou contratar um serviço online.

“Proteger os dados dos consumidores é inegociável. Com o aumento dos riscos em todos os canais, o investimento em prevenção à fraude é estratégico e se torna um dos grandes diferenciais competitivos. Tanto para reduzir atritos desnecessários com o consumidor quanto para evitar impactos reputacionais para as organizações”, ressaltou o vice-presidente de Soluções da TransUnion Brasil, Claudio Pasqualin.

Segundo a pesquisa, ambientes de comunidades, como sites de relacionamento e fóruns virtuais, registraram a maior taxa global de tentativas suspeitas de fraude digital em 2024, com quase 12%, o que significa um aumento de 9% no volume em relação a 2023. Em seguida, aparecem os jogos eletrônicos (11%), jogos online como apostas e pôquer (8%) e o varejo (8%), completando o ranking dos segmentos mais afetados. No Brasil, as comunidades também foram o segmento com a maior taxa de suspeita de fraude digital, com 15,2%.

Massola explicou que os fraudadores aproveitam a confiança inerente às plataformas de interação social, como aplicativos de relacionamento, para enganar os usuários, criando perfis falsos e construindo um relacionamento aparentemente genuíno, manipulando emocionalmente as vítimas.

“Uma vez conquistada a confiança, os criminosos solicitam informações confidenciais ou dinheiro, alegando emergências ou situações pessoais difíceis. Esse método de exploração não apenas compromete dados privilegiados, mas também pode resultar em perdas financeiras significativas para aqueles que acreditam estar seguros nas comunidades online", alerta Massola.

Um homem foi preso na noite dessa sexta-feira (20), no bairro Cidade Universitária, em Maceió, após tentar fugir por um bueiro ao perceber a presença da polícia. Ele foi flagrado com um revólver, munições deflagradas e porções de cocaína, crack e maconha.

De acordo com o relatório do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp), policiais da Rotam faziam patrulhamento tático na região quando se depararam com três suspeitos que fugiram ao avistá-los. Em seguida, foram ouvidos disparos de arma de fogo, e os agentes iniciaram uma incursão a pé pela área.

Durante a varredura, um dos homens foi localizado tentando escapar por um bueiro. Ao ser abordado, os policiais encontraram com ele a arma de fogo e os entorpecentes, todos já prontos para comercialização.

Ele foi levado para avaliação médica na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Santa Lúcia e, em seguida, conduzido à Central de Flagrantes, onde foi autuado por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. Ele permanece à disposição da Justiça.

Os outros dois suspeitos conseguiram fugir e ainda não foram localizados.

No ano passado, a violência contra crianças em conflitos armados atingiu níveis sem precedentes, com aumento de 25% do número de violações graves em comparação a 2023.

É o que informa o relatório anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre crianças e conflitos armados, divulgado na quinta-feira (19) pelo secretário-geral da entidade, António Guterres.

Em 2024, foram registrados 4.676 assassinatos e 7.291 mutilações, vitimando 11.967 crianças. A negação do acesso humanitário, com 7.906 incidentes, o recrutamento e uso de crianças (7.402) e o sequestro de menores de idade (4.573) também apresentaram números extremamente preocupantes.

"Crianças foram mortas e mutiladas, muitas vezes resultando em incapacidades permanentes, em números alarmantes, pelo uso de munições explosivas, incluindo resíduos explosivos de guerra, minas e dispositivos explosivos improvisados, e pelo fogo cruzado entre as partes em conflito. Ataques a instalações civis, incluindo escolas e hospitais, aumentaram drasticamente a vulnerabilidade das crianças", diz o relatório. Apesar de grupos armados não estatais terem sido responsáveis por quase 50% das violações, as forças governamentais foram as principais perpetradoras da morte e mutilação de crianças, de ataques a escolas e hospitais e da negação de acesso humanitário.

Os maiores números de violações graves foram verificados no Território Palestino Ocupado (8.554), especialmente na Faixa de Gaza, que sofre ataques massivos de Israel; na República Democrática do Congo (4.043); na Somália (2.568); na Nigéria (2.436) e no Haiti (2.269).

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Os maiores aumentos percentuais no número de violações foram verificados no Líbano (545%), Moçambique (525%), Haiti (490%), Etiópia (235%) e Ucrânia (105%).

Violência sexual

O número de casos de violência sexual cresceu 35%, com registro de um "aumento drástico" dos casos de estupro coletivo, o que destaca o uso sistemático da violência sexual como tática deliberada de guerra, enquanto crianças eram associadas a partes em conflito ou para aumentar o controle territorial, deslocar populações e atacar a etnia ou o gênero específico das crianças, entre outros objetivos, diz o relatório.

O documento relata que meninas foram sequestradas para fins de recrutamento e uso, e para escravidão sexual.

"A violência sexual continua sendo amplamente subnotificada devido à estigmatização, ao medo de represálias, às normas sociais prejudiciais, à ausência ou à falta de acesso a serviços, à impunidade e a preocupações com a segurança, conforme relatado em meu relatório sobre violência sexual relacionada a conflitos."

Negação humanitária

A negação do acesso humanitário atingiu "escala alarmante", informa a ONU, com mais trabalhadores humanitários mortos em 2024 do que nunca, incluindo muitos funcionários da própria organização.

"As partes em conflito atacaram comboios e pessoal de ajuda humanitária, detiveram arbitrariamente pessoal humanitário, restringiram atividades e movimentos humanitários, adotaram barreiras burocráticas e administrativas e interferiram em operações humanitárias, resultando em crianças sem acesso a cuidados de saúde, educação, proteção e necessidades vitais", diz o relatório.

Palestina e Israel

As Nações Unidas verificaram 8.554 violações graves contra 2.959 crianças em Israel, com maioria esmagadora de palestinas e 15 de nacionalidade israelense.

Nos territórios palestinos ocupados, incluindo Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Faixa de Gaza, foram 8.544 violações, sendo 4.856 em Gaza, que sofre um cerco das forças militares do Estado de Israel.

"Além disso, as Nações Unidas receberam relatos do assassinato de 4.470 crianças na Faixa de Gaza em 2024, que aguardam verificação. Violações graves verificadas foram atribuídas às forças armadas e de segurança israelenses (7.188), perpetradores não identificados (43), colonos israelenses (42), perpetradores palestinos individuais (11), forças de segurança da Autoridade Palestina (7), Hezbollah (3) e Forças Armadas da República Islâmica do Irã (1)", acrescenta o relatório.

As Nações Unidas também verificaram a detenção de 951 crianças palestinas (940 meninos, 11 meninas) por supostas infrações à segurança cometidas pelas forças armadas e de segurança israelenses na Cisjordânia (602), em Jerusalém Oriental (259) e na Faixa de Gaza (90), incluindo a detenção pelas forças armadas e de segurança israelenses de uma menina palestina cujo paradeiro permanece desconhecido.

Um total de 1.561 crianças palestinas (1.131 meninos e 430 meninas) foram confirmadas como mutiladas na Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental (620) e na Faixa de Gaza (941).

República Democrática do Congo

No Congo, as Nações Unidas verificaram 4.043 violações graves contra 3.418 crianças (2.217 meninos, 1.201 meninas) e 453 violações ocorridas em anos anteriores foram confirmadas.

Neste país africano, 2.365 crianças foram recrutadas e usadas pela milícia Raia por grupos armados não estatais. A região leste do país é palco de conflitos há décadas, com presença de diversos grupos armados, que tem intensificado suas ações desde 2022. A região é rica em minerais, o que tem atraído grupos armados e potências estrangeiras, gerando disputas pelo controle de áreas e recursos.

O conflito tem levado à movimentação em massa de civis, com milhares de pessoas buscando refúgio em campos de deslocados internos, enfrentando condições precárias e riscos à segurança, incluindo violência sexual e recrutamento forçado.

A morte (190) e a mutilação (248) de 438 crianças (317 meninos e 121 meninas) foram atribuídas ao M23 (244), Codeco (47), ADF (38), Nyatura (17), APCLS (12), autores não identificados (10), Raia Mutomboki (8), Mai-Mai Zaïre (7), Mouvement congolais de développement pour la nation (MCDPIN) (7), FDLR-FOCA (5), 15 outros grupos armados (29), às Forças Armadas da República Democrática do Congo (12) e à Polícia Nacional Congolesa (2).

As baixas resultaram principalmente do impacto direto das operações militares (250).

Somália

Na Somália, que vive uma situação de instabilidade permanente, causada por uma guerra civil, a forte presença de grupos armados insurgentes, como o Al-Shabaab, contribui para a insegurança e dificultam a reconstrução do país. As Nações Unidas verificaram 2.568 violações graves contra 1.992 crianças e 50 violações ocorridas em anos anteriores.

Ao todo, 595 crianças foram mortas (141) ou mutiladas (454), a maioria por autores não identificados (296), mas também pelo Al-Shabaab (119) e forças de segurança governamentais (70). Violência sexual e recrutamento de crianças para grupos armados também foram registrados.

Nigéria

No país mais populoso da África, com cerca de 200 milhões de habitantes, a desigualdade social crônica, violência social e atuação de grupos armados levaram à 2.436 violações graves contra 1.037 crianças (386 meninos, 651 meninas) e 269 violações graves ocorridas em anos anteriores.

Cerca de 974 crianças foram recrutadas e usadas, principalmente após sequestro, pela Jama’atu Ahlis Sunna Lidda’Awati Wal-Jihad (JAS), pela Província do Estado Islâmico da África Ocidental (ISWAP), Bakura (7) e pelas Forças de Segurança Nigerianas (3).

Um total de 732 crianças foram detidas pelas Forças de Segurança Nigerianas por suposta associação delas ou de seus pais com grupos armados. Todas foram libertadas. A morte (29) e a mutilação (20) de 49 crianças foram atribuídas à JAS (19), ao ISWAP (19), a perpetradores não identificados (10) e às Forças de Segurança Nigerianas (1), incluindo casos causados ​​por munições explosivas (33).

Foram verificados casos de violência sexual, todos envolvendo casamento forçado, contra 419 crianças (7 meninos e 412 meninas) pela JAS (304), ISWAP (114) e Bakura (1).

Haiti

No Haiti, país insular do Caribe que vive instabilidade política e social há décadas, com ações de gangues armadas, as Nações Unidas verificaram no ano passado 2.269 violações graves contra 1.373 crianças. Em anos anteriores, foram registradas 24 violações.

O assassinato (213) e a mutilação (138) de 351 crianças foram atribuídos a diversas gangues e também à Polícia Nacional Haitiana. Casos de violência sexual vitimaram 566 crianças (523 meninas e 43 meninos). Detenções de dezenas de crianças pelas forças de segurança e recrutamento de menores de idade por grupos armados também foram registrados no relatório.

Fogueira. Fogos de artifício. Brincadeiras. O mês de junho é marcado pelas festas juninas, principalmente na região Nordeste. A enfermeira Lettizia Fernandes, da Comissão de Pele do Hospital da Criança de Alagoas (HCA), em Maceió, orienta pais e responsáveis sobre o que fazer em caso de queimaduras nos pequenos nessa época do ano.

Segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), entre 2023 e 2024, foram registradas cerca de 14 mil hospitalizações de crianças e adolescentes devido a acidentes com queimaduras no Sistema Único de Saúde (SUS). Em média, o SUS registra aproximadamente 20 hospitalizações diárias por queimaduras na faixa etária de zero a 19 anos.

Durante as festas juninas, os casos de queimaduras em crianças podem aumentar por conta dos costumes da época, que incluem fogos de artifício e fogueiras. A especialista explica que pais e responsáveis devem ficar atentos e podem adotar algumas medidas de prevenção.

“Primeiro, é importante vigiar nossos filhos quando estiverem com fogos ou próximos às fogueiras, independentemente da idade. Outra forma de prevenção é fortalecer a pele com banhos mais frios e hidratação. Além da ingestão de água, é necessário hidratar a pele com cremes terapêuticos pelo menos duas vezes ao dia. Banhos quentes e sabonetes em barra devem ser evitados, pois ressecam a barreira cutânea”, acrescenta a enfermeira.

E quando acontece a lesão?

A especialista do Hospital da Criança de Alagoas afirma que é fundamental manter a calma e evitar o uso de pomadas, corticóides, antibióticos e até alimentos, como manteiga e vinagre. Esses itens podem agravar a ferida causada pela queimadura.

“A primeira coisa a ser feita é colocar água corrente na área da lesão. A partir disso, o responsável deve verificar o estado da ferida. Para cada tipo de lesão, realizamos um tratamento diferente, porque cada ferida afeta as camadas da pele de forma distinta. Iremos resfriar e hidratar o local lesionado”, reforça a profissional.

A enfermeira Lettizia Fernandes também explica que, se a ferida estiver aberta, é necessário limpá-la com água ou soro fisiológico e cobri-la com gaze. Fechar a ferida auxilia na cicatrização e evita infecções. Caso a lesão seja grave, é preciso levar a criança com urgência a um local especializado em queimaduras. Em Alagoas, o Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) fica no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió.

 

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